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O Festival de Baturité do Cinema Brasileiro é um evento de cinema voltado para a difusão da produção audiovisual brasileira, baseado no diálogo entre patrimônio cultural, preservação ambiental, diversidade artística e formas de produção e disseminação de conhecimentos através do cinema. Com uma programação composta por exibições de filmes ao ar livre, debates, oficinas, experimentações artísticas, vivências, premiação a filmes destaques, e uma feira voltada para cultura popular, o festival será realizado durante 4 (quatro) dias em espaços públicos na cidade de Baturité, totalmente gratuito, democrático e acessível.
A região do Maciço de Baturité é uma camada no corpo de territórios diversos que compõem o Ceará como um espaço político, cultural, ambiental e imaginário. Unidade de paisagens diferenciadas entre o litoral e o sertão, a região aparece como uma grande cadeia de montanhas, emergidas e resistentes. Como uma mancha verde, a região é parte também dos 12% de Mata Atlântica ainda viva no país, sendo um território rico em biodiversidade, mas que tem enfrentado diversos problemas, principalmente inflamados pelo avanço contínuo dos exercícios de especulação imobiliária. Além disso, a presença de comunidades tradicionais, remanescentes quilombolas e povos indígenas, constrói uma ampla diversidade étnica, social e cultural nesse território. De acordo com o Censo de 2022, a cidade acumula uma população de mais de 35 mil pessoas, distribuídas em uma pirâmide etária de base larga, com um número expressivo de jovens, compartilhando dos trânsitos entre vivências sociais, culturais e históricas no município, em um intercâmbio cultural com os países africanos de língua portuguesa, devido a existência da UNILAB. Com economia baseada sobretudo no comércio e agricultura, além de forte relação com o turismo ambiental e religioso, Baturité é um município carente de apoio ao desenvolvimento das múltiplas linguagens artísticas. Assim, a percepção e sapiência sobre esses dados são indispensáveis para estimular e conduzir ações de preservação cultural e desenvolvimento sustentável, principalmente conectados aos saberes ancestrais da região, ampliando relações espaciais e percepções possíveis de indivíduos e natureza conjuntas. É nesse contexto local que surge o Festival de Baturité do Cinema Brasileiro, um evento que conecta patrimônio, memória, preservação ambiental e desenvolvimento cultural, numa conexão entre as paisagens culturais da região e o cinema brasileiro. Conectando públicos diversos e espaços públicos da cidade, o objetivo central é difundir a produção audiovisual contemporânea do Brasil e apresentar ao público da cidade e região a oportunidade de ter contato com os filmes mais recentes do Cinema Brasileiro, dos mais diversos gêneros, linguagens e formatos, evidenciando a diversidade e pluralidade da produção nacional.
Objetiva-se a realização da primeira edição do Festival de Baturité do Cinema Brasileiro, um evento de difusão da produção cinematográfica brasileira que busca criar um espaço de reflexão sobre patrimônio cultural, ambiental e diversidade artística a partir do cinema contemporâneo brasileiro. Como objetivos específicos temos a realização das seguintes ações culturais: 1) MOSTRAS AUDIOVISUAIS: composta por 3 (três) mostras audiovisuais, com cerca de 30 (trinta) filmes, entre curtas, médias e longas-metragens, selecionados por uma equipe de curadoria através de chamada pública. Haverá debates com realizadores e mediação da curadoria. Os filmes destaques serão premiados em 10 categorias escolhidas pelo júri oficial e júri da crítica, composto por convidados, pelo júri estudantil, formado por estudantes de cinema e audiovisual, e pelo voto popular do público; 2) OFICINAS: realização de até 3 (três) oficinas de linguagens audiovisuais durante a realização do festival; 3) DEBATES: realização de pelo menos 3 (três) mesas de debates com convidados de notório saber, dentre pesquisadores, críticos, educadores e profissionais do setor, com tradução simultânea em Libras; 4) CATÁLOGO: publicação de um catálogo impresso com a programação do festival, informações dos filmes e texto da curadoria; 5) FEIRA: realização da feira de empreendedorismo, cultura popular e gastronomia voltada para conectar artistas e artesãos da região do Maciço de Baturité.
