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PRONAC 2411898Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Ópera do Malandro

BEM CASADO PRODUÇÕES ARTÍSTICAS LTDA - ME
Solicitado
R$ 5,91 mi
Aprovado
R$ 5,91 mi
Captado
R$ 300,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-03-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Realizar o ensaio, montagem e temporada do espetáculo musical "A Opera do Malandro" na cidade de São Paulo, totalizando 48 apresentações.

Sinopse

Um cafetão de nome Duran, que se passa por um grande comerciante, e sua mulher Vitória, que do nome nada herdou. Vitória era uma cafetina que, na realidade, vivia da comercialização do corpo. A sua filha Teresinha era apaixonada por uma patente superior, Max Overseas, que vive de golpes e conchavos com o chefe de polícia Chaves. Outras personagens são as prostitutas, apresentadas como vendedoras de uma butique, e a travesti Geni, que só serve para apanhar, cuspir e dar para qualquer um. Ópera do Malandro se passa na década de 1940, tendo como base o jogo, a prostituição e o contrabando. A Obra tem como cenário o Rio de Janeiro, mas infelizmente, esses temas são estendidos a todo Brasil. Todas as músicas são da autoria de Chico Buarque que consegue harmonizá-las com o texto. Não, Ópera do Malandro não é como os musicais que estamos acostumados a ver, as músicas se encaixam tão bem que elas são continuidade da história dessas prostitutas e malandros.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: Realizar o ensaio, montagem e temporada do espetáculo musical "A Opera do Malandro" na cidade de São Paulo, totalizando assim 48 apresentações. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar o ensaio, montagem e temporada do espetáculo musical "A Opera do Malandro" na cidade de São Paulo, totalizando assim 48 apresentações. - Ficar em cartaz em teatro de fácil localização e acesso; - FORMAR PÚBLICO através de ações de contra partida e acesso a população de baixa renda, conforme posteriormente sinalizado nesse projeto, através de sessões bate papo e doações de ingressos; - Oferecer uma oportunidade de debate, realizado pelas ações de ensaio aberto e bate papo, descritas nas ações de contra partida; - Geração de emprego para cerca de 40 profissionais diretos e 70 indiretos.

Justificativa

A montagem do célebre texto de Chico Buarque de Holanda vem em um momento oportuno na história do teatro - mais especificamente do musical brasileiro, gênero que ganhou relevância na cena teatral paulista e carioca nos últimos anos e que tem positivamente lotado as plateias dos teatros. É uma montagem que pretende, portanto, dialogar com seu tempo. E também com a história do Brasil: o gosto do público por musicais não é de hoje. Vale relembrar que o Teatro de Revista foi um fenômeno de público nos anos 20/ 30/ 40. É com essa tradição que esta montagem pretende dialogar. Com a tradição dos nossos musicais. Dialogando com esse "sucesso" atual dos grandes musicais, mas pensando em explorar as dramaturgias nacionais, explorar a forma de executar e os assuntos pertinentes ao nosso tempo e ao Brasil. Ópera do Malandro possui uma dramaturgia textual que trata de questões de gênero, da luta de classes em um país que está na periferia do capitalismo, das grandes empresas multinacionais chegando ao Brasil, da exploração da classe trabalhadora - tornando-a extremamente atual. Já a dramaturgia musical da obra contém as canções mais conhecidas do repertório nacional. Como diria o grande Jô Soares para aproximar o público de um assunto que se queira discutir é preciso que o público inteiro daquela sessão tenha o mesmo conhecimento inicial sobre o tema, para que todos partam do mesmo ponto dentro daquele acontecimento teatral. É o que acontece naturalmente com as canções de Chico Buarque. Ele e sua obra são uma paixão nacional, coletiva. Entretenimento de qualidade, com reflexão, formação de plateia através do gosto pela música e pela comédia. E sobretudo, celebrar Chico Buarque em seus 80 anos. Chico 80 e essa nova montagem da Ópera do Malandro pretende ser histórica, assim como foi a primeira montagem de 1978 dirigida por Luiz Antônio Martinez Corrêa. Para isso, a dupla de idealizadores convidou Márcio Abreu, fundador e diretor da Cia Brasileira de Teatro, consagrado como um dos principais encenadores e dramaturgos do teatro brasileiro contemporâneo. Para compor a equipe criativa teremos nomes consagrados do teatro musical, como a coreógrafa e produtora Bárbara Guerra, premiada artista que está à frente de produções como Summer e Elvis - a musical revolution (ambos dirigidos por Miguel Falabella). Bárbara, além das coreografias, faz uma direção de movimento, contribui criativamente com a direção, elaborando a dramaturgia física das personagens. Para o casal Duran e Vitória, esta produção pensa em dois grandes nomes da nossa cultura, que atraia o grande público, ainda em negociação até a presente data. Nos demais papeis, além do casal de idealizadores Erica e Flávio, temos a intenção de abrir audições, pois é uma ação que movimenta o mercado e nos permite conhecer novos artistas, democratizando o acesso dos atores e atrizes às grandes produções. Encontrar um elenco diverso será o fio condutor das audições. A dramaturgia da Ópera do Malandro traz o deboche que é tão característico de muitos dos nossos grandes artistas como Dercy Gonçalves, Marília Pêra, Oscarito. Pretendemos unir uma discussão que ainda é muito atual no Brasil (a violência, o cordialismo, a guerra cultural) a um "jeito" de fazer absolutamente popular e saboroso.

