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PRONAC 2411957Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Os Negociantes

ENTRELACE PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 1,23 mi
Aprovado
R$ 1,23 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-22
Término
2026-12-31
Locais de realização (3)
Curitiba ParanáRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto prevê a montagem, estreia e temporada da peça inédita no Brasil "Os Negociantes", de Joel Pommerat. A direção do espetáculo é de Murilo Hauser e o elenco é formado pelas atrizes Claudia Missura e Renata Hardy, além da pianista e cantora Edith de Camargo, que irá executar parte da trilha sonora, ao vivo. A peça ficará em cartaz em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba. "Os Negociantes", peca escrita pelo dramaturgo e diretor francês Joel Pommerat, referência forte no teatro contemporâneo, propõe uma reflexão sobre o poder, sob a perspectiva daqueles que justamente não o têm. Ao olhar para a realidade de frente e expor as fragilidades da existência humana e o vazio de vidas sem perspectivas, o autor se debruça sobre a questão da crise do trabalho e questiona os reflexos das contradições sociais que vivemos. É um convite para nos perguntarmos, qual pode ser o nosso papel em uma transformação de pensamento capaz de interromper a trágica trajetória da nossa sociedade que parece fadada ao fracasso, ao sofrimento e à guerra.

Sinopse

Na peça “Os Negociantes " o autor sugere um olhar apurado para a questão da alienação do cotidiano, seja pelo tempo vazio demais ou preenchido em excesso, partindo da condição de se ter ou não um emprego. De um lado uma mulher que trabalha muito, apesar das suas dores nas costas, do outro a sua amiga desempregada, que alguns julgam ter uma saúde mental frágil – estas são apenas duas das diretrizes que relatam, no plano íntimo e social, algumas existências anônimas. Nenhum nome próprio é pronunciado, a não ser aquele da instituição da qual tudo depende: NORCILOR, a fábrica que emprega quase toda a gente da região. É através da subjetividade da personagem narradora que começamos a conhecer essa história. Empregada naquela fábrica, onde se mata de trabalhar, sacrificando ali seu bem estar e, metaforicamente, a sua vida, ela conta a história de sua amiga que, depois de várias tentativas, não conseguia ser contratada para trabalhar nesta empresa e vive num vazio constrangedor pela falta de dinheiro e de onde empregar seu tempo. Quando a fábrica é ameaçada de ser fechada, a amiga, a única personagem que não trabalha, resolve salvar a empresa do fechamento empurrando seu filho de nove anos pela janela. Esse terrível ato, acaba gerando a atenção das mídias e de fato impede a falência da fábrica, salvando os empregos dos trabalhadores. A narração feita pela personagem apresenta alguns outros indivíduos num contexto relativamente íntimo, mas não são os personagens o verdadeiro centro da história. O imaginário é o coração da peça. É ele, seja consciente ou não, que guia as ações humanas, nutre e alimenta o discurso. As situações narradas, às vezes mostram ironia fina e sutil, outras vezes nos apresentam percepções mais objetivas, que causam espanto e trazem reflexões indispensáveis para os tempos que vivemos. Nesta montagem, as duas atrizes irão interpretar os dois lados dessas personagens. Aos poucos, uma infiltra-se no discurso da outra e logo o que parecia uma só voz fragmenta-se em várias. Quando o desejo de neutralidade de ambas falha, a conversa banal é tomada de assalto e surge uma íntima investigação a respeito do duro trabalho em uma fábrica ameaçada de fechar suas portas, uma crescente e paralisante dor nas costas, um abuso não processado, o medo de uma guerra que se aproxima, uma criança lançada da janela de um prédio de luxo, como sacrifício para salvar empregos e a desesperadora sensação do mais absoluto abandono. O texto da peça se encontra em INFORMAÇÕES ADICIONAIS.

