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Circulação do espetáculo Koanza - Do Senegal ao Curuzu em duas etapas. A primeira será uma temporada especial no mês de janeiro de 2025, no verão de Salvador, quando Koanza receberá convidadas especiais a cada apresentação: Bloco Ilê Aiyê, e cantoras pretas baianas; a segunda etapa promoverá a circulação em 6 capitais entre os meses de março - Dia Internacional do Teatro - e abril - Dia Internacional da Dança.
Em cada cidade o projeto promoverá uma curta temporada do espetáculo, com ações paralelas de formação e integração. Alinhando a programação a um plano de comunicação onde serão produzidos conteúdos digitais de divulgação e promoção da programação itinerante. Em “Koanza: do Senegal ao Curuzu”, a personagem volta à Bahia, após um tempo morando na África, com a missão de combater o crescente domínio dos discursos que se voltam contra os cultos de matriz afro-brasileira. Ao chegar, ela encontra o Brasil imerso em um turbulento processo político e racial, tendo à frente um presidente conservador. É quando ela se vê desafiada a salvar o Curuzu (bairro com a maior população negra de Salvador) das mãos da opressão religiosa e política, e encontra muitas dificuldades para tal missão. Diante dessa encruzilhada, surge um espetáculo cômico. Com texto de Sulivã e direção de Thiago Romero, a obra conta com uma equipe majoritariamente negra e participações em vídeo de 05 artistas negros de projeção nacional: Rita Batista, Tia Má, Val Benvindo, Cleidson Baby e Luana Xavier. A participação especial fica por conta do Ilê Aiyê, com suas bailarinas e pocket show de encerramento em cada uma das apresentações, reverenciando o reduto de nascimento do bloco afro que é também refúgio de Koanza: O Curuzu.
Objetivo Geral: Promover a circulação do projeto Koanza - Du Senegal ao Curuzu em sete capitais brasileiras, uma ocupação cultural que consiste na realização de curtas temporadas do monólogo com apresentações musicais do Bloco Ilê Ayê e cantoras negras brasileiras, além de uma oficina de dança afro. Objetivos específicos: • Resgatar a memória e ancestralidade para que pessoas negras possam se reconhecer pertencente ao universo da cultura de matrizes africana; • Promover e ampliar as tradições das religiões de matriz africana, bem como dos blocos afros para conscientização da resistência e existência dessa cultura; • Revelar a pluralidade da negritude e representatividade; • Promover o debate e a reflexão, através do humor, sobre problemas sociais, como intolerância religiosa, machismo, homofobia e genocídio da população negra; • Fomentar a produção artística e cultural Brasileira com artistas e técnicos negros e negras; • Empoderar mulheres e homens negros, em especial jovens e adultos, a lutarem contra as formas de opressão e a ocuparem todos os espaços; • Combater o racismo estrutural vigente na sociedade brasileira.
Assim como o público baiano já se identifica com os personagens do ator baiano Sulivã Bispo, chegou a hora de mais pessoas se reconhecerem e enxergarem seu potencial, a partir de negras de sucesso como Koanza. Prima de personalidades como Oprah e Michele Obama, Koanza é uma mulher chique e consciente do mundo desigual em que vivemos. Kwanza foi a moeda adotada em Angola após a independência do país, em 1977. Não à toa, a personagem também é um símbolo de independência econômica e ascensão social. Mesmo sendo uma mulher bem-sucedida, ela não está livre do preconceito racial e luta constantemente contra o racismo estrutural. Religiosa do candomblé, a Makota utiliza os referenciais aprendidos no terreiro para combater as opressões. Politizada, sarcástica e usa seu humor inteligente para fazer as pessoas refletirem. Nesse sentido, o espetáculo é uma maneira de amplificar seus posicionamentos e dialogar com o público acerca de assuntos delicados, mas que precisam ser pautados e discutidos para avançarmos nas conquistas sociais, em especial, para o povo negro. Temas como intolerância religiosa, racismo e machismo são abordados por esta personalidade que não anda só, que tem consciência da ancestralidade que a acompanha e do conjunto de signos e elementos estéticos que exibe em seus looks. Logo, a existência desse espetáculo protagonizado por uma negra retinta, próspera e chique ajuda a descontruir a imagem distorcida do negro que muitas vezes é reproduzida nos grandes veículos de comunicação. A presença de Koanza fortalece a mensagem de empoderamento negro, especialmente para as mulheres como ela, acreditarem em seus sonhos. Através de risos, contos diaspóricos e textos identitários, o espetáculo visa também desmitificar palavras, termos, e expressões preconceituosas instaurados na sociedade brasileira. Sulivã Bispo acredita que interpretar Koanza faz parte do seu compromisso social enquanto artista. Ele também conta que em muitos momentos a sua história de vida se entrelaça com os arquétipos revolucionários do persona e, através de textos, trejeitos, contos bem-humorados e simbologias estéticas, a importância da conscientização racial por meio da linguagem humorística tem se mostrado cada vez mais potente e necessária. "Koanza: do Senegal ao Curuzu" um produto cultural mais do que necessário para atender aos anseios de representatividade, luta e entretenimento consciente para a população brasileira, formada por mais de 50% de negros. A circulação nacional do espetáculo contribui para promover o debate e a reflexão, através do humor, sobre problemas sociais, como intolerância religiosa, machismo, homofobia e genocídio da população negra. Koanza empodera mulheres e homens negros, jovens e adultos, inspirando a luta contra as formas de opressão e a ocupação de todos os espaços para combater o racismo estrutural vigente na sociedade brasileira.
