Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O Festival Super Hacka Kids é um evento de experimentação audiovisual no formato híbrido e gratuito. Combinando diversão, educação e criatividade, o festival oferece uma plataforma única para jovens mentes curiosas se envolverem com a tecnologia de forma positiva e construtiva, com a participação de pais e responsáveis e a comunidade escolar. O festival conta com uma programação de oficinas, seminários, batalhas de games, exibição de filmes e mais, como produto principal. Como produtos secundários serão realizados uma formação em cinema, uma formação em produção de jogos para crianças e adolescentes, e uma formação para educadores, também no formato híbrido.
Classificação etária: A partir de 6 anos
Objetivo geral: Contribuir para o desenvolvimento do senso crítico de crianças e adolescentes, estudantes do ensino público, em parceria com as escolas públicas do Rio de Janeiro, através de ações pedagógicas inovadoras e um festival audiovisual, potencializando habilidades e competências com o uso de novas tecnologias gerando impacto social. Objetivos específicos: Produto principal:1 Festival com programação diversa - Gratuito para todos os participantes Produtos secundários: 1 Curso de cinema com produção de 1 curta metragem realizado pelos alunos - Gratuito para todos os participantes 1 Curso de produção de jogos com produção de 1 jogo realizado pelos alunos - Gratuito para todos os participantes 1 Curso de cultura digital para educadores - Gratuito para todos os participantes
A Cultura Digital é refletida de maneira natural e é o repertório principal de convivência na vida de indivíduos nascidos após o ano 2000. As Tecnologias de Informação desempenham um papel primordial e, o principal neste tempo é se a mensagem chegou ao seu destino. Numa era onde todo mundo é produtor de conteúdo, o bem mais valioso da atualidade é a atenção.Um dos maiores desafios do tempo histórico que estamos vivendo é saber lidar com esses avanços tecnológicos que estão alterando nossas maneiras de estar no mundo. Esse desafio é enorme para todas as idades, mas é ainda mais inédito para crianças que já nascem em um mundo hiperconectado e com excesso de informação a cada segundo. O problema não são as tecnologias em si, mas os usos que fazemos delas.A partir dessas observações, estereótipos e preconceitos acerca da interação e das relações sociais e afetivas em torno dessas novas plataformas, tem mexido com os núcleos familiares e espaços educativos formais e informais. Entender essa linguagem e amplificar valores que formam o nosso repertório comum, nossa cultura, abre um leque de possibilidades de criar e democratizar o acesso a novas formas de arte.Mas o acesso às novas tecnologias é ainda limitado e escancara a desigualdade social no Brasil e no mundo. O relatório "Situação Mundial da Infância 2019" realizado pelo Unicef aponta que 29% dos jovens entre 15 e 24 anos (346 milhões de pessoas) não têm acesso à internet. O fator da desigualdade socioeconômica e dificuldade de acesso a espaços culturais agravam o desenvolvimento educacional e influenciam diretamente na perspectiva de vida dos jovens, são fatores que bloqueiam as oportunidades, consequentemente embarreirando o desenvolvimento profissional, pessoal e social.Por isso, o Cinema Nosso identificou a necessidade de criar espaços de aprendizagem não formais onde crianças e jovens pudessem refletir sobre o uso do audiovisual e das tecnologias e suas relações com os problemas sociais que circundam sua realidade e pensar em soluções.Nossa abordagem visa tratar temas como: Promoção da Conscientização e Inclusão Racial; Preparação para um Mundo Digital; Empoderamento e Autoestima; Criatividade e Expressão; Educação Lúdica; Desenvolvimento de Habilidades do Século 21; Construção de Relações Positivas; Famílias e Educadores Engajados; Agentes de Mudança; Visibilidade e Impacto Social. A proposta se enquadra nos incisos do Art. 1o da Lei n° 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Serão alcançadas as finalidades do Art. 3° da referida norma: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos
