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PRONAC 2411952Projeto em execução - Encerrado prazo de captaçãoMecenato

Festival Colettiva Preta: Africanidades e Diálogos Potentes

RENATA DOS SANTOS CAETANO
Solicitado
R$ 404,9 mil
Aprovado
R$ 404,9 mil
Captado
R$ 405,1 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
04895728000180EQUATORIAL PARA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.1900-01-01R$ 405,1 mil

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreendedorismo Cultural
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
GO
Município
Goiânia
Início
2026-05-01
Término

Resumo

O 'Festival Colettiva Preta: Africanidades e Diálogos Potentes' é organizado pelo Ponto de Cultura de mulheres negras Colettiva Preta. Para esta edição, está prevista a organização de 7 edições da feira, a partir de junho de 2026, no último sábado e domingo de cada mês. O evento será organizado no Centro Cultural Martim Cererê, em Goiânia. Na feira, além das expositoras que fazem parte do coletivo e que vendem produtos diversos (trabalhos manuais ligado ao artesanato e a outras áreas da chamada economia criativa), em cada um dos 7 encontros, haverá atividades culturais e de formação (apresentações musicais, espetáculos de dança, eventos literários, oficinas). O festival é direcionado ao público em geral e tem como objetivo desenvolver atividades de democratização cultural e estimular a participação da comunidade na promoção da economia criativa e na amplificação da pluralidade da cultura negra. Há ações a serem desenvolvidas junto a dois Pontos de Cultura.

Sinopse

Nos anexos, apresentamos informações detalhadas sobre os festivais e as oficinas e demais contrapartidas. O arquivo se chama "Detalhamento técnico do Festival Colettiva Preta". Nele, ao contrário desta seção, no SALIC, é possível visualizar todas as informações referentes às feiras e ementas: além das tabelas, portfólio, ementas e cartas de anuência, não há limite de caracteres. O entendimento da proposta é, então, muito mais fácil do que "um breve resumo", como é solicitado nesta aba. - Feira 1 - Maio (Nossas Texturas Pretas) - de 30/05/2026 a 31/05/2026 - 2 dias- Feira 2 - Junho (Festliteratura) - de 27/06/2026 a 28/06/2026 - 2 dias- Feira 3 - Julho (A mão Pulsa) - de 27/07/2026 a 28/07/2026 - 2 dias- Feira 4 - Agosto (A cena é preta) - de 08/08/2026 a 09/08/2026 - 2 dias- Roda de Conversa Colettiva em rede - 11 de setembro de 2026 (Espaço Orum Aiyê Quilombo Cultural) e 18 de setembro de 2026 (Vera Cult Ponto de Cultura) - 1 dia em cada espaço- Apresentação ‘Conto de Cativeiro’ - 11 de setembro de 2026 (Espaço Orum Aiyê Quilombo Cultural) - 1 dia de atividade- Performance ‘Adobe’ - 28 de setembro de 2026 (Vera Cult Ponto de Cultura) - 1 dia de atividade - Feira 5 - Setembro (Vozes Pretas) - de 26/09/2026 a 27/09/2026 - 2 dias - Feira 6 - Outubro (Eu te vejo / Tela preta) - 24/10/2026 a 25/10/2026 - 2 dias - Feira 7 - Novembro (Ancestralidade e tecnologias) - de 28/11/2026 a 29/11/2026 - 2 dias

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar, na cidade de Goiânia, em 2026, edição do Festival Colettiva Preta: Africanidades e Diálogos Potentes. Objetivos Específicos: Realizar 7 edições, cada evento tem um tema específico: - Realizar a edição 'Nossas texturas pretas' do Festival Colettiva Preta (1ª edição); - Realizar a edição 'Julho das pretas (festliteratura)' do Festival Colettiva Preta (2ª edição); - Realizar a edição 'A mão pulsa' do Festival Colettiva Preta (3ª edição); - Realizar a edição 'A cena é preta' do Festival Colettiva Preta (4ª edição); - Realizar a edição 'Vozes pretas' do Festival Colettiva Preta (5ª edição); - Realizar a edição 'Eu te vejo - Tela preta' do Festival Colettiva Preta (6ª edição); - Realizar a edição Ancestralidade e tecnologia do Festival Colettiva Preta (7ª edição); - Realizar uma oficina, de nome 'Empreendedorismo Social e Impacto Socioambiental'; - Realizar uma oficina , de nome 'Oficina de Gastronomia Afro-brasileira'; - Realizar uma oficina, de nome 'Mulheres Negras na Economia Criativa'; - Realizar uma oficina, de nome 'Oficina de Artesanato Afro-brasileiro'; - Realizar uma oficina, de nome 'Painel: Cultura e Identidade Negra em Goiás'; - Realizar uma oficina, de nome 'Danças Afro-brasileiras'; - Realizar uma oficina, de nome 'Afroempreendedorismo e Inclusão Financeira'; - Realizar duas rodas de conversa 'Colettiva em rede: Fortalecendo Mulheres Negras e Periféricas', no Ponto de Cultura Vera Cult e no Ponto de Cultura Orum Aiyê Quilombo Cultura (contrapartida social); - Realizar sessão de filmes vencedores do Favera Festival, mostra de filmes do Vera Cult, no no Ponto de Cultura Vera Cult; - Apresentar o espetáculo de dança contemporânea 'Adobe', no Ponto de Cultura Vera Cult; - Realizar uma apresentação do espetáculo 'Contos de Cativeiro', no Ponto de Cultura Orum Aiyê Quilombo Cultural;

