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O objetivo deste projeto é criar redes de solidariedade e afeto, através de oficinas de escrita afetiva para elaboração e troca de cartas entre alunos do ensino médio de escolas públicas, situadas nos principais bairros atingidos pelas enchentes de maio de 2024 em Porto Alegre. As oficinas serão realizadas ao longo de cinco meses e pretendem funcionar como laboratório a ser multiplicado pelos educadores posteriormente. A cada mês, duas escolas serão contempladas com o projeto que visa abranger os bairros Sarandi, Farrapos, Humaitá, São Geraldo, Menino Deus, Cidade Baixa, Floresta, Centro Histórico, Ponta Grossa e Lami.
Produto 01- Oficinas de Escrita Afetiva As oficinas de escrita afetiva serão realizadas em 10 escolas públicas de Porto Alegre selecionadas por representantes da secretaria de educação. O critério para a escolha da escola é fazer parte dos seguintes bairros: Sarandi, Farrapos, Humaitá, São Geraldo, Menino Deus, Cidade Baixa, Floresta, Centro Histórico, Ponta Grossa e Lami, considerados os mais atingidos pelas enchentes de maio de 2024 em Porto Alegre. As oficinas ocorrerão ao longo de 05 meses, sendo a cada mês aplicadas em 02 escolas. A proposta prevê 01 encontro por semana, totalizando 04 encontros em cada escola, que poderão ocorrer no turno normal do período da disciplina de literatura ou em outro momento de acordo com a definição de cada escola. A duração prevista para cada encontro é de 1 hora e 30 minutos e as oficinas são direcionadas aos alunos do 3º ano do ensino médio. Ao término das oficinas as cartas escritas pelos alunos serão devidamente colocadas por eles nos envelopes que serão fornecidos pelo projeto e recolhidas para serem entregues a eles no momento oportuno. As cartas serão distribuídas entre alunos de escolas diferentes e caso faltem cartas, providenciaremos para que todos os aluno participantes das oficinas recebam uma carta. Durante as oficinas serão disponibilizados aos alunos participantes 01 kit de material para a escrita da carta contendo 01 bloco de papel pautado, 01 estojo com lápis, caneta e borracha, além do envelope. Todos os ítens do kit serão entregues em 01 ecobag, devidamente ilustrada com a identidade visual do projeto e com a marca da Lei de Incentivo à Cultura e a assinatura do Governo Federal e patrocinadores conforme as orientações da Lei 8.313/91. O projeto prevê também 01 kit lanche em cada encontro por aluno contendo 01 garrafinha de suco, 01 sanduíche ou salgado assado e 01 doce ou fruta, a definir com a equipe pedagógica. A expectativa do projeto é alcançar em média 30 alunos por turma, totalizando cerca de 300 estudantes e 100 educadores, entre professores das escolas e educadores sociais da comunidade. Produto 02 - Sarau Literário O sarau literário acontecerá ao término da realização de todas as oficinas. A expectativa é realizar todos os saraus durante 01 mês, sendo 03 saraus por semana nas duas primeiras semanas do mês e 02 saraus por semana nas duas últimas semanas do mês. A proposta é que todos os alunos da escola participem do evento, onde os alunos que participaram da oficina receberão 01 carta e serão convidados a lerem a carta que receberam. Está prevista a presença de uma pessoa convidada para falar sobre a importância da literatura como expressão artística e também para o desenvolvimento pessoal e profissional. Produto 03 - Ebook A proposta de elaborar e disponibilizar um eBook contendo toda a metodologia aplicada durante as oficinas afetivas. Esse material, destinado a professores e outros profissionais da educação, servirá como guia para futuras ações podendo ser aplicado na íntegra ou adaptado conforme o propósito a que for servir.
OBJETIVO GERAL Criar redes de apoio emocional nas escolas públicas através do compartilhamento de cartas entre alunos do ensino médio. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 01. Realizar 10 oficinas de escrita afetiva, em 10 escolas públicas de Porto Alegre, município afetado pela enchente e declarado em estado de calamidade pública pelo Decreto 57.596 de maio de 2024 e ratificado pela Portaria SEDEC 1.467 de 8 de maio de 2024; 02. Capacitar profissionais da educação (professores e educadores sociais) para atuarem como multiplicadores na formação de redes de solidariedade; 03. Realizar 01 Sarau Literário como atividade de encerramento em cada uma das 10 escolas; 04. Disponibilizar eBook com o material didàtico das oficinas para os profissionais da educação (professores e educadores sociais).
As enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em maio de 2024 deixaram diversas marcas que não se limitam às perdas humanas e materiais mensuráveis, como pessoas, animais, casas, prédios e pontes. Um evento extremo como este deixa marcas que, muitas vezes, sequer são consideradas, dada a urgência em sobreviver e tentar reconstruir o que foi levado pela força das águas. Ao mesmo tempo em que a catástrofe despertou sentimentos de desespero, medo e incerteza ela revelou um elemento fundamental para a nossa sobrevivência como seres humanos: a solidariedade. Foram diversas manifestações de resgate, acolhimento e reconstrução onde pessoas comuns solidárias empenharam força de trabalho, tempo e energia para ajudar os que estavam à mercê da natureza. Diante de todo esse caos destaca-se o efeito provocado pelas cartinhas enviadas para alunos de escolas atingidas pela enchente. Através de depoimentos e memórias colhidas, foi possível constatar a enorme relevância desta interação construtiva, que demonstrou preocupação com o próximo em um momento tão dramático e sensível, gerando naqueles que as receberam sentimentos de carinho, cuidado e principalmente afeto. Esse movimento ressalta o poder que a escrita ainda tem de conectar pessoas, mesmo em meio ao ambiente hiperdigitalizado em que nos encontramos. Ao criar esse projeto nosso desejo é deixar para as próximas gerações um legado de esperança. Multiplicar iniciativas como essa e incentivar ações que valorizem o afeto e o consequente desenvolvimento pessoal e coletivo fazem parte da proposta deste projeto que pretende viabilizar tais intenções através da prática de oficinas de escrita afetiva. A realização do projeto "Escritas Afetivas: a arte de ler e escrever cartas como legado de esperança" será possível com o mecanismo de incentivo fiscal proporcionado pela Lei 8.313/1996 (Lei Rouanet). - Quanto às FINALIDADES previstas no Art. 1° da Lei 8.313/1991, esse projeto atende aos incisos I, V e VIII I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Os direitos culturais implicam tanto o acesso aos produtos culturais quanto a possibilidade de produzir cultura e de fazê-la circular por direfentes meios. As oficinas de escrita afetiva oferecem aos participantes a possibilidade de despertar seu potencial criativo, levando-os a perceberem outras formas de manifestação de sentimentos e de práticas culturais. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. Espera-se contribuir para a reflexão sobre as formas de viver da sociedade, para a visibilidade de aspectos dos modos de vida e, ainda, do florescimento de modos de registro de sentimentos e histórias com o incentivo a prática de ler e escrever cartas por meio das oficinas de escrita afetiva. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Através das oficinas de escrita afetiva e da realização de um sarau literário em cada escola, buscamos estimular e evidenciar memórias comuns, o sentimento de pertencimento e a preservação de valores universais, entre eles a solidariedade e a colaboração. - Quanto aos OBJETIVOS previstos no Art. 3º da Lei 8.313/1991, esse projeto atende ao Art. 25 - Os projetos a serem apresentados por pessoas físicas ou pessoas jurídicas, de natureza cultural para fins de incentivo, objetivarão desenvolver as formas de expressão, os modos de criar e fazer, os processos de preservação e proteção do patrimônio cultural brasileiro, e os estudos e métodos de interpretação da realidade cultural, bem como contribuir para propiciar meios, à população em geral, que permitam o conhecimento dos bens de valores artísticos e culturais, compreendendo, entre outros, os seguintes segmentos: no inciso III: III - literatura, inclusive obras de referência; Os objetivos da literatura vão muito além de suas funções utilitárias como ampliar repertório linguístico e possibilitar contato com diversas obras literárias. A literatura abrange tambem funções sociais como emocionar, divertir, fazer pensar e mostrar a realidade. Ao propor a realização de um Sarau Literário como atividade de encerramento do projeto, buscamos promover a interação social e cultural, além de incentivar a livre expressão da manifestação artística a partir de vivências coletivas.
