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PRONAC 2411878Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A MÁQUINA

MAQUINAMAQUINA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 998,5 mil
Aprovado
R$ 998,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-02-15
Término
2025-07-15
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Realizar nova montagem do espetáculo de teatro A MÁQUINA, de João Falcão. Como contrapartida social será realizada uma ação formativa que compreende uma vivência junto ao universo da produção cultural.

Sinopse

“Longe que só a gota no tempo, que é muito mais longe que longe que só a gota no espaço”, como diria Antonio. A peça, adaptada do romance homônimo de Adriana Falcão, deu vida à cidade de Nordestina. Como acontece de fato em tantos lugares, a população dessa cidade fictícia se vê forçada a emigrar para tentar a vida lá fora. O povo está todo indo embora "pro mundo" deixando Nordestina cada vez mais abandonada. Vive, nessa cidade comum, entre outras pessoas comuns, um rapaz chamado Antônio. Ele é igualzinho a milhões de brasileiros. Ele também tem um amor. Ele também acredita que pode mudar o mundo. A diferença entre este e os outros antônios é que, por ingenuidade ou por sabedoria, ele acreditava de tal forma em seu objetivo que termina conseguindo realizá-lo. Na tentativa de impedir que Karina, a moça por quem é apaixonado, vá embora para o mundo, Antônio promete levar o mundo para Nordestina. E aí começa a sua aventura. Antônio afirma que é capaz de viajar no tempo e oferece sua própria vida como garantia, para chamar a atenção da mídia. Por insistência, por ingenuidade, ou por sabedoria, ele não só consegue levar o mundo para Nordestina como ainda consegue transformar o mundo que deu de presente para Karina. "A Máquina" é um espetáculo que fala da gente, da terra, da paixão, da esperança, da mídia, do êxodo, do mundo que a gente vive e daquele em que a gente gostaria de viver. O povo de Nordestina se sente de alguma forma excluído do Brasil da mesma forma que o povo do Brasil se sente excluído do mundo. Mas isso pode mudar. Ainda bem que nós somos muitos antônios.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Este projeto destina-se a realizar nova montagem e temporada do espetáculo de teatro "A Máquina", obra de João Falcão adaptada do romance homônimo de Adriana Falcão. A obra, ambientada na cidade Nordestina, conta a fábula de Antônio e Karina, onde o amor e o tempo disputam apaixonadamente o papel principal. O espetáculo estreou em 2000, na cidade do Recife e imediatamente virou um fenômeno teatral com instantâneo sucesso dos jovens e, até então, desconhecidos Wagner Moura, Lázaro Ramos, Gustavo Falcão e Vladimir Brichta. Comemorando 45 anos de carreira, o diretor João Falcão decidiu mergulhar em uma nova montagem de um dos seus espetáculos mais celebrados pelo público e crítica. Agora a história de Antônio e sua incrível viagem ao futuro está de volta, depois de 25 anos, em uma nova montagem, cercada de grandes expectativas e curiosidade com o Coletivo Ocutá, composto por quatro artistas pesquisadores negros: Vitor Britto, Marcos Oli, Bruno Rocha e Alexandre Ammano. A pauta que orienta a proposta perpassa pela importante prática de valorização dos artistas de teatro e o fortalecimento do mercado nacional, ampliando as possibilidades de trabalho para técnicos e criativos brasileiros e descentralizando o acesso à cultura. Este projeto compreende ações que se enquadram, fundamentalmente, nos seguintes incisos do Artigo 3º do Decreto nº 11.453/2023: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS PRODUTO PRINCIPAL: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Área: Artes Cênicas Segmento: Teatro Realizar nova montagem e temporada do espetáculo de teatro "A Máquina", obra de João Falcão adaptada do romance homônimo de Adriana Falcão. A obra, ambientada na cidade Nordestina, conta a fábula de Antônio e Karina, onde o amor e o tempo disputam apaixonadamente o papel principal. O projeto prevê uma temporada composta por 24 apresentações na cidade de São Paulo, em teatro com capacidade média para 250 pessoas, totalizando um público total estimado de 6.000 pessoas. Produto no plano de distribuição: Espetáculo de Artes Cênicas PRODUTO SECUNDÁRIO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Área: Artes Cênicas Segmento: Empreend. Ações Educ. Cult. / Capacitação / Treinamento Será realizada uma ação formativa a ser desenvolvida na cidade de São Paulo, cidade sede do proponente do projeto, que compreende a realização de uma série de atividades destinadas aos jovens estudantes de escolas públicas e aos seus respectivos professores sobre o universo que compreende a produção cultural em teatro. Para isso, serão desenvolvidas as seguintes ações complementares: Elaborada para atender a um público de 500 pessoas, as portas do teatro serão abertas 01 hora antes do início do ensaio aberto. Durante este período, o público será recebido por um profissional da equipe de produção que apresentará as atividades que compõem o pré-set (preparação para a apresentação). Neste momento será realizado um bate papo à beira do palco enquanto as atividades cotidianas de produção ocorrem no espaço cênico. A conversa pretende apresentar ao público as principais práticas de produção que devem anteceder a realização de um espetáculo. Na sequência as cortinas serão fechadas para que o ensaio aberto possa ser iniciado. Esta ação será gratuita e de classificação livre e, conforme orienta o § 1º do Art. 32 da IN n 11/2024, será destinada a um público total de 500 pessoas. Produto no plano de distribuição: Contrapartidas Sociais.

