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O projeto Vivacidade realiza exposições coletivas de artes visuais em que as obras usam mídias digitais, interatividade e linguagem de programação como suporte para conduzir trabalhos que dialogam com narrativas socioambientais desde 2013. Nesta edição, denominada Poéticas Socioambientais, o Vivacidade propõe expor a relação entre as pessoas, a vida nos centros urbanos e o impacto no mundo, provocando questionamentos sobre os fenômenos naturais e as mudanças climáticas. Há um convite para o público co-criar um mundo em busca do equilíbrio em um ecossistema mutável e instável, dado o impacto das interferências humanas. O projeto de exposição é intergeracional, com obras de artistas de diferentes regiões do Brasil e propõe imergir o público em cenários e narrativas virtuais, através de uma intervenção artística de grande dimensão em espaço público, uma mostra expositiva em galeria e uma ação formativa, todas atividades serão gratuitas e realizadas na cidade de São Paulo.
Partindo da necessidade de expressar realidades e formas de interação distintas com a cidade de São Paulo e sua urbanidade, o projeto VIVACIDADE: Poéticas Socioambientais incentiva a necessidade de projetar o devido protagonismo de quem faz da cidade o que ela é de fato, mostrando que a capital paulista, assim como qualquer outro centro urbano do mundo, é resultado das interações entre as pessoas que nela vivem, trabalham, passeiam, enfim, que transitam por suas vias e espaços. Mas o quanto a relação com a cidade é realizada de forma orgânica e não apenas mecânica? Um dos papéis dos projetos culturais é mediar as relações entre cultura, arte, cidade e pessoas. O olhar cidadão possível através desse trabalho potencializa, não só a forma como as pessoas podem se relacionar com o meio, mas também a forma como a produção artística e cultural se relaciona com o todo. A proposta do VIVACIDADE justifica-se por realizar um projeto que se relaciona com as influências do mundo contemporâneo, tanto em forma – utilizando novas tecnologias através, artes visuais e audiovisual – quanto em conteúdo – discutir a descentralização, sustentabilidade, qualidade de vida e os momentos socioculturais atuais. Agir nesse ambiente complexo que vivemos, com a possibilidade de utilizar as artes visuais como ferramenta mediadora para dialogarmos coletivamente sobre os tempos atuais e as perspectivas de futuro, tornam-se possíveis através de ações determinadas. No caso desta edição do VIVACIDADE, a proposta para fomentar a produção cultural e artística, que tem como pauta o meio e sua relação recíproca com o modo de vida humano, será dada por: 1) 01 Intervenção Urbana: exposição, com entrada gratuita dos participantes, de duas obras de projeção a laser, desenvolvidas para uma ocupação de um grande volume de imagem. Expostas durante 2 dias em espaço público com grande volume de fluxo de pessoas no local e arredores, na cidade de São Paulo, as obras alcançarão um grande perímetro urbano, em que espera-se alcançar diretamente 5.000 pessoas e 20.000 indiretamente, dada a exposição virtual pelas redes sociais e registros expostos na mostra expositiva; 2) 01 Mostra Expositiva: exposição, com entrada gratuita dos participantes, realizada em galerias / espaços culturais na cidade de São Paulo situada em local de fácil acesso. As instalações de artes visuais interativas e imersivas serão obras tanto de artistas quanto de coletivos provenientes de vários estados do Brasil e ficarão expostas durante 30 dias. Estima-se receber 20.000 pessoas durante o período da exposição; 3) 01 Ação Educativa: haverá, como atividade formativa e primordial para expressar o pensamento da complexidade do projeto VIVACIDADE, 6 dias de workshops de desenho digital para crianças e jovens entre 8 e 13 anos, priorizando alunos da rede pública de ensino. Esse será um espaço em que os temas tratados pelo projeto estarão intrinsecamente ligados ao fomento do das práticas das artes visuais desenvolvidas com ferramentas digitais e tecnológicas. Espera-se receber 400 participantes no total. O projeto entende que promover a criação, formação, produção, difusão e fomento à arte e cultura, tendo como tema promotor a sociedade atual e sua relação que transforma e é transformada pelo meio que convive, são necessários para o alargamento dos diálogos sobre temas inerentes a todas estas áreas.