Projeto Pedagógico e plano de execução Oficinas de Escrita Afetiva Público-alvo: Alunos do 3º ano do Ensino Médio Carga horária: 6 horas por oficina, totalizando 60 horas. Objetivo Geral: Desenvolver habilidades de escrita afetiva nos alunos, incentivando a expressão de sentimentos e emoções através da escrita de cartas para outros adolescentes. Objetivos Específicos: - Promover a empatia e a compreensão mútua entre os alunos.- Estimular a criatividade e a expressão pessoal.- Desenvolver habilidades de escrita e comunicação.- Fortalecer os laços sociais e emocionais entre os participantes. Metodologia: A oficina será dividida em duas partes: teórica e prática. A divisão por horas de cada uma dessas partes ocorre para fins pedagógicos e organização das atividades, mas elas ocorrão em consonância com a atividade prática. Será usada a metodologia ativa, uma forma de fazer com que os estudantes contribuam ativamente na construção de seus conhecimentos para as produções das cartas. Parte Teórica (2 horas): Introdução à Escrita Afetiva: vamos abordar o que é escrita afetiva, o que são cartas e um pequeno histórico sobre elas, técnicas de escrita, comunicação, sollidariedade e formação de redes. Parte Prática (4 horas): Atividade de Escrita: Os alunos escreverão cartas para outros adolescentes, abordando temas como amizade, desafios pessoais, sonhos e esperanças. Serão usadas diferentes dinâmicas para que eles possam expressar suas emoções em forma de textos e, também, para que possam usar a criatividade. Poderão ser usadas diferentes possibildades de expressão visual como os desenhos, as colagens, dobraduras etc. As trocas de cartas serão feitas de uma escola para outra. Os alunos irão abrir e ler suas cartas durante o sarau cultural realizado após as oficinas, em cada uma das escolas participantes. Esse será um momento em que toda a escola participa e que será feita uma conversa sobre o projeto e a importancia da escrita. Recursos Necessários: Papel e canetas coloridas.Materiais para decoração (adesivos, fitas, etc.).Projetor e computador para apresentação teórica (esse material será locado, caso não possa ser disponibilizado pela escola)Espaço adequado para atividades em grupo.
A seguir, as medidas de acessibilidade por item de cada produto integrante desse projeto, de forma a atender ao previsto no Art. 27 da IN nº11/2024. PRODUTO 1 - Oficina de Escrita Afetiva ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: 1) As escolas onde ocorrerão as oficinas deverão contar com rampas de acesso, banheiros adaptados e piso tátil; 2) Haverá um assistente de produção treinado para auxiliar os participantes em suas demandas por locomoção ou acomodação. • Item da planilha orçamentária: assistente de produção. ACESSIBILIDADE para PCD AUDITIVO: 1) Intérprete de LIBRAS presencial durante a realização da atividade; • Item da planilha orçamentária: Intérprete LIBRAS. ACESSIBILIDADE PARA PCD VISUAL: 1) Os materiais didáticos impressos das oficinas serão disponibilizados em áudio; 2) Haverá um assistente de produção para auxiliar os participantes em suas demandas por leitura e escrita e, também, por locomoção ou acomodação. • Item da planilha orçamentária: assistente de produção. PRODUTO 2 - Sarau Cultural ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: 1) As escolas onde ocorrerão as oficinas deverão contar com rampas de acesso, banheiros adaptados e piso tátil; 2) Haverá um assistente de produção treinado para auxiliar os participantes em suas demandas por locomoção ou acomodação. • Item da planilha orçamentária: assistente de produção. ACESSIBILIDADE para PCD AUDITIVO: 1) Intérprete de LIBRAS presencial durante a realização da atividade; • Item da planilha orçamentária: Intérprete LIBRAS. ACESSIBILIDADE PARA PCD VISUAL: 1) Assistente de produção para auxiliar os participantes em suas demandas por leitura e escrita e, também, por locomoção ou acomodação. 2) a carta endereçada a estudantes cegos será entregue junto com uma transcrição em áudio. • Item da planilha orçamentária: assistente de produção. Atendimento a pessoa com TEA e/ou deficiência intelectual - Ainda para atender ao que dispõe o inciso II do Art. 27 da IN MinC nº 11/2024, que trata dos aspectos comunicacionais de conteúdo, será adaptada uma sala sensorial, para que pessoas com TEA e com deficiência intelectual tenham acesso aos conteúdos ao vivo fora do auditório, caso seja mais adequado para elas. Essa sala também poderá ser usada por pessoas com outras necessidades específicas. • Item da planilha orçamentária: preparação técnica. • Item da planilha orçamentária: coordenador pedagógico. Com as medidas descritas acima, o projeto contempla o previsto no Art. 27 da IN MinC nº 11/2024, incisos I e I, parágrafos 1º e 2º: As propostas culturais apresentadas ao mecanismo Incentivo a Projetos Culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível para cada linguagem artística de seus produtos, sendo devidamente justificados e fundamentados, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, de modo a contemplar” o descrito nos incisos 1 e 2, parágrafos 1º e 2º.