Formações para crianças e adolescentes Oficinas de Cinema (60h) Oficinas de Jogos Digitais (60h) Produtos das formações: 1 curta metragem, 1 jogos digital e produtos digitais Formação para Educadores Formação em Cultura Digital para sala de aula (20h) PROGRAMAÇÃO | FESTIVAL: Serão três dias de atividades para crianças, adolescentes, pais, responsáveis e educadores. - Seminários (8h) - Cineclubes (20h) - Experimentação tecnológica (8h) - Oficinas (8h) - Batalhas de jogos (8h)
A Acessibilidade está no cerne das ações do Cinema Nosso, que além de realizar os projetos de Formação Audiovisual, também executa o Cinema Inclusivo, projeto que há 10 anos traz sessões de cinema com bate papo para crianças em situação de vulnerabilidade social, e com transtorno de espectro autista, e adultos com algum tipo de deficiência ou transtorno mental. Assim, nossa preocupação é sempre atender aqueles que possuem algum tipo de limitação ao acesso à linguagem do cinema, seja como público, seja como produtor e buscamos oferecer as ferramentas necessárias para que esse acesso seja viável. Serão adotadas as seguintes medidas para o produto principal:ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de librasACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: legendagem de todos os produtosACESSIBILIDADE PARA PCD FÍSICOS: O Cinema Nosso, em sua sede, dispõe em seu andar térreo uma sala de cinema com rampas de acesso a cadeirantes, bem como um banheiro totalmente adaptado, permitindo também a pessoas que tenham alguma limitação em mobilidade, o acesso à sala. Serão adotadas as seguintes medidas para o produto secundário:ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: legendagem de todos os produtos audiovisuaisACESSIBILIDADE PARA PESSOAS CADEIRANTES: Rampa de acesso e banheiro adaptado no andar térreo da instituição, onde está localizada a sala de cinema
- Para o produto principal O acesso será feito através de inscrição em formulário da própria instituição Todas as ações serão gratuitas Serão adotadas as seguintes medidas presentes no art. 29 da IN nº 11/2024:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativoSerão adotadas as seguintes medidas presentes no art. 30 da IN nº 11/2024:III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas - Para o produto secundário O acesso será feito através de inscrição em formulário da própria instituição Todas as ações serão gratuitas Serão adotadas as seguintes medidas presentes no art. 29 da IN nº 11/2024:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativoSerão adotadas as seguintes medidas presentes no art. 30 da IN nº 11/2024:III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas
Mércia BrittoCoordenação geral Doutoranda em Governação, Conhecimento e Inovação na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (FEUC). Mestre em Intervenção social, Inovação e Empreendedorismo na Universidade de Coimbra, Portugal. Possui Formação Executiva em Cinema e Televisão – FGV Management, Graduada em Serviço Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro.Sócio-fundadora e diretora executiva do Cinema Nosso, organização social com 20 anos de trabalho em inovação audiovisual. É diretora do Festival Super Hacka Kids e da Game Jam Delas. Faz parte da equipe de consultores em Economia Criativa do Sebrae/RJ e na In.Esdi - Incubadora de Empresas de Design da Esdi/Uerj. Atua com movimentos sociais e audiovisual desde 1997, é membro da plataforma internacional de gestores culturais, Proyecta Cultura desde 2004 e faz parte do conselho de diversidade da ABRAGAMES. Rafaela Baia Administração Produtora há treze anos, com formação em Gestão do Entretenimento iniciou sua carreira como produtora teatral na Cia de Teatro Tumulto. Depois produziu espetáculos da Cia dos Comuns (Cia de atores e atrizes negros) dentre outras Cias. Na televisão produziu os programas Espelho com 250 episódios já exibidos e o programa O Bagulho é Doido, ambos com exibição no