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O projeto Ateliê Amazônia: A Expedição da Cor promove ações integradas de arte e educação por meio de oficinas de pintura e escultura em argila voltadas a crianças e adolescentes de comunidades ribeirinhas amazônicas, situadas em territórios remotos e com baixo acesso a bens e ações culturais. A execução será realizada nos municípios de Macapá, Laranjal do Jari e Vitória do Jari, no estado do Amapá, atendendo aproximadamente 400 participantes diretos. A iniciativa valoriza saberes tradicionais, fortalece identidades culturais e estimula a inclusão social, culminando em exposições comunitárias e ações formativas que ampliam o acesso à cultura e fortalecem a economia criativa local.
Sinopse da obraO Projeto Ateliê Amazônia: A Experiência da Cor será realizado no estado do Amapá, com ações desenvolvidas nos municípios de Macapá, Laranjal do Jari e Vitória do Jari, no período de 01 de abril de 2026 a 30 de setembro de 2026. Trata-se de uma iniciativa artística e educacional que busca levar expressões culturais amazônicas a comunidades, especialmente em territórios com acesso limitado a bens culturais, incluindo comunidades ribeirinhas, promovendo o acesso à arte, à cultura e o fortalecimento da identidade regional por meio de oficinas e exposição comunitária. A seguir, apresentamos o resumo e sinopse de cada produto principal do projeto, bem como sua relevância para a valorização da cultura amazônica. 1. Oficinas de Pintura e Escultura em ArgilaTema Central: As oficinas abordam técnicas tradicionais de pintura e escultura em argila, adaptadas ao contexto amazônico. O objetivo é permitir que crianças e adolescentes desenvolvam suas identidades culturais e expressem suas vivências por meio da arte, promovendo a preservação de técnicas regionais.Conteúdo das Oficinas: As oficinas são divididas em módulos práticos, onde cada etapa explora uma técnica específica de pintura e escultura. Os participantes aprenderão desde os fundamentos até a criação de peças inspiradas nas paisagens, fauna e flora amazônicas.Durante a realização das oficinas, serão promovidos momentos de diálogo, troca de saberes e rodas de conversa, integrados à metodologia pedagógica, abordando temas como cultura amazônica, sustentabilidade e identidade local.Relevância Cultural: As oficinas fortalecem a cultura local, incentivam o resgate e a preservação de saberes tradicionais e promovem a inclusão de jovens em atividades culturais, criando vínculos com as práticas artísticas da região. 2. Exposição ComunitáriaTema Central: Ao final do ciclo de oficinas, será realizada uma exposição comunitária com os trabalhos produzidos pelos participantes, apresentando pinturas e esculturas desenvolvidas durante o projeto.Conteúdo da Exposição: A exposição reunirá uma curadoria dos trabalhos mais representativos, organizados por temática e técnica, permitindo ao público conhecer e valorizar as produções locais.Relevância Cultural: A exposição reforça a arte como instrumento de expressão cultural e fortalecimento identitário, ampliando a visibilidade das produções comunitárias e incentivando a participação social. Classificação Indicativa EtáriaO projeto é voltado para crianças e adolescentes, com classificação indicativa livre, garantindo acesso inclusivo e seguro às atividades. Síntese de ImpactoOs produtos do projeto contribuem para o desenvolvimento social, cultural e educativo das comunidades atendidas, promovendo a valorização da cultura amazônica, o fortalecimento de identidades locais e a transmissão de saberes tradicionais às novas gerações.
Objetivo Geral Promover a valorização e preservação da cultura amazônica, fortalecendo identidades locais e incentivando o desenvolvimento social e educacional de crianças e adolescentes de comunidades ribeirinhas em situação de acesso limitado a bens culturais, nos municípios de Macapá, Laranjal do Jari e Vitória do Jari, no estado do Amapá, por meio de atividades artísticas e formativas. Objetivos Específicos1 Realizar oficinas de pintura e escultura em argila nos municípios de Macapá, Laranjal do Jari e Vitória do Jari, alcançando aproximadamente 400 crianças e adolescentes de comunidades ribeirinhas. 2 Promover exposições comunitárias com as obras produzidas pelos participantes, fortalecendo a valorização cultural e a integração comunitária.Capacitar lideranças e agentes culturais locais, contribuindo para a continuidade das práticas artísticas nos territórios atendidos.3 Produzir e distribuir material didático sobre técnicas artísticas e cultura amazônica, como instrumento de apoio à formação dos participantes.4 Realizar o registro audiovisual das atividades, assegurando documentação das ações e ampliação do acesso ao conteúdo produzido.5 Garantir a acessibilidade das ações, incluindo pessoas com deficiência, por meio de recursos e serviços adequados.
