| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| ***197397** | João Moreira Salles | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
| 62090873000190 | STONEX DISTRIBUIDORA DE TITULOS E VALORES MOBILIARIOS LTDA. | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
O projeto Cia Ballet Paraisópolis 2025 tem como objetivo de garantir a continuidade e o desenvolvimento das suas atividades pelo período de 11 meses. A proposta inclui a manutenção da companhia com 15 bailarinos, 2 bolsistas e 3 suplentes, além da remontagem de uma obra e a criação de uma nova coreografia. Serão realizadas 10 apresentações gratuitas, sendo 05 em São Paulo e 05 no interior, seguidas de debates e exposições. A companhia promoverá oficinas, palestras sobre inclusão e mostras de processo criativo, incentivando a democratização da dança e a inclusão social. O projeto visa ampliar o alcance cultural, formar novos públicos e consolidar a Cia. Ballet Paraisópolis como um importante polo de expressão artística.
1. Cantuá (título provisório) – Coreógrafo: Christian Casarin _"Cantuá" explora a força presente na vulnerabilidade, revelando como os desafios da vida podem moldar a resiliência. A obra mergulha nas histórias de pessoas que, desde cedo, enfrentam a dureza da realidade e, ainda assim, encontram formas de ajudar e fortalecer os outros. Por meio de uma linguagem coreográfica sensível e intensa, Christian Casarin, coreógrafo residente da Cia. Ballet Paraisópolis, propõe um olhar profundo sobre o amadurecimento precoce e a solidariedade que nasce em meio às dificuldades. Inspirada na vida na comunidade de Paraisópolis, "Cantuá" celebra a capacidade de superação e a beleza dos laços formados em meio a adversidades. Esta obra é um segredo revelado em forma de dança, uma homenagem à coragem daqueles que transformam suas lutas em força. 2. Obra Inédita (título provisório) – Coreógrafa Convidada: Rafaela Sahyoun A obra inédita a ser criada por Rafaela Sahyoun aborda temas contemporâneos e significativos, trazendo à tona reflexões sobre as matérias do corpo e suas interações com o mundo. Com aproximadamente 30 minutos de duração, a nova coreografia propõe uma investigação profunda sobre as relações humanas, os desafios da vida moderna e as transformações sociais que marcam o tempo presente. Sahyoun, com sua vasta experiência internacional e pesquisa continuada em dança, trará uma linguagem inovadora para a Cia. Ballet Paraisópolis, conectando a comunidade local a uma visão global da arte contemporânea. Explorando conceitos de identidade, movimento e coletividade, esta obra pretende criar um diálogo entre o corpo, o espaço e o público, ampliando os horizontes da dança como forma de expressão e comunicação. A criação será marcada por uma abordagem experimental, que busca ressonância tanto no aspecto emocional quanto na vivência física da performance. 3. E uma obra a ser selecionada dentro do repertório da Companhia.