Justificativa

Para a Justificativa, é necessário apresentar a história da Colettiva Preta: 1. Rede de afetoA Colettiva Preta é uma iniciativa goiana. Surgiu em 2021 a partir da realização de seis edições da "Feira das Pretas+", idealizada por Renata Caetano. Trata-se de um grupo de mulheres negras e periféricas que propõe ações e iniciativas para criar e fortalecer empreendimentos deste grupo de mulheres. Até hoje, as ações do coletivo impactaram 28 empreendimentos, com geração de renda, autonomia e empoderamento, além de promover ações inclusivas, sustentáveis, retornando produtos culturais à sociedade. [Em janeiro de 2022, surgiu um grupo que começou a liderar as ações e passos da iniciativa (grupo gestor). Com isso, surgiu a Colettiva Preta, oriunda do resultado do encontro de 2021]. Estruturada enquanto associação sem fins lucrativos, a organização possui a sua "missão", a sua "visão" e os seus "valores". A missão diz respeito ao fortalecimento e a promoção de empreendimentos "liderados por mulheres negras, atuando em seus lugares múltiplos nas comunidades de terreiros tradicionais, quilombolas, indígenas, LBTQIAPN+, imigrantes e periféricos", em ações socioambientais e culturais. A visão com o reconhecimento e a consolidação do coletivo enquanto primeira organização do estado de Goiás a desenvolver "empreendimentos e iniciativas de impacto socioambientais e culturais liderados por mulheres negras". Os valores da Colettiva Preta se pautam em solidariedade, circularidade, bem viver, aquilombamento e afrocentralidade. Hoje, o grupo atua na realização do "Festival Colettiva Preta" (7ª ed.); ações em defesa de direitos (oficinas, rodas de conversa, luta antirracista); formação de rede de apoio (instituições, grupos, coletivos ligados a produção cultural periférica, movimentos sociais, de mulheres negras) e produção audiovisual como registro de memória. Desde 2022, 32 empreendedoras participaram de ações promovidas. Destas, 23 continuam atuando ativamente, em rede. 2. Festival Colettiva Preta As cidades convivem com variadas formas de apropriação do espaço público, tendo em vista os usos hegemônicos e não hegemônicos do espaço habitado. Para entender os porquês, a importância da realização deste evento, é necessário evidenciar as formas de atividades econômicas ocupacionais que existem, hoje, no Brasil: país capitalista, periférico e dependente. Milton Santos é um dos maiores intelectuais brasileiros. Baiano, preto, doutor em Geografia e exilado pela Ditadura Militar, as suas sistematizações o levaram a refletir sobre o processo de urbanização dos países subdesenvolvidos e sobre os diferentes tipos de atividades econômicas ocupacionais existentes nestes locais. Para o autor, ao analisar o processo de modernização e a chamada "pobreza urbana", seria possível e necessário dividir o espaço urbano em dois circuitos econômicos, que convivem de maneira interdependentes. Se de um lado há o "circuito superior", que para Milton Santos está relacionado às atividades econômicas ditas "modernas", vinculadas à acumulação do capital, à existência dos grandes conglomerados, bem como pelo uso de tecnologia de ponta, do outro há o "circuito inferior" da economia, que se utiliza de tecnologia pouco sofisticada e vincula-se ao comércio das classes médias e populares, que garante a sobrevivência destes atores sociais. As feiras livres, às quais possuem uma importância cultural antiga, no Brasil, tiveram origem ibérica, trazidas de Portugal, no período da colonização. Atualmente, revelam-se como práticas cotidianas de trabalho, inseridas no âmbito do circuito inferior da economia urbana, como definido por Milton Santos, e que vivenciam a marginalização do poder público, na medida em que são qualificadas como "antiquadas", "obsoletas" e "anacrônicas", por não estarem em compasso com a mundialização da economia. Porém, ainda possuem