O Projeto Ateliê Amazônia: A Expedição da Cor é uma iniciativa de arte e educação voltada para a promoção da cultura e do desenvolvimento pessoal nas comunidades ribeirinhas da Amazônia. Por meio de oficinas de pintura, escultura em argila e outras expressões artísticas, o projeto impactará diretamente cerca de 400 crianças e adolescentes nos municípios de Macapá, Laranjal do Jari e Vitória do Jari, no estado do Amapá. A iniciativa busca fortalecer identidades culturais locais e incentivar a continuidade das tradições regionais, contribuindo para a formação de uma base cultural sólida e para a inclusão social. Ao oferecer um ambiente de aprendizagem e criação, o projeto pretende criar um espaço de valorização das práticas culturais amazônicas, alinhando-se aos objetivos de preservação e difusão da cultura regional.O caráter único do projeto é reforçado pela imersão nas comunidades ribeirinhas e pelo uso de técnicas artísticas tradicionais que conectam os participantes à identidade e ao meio ambiente local. Ao adotar uma abordagem vivencial, o projeto propicia uma experiência autêntica que incentiva a troca de conhecimentos e o fortalecimento de laços culturais. Cada oficina explora técnicas adaptadas ao contexto local, permitindo uma interação direta com a herança cultural da região. Essa estrutura destaca o ineditismo do projeto, agregando valor cultural e educativo ao processo de criação artística e à preservação de técnicas tradicionais.A execução do projeto será realizada por uma equipe técnica qualificada, com experiência em arte, educação e atuação em contextos comunitários, assegurando que cada ação respeite e reflita a identidade cultural das comunidades atendidas. A instituição proponente possui sólida trajetória na realização de projetos culturais na região amazônica, contando com um corpo técnico capaz de garantir a qualidade pedagógica, a adequada condução das atividades e a efetividade dos resultados propostos.A equipe é composta por profissionais com experiência comprovada no desenvolvimento cultural, educacional e social, com atuação direta em territórios de difícil acesso, o que assegura a capacidade de mobilização, articulação local e execução das atividades com sensibilidade cultural e eficiência operacional.A execução do projeto é minuciosamente planejada em etapas organizadas para garantir seu sucesso. Em sua primeira fase, realiza-se a seleção e organização dos recursos logísticos e de equipe para a expedição. Em seguida, são feitas as visitas e as oficinas, promovendo o aprendizado e a expressão artística. A última etapa envolve a avaliação dos impactos e resultados alcançados, permitindo mensurar o sucesso do projeto e fazer ajustes para atividades futuras. Essa estrutura de cronograma e etapas assegura uma execução eficaz e culturalmente sensível, maximizando o impacto do projeto nas comunidades atendidas.Além do impacto imediato, o projeto pretende deixar um legado duradouro e sustentável na região, promovendo a capacitação de lideranças locais para que possam replicar atividades culturais. Ao criar uma rede de agentes culturais, o projeto visa garantir a continuidade das ações culturais nas comunidades ribeirinhas e fomentar uma cadeia de produção cultural. Dessa forma, o projeto não apenas promove a arte no presente, mas também prepara as comunidades para a criação e a manutenção de uma identidade cultural fortalecida, incentivando o desenvolvimento de atividades culturais independentes.O Projeto Ateliê Amazônia: A Expedição da Cor também se enquadra nos segmentos de Exposições de Artes Visuais e Preservação de Patrimônio Cultural Material e Imaterial, conforme definido no Artigo 18 da Lei Rouanet, permitindo a dedução integral do imposto para patrocinadores. Ao oferecer oficinas gratuitas, com material incluso e acessibilidade para pessoas com deficiência, o projeto assegura a democratização do acesso à cultura. Esta abordagem inclusiva, combinada com o impacto socioeconômico de capacitar líderes locais e estimular a economia cultural, torna o projeto fundamental para o desenvolvimento e valorização da cultura amazônica.O Projeto Ateliê Amazônia: A Expedição da Cor é essencial para levar a arte e cultura a áreas com acesso restrito a bens culturais e para promover a valorização das identidades regionais das comunidades ribeirinhas amazônicas. A escolha dos municípios foi estratégica, garantindo o impacto territorial ao selecionar áreas com diversidade social e econômica, mas com pouca ou nenhuma oferta de iniciativas culturais. Esse esforço amplia as oportunidades de inclusão, desenvolvimento pessoal e interação comunitária, proporcionando aos jovens o contato com atividades artísticas que, em outros contextos, estariam fora de seu alcance.Com essas características, o Projeto Ateliê Amazônia: A Expedição da Cor demonstra o quanto é necessário o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para viabilizar uma proposta cultural de alcance e relevância como essa. Este projeto, que combina acessibilidade, diversidade, capacitação e preservação cultural, representa uma oportunidade concreta de fortalecer as expressões culturais da Amazônia e garantir que as futuras gerações conheçam e valorizem seu patrimônio cultural.