não se aplica
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O projeto será realizado em locais que atendam à normas de acessibilidade à cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, garantindo também o atendimento prioritário e vagas sinalizadas nos espaços culturais que tiverem garagem/estacionamento. Caso o espaço cultural não atenda às medidas de acessibilidade física, a produção garantirá as adaptações necessárias. As apresentações contarão com intérprete de LIBRAS para acessibilidade de pessoas surdas e audiodescrição para pessoas cegas ou de baixa visão. Trabalharemos com mediação Cultural: teremos um profissional de mediação cultural com o objetivo de mobilizar o público, promovendo o acesso, a compreensão e a apreciação das expressões culturais. Nas redes sociais trabalharemos com descrição das imagens, vídeos e elementos gráficos; utilização das hashtags #PraCegoVer, #PraTodosVerem ou todos os vídeos promocionais e trailers terão legenda; evitaremos fontes serifadas e trabalharemos com tamanho de fonte para uma leitura confortável; utilizaremos frases curtas, com textos objetivos e simples; atenção aos contrastes de cores.
Trabalharemos com cota de 10% dos ingressos serão comercializados a preços populares (R$50). Destinaremos 20% dos ingressos para projetos sociais que trabalhe com a juventude, com o objetivo de ampliar o acesso e formação de plateia, com ação via a mediação cultural. Realizaremos 1 bate-papo com o ator Sulivã Bispo em cada cidade que o espetáculo se apresentar.
Nome: Sulivã BispoFunção no Projeto: AtorCurriculo Resumido: Sulivã Bispo é um ator, educador e humorista, graduado em Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal da Bahia (2015) e popularmente conhecido por estrelar a personagem Mainha no longa metragem Na Rédea Curta enos programas Treme Treme (2017) e TVZ de Verão (2020), ambos do Multishow/Globoplay. Na televisão integra o elenco dos programas Humor Negro (2022), com a personagem Koanza e da série internacional Férias em família (2019), também do Multishow/Globoplay. No teatro já atuou em mais de 20 espetáculos teatrais com destaque para Rebola considerado o melhor espetáculo do ano pelo Prêmio Braskem de Teatro, e os monólogos KAIALA, Koanza “do Senegal ao Curuzu”, as peças do Bando de Teatro Olodum: Ó PAÍ Ó, Relato de uma guerra que não acabou e Áfricas e o musical Madame Satã, protagonizado por ele. Soma indicações a prêmios na categoria de melhor ator no prêmio Braskem de Teatro (2017) e no Rio Web Fest (2019). É idealizador do espetáculo cênico virtual Doú Alabá (2021) e atualmente integra a Cia Teatro da Queda. Nome: Ilê Aiyê Curriculo Resumido: ILÊ AIYÊ, primeiro bloco afro da Bahia, inicia sua história em 1º de novembro de 1974, no Curuzu, Liberdade, bairro de maior população negra do país: 600 mil habitantes. O objetivo da entidade é preservar, valorizar e expandir a cultura afrobrasileira, para isso, desde que foi fundado, vem homenageando os países, nações e culturas africanas e as revoltas negras brasileiras que contribuíram fortemente para o processo de fortalecimento da identidade étnica e da autoestima do negro brasileiro, tornando populares os temas da história africana vinculando-os com a história do negro no Brasil, construindo um mesmo passado, uma linha histórica da negritude. O seu movimento rítmico musical, inventado na década de 70, foi responsável por uma revolução no carnaval baiano. A partir desse movimento, a musicalidade do carnaval da Bahia ganha força com os ritmos oriundos da tradição africana favorecendo o reconhecimento de uma identidade peculiar baiana, marcadamente negra. O espetáculo rítmico-musical e plástico que o bloco exibe no Carnaval emociona baianos e turistas e arranca aplausos da população. A riqueza plástica e sonora do Ilê Aiyê retoma todas as formas expressadas na evolução dos movimentos de renascimento negro-africano, negro-americano ou afro-americano, as decodifica para o contexto específico da realidade baiana, sem perder de vista a relação de identificação entre todos “os negros que se querem negros” em qualquer parte do mundo, ressaltando sempre o caráter comum da origem ancestral, de um passado comum que nos irmana. Com 3 mil associados, o Ilê Aiyê é hoje um patrimônio da cultura brasileira, um marco no processo de reafricanização do Carnaval da Bahia. Nome: Renata HasselmanFunção no projeto: Coordenação de ProduçãoCurrículo resumido: Formada em Relações Públicas, vem atuando no mercado de produção cultural desde 2006. Durante 4 anos programou o Circuito Saladearte sendo