Objetivo Geral: O projeto tem como objetivo geral garantir a continuidade, expansão e desenvolvimento artístico e social da companhia ao longo de onze meses em 2025, por meio da manutenção das suas atividades, criação de novas obras e apresentações. O projeto busca consolidar a presença da Cia. Ballet Paraisópolis como um importante polo cultural na comunidade, promovendo a inclusão social, o acesso à arte da dança e o enriquecimento cultural da população local e de outras regiões de São Paulo. Além disso, visa fortalecer a formação técnica dos bailarinos e expandir o impacto do repertório da companhia, oferecendo programação artística acessível e de alta qualidade. Objetivos Específicos: O projeto visa a manutenção da companhia para garantir o funcionamento contínuo da Cia. Ballet Paraisópolis, assegurando infraestrutura adequada e suporte para 15 bailarinos, 2 bolsistas e 3 suplentes, preservando a qualidade das atividades diárias de treinamento, ensaios e apresentações. Produto Apresentações: Remontagem de Obras, visa revitalizar uma obra do repertório da companhia, promovendo sua reinterpretação e renovação artística, mantendo-a relevante para novos públicos e Criação de um Novo Espetáculo, onde será trabalhada uma coreografia inédita com artista renomada, abordando temas contemporâneos, ampliando a inovação e a ressonância da dança como forma de expressão e comunicação. Com a montagem o projeto terá previsto a circulação e acessibilidade realizando 10 apresentações gratuitas em São Paulo e cidades do interior, seguidas de debates com o público, e levar expositores com fotos em 08 apresentações, promovendo a democratização do acesso à cultura. Ainda nesse produto forneceremos 2 bolsas de estudos para artistas da comunidade e integrar 3 suplentes oriundos do Projeto Sociocultural Ballet Paraisópolis às atividades da companhia, fomentando a formação de novos talentos e a inclusão social. E teremos abertura do processo de criação de novas obras com uma mostra do Processo Coreográfico de criação que será aberto as pessoas da comunidade de Paraisópolis. Produto Oficinas e Palestras: prevemos promover oficinas de danças contemporâneas, clássicas, urbanas e yoga, além de palestras sobre inclusão, incentivando o desenvolvimento técnico dos bailarinos e a conscientização sobre a importância da inclusão no ambiente artístico.
O projeto da Cia. Ballet Paraisópolis justifica-se pela relevância de promover, difundir e democratizar a cultura em uma das maiores comunidades periféricas de São Paulo, onde o acesso a manifestações artísticas de qualidade é limitado. A Cia. Ballet Paraisópolis desempenha um papel estratégico ao utilizar a arte da dança como ferramenta de transformação social, oferecendo oportunidades para jovens talentos e fortalecendo a inclusão social na comunidade de Paraisópolis. Localizada em uma região marcada por desafios socioeconômicos, a companhia se consolidou como um importante polo cultural, proporcionando formação técnica e artística a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. Desde sua fundação, tem demonstrado um impacto positivo significativo, tanto no desenvolvimento artístico dos bailarinos quanto no engajamento cultural da comunidade. Este projeto é uma continuação desse trabalho, buscando garantir a manutenção das atividades da companhia, a criação de novos espetáculos e a circulação de suas obras. Através de apresentações gratuitas, palestras e oficinas, a proposta contribui diretamente para a democratização do acesso à cultura, em conformidade com os princípios da Lei de Incentivo à Cultura (Lei 8313/91). Além disso, o projeto reforça a inclusão de jovens artistas locais, oferecendo bolsas de estudo e oportunidades de formação para aqueles que, de outra forma, não teriam acesso a uma formação artística profissional. O impacto esperado vai além do aperfeiçoamento técnico dos bailarinos. A companhia atua como um agente de transformação comunitária, promovendo o diálogo cultural e o desenvolvimento social por meio da arte. As oficinas e palestras sobre inclusão também são fundamentais para sensibilizar e educar o público, promovendo uma cultura de inclusão e acessibilidade no ambiente artístico. Por fim, o reconhecimento já obtido pela Cia. Ballet Paraisópolis em premiações e críticas reforça a importância de apoiar e dar continuidade a esse trabalho. A proposta, ao garantir a sustentabilidade da companhia, fortalece a cultura brasileira e contribui para a formação de novos públicos, artistas e agentes culturais, além de ampliar a presença da arte da dança em um contexto social de extrema importância. Assim, o apoio ao projeto se justifica não apenas pelo seu alinhamento com os objetivos da Lei de Incentivo a Cultural - Lei Rouanet, mas também pelo impacto duradouro que ele promove na valorização da cultura, na formação de jovens talentos e na transformação social por meio da arte.
