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O projeto "Ciranda Cultural" consiste em realizar uma sequência de atrações e atividades culturais ao longo de oito dias, celebrando as memórias afro-gaúchas e brasileiras. A abertura na sexta-feira, contará com um festivo Cortejo de Congo, conduzindo por um Mestre de Congo, com 17 ritmistas e 12 dançarinas, recriando o "Percurso Negro" pelas ruas do Centro Histórico de Porto Alegre. De sábado a quinta-feira, serão oferecidas 19 oficinas de Samba de Roda, Dança Afro, Maculelê e Capoeira em espaços culturais, projetos sociais e na orla do Guaíba, além de 3 palestras históricas sobre as raízes negras e a dança afro no estado. O projeto encerrará na sexta-feira com um espetáculo de dança, apresentando os grupos Dança Brazil Estrangeiro, Dança Afro-Sul Odomode e Acapoeira-RS. Todas as atividades são gratuitas e interativas, visando promover o intercâmbio entre a população e os artistas, conectando laços culturais afro-gaúchos com expressões populares do Espírito Santo e de São Paulo.
1. Conteúdo histórico do Cortejo Cultural: O Cortejo de Congo, propõe percorrer as ruas do Centro Histórico de Porto Alegre e levar para a população, de forma lúdica e interativa, a história e a cultura afro-gaúcha e brasileira, por meio das expressões da percussão, do canto e da dança do Congo e do Samba de Roda, e assim, atraindo o interesse pelo passado histórico em decorrência da chegada dos primeiros negros africanos na capital. O Cortejo estabelece a visualização dos espaços marcantes para a etnia negra do ponto de vista de memória, identidade e cidadania, gerando o percurso da passagem dos ancestrais negros em Porto Alegre, nos primórdios do século XVIII. Para contar esta história escolhemos alguns pontos de passagem para percorrer as ruas do Centro Histórico de Porto Alegre. O Cortejo de Congo sairá do Largo Glênio Peres às 17h30 em direção aos pontos que marcam a chegada dos primeiros negros africanos em Porto Alegre, cuja pesquisa indica os lugares de passagem, desde 1717. Serão quatro Pontos de Memória: Mercado Público (Bará do Mercado), Largo da Quitanda (Praça da Alfândega, Pegada Africana), Pelourinho (Igreja das Dores) e Largo da Forca (Praça Brigadeiros Sampaio, monumento O Tambor). Estes locais referenciam essa ancestralidade, evocando a memória e o protagonismo social e cultural dos africanos pelo Centro Histórico. O Cortejo de Congo retornará pela Rua dos Andradas, encerrando o percurso às 19h30 com uma apresentação de samba de roda em frente à Casa de Cultura Mário Quintana. O Cortejo de Congo percorrerá as ruas do Centro Histórico de Porto Alegre em um horário de grande fluxo, das 17h30 às 19h30. Estima-se que, nesse período, milhares de pessoas estejam circulando na área, incluindo trabalhadores, estudantes e visitantes, o que permitirá que o Cortejo impacte significativamente esse público e ofereça acesso ao cortejo cultural. 2. Conteúdo das Palestras: Mario Terra, André Coutinho, Ricardo Mesquita: a) Ricardo Mesquita: Breve panorama da escravidão no Brasil, destacando a chegada dos povos bantos e a origem do samba de roda. Será explorado como essa rica expressão cultural, inicialmente presente nos terreiros de candomblé, começou a transitar para festas comunitárias, como as celebrações de santos populares, e como se expandiu para outros estados, enraizando-se profundamente na cultura brasileira. Abordar a importância do samba de roda como símbolo de resistência e identidade cultural. b) Mario Terra: Dança afro-gaúcha: De acordo com as pesquisas fez, as danças de influência africana aparecem representadas em mais de um seguimento cultural: na origem do vanerão(havanera), nas danças de galpão em geral, na origem das danças de samba e escolas de samba e no aparecimento de grupos afros organizados que se inspiravam nas danças de orixás e ritmos baianos. Ex: GADEN, AFROSUL, BRAZIL ESTRANGEIRO, JOKETU, AFRONATIVO, PROF MOA CATENDE, AFROTCHE. c) André Coutinho: A Resistência dos Ancestrais: A Importância da Visão de Mundo Africana na Preservação de Nossas Identidades e Costumes no Rio Grande do Sul. A palestra destacará como a Visão Africana é fundamental para a preservação de nossas identidades e costumes, enfatizando a resistência histórica dos nossos ancestrais, especialmente no contexto gaúcho. Abordaremos como o sofrimento e a luta por dignidade moldaram a cultura afro-brasileira no Rio Grande do Sul, inspirando nossas práticas atuais. Essa reflexão é essencial para valorizarmos nossa herança cultural e fortalecer a luta contra o racismo em nossa região. Além disso, exploraremos o percurso que os negros faziam ao chegar pelo porto de Porto Alegre no século XVIII, revelando suas experiências e contribuições para a formação da cidade. 3. Conteúdo das Oficinas de Samba de Roda O Samba de Roda e suas raízes, evolução e importância nas comunidades afro-brasileiras, especialmente na Bahia; Os elementos culturais que influenciaram o Samba de Roda, como a oralidade, a religiosidade e as tradições africanas; reflexão a importância do Samba de Roda como patrimônio cultural reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2004; demonstração do ritmo e das cantigas do Samba de Roda, explicando como a música é uma forma de contar histórias e expressar sentimentos; prática conjunta com os participantes, focando na batida e na coordenação das pisadas, explicando a conexão de cada movimento; prática em grupo enfatizando a improvisação e a interação entre os participantes. 4. Conteúdo das Oficinas de Maculelê Introdução à história do Maculelê, sua origem e relação com a cultura afro-brasileira, a resistência cultural; Relação do Maculelê com a capoeira e outras manifestações culturais afro-brasileiras; introdução aos ritmos e aos instrumentos típicos utilizados no Maculelê, como o atabaque e o agogô acompanhando a dança e a luta com movimentos e passos; prática em grupo; roda de Maculelê com todos os participantes. 5. Conteúdo das Oficinas de Capoeira Introdução à Capoeira, suas origens e evolução como uma forma de luta, dança e símbolo de resistência afro-brasileira; reflexão sobre o reconhecimento da Roda de Capoeira e o Ofício dos Mestres de Capoeira como Patrimônio Cultural Brasileiro. A Roda de Capoeira, inscrita no Livro de Registro das Formas de Expressão e o Ofício dos Mestres de Capoeira no Livro de Registro dos Saberes - IPHAN-2008. E a UNESCO, reconheceu em 2014, a Roda de Capoeira como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade; introdução ao ritmo e músicas com apresentação dos instrumentos, como o berimbau, o atabaque e o pandeiro; prática dos movimentos básicos incentivando a expressão individual e em grupo; Roda de Capoeira aplicando os movimentos e ritmos. 6. Conteúdo da Vivência com Mestre Delmar (Delmar Messa Perroni), Mestra Didi (Adélia Kervalt Costa Atti), Mestre Mano (luis Inácio Rodrigues da Fonte) e Mestre Jeffinho (Jefferson de Azevedo Fernandes). Imersão na capoeira reunindo os mestres da associação dos Mestres e docentes de Capoeira do RS, Mestras e Mestres convidados do ES e SP, compartilhando saberes sobre a Capoeira para Pessoas com Deficiência (PCD), destacando a inclusão e a adaptação das práticas, também os ritmos que permeiam a capoeira e as danças relacionadas, explorando suas origens e significados. Um espaço especial será dedicado às mulheres na capoeira e as suas contribuições e desafios, ressaltando a importância da igualdade de gênero nesse contexto.