O objetivo da exposição "Vivacidade: Poéticas Socioambientais" é o de criar ambientes que convidem à abertura de diálogos, estimulando um olhar crítico através da arte e da cultura, sobre as influências do nosso modo de vida contemporâneo e urbano nas condições socioambientais. O projeto é um convite para artistas, grupos e coletivos materializarem em suas obras o pulsar da vida urbana, a relação com o outro e com o meio, utilizando artes visuais em formatos digitais e novas tecnologias para criar obras de artes visuais interativas e imersivas, em que o público participe e seja coautor da imersão realizada. Cada participante sairá da exposição com uma experiência distinta, dada a interação realizada com cada obra. O Vivacidade espera, através do fomento à interatividade expositiva desde a criação até o momento de contato com os públicos, promover os trabalhos culturais e artísticos, principalmente no âmbito das artes visuais. Objetivo específicos - Utilizar ferramentas de produção de artes visuais e obras interativas para estimular a discussão sobre as questões socioculturais de nosso tempo atual e perspectivas de futuro; - Permear e ser catalisador de uma plataforma para utilizar a cultura como uma formação cidadã; - Apresentar ao público diferentes cenários do desenvolvimento social, tornando perceptível que alguns deles permitem que pessoas e meio ambiente estejam em equilíbrio na equação da sustentabilidade; - Estimular o desenvolvimento do olhar crítico sobre os aspectos socioculturais do cotidiano e a perspectiva de futuro em grandes centros urbanos; - Evidenciar os impactos individuais e coletivos na qualidade de vida no planeta; - Discutir sobre a viabilidade de projetos culturais e de iniciativas sustentáveis para a sociedade em que estão inseridos e, assim, estimular o uso de energias limpas em projetos culturais; - Estimular a troca de perspectivas sobre biodiversidade, preservação e sustentabilidade; - Fortalecer o uso de políticas culturais para fortalecer e incentivar a formação, produção e difusão das manifestações artísticas, culturais e socioambientais. Para alcançar tais objetivos específicos, serão realizadas as seguintes ações: 1) 01 Intervenção Urbana: exposição com entrada gratuita de duas obras de projeção a laser, de grande porte, durante 2 dias em espaço público com grande volume de fluxo de pessoas no local e arredores, na cidade de São Paulo. A dimensão da projeção fará com que as obras alcancem um grande perímetro urbano, e espera-se alcançar diretamente 5.000 pessoas e 20.000 indiretamente, dada a exposição virtual pelas redes sociais e registros expostos na mostra expositiva; 2) 01 Mostra Expositiva: exposição com entrada gratuita de instalações de artes visuais interativas e imersivas de artistas e coletivos de vários estados do Brasil, em galerias/espaços culturais com fácil acesso do público, durante 30 dias. Estima-se receber 20.000 pessoas durante o período da exposição; 3) 01 Ação Educativa: 6 dias de workshops de desenho digital para crianças e jovens entre 8 e 13 anos, priorizando alunos da rede pública de ensino, realizados durante o período da Mostra, em que espera-se receber 400 participantes no total.