Oficinas de danças contemporâneas, clássicas, urbanas e yoga: convidar artistas da cidade de São Paulo que se dedicam às pedagogias de danças contemporâneas, clássicas, urbanas e yoga e que estejam alinhados às necessidades técnicas das obras da companhia, com duração de 1h30 cada. Sugestões de nomes: Felipe Vian (Sorocaba/SP/dança contemporânea), Dani de Moraes (SP/dança contemporânea), Paula Petreca (SP/dança contemporânea/yoga), Fernando Martins (SP/dança contemporânea), Renata Justino (balé clássico), Lars van Cauwenbergh (Jundiaí/SP/balé clássico), Gustavo Lopes (balé clássico) e Márcio Greik (SP/danças urbanas). Mostra de Processo Coreográfico: compartilhar o processo criativo das obras de Christian Casarin e Rafaela Sahyoun de forma aberta e interativa, estimulando a troca de percepções entre artistas e público, promover, assim, o diálogo sobre a criação coreográfica contemporânea e suas práticas envolvendo a comunidade de Paraisópolis e público em geral no desenvolvimento dos repertórios da companhia. Mais informações gerais sobre detalhes do projeto: 1. Promoção e difusão da arte da dança: Por meio da remontagem de uma (1) obra e da criação de uma (1) obra inédita, a companhia busca enriquecer seu repertório, oferecendo uma programação diversificada e de alta qualidade, acessível a diversos públicos. 2. Formação de bailarinos e inclusão social: O compromisso com a formação contínua do elenco composto por 15 bailarinos, é reforçado por meio do seu aprimoramento, integrando abordagens técnico-pedagógicas que fortalecem os aspectos físicos, técnicos e artísticos, sempre em sintonia com a identidade da companhia. Além disso, o projeto prevê a oferta de 2 bolsas de estudos voltadas para artistas da comunidade, enfatizando a inclusão social que orienta as práticas da companhia e 3 suplentes oriundos do Projeto Sociocultural Ballet Paraisópolis, que terão a oportunidade de acompanhar o trabalho da companhia e aprender seus repertórios. 3. Engajamento do público: Apresentações gratuitas ocorrerão em horários vespertinos e noturnos, seguidas de palestras e debates com membros da companhia. Essas atividades têm como objetivo promover o diálogo entre a companhia e o público, além de engajar e beneficiar tanto a comunidade em geral quanto os apreciadores da dança no estado de São Paulo. 4. Exposição: manutenção, atualização e expografia: composta por ações de manutenção, atualização e desenvolvimento da expografia, assegurando a preservação e a revitalização contínua dos elementos expositivos. Dessa forma, essa proposta se configura como uma iniciativa abrangente que visa fortalecer a presença da dança na comunidade e ampliar o alcance e a influência da companhia, contribuindo para a transformação cultural e social da região.
A missão da Companhia Ballet Paraisópolis é promover a excelência artística, a inovação e o crescimento pessoal e profissional dos dançarinos da comunidade de Paraisópolis. O projeto visa proporcionar oportunidades de desenvolvimento técnico e artístico para bailarinos emergentes e contribuir para o enriquecimento cultural da região. O plano pedagógico é concebido para atender às necessidades de formação, aprimoramento e profissionalização dos bailarinos e da equipe técnica envolvida, preparando-os para se destacarem no cenário da dança contemporânea e clássica. Desenvolver habilidades técnicas e artísticas excepcionais em diversos estilos de dança, com foco em balé clássico, neoclássico, contemporâneo e dança moderna.Fomentar a criatividade, a expressão artística e o amadurecimento pessoal dos bailarinos.Preparar os bailarinos para performances de alta qualidade, capacitando-os para reconhecimento profissional em festivais e espetáculos.Integrar os participantes a um ambiente de criação colaborativa, promovendo trocas de conhecimento e experiências. 1. Avaliação e Admissão:Processo Seletivo: A seleção dos bailarinos será realizada por meio de um processo rigoroso, que avaliará não só habilidades técnicas, mas também o comprometimento, a expressão artística e o potencial de crescimento dos candidatos.Diversidade e Inclusão: Serão reservadas vagas para jovens talentos da comunidade de Paraisópolis, com foco em oferecer oportunidades a artistas de diversas origens socioeconômicas. 