O acesso a TODOS os produtos cadastrados será inteiramente gratuito para para as escolas públicas, todas inseridas em ambientes severamente atingidos pela enchente de maio de 2024. – As oficinas serão voltadas para adolescentes do 3º ano do ensino médio matriculados nas escolas públicas escolhidas. No total, espera-se alcançar 300 alunos, considerando-se em média 30 alunos por turma, nas dez escolas. – O projeto também contempla os professores das escolas selecionadas, que receberão uma formação para replicarem a metodologia usada nas oficinas de escrita afetiva. – Iremos disponibilizar na Internet, em um canal no YouTube, informações sobre o projeto, com dicas e orientações sobre metodologia, conteúdos, além de registros audiovisuais das oficinas e do Sarau, conforme preconiza o inciso III do Art. 30 da Instrução Normativa nº 11/2024. - O sarau cultural será voltado para o público escolar e disponibilizado no canal do projeto no Youtube.
CÍNTIA DEL PINO - Proponente do projeto. Responsável pela elaboração do projeto e por todas as decisões técnicas, operacionais e estratégicas de sua execução. Formação - Bacharel em Arquitetura e Urbanismo pela UniRitter. Especialista em Práticas Curatoriais pelo Instituto de Artes da UFRGS. Experiência profissional - Há 20 anos atuando como arquiteta, leva para seus projetos a preocupação com a sustentabilidade. Foi idealizadora do Espaço Cultural Acervo Olinda, onde realizou 23 eventos relacionados a arte, cultura, questões sociais e de sustentabilidade, de 2018 a 2021. Em 2022, participou da curadoria da exposição A Casa do Tempo, na Casa de Cultura Mário Quintana, resultado do laboratório de criação curatorial realizado pela 2ª turma da especialização. Dentre as curadorias que realizou até então, destacam-se as exposições de artes visuais "Percorre-me" e "Morada", ambas do fotógrafo João Albuquerque, ocorridas no ano de 2021, "Rastro, Ruído, Restauro", da fotógrafa Ágata Barbi e "Porque Tudo é Sagrado", do fotógrafo Filipe Melatti, ocorridas em 2023. Função no projeto - Coordenadora geral. MARCILENE FORECHI Formação - Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Mestre em Educação pela mesma universidade e doutora em Educação/Estudos Culturais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Experiência - Desde 1992, atuou em diferentes veículos de comunicação e assessoria de comunicação de órgãos públicos e agências de comunicação. Foi professora universitária na Faesa (ES), UFES (ES) e UVV (ES), ministrando os componentes de Redação Jornalística, Prática de Reportagem, Teoria de Comunicação e Jornalismo Impresso. No Rio Grande do Sul, foi professora no IFRS, nos cursos de Produçao Audiovisual, Produção Multimídia e Técnicos em Processos Fotográficos. Foi presidente do Conselho de Política Cultural de Gravataí (RS), avaliadora de projetos culturais (SEDAC-RS) e instrutora de cursos de extensão em Escrita Criativa, Produção cultural e Elaboração de Projetos Culturais. Executou projetos culturais com recursos de Fundo de Cultura e elaborou projetos culturais de outros proponentes para a Lei Rouanet. Também atuou como consultora no Programa de Educação em Direitos Humanos da Secretaria de Estado dos Direitos Humanos do ES, desenvolvido com recursos do Banco Interameriano de Desenvolvimento (BID). Escreveu e publicou artigos e crônicas jornalísticas no Portal Observatório da Imprensa e outros veículos, além de produzir 63 capítulos de livros para a Sagah Plataforma Educacional e Editora A. Função no projeto - Coordenadora