Canal Brasil, o Inter programa Parabólico e programa Minha Rua - Canal Futura. Natalia Capano Coordenação de produção Possui mestrado em Direitos Humanos pela Universidade de Padova, na Itália, e MBA em Gerenciamento de Projetos. Tem trabalhado nos últimos 10 anos em gerenciamento de projetos de impacto social. Gabriela Gonçalves Equipe pedagógica Pedagoga formada pela Faculdade de Educação da UFRJ e atual mestranda de Relações Étnico Raciais da CEFET. Atuou como Coordenadora Pedagógica na Escola de Economia Criativa Polo Criativo em 2017 e atualmente coordena o projeto de formação "Empoderamento e Tecnologia - Jovens Negras no Audiovisual" no Cinema Nosso. Saulo SilosPesquisadorCientista Social formado pela UFF, Saulo é pesquisador e atua com pesquisas e estudos de comunidades remanescentes de quilombo em todo o país. Já prestou serviço para UNESCO, Fundação Ford, INCRA, Plano CDE, DataFolha, Litro de Luz Brasil e outros. Sarah Nery Equipe pedagógica É jornalista, mestre em Comunicação e Cultura (ECO/UFRJ) e doutora em Educação (Proped/UERJ). Professora da Escola de Cinema Darcy Ribeiro, onde ministra cursos de Roteiro Transmídia desde 2017, e professora no curso técnico de Roteiro para Mídias Digitais do Nave-Rio/CEJLL de 2013 a 2018. Atualmente também é professora na Unicarioca (cursos de Jornalismo, Publicidade e Marketing). Publicou dois livros: “Tenho cara de pobre: Regina Casé e a periferia na TV” (Multifoco, 2012) e “#Ocupa: uma experiência educativa” (NEFI, 2018). Atualmente desenvolve a plataforma de cursos online e presenciais narratividade.digital e propostas de atividades para escolas em multiletramento.digital. João Tavares Analista de produção audiovisual Formado em Cinema pela Estácio de Sá. Trabalha como produtor, editor e educador sempre na linha Cinema e Educação fazendo atividades cineclubistas e oficinas com os alunos na rede pública. Nicole Rachid EducadoraNicole faz parte do time criativo do Nubank e é graduada em Estudos de Mídia na UFF. Trabalhando com realidade aumentada desde 2018 e tendo criado para marcas como Universal Music e Multishow, liderou comunidades oficiais da Meta (regional) e da Niantic (global) sobre essa tecnologia, e atualmente é embaixadora do Women Techmakers, projeto do Google que busca empoderar mulheres na área tech. Na educação criativa, foi tutora na Cannes Lions Academy em 2022, na França, além de ter ministrado diversos workshops de realidade aumentada em empresas e universidades. Marcella Pizzolato Design Marcella Pizzolato é formada em Publicidade e tualmente é Diretora de Arte na Chá Produções e possui o De Criah, onde é pensada a construção de materiais a partir de narrativas sociais. Ela também atuou como Designer/Diretora de Arte no Observatório de Favelas do Rio de Janeiro e participou da construção da identidade de projetos importantes para a atuação em direitos humanos no estado do Rio. Formada em 2020 pelo Cinema Nosso no curso de Produção de Jogos pelo projeto Empoderamento e Cinema: Jovens Negras no Audiovisual e hoje também atua na instituição como educadora no projeto LAB CN. Ministrou alguns Workshops e cursos trazendo em pauta o design social, dentre eles na Adobe Brasil, Malungas 2021, NARRA e Fala Tu. PalomaEducadoraPaloma é bacharel do curso de Cinema e audiovisual pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). Trabalhou em diversos projetos audiovisuais nos setores de sonorização, atuação e produção. É formada em técnica de áudio pela PRACATUM - Escola de Músicas e Tecnologias e em Radiodifusão pela RUC - Rádio Universidade de Coimbra, onde cumpriu estágio e trabalhou como técnica para diversos programas e publicidades da estação. Luiz BarbosaEducadorLuiz trabalha com tecnologia há 3 anos, mas possui experiência na sala de aula há mais de 10 anos. Já deu aulas de inglês, de francês e agora de programação. É músico e ator levando criatividade para a tecnologia sempre que possível. Estudioso de Design UI e Desenvolvimento Front-end.
Projeto reintegrado ao fluxo após a publicação da portaria de prorrogação.