Justificativa

Com verdadeira paixão pelo teatro ao longo de seus 45 anos de carreira, o diretor João Falcão, retoma a necessidade de contar a história do livro de Adriana Falcão, agora com o elenco do Coletivo Ocutá. Este coletivo de teatro idealizou o espeta´culo "O avesso da pele" que estreou em 2023 no SESC Paulista e se apresentou nos principais teatros da cidade, como Theatro Municipal de SP, Teatro de Arena, Teatro Paulo Eiró e sempre com sesso~es esgotadas. O espeta´culo conta com indicaço~es aos prêmios APCA (2023) e 34º Prêmio Shell na categoria de Melhor Ator para Vitor Britto. Desde a sua estreia, a peça vem ganhando grande aderência do pu´blico, trazendo reflexo~es pertinentes dentro do cena´rio atual do Brasil. Com isso, o trabalho dos atores tem sido visto atrave´s das cri´ticas e do pu´blico como uma importante obra do teatro contemporâneo. O coletivo se apresentou nas cidades de Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador, Belém e Maringá. Agora se junta com João Falcão para uma nova montagem da peça "A máquina", com o intuito de mergulhar em uma nova linguagem do célebre diretor e realizar, na cidade de São Paulo, uma grande estreia em 2025 para comemorar os 25 anos de estreia da primeira, curta e única temporada do espetáculo que ocorreu no começo dos anos 2000. O cenário consiste em uma máquina do tempo, a maquinaria que anos atrás foi criada por João Falcão que engenhou um teatro meticuloso, geométrico e de muito rigor, raro de se ver às voltas com tamanho grau de experimentação e inventividade. Conjugando meses de preparação intensiva com uma linguagem tão moderna quanto autêntica, o diretor ofereceu aos espectadores uma experiência dramatúrgica sensorial, de movimento e aproximação, onde a máquina do pensamento de Antônio e a máquina cenográfica confundiam-se no entremeio de suas sofisticadas engrenagens. Após pouco mais de um ano em cartaz, com temporadas lotadas em Recife, Curitiba, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo, A Máquina encerrava seu movimento para dar início ao seu legado. Para além da adaptação para o cinema - A Máquina (2005) - e dos capítulos nos livros de dramaturgia, o maior deles talvez tenha sido deixar no seu rastro uma numerosa geração de ex-espectadores com a ânsia de atuar, geminada na revelação de que um teatro como aquele era possível (vários ainda viriam a trabalhar com o próprio João, cuja busca infatigável pela descoberta se manteve intacta). Que mais, então, se poderia querer? Muita coisa, aparentemente. Ao contrário de outras montagens suas de sucesso, como "A Dona da História" (1997), "Uma Noite na Lua" (1998) e "Gonzagão - A Lenda" (2015), "A Máquina" foi muito mais falada do que vista, conta João. Isso porque os limites da estrutura cenográfica - que, tendo como prioridade o contato com a plateia, comportava apenas trezentas pessoas - e a agenda cada vez mais disputada dos atores acabou deixando mais gente fora do que dentro do teatro. Ademais, como já dito de início, tem também a questão do tempo. Isso porque o tempo de Antônio, apesar de narrado do futuro - mais precisamente 25 anos depois de agora - se passa mesmo é no presente. E se o presente que fez João querer falar de novela, videoclipe e shopping, lá nos anos 2000, era um, agora já se fez outro um bocado diferente. Pois então: que venham os novos Antônios, dos quatro cantos, descobrirem o mundo. E que tratem de devolver ele ainda mais melhorado para a nova Karina. A qualidade do conteúdo, as informações apresentadas nesta proposta bem como o atendimento a todas as exigências da legislação que regulamenta o uso do incentivo fiscal, demonstram que o projeto preenche todos os requisitos (formais e materiais) para pleitear a aprovação junto à Lei Federal de Incentivo à Cultura. SOBRE O USO DO INCENTIVO FISCAL Sobre o enquadramento no Artigo 1 º da Lei 8313/91: A proposta se enquadra aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. Sobre o enquadramento nos objetivos do Artigo 3º da Lei 8313/91: E o projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Sobre o Enquadramento no Artigo 7 - § 6º da IN 11/2024: Considerando a expectativa de público a ser alcançada pelo projeto explicitado no plano de distribuição (6.000 pessoas), o valor per capita será menor do que R$ 300,00.

