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PRONAC 2411996Expirado o prazo de captação totalMecenato

ANA E A TAL FELICIDADE

NOTICIAS DE TUDO - PROJETOS DE COMUNICACAO LTDA
Solicitado
R$ 778,8 mil
Aprovado
R$ 778,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-03-03
Término
2026-03-02
Locais de realização (8)
Fortaleza CearáCuritiba ParanáRecife PernambucoMacaé Rio de JaneiroNiterói Rio de JaneiroPetrópolis Rio de JaneiroRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Realização de peça teatral "Ana e a Tal Felicidade", baseada no livro de mesmo nome da autora Cris Pimentel, nas cidades do Rio de Janeiro, Niterói, Macaé, Petrópolis, São Paulo, Recife, Fortaleza e Curitiba. Além da peça, serão promovidas rodas de conversa com o público sobre os temas abordados no espetáculo, com sorteio de livros e oficina de teatro com duração de 4 horas, a ser ministrada por profissionais de psicologia escolhidos pela equipe e por parte do elenco da peça. "Ana e a tal felicidade" conta a história de Ana, uma mulher que questiona suas dores e que, angustiada, está em busca de um acerto de contas com o passado e de uma perspectiva de futuro,principalmente no âmbito amoroso. A peça aborda temas como violência contra a mulher, conceitos de gênero, raízes e crenças, convidando o público a refletir sobre temas como identidade e valores no meio familiar e cotidiano.

Sinopse

Criada e produzida majoritariamente por mulheres, a peça "Ana e a Tal Felicidade", baseada no livro homônimo de Cris Pimentel, dá vez e voz às muitas "Anas" espalhadas pelo mundo. O espetáculo conduz a plateia a uma viagem em um tempo lógico, como se cada cena fosse uma memória que apresentasse fragmentos inconscientes que sustentam a experiência subjetiva de Ana e a leva ao presente quando se é necessário romper com os traumas do passado para encontrar “a tal felicidade”. Montada em 2021 no Teatro Sergio Porto (RJ), com patrocínio da Amil e Prefeitura do Rio, pela Lei de Incentivo ISS, fez 20 apresentações na temporada, sendo 4 sessões extras, devido à demanda de público. Escrito por Cris Pimentel, a peça convida o público a refletir sobre temas aos quais as mulheres são encaixadas e, consequentemente, silenciadas pela sociedade. Encenada pelo grupo Notícias de Tudo, a peça apresenta uma mulher que está em busca de um acerto de contas com o passado e de uma perspectiva de futuro, em âmbitos diversos, principalmente em sua vida amorosa. Através da personagem “Ana”, muitas mulheres poderão, além de se enxergar no palco, refletir e trocar sobre o combate à violência contra a mulher. A peça nos apresenta “Ana”, uma mulher real, que sofreu abuso sexual. No palco, podemos encontrar, através dela, uma pessoa em busca de se curar de traumas passados para viver o amor no presente. O público, em sua maioria, se identifica com a montagem cuja narrativa é baseada em partes da vida da autora Cris Pimentel (que sofreu abuso sexual aos 17 anos e reproduz o tema na história da personagem principal) e em dilemas de outras mulheres que a autora conheceu durante os cinco anos em que trabalhou como escrivã na Delegacia de Defesa da Mulher de Mogi das Cruzes (região do Alto Tietê, São Paulo). Não recomendado para menores de 16 anos.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realizar apresentação artística seguida de roda de conversa e oficina de teatro, a fim de compartilhar a experiência de criação. O objetivo do projeto é fomentar a reflexão sobre a experiência do que é ser mulher no Brasil, acolher diferentes vivências e empoderar o público-alvo através da arte. A peça foca em conceitos de gênero, raízes culturais, crenças, ideologias e valores no meio familiar, e consegue gerar identificação do público de forma lúdica sobre direitos e identidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar 1 apresentação teatral itinerante; Promover debates e rodas de conversa seguindo as apresentações; Criar 1 oficina de teatro para mulheres e outras pessoas interessadas na arte; Agregar amplo aparato de acessibilidade, com serviços de tradução e mediação; Formar plateia no segmento teatral, ao mesmo tempo que democratizar o acesso à produção e estimular o hábito de frequentar o teatro; Desenvolver o senso crítico do público e o gosto pelas artes cênicas.

