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O projeto A arte Gigante das mulheres é um projeto que tem por objetivo estimular, incentivar e capacitar mulheres artistas cisgenero e transgenero, a desenvolver obras em grandes proporções, na área de artes visuais. O projeto propiciará as participantes embasamento teórico e prático sobre o fazer das artes visuais públicas, estimulando então o fazer artísticos dessas mulheres cis e trans. Após o processo formativo o projeto prevê a pintura de 2 murais de grandes proporções em São Paulo, e uma exposição das integrantes em local de visibilidade com as obras criadas durante o processo.
A arte Gugante das mulheres é projeto dedicado a estimular, incentivar e capacitarmulheres artistas cisgenero e transgenero, a desenvolver obras em grandes proporções, na área de artes visuais. Oprojeto propiciará as participantes embasamento teórico e prático, com atividades online e presenciais sobre o fazer das artes visuais públicas,estimulando então o fazer artísticos dessas mulheres cis e trans. Após o processo formativo o projeto prevê apintura de 2 murais de grandes proporções em São Paulo, e uma exposição das integrantes em local de visibilidadecom as obras criadas durante o processo. A temática central do projeto A ARTE GIGANTE DAS MULHERES é arte pública - foco em artes visuais em murais eempenas - feita por mulheres, pensando em um aprendizado global teremos momentos teóricos e momentos deprática conjunta dos fazeres artísticos. A metodologia utilizada no projeto segue a linha da metodologia construtivista, onde quem faz amediação/facilitação trás ferramentas provocativas para que que o mediado/facilitado se torne protagonista do seu aprendizado/processo, acompanhada de cartilha/ catálogo escrito dos processos de desenvolvimento da metodologia. Número de vagas: 60 vagas para pessoas que se reconheçam como mulheres e residam do Estado de São Paulo -Para preenchimento das vagas serão levados em consideração para ordem de prioridade na seleção: Ser uma mulher racializada: Negra ou índigenaMulheres que se identificam como membros da comunidade LGBTQIAPN+. A etapa final da formação é composta por um processo de mentoria curatorial para a criação de uma obra individual de uma cada uma das participantes, que será exibida com a devida composição expográfica em exposição pública. A exposição tera duração de 2 meses esperamos receber 10 mil visitantes. Além disso, o projeto compõe o desenvolvimento e produção de 6 obras de grandes proporções com as tecnicas do Graffiti e Muralismo em empenas cegas ou muros, sendo cada uma feita por 10 participantes da formação, onde todas terão a possibilidade de pintar em grande escala e entender os processos de produção, organização, tecnicas variadas de pintura, processos de segurança em altura, tecnicas de desenvolvimento de cores, preservação da parede, divulgação e visibilidade dos trabalhose participação gentil do processo.
Objetivo geral: Estimular, incentivar e capacitar mulheres artistas, a desenvolver obras em grandes proporções, na área de artes visuais, através de uma formação direcionada especialmente a elas, com toda a equipe desenvolvolvedora e formadora composta por mulheres Cis e Trans. Após a formação, desenvolver duas obras em grandes proporções e uma exposição das obras desenvolvidas durante o processo formativo. Objetivo geral: - Oficinas teórica e prática sobre artes visuais, arte urbana e arte pública e - Pintura de empenas e muros - Publicação online e 250 unidades impressas da publicação - Videos para redes sociais
O grafite é parte importante da linguagem cultural de São Paulo, do Brasil e da América Latina sendo assim é preciso incentivar que mais pessoas se interessem por essa linguagem artística e suas possibilidades, entretanto é preciso lembrar que os espaços públicos ainda são lugares hostis às mulheres, visto que os espaços públicos são também lugares de reprodução de violências presentes em nossa sociedade, e que as mulheres ainda são duramente afetadas pelo patriarcado que impõem às mulheres os espaços onde elas podem ou não estar. Segundo o IBGE 51% da população paulista é feminina ou seja mais da metade da população, sendo assim é necessário que o estado fomente via políticas públicas o enfrentamento do machismo e isso