Objetivos

OBJETIVO GERAL A peça nos oferece um retrato bastante preciso e atual da situação complexa que o mundo atravessa; a coexistência da miséria material e do desespero existencial daqueles que não tem trabalho - e que portanto não são reconhecidos socialmente; e o sofrimento moral e físico causado pelo excesso do trabalho desumano e repetitivo. O caminho possível que a peça aponta é ampliar o campo de visão e questionar: é possível seguir vivendo em um mundo onde os bens de consumo são mais importantes do que as vidas por trás deles? Como olhar para nós mesmos com afastamento suficiente para que possamos interromper o processo de degradação e segregação que nos impossibilita de ter empatia pelo outro? O espetáculo criará laços poderosos com o espectador, na sua construção enquanto sujeito; que ao se reconhecer e reconhecer seus pares, partilha a sua função crítica e de engajamento no mundo. - Realizar atividades a preços populares, em torno da formação de novas plateias; - Democratizar o acesso ao teatro, através da circulação de espetáculos de qualidade por diferentes cidades do Brasil, com ingressos a preços populares; - Fomentar a formação de jovens artistas e artistas multi-áreas através de diversas ações de contrapartida (detalhadas no formulário de Democratização de Acesso/Contrapartidas Social), reduzindo as barreiras que impedem o acesso a bens culturais; - Estimular a reflexão, proporcionar espaços de debate, sensibilizar indivíduos para as questões do teatro contemporâneo; - Criar uma relação viva e dinâmica com o espectador ao abrir um espaço de reflexão sobre temas relevantes ao nosso momento histórico; - Aproximar o público da obra de um dos grandes dramaturgos da atualidade. Pommerat é hoje uma importante referência do teatro europeu, admirado por nomes como Ariane Monouchkine e Peter Brook; - Promover o desenvolvimento de uma plateia crítica através da montagem de um texto que aborda um tema popular com alto nível de elaboração intelectual; - Estabelecer uma relação direta com o público mais jovem, ao fazer uso de novas tecnologias; - Investir em uma construção cênica que faça uso de diferentes linguagens e, assim, contribuir para um trabalho de pesquisa nas artes cênicas; - Apostar em uma linguagem e escolha estética que permitirá explorar uma nova leitura do universo proposto pelo autor; - Fomentar a troca de experiências dos artistas com a comunidade, além de contribuir com a aperfeiçoamento dos artistas locais; através das ações de contrapartida. OBJETIVO ESPECIFICO - Circulação do espetáculo "Os Negociantes" de Joel Pommerat, por três cidades brasileiras, realizando dezesseis apresentações em São Paulo (SP), doze apresentações no Rio de Janeiro (RJ), e doze em Curitiba (PR). - Realização de uma ação de intercâmbio cultural em um workshop conduzido pela atriz do espetáculo, Renata Hardy, para grupos de até 20 pessoas da área cultural em cada cidade de circulação. - Realização de uma ação formativa para grupos de estudantes e professores da Rede Pública de Ensino, uma em cada cidade prevista da circulação do espetáculo "Os Negociantes", na forma de conversas com as atrizes da peça, após as apresentações, que contará com acessibilidade. - Proporcionar espaços de debate, através da oficina online, que será uma conversa com o diretor do espetáculo sobre pesquisas de linguagem, prática e criação, que contará com acessibilidade.

