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PRONAC 2412127Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Caminho das Àguas

TRANSE ARTE E CONTEUDO LTDA
Solicitado
R$ 199,3 mil
Aprovado
R$ 199,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Caxias do Sul
Início
2024-12-06
Término
2025-12-06
Locais de realização (3)
Caxias do Sul Rio Grande do SulLajeado Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto "Caminho das Águas" visa a realização de EXPOSIÇÕES de fotografia, abordando as paisagens naturais e culturais impactadas pela catástrofe climática no Vale Taquari-Antas (RS), em diálogo com a obra e vida do escultor João Bez Batti. Desenvolvimento de SITE e realização de PALESTRAS para o público em geral.

Sinopse

O projeto Caminho das Águas une arte e patrimônio, revelando as paisagens do Vale Taquari-Antas (RS) impactadas pela catástrofe climática das enchentes, em diálogo com a obra universal do escultor brasileiro dos seixos e basaltos, João Bez Batti.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Produzir e universalizar ao público _ no Vale do Rio Taquari-Antas e Região Metropolitana _ acervo de imagens, conteúdo etnográfico, por meio da realização de duas Exposições/Palestras sobre as relações existentes entre as paisagens do Vale do Taquari-Antas com a obra do escultor dos basaltos João Bez Batti, originário das margens do Rio Taquari, visa, ainda, a tomada de consciência sobre a preservação da paisagem cultural e natural. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar duas Exposições de Fotogafia, sendo uma na cidade de Porto Alegre e outra na cidade de Lajeado, sobre o conteúdo proposto pelo projeto, com duração de 15 dias para cada Exposição. Produzir 25 painéis fotogràficos para compor a Exposição "Caminho das Águas", sendo 20 paíneis sobre a paisagem cultural e 5 sobre as esculturas de Bez Batti. Realizar duas Palestras, sendo uma na cidade de Porto Alegre e outro na cidade de Lajeado, as Expoições contam com a participação do escultor Bez Batti, mediação do fotógrafo Daniel Herrera e do curador do projeto André Constantin, para o público visitante das Exposições. Desenvolver um SITE do projeto Caminho das Águas (criação e desenvolvimento, webdesign, edição de conteúdos, formatação e hospedagem), visando a universalização do conteúdo gerado pelo projeto, reunindo textos/ensaios, galerias de imagens e sons, fotografias, roteiros de pesquisa, diários de campo e demais conteíudos visuais resultantes. Realizar pesquisa, registros em campo nos seguintes territórios/municípios do Vale do Rio Taquari-Antas, drasticamente afetados pela catástrofe climática: Bento Gonçalves, Santa Tereza, Muçum, Caxias do Sul, Lajeado, Taquari, General Câmara, Venâncio Aires.

Justificativa

Diante da emergência climática do Rio Grande do Sul e da dramática devastação no Vale do Rio Taquari Antas, o Projeto "Caminho das Águas" propõe ao público um inédito olhar sobre as paisagens naturais e culturais, especialmente dos rios, na perspectiva transformadora da arte e no diálogo como o conceito de Paisagem Cultural (conforme definições da UNESCO e Ipham). Como (re)conectar as populações atingidas com os seus rios, em uma visão educativa e estética, no diálogo entre natureza e cultura? A arte de João pode reviver os Rios Taquari e Antas na alma das pessoas. "Caminhos das Águas" é o título de uma das esculturas de João Bez Batti: uma esfera cósmica, como um planeta de basalto, atravessado em toda superfície pela erosão infinita das águas. Neste sentido, o Projeto irá evidenciar a importância de reconhecer, valorizar e proteger a paisagem, em uma visão ecológica e cultural, através da produção e circulação de um acervo visual de abordagem etnográfica, aliado a tratamento técnico e artístico. O projeto justifica-se também pela urgência de registrar e transmitir o legado estético e as sabedorias