Os impactos da ação humana na natureza não são iguais em todo o planeta. O Brasil, que tem sua cultura ligada às paisagens, aromas, sabores, cores e texturas tão diversas quanto complexas, tem percebido a transformação do clima e seus desdobramentos na fauna, flora e cidades de forma cada vez mais rápida e irreversível. O Antropoceno, nossa atual era geológica, é uma expressão utilizada para invocar o impacto do humano no que o próprio transformou a experiência da Terra e na terra, que constata que a civilização se tornou uma força de alcance planetário e de duração e abrangência geológicas, reforçando a transdisciplinaridade que é necessária ao abordar essa perspectiva, além da urgência que o meio impõe para que essa pauta seja incentivadora do diálogo. Não existe hoje uma região sequer que não seja afetada direta ou indiretamente pelo conjunto da atividade humana. Em Antropoceno, portanto, a pergunta a ser explorada é: "Onde estamos?", e o tempo é o "Hoje". Como diria o antropólogo brasileiro Viveiros de Castro, na atualidade há a "convicção de que a natureza não pode ser o nome do que está lá fora, pois não há fora, nem dentro: o fora é o nosso centro, e o cosmos é um denso tecido de dentros. Somos natureza, ou não seremos.". A interpretação dos tempos atuais através da arte proporciona um diálogo que nos atravessa por nossa sensibilidade, de forma sinestésica. É nesse contexto que a edição do VIVACIDADE: Poéticas Socioambientais propõe a reflexão e o diálogo através da arte sobre como vamos, juntos e hoje, lidar com os desafios urbanos, buscando equilibrar o desenvolvimento digital com a existência humana e o meio ambiente. A questão crucial da mostra Vivacidade é: como lidar com os desafios urbanos de forma proativa, antes do colapso dos sistemas, e como equilibrar o desenvolvimento digital com a existência humana e o meio ambiente? As intervenções artísticas do projeto, por meio da curadoria, serão catalisadoras para que o participante se indague sobre questões tão individuais que refletem no coletivo, e que ao mesmo tempo são tão coletivas que afetam cada um de nós, promovendo uma interlocução contínua entre imagens e sons propostas pelos artistas, com as vivências e imaginação dos participantes, sobre a troca recíproca e interdependente que há entre nós, os seres e o ambiente. As ferramentas tecnológicas e de visuais na construção das obras e intervenções são usadas como interfaces intuitivas através de comandos touch, sensores, realidade aumentada, entre outros, oferecendo ao público uma experiência artística de co-criação das obras. Sendo assim, o participante é convidado a permanecer ativo na relação com a obra expondo a característica de ação contínua do mundo que vivemos e interagimos, tornando perceptível a troca, a relação e o mutável em cada um de nós, no outro e no meio dadas as nossas intervenções. Cabe ressaltar, que o projeto VIVACIDADE demonstra e atua no papel fundamental em que os projetos culturais são ferramentas e mediadores para estimular pensamentos na relação cultura, arte, cidade e pessoas. O olhar cidadão possível através desse trabalho potencializa não só a forma como as pessoas podem se relacionar com a cidade, mas também como a produção artística e cultural se relaciona com o todo.
A realização da exposição de artes visuais VIVACIDADE: Poéticas Socioambientais é de extrema importância para a cultura do nosso país e tem como objetivo cumprir, entre outros, os seguintes requisitos da Lei 8.313 conforme Artigo 1º: "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. ” Artigo 3º Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos". E, também, pelo Artigo 4° por ser um projeto que tem em sua base conteúdo cultural que enfatiza o aperfeiçoamento profissional e artístico dos recursos humanos na área da cultura, a criatividade e a diversidade cultural brasileira. Contrapartidas Sociais Todas as atividades do projeto serão de acesso gratuito ao público e realizadas em locais de fácil acesso por transporte público, com grande fluxo de pessoas. Além disso, o projeto se compromete em realizar uma ação formativa, que atendem os seguintes itens do Artigo 32 da Instrução Normativa MINC nº 11, de 30 de janeiro de 2024: § 2o As ações formativas culturais destinam-se aos estudantes e professores de instituições públicas. II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Público Alvo População em geral, com principal interação com crianças e jovens, dada a possibilidade interativa e de co-criação do projeto. Assim como os interessados por artes visuais, tecnologia, dispositivos digitais e estudos sobre meio ambiente e desenvolvimento social e urbano. Plano de Distribuição O projeto terá bastante abrangência no plano de distribuição, uma vez que contempla uma intervenção urbana a qual a interação com a obra poderá ser espontânea, causando, inclusive certo estranhamento e curiosidade, dada a alteração do espaço urbano provocado pelas obras. Na ação educativa, será privilegiado o recebimento de crianças e jovens da rede pública de ensino. Esses pontos exemplificam as medidas de democratização de acesso planejadas pelo projeto. Plano de Divulgação Divulgação ampla do projeto nas mídias sociais e impressas, e, também, dos artistas e participantes envolvidos, para maior pulverização e alcance do material gerado e trabalhado a partir do projeto. Serão enviados materiais gráficos impressos/digitais para um grande número de instituições de ensino ligadas à área de arte, cultura e educação em todo o Brasil, impactando de forma bastante ampla em todo território nacional o público pertinente. Quando, e se possível, também serão realizados anúncios em grandes mídias/veículos de circulação nacional, como jornal, rádio e TV. Além disso, haverá forte envolvimento de Assessoria de Imprensa para gerar forte impacto positivo de mídia.