responsável por articulações e negociações com distribuidoras nacionais e internacionais. É sócia da Multi Planejamento Cultural, empresa que atua nas áreas de produção, captação, planejamento e gestão cultural. Uma das mais atuantes empresas de produção cultural do mercado baiano, a Multi Planejamento Cultural, possui importantes parceiros privados e públicos. Em 13 anos de empresa já realizou mais de 200 ações e projetos em diversas linguagens. Com a empresa realizou projetosexpressivos na área musical como o Circuito Música Bahia, Música para Brincar, voltado para o público infanto-juvenil, Música no Cinema, Moraes Carnaval Moreira, Verão Luiz Caldas, Invasão Cultural dentre outros. Nome: Tayse CerqueiraFunção no projeto: Coordenação de ComunicaçãoCurrículo resumido: Publicitária com atuação na área de comunicação desde 2003 é responsável pelo planejamento unindo as ideias e estratégias dos departamentos de mídia, mídia digital e live marketing. Na sua trajetória profissional foi responsável por mídia e planejamento regional de grandes marcas como GM, Governo do Estado, OI, Le Biscuit, O Boticário, Skol, Bohemia e Brahma. Atualmente é analista de Canais e Engajamento na agência Ideia3 responsável por clientes como Acelen. Na área culturalparticipou do Programa de Capacitação em Projetos Culturais do Ministério da Cultura e de cursos do Gestão Cultural do Qualicultura / Sebrae - Estratégias de Patrocínio Formatação e Gestão de Projetos Culturais. Desde 2014, a frente da ZumZumZum, naárea cultural foi responsável pelo planejamento de mídia e comunicação de projetos como Leiturinhas Musicadas, Preta Música - OQuadro e Ellen Oléria, O Circo de Só Ler e Música para Brincar na Caixa Cultural e na Lei Aldir Blanc, Projeto As Três Irmãs doSertão, Projeto Circuito de Música do Teatro Jorge Amado, entre outros. Nome: Thiago RomeroFunção no Projeto: DireçãoCurrículo Resumido: Diretor, figurinista, maquiador, ator, arte-educador; licenciado em Arte Educação com habilitação em História da Arte pela UERJ e bacharel em Artes Cênicas com habilitação em Direção Teatral. É mestre em Artes Cênicas pelo Programade Pós-Graduação da Universidade Federal da Bahia com a pesquisa intitulada Atlânticas Narrativas em busca do teatro da bixa preta. Atualmente é doutorando do mesmo programa. Fundador do Teatro da Queda, grupo que em 15 anos se dedica aoestudo da abordagem de corpos com diversidade de gêneros na dramaturgia norteado pelo conceito da Afro-fabulação; e integrou da Cia NATA. Idealizador da plataforma artística DAN – Território de Criação juntamente com Daniel Arcades e Laíse Castro.Desenvolve trabalho com teatro educação em um programa de aprendizagem pelo Instituto Sagrado Coração de Jesus, desenvolvido na região da lagoa do Abaeté em Itapuã – Salvador BA. Dirigiu montagens como: Nau ( 2021) vencedor do prêmio Braskem de Teatro 2021 na categoria Espetáculo Adulto AFRONTE AKULOBEE (2019), Madame Satã (2018) Na rédea Curta (2018), Desviante (2017)Anoitecidas (2016) Delicado (2016); Rebola (2016)-( vencedor do prêmio Braskem de Teatro 2016 nas categorias melhor texto e espetáculo adulto); Recebeu o prêmio Braskem de teatro pela direção do Espetáculo Última Chamada (2019) além de ter 2Indicações pelo figurino, maquiagem e cenário de Exu a Boca do Universo (2014) e Oxum (2018). Atualmente pesquisa diálogos entre perfomance e audiovisual através do trabalho da Afrodrag Barbárie Bundi e desenvolve junto com Daniel Arcades a pesquisasobre obras cênicas virtuais como a Lagoa das Feiticeiras e Nau. Assinou a direção de arte do vídeo clipe do cantor baiano Lazzo Matumbi para a música 14 de maio sob direção de Urânia Munzanzu. Em 2022 assinou a direção artística do projeto SalvadorCapital Afro, Movimento que busca projetar a cidade como destino em referência nacional e internacional no turismo afro. Nome: Nildinha FonsecaFunção no Projeto: Oficina de Dança Afro e Preparação CorporalCurrículo Resumido: Formada em Dança pela Universaidade Federal da Bahia, Nildinha é uma das maires dançarinas da Bahia. Professora, preparadora técnica de dança afro contemporânea e coreógrafa, acumula 32 anos de carreira. Desde1988, passou a serintegrante do Balé Folclórico da Bahia, única companhia de dança folclórica profissional do País. Professora da Funceb (Fundação Cultural da Bahia), traz no currículo várias turnês nacionais e internacionais, além de vasta experiência com oficinas (só no Vila Verão, projeto do Teatro Vila Velha, tem 15 anos). O resultado é que Nildinha continuou até hoje como dançarina da primeira Cia.
PROJETO ARQUIVADO.