dos rios deste escultor brasileiro e universal, que revela os basaltos da região do Taquari-Antas, imitando a milenar ação das águas sobre a pedra. "No fim de tudo, restará apenas a Arte". Com estas palavras, proféticas à luz da recente tragédia ocorrida no Rio Grande do Sul, o escultor João Bez Batti constroi ao longo da vida sua obra universal e a própria existência, enraizado na região dos vales e rios serranos do Rio Grande do Sul. Ao abordar e revelar essa relação única e original do escultor com a paisagem natural, esta proposta propõe uma nova significação dos rios da Bacia Taquari-Antas para as comunidades e territórios. No Vale devastado, entre pontes de ferro retorcidas pela trágica enchente, praias de seixos e as infinitas brotações de um dos maiores derrames basálticos do mundo, a pedra encontra o seu maior intérprete, humano, de nome João. João, o eterno menino à beira das correntezas, inconformado com a morte dos rios da serra _ rios de muitas vidas, transformados em aluviões dantescos da morte pela ação humana. Mesmo assim, ele volta ao mesmo vale despedaçado, ao mesmo rio, em busca dos seixos e sonhos de sua arte. Aos 84 anos, João desafia todos os dias o cansaço do coração, na urgência do seu tempo, para transformar o basalto, a mais dura das rochas, em esculturas vertiginosas _ cabeças ancestrais, bólidos, seixos cósmicos, corpos, totens monumentais _ compondo uma obra única na arte contemporânea mundial. Bez Batti é a marca do escultor dos basaltos, de uma obra única no mundo; João, apenas João, é o homem simples que nasceu nas margens do Rio Taquari, em um lugar isolado de tudo (a Volta do Freitas, em General Câmara), iniciado esteticamente pelos seixos do rio e correntezas, entre camponeses pobres e outros meninos de famílias afro-brasilieras. Em Caminho das Águas, as montanhas e vales profundos do Rio Grande do Sul revelam um homem que transforma a pedra na única possibilidade de sua existência: João Bez Batti, escultor gaúcho e universal _ cuja dimensão da obra dialoga com os legados de Vasco Prado, Xico Stockinger e Iberê Camargo. Caminho das Águas convida o público regional, com ênfase nos territórios do Taquari-Antas, a refletirem sobre a relação com os seus rios, grandes e pequenos. Assim, propomos este inédito projeto de características e enquadramento cultural por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Considerando que a proponente é uma empresa produtora independente, sediada em Caxias do Sul, com longo histórico de realizações culturais e etnográficas, recorremos à Lei 8.313/91 para buscar meios de custeio e execução deste projeto que conecta os campos da arte e do patrimônio. Considerando ainda que estamos sediados em área/município de calamidade da emergência climática do RS, cfe. INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 14, DE 12 DE JUNHO DE 2024 (que estabelece medidas emergenciais para projetos culturais financiados por meio do mecanismo de incentivo do Programa Nacional de Apoio à Cultura _ Pronac, em decorrência do estado de calamidade pública declarado por meio do Decreto nº 57.596, de 1º de maio de 2024, do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, e reconhecida sumariamente pela União por meio da Portaria SEDEC nº 1.467, de 8 de maio de 2024, do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional), buscamos inserir este projeto nas finalidades previstas nos incisos no CAPITULO 1, ART 1º da Lei 8313/91, que visa: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Art. 3º da Lei 8.313/91, conforme os respectivos incisos: I - incentivo à formação artística e cultural d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições culturais volaradas à promoção da arte e da cultura II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de Esposições acompanhadas de palestras com conteúdo sobre a paisagem cultural e natural.