Justificativa

A personagem Ana, de Cris Pimentel, representa muitas mulheres reais. O jornalista Sidney Rezende (Rádio Tupi, ex-Globo News e TV Globo), escreve na orelha da primeira edição (2012) de Ana e a tal felicidade que "ao deslizar pela existência da Ana, o leitor a percebe como alguém que nos é próximo" e encerra o texto de apresentação perguntando ao leitor: "Quem não conheceu uma Ana na vida? Quem nunca foi Ana em algum momento?". A contar pelas estatísticas é fácil concordar com Sidney porque o tempo todo somos atravessados por casos de violência contra a mulher, seja na TV, na internet ou no dia-a-dia. É sabido, por exemplo, que no Brasil ocorrem 180 estupros por dia. Esses são os motivos que impulsionam a inscrição e realização do projeto, que busca unir a arte à causa política, para levar esse trabalho para locais diversos e dar continuidade à jornada de Ana com toda a liberdade poética que o teatro permite, somada ao trabalho feito com muita dedicação e originalidade. A peça conta com trilha original de Aldo Medeiros e mergulho e entrega de Charles Azevedo, que vive a mãe, o pai, a melhor amiga e o namorado do passado e do presente da personagem central, vivida por Stephanie Serrat. Além da equipe técnica, direção e produção, o espetáculo conduz facilmente o público para dentro das cenas, mais precisamente para esse universo opressor da cidade de onde Ana escapa e, por isso, traduz várias camadas de vivências com sua presença próxima, sem interação entre os atores e o público, provocando não só emoções na plateia, como reflexões sobre os danos físicos, materiais e psicológicos causados em uma mulher que sofre um abuso. É nessa luta permanente de apoio às causas femininas que o grupo entende que pode continuar ajudando as mulheres a encontrarem a felicidade e se libertarem de seus traumas, através da história da Ana. E especialmente para a volta da Ana aos palcos, apostamos na roda de conversa e em oficinas, para abrir um lugar de fala para muitas outras Anas.

Estratégia de execução

Site Oficial "Ana e a tal felicidade": https://anaeatalfelicidade.com.br/ Instagram Oficial "Ana e a tal felicidade": https://www.instagram.com/anaeatalfelicidade/ Facebook Oficial "Ana e a tal felicidade": https://www.facebook.com/AnaeatalFelicidade Notícias: https://oglobo.globo.com/rio/bairros/jornalista-transfoma-episodio-de-violencia-vivido-na-adolescencia-em-peca-25265466 https://odia.ig.com.br/colunas/informe-do-dia/2021/11/6281079-picadinho.html https://gazetadanoticia.com.br/2021/10/30/atriz-de-genesis-stephanie-serrat-ira-estrear-peca-no-rio-de-janeiro/ https://www.ofluminense.com.br/entretenimento/2021/11/1227175-ana-e-a-tal-felicidade-chega-ao-teatro-do-rio.html https://srzd.com/blog/entretenimento/ana-e-a-tal-felicidade-chega-ao-teatro-e-debate-a-violencia-contra-a-mulher https://foliasteatrais.com.br/coluna-segunda-de-teatro-166/ https://tipsstarnews.com.br/vera-holtz-e-ana-paula-almeida-prestigiam-peca-no-teatro-sergio-porto/ https://www.telasporelas.com/post/ana-e-a-tal-felicidade-encerra-temporada-no-rio https://www.destinosdorio.com.br/cidades/rio-de-janeiro/cultura-e-historia/teatro/item/1685-ana-e-a-tal-felicidade-chega-ao-teatro-para-refletir-temas-aos-quais-as-mulheres-sao-encaixadas-e-consequentemente-silenciadas-pela-sociedade - LINKS DA APRESENTAÇÃO DA PEÇA ANA E TAL FELICIDADE: GRAVAÇÃO – TEATRO SERGIO PORTO EM 06/11/201: Link 1 – Gravação na íntegra, sem edição e sem interprete de libras.Editado Sem Libras - Google Drivehttps://bit.ly/AnaeTalFelic1 Link 2 – Gravação editada para a plataforma do PalcoWeb.Com tradutor de Librashttps://bit.ly/AnaComLibras1080

