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Realização de formação em circo e canto com jovens em vulnerabilidade social, com oficinas, workshops e a construção de um espetáculo a ser apresentado para a comunidade.
Informamos que o espetáculo a ser apresentado à comunidade será construído ao longo da realização das atividades. Será um espetáculo com classificação indicativa livre, com duração aproximada de 50 minutos.
OBJETIVO GERAL: Oportunizar para 80 crianças e adolescentes que se encontram em situação de vulnerabilidade social, acesso em espaço cultural e educativo com atividades circenses e canto que estimulem competências necessárias para o seu desenvolvimento integral e o fortalecimento de ações culturais como ferramenta de estímulo aos vínculos familiares e comunitários. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Desenvolver habilidades da arte circense e de canto com crianças e adolescentes durante o período de 12 meses, utilizando-a como ferramenta para o enfrentamento das vulnerabilidades sociais. Realizar 5 workshops de circo e canto com artistas circenses locais para interação e troca de experiências. Produzir um espetáculo temático sobre a "cultura da violência", mesclando as técnicas de circo e de canto, além de outras linguagens artísticas, como a música, capoeira, poesia, artes plásticas e gráficas que será apresentado para a comunidade, e apresentá-lo para comunidade como medida de ampliação de acesso.
Observando a história do circo, nota-se inúmeras transformações, de um circo considerado tradicional, de vínculo familiar na formação do grupo, para uma experiência contemporânea de hibridismo, onde o circo e muitas outras linguagens artísticas se encontram e produzem novas descobertas e provocações, assim como se inserem em diversos meios, como o teatro, a educação. Mas alguns aspectos seguem como características inalteradas, transmitidos pelas gerações de artistas circenses, como essência do circo: a vida em coletivo, colaborativa, de entre-ajuda e de autonomia, experimentada na prática através do picadeiro, que permite ver e ser visto por todos, falar e ser ouvido, a organização em roda que permite todos estarem em igualdade, seja qual for seu número ou posição no grupo. O circo social por sua vez, tem forte potencial transformador, tanto que é considerado uma tecnologia social, sendo utilizado em projetos sociais de arte educação que se propõem a modificar realidades com altos níveis de violência. Para tanto se utiliza da interdisciplinaridade como ferramenta de desenvolvimento psico-motor, ao relacionar as várias técnicas circenses, como malabarismo, equilibrismo, acrobacias aéreas, acrobacias de solo, palhaçaria, com as técnicas de dança e aliando com as oficinas de canto para dar novo entendimento do próprio corpo e suas potencialidades, estimulando a auto-estima e empatia, projetando no outro sua própria transformação pela experiência do trabalho coletivo. Também trata do desenvolvimento sócio-cultural ao abrir novas perspectivas de vida a partir do fazer artístico e da análise crítica que este fazer exige, desempenhando um novo papel diante da família e comunidade desde o momento que é visto, ou melhor, assistido como sujeito artístico, onde sua história se confunde com a produção artística seja no picadeiro, no palco, numa coreografia, num número, numa cena, numa exposição. Este fazer artístico ajuda os alunos a se ressignificarem no ambiente sócio-cultural e suas transformações ajudam a alteram a realidade deste ambiente. A arte possibilita sonhar com uma nova perspectiva de vida, amplia nossa visão de mundo e nossa capacidade de criticar o presente, nossa história e de alterar nossos caminhos. Estima-se que o bairro Santo Afonso compreende cerca de 10% da população do município de NH, sendo um dos mais violentos bairros da cidade, com altos índices de criminalidade, sendo considerado Território da Paz pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci). Segundo o Inst.Humanitas Unisinos _ IHU (2014), Novo Hamburgo encontra-se entre os cinco (05) municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre-RMPA com as maiores taxas de homicídios de jovens