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PRONAC 2411954Expirado o prazo de captação totalMecenato

A MÃE ESSÊNCIA

FRANCISCO LUIZ JEANNINE ANDRADE CARNEIRO
Solicitado
R$ 2,64 mi
Aprovado
R$ 2,64 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-04-01
Término
2026-04-30
Locais de realização (17)
Jacobina BahiaSalvador BahiaCrato CearáFortaleza CearáSobral CearáBrasília Distrito FederalSão Luís MaranhãoBelo Horizonte Minas GeraisCuritiba Paraná

Resumo

O Projeto "A MÃE ESSÊNCIA" é um espetáculomusical inspirado na música e estética armorial do compositor Antonio Madureira, o mais importante compositor do movimento criado pelo escritor paraibano Ariano Suassuna. Antonio Madureira é homengeado pela cantora e bailarina Letícia Torança e o grupo Aralume, integrado pelo pesquisador Francisco Andrade e importantes músicos brasileiros. O espetáculo "A MÃE ESSÊNCIA" tem duração de 80 minutos, unindo música instrumental, canto da poesia e imagens de um Ser tão Brasil. Tecendo as vozes de um mosaico nordestino do além-mar e dos brasis de dentro, o espetáculo apresenta a ressonância e pluralidade de imagens e sonoridades que formam as culturas brasileiras pela lente de Antonio Madureira. Prevê a circulação em 17 cidades, contemplando as regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste.