Especificação técnica

Para o desenvolvimento do projeto cultural no âmbito da Lei Rouanet Emergencial do RS, apresentamos as especificações técnicas necessárias para o trabalho de produção dos produtos gerados: 1. SITECom domínio própio, o site será a plataforma digital onde serão apresentados os acervos gerados em campo, incluindo fotografias, vídeos e textos. Além disso, ele é importante garantir que ele seja acessível a todos os públicos e territórios. a) Estrutura e Conteúdo:Página inicial: Apresentação do projeto cultural, conceitos nortedadores, paisagem natural e cultural do Taquqri-Antas, com uma breve descrição do território e do artista João Bez Batti, além de destaques do acervo.Seções dedicadas ao acervo: Fotografias (seções e galerias): Alta qualidade e versões otimizadas para web. Vídeos: Pequenos fragmentos de vídeos.Textos: Ensaios, descrições e materiais de apoio, prevendo suporte para download livre dos acervos. b) Design e Layout:Responsivo: Compatível com dispositivos móveis e desktops.Navegação simples: Menus claros e de fácil acesso.Identidade visual: Deve seguir a identidade visual do projeto, com cores, fontes e ícones alinhados à proposta artística. c) Serviços de Hospedagem:Serviço de hospedagem escalável: Servidor que suporte tráfego moderado, com suporte a várias linguagens.Segurança: Backups automáticos e proteção contra ataques DDoS. 2. Especificações Técnicas para as Exposições Presenciais:As exposições presenciais em cada cidade terão até 15 dias de duração; contarão com a participação do escultor Bez Batti e da equipe central do projeto. Abaixo estão os requisitos técnicos para as exposições: a) Espaço Físico:Sugere-se espaços públicos ou de parceiros locais, com uma área mínima de 50 metros quadrados para circulação confortável de visitantes.Sistema de som: estamos prevendo um sistema de áudio para os diálogos do artista e equipe do projeto com os convidados e visitantes.Espaço acessível: O local deve ser acessível a pessoas com mobilidade reduzida, com rampas e banheiros adaptados, além de ser de fácil acesso. b) Montagem das Fotografias:Quadros e fotografias: Dimensão prevista de 60x90cm, impressas em Foam, com fixação em painéis com altura ajustável, com distância de 1,5 metros do chão. 3. Especificações Técnicas para o Acervo Fotográfico:O acervo fotográfico será uma parte imporatnte do projeto, documentando tanto as obras quanto os processos e exposições, e terá uma maior amostragem através da navegação pelo site. a) Equipamentos Fotográficos:Câmeras: Câmeras mirrorless com sensores Full Frame, com resolução de no mínimo 24 megapixels.Lentes: Lentes prime (24-70mm f/2.8, teleobjetivas 70-200mm/70-300 e angular 14-24-f2.8) para capturar detalhes e planos amplos do território a ser apresentado. b) Processamento e Edição:Softwares: Pacote de edição Adobe (Lightroom) para catalogação e pós-produção.Formatação: Arquivos RAW para preservação máxima da qualidade e exportação para JPEG em alta resolução (300 dpi) para publicação e impressões. c) Armazenamento e Backup:Armazenamento com backup físico redundante em pelo menos dois locais.Classificação e metadados: Organização das fotos com informações completas de metadados (data, local, autor, descrição). 4. Considerações Finais:Equipe técnica: Contratação de profissionais especializados em web design, desenvolvedores com experiência em acessibilidade, e fotógrafos profissionais.Essas especificações atendem aos requisitos do projeto, garantindo que o acervo seja acessível e preservado tanto em formato digital quanto físico.