Objetivo Geral 1) O objetivo do projeto é realizar uma Ciranda Cultural com atividades e atrações afro-gaúchas e brasileiras gratuitas na cidade de Porto Alegre durante oito dias, em espaços culturais, projetos sociais e ao ar livre, promovendo o intercâmbio de saberes entre agentes culturais do Rio Grande do Sul, São Paulo e Espírito Santo, nas culturas da Capoeira, Congo, Maculelê e Samba de Roda. 2) O objetivo do projeto é realizar um festivo Cortejo de Congo percorrendo as ruas, no Centro Histórico de Porto Alegre; 3) O objetivo do projeto é realizar oficinas e vivências culturais de Capoeira, de dança afro gaúcha/brasileira, Congo, Maculelê e Samba de Roda, no Centro Histórico, na orla do Guaíba, em espaços culturais e em projetos sociais em Porto Alegre; 4) O objetivo do projeto é realizar palestras culturais em espaço cultural, em Porto Alegre; 5) O objetivo do projeto é realizar o espetáculo Ciranda Cultural apresentando grupos de dança afro gaúcha e brasileira no teatro, em Porto Alegre. Objetivos Específicos Produzir o projeto Ciranda Cultural apresentando oito dias de atividades e atrações culturais, com uma série de oficinas e vivências inclusivas e gratuítas, para fomentar a cultura afrodescendente. Todas as atividades serão conduzidas por profissionais altamente capacitados e com profundo conhecimento nas suas respectivas áreas. As atividades estão descritas abaixo: 1) Produto Cortejo de Congo: realizar o Cortejo de Congo abrindo a programação da Ciranda Cultural na sexta-feira, das 17h30 às 19h30, com um Mestre de Congo conduzindo 17 ritmistas e 12 dançarinas pelas ruas do Centro Histórico, recriando o "Percurso Negro", com encerramento do percurso em frente à Casa de Cultura Mario Quintana. · O Cortejo de Congo sairá do Largo Glênio Peres às 17h30, em direção aos pontos que marcam a chegada dos primeiros negros africanos em Porto Alegre, cuja pesquisa indica os locais de passagem desde 1717. Serão quatro Pontos de Memória: Mercado Público (Bará do Mercado), Largo da Quitanda (Praça da Alfândega/Pegada Africana), Pelourinho (Igreja das Dores) e Largo da Forca (Praça Brigadeiros Sampaio, monumento O Tambor). Estes locais referenciam essa ancestralidade, evocando a memória e o protagonismo social e cultural dos africanos no Centro Histórico. Ao retornar do percurso pela Rua dos Andradas, a tradicional Rua da Praia, haverá uma parada em frente à Casa de Cultura Mario Quintana, onde acontecerá uma roda de Samba de Roda, concluindo o cortejo às 19h30. 2) Produto três Palestras: Realizar no sábado à tarde três palestras sobre as raízes dos primeiros negros na capital do Rio Grande do Sul, o trajeto do "Percurso Negro" e as origens das danças afro-gaúchas e brasileiras, das 15h00 às 16h30, na sala Multipalco Carlos Carvalho/CCMQ. Palestrantes: historiador André Coutinho, pesquisador e dançarino Mário Terra e professor de dança e ritmo afro contramestre Ricardo Mesquita. 3) Produto 8 Oficinas culturais: · Realizar 4 oficinas no sábado de manhã na orla do Guaíba: das 09h00 às 12h30, uma Oficina de maculelê, duas oficinas de capoeira e uma roda de capoeira e samba de roda; · Realizar 4 oficinas culturais no sábado à tarde, nas salas Cecy Franck e Marcos Barreto: (2) oficinas de capoeira das 16h00 às 18h30. Ainda no sábado, realizar na sala multipalco Carlos Carvalho, das 19h00 às 20h00, (1) oficina de samba de Roda finalizando com (1) oficina sarau afro samba, das 20h00 às 21h00; · Realizar (2) oficinas no domingo de manhã, das 09h00 às 11h00, na sala Multipalco Carlos Carvalho CCMQ: (1) oficina/vivência de capoeira/intercâmbio cultural conduzida por (5) Mestres e Mestras do Rio Grande do Sul e do Espírito Santo e (1) oficina de samba de roda conduzida por (2) oficineiros de samba de roda de São Paulo, com a participação de capoeiristas, dançarinos, artistas e pessoas em geral inscritas na atividade. Durante a semana realizar 4 Oficinas culturais: das 19h00 às 21h00, nas salas Cecy Franck e Marcos Barreto; · Terça-feira: oficina de Dança Afro Gaúcha com (1) oficineiro e equipe de (5) ritmistas. Adequação: mudança de segunda p/terça. Motivo: as salas na CCMQ abrem a partir de terça-feira; · Terça-feira: oficina de Capoeira em Movimento com (1) oficineiro (2) auxiliares; · Quarta-feira: oficina de Vivência de Dança Afro com (1) Grupo Afro-sul Odomode; · Quinta-feira: oficina de Samba de Roda com (2) oficineiros (2) ritmistas. 4) Produto 5 Oficinas culturais em projetos sociais de segunda a quinta-feira, nos turnos da manhã ou tarde: · Segunda-feira: no Projeto Surfar (2) Oficinas de Maculelê com (2) oficineiros e (2) ritmistas; · Terça-feira no Coletivo Preta Velha (1) Oficina de Samba de Roda com (2) oficineiros e (2) ritmistas; · Quarta-feira no Instituto Dona Cristina (1) Oficina de Maculelê com (1) oficineiro e na Escola Porto Alegre-EPA (1) Oficina de Capoeira em Movimento com (2) oficineiros e (2) ritmista; · Quinta-feira no Instituto Capoeira para Crescer - PCD (1) Oficina de Capoeira Inclusiva para PCDs com(2) oficineiros e (2) ritmistas. 5) Produto Espetáculo Ciranda Cultural: Espetáculo de dança afro-gaúcha e brasileira no Teatro Bruno Kiefer - CCMQ, na sexta-feira, com atuações da Companhia de Dança Brazil Estrangeiro, do grupo de Dança Afro-Sul Odomode e do coletivo Acapoeira RS; 6) Contrapartida social: Realizar atividades gratuitas, porém incentivaremos as inscrições mediante doação de alimentos não perecíveis para instituições carentes, reforçando nosso compromisso com a responsabilidade social. As atrações são voltadas para pessoas de todas as idades, gêneros, etnias, origens, raças, classes sociais e pessoas com deficiência (PCDs), sem distinção. Buscamos promover o intercâmbio cultural, fortalecendo os laços entre a população local e os agentes culturais do Rio Grande do Sul, em conexão com as expressões populares de agentes culturais do Espírito Santo e de São Paulo.