Sinopse

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: LIVRE (sugerido crianças à partir de 10 anos) A cantora LETICIA TORANÇA juntamente com o grupo ARALUME, integrado por Francisco Andrade, na viola brasileira e violão, Renan Rezende, na flauta transversal, João Linhares, no violoncelo e Viktor Makeba, na percussão, apresentam o espetáculo musical A MÃE ESSÊNCIA, com repertório inspirado na música e estética armorial criada por Antonio Madureira que, segundo o escritor paraibano criador do movimento armorial, Ariano Suassuna, é o principal compositor do movimento e quem melhor traduziu suas ideias em música. Além de novos arranjos de Excelência, de Antonio Madureira e letra de Ariano Suassuna, Louvação, de Antonio Madureira e letra de Assis Lima e Ronaldo de Brito, e de parte instrumental como o Toque dos Orixás e o Toque dos Encantados, A MÃE ESSÊNCIA propõe a transcendência do armorial na música de muitos brasis. Caicó e Canto do Pagé, de Heitor Villa-Lobos e O Amor Daqui de Casa, de Gilberto Gil, recebem uma nova roupagem dentro da estética armorial. Mas, também está presente a poesia do poeta mineiro-paraibano, Gildes Bezerra, em Cantá, momento que anuncia a chegada do canto no espetáculo. “A MÃE ESSÊNCIA” une música instrumental, canto da poesia e imagens de um Ser tão Brasil. Tecendo as vozes de um mosaico nordestino do além-mar e dos brasis de dentro, oferecendo a ressonância e pluralidade de imagens e sonoridades que formam as culturas brasileiras do universo encantado do escritor Ariano Suassuna. O espetáculo inspirado e intitulado por Antonio Madureira quando curador musical do projeto Exposição Armorial - 50 Anos, realizado no CCBB - BH, nasce da poesia ‘Amanhecência’, de Stella Leonardos. O espetáculo tem a Direção Artística de Leticia Torança e Francisco Andrade, Direção Musical de João Linhares, Direção Cênica de Ricardo Canella. A apresentação tem duração de aproximadamente 80 minutos. O espetáculo A Mãe Essência estreou em 2022 no Centro Cultural Banco do Brasil, em Belo Horizonte, MG, em 2022 e circulou em alguns palcos como Sala Wladimir Carvalho, em João Pessoa, PB, Teatro Municipal de Campina Grande, PB e Teatro Ariano Suassuna, em Recife, PE, SESC Guarulhos, SP e Teatro do SESC Pompeia em São Paulo, SP. Antonio José Madureira, um dos maiores compositores brasileiros ainda vivo, atualmente mora na cidade do Recife. Zoca, como é chamado pelos seus amigos mais próximos, enfrenta corajosamente a doença de Parkinson. A Mãe Essência é uma homenagem a este compositor que inspira este trabalho. Antonio é potiguar, da cidade de Macau – RN. Compositor, regente, violonista, violeiro e pesquisador da cultura popular brasileiras. No final dos anos 1960 muda-se para a cidade do Recife – PE. Na Escola de Belas Artes da capital pernambucana, recebe a formação de músico violonista pelas mãos de José Carrión. O encontro com o escritor e professor paraibano Ariano Suassuna, em 1971, no contexto do movimento armorial, abriu caminho para a estruturação da carreira profissional do jovem compositor. À frente do Quinteto Armorial (1972-1981), pela gravadora discos Marcus Pereira (1974-1981), gravou os discos Do Romance ao Galope Nordestino (1974) e Aralume (1976), ambos premiados pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), e Quinteto Armorial (1978) e Sete Flechas (1980). Ainda pela mesma gravadora, na área da pesquisa, produziu os discos Instrumentos Populares do Nordeste (1976) e Frevo de Bloco (1979). Em 1975, Ariano Suassuna ocupou o cargo de Secretário de Cultura e Educação da cidade do Recife e Antonio Madureira passou a integrar o Conselho Municipal de