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PRONAC 2412128Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Memória em Ação - Recomposição da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz

ASSOC AMIGOS TERREIRA TRIBO ATUAD OI NOIS AQUI TRAVEIS
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-03-01
Término

Resumo

O projeto prevê a recomposição da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz,grupo teatralafetado diretamente pela enchente de maio de 2024 em Porto Alegre,por meio da reconstituição de parte de seu acervo tridimensional, mostra de repertório, laboratório de preservação de acervo teatral e websérie.

Sinopse

Sinopses dos espetáculos de artes cênicas 1) M.E.D.E.I.A Duração do espetáculo: 90 minutos Classificação indicativa: 14 anos Na obra apresenta-se uma versão antiga e pouco conhecida do mito de Medeia, trazendo uma mulher que não cometeu nenhum dos crimes de que é acusada na tragédia de Eurípedes. Por mais de dois mil anos, Medeia, uma das mais poderosas mulheres da mitologia grega, foi acusada de várias atrocidades, tais como o fratricídio, o infanticídio e o envenenamento de Glauce. É esta imagem, imposta à consciência ocidental, que a Tribo vem negar nesse espetáculo. 2) Quase Corpos - Episódio 1: A Última Gravação Duração: 50 min Classificação Indicativa: 12 anos Versão livre da peça Krapp’s Last Tape (1958), de Samuel Beckett, o espetáculo Quase Corpos - Episódio 1: A Última Gravação mostra o confronto de um homem de 69 anos com o seu passado. Hoje, nada mais é que um decrépito, muito míope, quase surdo e desleixado, que escuta no gravador a fita-registro de trinta anos atrás. Escuta sua própria voz narrar extintas aspirações, lembranças de amores perdidos, a morte da mãe, a esperança não confirmada de êxito comercial literário. Memórias de fracassos, declínio e dissipação. Depois, gravará uma nova fita, como faz todos os anos, no dia do seu aniversário. O presente de Krapp é expressão de vazio, de ausência. O velho Krapp fala pouco e as palavras apagam-se de sua memória. Um homem amargurado, a remoer-se em plena solidão, parece nada ter de relevante a evocar ou perpetuar. 3) Manifesto de Uma Mulher de Teatro Duração do espetáculo: 45 minutos Classificação indicativa: 16 anos Partindo da personagem Ofélia, de um dos textos mais contundentes da dramaturgia contemporânea, Hamlet Machine de Heiner Müller - marcante na trajetória da atriz Tânia Farias -, a performance traz ao centro da arena a vociferação contra a engrenagem de violências às quais mulheres são continuamente submetidas. Trazer mulheres na boca, evocá-las, dizer seus nomes, contar suas histórias. Vozes como a de Violeta Parra, Gioconda Belli e da própria atriz, que ousa contar detalhadamente sua história pessoal de violência sofrida e intercruzar com outra real, a de Magó, bailarina barbaramente violentada e assassinada em 2020, ao qual a atriz presta homenagem. Um ato político contra a violência de gênero, intermediado pelas provocações do sensível, capacidades próprias de uma mulher de teatro. 4) Violeta Parra – Uma Atuadora Duração do espetáculo: 60 minutos Classificação indicativa: 14 anos Essa performance cênica-musical é a primeira experiência da Tribo onde a música está em primeiro plano, misturando o andino com ritmos brasileiros. Violeta Parra foi cantora e violonista desde criança. Pesquisou ritmos, danças e canções populares, transformando-se em ponta de lança do movimento da “nueva canción” que projetou a música chilena no mundo. Conhecida no Brasil principalmente pelas composições “Gracias a la Vida” e “Volver a los 17”, seu legado é inestimável para a música engajada latino-americana. Sua história foi contada em 2011 no filme “Violeta foi para o Céu”, do diretor Andrés Wood. 5) Evocando os mortos – Poéticas da experiência Duração do espetáculo: 90 minutos Classificação indicativa: 16 anos A desmontagem refaz o caminho do atriz na criação de personagens emblemáticos da dramaturgia contemporânea. Constitui um olhar sobre as discussões de Gênero, abordando a violência contra a mulher em suas variantes, questões que passaram a ocupar centralmente o trabalho de criação do grupo Ói Nóis Aqui Traveiz. Seguindo a linha de investigação sobre teatro ritual de origem artaudiana e performance contemporânea, a desmontagem de Tânia Farias propõe um mergulho num fazer teatral onde o trabalho autoral do ator condensa um ato real com um ato simbólico, provocando experiências que dissolvam os limites entre arte e vida e ao mesmo tempo potencializem a reflexão e o autoconhecimento. Sinopses dos vídeos 1) Websérie sobre o processo de recuperação do acervo do grupo Duração: 5 episódios de aproximadamente 10 min cada A websérie irá registrar o processo de higienização e reconstituição do acervo tridimensional passível de recuperação da Tribo de Atuadores. Também irá acompanhar o Laboratório de Preservação de Acervo Teatral, no qual o grupo irá compartilhar com o público interessado as práticas de recuperação de acervo que estão sendo utilizadas pelo grupo. Também trará depoimentos de profissionais da museologia, sobre a prática de reconstituição de acervo.