Acessibilidade

Prevemos a acessibilidade para o projeto de exposição sobre as cidades afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul, tendo o cuidado em garantir que todas as pessoas, independentemente de suas limitações físicas ou sensoriais, possam participar e compreender o conteúdo da exposição. Isso requer a busca por espaços que facilitem a acessibilidade arquitetônica (física) e a acessibilidade de conteúdo. Ao garantir acessibilidade física e acessibilidade de conteúdo, o projeto não apenas cumpre com os requisitos legais e éticos, mas também amplia o alcance e o impacto da exposição, promovendo uma inclusão real e acessível para todos os públicos, e uma empregabilidade maior de profissionais dedicados à acessibilidade. EXPOSIÇÕES/PALESTRAS 1. Acessibilidade Física / ArquitetônicaPara garantir que todas as pessoas possam se locomover no espaço da exposição de forma segura e confortável, devemos priorizar espaços públicos ou parceiros que atendam às necessidades de pessoas com deficiência física, idosos e qualquer outro grupo com mobilidade reduzida. Entre os principais facilitadores de acessibilidade física, buscaremos por locais que tenham rampas de acesso, acesso com corrimãos e superfícies antiderrapantes, inclusive em entradas e saídas, banheiros acessíveis e sinalizados para cadeirantes. 2. Acessibilidade de ConteúdoA acessibilidade de conteúdo visa garantir que todos possam compreender e interagir com o que está sendo apresentado na exposição, independentemente de limitações sensoriais ou cognitivas. Deficientes Auditivos - Disponibilizar intérprete de Libras durante as duas visitas, nos momentos das exposições/palestras. Além disso, possíveis vídeos devem ter tradução para Libras. Os conteúdos gráficos devem ter QR-Code que remeta ao site do projeto. Deficientes visuais - Audiodescrição: prevemos a inclusão da camada de audiodescrição para as obras e fotografias em exibição através de QR Code que estará na exposição, levando o público acessar o site. A Audiodescrição irá detalhar visualmente o conteúdo para pessoas cegas ou com baixa visão. Deficientes intelectuais - Contratação de movitores quando necessário - geralmente os monitores são das entidades convidadas a visitarem às Exposições. Conteúdo com linguagem simples. QR Codes com conteúdo multimídia: QR codes ao lado das obras, que podem ser escaneados pelos visitantes, levando-os a vídeos, áudios explicativos, ou textos em diferentes formatos e tamanhos, acessíveis por celulares. 3. Capacitação da equipeA equipe responsável pela exposição é capacitada para atender às necessidades de pessoas com deficiência, com treinamento específico em acessibilidade e comunicação inclusiva, já consolidado através da realização de outras exposições e projetos.Atendimento prioritário: Deve-se garantir um sistema de atendimento prioritário para pessoas com deficiência, idosos, gestantes e pessoas com mobilidade reduzida, tanto na entrada da exposição quanto em atividades adicionais. 4. Site acessível O site relacionado à exposição terá navegação facilitada com descrição de imagens, audiodescrição de fragmentos de vídeos e contraste adequado.

Democratização do acesso

Para atendimento ao Artigo 46 da IN 23/2025 o projeto propõe: Considerando que os ingressos às Exposições serão gratuitos não há percentual de ingressos a serem distribuídos. Serão distribuídos convites aos patrocinadores, comunidade e para os meios de comunicação para divulgação do projeto nos locais onde as Exposições serão realizadas. Aqui estão algumas estratégias para garantir esse acesso: 1. Escolha dos territórios/cidadesAs exposições serão realizadas em duas cidades representativas e estratégicas dos impactos da catástrofe climática e social das enchentes no Rio Grande do Sul, conectadas pelas águas: Lajeado e Porto Alegre. A primeira exposição será no epicentro do fenômeno no Vale Taquari-Antas, na