se faz de várias formas inclusive empoderando as mulheres artistas a ocuparem a cidade com suas artes e seus trabalhos. O Direito a Cidade é uma pauta em voga desde que o filósofo francês Henri Lefebvre o cunhou, de lá pra cá o muitas outras pessoas ao redor do mundo usam tal termo para pautar uma cidade inclusiva para todos os grupos minoritários como mulheres, negros, população LGBTQIA+, crianças, idosos e demais minorias. Sendo assim o projeto A ARTE GIGANTE DAS MULHERES tem por intuito empoderar, incentivar e instrumentalizar mulheres artistas a produzirem arte urbana, ocupando a cidade e tornando-a mais receptivel a mulheres e por fim fazer o direito à cidade de habitar, usar e participar da produção de cidades justas, inclusivas, democráticas e sustentáveis, serem possíveis para mais mulheres A temática central do projeto A ARTE GIGANTE DAS MULHERES é arte pública - foco em artes visuais - feita por mulheres, pensando em um aprendizado global teremos momentos teóricos e momentos de prática conjunta dos fazeres artísticos. Sendo assim o projeto está em consonância com os seguintes pontos da Lei 8313/91: Artigo 1 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Artigo 3 c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999)
Este projeto tem a intenção de pensar as artes visuais de maneira integrada, democratica e plural, desde a sua produção, e por isso organizamos um processo de formação, informação e mentoria para que artistas mulheres cis e trans possam ter a oportunidade de desenvolvimento amparadas por profissionais altamente qualificados, com tempo, espaço e fruição de suas identidades para que o potencial artistico possa florescer. O projeto também propõe a reflexão sobre a distribuição de produtos culturais, e assim, visando a maior democratização do acesso, apresenta o resultado artístico em dois formatos: exposição coletiva com 60 obras, desenvolvidas pelas mulheres artistas no periodo de formação e mentoria; e 6 murais artísticos em grandes proporções de obras públicas, em espaço públicos de grandes circulação. Estimamos para a formação a inclusão de 60 mulheres artististas Estimamos para a exposição cerca de 10.000 pessoas por mês. Estimamos que as obras publicas por estarem em espaços abertos ao publico, vias publicas tenham por volta de 100.000,00 por mês.
Oficinas - Oficinas teórica e prática sobre artes visuais e arte pública, ao todo são 25 aulas. - 78 horas - 5 meses de oficina Pintura de muros e empenas - Pintura de 6 empenas com aproximadamente 150m2 e/ou muros com aproximadamente -periodo de 2 meses Exposição de artes visuais - Exposição com cerca de 60 obras desenvolvidas pelas participantes em um modulo especifico da formação com mediação e mentoria curatorial para o desenvolvimento das obras, apresentada em espaço cultural com facilidade de acesso e visibilidade. 2 meses em cartaz com expectativa de 10 mil visitantes. Publicação- Publicação formativa e criativa sobre produção mural para mulheres cis e trans nos formatos: online e 250 unidades impressas da públicação com 50 páginas Vídeos- Videos para redes sociais - Videos de chamada para inscrição/videos das pinturas de muro e empenas - todo o conteúdo será postado com acessibilidade - sinalização em libras e legenda.
Para todas as atividades Priorizaremos espaços que tenham: Acessibilidade física: Entradas e Saídas: Rampas adequadas, portas automáticas ou de largura suficiente para cadeiras de rodas. Caminhos e Corredores: Espaços amplos e sem obstruções, com pisos antiderrapantes. Banheiros Acessíveis: Instalações equipadas com barras de apoio, espaço para manobra de cadeiras de rodas e pias em altura adequada. A comunicação do projeto se dárá de forma acessível:Acessibilidade de conteúdo: Texto Alternativo: Fornecer descrições em texto para imagens, gráficos e outros elementos visuais, permitindo que leitores de tela interpretem o conteúdo. Estrutura Clara: Utilizar títulos, subtítulos e listas para organizar o conteúdo, facilitando a navegação. Contraste de Cores: Garantir que o texto tenha contraste suficiente em relação ao fundo, facilitando a leitura para pessoas com deficiências visuais. Transcrições e Legendas: legendas para vídeos, permitindo o acesso a pessoas surdas ou com deficiência auditiva e sinalização em janelas de libras.