Cultura. Nesse contexto foi criada a Orquestra Romançal Brasileira (1975-1978) com Madureira à frente dos trabalhos como regente e compositor. Essa é a fase de criação do concerto “Toque pra marimbau e orquestra”, registrado em LP, subsidiado pela mesma Secretaria em 1977. Com o fim do Quinteto Armorial, em 1981, Antonio Madureira, passa a atuar como violonista e compositor, gravando dois discos independentes para violão solo, 1982 e 1986. Nesse período, pela gravadora Eldorado, dedica-se à composição infantil, com destaque ao disco Baile do Menino Deus, em parceria com Ronaldo Correia de Brito e Assis Lima. O disco se transformou em Auto de Natal, e desde os anos 1990 vem sendo encenado no marco zero da cidade do Recife Antigo. Nesse período dos anos 80, a produção musical transita entre o Balé, Teatro e Cinema, com destaque para a trilha original do compositor para a versão do Auto da Compadecida de 1987, dirigida por Roberto Farias e com elenco dos Trapalhões. Dos idos de 1994 a 1998, com Ariano Suassuna ocupando a Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco, Antonio Madureira cria o Quarteto Romançal, gravando dois CD’s Quarteto Romançal (1997) e Tríptico No Reino da Ave dos Três Punhais (2000). Dessa produção destacam-se, no universo da música instrumental ou na música de câmara brasileira, as suítes Retreta, Toque dos Encantados e Toque dos Orixás. A produção musical de Antonio Madureira é vasta e enigmática como a cultura brasileira, tão diversa em sua unidade continental e tão pouco conhecida em um mundo que tenciona a homogeneizar e padronizar os sentidos. Sua música possibilita conexões entre a nossa ancestralidade e o nosso futuro, propõe uma outra escuta de nós mesmos, um olhar para outra margem do erudito e popular e lança luz àquilo que procuramos compreender como música brasileira. Por tudo isso, Antonio Madureira é o inspirador e curador do espetáculo cênico musical A Mãe Essência. Através de um verdadeiro intercâmbio artístico e cultural, este espetáculo busca difundir a estética e obra de Antonio Madureira, a qual reflete e revela a sua extensa pesquisa na cultura popular, nos mestres dessa cultura do sertão. Trazer a conhecimento do grande público de todas as idades e classes sociais a fim de inspirar o refinamento do intelecto e da alma humana, a partir da apresentação da música brasileira, renovando, agregando valor e reafirmando o sentimento de pertencimento e enraizamento da sua cultura é a contribuição que nos propomos realizar.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar a circulação com entrada gratuita do espetáculo musical "A MÃE ESSÊNCIA" que tem duração de 80 minutos, e é inspirado na música e estética armorial do compositor Antonio Madureira, em 17 cidades brasileiras contemplando a região sul, sudeste, centro-oeste e nordeste. Obejtivo Específico: - Executar 17 apresentações do espetáculo musical "A MÃE ESSÊNCIA"; - Realizar espetáculos de aproximadamente 80 minutos; - Circular em 17 cidades brasileiras; - Contemplar 10 cidades da região nordeste (João Pessoa, PB, Campina Grande, PB, Recife, PE, Natal, RN, Fortaleza, CE, Crato, CE, Sobral, CE, Salvador. BA, Jacobina, BA e São Luis do Maranhão, MA), uma na região centro-oeste (Brasília, DF), três na Região Sul do Brasil (Porto Alegre, RS, Rio Grande, RS e Curitiba, PR) e três cidades na região sudeste (Belo Horizonte, MG, Rio de Janeiro, RJ e São Paulo, SP); - Registrar toda a circulação do espetáculo, incluindo making-off e testemunho do público; - Publicar em canais do youtube os registros de video; - Oferecer 100% de gratuidade do ingresso para as pessoas assistirem as apresentações.