As atividades do projeto serão o encontro das artes visuais, com dispositivos tecnológicos, interativos e digitais. Proposta de Intervenção Urbana: "Desequilíbrio Climático" Duração: 2 dias Entrada Gratuita Expectativa de Público: 5 mil pessoas presencialmente e 20 mil pessoas de forma digital Local: será escolhido local público com área proporcional ao grande volume da ocupação da intervenção e que tenha grande fluxo de pessoas. Exemplificando os locais possíveis, temos: Vale do Anhangabaú, Minhocão e Av. 9 de Julho, todos na região central da cidade de São Paulo. Mostra expositiva VIVACIDADE: Poéticas Socioambientais Duração: 30 dias Entrada Gratuita Expectativa de Público: 20 mil pessoas presencialmente Local: espaço expositivo em galeria ou espaço cultural a definir na cidade de São Paulo. Ação educativa: Workshop “Desenho Digital”. Duração: 6 dias Entrada Gratuita Expectativa de Público: 400 crianças e jovens entre 8 e 13 anos Local: mesmo local da mostra expositiva
Serão atendidos os seguintes itens do Artigo 27 da Instrução Normativa MINC Nº 11, de 30 de janeiro de 2024: I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; e II - no aspecto comunicacional de conteúdo, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto. Utilizaremos Monitores para atendimento à acessibilidade intelectual. § 1º Os custos com as ações de acessibilidade devem estar previstos no orçamento analítico do projeto, mesmo que oriundos de recursos próprios, caso seja executado de forma voluntária e incorporado aos serviços dos profissionais contratados, deverá ser indicado e justificado pelo proponente, comprovando a qualificação profissional do mesmo. § 2º O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto deverá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade. O proponente acatará à Lei 13.146 de 06/07/2015, que entrou em vigor no dia 02/01/2016, para garantir a acessibilidade às produções audiovisuais, com a adoção das medidas a seguir, conforme a respectiva necessidade das obras expostas e das inscrições prévias para o workshop: - Audiodescrição (pelo menos 01 sessão): narração, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual, contendo descrições de sons e elementos visuais e quaisquer informações adicionais que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra. - Legendagem descritiva: transcrição, em língua portuguesa, dos diálogos, efeitos sonoros, sons do ambiente e demais informações da obra audiovisual que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra. - Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS (pelo menos 01 sessão): forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. Para a devida instalação e/ou contratação de profissionais e serviços para a exposição VIVACIDADE atender a acessibilidade, os custos serão oriundos dos recursos do incentivo fiscal federal, nas seguintes rubricas: - Móveis e Utensílios na fase de Produção/Execução do produto FESTIVAL/MOSTRA - para o caso de adaptação de acesso físico ao local de realização da Mostra, comprometendo-se em escolher locais que tenham total acessibilidade, ou a instalar os devidos equipamentos caso seja necessário para garantir o acesso total e irrestrito de idosos, gestantes e pessoas portadoras de necessidades especiais ao evento; - Produção de imagem (audiovisual) na fase Pré-Produção/Preparação do produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS - para o caso de audiodescrição, legendagem e linguagem de sinais.
Este projeto cumprirá os requisitos à ampliação do acesso, previsto nos Artigos 29 e 30 da Instrução Normativa MINC nº 11, de 30 de janeiro de 2024, com a adoção das seguintes medidas: Art. 29. plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; - atendido por convites aos alunos e profissionais da rede pública de ensino. Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público. Todas as atividades expositivas da Mostra VIVACIDADE serão de livre acesso e gratuitas. A mostra expositiva será realizada em espaço expositivo com entrada gratuita. O uso das mídias sociais dos parceiros, além da forte divulgação das do projeto, fará com que a rede de público seja aumentada, atingindo mais amplamente os possíveis interessados em participar dessa e das demais atividades, sendo um meio de comunicação direta com o público, envolvendo-o de forma mais abrangente desde a fase de pré-produção do projeto, potencializando a participação durante toda a edição do VIVACIDADE.