Objetivos

Objetivo geral: - Garantir a recomposição da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz e a preservação de sua memória. Objetivos específicos: - Higienizar e reconstituir o acervo tridimensional passi´vel de recuperaça~o. Isso inclui figurinos, adereços cênicos, ma´scaras, cenografia. - Acomodar e organizar esse acervo em caixas e arma´rios adequados. - Realizar uma Mostra de Repertório de Espetáculos da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, com uma apresentação dos espetáculos M.E.D.E.I.A, Quase Corpos - Episódio 1: A Última Gravação, Manifesto de Uma Mulher de Teatro, Violeta Parra _ Uma Atuadora e Evocando os mortos _ Poéticas da experiência, totalizando 5 apresentações. - Realizar o Laboratório de Preservação de Acervo Teatral, com duração de 6 meses e um total de 72 horas/aula. - Realizar uma Websérie sobre o processo de recuperação do acervo do grupo.

Justificativa

O projeto atende os seguintes objetivos e finalidades da Lei 8.313/91: Artigo 1º da Lei No 8.313/1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Artigo 3º da Lei No 8.313/1991: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: [...] c) Instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) Produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonogra´fica de caráter cultural; c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; A Associação dos Amigos da Terreira da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz tem, desde a sua fundação em 28/04/1993, o objetivo de agregar pessoas, geralmente oficinandos e público, em torno da proposta política e estética da Tribo de Atuadores, estando sempre à frente na defesa do território cultural Terreira da Tribo e apontando para a preservação e difusão da memória do Ói Nóis. Segundo seu estatuto social, tem "como objetivo manter as ações desenvolvidas pela Terreira da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz: a) Escola de Teatro Popular, aberta e gratuita ao público em geral; b) Centro de Pesquisa e Experimentação Cênica para a investigação, formação e estímulo à criação teatral". Desde 1978 a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz desenvolve um trabalho de investigação cênica à margem do eixo RJ-SP, constituindo-se a experiência mais duradoura, coerente e representativa do teatro de grupo do RS. O caráter sócio-cultural do seu trabalho visa democratizar o acesso à cultura e às artes, seja por meio da fruição de atividades culturais, seja por meio da iniciação, formação e qualificação técnica nas artes cênicas. Tem como princípio norteador a noção de Arte Pública, ou seja, acessível a todos e todas, independente de classe, etnia, raça, gênero ou outro marcador social. O trabalho da Tribo de Atuadores e´ exemplo nacional, ao fundir arte e política mediante a investigação e produção de espetáculos de grande mérito cultural. Suas obras nunca deixaram de ser contemporâneas pelo forte enraizamento na comunidade e realidade social, levando à cena questões importantes da atualidade. A Tribo provocou e segue provocando o público a refletir sua condição individual e social, através de uma estética experimental, um modo de atuação envolvente e a colocação de perguntas urgentes da sociedade. No ano de 2015, o grupo foi reconhecido com a Ordem do Mérito Cultural, principal prêmio da cultura brasileira, que reconhece pessoas, entidades públicas e privadas que se distinguem pelas contribuições prestadas à cultura. Em 2024, Paulo Flores, fundador do grupo, foi reconhecido pela Funarte como Mestre das Artes, por sua contribuição e atuação no segmento das artes cênicas. Ao longo de 46 anos de histo´ria, a Tribo de Atuadores tem realizado a guarda de seu acervo e divulgado sua trajeto´ria atrave´s de publicaço~es e registros audiovisuais. Este acervo, que era conservado na Terreira da Tribo (sede do grupo), contava com mais 3 mil itens de diferentes materialidades que estavam passando por um processo de inventariado, para serem futuramente catalogados e salvaguardados no Museu da Cena - O´i No´is Aqui Traveiz, em processo de construça~o. Durante a enchente de maio de 2024 na cidade de Porto Alegre, a Terreira da Tribo permaneceu alagada durante três semanas. O espaço fica localizado no bairro Sa~o Geraldo, no 4o Distrito, uma das regio~es mais afetadas da cidade. Foi possi´vel entrar pela primeira vez na sede em 1 de junho e desde enta~o foram realizados diversos mutiro~es para a limpeza, triagem e descarte do que foi destrui´do, bem como higienizaça~o do acervo que e´ possi´vel recuperar. Muitos figurinos, ma´scaras, adereços e cenografia foram perdidos. Muitos itens ainda precisam ser higienizados e reconstitui´dos. Ale´m disso, mesmo depois de muitos mutiro~es, a sede continua insalubre, sem condiço~es mi´nimas para receber atividades abertas ao pu´blico e garantir o bom acondicionamento do acervo recuperado. O apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e a aprovação deste projeto são imprescindíveis para a continuidade do trabalho artístico e pedagógico da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, uma vez que garante a preservação de sua memória e a difusão de suas ações culturais.