representatividade no universo urbano e devem ser reconhecidas e valorizadas, na medida em que mpulsionam práticas de trabalho de grupos populares, e, desta forma, relacionadas ao exercício da resistência cultural e da territorialidade por parte destes atores sociais. Nesta perspectiva, parte-se do pressuposto de que as feiras livres, para além da comercialização, devem ser pensadas enquanto espaços educativos e pedagógicos não formais de aprendizagem, que revelam a dimensão educativa das cidades e da relação do trabalho com a formação humana, nos quais trabalhadores criam e recriam diferentes saberes do trabalho. As feiras configuram-se enquanto importantes locais de encontros, de tradições e de práticas com sentidos e significados nas trajetórias das pessoas. A cidade é cultura, criação. Não só pelo que é feito nela e dela, mas também pelo que é criado. Voltando às feiras, agora no contexto das muitas cidades brasileiras, estas ainda apresentam no universo contemporâneo papéis fundamentais na geração de renda, na promoção da segurança alimentar, da agricultura familiar, da sociabilidade, da identidade cultural e de construção de territorialidades. 3. Mulheres negras empreendedoras Em pesquisa, o SEBRAE e a FGV descobriram que as mulheres empreendedoras negras foram as mais afetadas pela pandemia (negócios dirigidos ou coordenados por mulheres negras), com as maiores interrupções (36%). Quanto ao porte dos negócios, 72% das negras afirmaram ser MEI. Quanto ao acesso ao crédito, a pesquisa mostrou que as mulheres negras foram as que mais tiveram o crédito bancário negado (58%) e as que menos buscaram (41%). Em relação aos valores, as mulheres negras foram as que menos solicitaram, entre R$ 5 mil e R$ 10 mil. Nesta faixa de crédito, correspondem a 24% (mulheres brancas, 17%). Os dados representam desafios atuais e históricos enfrentados pelas mulheres negras no Brasil. Situações reais, enfrentadas, inclusive, pelas mulheres que compõem a Colettiva Preta. A inserção da mulher preta no mercado de trabalho é um caminho de dores. Como escreveu Clara Marinho Pereira, a escravização deixou marcas em nosso trabalho, as quais perpassam pelo 1) início precoce e saída tardia do mercado de trabalho; 2) desemprego elevado; 3) concentração em ocupações subordinadas; 4) bloqueios à competição por posições com maiores remunerações e prestígio e, então, baixo retorno em relação ao avanço da escolaridade; 5) ameaças constantes de rebaixamento e expulsão provocadas por mudanças sócio-econômicas; 6) mudanças no ciclo de vida ou 7) pelo racismo direto. Tal contexto mostra a potência do Festival Colettiva Preta. Por meio da Lei Rouanet, um incentivo federal que tem como objetivo a redução das desigualdades sociais e regionais, o projeto vai articular produção artística e ações formativas, descentralizando a cultura e gerando oportunidades para grupos marginalizados e para a comunidade. No fim, efetivará a conquistas de direitos sociais. As ações deste projeto produzirá mudanças substantivas à geração que está no mercado da "economia criativa", bem como criará mudanças estruturais nass futuras gerações.Pois, como escreveu Renata Caetano (citando Angela Davis), artista e mulher preta, idealizadora da Colettiva Preta, à frente deste grupo de mulheres, resistências existirão, afinal, "quando a mulher negra se movimenta, toda a estrutura da sociedade se movimenta com ela (...) Contrariando o caminho da desesperança, reverberamos nossa potência e generosidade por todos os cantos." Para finalizar, conforme determinação do Salic, acreditamos que o projeto se enquadra nos seguintes princípios (1) do Plano Nacional de Cultura (PNC): I; II; III; IV; VI; VIII; XI.Quanto aos objetivos (1), acreditamos que este projeto coaduna com os: I;III;V; VII; IX; X; XII; XIII(1) Diante da limitação de caracteres, não descrevemos os incisos, apenas os citamos, no texto.