Especificação técnica

Musical Classificação: 14 anos Tema do espetáculo: questões de gênero, da luta de classes, exploração da classe trabalhadora 2 meses de ensaio 3 meses de temporada (quinta a domingo, totaliza 48 apresentações)

Acessibilidade

ESPETÁCULO TEATRAL (PRODUTO PRINCIPAL) 1) Acessibilidade física. O espetáculo ficará em cartaz em teatro que comporte acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais e movimentos reduzidos, garantindo acessibilidade físicas como rampas de acesso, poltronas especiais, banheiros apropriados e de fácil acesso, tanto para portadores de necessidades especiais como idosos. 2) Acessibilidade Comunicacional: A) Para portadores de deficiências visuais. Todos as apresentações contará com aplicativo (estilo Rybaná), de inteligência conduzida e programada, com áudio descrição contendo descritivo de todo cenário, figurinos, personagens, indicações musicais e atos, de forma que o usuário poderá acompanhar todo o espetáculo com informações precisas sobre seu conteúdo. B) Para portadores de deficiência auditiva. Todas as apresentações contarão com aplicativo (estilo Rybaná), de inteligência conduzida e programada, onde o surdo poderá optar pela forma que lhe for de condução que lhe for pertinente, podendo escolher entre libras ou legenda. Além disso, sempre será disponibilizados os acentos próximo ao palco para que possa ter mais facilidade na leitura labial, preferência comum para surtos oralizados. 3) Acessibilidade atitudinal Todas as apresentações contarão um produtor/instrutor devidamente capacitado para atendimento acessível. ENSAIO ABERTO E BATE PAPO (CONTRAPARTIDAS) 1) Acessibilidade física. As ações acontecerão em teatro que comporte acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais e movimentos reduzidos, garantindo acessibilidade físicas como rampas de acesso, poltronas especiais, banheiros apropriados e de fácil acesso, tanto para portadores de necessidades especiais como idosos. 2) Acessibilidade Comunicacional: A) Para portadores de deficiências visuais. Não será necessário tal acessibilidade uma vez que todo conteúdo será falado e, portanto, a leitura visual não se faz necessária. B) Para portadores de deficiência auditiva. Será disponibilizado aplicativo (estilo Rybaná), de inteligência conduzida e programada, onde o surdo poderá optar pela forma que lhe for de condução que lhe for pertinente, podendo escolher entre libras ou legenda. 3) Acessibilidade atitudinal Todas as ações terão um produtor devidamente capacitado para atendimento acessível. Todas as ações serão amplamente divulgadas junto às instituições que trabalhem com portadores de necessidades especiais. Também será informado no release, site de vendas, mídias sociais do espetáculo e bilheteria do teatro. Caso o deficiente não possua consigo um device, ou fones (para o caso de áudio descrição), será destinado tablets e fones de ouvido.

Democratização do acesso

Como medidas de Democratização de Acesso serão seguidas as seguintes instruções: Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 29, ofereceremos: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita para patrocinadores; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional para divulgação do projeto; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Podendo ser realizadas de acordo com os § 1º, 2º, além disso seguirá o § 3º referente a meia entrada, limitando os valores dos ingressos á média de R$ 250,00. Referente ao Artigo 30, realizaremos: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Realizaremos portanto 1 ensaio aberto, para público ONGs, estudantes, povos tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+ e pessoas com deficiência. Referente a contrapartida social, do Artigo 32, ofereceremos: § 1º - II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Portanto ofereceremos 1 palestra sobre criação artística e processos criativos com direção e elenco. O público será constituído de 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição ou no máximo 500 (quinhentos) beneficiários que serão alunos e professores da rede pública de ensino.