Justificativa

No início dos anos 1970, nascia em Recife um movimento cultural liderado pelo dramaturgo, romancista, poeta e professor de cultura brasileira, filosofia e estética da faculdade de filosofia da Universidade Federal de Pernambuco, Ariano Suassuna, o Movimento Armorial. O movimento liderado pelo escritor paraibano, nasceu em um contexto coletivo de anseio de participação cultural, no sentido de se repensar o Nordeste como espaço para novas possibilidades de criação estética e tinha como perspectiva a interpretação da tradição das culturas brasileiras na invenção de uma ideia de Brasil, ligada às manifestações da cultura popular. Nesse cenário, a música foi um dos campos mais fecundos para a pesquisa e a criação armorial, e teve grande repercussão na trajetória do movimento. Contou com a experiência de grandes nomes como Cussy de Almeida, Capiba, Clóvis Pereira, Guerra Peixe, Jarbas Maciel entre outros compositores de referência da época. Mas, um encontro que mudou o curso da história aconteceu em 1971, quando Ariano Suassuna conhece o jovem músico e compositor, estudante de arquitetura da UFPE, Antonio José Madureira. No contexto do movimento armorial, esse encontro abriu caminho para a estruturação da carreira profissional do jovem compositor Antonio Madureira. À frente do Quinteto Armorial (1972-1981), pela gravadora discos Marcus Pereira (1974-1981), gravou os discos Do Romance ao Galope Nordestino (1974) e Aralume (1976), ambos premiados pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), e Quinteto Armorial (1978) e Sete Flechas (1980). Ainda pela mesma gravadora, na área da pesquisa, produziu os discos Instrumentos Populares do Nordeste (1976) e Frevo de Bloco (1979). De 1975 em diante, Madureira esteve à frente de vários trabalhos como regente e compositor, gravando discos independentes, participando em produções musicais entre o Balé, Teatro e Cinema. Em junho de 2011, o escritor Ariano Suassuna, realiza uma de suas aulas espetáculo, no Teatro Lauro Gomes, na cidade de São Bernardo, na grande São Paulo. É quando Francisco Andrade tem o encontro com o escritor, com a apresentação musical de abertura da aula espetáculo, com o Quarteto Pererê, grupo de música instrumental que integrava. Desse encontro, nasce o interesse pela música armorial e o início de sua pesquisa. Em 2014, Francisco ingressa no mestrado no Instituto de Estudos Brasileiros _ IEB, da USP, em São Paulo, com a pesquisa Quinteto Armorial _ Timbre, Heráldica e Música. Nesse mesmo ano, Francisco Andrade e Leticia Torança fazem sua primeira viagem à cidade do Recife quando visitam a casa de Antonio Madureira para a primeira entrevista de pesquisa do mestrado. Desse primeiro encontro, a relação de confiança e amizade deu frutos e, após a conclusão do mestrado, Francisco foi convidado pelo próprio Antonio Madureira e pelo professor e violeiro Ivan Vilela a escrever a obra Antonio Madureira Armorial, Histórias e Partituras, publicada em três volumes pelo Instituto Çarê e a Editora Letra da Cidade. Em 2020, Francisco Andrade ingressa no doutorado na Universidade Federal da Paraíba - UFPB, agora com a pesquisa Mosaico Nordestino _ o Armorial do Brasil de dentro na obra de Antonio Madureira. E, juntamente com Leticia Torança e a filha, transferem a sua residência para a cidade de João Pessoa, PB. Em 2021, Antonio Madureira, então curador de música do Projeto Exposição Armorial 50 Anos, faz o convite a Francisco Andrade para criar um espetáculo de música armorial com um diferencial, que nesse espetáculo se trouxesse o canto, na voz da cantora Leticia Torança. A partir disso, Francisco Andrade e Leticia Torança criam a ideia desse espetáculo trazendo não só a música instrumental e cantada, mas também o movimento do balé em cena, da projeção de imagens em grande telão ao fundo do palco e a interpretação cênica de música e poesia. E nesse caldeirão de ideias, Madureira lhes apresenta a obra Amanhecência, da poetiza Stella Leonardos, com o último poema de mesmo nome, o que inspirou um título. E, assim, nasceu o espetáculo A Mãe Essência, estreado em fevereiro de 2022, no teatro do Centro Cultural do Banco do Brasil, em Belo Horizonte, MG A produção musical de Antonio Madureira é vasta e enigmática como a cultura brasileira, tão diversa em sua unidade continental e tão pouco conhecida em um mundo que tenciona a homogeneizar e padronizar os sentidos. Sua música possibilita conexões entre a nossa ancestralidade e o nosso futuro, propõe uma outra escuta de nós mesmos, um olhar para outra margem do erudito e popular e lança luz àquilo que procuramos compreender como música brasileira. O espetáculo A Mãe Essência vem sendo uma porta-voz como meio de projeção dessa música e desse compositor brasileiro. Considerando a importância dessa música que não está ainda na grande mídia, a qual traz o retrato de um Brasil recôndito e pulsante e, a importância de que as novas gerações conheçam a cultura desse Brasil, o presente projeto propõe a circulação desse espetáculo, de forma gratuita, pra que o maior número possível de pessoas dos Estados das Regiões Norte e Nordeste tenha contato com essa música e estética que também formam o caldeirão cultural brasileiro. Devido a sua magnitude e o impacto que pretende gerar, é de extrema importância a utilização do mecanismo de incentivo à cultura. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressos no art. 1° da Lei 8.313, sendo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País.O projeto também se enquadra perfeitamente nos objetivos do art. 3° da mesma Lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Considerando tratar-se de um projeto de itinerância artísitica nas Regiões Nordeste, Centro Oeste, Sul e Sudeste do país, verifica-se que enquadra-se no parágrafo 5° do Art. 7º da Instrução Normativa n° 1 de 10.04.2023: 5º Limitado ao valor da carteira, aplica-se o valor máximo de R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais) por projeto de: I - inclusão da pessoa com deficiência, educativos em geral, prêmios e pesquisas; II - óperas, festivais, concertos sinfônicos, desfiles festivos, corpos estáveis e os espetáculos artísticos com itinerância mínima em 2 (duas) regiões; O projeto "A Mãe Esssência" valoriza a cultura nacional, considerando suas várias matrizes e formas de expressão através da estética armorial e contribui para a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais por meio da circulação deste espetáculo em localidades pouco visitadas por produtos culturais desta natureza. Contudo, prioriza o produto cultural originário do nosso País, uma vez que este espetáculo apresenta um repertório de compositores brasileiros como Antonio Madureira e Heitor Villa-Lobos, dois dos mais importantes, dentre outros nomes de relevância na música brasileira.