Especificação técnica

Espetáculo "Ana e Tal Felicidade": Tempo de duração: 55 minutos. Público-alvo: Mulheres sem distinção de idade, raça, cor ou religião. Objetivos: - Formar plateia no segmento teatral, ao mesmo tempo que democratizar o acesso à produção e estimular o hábito de frequentar teatros; - Desenvolver o senso crítico do público e o gosto pelas artes cênicas; - Trazer reflexão sobre o tema da peça teatral; - Promover o desenvolvimento e a difusão de produções cariocas pelo país; - Gerar empregos e valorizar o mercado de trabalho para profissionais do teatro local, bem como promover o enriquecimento cultural do público. Texto do Programa: “Nosso espetáculo foi construído com muito carinho e dedicação por parte de cada profissional envolvido. Todos, sem exceção, trabalharam incansavelmente, para atingir nosso objetivo que é levar para o palco com toda licença poética que o teatro nos permite, os momentos de força e fragilidade dessa mulher abusada sexualmente, desconstruindo os estereótipos a fim de levar o público a um mergulho dentro da jornada emocional da "Ana" – uma mulher angustiada em busca de um acerto de contas com seu passado e, que ao mesmo tempo, tenta se firmar num relacionamento. Queremos com esse espetáculo provocar a reflexão junto à plateia sobre temas como culpa, aborto, orgasmo, entre outros assuntos tão importantes para a saúde mental de toda mulher. Assim como no livro, nós juntamos relatos de outras mulheres que passaram por situações semelhantes à que vivi aos 17 anos, relatos esses que conheci na década de 90, época que fui escrivã de polícia numa Delegacia de Defesa da Mulher (SP) e que me inspiraram na criação dos personagens centrais. Só desejo que esse projeto tenha uma excelente jornada”! – Cris Pimentel, autora e idealizadora do espetáculo. Roda de Conversa: Tempo de duração: 60 minutos Público-alvo: Mulheres sem distinção de idade, raça, cor ou religião e demais pessoas interessadas no debate sobre o tema. Objetivos: - Realizar roda de conversa após as apresentações; - Convidar profissionais da psicologia para debater temas do espetáculo; - Promover debates sobre violência de gênero; - Gerar reflexão entre os participantes. Oficina de Interpretação: Tempo de duração: 4 horas Público-alvo: Pessoas de todas as idades com interesse em artes cênicas Objetivos: - Criar oficina de teatro para público variado - Promover a arte em comunidade com as regiões contempladas pelo projeto - Divulgar o projeto com a formação de oficina de teatro

Acessibilidade

A produção desse projeto se compromete a proporcionar condições de acessibilidade as pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei n° 10.741, de 1° de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto n° 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Os teatros a serem escolhidos deverão apresentar as condições que seguem abaixo, atendendo ao art. 27, inciso II, do Decreto 5.761/06 e artigo 47 da Instrução Normativa Nº 1, de 20 de março de 2017. * Instalação de banheiros adaptados, com de barra de apoio e vasos sanitários apropriados para deficientes físicos; * Rampas / ou elevadores que permitam o acesso de cadeiras de roda; * Portas com largura suficiente (mínimo de 0,80 m) para a passagem de uma cadeira de rodas; * Dimensões amplas suficiente para garantir os deslocamentos e rotação da cadeira de rodas; * Os assentos devem ter altura mínima de 0,50cm (para facilitar a transposição do cadeirante); * Funcionários treinados para atender adequadamente os portadores de necessidades especiais e/ou idosos. DEFICIENTES VISUAIS E AUDITIVOS - Impressão de encartes em braile contendo informações como sinopse e roteiro musical, serão distribuídos juntamente com programa do espetáculo para os deficientes visuais; - No caso de pessoas com deficiência visual e auditiva, procuraremos informar através de sinalização na bilheteria ou de orientação por parte de um assistente de produção a disponibilidade deste espectador sentar-se em área próxima ao palco, de forma a facilitar a recepção do espetáculo através do sentido que lhe é mais raro. - Realização de algumas sessões com tradução em Libras durante a temporada, em datas previamente divulgadas ao público, com o objetivo de otimizar a presença de portadores desta necessidade especial no espetáculo. Acreditamos que ao tomar conhecimento de que os espetáculos incentivados através da Lei Rouanet realizam sessões com suporte específico para portadores de necessidades especiais, este público passará a buscar a programação incentivada por esta Lei de Incentivo. Assim, estaremos realmente promovendo a formação de plateia junto aos portadores de necessidades especiais e avaliando como melhor atender à demanda por espetáculos voltados para este público específico. - Pretendemos ainda, realizar este espetáculo em teatros situados em pontos centrais das cidades incluídas no projeto, cujo acesso seja viável a todos os moradores dessas cidades, inclusive portadores de necessidades especiais e idosos.