Ficha técnica

Direção geral: Márcio Abreu Direção Musical Márcio França Elenco: Erica Montanheiro, Flávio Tolezani. Atores e atrizes convidados e uma parte do elenco será́ definida por audições. Direção de corpo: Barbara Guerra Iluminação: Nadja Naiara Direção de produção: Selma Morente Coordenação geral: Celia Forte * O elenco será composto por pessoas de diferentes raças e etnias - e as audições também serão um mecanismo de promover a diversidade e expandir os encontros entre profissionais das artes de formações e regiões diversas; * No elenco contaremos com 10% de pessoas oriundas do Nordeste. Além de promover a diversidade, esta é uma característica de personagens do texto; * O elenco será composto por pessoas LGBTQIAPN+. Além de promover a diversidade, esta é uma característica de personagens do texto; * A equipe criativa do espetáculo será composta por profissionais de destaque no cenário teatral brasileiro, a ser definida posteriormente. Vale pontuar que o diretor Marcio Abreu conta com alguns profissionais renomados nas equipes que realizam suas montagens, além de ser conhecido pela diversidade na composição do elenco, produção e técnicos MARCIO ABREU é dramaturgo, diretor e ator. Criou e integra a companhia brasileira de teatro, sediada em Curitiba. Desenvolve projetos de pesquisa e criação de dramaturgia própria, releitura de clássicos e encenação de autores contemporâneos; entre seus trabalhos recentes estão O espectador (2022); Deus da carnificina (2020); Por que não vivemos? (2019); Outros (2018); Preto (2017); Nós (2016); Projeto brasil (2015); Krum (2015), de Hanoch Levin, que lhe rendeu os prêmios Shell 2015, Cesgranrio 2015 e Questão de Crítica 2015 de melhor direção; Nômades (2014); Esta Criança (2012), do francês Joël Pommerat, pelo qual recebeu o prêmio Shell de melhor direção; Isso te interessa? (2011), de Noëlle Renaude, que lhe rendeu, em 2012, os prêmios APCA e Bravo! de melhor espetáculo do ano e Questão de Crítica de melhor direção; Vida (2010), pelo qual recebeu os prêmios Troféu Gralha Azul de melhor texto e direção; e Oxigênio (2010), de Ivan Viripaev. MÁRCIO FRANÇA - Potiguar (Natal (RN) residente em São Paulo desde 2016, ator, músico, multi-instrumentista (piano, acordeon, violão, clarinete, escaleta, teclado e percussão), produtor musical, compositor e arranjador, atuou como diretor, ator e diretor musical do grupo de teatro Clowns de Shakespeare (Natal / RN 2000 - 20015) onde desenvolveu pesquisa musical com base na preparação do ator e na criação cênica a partir de jogos teatrais. Participou dos mais importantes Festivais Internacionais de Teatro do país, como: FIT (BH), Cena Contemporânea (Brasília), FILO (Londrina/PR), Festival Internacional de São José do Rio Preto, Festival de Teatro de Curitiba, além de diversas circulações com espetáculos e oficinas pelo Brasil e exterior (Chile, Uruguai, Portugal e Espanha). ERICA MONTANHEIRO - Atriz, diretora, dramaturga e preparadora de elenco, formada em teatro pela École Philippe Gaulier, na França e em Letras pela USP. Atua profissionalmente há 24 anos. Participou de estágio no Théâtre du Soleil, dirigido por Ariane Mnouchkine, em Paris. Atuou em quatro montagens teatrais dirigidas por Jô Soares (2011 - 2022). É integrante da premiada Cia. Os Fofos Encenam. Realizou o projeto Balada dos Enclausurados (texto, direção e atuação), em parceria com Eric Lenate. Foi dirigida por grandes nomes da cena teatral como Marco Antônio Pâmio, Newton Moreno, Fernando Neves, Débora Falabella, Cynthia Falabella, Malu Bazan, Camila Turim, Hugo Possolo, entre outros. Como diretora, destacam-se os trabalhos Dois a Duas (prêmio APCA de Melhor Espetáculo Jovem) e Entre os Trilhos e a Baleia, a convite do SESI-SP. Vencedora dos prêmios FEMSA por Sonho de uma Noite de Verão, com direção de Kleber Montanheiro, e Aplauso Brasil por Histeria, com direção de Jô Soares, na