Especificação técnica

Projeto pedagógico do Laboratório de preservação de acervo teatral Ementa: Recuperação, preservação e organização (documentos, figurinos, máscaras, adereços, cenografia e outros) que compõem um acervo teatral. Objetivos: Introduzir os participantes nos principais métodos e técnicas de recuperação, preservação e organização de acervos teatrais. Abordar os principais conceitos, métodos e técnicas de maneira prática, trabalhando diretamente com o acervo do grupo Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz. Conteúdo programático: Primeira etapa: Conceitos gerais relacionados ao campo da preservação e conservação, áreas e estudos multidisciplinares rela- tivos à conservação e a preservação de bens culturais. Segunda etapa: Aplicar soluções práticas de preservação e viabilizar alternativas de conservação e recuperação de um acervo teatral. Práticas de higienização, execução de reparos dos objetos, elaboração de embalagens e capas de proteção. Terceira etapa: Classificação dos arquivos; Organização arquivística dos objetos do acervo (conceitos). Público beneficiário: Jovens a partir dos 15 anos, adultos e idosos. Estudantes, pesquisadores e fazedores da cultura. Quantidade de vagas: 15 Critérios de seleção dos participantes: A inscrição ocorrerá mediante o envio de carta de intenção e minicurrículo para o e-mail da Associação. Caso o número de participantes exceda a quantidade de vagas, será realizada uma seleção com base na disponibilidade para participar de todos os encontros previstos. Nº de turmas: 1 turma Período: Encontros semanais de 3 horas, durante 6 meses, totalizando 72 horas-aula.

Acessibilidade

I. PRODUTO ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS - Acessibilidade física: O projeto prevê apresentações em salas de espetáculos, associações de moradores, centros culturais ou Pontos de Cultura onde normalmente já existe acessibilidade para pessoas com deficiência. Quando não houver, a produção providenciará as adaptações necessárias. Item da Planilha Orçamentária: Não se aplica. - Acessibilidade de Conteúdo: Acessibilidade para deficientes visuais: Linguagem oral. Reserva de espaço em frente ao palco para pessoas com baixa visão, nos termos do art. 28 da IN Minc 11/2024. Audiodescrição em pelo menos 1 apresentação. Item da Planilha Orçamentária: Audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: Tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) em todas as apresentações. Item da Planilha Orçamentária: Intérprete de Libras. Acessibilidade para PcD intelectuais: Será disponibilizado um monitor treinado e sensibilizado para acompanhar as pessoas que apresentem algumas destas deficiências. Item da Planilha Orçamentária: Monitores. II. PRODUTO CURSO / OFICINA / ESTÁGIO - Acessibilidade física: O projeto prevê o Laboratório onde normalmente já existe acessibilidade para deficientes físicos. Quando não houver, a produção providenciará as adaptações necessárias. Item da Planilha Orçamentária: Não se aplica. - Acessibilidade de Conteúdo: Acessibilidade para deficientes visuais: Linguagem oral. Item da Planilha Orçamentária: Professor. Acessibilidade para deficientes auditivos: Será disponibilizado um monitor treinado para acompanhar PcD. Item da Planilha Orçamentária: Monitores. Acessibilidade para PcD intelectuais: Será disponibilizado um monitor treinado para acompanhar PcD. Item da Planilha Orçamentária: Monitores. III. PRODUTO WEBSÉRIE (Audiovisual) - Acessibilidade física: Não se aplica. - Acessibilidade de Conteúdo: Acessibilidade para deficientes visuais: Audiodescrição. Item da Planilha Orçamentária: Narrador de audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: Tradução para a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e legendagem. Item da Planilha Orçamentária: Intérprete de Libras; Legendagem. Acessibilidade para PcD intelectuais: Não se aplica por não ser viável tecnicamente.

Democratização do acesso

I. Conforme plano de distribuição: - haverá programação 100% gratuita para todos os produtos previstos no projeto; II. Outras medidas de ampliação de acesso (artigo 30 da IN 11/2024): Art. 30, inciso III - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal. Medida prevista: Websérie disponibilizada gratuitamente na canal do Youtube do grupo.