Democratização do acesso

Atendendo as regras previstas no CAPÍTULO IV - Sessão II - artigo 20 da IN nº 05/2017 do MinC, de acordo com a distribuição do produto cultural no segmento de Artes Cênicas - Apresentação de espetáculo de Teatro Musical estipulamos a seguintes cotas de ingressos: - 10% do total de ingressos serão distribuídos gratuitamente à população; Estes ingressos deverão ser destinados a Estudantes da Rede Pública do Ensino Fundamental, Médio e Superior; e/ou público participante de projetos de inclusão social. A distribuição será comprovada através de declarações subscrita pelas instituições recebedoras dos ingressos. Acreditamos que o espetáculo poderá ser tema para a realização de trabalhos a partir de uma interação entre a produção do espetáculo e as entidades convidadas para participar desta contrapartida. As instituições beneficiadas deverão contar com a orientação de professores e monitores, que acompanharão as pessoas ao teatro. (Como forma de distribuição gratuita de ingressos adotaremos o critério de doação dos ingressos ou produtos para instituições ou associações que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população e com menor poder aquisitivo); - 10% do total de ingressos serão destinados aos patrocinadores; - 10% do total de ingressos serão destinados a divulgação gratuita promocional para a divulgação do espetáculo; - 20% do total de ingressos serão comercializados no valor de R$ 25,00 (Não ultrapassando o valor mensal do vale cultura, conforme estabelece o artigo 8º da Lei 12.761 de 27 de dezembro de 2012); - 50% do total de ingressos serão comercializados ao preço médio de R$ 60,00 (em conformidade com os padrões estabelecidos pela Lei Rouanet). ENSAIOS ABERTOS Temos o objetivo de realizar 2 ensaios abertos, contribuindo para a democratização de acesso às atividades. O público destas apresentações poderá ser composto por público social, ligado às instituições voltadas para a inclusão social; por estudantes de artes cênicas de instituições públicas e de cursos ministrados em áreas mais carentes das cidades (comunidades, bairros da periferia, etc.); e estudantes da Rede Pública de Ensino/Universidades Públicas. RODAS DE CONVERSA: Realizar gratuitamente rodas de bate-papo com a participação de psicólogas e elenco, sobre temas relacionados ao espetáculo. Os palestrantes serão membros da equipe de criação ou produção. Os encontros contarão com tradução simultânea em libras. O registro videográfico dos encontros será disponibilizado no site do projeto e nas redes sociais. A divulgação terá como alvo principais estudantes e professoras de rede pública de ensino.

