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PRONAC 2411882Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Ópera Infanto-Juvenil O Viajante das Lendas Amazônicas

MUSIKART PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 1,60 mi
Aprovado
R$ 1,60 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ópera
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Óperas
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2024-12-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

O Projeto visa reeditar e realizar apresentações gratuitas da Ópera Infanto-Juvenil "O Viajante das Lendas Amazônicas"

Sinopse

Realização de 5 (cinco) récitas da Ópera Infanto-Juvenil "O Viajante das Lendas Amazônicas" ao longo do ano de 2025, inclusive dentro da programação cultural da COP30. “O Viajante das Lendas Amazônicas”, é uma ópera infanto-juvenil de autoria do poeta paraense João de Jesus Paes Loureiro com música do russo Serguei Firsanov. Nela é contada a história de um curumim que pede carona a um canoeiro (Manegundis) para que o leve a Belém do Pará. Manegundes concorda em levá-lo, mas impõe uma condição ao menino: que ele vá contando histórias pelo caminho, sem parar, pois se elas terminarem, a jornada para o pequeno curumim também termina. A criança aceita o desafio e segue na viagem. O curumim, recebendo ajuda de uma borboleta azul, que vai sussurrando ao seu ouvido belas histórias, as quais vai contando a Manegundes durante a viagem. Assim, se desenvolve a estrutura narrativa da Ópera, onde em cada ato é narrada uma lenda do imaginário amazônico, ora de forma divertida, ora de forma lúdica ou romântica, mas sempre com a transmissão do imaginário regional do Norte do Brasil, trazendo aos mais jovens o resgate de um conhecimento que, por vezes, a globalização ofusca. No primeiro ato é contada a Lenda do Uirapuru, o pássaro que possui o mais belo canto, tão belo que encanta todos os seres na floresta, que silenciam para ouvi-lo cantar. No segundo ato se desenvolve a história da Lenda da Criação dos Insetos, que atacam a tribo do personagem do curandeiro, o “Velho Taracutê”, pois o mesmo descuidou-se e deixou apagar sua fogueira. No terceiro ato o enfoque é sobre a Lenda do Tamba-Tajá, onde dois índios de tribos diferentes e inimigas se apaixonam, e decidem fugir para poder viver este amor. Um dia a Índia engravida, porém perde a criança e adoece, perdendo a capacidade de andar. O Índio então por não poder viver longe de seu amor à carrega para onde quer que vá. O tempo passa e a Índia não resiste à doença e morre. O Índio então decide morrer ao seu lado, para que possa estar sempre com ela. A lenda conta que no local onde morreram surgiu a planta Tamba-Tajá, simbolizando o amor que é mais forte que a morte. Cada uma dessas lendas é representada por seus personagens, cantadas pelo Coral Vale Música e acompanhadas pela Orquestra Jovem Vale Música, formada por integrantes do Vale Música-Belém que é coordenado pela Fundação Amazônica de Música e formados por crianças e adolescentes da rede pública de ensino. Os eventos serão apresentados no Theatro da Paz (Belém-Pa), uma das mais importantes Salas de Espetáculo do País. A ópera já foi exibida várias vezes não só em Belém, como também em Belo Horizonte, Marabá, Brasília e Rio de Janeiro, sempre com grande sucesso junto ao público.