cidade de Lajeado, pólo regional do Vale do Taquari, onde as populações de cidades de entorno podem ter acesso ao acervo expositivo (Muçum, Roca Sales, Cruzeiro do Sul, Estrela, entre outras); Lajeado conta com a sede da Univates, que recebe estudantes universitários de todo o Vale do Taquari, configurando um bom centro de irradiação do projeto. O segundo território a ser contemplado pela mostra é a Região Metropolitana, em Porto Alegre, que recebe as águas das grandes bacias hidrográficas da serra e vales. A dramaticidade da catástrofe na capital, onde o escultor passou parte de sua vida, deve potencializar o interesse de público e de divulgação dos acervos do projeto Caminho das Águas. Nestas cidades, serão escolhidos locais que sejam facilmente acessíveis por transporte público e por amplos espectros de público, procurando maior acesso e diálgo entre jovens, estudantes e educadores. Depois das duas mostras, manteremos um acervo adequado para itinerância, podendo ser disponibilizado para os territórios de interesse, para cidades e comunidades isoladas e impactadas, levando os acervos para populações afetadas em regiões menos favorecidas. 2. Acesso DigitalSerá criado uma versão digital da exposição, acessível via internet, para que as pessoas que não possam comparecer fisicamente, das mais diversas regiões, tenham acesso ao conteúdo. Isso pode incluir tours virtuais, fotos de alta resolução e explicações interativas. Também sugerimos criar usuários/canais nas redes sociais e plataformas culturais, com o intuito de potencializar a divulgação, disponibilizando parte do conteúdo em plataformas de uso comum (Instagram, Facebook, YouTube) para aumentar o alcance do projeto. 3. Gratuidade e ApoioSerá oferecida entrada gratuita, garantindo o acesso amplo e democrático para quem deseja visitar o acervo do projeto.Também iremos em busca de Apoio institucional de entes públicos e culturais locais (museus, casa de cultura) para que possam disponibilizar espaços culturais para as exposições. Buscaremos apoio com secretarias das prefeituras, visando oferecer transporte gratuíto para que alunos da rede de ensino pública possam participar da exposição. 4. Educação, Interatividade e Participação Comunitária- Visitas guiadas gratuitas: Prevemos oferecer visitas guiadas gratuitas na abertura de cada exposição nos territórios, com equipe da produção do projeto, capacitada para lidar com públicos de diferentes faixas etárias, origens e níveis de conhecimento diversos sobre arte e patrimônio, inclusive viando comunicação com as escolas e instituições educacionais para levar estudantes e grupos comunitários, incentivando a participação de jovens e de pessoas de baixa renda. Como estratégia simultânea, o projeto irá incentivar projetos colaborativos educacionais; sugerir que aconteça a participação da comunidade escolar na exposição. Podem ser exibidos trabalhos artísticos criados pelos alunos da rede pública das áreas afetadas, em diálogo com o tema do projeto (varais artísticos e experimentais, por exemplo), fazendo que a exposição sirva como um ponto de encontro para discutir reflexões sobre os impactos das enchentes na paisagem. 5. Divulgação e ComunicaçãoIremos utilizar múltiplos canais de comunicação, incluindo rádios locais e comunitárias, redes sociais e cartazes em espaços públicos para alcançar diferentes públicos.Contato com pessoas locais que são lideranças comunitárias, especialmente com aqueles que têm conexão direta com as comunidades mais afetadas nas enchentes. 6. Sensibilidade culturalGarantir que a exposição e sua curadoria respeitem e valorizem a história e a cultura das comunidades afetadas, a relação com os rios e os vales; agor para que a exposição se torne um evento inclusivo, acessível a um público diverso, contribuindo para a conscientização e a valorização das histórias das pessoas e regiões impactadas pelas enchentes. Para atendimento ao Artigo 47 da IN Nº 23/2025 o proponente propõe: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;