Estratégia de execução

SOBRE A PLANILHA ORÇAMENTÁRIA Os custos apresentados na planilha orçamentária são compatíveis com as dimensões do projeto e com os valores praticados no mercado. Usamos como referência de precificação tabelas de sindicatos e a Tabela de Indicadores Nacionais de Preços da Cultura publicada pela Fundação Getúlio Vargas. SOBRE DESLOCAMENTOS São 03 profissionais viajando entre Rio de Janeiro e São Paulo. Estes profissionais respondem às funções de iluminador, assistente de direção e atriz convidada. SOBRE ANEXOS A Declaração de Responsabilidade sobre entrega de Direitos Autorais foi anexada ao campo ‘Autorização do proprietário ou detentor de direitos ou cessão dos DIREITOS AUTORAIS”.

Especificação técnica

A MÁQUINA Baseado no livro de Adriana Falcão Adaptação e direção: João Falcão Elenco: Alexandre Ammano, Bruno Rocha, Marcos Oli, Vitor Britto e Agnes Brichta Diretor Assistente e Preparador Corporal: Gustavo Falcão Cenário: João Falcão Adaptação de Cenografia: Vanessa Poitena Trilha Sonora: Ricco Viana Desenho de Som: Raul Teixeira Desenho de Luz: Cesar de Ramires Direção de Produção: Clayton Marques e Oliver Tibeau Realização: Coletivo Ocutá e MaquinaMaquina Produções Artísticas Idealização: Coletivo Ocutá, Clayton Marques e João Falcão. Quantidade de apresentações previstas: 24 apresentações Cidade de realização: São Paulo/SP Classificação LIVRE