Objetivos

Objetivo Geral O objetivo desse projeto é reeditar a Ópera Infanto-Juvenil "O Viajante das Lendas Amazônicas", obra do Poeta Paraense João de Jesus Paes Loureiro e do Músico e Compositor Russo Serguei Firsanov e apresentar a nova versão na cidade de Belém do Pará, em espetáculos, totalmente gratuitos e abertos ao público em geral. Objetivo Específico Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL: Reeditar a Ópera Infanto-Juvenil "O Viajante das Lendas Amazônicas" apresentada na sua primeira edição em 2007, utilizando recursos atuais de cenografia com vídeos e imagens; Realizar 5 (cinco) apresentações e 1 (um) ensaio geral aberto no Theatro da Paz, em Belém do Pará, atingindo uma platéia de aproximadamente 4.800 pessoas; Encenar uma Ópera Lendária com cerca de 160 alunos (entre músicos de orquestra e côro infantil) do Projeto Vale Música-Belém pertencentes à rede pública de ensino e mais de 40 profissionais; Oferecer gratuitamente ao público um espetáculo que traz toda a magia do folclore amazônida, além de resgatar lendas indígenas que há muito estão esquecidas pela população brasileira, inclusive com um trecho musical cantado na lingua Nheengatu. Realizar as Apresentações com a finalidade de iniciar e /ou desenvolver no público jovem a cultura musical; Formar plateia; Mostrar para Belém o resultado do trabalho musical e social desenvolvido com crianças e adolescentes de baixa renda, que formam o Coral Infanto-Juvenil e a Orquestra Jovem Vale Música;Realizar as Apresentações da ópera gratuitamente para possibilitar o acesso de todas as classes sociais às apresentações musicais.

Justificativa

O Projeto "Ópera Infanto-Juvenil O Viajante das Lendas Amazônicas" foi criado pela Musikart Produções Culturais com a finalidade de mostrar à população de Belém a nova versão da referida ópera, apresentada em sua primeira récita no ano de 2007, com Incentivo da Lei de Apoio à Cultura, no Theatro da Paz A encenação da ópera lendária Infanto-Juvenil "O Viajante das Lendas Amazônicas" que oferece ao público em geral, 3 (três) importantes lendas amazônicas, difundindo de forma lúdica, ancestrais da Região Amazônica é um importante Projeto que envolve diferentes recursos necessários ao seu desenvolvimento como um todo; daí a necessidade e importância de utilizar a lei de Incentivo à Cultura, uma vez que o prepraro do referido espetáculo envolve um elevado custo e, para que seja ofertado à população o acesso de forma totalmente gratuito que jamais seria possível sem um sólido apoio financeiro, possibilitado pela Lei de Incentivo à Cultura. Para sua realização serão utilizadas ferramentas cognitivas, motoras e cênicas, envolvento o treinamento do Grupo do Coral (canto e coreografia); ensaios com os músicos da orquestra; produção de cenário e vestuário; preparação de projeto de luz; confecção de bonecos, entre outros elementos que conduzem a elaboração desta obra, fazendo-se necessária, pelo exposto, de um patrocínio que use recursos públicos permitidos pelo Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais. Por estar geograficamente distante dos grandes centros do País, Belém ressente-se de um movimento cultural mais intenso e por esse motivo nosso público está sempre ávido de eventos de qualidade. A possibilidade de a Musikart Produções Culturais apresentar este Projeto, totalmente gratuito para a comunidade de Belém, só será viável através de patrocínio e incentivo da lei de apoio à cultura, contribuindo o patrocinador e o Ministério da Cultura com o crescimento cultural em nosso Estado. Lei 8313/91 - Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Lei 8313/91 - Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Estratégia de execução

O Viajante das Lendas Amazônicas é uma ópera com letra de João de Jesus Paes Loureiro e música de Serguei Firsanov, utilizando expressões típicas da região norte e, em determinado trecho, incluindo versos em Nheengatu, lingua indígena também conhecida como tupi moderno, pertencente à família tupi-guarani, mais especificamente do tronco tupi. Esse idioma, surgido no século XIX, tem origem na língua geral amazônica, que por sua vez, proveio do tupi antigo. As lendas da Amazônia ajudam a compreender o mundo das crianças, valorizando a cultura e a ancestralidade indígena. A mitologia indígena explica a origem das coisas, os protetores da natureza e alerta sobre a preservação das florestas e animais.