Ficha técnica

Proponente/Transe Arte e Conteúdo Ltda- Exercerá a função de Coordenação Administrativa e Financeira (valores lançados em Custos Vinculados - Administração do projeto). João Bez Batti - escultor convidado - palestras (arquivo adicional Docs Anexoa) João Bez Batti é escultor dedicado à pedra (basaltos); tem vasta obra contemporânea e circuito de exposições e publicações, mas ainda permanece pouco conhecido ao grande público brasileiro. Sua região e paisagem fundadoras são os vales e rios das encostas da Serra Sul-Riograndense, de modo especial o curso do Rio Taquari-Antas. Entre suas grandes exposições consta uma retrospectiva exclusiva no MARGS (Museu de Arte do Rio Grande do Sul) e uma itinerância pelo Instituto Moreira Salles. Natural de Venâncio Aires, nascido em 11 de novembro de 1940. É um escultor brasileiro reconhecido por trabalhar com os basaltos do sul do país, compondo uma obra universal e única. Suas obras são fortemente influenciadas pela paisagem natural da região e pela cultura dos camponeses imigrantes italianos, cortadores de pedra, com quem ele compartilha raízes.Bez Batti estudou desenho com Vasco Prado e Zorávia Bettiol, de 1959 a 1964. Sua primeira exposição foi em 1962, no ateliê de seus mentores. Atualmente, Bez Batti vive em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, onde mantém seu ateliê. Suas esculturas são conhecidas por serem abstratas, mas carregadas de significado, muitas vezes evocando temas como a ancestralidade, o tempo e a ligação entre o homem e a natureza. O trabalho de Bez Batti reflete uma profunda conexão com a terra e a matéria-prima, e sua abordagem à escultura destaca-se pelo respeito à forma original da pedra. Ativo há décadas, ele contribuiu significativamente para a arte pública, com obras expostas em várias cidades brasileiras e internacionais. O primeiro contato com o rio e os seixos ocorreu ainda na infância, quando se mudou, aos quatro anos, com a família para Volta do Freitas, localidade às margens do rio Taquari, município de General Câmara, próximo a Venâncio Aires. O rio Taquari é a continuação do Rio das Antas, que atravessa sinuosamente a serra gaúcha marcando seu caminho com fragmentos de pedras. Causava profunda curiosidade ao jovem Bez Batti o fato de os seixos se renovarem a cada cheia em suas margens. Desde criança as formas trabalhadas pela natureza o seduziram, motivando-o a colecionar as pedras mais vistosas. Hoje, Bezz Batti é considerado um dos maiores escultores brasileiros em atividade. Participou de diversas exposições em instituições importantes como o Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS) e o Santander Cultural (Porto Alegre, a Bienal do Mercosul, em São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro. No exterior, Bez Batti, já expôs na Itália, França e Argentina. André Costantin - diretor e curador * Direção de conteúdo do projeto e mediação de comunicação com público. Diretor de conteúdo, pesquisador em etnografia e ensaísta. Mantém longo histórico de registros e colaboração com o escultor João Bez Batti. Realizador de projetos artísticos, filmes, séries documentais e conteúdos híbridos – em projetos que conectam o audiovisual à pesquisa etnográfica, memória, patrimônio e processos culturais.Fundou a produtora TranseLAb em 1999, abrindo um caminho para projetos e realizadores no interior do Estado, num tempo em que o mercado e as janelas de oportunidades concentravam-se na capital.Entre as primeiras realizações que romperam essa barreira, estão dois Prêmios DocTV Brasil: longa-doc Continente dos Viajantes (2004) e longa-doc Blau Nunes – O Vaqueano (2006), ambos levados ao ar nacionalmente na Série Brasil Imaginário, em redes de tevês coordenadas pela TV Cultura de São Paulo, em uma experiência precursora reunindo