Ficha técnica

- Stephanie Serrat: Atriz. Bacharelado em cinema na Universidade Estácio de Sá, formada pela Escola de Atores Wolf Maia. Estudou com importantes nomes como Fernando Becker, Andréia Fernandes, Ricardo Kosovski e Bernardo Jawlensky. Participou do Teatro Nós do Morro, na turma de 2006 e estudou no Teatro Tablado de 2010 até 2013. Trabalhos como atriz em teatro, filmes, novelas e séries na TV: 2022-2023 - Backing vocal no programa Calderão do Mion – TV Globo 2022 - Ana e a Tal felicidade (on-line); Pimentinha – Elis Regina para Crianças (musical com direção de Diego Moraes); Rapto do Leão Betão (longa-metragem com direção de Thiago di Paula) 2021- Ana e a tal felicidade - Teatro Sergio Porto. - Charles de Asevedo Luciano: Ator. Formado pela UNI-Rio em Artes Cênicas e com MBA em Produção Cinema e TV pela FGV, cursa Pós-Graduação em Ensino de Artes Cênicas na UERJ. Atuou como assistente de direção e ator em “Lado B”, “Pluft, o Fantasminha” e “O Pequeno Mozart”. É professor da Rede Municipal de Ensino de Nova Iguaçu, desde 2018. Atualmente, além de fazer parte do Grupo Notícias de Tudo, onde encena “Ana e a tal felicidade”, trabalha com Vera Holtz. A parceria acontece desde a montagem de “Timon de Atenas”, de Shakespeare, até os dias atuas, sendo "Ficções" o mais recente. - Anna Carolina Araujo Santos Otsuka: Diretora. Atriz, diretora e produtora formada pela Casa das Artes de Laranjeiras. Foi integrante da Cia Ensaio Aberto como atriz e assistente de direção e atriz da Cia “Os Inomináveis”, dirigida por Renato Rocha. Participou das oficinas Nô Japonês, Butô e Moitará. Desde 2004 atua no SESC São Gonçalo ministrando oficinas de teatro. Em 2012, realizou a produção, direção e curadoria da exposição “Eva Todor – Uma Vida Dedicada a Arte”. - Nina da Silveira da Costa Reis: Co-diretora. Atriz-cantora, diretora e performer. Idealizadora e curadora da Ocupação Ovarias, indicada ao Prêmio Shell na categoria Inovação. Direção e Concepção de “Cavalos”, (2019-2020) e atriz e cantora de “Filhos De Medea”, “Ai de Mim”, “Porta da Frente”, “Boa Noite Professor” e “Não Me Diga Adeus. - Ana Luzia Molinari de Simoni: Luz Cênica. Iluminadora cênica há 15 anos realizou 230 operações de luz e mais de 300 montagens com Aurélio de Simoni, Maneco Quinderé, Renato Machado entre outros iluminadores renomados. Possui prêmios como Botequim cultural e Prêmio CBTIJ de teatro infantil. Criação de luz de espetáculos como “Infância, Tiros e Plumas, “Nada Além, “Os Inadequados”, “O que nasceu” e “Um Sonho para Melies”. - Cristina de Sousa Pimentel: Diretora e Produtora. Autora, jornalista, produz teatro desde 2008. Produziu peças como “Lula Contra o Mau”, “Meu Destino é Santarém”, e “Ana e a tal felicidade”, ganhando com a última os prêmios Erika Ferreira e Ativos Culturais. Lançou o livro “Ana: o amor pelo amor” no Brasil e Europa. Em 2024 foi selecionada para a Escola de Cinema St. André, onde estuda roteiro de cinema e faz parte do Núcleo de Roteiro de Ficção. - Maria Carolina Ramos Assenção: Direção de Corpo e Movimento. Atriz, bailarina, coreógrafa, diretora de movimento, produtora cultural e executiva. Graduada pela Universidade Estácio de Sá em Letras, com pós-graduação em História da África e do Negro no Brasil pela Universidade Cândido Mendes e Extensão em Mitologia Nagô e Ioruba no Colégio Pedro II. Há oito anos vem realizando parceria com a diretora Carol Araújo em suas oficinas de teatro, com produção, preparação corporal e coreografia. - Cleia Thomas: Visagismo. Atriz e visagista formada em Artes Cênicas pela UNIRIO. Possui especialização em Caracterização Teatral pelo SENAC-RJ e pós-graduação em Arteterapia pela Universidade Cândido Mendes. É professora de artes cênicas no Rio de Janeiro e Duque de Caxias e trabalhou em produções como a ópera “A Redenção pelo Sonho”, as peças “Bola Preta”, “A Roda da História”, “Boca de Ouro”, “O Inspetor Geral” e “A Saga da Senhora Café”. No cinema, fez a caracterização de “Almoço de família”, “O Bicho