Especificação técnica

O Produto Apresentação Musical fará 5 (cinco) récitas e 01 (um) ensaio aberto da Ópera Infanto-Juvenil "O Viajante das Lendas Amazônicas", com a participação do Coral Vale Música, da Orquestra Jovem Vale Música, além de bailarina, solistas e atores convidados, conforme dados abaixo: Número de integrantes: 70 coralistas; 65 músicos; 01 maestro titular; 01 regente preparador de coro; 01 cantora soprano (solista); 01 Intérprete do curumim; 03 atores; 01 bailarina, e equipe técnica. Duração das Apresentações: cada evento terá a duração de 02 (duas) horas. Material a ser apresentado: Ópera Infanto-Juvenil "O Viajante das Lendas Amazônicas" Serão necessários 05 (cinco) meses de ensaios para a perfeita execução da obra a ser apresentada. Cachês: 70 coralistas - Bolsa Incentivo R$ 175.000,00 (cento e setenta e cinco mil reais) 65 músicos - Bolsa Incentivo R$ 162.500,00 (cento e sessenta e dois mil e quinhentos reais) 01 maestro titular - R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais) 01 regente preparador de coro - R$ 20.000,00 (vinte mil reais) 01 cantora soprano (solista) - R$ 20.000,00 (vinte mil reais) 01 intérprete do curumim) - R$ 5.500,00 (cinco mil e quinhentos reais) 03 atores - R$ 37.800,00 (trinta e sete mil e oitocentos reais) 01 bailarina - R$ 5.000,00 (cinco mil reais)

Acessibilidade

Produto: APRESENTAÇÃO MUSICAL - Ópera Infanto-Juvenil "O Viajante das Lendas Amazônicas" a) Acessibilidade Física - Haverá facilidade de acesso às pessoas com dificuldade de locomoção através de elevador e rampas de acesso existentes no Teatro, assim como o acesso aos espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação, mantendo-se no início e durante o espetáculo pessoas capacitadas para atender portadores de todos os tipos de deficiência. b) Acessibilidade para deficientes auditivos - No vídeo explicativo da apresentação, para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto, haverá o intérprete de libras, facilitando a compreensão.

Democratização do acesso

A forma de distribuição dos produtos da proposta será 100% gratuita. As apresentações aqui previstas serão abertas à população em geral. As Apresentações terão entrada franca. A divulgação dos eventos será feita de modo a alcançar o maior número de pessoas de todas as faixas etárias e classes sociais e a distribuição dos ingressos grátis para as apresentações do produto cultural ocorrerá, preferencialmente, na bilheteria do teatro. Em complemento, conforme Art. 30 da IN nº 11 de 30/01/24, o proponente deverá prever a adoção das seguintes medidas de ampliação do acesso: a) disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos; b) realizar, gratuitamente, atividades paralelas ao projeto, como ensaio aberto; c) trasmitir um dos espetáculos ao vivo através da internet.