Justificativa

Se o teatro aponta para a possibilidade de abrir discussões sobre temas importantes da nossa sociedade, a busca de conteúdos e de autores que traçam suas trajetórias nesta direção é um fator relevante e que por si só justifica esta montagem através do apoio da Lei de Incentivo a Cultura. O projeto surpreende ao fazer uma relação direta com os novos tempos, pós- pandemia, a relação de isolamento, exclusão, a forma online que se estendeu para vários campos relacionais. A direção de Murilo Hauser traz esta mistura de linguagens para a cena, que nos ajuda a ampliar a percepção e fazer conexões mais ricas de sentidos. Esta montagem irá aproximar o público da obra de Joël Pommerat, uma das grandes referências do teatro contemporâneo internacional. Sua dramaturgia propõe temáticas ligadas às relações humanas e sociais em seus múltiplos aspectos e aos novos olhares sobre o mundo contemporâneo e suas transformações. Através da escrita inteligente de Pommerat, Os Negociantes, encontra espaço e relevância enquanto forma de reflexão crítica em qualquer esfera: social, artística, econômica e política. As palavras do autor não adotam um discurso crítico direto, mas também não se isentam de tomar partido. O texto não é maniqueísta no sentido de colocar dois lados em oposição; nele, o autor deixa o espectador entrar em contato com vários discursos, através das opiniões emitidas pelos personagens. Desta forma, o espectador será conduzido a fazer a sua própria exploração imaginária, questionar suas próprias representações e construções mentais, a partir de uma experiência simultaneamente sensível e intelectual. Durante esta jornada vertiginosa e sufocante somos confrontados por uma reflexão sobre o lugar que o trabalho ocupa em nossas vidas, na nossa sociedade, no nosso campo de valores e na nossa ordem moral. Este misterioso processo onde fronteiras são constantemente borradas nos obriga a rever nossa própria percepção da realidade enquanto somos expostos às fragilidades da existência humana e ao vazio da falta de perspectivas daqueles alienados pela sua condição social. O que resta de nós mesmos quando nossos corpos não mais respondem aos nossos impulsos, quando nossos desejos foram artificialmente substituídos, quando nossa própria vida parece ter perdido o sentido? A peça nos oferece um retrato bastante preciso e atual da situação complexa que o mundo atravessa; a coexistência da miséria material e do desespero existencial daqueles que não tem trabalho _ e que portanto não são reconhecidos socialmente; e o sofrimento moral e físico causado pelo excesso do trabalho desumano e repetitivo. O caminho possível que a peça aponta é ampliar o campo de visão e questionar: é possível seguir vivendo em um mundo onde os bens de consumo são mais importantes do que as vidas por trás deles? Como olhar para nós mesmos com afastamento suficiente para que possamos interromper o processo de degradação e segregação que nos impossibilita de ter empatia pelo outro? O espetáculo criará laços poderosos com o espectador, na sua construção enquanto sujeito; que ao se reconhecer e reconhecer seus pares, partilha a sua função crítica e de engajamento no mundo. Sobre o enquadramento no Artigo 1o da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalizaça~o da produça~o cultural e arti´stica brasileira, com valorizaça~o de recursos humanos e conteu´dos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria; Sobre o enquadramento no Artigo 3o da Lei 8.313/91: II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Estratégia de execução

Não se aplica

Especificação técnica

Montagem e a estreia da peça Os Negociantes, realização três temporadas a preços populares com dezesseis apresentações em São Paulo, doze no Rio de Janeiro e doze em Curitiba. Oficina de Jogo Teatral de 6h/aula realizada em 2 dias consecutivos, será conduzida pela atriz Renata Hardy para 20 interessados da área de Artes Cênicas pré-selecionados. A oficina irá abordar princípios de movimento, pontos de consciência que um performer utiliza enquanto está em processo de criação, para construir um diálogo coletivo e criar movimento para a cena. Através de atividades físicas e vocais, o jogo teatral e a prática de composição de cena, o propósito é despertar no intérprete uma atitude e percepção crítica, que é prática, colaborativa e não hierárquica por natureza. A oficina irá abordar um vocabulário e um treinamento que servirá como uma ferramenta a ser utilizada em um processo coletivo de criação. Ação Formativa - Teatro e dramaturgia: desafios e criação. Voltado para a comunidade artística e interessados em geral, esta ação será oferecida presencialmente em locais da rede municipal das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba, onde o teatro não pode chegar. Faremos dois encontros em lugares distintos, onde será realizada a projeção de um filme que foi feito da peça “Os Negociantes” em 2020, seguido de um debate formativo conduzido pelas atrizes do espetáculo, que também atuam no filme. Claudia Missura e Renata Hardy, que formam o elenco da peça, irão dividir suas experiência com foco na criação do espetáculo Os Negociantes, de Joel Pommerat. Por se tratar de uma dramaturgia com particularidades muito específicas na sua escrita, as atrizes vão falar sobre os desafios que ela trouxe, além de compartilhar e conversar com o público sobre as questões que a peça levanta e as especificidades deste filme-peça dirigido por Murilo Hauser, que traz uma quebra radical na proposta original do autor/diretor Joel Pommerat. Pesquisas de linguagem, prática e criação. Será realizado de forma online um encontro/conversa com duração de 3 horas com o diretor do espetáculo Murilo Hauser, voltado para estudantes de artes cênicas, cinema e interessados na área. Nesta oportunidade o diretor irá dividir suas experiências com teatro nos mais de dez anos em que trabalhou na Sutil Companhia, assim como falar sobre o processo criativo de escrita de textos dramáticos para o palco e para a tela, como no trabalho que desenvolve como roteirista com diretores como Walter Salles, Karim Inöuz e Hector Babenco, entre outros. Durante a encontro serão discutidos temas como tradução e adaptação de material original, o processo de adaptação de textos não dramáticos e particularidades da linguagem de cena versus linguagem cinematográfica. A ideia do encontro é dividir experiências que podem ser úteis para novos artistas e estimular a criação de textos dramáticos para diferentes meios.