2. Programa de Treinamento Técnico:Aulas Regulares: A companhia proporcionará um cronograma de aulas de segunda a sexta-feira, das 09h às 10h30h, os ensaios 10h30 às 12h00 e das 13h00 às 16h00; focando em balé clássico, dança contemporânea e neoclássica, além dos ensaios e criações das obras.Workshops Especiais: Workshops com professores renomados e coreógrafos convidados serão realizados regularmente, proporcionando aos alunos acesso a técnicas especializadas e inovação artística.Técnicas Corporais Complementares: O treinamento incluirá práticas físicas complementares, como pilates e alongamento, para fortalecer o corpo e prevenir lesões.Ensaios Diários: Os bailarinos participarão de ensaios diários para a manutenção do repertório próprio da companhia e das montagens originais em desenvolvimento com coreógrafos residentes e convidados. 3. Desenvolvimento Artístico:Participação em Projetos Colaborativos: O plano pedagógico inclui projetos de coreografia colaborativa, nos quais os bailarinos terão a oportunidade de trabalhar diretamente com coreógrafos na criação de novas obras.Remontagem de Obras: A companhia se dedicará à remontagem de obras importantes do repertório, oferecendo uma perspectiva renovada sobre peças clássicas e contemporâneas. 4. Bem-Estar Físico e Mental:Programa de Condicionamento Físico: Cada bailarino contará com um plano de treinamento personalizado para o fortalecimento físico, prevenção de lesões e melhoria da performance.Apoio à Saúde Mental: A companhia incentivará práticas de autocuidado e bem-estar emocional, com acompanhamento psicológico disponível para os bailarinos, quando necessário.Suporte Fisioterápico: Acompanhamento regular com fisioterapeutas para garantir que os bailarinos mantenham a saúde física ao longo da temporada. 5. Performance e Experiência Profissional:Preparação para Espetáculos: Ensaios intensivos e preparação para apresentações públicas em teatros e festivais, com foco em aprimorar a qualidade técnica e artística dos bailarinos.Colaboração com Coreógrafos Renomados: O plano inclui a participação em montagens com coreógrafos de renome, oferecendo aos bailarinos a oportunidade de vivenciar criações originais e inovadoras.Experiência em Projetos Educacionais: Os bailarinos também poderão atuar como assistentes de professores, compartilhando suas habilidades com os alunos do projeto sociocultural Ballet Paraisópolis. 6. Educação Continuada:Participação em Conferências: Os bailarinos serão incentivados a participar de workshops e conferências nacionais e internacionais, ampliando seus conhecimentos e contatos profissionais.Apoio à Educação Superior: A companhia fornecerá suporte aos bailarinos que desejem prosseguir com sua formação acadêmica atráves da parceria com o Centro Universitário Católico Ítalo Brasileiro. 7. Avaliação de Desempenho:Avaliações Regulares: Os bailarinos passarão por avaliações técnicas e artísticas periódicas, recebendo feedback individualizado para aprimorar sua formação.Planos de Desenvolvimento: Cada bailarino contará com um plano de desenvolvimento pessoal, revisto anualmente, com metas definidas para aprimoramento técnico e artístico. Plano para Espetáculos e Ações Pedagógicas: Espetáculos Gratuitos: O projeto prevê 10 apresentações gratuitas, com 50% das vagas reservadas para estudantes e professores da rede pública de ensino.Acessibilidade e Inclusão: Todos os espetáculos serão acompanhados por debates com o público e tradutores de Libras, garantindo a inclusão de pessoas com deficiência auditiva. Serão oferecidas medidas de acessibilidade em todas as ações do projeto, reforçando o compromisso da companhia com a democratização do acesso à cultura.Logística: As apresentações contarão com a inserção da logomarca do Governo Federal e do Ministério da Cultura, conforme as regulamentações vigentes, e seguirão as normas de acessibilidade para garantir que os espetáculos sejam acessíveis para todos.