Ficha técnica

MUSIKART PRODUÇÕES CULTURAIS-Instituição criada em 1996 com objetivo de prestar serviços de promoções artísticas e culturais, organizando e realizando eventos nas referidas áreas. Realizará a Direção Geral, Direção de Produção e Produção Executiva do Projeto. Responsáveis pela Empresa: 1-Selma Braga Chaves: administradora e professora de música, foi Assessora, Diretora Técnica e Diretora de Ensino da Fundação Carlos Gomes. Fundadora e Diretora Técnica da Fundação Amazônica de Música e Professora de Música na Fundação Carlos Gomes; 2–Marília Boulhosa Caputo: pianista, formada pelo Conservatório Tchaikovsky em Moscou, onde frequentou a classe do professor Boris Alexandrovich Romanov. Após ter concluído o Mestrado no Conservatório Tchaikovsky, mudou-se para os Estados Unidos, onde estudou e recebeu o Performance Diploma do Peabody Conservatory em Baltimore, Maryland. Cursou o Doutorado em Performance na Rutgers University (New Jersey-USA). FUNDAÇÃO AMAZÔNICA DE MÚSICA (FAM)-Criada em 11/1996 com a finalidade de colaborar com instituições públicas e privadas, do Brasil e do exterior, em programas de desenvolvimento social, artístico e cultural, através de atividades voltadas para a socialização de crianças e adolescentes carentes, usando como meio as manifestações artísticas e culturais. Sediada em Belém, foi reconhecida, através da Lei 6.204, de 28/4/1999, de utilidade pública para o Estado do Pará, pela importância do trabalho desenvolvido por seus dirigentes na respectiva área de atuação desde sua criação. Em 2004 uniu-se à Fundação Vale, para administrar no Pará o Projeto VALE MÚSICA, que é completamente gratuito, fornecendo aulas, instrumentos musicais, uniforme, alimentação e bolsa-transporte e atualmente beneficia cerca de trezentas crianças e adolescentes, com idade entre 07 e 18 anos. Dentre os grupos do VALE MÚSICA-Belém, participarão desse Projeto o Coral Vale Música e a Orquestra Jovem Vale Música. CORAL VALE MÚSICA-Integrando o VALE MÚSICA-Belém, o Coral é formado por 168 alunos, com idade entre 07 e 13 anos, regido pela Profª Eliane Fonseca. Com repertório eclético, tem se apresentado em grandes eventos locais. Com a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, apresentou-se no evento comemorativo aos 100 anos de nascimento do Maestro W. Henrique e no Auto de Natal-2007. Participou do II Festival Internacional de Ópera da Amazônia. O Coral VALE MÚSICA integrou o elenco da Ópera Infanto-Juvenil “O Viajante das Lendas Amazônicas”, em sua versão original, apresentada em diversas Capitais do Brasil. ORQUESTRA JOVEM VALE MÚSICA-Criada em janeiro de 2010, como resultado do projeto social Vale Música, uma parceria da FAM com a Vale. O projeto iniciou em 2004 e ensinou jovens com nenhum conhecimento prévio de música a tocar instrumentos de sopros, cordas e percussão, com o objetivo de formar uma orquestra sinfônica. Os jovens são provenientes da rede pública de ensino da grande Belém/PA e os resultados obtidos foram tão rápidos que em 2010 a orquestra foi formalmente criada. A OJVM já se apresentou nas salas de concerto mais importantes de cidades como Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Manaus, Recife, São Luís, e Fortaleza, e conta com parcerias de grandes solistas internacionais. A orquestra reúne jovens de 13 a 29 anos que, graças à música e ao projeto, tem a possibilidade de um futuro mais promissor. Vários músicos oriundos do projeto já se profissionalizaram e compõem o quadro da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. Recentemente, em comemoração aos 20 anos do Vale Música em Belém, a OJVM realizou uma turnê nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, com grande sucesso entre o público. Atualmente seu regente titular é Renan Cardoso. GLÓRIA CAPUTO-Presidente da Fundação Amazônica de Música - professora de piano, fez aperfeiçoamento com Pierre Klose na UFBA, nos EUA com Peter Yasbeck e com Eduardo Delgado em Los Angeles. Ocupou diversos cargos na área educacional-musical. Foi Diretora e Professora de Piano do