O projeto "Ciranda Cultural" foi idealizado para fortalecer os laços comunitários, promover a inclusão e celebrar as raízes afro-brasileiras. Durante oito dias serão realizadas diversas atrações gratuitas em Porto Alegre, incluindo um cortejo festivo de Congo, oficinas, vivências de maculelê, danças afro, capoeira, samba de roda e sarau, além de palestras históricas sobre a origem dos negros no Rio Grande do Sul e a origem das danças afro-brasileiras, culminando em um espetáculo que reunirá renomados artistas e suas expressões. O projeto proporcionará o intercâmbio cultural, promovendo a troca de saberes entre artistas do Rio Grande do Sul, Espírito Santo e São Paulo, além de incentivar a interação entre diferentes áreas da cultura: dançarinos, ritmistas, mestres de capoeira, capoeiristas de diversas graduações, historiadores, designers, fotógrafos, videomakers, intérpretes de Libras, entre outros profissionais, a população em geral e integrantes de projetos sociais. Inclui também uma grafiteira que se comunicará por meio da arte, criando os painéis do cenário para o palco do espetáculo "Ciranda Cultural". Assim, o projeto se alinha aos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, ao promover a cultura popular brasileira, em especial as expressões de origem afro-gaúcha e brasileira. Abaixo, destacamos como o projeto atende a esses incisos: Fomento à Cultura: O projeto fortalece os laços socioculturais e celebra a diversidade cultural, essencial para a identidade nacional. As atividades propostas, como o espetáculo, palestras, o cortejo e as oficinas na olra, em projetos sociais e em espaços culturais, promovem a valorização das manifestações culturais afro-brasileiras, a integração e a inclusão social.Acesso à Cultura: Com a oferta de acesso gratuito às atividades, o projeto democratiza a cultura, permitindo que diferentes segmentos da sociedade participem e se beneficiem das experiências culturais. As inscrições serão gratuitas, mas divulgaremos a possibilidade de doações de alimentos não perecíveis para instituições carentes, caso as pessoas possam contribuir. Dessa forma, destacamos nosso compromisso com a responsabilidade social.Intercâmbio Cultural: O Ciranda Cultural promove o intercâmbio entre diversos saberes e expressões artísticas, criando um espaço de diálogo entre artistas e a comunidade. Essa interação enriquece tanto os participantes quanto os agentes culturais. Conforme o Art. 3º da mesma norma, os objetivos alcançados incluem: Desenvolvimento da Identidade Cultural: O projeto contribui para a preservação e promoção da identidade cultural afro-gaúcha, reforçando a importância de suas tradições e práticas na sociedade contemporânea.Promoção da Inclusão Social: Ao oferecer atividades acessíveis a todos em locais abertos e em espaços culturais e projetos sociais, o Ciranda Cultural promove a inclusão social, permitindo que indivíduos de diferentes origens e classes sociais interajam e experimentem vivências.Fomento à Educação e ao Conhecimento: As oficinas e vivências oferecidas no projeto são oportunidades de aprendizado e valorização das culturas, estimulando o interesse pela história, pelas tradições afro-gaúchas e pelos patrimônios culturais afro-brasileiros. Com o intuito de valorizar ainda mais o legado dos antepassados para as futuras gerações, o projeto "Ciranda Cultural" propõe salvaguardar, do ponto de vista da memória, da identidade e da cidadania, a contribuição ancestral da etnia negra, além de valorizar os Patrimônios Históricos e Culturais de Porto Alegre: o Mercado Público, tombado em 1979, e o mosaico do "Bará do Mercado"; a Casa de Cultura Mário Quintana - Hotel Majestic, o Sítio Histórico Praça da Alfândega e a Igreja Nossa Senhora das Dores, todos tombados pelo IPHAN. Para proporcionar o importante direito ao acesso às referências culturais do nosso país sendo transmitidas para a população de forma acessível apresentaremos o Congo do Espírito Santo para o porto-alegrense, expressão cultural típica das regiões litorâneas do Espírito Santo, reconhecido em 2014 como Patrimônio Imaterial do estado do Espírito Santo. Também, proporcionar para a população o acesso ao Samba de Roda, reconhecido como Patrimônio Cultural em 2004, e Patrimônio Cultural Imaterial em 2020, pelo IPHAN, e como Obra Prima da Humanidade em 2005, pela UNESCO, e destacar a importância histórica das raízes africanas e a sua contribuição para a diversidade cultural brasileira através do Maculelê, uma dança afro-brasileira que teve origem na Bahia durante as primeiras décadas do Brasil Colônia. Essa dança surgiu a partir das lutas praticadas pelos escravizados africanos que trabalhavam nas plantações de cana-de-açúcar. Concluindo, destaco o significativo valor social e cultural da Capoeira como patrimônio imaterial e um dos maiores símbolos da identidade brasileira que inclui nas suas atividades a prática e o estudo do Maculelê e do Samba de Roda. A Capoeira está presente em todo o território nacional e praticada em mais de 170 países, a capoeira difunde as culturas populares brasileiras pelo mundo, combinando elementos de dança, música e luta. Essa prática não apenas enriquece a diversidade cultural, mas também promove a inclusão social e a valorização das tradições afro-brasileiras. O Iphan reconheceu a Roda de Capoeira e o Ofício dos Mestres como patrimônio cultural brasileiro em 2008, e a UNESCO reconheceu como patrimônio cultural imaterial brasileiro em 2014. Dessa forma, o projeto "Ciranda Cultural" celebra os patrimônios do Brasil e atende aos objetivos estabelecidos pela Lei 8313/91, contribuindo para o fortalecimento da cultura e das expressões de origem afro-brasileira, interagindo diretamente com a sociedade. Ao oferecer o conhecimento, promove o intercâmbio cultural e o encontro entre diferentes saberes, por meio de um evento rico em expressões populares brasileiras que proporciona à população livre acesso a produtos culturais. Neste sentido, zelando pelos bens históricos e culturais para as futuras gerações, submetemos o projeto "Ciranda Cultural" ao Programa Rouanet Emergencial RS, almejando ser selecionados para viabilizar a realização dessa importante iniciativa que fortalece nossas raízes, promove a inclusão social e contribui para a valorização da diversidade do povo brasileiro.