O Projeto Ateliê Amazônia: A Expedição da Cor é uma iniciativa cultural com foco na democratização do acesso às artes visuais em comunidades do estado do Amapá, com atuação nos municípios de Macapá, Laranjal do Jari e Vitória do Jari. Um dos principais objetivos do projeto é gerar impacto social e cultural por meio de atividades que fortalecem as tradições locais e incentivam a participação cultural de crianças e adolescentes que, de outra forma, teriam acesso limitado a essas experiências.1. Beneficiários e Perfil do Público-Alvo: O projeto destina-se a crianças e adolescentes entre 10 e 17 anos, com participação definida conforme as metas do projeto, provenientes dos municípios atendidos no estado do Amapá. A seleção será realizada em parceria com escolas e lideranças comunitárias locais, buscando garantir diversidade e inclusão social. Além dos participantes diretos, o projeto beneficiará indiretamente familiares, educadores e membros das comunidades por meio da exposição e das ações culturais realizadas.2. Logística e Deslocamento: A execução do projeto considera as especificidades territoriais dos municípios atendidos, com planejamento logístico adequado para transporte de equipe e materiais. As atividades ocorrerão em espaços comunitários previamente articulados, respeitando as condições locais e assegurando a viabilidade operacional das oficinas e da exposição.3. Impacto Econômico Local: O projeto prioriza a contratação de serviços e fornecedores locais sempre que possível, contribuindo para a dinamização da economia dos municípios atendidos. Serão mobilizados serviços de apoio à execução das atividades, respeitando critérios de economicidade e adequação ao contexto local.4. Equipamentos e Sustentabilidade: Serão utilizados materiais e equipamentos necessários à execução das oficinas e da exposição, priorizando soluções adequadas ao contexto local e à durabilidade dos insumos. Os materiais utilizados poderão contribuir para a continuidade de atividades culturais nas comunidades após a finalização do projeto.5. Capacitação e Continuidade: O projeto contribui para o fortalecimento de vínculos culturais e para o estímulo à continuidade de práticas artísticas nas comunidades atendidas, por meio da valorização dos saberes locais e do engajamento dos participantes nas atividades desenvolvidas.6. Acessibilidade e Inclusão: Serão adotadas medidas de acessibilidade, incluindo adequações metodológicas e recursos de apoio, visando garantir a participação de pessoas com deficiência, conforme as diretrizes de inclusão cultural.7. Documentação e Divulgação Cultural: As atividades serão registradas por meio de documentação adequada, incluindo registros fotográficos e relatórios, com o objetivo de comprovar a execução e os resultados do projeto. A divulgação será realizada de forma compatível com o porte da proposta, contribuindo para a visibilidade das ações e valorização da cultura local.