Acessibilidade

Acessibilidade física: Os locais de realização das atividades possuem todos os requisitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira, aptos a receber pessoas com necessidades especiais. Possui rampas para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade limitada. Rubrica: não se aplica. Acessibilidade para PcD auditivo: contaremos com interprete de LIBRAS Rubrica: interprete de libras Acessibilidade para PcD visual: audiodescrição. Rubrica: Audiodescricão Acessibilidade para PcD intelectual: Contamos com profissionais especializados para o atendimento deste tipo de público. Rubrica: Monitor PRODUTO Workshop Acessibilidade física: Os locais de realização das atividades possuem todos os requisitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira, aptos a receber pessoas com necessidades especiais. Possui rampas para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade limitada. Rubrica: não se aplica. Acessibilidade para PcD auditivo: contaremos com interprete de LIBRAS Rubrica: interprete de libras Acessibilidade para PcD visual: audiodescrição. Rubrica: Audiodescricão Acessibilidade para PcD intelectual: Contamos com profissionais especializados para o atendimento deste tipo de público. Rubrica: Monitor PRODUTO Contrapartida social Acessibilidade física: Os locais de realização das atividades possuem todos os requisitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira, aptos a receber pessoas com necessidades especiais. Possui rampas para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade limitada. Rubrica: não se aplica. Acessibilidade para PcD auditivo: contaremos com intérpretes de LIBRAS. Rubrica: Intérprete de libras Acessibilidade para PcD visual: Audiodescrição. Rubrica: Audiodescrição Acessibilidade para PcD intelectual: Contamos com profissionais especializados para o atendimento deste tipo de público. Rubrica: Monitor

Democratização do acesso

PRODUTO Espetáculo de artes cênicas Para atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023, optamos pelo Inciso IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; PRODUTO Workshop Para atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023, optamos pelo VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; PRODUTO Contrapartida social Para atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023, optamos pelo Inciso IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;