Acessibilidade

Atendendo ao disposto no Art. 27 da IN nº 11/2024 e no art. 57, inciso II, do Decreto 11.453/2023, que diz “proporcionar, quando tecnicamente possível, condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do disposto no Art. 23 da Lei nº 10.741 de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, nos termos do disposto no Art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999”, destacamos que: ▼ PRODUTO PRINCIPAL: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Área: Artes Cênicas Segmento: Teatro ACESSIBILIDADE FÍSICA: Ambiente acessível para pessoas com qualquer tipo de limitação ou dificuldade de locomoção, incluindo rampas de acesso e/ou elevadores; banheiros adaptados, espaço reservado para cadeirantes e sinalização conforme orienta a legislação. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Argumento em Braille disponibilizado na bilheteria / Reserva de poltronas estrategicamente localizadas para pessoas com baixa visão / Monitores especializados / Audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Sessão acessível com intérprete de libras / Reserva de poltronas estrategicamente localizadas para pessoas com baixa audição / Monitores especializados. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Monitores Especializados / Guia de Previsibilidade. Item Orçamentário: Intérpretes de libras / Audiodescrição / Monitores / Transcrição em Braille / Custos de divulgação (impressão de material gráfico e guia de previsibilidade). ▼ PRODUTO SECUNDÁRIO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Área: Artes Cênicas Segmento: Empreend. Ações Educ. Cult. / Capacitação / Treinamento ACESSIBILIDADE FÍSICA: Ambiente acessível para pessoas com qualquer tipo de limitação ou dificuldade de locomoção, incluindo rampas de acesso e/ou elevadores; banheiros adaptados, espaço reservado para cadeirantes e sinalização conforme orienta a legislação. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Reserva de poltronas estrategicamente localizadas para pessoas com baixa visão / Monitores especializados. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Sessão acessível com intérprete de libras / Reserva de poltronas estrategicamente localizadas para pessoas com baixa audição / Monitores especializados. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Monitores Especializados. Item Orçamentário: Intérpretes de libras / Monitores / Custos de divulgação (impressão de material gráfico).

Democratização do acesso

A DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS CULTURAIS RESULTANTES DO PROJETO - ARTIGO 29 DA IN 11/2024: Cumpre informar que o objeto central do projeto é a montagem e temporada de um espetáculo teatral. Conforme orienta o Art. 29 da IN nº 11/2024, como medida de democratização de acesso, comprometemo-nos a: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. DA AMPLIAÇÃO DE ACESSO - ARTIGO 30 DA IN 11/2024: Conforme previsto no Artigo 30 da IN 11/2024, o projeto contempla as seguintes medidas de ampliação de acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento);