Especificação técnica

O espetáculo tem duração aproximada de 80 minutos. A cantora solista e bailarina LETICIA TORANÇA, marca com a sua voz e presença de palco o espetáculo. , acompanhada dos 4 músicos instrumentistas no palco (Flauta e pífanos, Violão e viola brasileira, Violoncelo, Percussão). Cada apresentação conta com engenheiro de som e técnico de iluminação. O espetáculo se utiliza de projeção de imagens em ciclorama ao fundo do palco, compondo o projeto cenográfico. Apresenta produções visuais de 7 artistas brasileiros, que traduzem uma leitura Erudita do Universo Popular, onde bebeu na fonte de várias tradições que serviram e servem de matéria fértil para suas composições. Assim também obras selecionadas, dos parceiros desse nosso trabalho, buscam revelar e poetizar, através das imagens aqui expostas, a essência das músicas que nos tocam. Ao longo do espetáculo as imagens projetadas (fotografia, pinturas, colagem, de paisagens naturais do sertão, da natureza ou de casas, pessoas, procissões, de entidades espirituais, desenhos) vão revelando a poesia das músicas que compõe o espetáculo A MÃE ESSÊNCIA. Do resultado desta circulação, através de registros fotográficos e videográficos, objetivamos coletar materiais para um futuro documentário sobre a obra de Antonio Madeureira, com imagens do makeing-off e testemunhos do público que assitirá ao espetáculo. O Figurino dos artistas em cena, apresenta a inspiração no próprio movimento armorial, trazendo uma leitura erudita das culturas populares do sertão nordestino; respeitando as fontes de pesquisa deste movimento que envolve dança, artes plásticas, música e design. Fazendo referência a conteúdos marcantes como cordéis, cerãmicas, brasões, bandeiras, estandartes e o próprio cenário natural das regiões do nordeste. O principal diferencial deste projeto, é a presença do canto em parte do espetáculo. Depois da Orquestra Armorial, surgiu o Quinteto Armorial, que teve entre seus integrantes Antônio Carlos Nóbrega e Antonio Madureira, principal compositor do movimento e o curador hoje do espetáculo "A Mãe Essência". Com o fim do grupo, Nóbrega foi para São Paulo, onde, desde 1992, mantém o Teatro Brincante e Antonio Madureira continuou compondo músicas instrumentais, músicas para balé, músicas infantis em parceria com Ronaldo Correa de Brito e Francisco Assis Lima, canções que fazem parte do repertório do espetáculo "A Mãe Essência". O espetáculo "A Mãe Essência" une várias expressões artísticas do movimento armorial numa única apresentação e atravessa o público criando um ambiente mágico de poesia e conexão com o nordeste brasileiro.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICA: 1. Os locais de apresentação serão adequados para pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. Contará com rampas de acesso. 2. Haverá sinalizadores de piso tátil para auxiliar a autonomia de pessoas com deficiência visual. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: 1. Recurso de áudio descrição por meio de acesso em QRCode nos celulares, fones de ouvidos individuais, sincronizados ao espetáculo para pessoas com deficiência visual a fim de permitir o acesso ao conteúdo do espetáculo. 2. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: A apresentação contará com intérprete de libras para pessoas com deficiência auditiva terem acesso ao conteúdo do espetáculo. 3. As publicações em plataforma youtube do espetáculo na íntegra e vídeos do making-off e testemunhos do público terão legendas descritivas. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL : 1. Equipe preparada para ações sem preconceito, estigmas e discriminações para receber a pessoa com deficiência visual e física.

Democratização do acesso

Os espetáculos serão gratuitos, assegurando a democratização do acesso através dos limites e formas de distribuição do artigo 27 da IN nº 01/2023. Além da distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto no inciso IV do artigo 28 da IN nº 01/2023, a saber: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; A disponibilização acontecerá através da plataforma YouTube. O projeto não fará nenhuma restrição quanto a identidade de gênero, crença religiosa, raça, preferência sexual, composição familiar ou etnia. Portanto, a divulgação contemplará todos os setores da sociedade que tenham potencial interesse pela cultura.