entre 15 e 29 anos. Ante esta realidade, denota-se que por razões de violência, pobreza, e diversas vulnerabilidades, a comunidade deste bairro necessita de ações preventivas que possibilitem a crianças, adolescentes e jovens construírem projetos de vida fora do universo violento que se apresenta. Este projeto surge como possibilidade de criar um espaço seguro em que os alunos reflitam e discutam sobre a cultura da violência na sociedade, como isso nos atinge, quanto nos tornamos reprodutores e, na tentativa de alcançar uma paz inexistente, como estamos sujeitos a conservar essas questões, silenciando e reforçando a violência que nos cerca. O envolvimento coletivo com a concepção e construção do espetáculo são estratégias para um despertar crítico e uma nova visão de mundo e relação com o mesmo, buscando, juntos, ressignificar pensamentos, atitudes e posicionamentos que previnam e combatam as formas de violências sob as quais somos submetidos. O projeto contempla o artigo 1º da Lei Rouanet no inciso I: contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Também está de acordo com o artigo 3º da lei nos incisos I: incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; e II: fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
PROJETO PEDAGÓGICO DAS ARTES CIRCENCES Resumo dos conteúdos que serão ministrados Manipulação e Malabarismo São técnicas onde as mãos, os pés e outras partes do corpo são utilizados para manipular, arremessar, receber e realizar diferentes movimentos coordenados. Utilizamos como aparelhos para estas técnicas: bolinhas, aros, claves, lenços, fitas, pois, bolas de contato, diabolôs, pratos de equilíbrio, chapéus, caixas e bastões. Acrobacias São técnicas que desenvolvem as habilidades de realizar variados movimentos de maneira controlada, como inversões e giros ao redor dos eixos do corpo, com referências espaciais e contato com o meio, como o chão e aparelhos tipo mini-trampolim, ou cama elástica, possibilitando ainda evoluções no meio aéreo, como os saltos mortais. Outra técnica são as Acrobacias de Conjunto, que tratam de habilidades de portagem e violência, onde um ou mais artistas portam outro sobre si, realizando movimentos e paradas coordenadas, utilizando apoios e contra-pesos, como segunda altura, mão-a-mão, quatro apoios, entre outros. Acrobacias Aéreas São as técnicas onde os artistas desenvolvem diversos movimentos e evoluções em aparelhos que os mantém fora do chão, como o tecido acrobático, a lira e o trapézio. Equilíbrio São as técnicas onde um ou mais artistas desenvolvem o equilíbrio, individual ou coletivamente, sobre aparelhos como o rola-rola, a bola de equilíbrio, slackline, bengalas de parada de mãos e monociclo. Palhaçaria São técnicas que resgatam a experiência do palhaço como ser teatral e orgânico, que brinca com seus próprios erros e expõe seu ridículo para servir de espelho para as imperfeições da sociedade. É onde o artista encarna sua própria criança e explora a ingenuidade, a imaginação, a criatividade, a curiosidade e assim se permite encarar o presente de forma inspirada, capaz de desenvolver um olhar mais crítico e questionador. É o espaço para desenvolver jogos e histórias contextualizadas que desdobram-se em cenas e números. Objetivo geral Oportunizar acesso a uma maneira diferenciada de educação contribuindo para o desenvolvimento integral (pessoal, cognitivo, motor e sócio-cultural) de crianças e adolescentes, criando e oferecendo oportunidades para o exercício de sua cidadania, fortalecendo os vínculos com a família e com sua comunidade para se ressignificarem no ambiente sócio-cultural. Metodologia que será aplicada A pedagogia Freireana é o principal referencial téorico que a linguagem das artes circenses utilizará. Valorizar os saberes do corpo, as relações coletivas, tendo como característica principal o envolvimento dos alunos, propiciando além de aprendizado técnico, o crescimento humano e uma formação cidadã, participativa e critica, fatores geradores de autonomia. Carga horária completa Turmas conforme a faixa etária, no turno contrário da escola: Turma Crianças – de 7 a 9 anos Turma Pré-adolescentes – de 10 a 12 anos Turma Adolescentes – de 13 a 17 anos * As atividades duram 3h cada. * Os cursos são anuais iniciados em janeiro. Horários Os cursos acontecem em dois períodos: MANHÃ 8h Abertura e café da manhã 8h30 Início das atividades. Importante: o Participante terá uma tolerância de 10 minutos para atrasos. 