NFORMAÇÕES GERAIS: 1. Cartas de Anuência: * CARTA DE ANUÊNCIA CCMQ: O projeto recebeu carta de anuência da Casa de Cultura Mario Quintana para a realização do projeto Ciranda Cultural. A carta de anuência está anexada em: * materiais diversos que comprovam as atividades do candidato. AS RECERVAS JÁ FORAM REALIZADAS NA CASA DE CULTURA MARIO QUINTANA. * CARTAS DE ANUÊNCIA profissionais que aturarão no projeto: As cartas de anuência dos profissionais estão anexadas em: *materiais diversos que comprovam atividades do candidato. 2. Divulgação: Com o objetivo de disseminar as culturas afro-gaúchas e brasileiras para o maior número de pessoas, o projeto oferecerá mais de 1000 vagas gratuitas em atividades e atrações culturais. Para divulgar estas vagas: * Serão distribuidos (2000) folders A3 Plus 48x33 com 4 dobras/16 faces, 4x4 cores em todo trajeto do Cortejo e na olra do Guaíba 2 auxiliares na comissão de frente do Cortejo de Congo com um auxiliar ao megafone convvidando a população para participarem do cortejo e se inscreverem nas oficinas e e atrações; * Os folders também serão distribuidos nas oficinas em projetos sociais e em espaços culturais (equipe de produção); * Serão distribuidos (2000) panfletos A5 frente e verso/4x4 cores 15 dias antes da abertura do projeto Ciranda Cultural em vários pontos pelo Centro histórico e adjacências (equipe de produção), durante o Cortejo de Congo e na orla pelas auxiliares. Nos locais do projeto estará disponível na recepção; * Serão fixados (30) cartazes A3 nos projetos sociais e escolas parceiras do projeto e espaços culturais no Centro Histórico e adjacências (equipe de produção); * (3) Banners 80x120cm serão fixados nos locais das atividades - na orla terá um gazebo com uma auxiliar distribuindo folders e panfletos divulgando as inscrições em horário de grande fluxo de pessoas. Nos finais de semana de calor a orla receb cerca de 50 mil pessoas; * (3) estandartes 50x80cm serão conduzidos pelas dançarinas durante o Cortejo de Congo; * (15) convites serão enviados para imprensa; * (50) camisetas com a identificação do projeto - A equipe de produção, auxiliares e os oficineiros usarão camisetas do projeto. 3. Detalhes da divulgação: * A Assessoria de imprensa divulgará o projeto na mídia tradicional e em sites - entrevistas, releases, artigos, etc., enviar convites físicos e virtuais; * A equipe de produção iniciará as postagens (2) meses antes da abertura do projeto, nas redes sociais: instagram, facebook, tik tok, YouTube, sites, etc, divulgando o formulário de inscrições (Google Forms) e a programação. Também fará publicações nas redes sociais durante o projeto e continuará postando durante 1 mês após o termino. * O Cortejo de Congo percorrerá as ruas do Centro Histórico de Porto Alegre em um horário de grande fluxo, das 17h30 às 19h30. Estima-se que, nesse período, cerca de 5.000 a 10.000 pessoas estejam circulando na área, incluindo trabalhadores, estudantes e visitantes, o que permitirá que o Cortejo impacte significativamente esse público e ofereça acesso ao ato cultural. * A orla do Guaíba, local das oficinas no sábado/manhã, recebe cerca de 50 mil pessoas nos finais de semana de calor, dando assim maior alcance e visualização ao projeto. * Fotos e vídeos serão postados nas redes sociais pelos integrantes do projeto, a equipe de produção e por simpatizantes que registrarão nas ruas o Cortejo e as oficinas na orla de forma espontânea, aumentando ainda mais o alcance. * Após ampla divulgação realizada pela equipe de produção e assessoria de imprensa, por meio de entrevistas, podcasts, lives, publicações em mídias tradicionais e sites, além das redes sociais (Instagram, Facebook, YouTube), e-mails e distribuição de convites, folders, cartazes e panfletos, o projeto pretende alcançar um público de aproximadamente 500 mil pessoas, de forma direta e indireta. PROJETO CIRANDA CULTURAL * O projeto oferecerá mais de 1000 vagas gratuitas em atividades e atrações culturais durante oito dias; * As incrições serão on-line via (Google-Forms) e nos locais das atividades, na orla, nos projetos na CCMQ e nos projetos sociais. 1. Informações adicionais sobre o espetáculo Ciranda Cultural: * As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pela internet ou nos locais, durante o horário em que os auxiliares estiverem atendendo. * A entrada será divulgada com um convite aos inscritos para doarem 1 kg de alimento não perecível, que será arrecadado para instituições carentes. (Essa solicitação é direcionada àqueles que têm condições de contribuir). * As doações serão entregues ao acessar as oficinas, eventos e ao ingressar na apresentação; * Os (3) grupos que se apresentarão no espetáculo de encerramento do projeto Ciranda Cultural já possuem experiência em apresentações e vão trazer seus shows prontos. Farão apenas um ensaio geral na tarde com a coreógrafa que projetará o espetáculo no palco. 2. Informações adicionais sobre o Cortejo de Congo: * A Seleção Musical das músicas são de domínio público; * Serão confeccionados 3 estandartes com artes referentes ao percurso. 3. Informações adicionais sobre as oficinas na orla do Guaíba: * O Gazebo é de propriedade do Mestre Gororoba e não consta no orçamento. 4. Informações adicionais sobre oficinas em projetos sociais (segunda a quinta) e espaços culturais (terça a quinta): * Os auxiliares da equipe de produção registrarão em fotos e vídeos/celular as atividades nos projetos sociais e nas oficinas na CCMQ. 5. Informações adicionais sobre o espetáculo Ciranda Cultural: * O teatro Bruno Kiefer disponibiliza os equipamentos de som e luz junto ao valor da locação. Importante: A Associação ACAPOEIRA RS: A sede, localizada no Centro Histórico de Porto Alegre, bem próxima de todas as atividades, será usada para organizar toda estrutura do evento e vai disponibilizar sem custo o material: * intrumentos (atabaques, pandeiros, berimbaus, agogô), gazebo com mesa e cadeira, galão de água para reposição, algumas caracterizações para apresentações e material cenográfico, bastões para maculelê, megafone, caixas de som e microfones para as oficinas e palestras, também a sede do grupo será utilizada para a organização das atividades com toda estrutura (escritório com internet, computadores, telefone, impresssora, depósito, etc), etc.