Estratégia de execução

JUSTIFICATIVA PARA READEQUAÇÃO DOS VALORES DO PROJETOEm atenção à fase de readequação da proposta, conforme previsto na Instrução Normativa MinC nº 23/2025, a proponente vem, por meio desta, apresentar a justificativa para a adequação orçamentária do projeto Festival Colettiva Preta – Africanidades e Diálogos Potentes, considerando a captação parcial dos recursos originalmente aprovados.O projeto foi aprovado com valor total de R$ 559.262,55, conforme registrado no SALIC. No entanto, após o período regular de captação, foi possível captar apenas parte desse montante, correspondente a aproximadamente 70% do valor originalmente aprovado, por meio de patrocínio obtido junto a um programa nacional de incentivo cultural. Dessa forma, tornou-se necessária a readequação financeira da proposta, com vistas à sua viabilização concreta e responsável.Ressalta-se que, historicamente, projetos culturais realizados na Região Centro-Oeste — especialmente no estado de Goiás — enfrentam maiores desafios de captação por meio da Lei Rouanet, em razão da concentração de patrocinadores e investimentos culturais nas regiões Sudeste e Sul do país. Tal desigualdade estrutural impacta diretamente iniciativas culturais desenvolvidas fora dos grandes centros econômicos, mesmo quando apresentam relevância artística, impacto social comprovado e aderência às políticas públicas culturais.Diante desse cenário, a participação em um edital nacional de patrocínio tornou-se a única alternativa viável para viabilizar a execução do projeto. A captação realizada, ainda que inferior ao valor originalmente aprovado, representa uma oportunidade concreta de assegurar a realização do Festival Colettiva Preta, garantindo sua continuidade, seu impacto social e o atendimento ao público historicamente beneficiado por suas ações.Assim, optou-se por adequar o projeto ao montante efetivamente captado, promovendo ajustes proporcionais nos valores dos cachês, serviços e estruturas previstas, sem descaracterizar os objetivos centrais, o escopo artístico-cultural, nem os compromissos sociais assumidos junto às comunidades atendidas. A readequação foi realizada de forma responsável, priorizando:- a manutenção das ações formativas, artísticas e de fruição cultural;- a valorização do trabalho de artistas, produtoras e profissionais envolvidos, ainda que com valores ajustados à nova realidade orçamentária;- a preservação do caráter gratuito, acessível e inclusivo do projeto;- a execução integral das atividades previstas, ainda que com redimensionamento financeiro.Ressalta-se que a presente readequação não implica supressão dos objetivos, da proposta conceitual ou do impacto sociocultural do projeto, mas sim uma adequação técnica, financeira e operacional, em consonância com os princípios da razoabilidade, economicidade e eficiência previstos na Instrução Normativa nº 23/2025.Por fim, destaca-se que a execução do projeto, mesmo em cenário de captação parcial, reafirma o compromisso da proponente com a democratização do acesso à cultura, o fortalecimento de iniciativas protagonizadas por mulheres negras e periféricas e a descentralização dos recursos públicos de fomento cultural, objetivos plenamente alinhados às diretrizes da política cultural nacional.