11h Almoço. 11h30 Fechamento do período da manhã. TARDE 12h40 Abertura e almoço. Importante: o Participante terá uma tolerância de 10 minutos para atrasos. 13h Início das atividades. 16h30 Lanche 16h40 Fechamento do período da tarde Público alvo (características e idade) Crianças e adolescentes de 7 a 17 anos, moradores de regiões que apresentam alto índice de vulnerabilidade social. Os participantes estarão organizados por faixas etárias: Turma 1, de 7 a 9 anos; Turma 2, de 10 a 12 anos e Turma 3, de 13 a 17 anos. Dessa maneira as propostas de trabalho serão adequadas a cada faixa etária de desenvolvimento. PROJETO PEDAGÓGICO DA DANÇA Resumo dos conteúdos que serão ministrados, organizados em cinco eixos de estudo: PRATICAR Esse eixo proporciona o contato dos alunos com novas linguagens de dança, desenvolvendo e potencializando suas próprias corporeidades somadas a novas possibilidades de movimento. Esse conjunto de experiências, ao decorrer dos estudos, ainda se relacionarão com elementos de espaço, tempo, velocidades e qualidades de movimento, ampliando as possibilidades de se fazer e pensar a dança. APRECIAR No eixo de apreciação se comunica e se divide experiências com outros através da dança. Será utilizado em aula um acervo de referências do meio artístico estudado e organizado pelo educador, fazendo desse recurso uma estratégia e possibilidade para um olhar sensível e atento ao que se assiste. Para fortalecer os estudos, se levará em consideração o gosto e desejo dos alunos, abrindo espaço para que se aprecie o que for sugerido pelos mesmos. Em dado momento também será apreciado a construção dos processos coreográficos dos próprios colegas e de artistas profissionais convidados a apresentarem para a turma. COMPOR Esse eixo trata de compor formas, movimentos e frases coreográficas motivados pelos estudos feitos até então, experimentando a dança como uma maneira de criar sentidos significativos para os envolvidos no processo criativo. CONTEXTUALIZAR Esse eixo consolida a arte como potência para questionar, pesquisar, refletir, etc. Ao mesmo tempo em que se dança também se relaciona e se constrói uma visão de mundo frente à variedade de contextos culturais, sociais e históricos. Relacionar a dança com outras artes, assuntos, experiências pessoais e cotidianas possibilita mudanças de pensamentos, atitudes e posturas dos alunos. Metodologia que será aplicada A pedagogia Freireana é o principal referencial téorico de atuação. A dança como linguagem artística, atribui sentidos através do corpo e reflete a importância de um olhar sensível para o movimento corporal nas interações entre pessoas de diferentes posturas, intenções, pensamentos, experiências e histórias, potencializando o crescimento individual e do grupo através do respeito e valorização de si e do próximo. Carga horária completa Turmas conforme a faixa etária, no turno contrário da escola: Turma 1 Crianças – de 7 a 9 anos Turma 2 Pré-adolescentes – de 10 a 12 anos Turma 3 Adolescentes – de 13 a 17 anos * As atividades duram 3h cada. * Os cursos são anuais iniciados em janeiro. Horários Os cursos acontecem em dois períodos: MANHÃ 8h Abertura e café da manhã 8h30 Início das atividades. Importante: o Participante terá uma tolerância de 10 minutos para atrasos. 11h Almoço. 11h30 Fechamento do período da manhã. TARDE 12h40 Abertura e almoço. Importante: o Participante terá uma tolerância de 10 minutos para atrasos. 13h Início das atividades. 16h30 Lanche 16h40 Fechamento do período da tarde Público alvo (características e idade) Crianças e adolescentes de 7 a 17 anos, moradores de regiões que apresentam alto índice de vulnerabilidade social. Os participantes estarão organizados por faixas etárias: Turma 1, de 7 a 9 anos; Turma 2, de 10 a 12 anos e Turma 3, de 13 a 17 anos. Dessa maneira as propostas de trabalho serão adequadas a cada faixa etária de desenvolvimento.