Projeto Ciranda Cultural O projeto Ciranda Cultural é um evento que ocorrerá ao longo de uma semana, proporcionando atividades culturais gratuitas para a população, encerrando com um espetáculo que celebra as danças afro-gaúchas e brasileiras. 1. Atividades de sexta a domingo a) (1) Cortejo de Congo - sexta feira, das 17h30 às 19h30 pelo Centro histórico de Porto Alegre com duração de duas horas. Equipe: (1) Mestre de Congo puxando o Cortejo (Mestre Jeffinho), (17) ritmistas, (12) dançarinas, (1) artista comissão de frente com mega-fone com (2) auxiliares distribuindo folders e panfletos, (2) intérpretes de libras e (1) auxiliar no carro de apoio acompanhando(1) fotógrafo. (1) vídeo, (1) drone. b) (4) Oficinas na Orla: Maculelê, Capoeira e roda de capoeira/samba de roda – sábado/manhã. Equipe: (4) oficineiros - maculelê e capoeira (Mestre Gororoba, Mestra Baixinha, Mestre Capixaba e Mestre Busca-longe), (1) auxiliar no gazebo, (1) tradutor de libras, (1) fotógrafo, (1)vídeo. * No Gazebo ficará exposto um Banner do Evento com uma auxiliar distribuindo folders e panfletos, também fornecendo água e fazendo inscrições. c) (03) Palestras (4) Oficinas na sala Multipalco CCMQ e nas salas Cecy Franck e Marcos Barreto – sábado/tarde/noite. (2) oficinas de capoeira, (1) oficina de samba de roda Casa de Tapera, (1) oficina sarau afro samba. Equipe: (3) palestrantes (André Coutinho, Mário Terra e Ricardo Mesquita), (2)oficineiros capoeira (Mestra Baixinha e Mestre Capixaba), (2) oficineiros samba de roda (Contramestre Mesquita e Professora Bebê), (3) oficineiros conduzirão a oficina sarau afro samba (Contramestre Mesquita, Professora Bebê e Mário Terra), (1) tradutor (conforme inscrições), (1) auxiliar, (1) fotógrafo (1) vídeo. * No local ficará exposto um Banner do Evento com um auxiliar fazendo iscrições, distribuindo folders e panfletos, também fornecendo água. d) Oficinas/Vivências de capoeira e samba no Teatro Carlos Carvalho/CCMQ – domingo/manhã - Equipe: (5) Mestres oficineiros (Mestre Gororoba, Mestre Mano, Mestre Delmar, Mestre Jeffinho e Mestra Didi), (2) Oficineiros Samba de Roda (Contramestre Mesquita e Professora Bebê), (1) recepcionista, (1) tradutor (conforme inscrições); (1) fotógafo; (1) vídeo. * No Local ficará exposto um Banner do Evento com um auxiliar fazendo inscrições, distribuindo folders e panfletos, também fornecendo água. 2. Atividades de segunda a quinta a) (5) Oficinas em Projetos Sociais - turno da manhã ou tarde, com data e hora a definir com as instituições: (9) oficineiros (2) assistentes auxiliando nas atividades (1) tradutor. Segunda-feira – no Projeto Surfar, com (2) oficineiros de Maculelê (Mestre Gororoba e Formanda Priscila); Terça-feira – no Coletivo Preta Velha, com (2) oficineiros de samba de roda (Professor Pixote e Formanda Maitê). quarta-feira - no Instituto Dona Cristina, com (1) oficineiro de Maculelê (Formanda Priscila) e na Escola Porto Alegre - EPA, com (2) oficineiros de capoeira– (Mestre Lambão e Instrutor Vadinho); Quinta-feira – no Instituto Capoeira para Crescer - PCD, com (2) Oficineiros de capoeira (Mestre Delmar e Formanda Maitê); * (1) Tradutor conforme solicitado nas inscrições * (2) auxiliares em cada oficina. b) (4) Oficinas nas salas Cecy Franck e Marcos Barreto (5)oficineiros (1)auxiliar na recepção x 4 dias; (2) auxiliares x 2 dias, (1)tradutor de libras, (5) ritmistas do dançarino Thyago. Terça-feira - (1) oficineiro dança Afro-gaúcha e equipe (Dançarino Thyago com equipe de 5 ritmistas); terça-feira - (1) Oficineiro de capoeira (Mestre Gororoba); quarta-feira - (1) oficineiro de dança afro – (Grupo Odomodê); quinta-feira - (2) oficineiros de samba de roda (Mestre Gororoba e Formanda Priscila). * (1) tradutor de libras para as oficinas (conforme inscrições); * No Local icará exposto um Banner do Evento com (1) auxiliar distribuindo folders e panfletos, fazendo inscrições e fornecendo água,(2) auxiliares oficinas em duas oficinas. 3. Atividades sexta-feira a) Ensaio Geral e Espetáculo no Teatro Bruno Kiefer Ensaio Geral à tarde, com (2) montadores, (1) coreógrafo, (1) operador de som, (1) operador de iluminação, (1) produtor do espetáculo, (2) assitentes de produção (1) coordenador geral. b) Espetáculo de encerramento Ciranda Cultural Espetáculo à noite, com duas horas de duração - Espetáculo de encerramento do projeto Ciranda Cultural no Teatro Bruno Kiefer - Casa de Cultura Mario Quintana, com apresentação de (3) grupos de dança: Coletivo Acapoeira, Grupo Brazil Estrangeiro e Grupo Afro Sul Odomode. * (3) grupos de dança, (1) fotógrafo, (1) videomaker, (1) operador de som, (1) operador de luz, (1) coreógrafo, (1) Produtor, (2) recepcionistas, (3) Assistentes de produção, (1) tradutor, (1) coordenador geral.