Marília Pasculli CPF: 0604474660-44 Função: Curadoria Currículo Resumido do Profissional: Bacharel em Comunicação Social em Rádio e Televisão pela FAAP - Fundação Armando Álvares Penteado, São Paulo; Mestrado em Curadoria de Arte Digital no MECAD - Media Center d'art i Dissenny, Barcelona. Residência Curatorial no Node Center for Curatorial Studies, Berlim Curadora de arte digital pela produtora Verve Cultural e diretora artística da Cult.Bit Produções Digitais. Pasculli investiga e projeta plataformas de mídia para exposições de arte digital, como LED escultural, arquitetura de mídia em larga escala e ambientes envolventes. Criadora da Galeria de Arte Digital SESI-SP, a maior iniciativa de fachada de mídia da América Latina. Nessa media facade foi curadora de onze exposições de arte digital, entre elas o SP_Urban Digital Festival, que está entrando na 9ª edição. Diversas mostras e instalações de mídia urbana espalhadas pela cidade de São Paulo também possui curadoria de Marília Pasculli. Seus projetos comissionados em parceria com artistas exploram o espaço físico e o digital, criando uma relação híbrida entre arquitetura e artes midiáticas. Se interessa pelos desafios que o desenvolvimento tecnológico e a computação onipresente impõem aos artistas digitais, engenheiros e urbanistas, e como afeta as capacidades humanas e a percepção do espaço. Trabalhou em parceria com os artistas Julian Opie, Eduardo Kac, James George, Muti Randolph, Lucas Bambozzi, Vigas, Anaísa Franco, Lev Manovich, Fernando Velázquez, VJ Suave, Coletivo Coletores, André Gola, Marina Zurkow, Pfadfinderai entre outros. Em 2022 executou a quarta edição da Mostra Play! projeto curatorial autoral que marca aborda influência dos videogames como percussor da cultura contemporânea, propondo que a noção de "jogar" se torne uma ferramenta para intensificar a experiência cidadã e ainda, estimular um uso qualificado do espaço público na retomada das atividades presenciais. Participou de painéis e ministrou palestras em diversos festivais internacionais, destaques para Transmediale (Berlim, 2014), MUTEK (Montreal, 2014) e Ars Eletronica Festival (Linz, 2015). Mais recentemente foi palestrante no MAB Media Architecture Biennale na China em 2018 e MAB on-line no simpósio ‘Futures Implied’ em 2021. Como produtora assinou a produção executiva do ‘Mostra Museu: Arte em Quarentena’ (São Paulo-SP 2021), produziu também os Festivais ‘Luzes da Liberdade’ (Belo Horizonte-MG) e ‘Cerrado Mapping Festival’ (Vila de Santa Bárbara-MG), ambos em 2020. Em projetos de co-curadoria destaque para as duas edições do Immesrphere Festival Internacional de Fulldome, em Brasília, 2017 e 2021. Foi premiada na categoria “Participatory City” no MAB 2021 (Media Architecture Biennale) com o projeto colaborativo ‘Arte Conecta: exposição urbana de arte projetada’, executada no início da quarentena. Em 2023 realizou a curadoria da Mostra Vivacidade: poeticas socio ambientais com ações em Paraisopolis, instalações interativas no Parque Burle Max e Praca Adolphp Bloch (São Paulo). João Guimarães Frugiuele CPF: 227.775.738-16 Função no projeto: Produção executiva Currículo Resumido do Profissional: Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Relações Públicas – Concluído em junho de 2008 pela Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP, São Paulo, Brasil. Músico e produtor cultural, co-criador e diretor executivo da Verve Cultural, empresa criada em agosto de 2011 dedicada à realização de práticas culturais como eventos musicais, instalações e mostras de arte contemporânea e digital. Todos os projetos da empresa têm como característica comum o livre acesso ao público, seja pela idealização de eventos em espaço público ou pela ausência entrada gratuita. A Verve Cultural foi a responsável pela criação da Galeria de Arte Digital do SESI-SP (São Paulo), primeira e única media facade permanente estritamente Cultural da América Latina. Sua trajetória começou em 2007, quando foi contratado