O Projeto Companhia Ballet Paraisópolis 2025 está profundamente comprometido com a inclusão e acessibilidade, alinhando-se aos valores de diversidade e igualdade que permeiam sua missão. O projeto foi planejado para garantir que todas as pessoas, incluindo aquelas com deficiência, idosos e indivíduos com mobilidade reduzida, tenham a oportunidade de vivenciar e participar das atividades da companhia. Em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015), Decreto nº 9.404/2018 e outras regulamentações aplicáveis, adotaremos todas as medidas necessárias para garantir que os espaços e o conteúdo das apresentações sejam plenamente acessíveis. Todas as informações sobre acessibilidade serão divulgadas nos materiais de comunicação do projeto. Produto - Temporadas de Apresentações: Durante todas as apresentações, serão implementadas as medidas e procedimentos de acessibilidade listados abaixo. Todos os locais de apresentação cumprirão a legislação vigente, conforme prescrito pela Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015), pelo Decreto nº 9.404/2018 e em conformidade com os artigos 46 e 47 do Decreto nº 3.298/1999. Essas medidas incluem, entre outras, acesso por rampas, banheiros adaptados e lugares reservados para pessoas com deficiência. Além disso, após cada apresentação, haverá um bate-papo com o público, proporcionando um espaço de interação e inclusão. Acessibilidade Física: Todos os locais de apresentação serão totalmente acessíveis, equipados com rampas, elevadores, banheiros adaptados e assentos reservados para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Haverá monitores treinados disponíveis para auxiliar o público na locomoção e acomodação. As informações sobre essas facilidades serão incluídas nos materiais de divulgação do projeto, indicando claramente a acessibilidade dos eventos. Acessibilidade para Deficientes Visuais: Para garantir uma experiência inclusiva, será disponibilizado material informativo em Braille (ABNT NBR 15.599-2008) em totens localizados nos espaços de apresentação, além de um aplicativo com audiodescrição, permitindo que pessoas com deficiência visual acompanhem o espetáculo diretamente de seus dispositivos móveis. O material em Braille também incluirá informações sobre as exposições e um dos expositores sendo de placa de acrílico contendo a imagem do tecido voil terá pontos sensíveis ao toque, proporcionando uma experiência tátil ao público com deficiência visual. O custo do material em Braille está previsto dentro do orçamento custo divulgação por ser material de custo relativamente baixo a ser produzido, e a produção da audiodescrição está contemplada na rubrica item 24 (Audiodescrição). Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Embora os espetáculos de dança transcendam a barreira da linguagem verbal, para apresentações que incluam elementos sonoros relevantes, serão fornecidos programas digitais com descrições das trilhas sonoras. Isso garantirá que pessoas com deficiência auditiva possam compreender os aspectos sonoros significativos do espetáculo, mesmo sem a presença de fala. Produto - Palestras de Inclusão: As palestras de inclusão física, com duração de 2 horas cada, serão realizadas em locais acessíveis, equipados com rampas, banheiros adaptados e espaços reservados. A programação prevê a participação de 100 pessoas do público espontâneo, além de bailarinos e equipe técnica. Essas medidas garantirão a plena participação de todos os envolvidos. Rubrica item 58 (Palestras). Acessibilidade para Deficientes Visuais nas Palestras: Serão reservados assentos prioritários para pessoas com deficiência visual durante as palestras, e monitores treinados estarão disponíveis para oferecer assistência. Além disso, as atividades contarão com audiodescrição para garantir que todo o conteúdo seja acessível a esse público. Acessibilidade para Deficientes Auditivos nas Palestras: Intérpretes de Libras estarão presentes em nas palestras sendo palestrante habilitado na linguagem de libras, garantindo que o conteúdo seja plenamente acessível às pessoas com deficiência auditiva.