realizadores independentes de todas as regiões do Brasil.Dirigiu séries para a tevê, entre elas a Série Antártida (2007/Globo Internacional/RBSTV/Canal Brasil) e Porto Alegre dos Açores (2009/Globo Internacional/RBSTV). Para o Núcleo de Programas Especiais da RBSTV, realizou argumentos, documentários, especiais, sendo três Prêmios Histórias Curtas – sempre promovendo a inserção de profissionais do interior.Criou e dirigiu pela TranseLAB a Série Vento Sul (2017 - 13 episódios/TVBrasil/TVCultura.), no âmbito do 1º Edital das TVs Públicas Brasileiras (Ancine/BRDE), em um projeto que agregou 35 profissionais do audiovisual ao longo de dois anos, em núcleo criativo formador de jovens técnicos e produtores que depois seguiram com suas trajetórias individuais.Na área acadêmica, tem Mestrado em Letras e Culturas Regionais pela Universidade de Caxias do Sul, RS – onde foi professor no Curso de Pós-graduação em Cinema e integrou por 10 anos um grupo de pesquisas nas áreas da antropologia e etnografia (Instituto Memória Histórica e Cultural). Também na UCS, desenvolveu e dirigiu por quatro anos o projeto de programação Rede de Olhares, levado ao ar na grade nacional do Canal Futura. Sempre lidou com temáticas ligadas às artes, populações tradicionais, de imigração e da cultura afro-brasileira, diversidade linguística, paisagens culturais e direitos humanos. Esses temas estão presentes em seu histórico de realização, do qual citamos alguns projetos:- Coautoria Projeto Invernada dos Negros (Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-Brasileiras – Edições 2010 e 2012 / Fundação Palmares).- Prêmio de realização FAC Patrimônio Sedac 2022 – Projeto Paisagens Profundas / Paisagem Cultural dos Aparados da Serra.- Série Ser Brasil – Migrantes e Refugiados (ONU-OIT/2019-2020) – No ar em GloboPlay.- Longa-metragem Eco das Montanhas (2008-Coprodução Brasi-Itália).- 1o Etnodoc 2008 - Ministério da Cultura (Média-metragem Se Milagres Desejais).- Série Trabalho Digno (2016-Canal Futura / Globoplay).Atualmente, desenvolve a série Gaia – Sabedorias Amazônicas, realizada em expedições de registro do barco Gaia na região amazônica.https://drive.google.com/drive/folders/1IajqI6dJu2e6ARdJhyIkMoOJ3zo6Ek-5?usp=sharing Daniel Herrera - fotógrafo e produtor executivo * Direção de imagens e fotografia; coordenação técnica e produção executiva do projeto. Uruguaio radicado no Brasil, é fotógrafo e produtor executivo. Assina a produção fotográfica da série Iconografias do Brasil, com os livros Iconografia Belém do Pará, Iconografia Local do Pampa e Iconografia Local Santa Maria, para o estilista Walter Rodrigues e Sebrae nacional.É co-autor (com André Costantin) e fotógrafo do projeto Invernada dos Negros, premiado duas vezes no âmbito do Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-brasileiras (Fundação Palmares / MinC).Dirigiu e fotografou o documentário Pedro, só Pedro premiado no programa Rumos Itaú.Diretor de Fotografia do Projeto Ser Brasil Migrantes e Refugiados (OIT/OIM/ACNUR-2020) e do Projeto de Conteúdos de Saúde e Segurança no Trabalho (Caminhoneiros Autônomos e Pequenas Empresas), também para OIT / ONU.Assina a Direção de Fotografia da Série Vento Sul, composta por 13 episódios de 52 min, realizada no âmbito do Edital das TVs Públicas Brasileiras-Ancine | FSA, com veiculação na TV Cultura e TV Brasil.Também responde pela produção executiva dos documentários Aos Olhos de Santa Bárbara (RBS TV | Canal Brasil), Bah!ia (RBS TV | Canal Brasil) e A Jaqueta do Elvis (RBS TV com Canal Brasil) e Samba de Fronteira (RBS TV | Canal Brasil).Coordenou os projetos realizados em parceria MPT/Transe/Futura: Ser Criança (2017/2018); Caminhos da Aprendizagem (2019); Série Trabalho Digno (2010-2016), Meu Chão – Clubes Negros do Rio Grande do Sul (2021), campanha de combate ao Trabalho Infantil Lugar de Criança é na Infância (MPT, Fepeti, Fogap/ 2021) e Rua dos Negros (2022 Circuito Sesc de Cinema do RS).