1. PRODUTO: Desfile de Carnaval ou Festivos Artes Cênicas/Cortejo de Congo no Centro Histórico: 1. Dois intérpretes de libras; 2. Três auxiliares treinados para atender PCDs, dando suporte ao público; 3. Rampas de acesso; 4. Estacionamento para idosos e para PCDs; 5. Banheiro adaptado no Mercado Público com elevador, rampas e piso fácil de transitar livremente; 6. Banheiro público na Av. Borges de Medeiros, 740, aberto 24 horas; 7. Os vídeos do cortejo terão audiodescrição e legenda descritiva. 2. PRODUTO: Curso/Oficina/Capacitação - Artes Cênicas na Casa de Cultura Mario Quintana: 1. Casa de Cultura Mario Quintana/Acesso externo e interno: 1. Rampas de acesso, piso tátil; 2. Elevadores; 3. Rotas acessíveis; 4. Corrimãos e guarda-corpos nas áreas de circulação; 5. Banheiros adaptáveis acessíveis no segundo e quarto andares; 6. Cadeiras de rodas disponíveis para uso dos visitantes, mediante solicitação; 7. Acesso por veículo na Travessa dos Cataventos. 2. Teatro Carlos Carvalho (CCMQ): 1. acessibilidade para pessoas que utilizam cadeiras de rodas; 2. Recepcionista treinada para atender o público PCD; 3. Monitores treinados para atender o público PCD; 4. Um tradutor de libras; 5. Cadeiras de rodas disponíveis para uso dos visitantes, mediante solicitação; 6. Acesso por veículo na Travessa dos Cataventos. 3. Salas Cecy Franck e Marcos Barreto (CCMQ): 1. acessibilidade para pessoas que utilizam cadeiras de rodas; 2. Recepcionista treinada para atender o público PCD; 3. Monitores treinados para atender o público PCD; 4. Um tradutor de libras; 5. Cadeiras de rodas disponíveis para uso dos visitantes, mediante solicitação; 6. Acesso por veículo na Travessa dos Cataventos. 4. Orla do Guaíba: 1. dois intérpretes de libras; 2. dois auxiliares treinados para atender PCDs, dando suporte ao público; 3. Monitores treinados para atender PCDs; 4. Rampas de acesso; 5. Corrimãos próximos às arquibancadas; 6. Vagas reservadas para pessoas com deficiência no estacionamento; 7. Banheiros adaptados; 8. Rota tátil com piso podotátil direcional e de alerta. 5. Projetos Sociais: 1. Projeto Surfar: 1. Monitores treinados para atender o público PCD; 2. Banheiro adaptável; 3. Estacionamento acessível; 4. Rotas acessíveis. 2. Instituto Dona Cristina: 1. O local é carente, precisa de recursos para melhorias arquitetônicas, mas recebe centenas de pessoas da comunidade que vive em situação vulnerável social e economicamente. Escolhemos o local por esse motivo, para dar visibilidade e fomentar a cultura no local; 2. Monitores treinados para atender o público PCD; 3. Um tradutor de libras. 3. Instituto Capoeira para Crescer: O local é todo adaptado para receber o público PCD. 1. Banheiro adaptável; 2. Piso tátil; 3. Rampas de acesso; 4. Monitores treinados para atender o público PCD; 5. Um tradutor de libras. 4. Coletivo Preta Velha: 1. Monitores treinados para atender o público PCD; 2. Um tradutor de libras. 5. EPA - Escola Porto Alegre 1. Monitores treinados para atender o público PCD; 2. Um tradutor de libras; 3. Rampas de acesso; 4. Banheiros adaptáveis; 5. Amplo espaço com piso liso e de fácil acesso. 3. PRODUTO: Espetáculo de Artes Cênicas/ Espetáculo de encerramento no Teatro Bruno Kiefer (CCMQ): 1. Recepcionista treinada para atender o público PCD; 2. Monitores treinados para atender o público PCD; 3. Um tradutor de libras; 4. Lugares reservados para cadeirantes; 5. Cadeiras de rodas disponíveis para uso dos visitantes, mediante solicitação; 6. Acesso por veículo na Travessa dos Cataventos; 7. Elevador principal que dá acesso ao 6º andar.
Medidas de ampliação de acesso, conforme inciso/medida do art. 30 da IN nº 11/2024: 1. PRODUTO: Desfile de Carnaval ou Festivos Artes Cênicas/Cortejo de Congo no Centro Histórico: O Cortejo de Congo é um evento gratuito de caráter social, cultural e inclusivo, com o objetivo de democratizar o acesso à cultura e conhecimento para todos, independente de idade, gênero, raça, etnia ou classe social. Serão disponibilizadas duas Vans para transporte gratuito, oferecendo acessibilidade a crianças, adolescentes, pessoas com deficiência (PcD) e idosos dos projetos sociais do Ciranda Cultural. O evento será amplamente divulgado nas redes sociais (instaram, facebbok, Youtube, sites etc), com conteúdo em forma de cards, flyers, entrevistas, depoimentos e registros fotográficos e audiovisuais - o projeto conta com intérpretes de libras e audiodescrição. A assessoria de imprensa garantirá a veiculação das imagens nas mídias e internet. Serão distribuídos 2.000 folders e 2.000 panfletos históricos e com a programação, tanto no trajeto do cortejo quanto nas outras etapas do projeto, para incentivar a participação e promover a cultura de inclusão. Cartazes e materiais também serão entregues em projetos sociais, escolas e centros comunitários. Com foco na inclusão, o Cortejo reúne profissionais, muitos deles de comunidades carentes, promovendo a democratização da cultura e a construção de uma sociedade mais justa. Espera-se que o Cortejo de Congo atraia 500 pessoas durante o trajeto pelo Centro Histórico, com impacto de cerca de 15 mil pessoas pelas ruas com grande divulgação e engajamento online podendo alcançar centenas de milhares de internautas, contando com as publicações espontâneas. O cortejo será dinâmico e acessível, com interação direta com o público. Filmagens aéreas e terrestres serão feitas para edição de vídeos, que serão amplamente divulgados na internet. 