O projeto está em conformidade com a democratização de acesso visto que para realização das oficinas basta se inscrever e ser selecionada não necessitando de nenhum pagamento. Formação - Ampliação de acesso: Curso hibrido, tendo parte online e presencial com acesso gratuito, direcionado a mulheres cis e trans com estímulo e vagas afirmativas para mulheres advindas e moradoras de territórios periféricos, mulheres negras, mulheres indigenas e em situações de vulnerabilidades. Vídeos - Serão online em platafarmoa gratuita. Livro/ cartilha/ catalogo - Será online em plataforma geratuita e a distribuição de impressos está prevista a gratuidade de parte expressiva a escolas publicas de arte, centros culturais, formadores de opinião e espaços de arte em geral Exposição de artes visuais - A exposição prevê a exibição de 60 obras criadas por mulheres Cis e Trans no período de formação, além de 6 murais em grandes proporções situados proximo ou nas adjacencias do espaço que abrigará a exposição, com visibilidade pública para todos os públicos com conteúdo livre e indicado a todos os públicos. A Exposição com entrada gratuita a todos os publicos, em local de grande circulação com divulgação e estímulo para que principalmente publico vulneráveis participem e frequentem a exposição, além do agendamento com escolas publicas e formação adequada e especifica para professores e educadores em geral.
Vera Nunes - Coordenadora geral Vera Nunes é uma especialista em gestão de projetos para comunicação e cultura formada pela USP, com especialização em ESG é uma destacada pesquisadora na área de gênero, raça e interseccionalidades. Com uma trajetória profissional de 20 anos dedicada à cultura, ela se destaca como uma das principais mulheres na liderança de projetos artísticos de grande escala, incluindo muralismo e arte pública na América Latina.Vera é CEO da Gentilização e diretora na Daterra Produções Culturais, onde demonstra sua paixão e compromisso com a promoção da diversidade e inclusão nas artes. Além disso, ela tem uma vasta experiência como curadora, tendo atuado como curadora do Festar, festival de realidade aumentada, foi diretora do Obra o primeiro festival internacional de arte em grande escala, está na co-curadoria da exposição "Nhe ē Sé" ao lado de Sandra Benites e curadora na Expo Diversos em cartaz em Brasília. Sua liderança e expertise têm sido fundamentais para o sucesso e impacto positivo de projetos culturais de destaque em todo o Brasil. Victoria Madeiro - Produtora executiva Graduanda em Gestão de Políticas Públicas na Universidade de São Paulo - USP, é uma profissional multifacetada com experiência em coordenação, produção cultural, idealização, pesquisa e curadoria artístico cultural. Idealizadora e coordenadora do Banana da Terra - Festival e da Coletiva Afluentes, foi produtora executiva na Produtora Filha do Trovão, Coletiva Mamas Quebras, Podcast sem nome Porém Preto, no Programa Trânsitos do Instituto Tomie Ohtake e no Programa Cósmicas da mesma instituição. Também esteve à frente de outros projetos como: Migrantes nas Periferias, de Férias na Ball no SESC Itaquera,Festival do Passinho na Casa de Cultura de São Mateus, Juventudes em foco do SESC, Ball Realeza Negra-SESC dentre outros projetos. Dara Roberto - Assistente de Produção Dara Roberto, 28 anos, moradora do Jardim Brasil - Zona Norte de São Paulo, é Bacharela em Lazer e Turismo - EACH | USP, Produtora Cultural com foco em pesquisa, produção e gestão. Produz e coordena as seguintes ações: Pagobreja (evento para promoção do lazer social através da música - samba); Artistas Vivos (Projeto para a Valorização das produções artísticas, culturais e intelectuais das periféricas de São Paulo) e