Especificação técnica

Nos anexos, apresentamos informações detalhadas sobre os festivais e as oficinas e demais contrapartidas. O arquivo se chama "Detalhamento técnico do Festival Colettiva Preta". Nele, ao contrário desta seção, no SALIC, é possível visualizar todas as informações referentes às feiras e ementas: além das tabelas, portfólio, ementas e cartas de anuência, não há limite de caracteres. O entendimento da proposta é, então, muito mais fácil do que "um breve resumo", como é solicitado nesta aba. - Feira 1 - Maio (Nossas Texturas Pretas) - de 30/05/2026 a 31/05/2026 - 2 dias- Feira 2 - Junho (Festliteratura) - de 27/06/2026 a 28/06/2026 - 2 dias- Feira 3 - Julho (A mão Pulsa) - de 27/07/2026 a 28/07/2026 - 2 dias- Feira 4 - Agosto (A cena é preta) - de 08/08/2026 a 09/08/2026 - 2 dias- Roda de Conversa Colettiva em rede - 11 de setembro de 2026 (Espaço Orum Aiyê Quilombo Cultural) e 18 de setembro de 2026 (Vera Cult Ponto de Cultura) - 1 dia em cada espaço- Apresentação ‘Conto de Cativeiro’ - 11 de setembro de 2026 (Espaço Orum Aiyê Quilombo Cultural) - 1 dia de atividade- Performance ‘Adobe’ - 28 de setembro de 2026 (Vera Cult Ponto de Cultura) - 1 dia de atividade - Feira 5 - Setembro (Vozes Pretas) - de 26/09/2026 a 27/09/2026 - 2 dias - Feira 6 - Outubro (Eu te vejo / Tela preta) - 24/10/2026 a 25/10/2026 - 2 dias - Feira 7 - Novembro (Ancestralidade e tecnologias) - de 28/11/2026 a 29/11/2026 - 2 dias Oficina 1: Empreendedorismo social e impacto socioabiental; carga horária: 2 horas; número de vagas: 30 participantes (descrição detalhada na ementa anexada ao SALIC) Oficina 2: Oficina de gastronomia afrobrasileira; carga horária: 4 horas; número de vagas: 20 participantes (descrição detalhada na ementa anexada ao SALIC) Oficina 3: Mulheres negras na Economia criativa; carga horária: 2 horas; número de vagas: 50 participantes (descrição detalhada na ementa anexada ao SALIC) Oficina 4: Oficina de artesanato afrobrasileiro; carga horária: 4 horas; número de vagas: 15 participantes (descrição detalhada na ementa anexada ao SALIC) Painel: Cultura e identidade negra em Goiás; carga horária: 2 horas; número de vagas: 100 participantes (descrição detalhada na ementa anexada ao SALIC) Oficina 6: Danças Afro-brasileiras; carga horária: 3 horas; número de vagas: 30 participantes (descrição detalhada na ementa anexada ao SALIC) Oficina 7: Afroempreendedorismo e inclusão financeiraicina; carga horária: 2 horas; número de vagas: 50 participantes (descrição detalhada na ementa anexada ao SALIC)

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICA O espaço cultural Martim Cererê é um local com acessibilidade estrutural: banheiros acessíveis, local para circulação de pessoas com cadeiras de rodas, reserva no estacionamento para pessoas idosas e com deficiência, rampas etc (as informações foram retiradas do próprio site do Governo de Goiás). ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO O projeto também trabalha com acessibilidade cultural, do tipo comunicacional: a Interpretação em Libras (Ajuda Técnica). As libras serão usadas na abertura oficial solene, na edição de junho, de nome “Nossas texturas pretas”. Outra forma de Acessibilidade Comunicacional (FUNARTE, 2023, s.p) será usada durante as atividades de divulgação, nas: #PraCegoVer (forma educativa e inclusiva que permite que pessoas com deficiência visual, que estão nas redes sociais, possam ser integradas e interagir, nas redes, aos conteúdos); Texto alternativo descritivo para usuários que utilizam programas especiais para leitura de tela. Sinalização, nos materiais produzidos para divulgação, que, no projeto, há medidas de acessibilidade (intenção de sensibilizar o público geral para a questão e para a importância de incluir tais grupos às atividades culturais produzidas na cidade). É possível afirmar que o projeto também trabalha com o conceito de "Acessibilidade atitudinal" (FUNARTE, 2023): para a formulação deste projeto, houve o contato com diferentes mulheres pretas, as quais ajudaram a contruir, de forma coletiva, as atividades e as contrapartidas do projeto; nas Redes Sociais, faremos discussão sobre questões ligadas à deficiência, à acessibilidade, à inclusão e à produção cultural; Há diversidade na composição da equipe técnica (mulheres, mulheres pretas, mulheres LGPTQIAPN+ e daremos prioridade à contratação de pessoas destes grupos.

Democratização do acesso

Nenhuma ação desenvolvida durante o projeto será comercializada.O projeto apresentará as seguintes atividades: Sete (7) edições da Feira Colettiva Preta, de maio a novembro de 2026, com estimativa de público de 7 mil pessoas em todas as edições. Sete (7) oficinas, de maio a novembro de 2026, com estimativa de público de 400 pessoas, para todas as oficinas. Duas (2) rodas de conversa ‘Colettiva em rede’, no espaço Espaço Cultural Orum Aiyê Quilombo Cultural, com expectativa de 30 pessoas por encontro. Uma (1) Apresentação da peça teatral ‘Contos de Cativeiro’, no Espaço Cultural Orum Aiyê Quilombo Cultural, com expectativa de 30 pessoas. Uma (1) apresentação do espetáculo ‘Adobe’, no Ponto de Cultura Vera Cult Ponto de Cultura, com expectativa para 40 pessoas. Todas essas ações serão gratuitas.