categoria de Melhor Atriz FLAVIO TOLEZANI - Ator, diretor e cenógrafo. Formado como ator pelo Teatro Escola Célia Helena e em Comunicação - Rádio e Televisão pela Fundação Armando Álvares Penteado. No teatro atuou, dentre outras peças, nas montagens do Folias d’Arte: “Otelo”, “El Dia que me Quieras”, “Orestéia, o Canto do Bode” e “Folias Galileu”. Também sob a direção de Marco Antonio Rodrigues, atuou em “Ensaio Sobre a Cegueira” e “Casting”. Esteve na montagem de “A Mandrágora” do grupo Tapa com direção de Eduardo Tolentino. Sob a direção de Gabriel Villela atuou em “Hécuba”, “Crônica da Casa Assassinada” e “Vestido de Noiva”. Atuou em “The Pillowman - O Homem Travesseiro” com direção de Bruno Guida e Dagoberto Feliz, “Bull” em codireção com Eduardo Muniz; “Incêndios” com direção de Aderbal Freire-Filho; “Ópera do Malandro, direção de Kleber Montanheiro; “In Extremis”, direção de Bruno Guida; “Fala comigo antes da Bomba Cair”, direção de Carla Candiotto; “Roque Santeiro, O Musical” com direção de Débora Dubois; “Carmen”, direção de Nelson Baskerville e “Consentimento” com direção de Hugo Possolo e Camila Turim. Dirigiu os espetáculos “Longo Adeus” de Tennessee Williams e “Bull” de Mike Bartlett e como cenógrafo já foi criador em mais de 20 montagens. BÁRBARA GUERRA - Produtora, atriz e coreógrafa, deixou sua marca em projetos de destaque, como "Summer - Donna Summer Musical" (Prêmio Bibi Ferreira de melhor coreografia), "Zorro, Nasce uma Lenda" (Prêmio Bibi Ferreira e Destaque Imprensa Digital de melhor coreografia), "Marrom - O Musical", "Iron - O Homem da Máscara de Ferro" e "Frozen in Concert".Conquistou o título de bicampeã no maior reality show de dança da televisão brasileira, "Dancing Brasil", atuando como coach e coreógrafa dos artistas Marcos Mion e Yudi Tamashiro. Sua versatilidade se estendeu à tela, onde atuou e coreografou a série "O Coro - Sucesso Aqui Vou Eu!" da Disney Plus, interpretando a personagem Cristina Davos. Com uma ampla relevância no cenário artístico, sua trajetória como produtora abrange espetáculos e exposições memoráveis, incluindo "Alegria Alegria - O Musical", "Zorro - Nasce uma Lenda", "Donna Summer O Musical", a peça "A Mentira", a exposição "Expodinos - O Maior Dinossauro do Mundo", "Frozen in Concert", "Elvis - A Musical Revolution" e "Tom Jobim Musical" NADJA NAIRA é profissional de teatro. Busca realizar uma pesquisa artística sintonizada com a dramaturgia e a cena contemporânea. Diálogos e colaborações criativas são seus focos de interesse. Transita entre a iluminação e a direção de performances cênicas: leituras encenadas, teatro, dança, shows musicais. Iluminadora há mais de 30 anos. Em 2015 recebeu o Prêmio APTR e o Prêmio Questão de Crítica de iluminação pela peça KRUM. Em 2012 recebeu o Prêmio Shell RJ de iluminação por Esta Criança; ganhou o Troféu Gralha Azul de iluminação em 2000 e 1999. Em 2015, participou da representação brasileira na Quadrienal de Praga. Ministra oficinas de Iluminação básica para teatro e Dramaturgia da Luz. Dramaturga ganhou em parceria com Marcio Abreu os Prêmios Shell RJ e APTR de Dramaturgia 2023 por Sem Palavras; assina o texto de PRETO em parceria com Grace Passô e Marcio Abreu, peças realizadas pela companhia brasileira de teatro. Em 2024 escreveu o prefácio para a publicação de Descartes com lentes, conto de Paulo Leminski, relançado pela editora curitibana Arte&Letra. Diretora de teatro dirigiu textos dos paranaenses Luci Collin, Nina Rosa Sá, Lígia Souza, Maíra Lour, Pablito Kucarz, Diego Fortes, Manoel Carlos Karam e Wilson Bueno. Atriz formada no Curso Superior de Artes Cênicas PUC/1993, em Curitiba, estreou em O Vampiro e a Polaquinha (1995), de Dalton Trevisan. Desde 2009 faz o solo Descartes com Lentes, texto de Paulo Leminski. Há 20 anos integra a companhia brasileira de teatro.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.