O Projeto Companhia Ballet Paraisópolis 2025 é pautado na crença de que a arte e a cultura são direitos fundamentais de todos os indivíduos, essenciais para o desenvolvimento humano, social e cultural. Um dos pilares centrais do projeto é a democratização do acesso à dança, garantindo que pessoas de diferentes idades, contextos sociais e econômicos tenham a oportunidade de participar e se beneficiar das atividades promovidas pela Cia. Ballet Paraisópolis. Esse compromisso com a inclusão reflete o desejo de romper barreiras e utilizar a dança como um meio de transformação e união social. Em consonância com a Instrução Normativa Minc nº 11, de 30/01/2024, Capítulo IV, Seção II, o projeto busca ampliar o alcance das artes cênicas, levando-as a públicos diversos e menos favorecidos. Produto - Temporadas de Apresentações: Acessibilidade de Preços: Todas as apresentações serão oferecidas de forma totalmente gratuita, garantindo que o público tenha acesso irrestrito à arte da dança. Além disso, será reservada uma cota de 50% dos ingressos para estudantes e professores da rede pública de ensino, bem como para organizações não governamentais (ONGs), assegurando a inclusão de grupos com menor acesso a eventos culturais. Distribuição Geográfica das Apresentações: Para garantir que o projeto atinja um público amplo e diversificado, as apresentações serão descentralizadas. Além das exibições na cidade de São Paulo e região metropolitana, a Cia. Ballet Paraisópolis levará seus espetáculos a cidades do interior de São Paulo. Com isso, comunidades mais afastadas dos grandes centros culturais também terão a oportunidade de apreciar produções de alta qualidade. Após cada apresentação, haverá uma conversa com a plateia, promovendo o diálogo sobre a dança e ampliando o repertório cultural e educacional do público. Aprimoramento dos Espaços Públicos: Todas as apresentações serão realizadas em espaços públicos, fortalecendo a fruição dos bens culturais nesses locais. A escolha de teatros e centros culturais públicos reforça o compromisso com a inclusão e a acessibilidade, garantindo que esses eventos se alinhem aos princípios de democratização da arte. Ao utilizar esses espaços, o projeto fomenta o uso inclusivo e social desses ambientes culturais, assegurando que a arte da dança chegue ao maior número possível de pessoas. Impacto Cultural e Social: O acesso democrático aos espetáculos de ballet clássico desempenha um papel crucial na ampliação do horizonte cultural das comunidades atendidas. Ao levar a beleza e a técnica refinada do ballet clássico a públicos diversos, o projeto não apenas enriquece o repertório cultural, mas também educa e inspira novos apreciadores e possíveis artistas. Esse esforço para democratizar o acesso à dança clássica visa cultivar uma apreciação mais profunda pelas artes performáticas, reforçando a ideia de que a arte é um elo unificador e transformador da sociedade. Produto - Oficinas Gratuitas: Como parte do compromisso com a democratização de acesso, serão realizadas oficinas inclusivas e gratuitas voltadas para a formação e aprimoramento dos bailarinos da companhia e da comunidade. Serão oferecidas 80% das vagas para moradores da comunidade de Paraisópolis, priorizando pessoas de todas as idades e níveis sociais. Essas oficinas foram projetadas para serem acessíveis a todos, com o objetivo de estimular práticas de inclusão e proporcionar aos participantes uma experiência enriquecedora, ampliando suas perspectivas sobre a dança e a cultura. Com essas medidas, o projeto reforça seu compromisso em democratizar o acesso à dança, garantindo que a arte seja um instrumento de inclusão social, desenvolvimento cultural e transformação pessoal, impactando positivamente a vida de centenas de pessoas dentro e fora da comunidade de Paraisópolis.