Ficha técnica

MAQUINAMAQUINA PRODUÇÕES ARTÍSTICAS Proponente A produtora do dramaturgo, cineasta e diretor João Falcão foi criada há 15 anos no intuito de produzir suas criações. Suas principais produções foram “GABRIELA, UM MUSICAL” (2016), indicado a 13 categorias no Prêmio Bibi Ferreira e vencedor nas categorias Melhor Musical Brasileiro, Melhor Diretor e Melhor Desenho de Luz; Prêmio APCA de melhor melhor diretor; “DORINHA, MEU AMOR” (2018); "RÉSTIA" (2018), projeto de audiovisual musical; "PRA ILUMINAR O ROLÊ" (2019), vídeo clipe de Isadora Melo para a mostra competitiva novos talentos da música da Firjan Sesi; “SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO NA BAHIA” (2019) e "QUE DEUS SOU EU" (2020). JOÃO FALCÃO - Texto, Direção e Idealização Caçula de treze irmãos, João Falcão cresceu na Uzina Tiúma, na Zona da Mata Pernambucana. Mudou-se para Recife e, aos 21 anos, fez um rebuliço na cidade com o musical Muito Pelo Contrário (1981) – sua estreia como diretor, escritor e compositor de um mesmo espetáculo. Daí sucederam O Pequenino Grão de Areia, Cara Metade, A Ver Estrelas, Mamãe Não Pode Saber e tantas outras: estava declarada sua cruzada contra a mania de se tratar o teatro com tanta solenidade. Ainda nos anos 90, destacou-se escrevendo, dirigindo e musicando A Dona da História (1997) e Uma noite na Lua (1998). Com A Máquina (2000), adaptação do romance homônimo de Adriana Falcão, João fez os olhos do país voltarem-se para os até então desconhecidos Wagner Moura, Lázaro Ramos e Vladimir Brichta. Mundo afora, já teve peças traduzidas em inglês, francês, espanhol, alemão e hebraico. Dentre outras peças que dirigiu e escreveu, pode-se destacar Cambaio (2002), cujas canções foram compostas por Chico Buarque e Edu Lobo; e Clandestinos (2008). Na Globo criou em parceria com Guel Arraes alguns dos melhores momentos da TV brasileira (A Comédia da Vida Privada e O Auto da Compadecida). Ademais, escreveria, idealizaria e dirigiria diversas outras séries de televisão como Sexo Frágil, Clandestinos – O Sonho Começou e Louco Por Elas. Em 2025, João comemora 45 anos de carreira. CLAYTON MARQUES - Diretor de Produção e Idealização. Nos palcos, encenou textos como Pterodátilos, Gonzagão - A Lenda, Ópera do Malandro, A Dona da História e outros. No audiovisual, realizou o programa Teatro no Ato para o canal Arte1 e participou de projetos para Netflix, Globoplay e Discovery (Ilhados com a Sogra, Rolling Kit Brasil, Muquiranas Brasil, Brincando com Fogo, entre outros). Na música teve experiências na produção de artistas como Clarice Falcão, Isadora Melo e Zé Manoel. OLIVER TIBEAU - Diretor de Produção Co-fundador e membro do conselho do iBT - Instituto Brasileiro de Teatro - que tem a missão de popularizar o teatro no Brasil - impulsionando e fortalecendo o setor. Foi diretor executivo do instituto nos anos de 2022, 2023 e meados de 2024 quando liderou diferentes projetos da organização. Na liderança do iBT, também foi diretor geral do espetáculo “Mundaréu de Mim” - o maior musical brasileiro realizado ao ar livre - visto por mais de 35 mil pessoas, indicado a melhor espetáculo pelo prêmio APCA (Direção de Duda Maia).. Também foi diretor de produção do espetáculo “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá” em parceria com a Cia. Novelo. O espetáculo teve uma primeira montagem vista por 20 mil pessoas, e segue circulando há mais de 3 anos por diversas cidades e espaços públicos. Formado pela Atlantic Acting School (NY) onde viveu por 03 anos, e trabalhou com nomes como Kelly Maurer (SITI Company) como professor assistente das técnicas de Suzuki e Viewpoints. No Brasil integrou o CPT entre os anos de 2007 e 2008. No audiovisual, foi assistente de direção de inúmeros projetos publicitários entre os anos de 2016 e 2021, tendo trabalhando com grandes nomes do mercado. ALEXANDRE AMMANO - Elenco Mineiro de Vargem Alegre, 26 anos. Elenco de “A Batalha da Rua Maria Antônia“, de Vera Egito, vencedor da