Ficha técnica

O proponente do projeto assina a concepção, direção artística, arranjos e execução do espetáculo no violão e viola brasileira. Ficha Técnica: Concepção e Direção Artística: Leticia Torança e Francisco Andrade; Arranjos: Francisco Andrade; Direção Musical: João Linhares; Direção Cênica: Ricardo Canella; Curadoria: Antonio Madureira. Equipe Artística: Cantora: Leticia Torança; Flauta e pífanos: Renan Rezende; Violão e viola brasileira: Francisco Andrade; Violoncelo: João Linhares; Percussão: Viktor Makeba; Artistas autores das Imagens: Alexandre Segrégio, Augusto Pessoa, Henrique José, Jair Gabriel, Otto Cabral, Raquel Nader, Vicente Santeiro, Yan Almeida; Engenheiro de Som: Gustavo Breier; Produção: Violas Brasileiras produções e Artes e Toques (Júlio José Junior e Viviane Lopes) LETICIA TORANÇA Cantora, bailarina, produtora e professora de canto.Nasceu em Rio Grande, RS, neta do músico e baterista Wilson Carvalho. Formada na Escola de Belas Artes em Rio Grande, RS, Curso de Música da Universidade Federal de Pelotas, RS, Escola Municipal de Música de São Paulo – EMESP, além de estudar com professoras renomadas São Paulo. Formação em balé clássico e contemporâneo, sapateado e piano no Conservatório de Belas Artes, em Rio Grande e na Escola de Dança do Theatro Municipal de São Paulo. Estreou o seu primeiro espetáculo solo em 2004. Classificada na final do Festival da Canção no Rio Grande do Sul, FEARG, em 2005 e na 39ª Edição do Festival Nacional da Canção, com “Valsa de Silêncios”, de Tiê Alves, em Minas Gerais, em 2009. Produziu e dirigiu os espetáculos “SOS ao Brasil”, Tributo a Tom Jobim, Tributo a Dorival Caymmi, integrou o grupo Encanto de Cordas e fez participações em inumeráveis espetáculos com o Quarteto Pererê, apresentou-se no “El Grande Concerto” da Casa de Francisca no Auditório Ibirapuera, São Paulo, em 2015 com o espetáculo “Saraivada”, de Chico Saraiva, ao lado dele grandes nomes do cenário musical paulista. Na Paraíba, participou do Festival das Águas, em abril de 2021, com “Sertão”. Classificou-se em Segundo lugar na semifinal do Festival da Canção da Aliança Francesa em 2022. É professora no Coletivo de Canto Kantoka, em João Pessoa e integrante do grupo vocal AVA.“Firmamento” e "A Mãe Essência" são seus mais recentes espetáculos, sendo este realizado a convite do compositor Antonio Madureira quando curador musical do projeto Exposição Armorial - 50 Anos, realizado no CCBB - BH, em 2022. FRANCISCO ANDRADE Violeiro, compositor, violonista, produtor musical, professorisador. Autor da pesquisa da coleção Antonio Madureira: Histórias e partituras. Instituto Çarê, 2023. Tocou e fez a direção musical dos CDs Canteiro de Alumiá – Ricardo Dutra e Quinteto Aralume (2019), Mergulho na Paz – Hiroshi (2015), Balaio – Quarteto Pererê (2008) e Ebulição Quarteto Pererê (2002). Doutorando em Música pela Universidade Federal da Paraíba. Projeto de pesquisa "Mosaico Nordestino: a música instrumental brasileira de Antonio Madureira". Área de Musicologia/Etnomusicologia com orientação de Carlos Sandroni. É colaborador do Núcleo de Pesquisas e Estudos Ariano Suassuna (NUPAS) e do Núcleo de Viola Nordestina, ambos, da UFPB. Com a pesquisa "Quinteto Armorial: Timbre, Heráldica e Música" foi um dos autores contemplados no I Prêmio Marcus Pereira de Pesquisa em Música Popular Brasileira. Mestre em Filosofia (Culturas e Identidades Brasileiras) pelo Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo. JOÃO LINHARES Multi--instrumentista, maestro e compositor; destaca-se no no violão e violoncelo. Compôs obras orquestrais voltadas para orquestra de cordas, orquestra de câmara e orquestra sinfônica completa. Iniciou seus estudos musicais nos Cursos de Extensão do Departamento de Música da UFPB. Participou na Orquestra Jovem da Paraíba e, como músico profissional ingressou na Orquestra Sinfônica da Paraíba onde permaneceu por quatorze anos. Bacharel em Regência pela UFPB.Fez curso de apreciação musical com o compositor José Siqueira. Na região sul integrou a Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo. Possui canções de sua autoria