Ficha técnica Geral Direção Executiva: Monica Tarragó Produção Geral: Associação Ballet Paraisópolis Produção Executiva: Renato Modesto Assistente de Produção: Wellington Lucio Comunicação: Wellington Lucio e Lygia Contin Fotógrafos: Fernanda Kirmayr, Lygia Contin e Wellington Lucio Assessoria de imprensa: Nossa Senhora da Pauta Secretaria: Priscila Pinheiro e Kamila Oliveira Assessoria Jurídica: Rinaldo Amorim Araújo Assessoria Contábil: Service Keep Assessoria e Consultoria Contábil Equipe Cia. Ballet Paraisópolis Direção artística: Monica Tarragó Coordenação artística e coreógrafo residente: Christian Casarin Mentoria artística: Ana Teixeira Elenco: Amanda Dalla, Bruno Antunes, Camila Xavier Daniela Oliveira, Ferd Souza, Gabriel Mattoso, Geise Santos, Giovana Guimarães, Luiz Dias, Maju Vieira, Mariana Farias, Rafael Mattoso, Rebeca Guilherme, Ruan Soza, Sayuri Katsuki, Thaís Dariolli, Vitoria Andregueti, Wellington Dambroski Suplentes: Thífany Andrade e Camilly Baracho Professores residentes: Ana Teixeira, Christian Casarin, Weverton Aguiar e Wilson Helvécio Ensaiadores: Bruno Antunes, Rebeca Guilherme e Weverton Aguiar Fisioterapeuta: Luis Henrique Franqueira Coordenador Pedagógico: Vinicius Gil Cenotécnico: Iuri Dias Assistentes de Palco: Adriano Ferreira e Walter Augusto de Freitas Desenho e operação de luz: Nicolas Marchi Design de Figurino: Jum Nakao MONICA ANDREATTA TARRAGÓ: Iniciou seus estudos com a técnica de Martha Graham com Penha de Souza e o método Royal Ballet com Carla Perotti, e ao longo dos anos aprimorou sua técnica com grandes nomes da dança, como Ismael Guiser, Ady Addor, Neide Rossi e Mirtha Hermida. Em 1986 mudou-se para Itália, onde ministrou aulas de ballet clássico e moderno no Teatro Nuovo de Turim, ingressou no grupo Arcobaleno e dirigiu o curso “La tua Danza” que levava dança as escolas públicas do país. No Brasil, lecionou em diversas escolas da cidade de São Paulo e a partir de 2009 iniciou com o trabalho de cunho social, ministrando aulas de dança para crianças e adolescentes em vulnerabilidade social. Monica foi proponente e diretora de projetos na Lei Rouanet e ProAc ICMS, sendo responsável pelos trabalhos desenvolvidos pelo Ballet Paraisópolis desde sua idealização em 2012. JUM NAKAO: Designer e diretor de criação, brasileiro e neto de japoneses. Já se destacou em exposições internacionais por todo mundo, além de já ter realizado trabalhos para Coca Cola Inc., Nespresso, Guga Kuerten, São Paulo Companhia de Dança, TV Globo (microssérie “Hoje é dia de Maria”), Olimpíadas (cerimônia de apresentação do Brasil em Londres, 2012), entre outras. Em 2004 apresentou no São Paulo Fashion Week “A Costura do Invisível “, onde ao final modelos rasgaram elaboradíssimas roupas de papel. Este desfile foi considerado pelo SPFW o desfile da década e pelo Museu de Moda de Paris um dos mais importantes desfiles do século. Em 2005 foi publicado pelas Editoras SENAC o Livro e documentário “A Costura do Invisível”. JORGE ANDREATTA TARRAGÓ: Engenheiro Químico formado pelo Instituto Mauá de Tecnologia, fluente nas línguas Espanhol e Inglês e produtor cultural com mais de 10 anos de atuação no terceiro setor. Responsável pela coordenação administrativa, produção e prestação de contas de projetos pertencentes a Lei de Incentivo à Cultura, Programa de Ação Cultural de São Paulo e Emendas Parlamentares. Christian Casarin: bailarino, professor e coreógrafo residente da Cia. Ballet Paraisópolis. Iniciou seus estudos em 1995 na cidade de Barra Bonita/SP. Fez parte do Grupo Pavilhão D com direção de Ricardo Scheir onde participou de vários festivais nacionais e internacionais, destacando Youth America Grand Prix/NY. Sob tutela de Gisele Santoro, participou do Seminário Internacional de Dança de Brasília no ano de 2007 e foi laureado com Bolsa de estudos para London Studio Centre. Vem