Curso / Oficina / Estágio ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Os ambientes onde ocorrerão as atividades serão adaptados para cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: As oficinas são 13 realizadas por meio da oralidade, mas em caso de necessidade, será incorporado monitor capacitado.Item orçamentário nº ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Em caso de necessidade, será incorporado intérprete de librasItem orçamentário nº 3 ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Em caso de necessidade serão incorporados monitores capacitados.Item orçamentário nº 13 Espetáculo de Artes Cênicas ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Os ambientes onde ocorrerão as atividades serão adaptados para cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Em caso de necessidade será incorporado audiodescrição Item orçamentário nº 5 ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Em caso de necessidade será incorporado intérprete de libras.Item orçamentário nº 3 ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Em caso de necessidade serão incorporados monitores capacitados.Item orçamentário nº 13
As atividades do projeto serão realizadas de forma inteiramente gratuitas. AMPLIAÇÃO DE ACESSO Contemplando a democratização do acesso prevista no artigo 30 da IN, ao final do processo das oficinas, será realizada uma apresentação dos resultados para a comunidade, conforme item "V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas".
ABEFI – COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA (responsável pela coordenação administrativa financeira - será remunerada pelos custos administrativos do projeto). Fundada em 1968, a ABEFI dedica-se a melhorar a vida de crianças, adolescentes e adultos, oferecendo oportunidades que transformam vidas. Com o auxílio da comunidade e de seus vários parceiros, a ABEFI atua atendendo milhares de pessoas através de assistência social, esporte, cultura e educação. Atualmente administramos 11 unidades distribuídas nas cidades de Novo Hamburgo, Esteio e Taquara. UM CULTURAL – PRODUTORA A Um Cultural é uma empresa situada em Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, que atua em todas as etapas de projetos e atividades culturais. Há doze anos no mercado, tem conquistado um espaço representativo no segmento cultural, inclusive em outros estados brasileiros. Realizou diversos eventos, dos quais podem ser destacados: três edições do Festival de Cinema de Gramado; quatro edições da Feira Regional do Livro de Novo Hamburgo; quatro edições Kerb de São Miguel; três edições Natal dos Anjos; entre outros. Produziu, também, a circulação de grupos teatrais pelo interior do estado e rotinas culturais na região do Vale do Sinos. Editou e participou da publicação de uma série de livros, dos quais podem ser mencionados: Novo Hamburgo – a cidade se revela, com textos de Henrique Schneider, São Leopoldo a cidade se revela, com textos de Ruy Carlos Ostermann, ambos com fotos de Joel e Isa Reichert; Costa do Brasil, de Ita Kirsch; A História do Rubi de Ragank, de Simone Saueressig; entre muitos outros. Louis Marcelo Illenseer - Responsável pelas oficinas Doutor em Teologia Prática (2023), pelas Faculdades EST, com apoio CAPES. Mestre em Teologia Prática pela Faculdades EST (2019) com apoio CNPQ. Bacharel em Musica com habilitação em Regência Coral pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2003) e Pós Graduado em Educação Musical pela FEEVALE no Curso de Especialização Música, Ensino e Expressão (2010). Formado em Educação Cristã pela Escola Superior de Teologia - EST - São Leopoldo - RS (1999). Atua como professor de música e teologia prática, coordenador do Curso de Licenciatura em Música na Faculdades EST (São Leopoldo) e coordenador dos cursos técnicos de Instrumento e Canto da escola de educação profissional ESEP (São Leopoldo). Atua como musicista na Comunidade Evangélica deConfissão Luterana no Brasil, em Campo Bom. Atua também como assessor de eventos ligados à composição de música sacra, teologia e liturgia, arranjos vocais e instrumentais e estruturação musical nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Espírito Santo. (currículo completo anexado ao projeto)
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$1.700,00 em 02/04/2026.