categoria “Melhor Filme” do Festival do Rio 2023, em cartaz com “O Avesso da Pele“ e iniciando o processo de montagem do espetáculo "12º Round" de Sérgio Roveri, com direção de Bruno Lourenço. No streaming, está na 2ª temporada de “A Vida Secreta dos Casais”, “Vale dos Esquecidos“, “No Mundo da Luna” na HBO, “Crimes.com” da Discovery Channel, e aguarda o lançamento de “Jogo Cruzado” série da Star+ que participou em 2023. No teatro, esteve em cartaz com “2 Palitos ou (a Fantástica Insensatez da Existência) ” de Luccas Papp e “De furdunço à Cafundó” de Raphael Gama, com direção Zé Gui Bueno. Formado em Artes Cênicas pela Escola de Atores Wolf Maya e estudante de teatro desde os 15 anos, Alexandre Ammano fez preparação para atuação com Sébastien Brottet-Michel do Théâtre du Soleil, The Lucid Body com Thiago Félix do Studio Stella Adler (NY), e oficinas de interpretação para Cinema e TV com Luiz Mario Vicente, Adriana Pires, Denise Weinberg e Fernando Leal. Em 2024, Alexandre iniciou os estudos de Método Meisner com Ana Paula Dias e Método Lee Strasberg & Augusto Fernandes no Estúdio Estrela Straus. Além de ator, é apresentador e fotógrafo. BRUNO ROCHA - Elenco Participou de peças como "S.Ó.S" criação coletiva baseada nas obras de Nelson Rodrigues; e "Quando não se diz nada" peça baseada em "Primeiras Estórias" do Guimarães Rosa (2014) e “Zoológico de Vidro” de Tenesse Williams, dirigido por Lavinia Pannunzio. Participou de um espetáculo, resultado de uma oficina ministrado por Rodolfo Amorim, do Grupo XIX de teatro, "Invenção do Eu" (2017). Atuou em obras audiovisuais como "Treze Dias Longe Do Sol" série da Rede Globo (2015); "3%" série da Netflix (2016); e o longa-metragem "7 Prisoneiros" - Netflix (2020). Integrou o Núcleo Experimental de Cênicas do Sesi - SP, em 2021. MARCOS FELIPE OLI - Elenco 28 anos, paulista. Formado em técnico de teatro musical pelo Sesi-SP. Apresentou o programa “Plantão do Tas” durante quatro anos no Cartoon Network. Ingressou na oficina de atores “Afrobrasilidade e o palco” na Tv Globo dirigida por Lázaro Ramos em 2018. No audiovisual protagonizou os filmes “Antes que seja Tarde” e “Preto no Branco”. Fez participações na novela “Dance Dance Dance” e “Malhação viva a diferença”. Atualmente está no ar na série “As Five- Globoplay”, no programa “Papo de segunda -GNT” e acaba de retornar ao Brasil após uma temporada no elenco do Musical El Tina Turner na Espanha. VITOR BRITTO - Elenco 28 anos, ator natural do Rio de Janeiro. Iniciou sua trajetória aos 13 anos no Teatro O Tablado. Formado em Artes Cênicas (Bacharel) na UNIRIO, em 2016 foi selecionado para integrar a 4ª turma da Oficina de atores da Fundação Cesgranrio. Na TV viveu o personagem Jeferson em “As aventuras de Poliana” (2018) e “Poliana moça” (2022) no SBT ; Patrick no longa “O faixa preta” na HBO MAX (2023) ; Auricélio Jr no filme “A lista” dos Estúdios Globo sob direção de José Alvarenga Jr (2024). Co-fundador do Coletivo Ocutá que idealizou o espetáculo “O avesso da pele”, no qual está como ator, dramaturgo e assistente de direção. Foi indicado ao Prêmio APCA (2023) e 34º Prêmio Shell na categoria de melhor ator. Atualmente está no ar em “Cacau” como Guto, novela portuguesa exibida pela TVI (2024). AGNES BRICHTA - Elenco Estudou improviso no teatro O TABLADO e musical na CATSAPA. Fluente em inglês, cursou atuação na Drama Studio London e Emory University/ATL. Na TV, estreou na novela QUANTO MAIS VIDA, MELHOR da TV Globo (2022) com o Tina. Seus principais espetáculos são O TARTUFO (2023) do Coletivo Descalços e Bruce Gomlevsky e o musical QUEM VEM DE FORA, VATAPA VAMBORA (2024) de André Arteche. * O proponente não é voluntário e será o responsável pela coordenação administrativa financeira de todo o projeto cultural e garantirá a execução dos objetivos constantes no projeto e a boa gestão dos recursos financeiros, para tanto ele receberá pela rubrica de custos administrativos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.