Mulungú Cultural (difusão e potencialização cultural territorial). Foi Articuladora Territorial da Zona Norte no campo cultural em 2019, em 2020 fundou sua produtora, a Ukindi Produções e, esteve à frente de grandes projetos com abrangência, municipal, estadual e nacional como Coordenadora Adjunta de Projetos Socioculturais no Núcleo de Cultura e Participação do Instituto Tomie Ohtake de 2021 a 2023. Além disso, tem pesquisa sobre as barreiras de acesso ao lazer e ausência de políticas públicas: impactos nas juventudes negras do Jardim Brasil - São Paulo. Dara é comprometida com as questões raciais, fazeres artístico-culturais, socioculturais, participação cidadã e entusiasta das políticas públicas e culturais. Negana Pereira - Artista Professora / facilitadora Negana Pereira é uma artista visual multidisciplinar, nascida em João Pessoa, Paraíba, em 1988, e atualmente radicada em São Paulo. Seu trabalho tem influência na cultura e estética preta, com ênfase na figura da mulher negra como elemento principal de sua pesquisa. Através de técnicas como bordado, pintura e ilustração, explora temas de ancestralidade, espiritualidade e memória, criando um diálogo visual que resgata e valoriza histórias e heranças culturais, estabelecendo uma conexão sensível entre o passado e o presente. Carolina Folego - Artista professora / Facilitadora Carolina de Luiz Folego Silva, 36 anos, conhecida como AFolego. Graduada em Arquitetura e Urbanismo, licenciada em Artes, também cursou cenografia e figurino. Seu primeiro contato com arte foi aos 10 anos de idade com seu tio, com quem aprendeu as primeiras técnicas de desenho e pintura óleo. Atua desde 2013 como artista visual principalmente com intervenção urbana por meio do Graffiti. Tem espalhados suas obras tanto na região central como na periferia da cidade de São Paulo e em outros municípios e estados do Brasil. Suas personagens falam de ser e viver sendo mulher dentro de um contexto social patriarcal e como isso afeta, todas nós, nascidas sob este aspecto biológico da existência. Lya Nazura - Artista Professora / Facilitadora Lya Nazura, 22 anos, formada em Comunicação Visual e Artes Visuais, é artista multidisciplinar, arte educadora e pesquisadora residente da zona leste da cidade de São Paulo, com foco conceitual no pensamento decolonial e perspectiva afrofuturista. Seus trabalhos mais importantes contam com Nazuri, ocupação artística realizada na RedBull Station; Síntese, curta metragem que dirigiu, lançado em 2020, com fomento do VAI, iniciativa governamental para projetos; Ilustrou para as redes sociais da Seda e para Emicida e a Editora Literatura, na Antologia poética inspirada em seu primeiro álbum, e para campanhas de marca como: Netflix, Spotify e Sony Music. Desenvolve uma linha de pesquisa sobre a representatividade negra nas histórias em quadrinhos, tema que palestrou sobre no Sesc 24 de Maio, Sesc Registro e no Perifacon 2019. Atualmente, é do time de Creator do projeto Converse X, da marca Converse no Brasil, e gerencia o Coletivo Morfose, coletivo de cinema experimental da Zona Leste de São Paulo. Auá Mendes - Artista Professora / Facilitadora Auá Mendes, Indígena do Povo Mura, Designer gráfica, ilustradora, grafiteira, muralista, arte-educadora, nasceu em Manaus/Amazonas, em 1999, e se mudou para São Paulo, onde vive desde 2020. Já desenvolveu projetos para a Shell, Banco do Brasil, Converse Br, Tok Stok, Natura, Hersheys, Google Brasil, Nike, Top Trends, Nu Bank, Feira Preta, Tomie Ohtake, PerifaCON, Vivo, MAM, Instituto Goeth Indonésia e entre outros. Em, 2024, convidada pela Agencia Terruá para fazer a identidade visual para o Banco do Brasil, evento WebSummit RIO. Em 2023, participou da 