Instituto Estadual Carlos Gomes, Superintendente da Fundação Carlos Gomes, Presidente do Conselho do CCBEU e Fundadora e Presidente da Fundação Amazônica de Música. ESTER SÁ (Direção Cênica)-Atriz, encenadora, contadora de histórias, escritora, produtora e cantora. Em 2004 recebeu o Prêmio Funarte de Dramaturgia. Participou do Projeto Palco Giratório de circulação nacional no SESC em 2005 com o Grupo In Bust Teatro com Bonecos, circulando em diversos estados do Brasil. Dirigiu trabalhos como “O Viajante das Lendas Amazônicas”. Concebeu e coordenou o Festival “Territórios de Teatro”. Foi premiada pela Funarte na categoria intercâmbio com a Cultura Popular, gerando o ensaio “À Voar”. Assinou Direção e dramaturgia do espetáculo “La Fábula”, da Cia Madalenas. Coordenou e ministrou oficinas de linguagem audiovisual para contadores de histórias, e estreou seu canal no Youtube para todas as idades. Assinou a coordenação geral do Festival Tem Teatro Para Todos, da Secretaria de Educação de Ananindeua. Em 2023 estreou “No centro do giro estamos todos nós”, e lançou os livros infantis “Pedro Malasartes e o pássaro lapão” e "Nina brincadeira menina". NANDO LIMA ( Cenografia)-Artista Multimidia, Performer, Diretor teatral, Cenógrafo, Produtor. Atua em vários segmentos da criação artística, concebendo uma poética singular: dirigindo, expondo imagens e ideias, em performances, vídeos, espetáculos de teatro, dança, e shows de música. Proprietário, coordenador e produtor do Estúdio REATOR. Seus projetos já foram premiados pela CX ECON.FEDERAL, FUNARTE, RUMOS/ITAÚ CULTURAL, FCP- FUNDAÇÃO CULTURAL DO PARÁ, SECULT, entre outros. JAIME AMARAL (Coreografia)-Ex-Diretor da Escola de Teatro e Dança da UFPA; Pós-Doutor em dança pela UL Portugal; Doutor e Mestre em Artes Cênicas pela UFBA. Graduado em Licenciatura Plena em Educação Física pela - ESEFPA e FEP/UEPA. Diretor, Bailarino-Pesquisador-Intérprete, professor e coreógrafo. Docente na Escola de Teatro e Dança da UFPA. Presidente da Associação Artistas de Dança do Pará. Experiência na área de Artes Cênicas, com ênfase nos seguintes temas: Coreografia, Encenação, Ballet Clássico, Dança Moderna, Dança Contemporânea, História da Dança, Processo Criativo, Psicologia da Dança, Oficinas e Concursos. MAURÍCIO FRANCCO (Figurinista)-Artista visual de Belém/PA, começou suas atividades artísticas em 1997, no Curro Velho - Fundação Cultural do Estado do Pará que incentiva diversos segmentos artísticos. Ingressando nas artes visuais, participando de diversos Salões Culturais, tais como: Primeiros Passos; Cobra Criada; Salão da Base Aérea entre outros. Passou a realizar trabalhos no teatro como ator, figurinista e diretor, onde se destacam os projetos: Paixão, Baratas e Madalenas, O Viajante das Lendas Amazônicas, Orfeu, entre outros, sempre atuando com as visualidades da Cena. Hoje é casarônico do "Casarão do Boneco", integrante do BAI-Bando de Atores Independentes e Amazônidas Performans, grupo de performance. Projeto Camapu (confecção de bonecos)-O Projeto Camapu, existe desde 2013, fundado por San Rodrigues e Nina Brito, ambos cenógrafos e marionetistas. O atelier que sedia o Projeto com seu pequeno Teatro Roc Roc, está localizado em Belém/PA. Suas atividades permeiam o imaginário peculiar proporcionado pela prática do marionetismo, a memória afetiva oriunda da infância, a nostalgia comumente provocada pelas marionetes de madeira, brinquedos que revigoram muitas lembranças ancestrais nos adultos e despertam a curiosidade das crianças. Os Camapus aprofundaram a sua técnica construtiva passando a utilizar madeira reaproveitável, oriunda das obras residenciais ao redor do atelier. A técnica dos Camapus foi desenvolvida e aperfeiçoada para facilitar o acesso, desmistificando a construção de marionetes. O Projeto Camapu recebeu premiações e marcou presença em festivais e eventos pelo Brasil, como o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz e o Prêmio “Nilza Maria” da SECULT/PA. Coordenação Geral–Glória Caputo e Selma Chaves

Providência

PROJETO ARQUIVADO.