Título do Projeto Pedagógico: “Cores da Amazônia: Cultura, Arte e Conexão”Tipo de Produto: Curso/Oficina Objetivos GeraisPromover a valorização da cultura amazônica entre crianças e adolescentes das comunidades atendidas no estado do AmapáFortalecer a identidade cultural local por meio de práticas artísticas tradicionais, como pintura e escultura em argilaCapacitar os participantes para a expressão artística e o desenvolvimento pessoal, incentivando a preservação das tradições regionais Objetivos EspecíficosEnsinar técnicas básicas de pintura e escultura adaptadas ao contexto amazônicoIncentivar a reflexão sobre o papel da cultura local na construção da identidade pessoal e comunitáriaFomentar a criatividade e o interesse pela preservação cultural e ambiental entre os participantes JustificativaAs comunidades atendidas no estado do Amapá possuem uma rica herança cultural que, muitas vezes, é pouco acessada pelas gerações mais jovens. O projeto busca valorizar essas práticas artísticas por meio de ações formativas, possibilitando que crianças e adolescentes reconheçam a importância de suas tradições culturais e desenvolvam habilidades criativas. A valorização dessas práticas contribui para o fortalecimento da identidade cultural e para a preservação do patrimônio cultural amazônico. Carga Horária Completa80 horas, distribuídas em oficinas semanais, com duração média de 3 horas por encontro, ao longo do período de execução do projeto Público-AlvoCrianças e adolescentes de 10 a 17 anos, residentes nos municípios de Macapá, Laranjal do Jari e Vitória do Jari, no estado do Amapá MetodologiaAbordagem prática e interativa, com atividades de demonstração e criação artísticaUtilização de técnicas adaptadas ao contexto e à faixa etária dos participantesIntegração de momentos de diálogo, troca de saberes e reflexão ao longo das oficinas, como parte da metodologia pedagógicaAtividades de partilha ao final dos encontros, promovendo a socialização das experiências e aprendizados Material DidáticoKits individuais contendo pincéis, tintas, argila, espátulas e suportes para pinturaMateriais de apoio com conteúdos sobre arte e cultura amazônica, em linguagem acessívelRecursos audiovisuais de apoio, quando aplicável, para contextualização das atividades Especificações das Oficinas de Pintura e EsculturaPintura: As oficinas de pintura serão voltadas ao desenvolvimento de técnicas básicas em tela, explorando cores, formas e elementos inspirados na fauna, flora e paisagens amazônicas. Os participantes produzirão obras autorais ao longo do processo formativo.Escultura em Argila: As oficinas de escultura abordarão técnicas básicas de modelagem em argila, com produção de peças inspiradas em elementos culturais e naturais da região. As peças serão preparadas para exposição ao final do projeto. Espaços e InfraestruturaUtilização de espaços comunitários nos municípios atendidos, adequados à realização das atividadesOrganização dos ambientes de forma a garantir acessibilidade, segurança e conforto para os participantes AcessibilidadeO projeto adotará medidas de acessibilidade, incluindo adequações metodológicas e recursos de apoio, visando garantir a participação de pessoas com deficiência, conforme as diretrizes de inclusão cultural. Exposição Comunitária FinalAo término das oficinas, será realizada uma exposição comunitária com as produções desenvolvidas pelos participantes, aberta ao público local. A ação tem como objetivo valorizar os resultados do processo formativo, fortalecer a identidade cultural e promover a integração entre os participantes e a comunidade.
O Projeto Ateliê Amazônia: A Expedição da Cor, ao ser direcionado para comunidades ribeirinhas remotas da Amazônia, possui uma natureza inclusiva que atende diretamente às diretrizes de acessibilidade cultural estabelecidas pela legislação brasileira e pelos manuais de orientação do Ministério da Cultura. A proposta visa garantir que pessoas em áreas com acesso limitado a bens culturais possam usufruir das ações do projeto, promovendo o acesso universal à cultura, reconhecendo a importância de adaptar as atividades para que sejam verdadeiramente acessíveis a todos, conforme os princípios estabelecidos no Art. 3º da Lei Rouanet e na Lei Brasileira de Inclusão (LBI), Lei 13.146/2015.Com atuação prioritária nos municípios de Macapá, Laranjal do Jari e Vitória do Jari, no estado do Amapá, o projeto alcança territórios marcados pelo isolamento geográfico e pela escassez de oferta cultural, contribuindo para a democratização do acesso à arte e à cultura em regiões historicamente pouco atendidas por políticas culturais estruturadas.Para garantir uma abordagem inclusiva e alinhada com a Portaria nº 91/2018 do Ministério da Cultura, o projeto implementará um conjunto de ações voltadas à acessibilidade física, comunicacional e de conteúdo, assegurando a participação de pessoas com deficiência e de outros grupos em situação de vulnerabilidade social. 