1° Bienal das Amazônias como artista convidada fazendo sua primeira empena em Belém/Pará, participou da 6° Edição do Jacubi Festival de Gra¬itti 2023. Em 2022, contemplada pelo edital MAR da Secretaria Municipal do Estado de São Paulo fez sua primeira empena de mais de 30metros de altura com a obra Ãgawara-itá mukaturú; A encantadas protegem, participou da Campanha da Natura #TransbordeAmazônia para o Rock in Rio, fez parte da Campanha da HERSHEYS sobre sororidade feminina a convite do Plano Feminino, participou da Campanha do Super G da Google Brasil sobre empregabilidade trans e travesti, fez parte da Exposição Coletiva Jaguar Parade a convite da Nike, participou de Exposição Coletiva Edição Mata Atlântica Big Heart Parede pela Top Trends, participou da 18° Edição da Bienal de São Paulo com o Coletivo Trovoa, fez parte da 7° Edição do Fábrica de Graffitti Rio Claro, fazendo seu primeiro muro de 60metros, participou da edição de abertura da semana das mulheres no Programa Encontro com a Fátima. Em 2021, fez parte da campanha Empreendedorismo Femino a convite da Nu Bank, participou da campannha do Sistema B a convite da Feira Preta, participou da formação de lideranças femininas do projeto da Tomie Ohtake a convite da Feira Preta, participou como curadora de grafite para o projeto Sarjetas da Sopa Análises, participou da campanha Viúva Negra da Disney/Marvel a convite da PerifaCON. Em 2020, fez parte da equipe de júri do evento Feminists Generation Movements and Moments de História em Quadrinho realizado pelo Instituto Goeth Indonésia, no mesmo ano participou de exposição internacional coletiva Fúria Tropical realizada pelo Instituto Oyoun Berlin. Artista convidada pela World Wide Fund for Nature (WWF) para exposição coletiva do Dia da Terra. Artista convidada pela Marsha Coletividade Trans de SP para exposição coletiva em Centro Cultural de São Paulo (São Paulo). Em 2019, fez exposição individual em Centro de Artes Galeria do Largo em Manaus(AM). Gugie Cavalcante - Artista Professora / Facilitadora Gugie Cavalcanti é artista visual brasileira, grafiteira, mulher negra e mãe da Lia e da Cássia. Tem formação em bacharelado em Artes Visuais pelo Centro de Artes da UDESC. Sua produção atravessa o mesmo caminho de sua vida, Arte e vida caminham juntas em sua pulsão criadora, compreende a criação como a própria possibilidade de existir. Através de suas proposições, Gugie propõe práticas sociais, e suas pinturas refletem sobre as importâncias de possíveis (co)existências individuais e coletivas, capazes de sonhar e refletir as maneiras de criar relações sociais e aproximação das coisas que nos humanizam e nos conectam. Nas diretrizes da artista está o questionamento sobre os processos de criação de afetos, como nos sensibilizamos na construção das relações e do estar no mundo . Paloma Sujeitas - Artista Professora / Facilitadora SUJEITAS Nascida na capital paulistana, o primeiro contato com a Escrita de Rua foi em 2007. Durante o Ensino fundamental, SUJEITAS já tinha o desejo de deixar sua arte por outras regiões da cidade para além da Zona sul/oeste, região onde cresceu (vila Sônia e jd Jaqueline). Já neste período ela admirava e gostava de observar as características que diferenciavam outros escritores atuantes da época no que se refere à estilo e estética tipográfica. Seu trabalho é absorvido no nicho como um símbolo da representatividade feminina no movimento, é fundadora do coletivo GRAPIXURRAS DAS MINAS, coletivo atuante desde 2018 ,onde um grupo de mulheres praticantes de diversas modalidades de Arte de Rua se reúnem no formato "ocupação artística" intervindo no espaço, exaltando a força da articulação feminina dentro do movimento.
PROJETO ARQUIVADO.