Assentado em Baturité, cidade central da região do Maciço de Baturité, ao norte do Estado do Ceará, o Festival de Baturité do Cinema Brasileiro é uma contribuição significativa às ações culturais de descentralização e interiorização dos conhecimentos e fruições que tradicionalmente estão concentrados na capital do estado. Envolvendo cineastas, pesquisadores e fazedores culturais de diversas cidades do estado, e particularmente da região, o festival busca aproximar territórios, periferias e agentes culturais independentes em torno do cinema contemporâneo brasileiro. Conexões entre preservação ambiental, cultura popular, memória e preservação, são motes para a realização do Festival, que se volta para a diversidade estética e artística do cinema brasileiro em conexão com as urgências sociais do contemporâneo. Considerando um contexto local de escassez de eventos e projetos culturais, a existência desse festival se justifica no desejo de, como propõe o Art. 1° inciso I, ampliar a possibilidade do acesso da população local aos bens culturais produzidos no país. O evento atende ainda o Art. 1° inciso II ao buscar promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística nacional, em particular de obras audiovisuais brasileiras, fornecendo caminhos exequíveis para uma democratização real de acesso às artes em cidades do interior do estado do Ceará. O festival incentiva a formação artística e cultural (Art. 3° inciso I) através de cursos gratuitos realizados em cidades da região do Maciço de Baturité em período anterior à data do evento, como uma medida de conectar toda a região em torno do evento. O festival concederá prêmios (Art. 3° inciso I alínea b) a filmes destaques da programação em dez categorias escolhidos pelos júri oficial, júri da crítica, júri estudantil e júri popular, como melhor filme (curta e longa), roteiro, montagem, prêmio da crítica, voto popular, e outros. O júri estudantil será composto por estudantes de cinema e audiovisual que receberão bolsas (Art. 3° inciso I, alínea a) para participar do júri e eleger filmes de curta e longa da mostra competitiva. Com uma programação totalmente gratuita (Art. 3° inciso IV, alínea a), o Festival de Baturité do Cinema Brasileira se volta para questões como a preservação cultural, numa defesa das expressões artísticas locais e a cultura popular, atento também às questões ambientais e as urgências climáticas, sobretudo considerando que a região se insere no contexto de uma APA (área de proteção ambiental). Por fim, o festival busca fomentar, a partir de suas atividades, o desenvolvimento cultural, econômico e humano na cidade e na região do Maciço, através da contratação de profissionais de diversos setores, agentes culturais e prestadores de serviços. Impulsionando a economia da cidade através da contratação de serviços como gráficas, montagem de infraestrutura, marcenaria, elétrica, maquinária, transporte de passageiros, frete, e outros serviços, além da ocupação de toda rede hoteleira da cidade, e possivelmente, de parte das redes de cidades vizinhas, e favorecendo um aumento significativo nas vendas em serviços de alimentação, como restaurantes, lanchonetes e vendedores ambulantes. O festival busca ser uma importante vitrine de exibição da produção cinematográfica brasileira, com o desejo de se tornar uma referência em política de interiorização e regionalização dos bens culturais, e de democratização do acesso à cultura no estado do Ceará.
A comunicação e divulgação do projeto se dará da seguinte forma: Daremos atenção especial a divulgação por meio das redes sociais oficiais do Festival e da produtora. As redes sociais são um meio eficaz de divulgar o projeto, além dos atuais Instagram e YouTube, teremos conta também em outras redes como o X, TikTok, e Facebook. Nosso site será um espaço amplo com todas as informações do evento, como programação, releases, vídeos, dados sobre os filmes, ficha técnica, convidados, espaço para patrocinadores. O site também fará as transmissões em tempo real dos debates. O projeto será divulgado por meio de jornais, tais como o Jornal O Povo, Diário do Nordeste, e outros, que atingem um público mais amplo e diverso, além de sites especializados e instituições ligadas à cultura, esses sites e blogs atingiram um público segmentado e engajado, que busca por conteúdos culturais de qualidade e relevância. O projeto também será divulgado por meio de inserções gravadas e ao vivo em rádios locais, um meio de comunicação popular e acessível, que atinge um público variado e regional. A abrangência da divulgação vai do micro para o macro. Sendo um projeto realizado numa cidade do interior do estado, levaremos em consideração o contexto local e buscaremos criar estratégias de divulgação mais localizadas, como o uso de chamadas nas rádios locais, cartazes e materiais gráficos distribuídos por diversos locais tanto da cidade, como também, em cidades vizinhas, aproveitando a visibilidade existente em locais de fácil acesso, como equipamentos públicos, escolas, universidades, espaços de lazer, etc. Em paralelo, a divulgação também assume uma abrangência nacional, tendo em vista que o festival exibirá filmes de todo o país e trará convidados de diversos estados. Assim, estenderemos a divulgação via impressa para veículos de comunicação de projeção nacional. Utilizaremos também mídias pagas, tais como impulsionamento em redes sociais e plataformas digitais, mídia em ônibus (busdoor), publicidade em jornais, sites e revistas, e anúncio na tv aberta.