1. Acessibilidade Física e de ComunicaçãoO projeto prevê a realização das atividades em espaços adaptados ou adaptáveis, considerando as condições locais das comunidades atendidas. Serão adotadas medidas como uso de rampas móveis, organização acessível dos ambientes e sinalização adequada, sempre respeitando as especificidades dos territórios ribeirinhos.Para pessoas com deficiência auditiva, o projeto contará com intérprete de Libras nas atividades principais, além da utilização de recursos visuais acessíveis e legendas nos materiais audiovisuais.Para pessoas com deficiência visual, serão utilizados recursos como descrição verbal das atividades, mediação acessível e apoio direto durante as oficinas, garantindo compreensão plena dos conteúdos e participação ativa. 2. Acessibilidade de Conteúdo e Linguagem CulturalTodo o conteúdo das oficinas será desenvolvido em linguagem acessível, considerando os diferentes níveis de escolaridade, repertório cultural e faixa etária dos participantes.Serão utilizados materiais didáticos adaptados e estratégias pedagógicas inclusivas, valorizando os saberes locais e promovendo uma abordagem sensível à realidade sociocultural das comunidades ribeirinhas.O projeto também assegura a promoção da diversidade e da inclusão, incentivando a participação de pessoas de diferentes gêneros, raças, etnias, idades e pessoas com deficiência, criando um ambiente seguro, respeitoso e culturalmente significativo. 3. Acesso Digital e Ampliação do AlcanceCom o objetivo de ampliar o acesso às ações do projeto, parte do conteúdo será registrada e disponibilizada em formato digital acessível.Os materiais audiovisuais contarão com legendas e, sempre que possível, recursos de acessibilidade, permitindo que pessoas que não possam participar presencialmente também tenham acesso às atividades.Essa estratégia considera as limitações geográficas das comunidades atendidas e amplia o alcance das ações, promovendo maior difusão da cultura amazônica. Compromisso com a Diversidade e Inclusão CulturalO Projeto Ateliê Amazônia: A Expedição da Cor reafirma seu compromisso com a promoção da diversidade cultural e da inclusão social, adotando uma abordagem participativa, respeitosa e territorializada.Ao atuar em comunidades ribeirinhas da Amazônia amapaense, o projeto contribui para a valorização das identidades culturais locais, o fortalecimento do protagonismo comunitário e a ampliação do acesso à arte e à cultura.Além disso, promove a criação de espaços de expressão e pertencimento, alinhando-se aos princípios da Declaração Universal da UNESCO sobre a Diversidade Cultural, ao incentivar o reconhecimento da pluralidade cultural e o acesso equitativo aos bens culturais.
Para o Projeto Ateliê Amazônia: A Expedição da Cor, a democratização de acesso é um eixo central, especialmente por sua atuação em comunidades ribeirinhas remotas dos municípios de Macapá, Laranjal do Jari e Vitória do Jari, no estado do Amapá, caracterizadas pelo acesso limitado a bens e ações culturais.Todas as atividades do projeto serão ofertadas de forma gratuita, garantindo o acesso direto de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social às oficinas de pintura e escultura, bem como às exposições comunitárias resultantes do processo formativo.Todo o material produzido durante as oficinas será compartilhado com os participantes e suas comunidades, fortalecendo o caráter social da ação, a valorização do patrimônio cultural local e o vínculo com as expressões culturais amazônicas.Será realizada a captação audiovisual das oficinas, exposições e demais atividades, com disponibilização dos registros em meios digitais acessíveis, ampliando o alcance do projeto e possibilitando que outras comunidades e públicos tenham contato com as ações desenvolvidas.As exposições comunitárias serão abertas ao público local, promovendo momentos de encontro, valorização cultural e acesso coletivo à produção artística dos participantes.Com foco em crianças e adolescentes das comunidades atendidas, o projeto desenvolverá atividades adaptadas às realidades locais, promovendo a educação cultural desde cedo e fortalecendo o vínculo com os saberes e tradições da Amazônia.Será ainda estimulada a articulação com instituições locais, visando à formação de agentes culturais comunitários e à continuidade das práticas culturais após o encerramento do projeto.Essas ações ampliam o acesso à cultura de forma concreta e territorializada, assegurando não apenas a fruição artística, mas também a formação, a participação comunitária e a construção de um legado cultural duradouro nas comunidades atendidas.