pedagógica, oficineira, produtora executiva. ADRIANA EMERIN Formação - Graduada em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2007) e Mestre em Lingüística e Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2010). Especialista em Políticas Públicas Culturais de Base Comunitária pela FLACSO - Argentina. Experiência Atuou na área de Letras, com ênfase em Literaturas de Língua Portuguesa, especialmente nos seguintes temas: leitura, escrita, ensino, língua, oralidade, crítica literária feminista e políticas culturais. Como técnica de Literatura da Prefeitura de Gravataí, coordenou a Feira do Livro e coordenou o Clube de Leitura #leiamulheres, sendo também a mediadora. Técnica em Assuntos Educacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Função no projeto: consultora técnica HAMILTON FIALHO Formação - Licenciado em Matematica pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) e egresso do curso de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (curso não concluído). Curso de Fotografia Profissional pelo Senac (1991) e várias oficinas fotográficas, entre elas na Casa de Cultural Mário Quintana. Experiência - Iniciou seu gosto pela fotografia em meados da década 1980 com equipamento adquirido para realização de relatórios técnicos na indústria em que trabalhava. Então, adquiriu sua primeira câmera e através de cursos e de uma sensibilidade nata, desenvolveu sua criatividade. Hamilton manteve sua atividade na área de eletrônica e automação por mais de 20 anos e, paralelamente, participou de concursos e exposições. Com um olhar sensível e atento às sutilezas da realidade, realizou diversas exposições, entre elas "Luzes da Canção", na inauguração do Sesc Gravatai (2007), "Há Mil Tons do Deserto (2015) e "O Silêncio do Jazz"(2017). Conquistou prêmios como o "1º Salão Sesi de Artes Visuais" (2009) e o "Prêmio Dana de Artes Visuais" (2017). A música, uma paixão mais antiga do que a fotografia, é um catalizador do seu potencial criativo. Nos palcos, registrou em ação alguns dos nomes mais importantes do cenário musical contemporâneo, como Marisa Monte, Luis Melodia, Nando Reis, Yamandu Costa e Maria Rita, entre outros. Hamilton tem a capacidade de vislumbrar na cena o que já se construiu em sua retina. Como no poema de Manoel de Barros, ele fotografa o silêncio, o perfume, o sentimento. Função no projeto - Fotógrafo. LAURA GLÜER Formação - Jornalista pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mestre e doutora em Comunicação pela PUC-RS. Experiência - Professora na área da comunicação, com experiência com gestão acadêmica (coordenação de curso e avaliação institucional), pesquisa e assessoria de comunicação nas áreas pública, privada e terceiro setor. É autora do livro "Assessoria não é acessório". Editora do site e da plataforma de conteúdos Café Combustível. Criadora do projeto Academia do Discurso. Desenvolve trabalhos de assessoria de comunicação de imprensa para diferentes instituições pela Laura Glüer Comunicação Expressa. Função no projeto - Coordenadora de Comunicação e Assessora de Imprensa. BRUNA MAIA Formação - Graduada em Gestão Ambiental e Técnica em Designer. Experiência - Atua há 8 anos como designer gráfica, com foco em criação e desenvolvimento de identidade visual e construção de marcas. Além de trabalhar com papelaria e banners, possui experiênci com coordenação de mídias sociais, web design e UX, integrando a gestão de marcas nas redes sociais desde a concepção até o gerenciamento contínuo. Função no projeto - Designer e social mídia.
PROJETO ARQUIVADO.