2. PRODUTO: Curso/Oficina/Capacitação - Artes Cênicas (Casa de Cultura Mario Quintana/Projetos Sociais e Orla do Guaíba): O projeto oferece diversas oficinas e atividades culturais gratuitas, de caráter social, educativo e inclusivo, visando democratizar o acesso à cultura e ao conhecimento para todas as pessoas, independente de idade, gênero, raça, etnia ou classe social. Fotografias espontâneas serão publicadas nas redes sociais por integrantes do projeto. Todas as atividades serão amplamente divulgadas na internet/redes sociais e pela assessoria de imprensa. Folders, cartazes e panfletos divulgarão as atividades. Atividades no Teatro Carlos Carvalho (CCMQ): Palestras gratuitas para 70 pessoas, com transmissão online.Duas oficinas e um sarau gratuitos, com 70 vagas cada. Atividades nas Salas Cecy Franck e Marcos Barreto (CCMQ): Oficinas gratuitas com inscrições abertas para todos, com conteúdo disponibilizado na internet. Atividades na Orla do Guaíba: Oficinas gratuitas com acesso direto a cerca de 50 mil pessoas que circulam pela orla aos sábados, estimulando a interação comunitária. Oficinas em Projetos Sociais: Oficinas para crianças, jovens e adultos em situação de vulnerabilidade social, incluindo pessoas em situação de rua e com deficiência, promovendo igualdade e acesso à cultura.-Inscrições no local. Publicação do conteúdo nas redes sociais e assessoria de imprensa. Fotografias espontâneas serão publicadas nas redes sociais por integrantes do projeto. Projetos Sociais Específicos: Projeto Surfar: 80 vagas gratuitas para público infanto-juvenil em vulnerabilidade social.Divulgação por cartazes, folders e panfletos no local.Van para levar os participantes ao Cortejo de Congo. Instituto Dona Cristina: 30 vagas gratuitas para crianças e adolescentes em vulnerabilidade social.Divulgação por cartazes, folders e panfletos no local.Van para levar os participantes ao Cortejo de Congo. Instituto Capoeira para Crescer: 30 vagas gratuitas para PCDs.Divulgação por cartazes, folders e panfletos no local.Van para levar os participantes ao Cortejo de Congo. Coletivo Preta Velha: 50 vagas gratuitas para adultos e idosos.Divulgação por cartazes, folders e panfletos no local.Van para levar os idosos ao Cortejo de Congo. Escola Porto Alegre (EPA): 50 vagas gratuitas para pessoas em vulnerabilidade social, incluindo moradores de rua.Divulgação por cartazes, folders e panfletos no local.Localização no Centro Histórico, onde ocorrerá o Cortejo de Congo. Oficinas de Capoeira e Samba no Teatro Carlos Carvalho (CCMQ): 70 vagas gratuitas.Divulgação por cartazes e distribuição de material no Cortejo de Congo e centros culturais.Acesso cultural gratuito para todos com ampla divulgação na internet e pela assessoria de imprensa. 3. PRODUTO: Espetáculo de Artes Cênicas/ Espetáculo de encerramento no Teatro Bruno Kiefer (CCMQ): A entrada para o evento é gratuita, com a opção de doação de alimentos não perecíveis para instituições carentes, destacando o compromisso com a responsabilidade social. A entrada será garantida até o preenchimento dos 178 lugares disponíveis, com reservas feitas pela internet. O evento terá ampla divulgação na internet e assessoria de imprensa para alcançar um público diversificado O acesso cultural é aberto a todas as pessoas, independente de idade, gênero, raça, etnia, origem ou classe social. O evento será registrado por profissionais em fotografias e vídeos, que serão divulgados amplamente online, além de postagens espontâneas dos participantes e inscritos. Dados Gerais do Projeto Ciranda Cultural: Serão oferecidas mais de 1.000 vagas gratuitas, garantindo acesso à cultura para a sociedade. O projeto incluirá aulões, oficinas, palestras, sarau, espetáculo e vivências, todas as atividades são gratuitas e abertas ao público. As oficinas de dança, capoeira e outras promoverão qualificação técnica, artística e cultural, com foco em públicos vulneráveis. Todas as atividades serão registradas em fotos e vídeos, divulgadas nas redes sociais e com apoio de assessoria de imprensa. As inscrições serão on-line e nos locais das oficinas. As Oficinas na CCMQ e na orla serão transmitidas pela internet.
ARI RODRIGUES FILHO – Mestre Gororoba - POA CPF: 461821010-91 Função no Projeto: Coordenar o Projeto em todas as etapas de produção, ministrar oficinas/vivências em projetos sociais e em espaço cultural, tocar tambor no Cortejo de Congo e se apresentar com o coletivo Acapoeira RS no espetáculo de encerramento. Mini Currículo: Pratica Capoeira desde 1982, começou a dar aulas em 1990. Em 2017, recebeu o título de Mestre Notório Saber. Atualmente, é vice-presidente da Casa do Capoeira, que reúne mais de 30 mestres do RS. Além de ser pesqisador, conhecedor e divulgador de outras manifestações culturais afro-brasileiras, como samba de roda, maculelê e jongo. Ministra e participa de cursos e oficinas no Brasil e no exterior. THYAGO CUNHA - POA CPF: 977.910.320-15 Função no Projeto: Ministrar Oficina de Dança Afro-gaúcha em espaço cultural. Mini Currículo: Mestrando em Artes Cênicas (UFRGS/2024), licenciado em Dança (ULBRA/2018). Atua desde os 9 anos em dança contemporânea, afro e samba. Diretor da Híbridus Instituto de Arte e Cultura, organizou projetos como Go Dance Poa (2015). Coreógrafo, professor e produtor cultural. MÁRIO TERRA CPF: 467268700-78 Função no projeto: Palestrante, conduzir o sarau e apresentação - Grupo Brasil Estrangeiro. Mini Currículo: Bailarino, ativista social, coreógrafo, diretor de shows e produtor cultural, Mario Terra é diretor da Cia de Dança Brazil Estrangeiro. Especialista em cultura negra, possui formação em Dança Contemporânea e Danças Afro, com estudos no Balé Folclórico da Bahia e na UFBA. le já teve trabalhos dentro e fora do Brasil. Destaca-se como fundador do do grupo Kizomba (coletivo de arte negra), ministrou cursos de dança no IPA e na UFRGS, e em escolas de samba. ANDRÉ LUIS FERNANDES COUTINHO POA CPF: 661005930-68 Função no Projeto: Palestrante. Mini Currículo: Possui Doutor Honoris Causa em Tradições Culturais Africanas e várias pós-graduações: Desde 1994, desenvolve projetos sociais, como "Axé Resgate e Tradição", focando em crianças em risco. Atuou em semanas da Consciência Negra e seminários sobre intolerância religiosa, recebendo prêmios como Zumbi dos Palmares. Em 2021, participou de debates sobre a inclusão da História e Cultura