1) MOSTRAS AUDIOVISUAIS: Realizaremos 3 (três) mostras audiovisuais, com cerca de 30 (trinta) filmes, entre curtas, médias e longas-metragens, selecionados por uma equipe de curadoria através de chamada pública, além de filmes convidados. Haverá debates com realizadores e mediação da curadoria. As exibições acontecerão ao ar livre, em estrutura montada especialmente para o evento. As mostras serão: Mostra Brasil: Serão exibidos filmes nacionais, nos gêneros ficção, animação e documentário. Com foco na produção contemporânea brasileira, apresenta filmes produzidos nos últimos três anos, dividida em sessões a partir de uma proposta curatorial;Mostra Infantil: apresenta uma seleção de filmes direcionados para o público infantil selecionados a partir da convocatória;Mostra Conexões Internacionais: composta por uma seleção de filmes convidados oriundos de países de língua portuguesa escolhidos pela curadoria e coordenação artística do festival.Os filmes destaques serão premiados em 10 categorias, sendo elas: melhor filme de curta-metragem, melhor filme de longa-metragem, destaque em roteiro, destaque em montagem e destaque em som, ambos pelo júri oficial; melhor filme pelo voto popular (curta e longa); melhor filme pelo júri estudantil (curta e longa); e o prêmio da crítica. 2) OFICINAS: Contaremos com 3 (três) oficinas de linguagens audiovisuais realizadas ao longo dos dias do festival. As oficinas terão duração média de 15 h/a cada, e serão abertas a um público variante de até 20 pessoas cada, sendo realizadas em escolas do município. Os participantes de cada uma das oficinas receberão, ao término das atividades, um certificado de participação emitido pela organização do evento. Essas oficinas serão escolhidas a partir de uma chamada pública para a seleção de propostas formativas que dialogam com três temáticas gerais, sendo elas: CINEMA TEMPO: memória e patrimônio; CINEMA EMERGÊNCIAS: meio ambiente e sustentabilidade; CINEMA FABULAÇÃO: experimentações e imaginação radical. A organização do evento selecionará as melhores propostas. 3) DEBATES: Os debates irão ocorrer de forma presencial com transmissão virtual, serão mesas temáticas e masterclass que giram em torno da produção audiovisual brasileira, a partir de temas como interiorização e descentralização, políticas públicas para o audiovisual, patrimônio cultural e ambiental, cinema contemporâneo brasileiro. Cada mesa terá a mediação de integrantes da curadoria e da organização do festival, que conduzirão uma conversa aberta com o público. 4) CATÁLOGO: Será produzido uma publicação em formato de catálogo impresso reunindo informações sobre o festival. O catálogo terá distribuição gratuita, assim como, uma parte dos catálogos será doada para instituições culturais que realizam formação na área do audiovisual. 5) FEIRA: realização da feira de empreendedorismo, cultura popular e gastronomia voltada para conectar artistas e artesãos da região do Maciço de Baturité. Será montada uma estrutura ao ar livre, próxima ao espaço das exibições, para os expositores e feirantes acolherem o público com conforto e infraestrutura adequada.
Para garantir a plena execução das atividades, faremos uma capacitação em acessibilidade para a equipe do projeto, de maneira a garantir que todo o festival incorpore práticas mais acessíveis de forma ampliada, considerando a comunicação do projeto, o tratamento com o público, os mecanismos digitais, e demais estratégias. Além disso, trabalharemos com os seguintes itens de acessibilidade: LIBRAS: Todas os cerimoniais, tais como a abertura, antes de cada sessão e o encerramento, assim como todas as falas abertas, tais como os debates com realizadores, as mesas e rodas de conversa com convidados, terão tradução simultânea para LIBRAS através de intérpretes. LSE: Parte dos filmes exibidos na programação terão o uso de legendas descritivas para pessoas surdas e ensurdecidas. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Priorizamos por criar espaços que contem com recursos de acessibilidade arquitetônica, tais como rampas de acesso, corrimãos, sinalização, banheiros adaptados, espaço reservado para pessoas em cadeiras de rodas e assentos para pessoas obesas, e outros. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL: Faremos uso de linguagem simples em toda a comunicação do projeto, seja ela virtual ou física, com uso de legendagem nos vídeos das redes sociais e texto descritivo. Os folders da programação terão sinalização indicando quais filmes têm recursos de acessibilidade.