Ficha técnica

1. Renata dos Santos Caetano (Representante Legal; Coordenação Geral): Nascida em Goiânia, Renata é formada em história pela UFG e cadastrada na Rede Globo de Televisão e no Centro de Informação e Documentação dos Atores Negros (Cidan). Iniciou no teatro em 1993 e atua como arte educadora desde 2000. De 1996 a 2001 integra o Grupo Solo de Dança. Em 2022, apresentou o espetáculo 'Lições de Motim' na França, no Festival Internacional de Avignon. Nos anos 2018/2019, foi coordenadora das duas primeiras edições do projeto 'Foco in Cena', ação de formação de professores e alunos, a convite do Instituto Votorantim, no pólo Niquelândia. No projeto, Renata dos Santos Caetano tem a função de coordenar todas as demais funções para a organização do festival. 2. Erika Pereira dos Santos (Coordenação Executiva) - Atua com empreendedorismo social, gestão cultural. Possui experiência na elaboração de projetos socioambientais, culturais, oferece assessoria, consultoria de impacto positivo (...) Criadora do Atelier Njinga Moda Afro, administra e elabora produção de moda sustentável, responsável, no fortalecimento e valorização da estética e africanidades brasileiras (Na planilha orçamentária, "Coordenador técnico") 3. Lavínia de Sousa Almeida Mendes (Coordenação de monitoramento e de relatório, Anfitriã, Expositora): escritora, artista, revisora e educadora. Idealizadora e coordenadora da iniciativa Cria Gueto Cria. Gestora e Conselho Fiscal da Associação Colettiva Preta. Mestranda em Ensino-Aprendizagem em Geografia pela UFG. 5. Luciana Caetano (Coordenação de produção, Anfitriã, Apresentação artística/ Adobe): bailarina, coreógrafa, professora de Dança e especialista em Pilates, membro do Fórum de Dança de Goiânia, membro do Colegiado Nacional de Dança. Diretora, coreógrafa residente e fundadora do Grupo Solo de Dança e do Grupo Contemporâneo de Dança. 6. Bruna Leandro Nunis Moreno (Produção administrativa) - É coordenadora financeira, bailarina e produtora cultural. Na produção cultural, iniciou seus trabalhos em 2015. Atualmente, desenvolve projetos culturais e realiza a produção administrativa em conjunto à Taboo Produções e à Catavento Companhia Circense e à Tupi Filmes. ‘Cartas do Vô Bidu’, espetáculo ‘Hi.a.to’, Goiás Tattoo Festival, Go Art, Núcleo de Formação Avançada para Artistas de Circo (NUFAAC) etc são alguns dos projetos em que trabalha. 7. João Moreno Lima Neto (Produção Executiva) - João Moreno Lima Neto é jornalista, formado pela PUC-Goiás. No âmbito da Cultura, já trabalhou como 1) assistente de produção; 2) assessor de Comunicação e 3) redator de projetos culturais. A partir de 2023, passou a desenvolver o trabalho de 4) produtor executivo. Atualmente, desenvolve e escreve projetos culturais em conjunto à Taboo Produções, à Catavento Companhia Circense, à Tupi Filmes e à artista Renata Caetano. Lei Goyazes, Fundo de Apoio de Arte e Cultura de Goiás (FAC); Funarte - Ações Continuadas; Lei Paulo Gustavo e Lei Rouanet foram alguns dos editais aos quais foram submetidos e aprovados trabalhos em 2023. Goiás Tattoo Festival; Go Art 2023; a criação do espetáculo circense infantil Cartas do Vô Bidu; a circulação do espetáculo de circo Hi.a.to; e a quarta edição do Núcleo de Formação Ampliada para Artistas de Circo (NUFAAC); ‘Tarzan de Castro - Adaptação para cinema do ‘Vidas, Lutas e Sonhos’, ‘30 ANOS DE MECHANICS! Circulação Nacional’ são alguns dos projetos, resultados dessas parcerias, que foram aprovados e executados em 2023 (e em 2024). Na retomada da Tupi Filmes, assumiu o papel de produtor executivo em projetos aprovados na Lei Paulo Gustavo Estadual: ‘Manutenção da Produtora Tupi’ e ‘Na trilha da vida’ (curta-metragem). 8. Marcelo Marques (Espetáculo 'Contos de Cativeiro'): Prof.MS, Artista circense, Personal Circus e afro-empreendedor. Trabalho qualidade de vida e bem estar através do circo.

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$405.116,03 em 23/03/2026.

2026-12-31
Locais de realização (2)
Aparecida de Goiânia GoiásGoiânia Goiás