para prestar serviços de consultoria e produção para o COMCULTURA (Comitê de Ação Cultural) da FIESP. Dedicou- se à expansão das ações culturais, envolvendo todas as manifestações artísticas da instituição. Com a proposta de democratizar o acesso à Arte e à Cultura, promoveu várias ações junto a comunidades carentes. A partir de 2011 dedicou-se a produção executiva de projetos culturais focados em arte e tecnologia como os projetos abaico destacados: SP Urban Digital Festival – (06 edições 2012, 2013, 2014, 2016, 2017, 2018 e 2020) - Galeria de Arte Digital do SESI – Cinemateca Brasileira – Auditório Ibirapuera (Vídeo mapping fachada externa) – Sistema LEDs no Mirante 9 de Julho, Mapping Festival no Edifício Correios e instalações site especific no Largo da Batata e Praça do Pôr do sol. Brasil-Alemanha: Culturas Conectadas (De 15 de Maio a 09 de Junho de 2013 na Galeria de arte Digital do SESI-SP) A mostra de arte digital que inaugurou o calendário das comemorações do ano da Alemanha no Brasil, que se iniciou em maio de 2013. Nesta plataforma intercultural figuraram os últimos trabalhos de importantes nomes da arte digital contemporânea. A mostra enfatizou as experimentações em fachadas digitais de mídia urbana e integração do espaço físico comum com o universo digital, incentivando a população a participar ativamente no processo criativo. Mostra Play! - (Quatro edições 2013, 2014, 2020 e 2022) Galeria de Arte Digital do SESI-SP e Vale do Anhagabaú. Produção executiva de quatro edições da exposição de arte digital interativa por sensores de movimento e Ipads e interfaces físicas que aborda a influência dos videogames como percussor da cultura contemporânea, revolucionando os padrões de criatividade, interatividade e design. Vivacidade – Poéticas Socioambientais (Duas edições : 2013 e 2023) Galeria de Arte Digital do SESI-SP e Parque Burle Marx, Praça Adolpho Bloch A Exposição de arte digital com o objetivo de provocar nas pessoas a reflexão sobre a relação de suas vidas nas metrópoles e os fenômenos naturais,traduzindo para uma linguagem digital e universal a busca do equilíbrio entre as forças da natureza e o papel do homem em um ecossistema em constante mutação. Ricardo Augusto Palmieri CPF: 195.952.008-32 Função no projeto: Coordenador Técnico e Educativo Currículo Resumido do Profissional: Mestre em Tecnologia da Informação e Design Digital pela PUC-SP, Mestrando em Eng. e Gestão da Inovação (UFABC), Designer e Desenvolvedor UX/UI/VR/AR e Consultor de Interatividade Multimídia Digital. Arquiteto, produtor multimídia e pesquisador de ferramentas livres para produção artística. Desde 1998 vem dialogando com as potencialidades do uso do computador nos processos de produção de sistemas ubíquos e interativos. Desde 2003 desenvolvendo soluções em audiovisual interativo para agencias de marketing, eventos, museus, galerias e projetos de arte em geral. Conhecimento em linguagens de programação (C#, C++, Java), eletronica básica e digital (pic, arduino e raspberry pi), produção de conteudo (pacote adobe + produção de audio e video em tempo real). Experiencia com gerenciamento de equipes e projetos, bem como direção técnica de eventos audiovisuais. Participou entre 2004 e 2008 da implantação dos Kits Multimídia no Programa Cultura Viva do Ministério da Cultura, em todo o território nacional. Foi professor da PUC-SP, UNIP, Centro Universitário SENAC e do IED-SP. Em 2009 ganhou o prêmio Mídias Locativas do Festival Vivo ArteMov, e recebeu menções honrosas no Prix Ars Electronica nos anos de 2010 e 2013. Realizou em parceria com Olabi e Galpão da Maré duas edições (2015 e 2016) do programa Gambiarra Favela Tech. Atualmente realiza projetos de arte audiovisual interativa e é proprietário da produtora Noisetupi (São Paulo) onde realiza consultoria de mídias interativas customizadas para projetos de educação em arte e tecnologia, progeramação artística, arquitetura e eventos de marketing.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.