sendo premiado em diversos festivais nacionais e internacionais, destaca-se entre eles Festival de Dança de Joinville, Passo de Arte, Youth America Grand Prix e Dance Star World. Premiado pela Funarte com o vídeo dança “Quando nada acontece” em 2020. Foi diretor do vídeo-dança “Relicário” premiado pelo Proac Lab 2020. Coreografou a obra “FLECHA” para o elenco do Ballet Jovem Cisne Negro no ano de 2022.Desde 2018 é professor e coreógrafo residente da Cia Ballet Paraisópolis, criando obras autorais para o elenco, destacando BANDO (2022), VÉSPERA (2023) E VORTEX (2024). Em 2023 junto ao Ballet Paraisopolis recebeu o Prêmio Governador do Estado de São Paulo na Categoria melhor espetáculo de dança com BANDO. Rafaela Sahyoun: artista da dança e das matérias do corpo, a paulistana se aprofunda no fazer coreográfico, na educação e na pesquisa continuada, atuando como bailarina colaboradora em contextos nacionais e internacionais. Formada pela SEAD Salzburg Experimental Academy of Dance (Áustria, 2013) e pelo Trinity Laban Centre for Movement and Dance (Reino Unido, 2009), desenvolveu práticas pedagógicas com impacto internacional na formação de novos artistas. Rafaela colabora com instituições como a PERA School of Performing Arts (Chipre do Norte), EBB Elephant in the Black Box (França e Espanha), e o Programa de Pós-Graduação Corpo: Dança, Teatro e Performance do Célia Helena Centro de Artes e Educação (Brasil). Ela também foi curadora artístico-pedagógica do Festival DansPunt (2025) e está em processo de criação para a Companhia de Dança EBB, com estreia prevista para 2025 em Madrid, Espanha. Principais obras coreográficas: C R U S H (2024), Fôlego (2022), NINGUÉMMESOLTA [Don’t Lose Me] (2018), Yeah, I’ve Been Watching You Lately (2023), Something to Phase Us: who goes there (2022), Wheel of Radical Affection (2021) e VAWM (2020). WEVERTON AGUIAR: Licenciatura plena em artes – habilitação em dança – pela Faculdade Paulista de Artes. Possui grande experiência como professor de ballet em companhias, escolas e studios: Prefeitura Municipal de Itapevi, Ballet Raquel Teixeira (leciona atualmente) e Estudio de Dança Clayd's Zwing (leciona atualmente). Assinou a remontagem de grandes obras, como: The sleeping beauty; Diana and Acteon; The death swan; La Fille Mal Gardèe; Paquita; Quebra nozes; Coppélia; La bayadère; Le Corsaire; La esmeralda; Carmem, entre outros. PRISCILA PINHEIRO: Natural de São Paulo (SP), atua desde outubro de 2019 como Bailarina e Secretária Geral no Ballet Paraisópolis. Tem o Ensino Médio Completo e bolsa integral na Cultura Inglesa com início em março de 2019. Possui experiência com o Pacote Office (Word, Excel e Power Point), trabalha com atendimento ao público em geral (crianças, adolescente e adultos). Participou de oficinas da São Paulo Companhia de Dança Audiovisual (29/01/2021), Manutenção de Figurinos e Acervo (21/05/2021), Capacitação Técnica em Palcos (19/10/2021) e Fotografia (19/02/2022). Em 2021 realizou um Workshop Conscientização Financeira do Banco BTG Pactual com 09 aulas ministradas pelo Educador Financeiro André Bona. RENATO MODESTO: Produtor artístico desde 2006, com experiência nacional e internacional. Assessor artístico do MIRADA – Festival Ibero-americano de Artes Cênicas de Santos (SESC) edição 2010, 2012 e 2014. Gestor da III Plataforma Estado da Dança Gov. SP no Teatro Sérgio Cardoso. Entre os diversos espetáculos, produziu “TABI” 2009 e 2010 e “Lunaris: O Mundo que passa” 2011 de Emilie Sugai (Butô), produtor da Cia Corpocena para o Fomento à Dança de SP. Produziu os Encontros e Mostras do Programa de Qualificação em Artes, gerenciado pela Poiesis do Governo do Estado de São Paulo de 2012 à 2019. Consultor para a OEI - Organização dos Estados Iberoamericanos para etruturação e padronização das emendas impossitivas do Governo Federal.
PROJETO ARQUIVADO.