O Maciço de Baturité é uma região ausente de salas de cinemas, sejam públicas ou privadas, sendo o cinema mais próximo localizado em cidades da Região Metropolitana de Fortaleza, e com grande população de baixa renda carente de equipamentos, eventos e ações culturais de médio e grande porte. Assim, as exibições são também ações de democratização de acesso ao que vem sendo produzido no cinema brasileiro contemporâneo. Toda a programação do festival será gratuita, com acesso livre a todos os públicos. Como parte do desejo de ampliação do acesso, teremos também uma grande presença nos meios digitais. Os debates com realizadores e o seminário com mesas e masterclass, serão transmitidos através do nosso site, com tradução simultânea para Libras, possibilitando que pessoas de todo o país possam acessar e participar. Além disso, permanecerão hospedados no site todos os debates com convidados e representantes dos filmes, assim como o catálogo em pdf que estará disponível para download gratuito. Assim, o site não servirá apenas no seu caráter informativo, mas sim, um espaço ativo, ativado constantemente e pulsante.
A proponente é a única responsável pela administração, gestão, produção e por todo o poder decisório do projeto. COORDENAÇÃO GERAL - CLÉBSON FRANCISCO - Pesquisador, educador, curador independente e produtor, atua na cultura com produção, produção executiva, gestão e coordenação de projetos no campo do audiovisual e das artes visuais, e na educação não-formal, especificamente na formação em artes. Suas práticas artísticas e experiências de trabalhos tem se construído a partir de vivências coletivas, interdisciplinaridades e regimes de colaboração entre equipes. Coordena o Arquivo Presença – plataforma de pesquisa, arquivo e memória, o Mapa do Cinema Negro – plataforma de pesquisa e difusão audiovisual, é um dos idealizadores e atualmente coorenador geral da Infinita Festival de Cinemas Negros e Indígenas. Bacharel em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal do Ceará (2018), com formação técnica pela Escola Pública de Audiovisual da Vila das Artes (2018), e com formação complementar pela Escola de Gestão Pública do Estado do Ceará e Escola Nacional de Administração Pública (ENAP). É Diretor Executivo na BREU CC, uma empresa do campo da economia criativa e produção cultural, que desenvolve projetos e ações voltadas para o cinema, as artes visuais e as artes integradas. COORDENAÇÃO ARTÍSTICA - LEVY FREITAS - É pesquisador, produtor, geógrafo e artista audiovisual. Doutorando em Comunicação e Cultura (Ecopós/UFRJ), é mestre em Geografia (UFRN) e especialista em Literaturas Africanas de Língua Portuguesa (UNILAB, é também especialista em Estudos Afro-latino-americanos/ALARI/Hutchins Center. É membro do grupo de pesquisa SENSORIA - Núcleo de Pesquisa em Imagem, Som e Texto(Unilab/CNPq) e colaborador da Rede Oppala (Observatório de Paisagens Patrimoniais e ArtísticasLatino-Americanas). Atualmente envolvido em estudos, pesquisas e extensões relacionadas a autonarrativas, Geografia cultural, Geografia das populações, Diásporas Africanas nas Américas, paisagens, imagens, sons e cinemas lusófonos (Brasil/PALOP). Como pesquisador, financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), tem trabalhado em um projeto direcionado às conexões pelo Atlântico Sul, principalmente as existentes entre Brasil e os países africanos de língua oficial portuguesa (PALOPs). Atua também como produtor tendo experiência junto a CasaTomada (RN), A CASAMATA (CE) e Pedra Gigante (CE). Tem passagem, com trabalhos em vídeo e fotografia, por festivais como Efêmero Festival (2021) e Festival de Culturas Unilab (2019). Em 2021, lançou pela editora A CASAMATA o fotolivro digital “As contas de nosso rosário são como