gravadas pelas cantoras Zizi Possi, Rita Benneditto, Keila Abeid, Monica Melo, Anay Claro, e pelos cantores Juca Novaes e Luiz Pié. Arranjador de diversos artistas como: Lenine, Rosa Passos, Johnny Alf, João Donato, Flavio Venturini, Joyce, Kid Abelha, Ricardo Domingues (Argentina) entre outros. Voltando para João Pessoa, foi regente titular da Orquestra Sinfônica da Paraíba. Estudou harmonia com os maestros J. A. Kaplan, Clóvis Pereira e Ian Guest. Participou e venceu diversos festivais de música como o II Festival do Lyceu Paraibano, o I MPB-tec (Festival de Música Popular da ETF-Pb), o III MPB SESC, a XIX Fampop (Avaré-SP) e I Circuito Paulista de Festivais (SP).Estudou na classe de regência do I Festival de Música Erudita de Itu, com o maestro Eleazar de Carvalho. Regeu a Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, no concerto comemorativo dos 70 Anos do Maestro Cyro Pereira, no Memorial da América Latina. Regeu também como convidado a Camerata Antigua de Curitiba. Trabalhando como arranjador e diretor musical desde 1985, foi Regente Assistente da Orquestra Jovem Tom Jobim, em São Paulo durante cinco anos. Compôs mais de 200 trilhas para teatro, vídeo e ballet. Foi regente titular da Orquestra Sinfônica da Paraíba na temporada de 2011. Foi Regente e arranjador do Coral Vozes da Infância na Prefeitura Municipal de João Pessoa. RENAN REZENDE Flautista, saxofonista e pifeiro, produtor, pesquisador e educador musical. Bacharel em música com habilitação em flauta transversal e mestre em musicologia, pela UFPB. É doutorando em música na UFPB, na área de educação musical e atua como flautista na Banda Sinfônica do Recife. Foi professor em diversos encontros e festivas de música na Paraíba e em estados vizinho, e professor substituto de flauta transversal e música de câmara na UFRN, em Natal, entre 2011 e 2022. Atuou como flautista, nas orquestras Sinfônica da Paraíba, Sinfônica Municipal de João Pessoa e Sinfônica da UFPB. Foi músico e produtor do Pura Raiz, tradicional grupo de samba de João Pessoa e, hoje realiza a produção da Banda Avuô, grupo de pífanos e percussões inspirado nas tradicionais bandas cabaçais, premiado com o 3º Lugar no Festival de Música da Paraíba, em 2018. VIkTOR MAKEBA Trabalhou com vários grupos de música de câmara como Grupo Câmena, Orquestra de Metais Nordeste (UFPB), Grupo de percussão da UFPB (OSUFPB/PERCUSSÃO) é diretor artístico do grupo Mosayco, diretor musical do grupo Frevoada, diretor artístico e produtor do festival "A Cena do Lado de Fora da Cena" diretor artístico e produtor do quarteto vocal ANGÁ, diretor musical e arranjador da peça “Memórias de Terra e Água” entre outros. Vem realizando diversos trabalhos com orquestras, as principais são: OSPB, OSMJP, OSUFPB, OSJUFPB. Tocou ao lado de grandes maestros como: Júlio Medaglia, Carlos Spierre (Alemanha), Eugene Kohn (Inglaterra), Issac Karabtchevsky (Brasil), Sandoval Moreno (PB) Alex Klain (Brasil), Gustavo de Paco de Gea (Argentina/Brasil), Eli-Eri Moura (Brasil), Catherine Larsen Maguire (Inglaterra) e Marcos Arakaki (Brasil). Atuou ao lado de João Carlos Martins, Anna Federova, Fred Pot, Luciano Botelho, Arthur Barbosa, Sandoval Moreno, Ayrton Benk, Claudia Lacourt, Radegundis Feitosa, Simone, Leila Pinheiro, Daniel Jobim, Paulo Jobim, Jaques Morelembaum, Marcelo Nisinman, Dominguinhos, Genvival Lacerda, Renata Simões, Hélio Medeiros, Heloisa Muller, Ibaney Chasin, Angel Blue, Plácido Domingo entre outros. Dividiu palco com, Biquini Cavadão, Jota Quest, O RAPPA, Banda BLITZ, Dois Africanos. RICARDO CANELLA Graduado em Artes Cênicas pela UNI-RIO, com Mestrado e Doutorado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, atuou como professor de teatro na graduação da Universidade Federal da Paraiba e do DAC da Unversidade do Rio Grande do Norte. Atua como Diretor, Ator e Dramaturgo desde 2011.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.

Campina Grande Paraíba
João Pessoa Paraíba
Recife Pernambuco
Natal Rio Grande do Norte
Porto Alegre Rio Grande do Sul
Rio Grande Rio Grande do Sul
Rio de Janeiro Rio de Janeiro
São Paulo São Paulo