Proponente: Educ – Associação de Promoção da Educação e CidadaniaAtividade Principal: A Educ, enquanto proponente do projeto, será responsável pela gestão integral do processo, assumindo a coordenação geral e todas as atividades de decisão técnica e financeira. A Educ liderará a implementação do projeto, assegurando que as ações sejam conduzidas conforme os objetivos culturais e educacionais da proposta, desde o planejamento até a execução e prestação de contas.Principais Profissionais Envolvidos1. Maria Veramoni de Araújo Coutinho Função no Projeto: Coordenadora Geral Currículo Resumido: Diretora da Educ e especialista em Arte e Educação, Veramoni possui mais de 20 anos de experiência em projetos culturais e educacionais na Amazônia, com histórico de atuação em iniciativas voltadas ao desenvolvimento social, à valorização do patrimônio cultural e à formação de públicos. Atua na concepção, coordenação e supervisão de projetos culturais e educativos, assegurando a coerência metodológica, a articulação institucional e a qualidade da execução.2. Raimunda Alves Araújo (Dinda) Função no Projeto: Educadora Social e Facilitadora de Campo Currículo Resumido: Raimunda Alves Araújo, conhecida como Dinda, atua desde 2000 em ações voltadas à educação, cultura e sustentabilidade no Vale do Jari. É Diretora Executiva da Educ desde 2008 e integra a diretoria executiva da AMEL, com atuação em projetos de inclusão social, valorização cultural e desenvolvimento comunitário. Possui pós-graduação em Educação Ambiental e Sustentabilidade, graduação em Gestão Pública e formação em andamento em Fisioterapia, reunindo experiência em gestão administrativa, articulação comunitária e condução de atividades educativas e culturais. 3. Felipe Coutinho Função no Projeto: Coordenador de Comunicação e Produção Audiovisual Currículo Resumido: Felipe Coutinho é fundador da FPE Coutinho Educação e Marketing LTDA e atua na interface entre cultura, tecnologia e audiovisual. Desenvolve projetos que articulam tradição e inovação, com experiência em produção audiovisual, design gráfico, gestão de mídias e formação de jovens e adultos. Também integra a diretoria executiva da Educ, onde atua como tesoureiro, contribuindo para a gestão e expansão de projetos culturais e educativos. 4. Manoel Oédson de Araújo Coutinho Função no Projeto: Articulador Institucional e Facilitador Currículo Resumido: Oédson Coutinho é educador social, produtor cultural e servidor público estadual, com trajetória voltada à valorização da cultura e ao fortalecimento comunitário no Vale do Jari. Atua desde 1998 em ações de educação social, produção artística e mobilização cultural. É sócio fundador da Educ e Diretor de Relações Institucionais, com experiência em articulação com parceiros, realização de projetos culturais e promoção do acesso à cultura em territórios amazônicos. Entre suas atuações, destacam-se projetos como Cineconecta e Flor do Jari, além de sua contribuição na organização de iniciativas culturais comunitárias.2. Maria Batista de Araújo Função no Projeto: Educadora e Facilitadora de OficinasCurrículo Resumido: Educadora e ativista com vasta experiência em educação comunitária, Maria já coordenou diversas atividades artísticas e educacionais para jovens e adultos em regiões de difícil acesso. Seu trabalho é focado na inclusão social e na promoção da identidade cultural amazônica por meio de oficinas práticas e dinâmicas. Outros profissionais e colaboradores Outros profissionais, técnicos, assessores e prestadores de serviço serão contratados conforme as necessidades específicas de cada etapa do projeto, especialmente para execução das oficinas, apoio logístico, acessibilidade, registro audiovisual, comunicação e suporte operacional, garantindo a adequada realização das atividades e o alcance dos resultados previstos.Síntese Técnica da Equipe A equipe técnica reúne profissionais com experiência em gestão cultural, educação, articulação comunitária, comunicação e produção audiovisual, assegurando a condução qualificada do projeto, a fidelidade aos objetivos propostos e a adequada execução das ações sob supervisão direta da proponente.
Encaminhado ao perito para análise técnica e emissão de parecer.