sementes”. CURADORIA - LORENNA ROCHA - É historiadora (UFPE), pesquisadora, curadora e crítica cultural. Co-fundadora da INDETERMINAÇÕES - plataforma de crítica e cinema negro brasileiro. Fundadora e editora-chefe da câmarescura - estudos em cinema e audiovisual. Atua como crítica e editora na revista multimídia Quarta Parede (PE). Mestranda em Comunicação pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Atuou como crítica cinematográfica no blog Sessão Aberta (2019-2021) e na revista Cinética (2021). Participou da Berlinale Talents - 73º Festival Internacional de Cinema de Berlim na função de crítica cinematográfica. Participou do programa “Prática da Crítica” da 8ª edição da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo (2022). Foi júri do Prêmio Canal Brasil de Curtas na 26ª Mostra de Cinema de Tiradentes (MG). Foi curadora das últimas duas edições do Festival Internacional de Curtas-Metragem de Belo Horizonte (2021; 2022) e da edição especial do Janela Internacional de Cinema do Recife (2022). Atualmente, esteve como curadora do Cineclube Mocambo (3ª edição), da IV Griot - Festival de Cinema Negro Contemporâneo e da 26ª edição do Festival Internacional de Curtas-Metragens de Belo Horizonte. Desenvolve pesquisa sobre Dramaturgias Negras Brasileiras, sob orientação de Bruno Siqueira (Funcultura, 2019-2020). CURADORIA - LUCIANA OLIVEIRA - É formada em Audiovisual, Mestra em Cinema e Narrativas Sociais e doutoranda em Sociologia pela UFS. É co-idealizadora e diretora geral da EGBE - Mostra de Cinema Negro e cineclubista no Cineclube Candeeiro. É também associada a Associação de Profissionais do Audiovisual Negro (APAN), e é sócia na Rolimã Filmes, onde atua como diretora e figurinista. Diretora dos filmes "O corpo é meu" (2014), "Puerpério" (2021), "A mulher que me tornei" (2021) e "Espelho" (2022) e dos fashions filmes "Preta Boho" (2020) e "Acorda" (2022). Curadora da Mostra Nacional do Circuito de Cinema de Penedo e já atuou como curadora e júri em outros festivais e mostras nacionais. Foi coordenadora geral do núcleo criativo "Vem de Sergipe" edição Filmes de Moda. Finalista no projeto "Narrativas Negras não contadas", desenvolvido pela Warner Bros. Brasil em parceria com a WIP Ventures em 2024. Consultora de projetos no Mercamimb 2024. CURADORIA - PEDRO AZEVEDO - É doutorando em Comunicação (UFC) e mestre em Estudos de Arte (FBAUP), com experiência em curadoria, programação e gestão cultural. Atuou como Gerente de Acervo e Pesquisa no MIS-CE e como gerente e curador do Cinema do Dragão. Curador de exposições como PASSEIO NOTURNO e À NORDESTE - CINEMA DE REINVENÇÃO, também programou o FESTIVAL DE BRASÍLIA e o JANELA INTERNACIONAL DE CINEMA DO RECIFE. É crítico de cinema, professor e diretor da plataforma colo.zone. COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO - JOSY MACEDO - É Analista de Gestão Cultural na SECULT/CE; Mestra em Comunicação e Culturas Midiáticas pela UFPB, com pesquisa em interiorização do cinema; graduada em Cinema e Audiovisual pela UFC. É produtora cultural desde 2005. Geriu o projeto Outros Olhares, da ONG Fábrica de Imagens, que previa a formação e a produção de curtas-metragens. Foi Educadora Social no Instituto Cuca, na área de Comunicação Popular/Direitos Humanos. No cinema, assina a Direção de Produção do curta “Um Assunto Meio Delicado”, de Marcelo Ikeda; Direção e Roteiro dos curtas “Eroica” e “Alegoria dos Autômatos”, todos premiados em festivais nacionais. Atuou na equipe de Produção da I Mostra Cine Nordeste, realizada na Caixa Cultural Fortaleza e assinou a Direção de Produção do cineclube Cine Rebuceteio. Atualmente, desenvolve o roteiro do longa-metragem "Luminescência", contemplado no IX Edital das Artes (Secultfor).
PROJETO ARQUIVADO.