Sete Cabeças”, “Soro Positivo e Prisão” e “O Evangelho segundo Saramago”. - Beatriz Pinheiro da Silva Junqueira: Diretora de Arte (Figurino e Cenário). Artista multidisciplinar, diretora de arte, cenógrafa, curadora, consultora e diretora artística, vem representando o Brasil na Quadrienal de Praga e recebendo prêmios por “Na Solidão dos Campos de Algodão” de direção de Caco Ciocler, “Santa Joana dos Matadouros” e “Eu, Moby Dick”. - Marcia Cristina Santos Saban: Produtora. Artista, bailarina, Maítre de Ballet e produtora cultural. Em 2010 assumiu a presidência do Instituto Nacional de Arte, Cultura e Esporte e em 2016 fundou o Projeto Danser - Niterói. Idealizadora dos espetáculos: Tangarolando (2018), O Jardim Mágico (2019), Cinderela 2020, Grande Circo Danser (2022) e Branca de Neve (2023). - Carlos da Cruz Pimentel: Gestão e Conteúdo do site oficial do projeto. Formado pela Universidade Estácio de Sá como Tecnólogo da Informação e com Pós Graduação em Jornalismo pela universidade de Mogi das Cruzes, é sócio fundador da Notícias de Tudo desde fevereiro de 2008. Na imprensa, trabalhou no Jornal O Fluminense, entre 98 até 2001. Foi Repórter e Editor de esportes no Jornal O Vale Paraibano, entre os anos de 93 a 96; Foi Editor de Esportes no Sindicato Bancários São José dos Campos 90 até 93; Foi assessor do Sindicato dos Radialistas em São José dos Campos de 93 a 95 e foi repórter do O Vale na mesma cidade. - Rodrigo Menezes: Fotografia e Divulgação. Artista multidisciplinar e diretor criativo, trabalha com fotografia, design, edição de vídeos, iluminação e gestão de redes sociais. Em 2021 esteve à frente da comunicação dos espetáculos teatrais em formato audiovisual "Sinhá Não Dorme", de Isabel Penoni, "Partida", de Debora Lamm, "O Pequeno Herói Preto" de Cristina Moura e Luiza Loroza e "Auto de João da Cruz", da Cia Omondé. Foi diretor de comunicação do Festival Internacional de Artes do Rio e designer da exposição “Peraltagens” dos Tapetes Contadores de Histórias. Dirigiu a websérie “O Pequeno Herói Preto”, indicada em duas categorias do Rio WebFest. - Aldo José Bonifácio Medeiros: Trilha Original. Músico, compositor, poeta, professor e tradutor de alemão. Gravou os cds independentes “Deixa eu te dar um toque” e “Sucessos inéditos”. Publicou “Poemas que cansaram da gaveta” e escreveu e atuou no espetáculo “Ex-Atuais-Futuros”. Atua como músico-compositor convidado do Clube da Cena, para o qual escreveu inúmeras canções, e do Teatro do Nada, com o qual trabalhou em “Rio de Histórias”. Criou trilha sonora para espetáculos “O Beijo no Asfalto”, “O Doente Imaginário” e “Dormindo com Bukowski”, do Teatro Tablado, e “Bastidores”, da Cia. Muito Franca. - Felipe Gabriel Teixeira de Paula Pinto Guedes: Designer. Formado em Administração de Empresas pela PUC-Rio, desenvolveu pesquisa na área de Marketing Artístico, explorando o comportamento do consumidor de bandas independentes. Sua jornada profissional inclui experiências significativas que o permitiram mergulhar no cenário cultural e artístico, desenvolvendo uma interessante trajetória em projetos culturais, como o SVA da empresa Oi, onde atuou na pasta Oi Música. - Alessandra da Costa: Assessoria de Imprensa. Formada em Jornalismo pela Faculdade Pinheiro Guimarães, especializada em Redação Oficial pela Fundação João Goulart, em Marketing Cultural pelo Senac-Rio, Aplicação de Mídia Training pela Faculdade Integradas Hélio Alonso e Gestão para Profissionais de Comunicação e Gerenciamento de Crise, ambos pela Faculdade Integradas Hélio Alonso. Com 17 anos de experiência no mercado, passou pela Distribuidora de Filmes S/A – RioFilme, responsável pela distribuição de "Um copo de cólera", "Meu nome é Dindi", "Cleópatra", "Amarelo Manga", "Cartola", "Madame Satã", "Filhas do Vento", "5x Favela – Agora por nós mesmo", entre outros. Em 2010, trabalhou na Kassu Produções, realizando a assessoria de diversos trabalhos no segmento cultural.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.