Afro-Brasileira no currículo escolar. ODOMODE - GRUPO AFRO-SUL DE MÚSICA E DANÇA - sede em POA Função no Projeto: Ministrar Oficina em espaço cultural e apresentação final. Mini Currículo: o Grupo Odomode funciona como movimento de luta e valorização da cultura negra e do direito a livre expressão da pessoa humana em Porto Alegre. Desde 1974 abriga o Grupo de Música e Dança Afro-Sul, o Ponto de Cultura Odomode, além de ser uma escola de formação artística e desenvolvimento da autoestima e valorização da cultura afro-brasileira desenvolvendo um trabalho social com base na cultura negra. PRISCILA CAMPOS - Formanda Priscila - POA CPF: 819291880-72 Função no Projeto: Equipe de produção, vai auxiliar na coordenação do projeto, ministrar oficinas culturais em projetos sociais e espaço cultural, dançar no Cortejo de Congo e Apresentação Final. Mini Currículo: iniciou a Capoeira em 1998 e dar aulas em 2005. É membro do grupo ACAPOEIRA, e em 2020, integrou o projeto "Casa de Tapera"/Samba de Roda. Graduou-se em 2022. Participa dos coletivos "Capoeira RS" e "Dona Maria, como vai você?", promove eventos culturais, atua como oficineira em encontros e festivais de Capoeira e Samba de Roda de 2012 a 2024. Também produz festivais e organiza atividades que promovem a cultura afro-brasileira. Participa de várias oficinas e cursos no Brasil e no exterior. SABRINA BRUM - POA CPF: 864537930-91 Função no Projeto: Projetar e pintar os painéis/cenário para a apresentação final. Mini Currículo: Nascida em 1984, grafiteira desde 2000 e ativista da cultura Hip Hop. Fundadora do Coletivo Ação Mulher e do Gurias do Graffiti, atua como mediadora no Museu Hip Hop RS. ALESSANDRA DOS SANTOS - Mestra Baixinha – Cariacica/ES CPF: 088.955.697-09 Função no Projeto: Ministrar Oficina na Orla, em Espaço Cultural e dançar no Cortejo de Congo. Mini Currículo: pratica capoeira desde 1995 e começou a dar aulas em 2000. Formada em Pedagogia, com especialização em Psicopedagogia, recebeu prêmios por seu trabalho com crianças em risco social e foi condecorada como Doutora Honoris Causa em 2024. Coordena o Projeto Semearte e idealiza os projetos "Capoeira — Transformando Vidas" e "Lapidando Diamantes". JÚLIO CESAR FARIAS - Mestre Busca Longe – São Paulo/SP CPF: 199205868-70 Função no projeto: Ministrar Oficina na Orla, em Espaço Cultural e tocar tambor no Cortejo de Congo. Mini Currículo: iniciou na capoeira em 1989 e começou a dar aulas em 1994, tornando-se Mestre em 2015. Atuou em mais de 20 estados e países, ministrando cursos e palestras. Compositor de mais de 100 canções, lançou um CD com 22 músicas autorais em 2015. Também é ativo nas culturas do Samba de Roda e Jongo desde 1997. JEFFERSON DE AZEVEDO FERNANDES - Mestre Jeffinho - Viana/ES CPF: 03928240781 Função no Projeto: Mestre de Congo, vai conduzir o Cortejo de Congo cantando as cantigas e tocando apito e casaca e participar das atividades no sábado e domingo. Mini Currículo: Mestre de Congo da APAE-Cariacica há 16 anos e membro da Banda de Congo São Sebastião de Taquaruçu por 18 anos, é presidente da Associação de Bandas de Congo de Cariacica, realizando mais de 50 apresentações anuais. Recebeu diversas homenagens, incluindo a Honra ao Mérito da Câmara de Vereadores de Vitória em 2022, por sua atuação em direitos humanos e inclusão social. RICARDO MESQUITA – Contramestre Mesquita - São Paulo/SP CPF: 320259968-29 Função no Projeto: Ministrar palestra e Oficina de Samba de Roda em Espaço Cultural, conduzir o sarau e a Roda de Samba e tocar tambor no Cortejo de Congo. Mini Currículo: começou suas aulas de música na ULM em 1991. Em 1995, estudou Pandeiro e Samba Paulista. Ingressou no "Meninos do Morumbi" em 1999, atuando em oficinas de percussão e dança afro-brasileira. Criou um Centro Cultural em 2007, promovendo cultura e esporte por 10 anos. Em 2015, lançou o projeto "Pisada do Tambor" e se formou Contramestre de Capoeira em 2016. Co-fundou a "Casa de Tapera" em 2019, primeira Escola de Samba de Roda do mundo. VANESSA DIAS OYARZABAL - Professora Bebê – Gaúcha de Porto Alegre reside em São Paulo CPF: 016166220-08 Função no Projeto: Ministrar Oficina em Espaço Cultural de Samba de Roda, conduzir sarau e dançar no Cortejo de Congo. Mini Currículo: Iniciou seus estudos e prática com o Samba de Roda em 2010. Em 2019 participa da fundação da Escola de Samba de Roda - Casa de Tapera, desenvolvendo metodologias e personalizando aulas coletivas e individuais. ROGÉRIO SARLO DE MEDEIROS FILHO - Mestre Capixaba Vitória/ES CPF: 799947687-00 Função no Projeto: Ministrar Oficina na Orla e em Espaço Cultural Mini Currículo: apaixonado pela capoeira desde a juventude, a transformou em profissão e a promove como ferramenta de desenvolvimento social, cultural e esportivo. Há mais de 25 anos Mestre Capixaba vem viajando pelo mundo dando workshops, palestras e cursos, ensinando e preservando as tradições e raízes da capoeira. Também ao longo dos anos levou a capoeira para o mercado de entretenimento mostrando a plasticidade da arte. Ele comemora mais de 40 anos de prática e considera-se privilegiado por viver da arte que ama. DELMAR MESSA PERRONI - Mestre Delmar POA - CPF: 403210960-53 Função no Projeto: Ministrar Oficina de Capoeira em Projeto Social e vivência em espaço Cultural. Mini Currículo: Iniciou na Capoeira em 1974, em 1995 fundou a Associação Esporte Nacional Capoeira. Produtor cultural, especializado em projetos sociais inclusivos, com foco na Educação Especial, ministra aulas para alunos com necessidades especiais no Instituto Crescer desde 2014. Adélia Kervalt Costa Atti - Mestra Didi POA - CPF: 537149970-91 Mestra, Iniciou na Capoeira em 1990. Referência na Capoeira Feminina. Destaca-se no cenário mundial, representando a mulher na capoeira do RS. Formada pelo Mestre Catitu, da Associação Herança Cultural Capoeira. Coordena trabalhos no RS e em Santa Catarina.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.