Ficha técnica

Direção e Adaptação do Texto: Murilo Hauser Elenco: Claudia Missura Elenco e Tradução: Renata Hardy Adaptação do texto e Diretor Assitente: Heitor Lorega Trilha Sonora e Música Ao Vivo: Edith de Camargo Cenografia: Fernando Marés Iluminação: Marisa Bentivegna Figurino: Amabilis de Jesus Designer Gráfico: Hugo Timm Produção Executiva: Corpo Rastreado Murilo Hauser – Direção Murilo Hauser se destaca como roteirista do cinema brasileiro contemporâneo. Como reconhecimento, acaba de vencer o prêmio de Melhor Roteiro no prestigiado Festival de Veneza 2024, pelo filme “Ainda Estou Aqui”, dirigido por Walter Salles, que emocionou o público. O longa, como no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva, aborda o sequestro de Rubens Paiva durante a ditadura militar pela perspectiva de sua esposa, Eunice Paiva – interpretada em diferentes fases por Fernanda Torres e Fernanda Montenegro. Nascido em Curitiba, Murilo Hauser trabalha como roteirista e diretor, além de colaborador da Sutil Cia. de Teatro. Ele participou da criação de peças marcantes, como “A Vida É Cheia de Som e Fúria” e “Avenida Dropsie”. No cinema, é reconhecido por seu trabalho em “A Vida Invisível” (2019), que co-escreveu ao lado de Karim Aïnouz e Inés Bortagaray. Este filme conquistou o Grand Prix da mostra Un Certain Regard no Festival de Cannes. “O Marinheiro das Montanhas” (2021), também em parceria com Aïnouz, é outro projeto marcante ao qual contribuiu como roteirista. Além disso, o roteiro de “Corte Frio” foi um projeto que lhe rendeu uma bolsa do Projeto Paradiso em 2020. Sua lista de projetos como roteirista também se estende a curtas, como “Silêncio e Sombras” (2009), “Meu Medo” (2010) e “Bergman’s Hammars” (2018), além de ter sido diretor em alguns desses projetos. Sua trajetória acadêmica é também marcante, com um diploma de Master of Fine Arts em roteiro pela University of Southern California, onde foi bolsista Fulbright. Ademais, Hauser é tutor do Laboratório Cena 15 da Escola Porto Iracema das Artes em Fortaleza, e integra o Núcleo de Desenvolvimento da VideoFilmes desde 2018. Seus trabalhos em teatro e cinema são reconhecidos internacionalmente, com prêmios recebidos ao redor do mundo. Cláudia Missura - Atriz Atriz formada pela EAD/ECA/USP. Recentemente fez o filme Pérola, direção de Murilo Benício, ainda não lançado. Fez Hebe, o filme e a série, ambos direção de Mauricio Farias. Fez as 4 temporadas da série Mister Brau, na rede Globo. Fez o filme Minha Querida Mamãe, direção de Jeremias Moreira.F ez o Programa De Perto Ninguém é Normal, no GNT. Trabalhou nas novelas Avenida Brasil em 2012, A Favorita em 2008 e Tempos Modernos em 2010, além de participações nas séries A Grande Família, Diarista e Casos e Acasos, todas na rede Globo. Atuou em O Avarento, com Paulo Autran direção de Felipe Hirsch, 2008. Trabalhou com Renata Melo nos espetáculos Domésticas, Passatempo e Turistas e Refugiados; com Fernando Meirelles no longa Domésticas – o filme; e na série Som e Fúria; com Jayme Monjardim na novela Idade da Loba; com Antônio Abujamra em Exorbitâncias; com José Rubens Siqueira em Tartufo; Elias Andreatto e Celso Frateschi em Áulis – Ifigênia em Áulis; e com Marcelo Romagnoli no solo Paixões da Alma – baseado em René Descartes. É integrante da banda MIRIM e realizou com a banda os espetáculos: Buda; Sapecado; Felizardo (indicada ao prêmio Femsa de melhor atriz em 2005); O Menino Teresa, ganhando o prêmio Femsa de melhor atriz em 2008; Espoleta em 2010, ganha o prêmio Femsa de melhor atriz. Também com a Banda Mirim fez os espetáculos Rádio Show, O Fantasma do Som e Festa. Renata Hardy - Atriz Bacharel em Artes Cênicas (1996, Universidade do Rio de Janeiro), com especialização em Jogo Dramático pela École Phillipe Gaulier, em Londres. Sócia-fundadora da Pausa Companhia, onde trabalha como atriz, diretora, produtora e tradutora desde 2004. Trabalhou com diretores de importância reconhecida, dos quais vale destacar: Christiane Jatahi, Marcio Abreu, Aderbal Freire Filho, Antonio Abujamra, Thomas Quillardet e Moacir Chaves. Seus trabalhos mais recentes são: O agora que demora, de Christiane Jatahi. Estreia no Sesc Pinheiros em 2019 e segue em tourné até hoje, tendo feito apresentações na Alemanha, Bélgica, França, Suiça, Italia, Suécia, Portugal, entre outros; Sobre Raízes e Asas, de Renata Hardy, no Festival Pedras, do Centro em Movimento, em Lisboa / 2018; Batucada, de Marcelo Evelin, no Festival Panorama, no Museu de Arte do Rio de Janeiro em 2016; Nus, Ferozes e Antropófagos - produção franco-brasileira dirigida por Marcio Abreu, Thomas Quillardet e Pierre Pradinas. Teve estreia Curitiba em 2014, e seguiu tourné pela França entre 2014, 2015 e 2016,; Ah, a humanidade! E outras boas intenções - de Will Eno, direção de Murilo Hauser com Guilherme Weber, Celso Frateschi, estreou no Rio de Janeiro, seguindo temporada em São Paulo e Porto Alegre. Em março de 2011 integrou a performance Three Seconds de Yanghee Lee, no The Kitchen em Nova Iorque. Em 2010 dirigiu e atuou no espetáculo [...] Roteiro Escrito com a Pena da Galhofa e a Tinta do Inconformismo, a partir de contos e crônicas de Machado. Através do Palco Giratório, fez mais de 100 apresentações em diversos estados no Brasil.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.