É diretor de fotografia dos longas Brasil Talian (co-produção Brasil / Itália com Instituto Memória) e Eco das Montanhas (Brasil/Itália).Assina a direção de fotografia do projeto GAIA Amazônia (Instituto Vento / TranseLAB, Fitzcarraldo e Ministério do Meio Ambiente) que faz navegações amazônicas desde 2017, registrando as memórias amazônicas dos povos ribeirinhos e indígenas.É membro e compõe a Mesa Diretiva do Colegiado do Audiovisual do Rio Grande do Sul desde 2022.https://drive.google.com/drive/u/2/folders/1SsiJSzMYZtvGo-53rVNFDKnfsdeRkJqb Geni Salete Onzi - produtora / pesquisadora * Coordenação de pesquisa, articulação junto às comunidades e territórios. Pesquisadora e produtora; historiadora.Atua na coordenação de produção e pesquisa avançada dos projetos da TranseLab.Coordenou a produção em campo e pesquisa da Série Ser Brasil – Migrantes e Refugiados para a OIT /ONU.Faz a mediação social dos projetos, contatos com parceiros e fontes, devolução de resultados às comunidades registradas, aliando a coordenação de trabalhos de campo.Coordenadora de produção dos documentários Continente dos Viajantes (Doc TV I, 55min, 2004), Blau Nunes – o vaqueano (Doc TV III, 55 min, 2007), O Milagre do Pão (Fundação Nestlé, 52 min, 2007), Brasil Talian (Transe, Brasil/Itália, 65 min, 2015).Foi produtora e pesquisadora dos projetos da Série Trabalho Digno (2010-2016-MPT/Transe/Futura).Respondeu pela coordenação de pesquisa da Série Vento Sul, composta por 13 episódios de 52 min, realizada no âmbito do Edital das TVs Públicas Brasileiras-Ancine | FSA, com veiculação na TV Cultura e TV Brasil.Pesquisadora e produtora dos documentários Clubes Sociais Negros do Rio Grande do Sul (FAC/RS 2021), premiado como direção destaque no Festival Cine Negro em Ação do RS.Também responde pela pesquisa avançada do trabalho Paisagens Profundas - Aparados da Serra (2022 - FAC), com a TranseLAB e participação de Carlos Fernando de Moura Delphim.https://drive.google.com/drive/folders/1WMeAYm-sVIOnntM0Cm8UjN8go6ll88nT?usp=sharing Rosa Maria Casara - Acessibilidade * Coordenadora de camadas e estratégias de acessibilidade do projeto. Formada em pedagogia, trabalha há 15 anos como tradutora de Libras – Língua Brasileira deSinais, em instituições, associações de pessoas com deficiência e centros de ensino.Em seu histórico nos projetos da Transe Lab, interpretou Libras em Ser Brasil – Migrantes eRefugiados (OIT); Série Vento Sul - 13 episódios de 52', série documental. (Caxias do Sul, 2016/17),longa Pampa Hypertropical - TVs Públicas; Série Trabalho Digno (Futura/ MPT /Transe); Documentários SerCriança e Caminhos da Aprendizagem (MPT/Futura/Transe).Também assina a acessibilidade em Libras dos documentários Paisagens Profundas e Clubes Negros do RioGrande do Sul (Transe LAB), e O Desfile das Abelinhas (Move). É colaboradora do coletivo MOVE Língua de Sinais, que trabalha com acessibilidade comunicacional, inter-pretação para Libras, tradução audiovisual e ações educativas. Débora Haupt (Audiodescrição – roteiro e narração) – PCD * Acessibilidade. Audiodescritora roteirista para streaming, audiovisual, imagens estáticas, lives e eventos.Tradutora independente no par de línguas espanhol / português Br.Pós graduada em Audiodescrição pela PUC Minas, fez o curso AD Imagens que Falama na UniversidadeFederal de Pernambuco e pós graduada em tradução pela Estácio de Sá, São Paulo.Roteiro de filmes, documentários e séries para Netflix: Spiderhead, That's Amor, Marmaduke, A PerfectPairing - Combinação Perfeita, Chip andPotato 3o e 4o Temp., Me time, Brown and Friends 1o Temp., Natal com você, Wendell e Wild,Sonhos na casa da bruxa - Gabinete de Curiosidades, O Milagre, Três Vidas 1o Temp, AElefanta e o Mágico, Chupa, Você não está convidada pro meu Bát Mitzvá, Corpo emChamas, Caso Rosa Peral.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.