Ficha técnica

PROPONENTE: Associação dos Amigos da Terreira Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz FUNÇÃO NO PROJETO: O Proponente será remunerado por atividades administrativas do projeto, sendo inteiramente responsável pela gestão e processo decisório do projeto. A Associação dos Amigos da Terreira da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz tem, desde a sua fundação em 28/04/1993, o objetivo de agregar pessoas, geralmente oficinandos e público, em torno da proposta política e estética da Tribo de Atuadores, estando sempre à frente na defesa do território cultural Terreira da Tribo e apontando para a preservação e difusão da memória do Ói Nóis. Segundo seu estatuto social, tem “como objetivo manter as ações desenvolvidas pela Terreira da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz: a) Escola de Teatro Popular, aberta e gratuita ao público em geral; b) Centro de Pesquisa e Experimentação Cênica para a investigação, formação e estímulo à criação teatral”. EQUIPE E FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenador geral: Paulo Flores Produção executiva: Tânia farias Direção e montagem da Websérie: Eugênio Barboza Consultora técnica na área de museologia e preservação de acervo: Barbara Hoch Atuadores do grupo, que atuam como atores, encenadores, professores, técnicos (luz, som e trabalho com acervo): Paulo Flores, Tânia Farias, Clélio Cardoso, Marta Haas, Roberto Corbo e Eugênio Barboza. Paulo Flores - Ator, encenador, professor e pesquisador. Fundou a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz em 1978, a Terreira da Tribo – Centro de Experimentação e Pesquisa Cênica em 1984 e a Escola de Teatro Popular em 2000. Graduou-se como Bacharel em Direção Teatral pela UFRGS em 1979. Atuando em teatro desde 1974, par7cipou como ator e diretor teatral em vários espetáculos premiados. No Ói Nóis encenou mais de 40 espetáculos. Tânia Farias - É atriz, encenadora, professora, pesquisadora e produtora teatral. Atuadora da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz desde 1994, na qual encenou diversos espetáculos premiados. Coordena a produção dos projetos do Ói Nóis Aqui Traveiz. Publica semestralmente a Cavalo Louco Revista de Teatro da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz. Recebeu o Prêmio Açorianos por sua atuação em O Amargo Santo da Purificação (2009) e Medeia Vozes (2013). Clélio Cardoso - É atuador do Ói Nóis Aqui Traveiz desde 1986. É um dos coordenadores do Projeto Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo e desde 1988 tem ministrado diversas oficinas de formação teatral. Como ator, encenador e iluminador, participou de diversas criações coletivas da Tribo. É o coordenador técnico e/ou produtor executivo de diversos projetos da Tribo há mais de 20 anos. Em 2007 recebeu o Prêmio Açorianos de Melhor Ator Coadjuvante por A Missão – Lembrança de uma Revolução. Eugênio Barboza - Ator, encenador, cinegrafista, pesquisador e professor de teatro na Tribo de Atuadores desde 2006. Bacharelando em História da Arte pela UFRGS. Como ator e encenador participou de diversas criações coletivas da Tribo. Coordena a digitalização do acervo filmográfico do Grupo Ói Nóis Aqui Traveiz e o Núcleo de Pesquisas Audiovisuais da Tribo. Ministra a oficina popular de teatro no bairro Humaitá. Roberto Corbo - Ator, técnico de som, pesquisador teatral, oficineiro e músico autodidata. É atuador da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz desde 2007. Cursou a Oficina Para Formação de Atores da Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo (2009/10). Como ator e encenador participou de diversas criações coletivas da Tribo. Ministra a oficina popular de teatro no bairro Restinga. Marta Haas - Atriz, encenadora, oficineira, pesquisadora e produtora teatral. É atuadora do Ói Nóis Aqui Traveiz desde 2001. É doutora e mestra em Educação. Desde 2007 ministra oficinas na Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo. Como atriz e encenadora participou de diversas criações coletivas do Ói Nóis. Realiza a assistência de produção de diversos projetos do grupo desde 2013. Barbara Hoch - Museóloga (COREM 279-I), Supervisora do Centro de Memória do CAU/RS, Técnica em Eventos com ênfase em eventos culturais com formação pelo Instituto Federal do Rio Grande do Sul. Curadora do projeto coletivo 50 Anos De Stonewall - 28 Anos Do Nuances no Memorial do Rio Grande do Sul – Porto Alegre. Membro da equipe do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul no processo de criação de catálogo geral de acervo da instituição. Sócia proprietária da Sabiá Cultural LTDA, empresa responsável pela execução completa do projeto da Exposição de celebração dos 30 anos da Oficina de Criatividades do Hospital Psiquiátrico São Pedro, execução e elaboração do projeto Museu da Cena Ói Nóis Aqui Traveiz, implementação de repositório digital para acervo museológico do Centro Histórico da Santa Casa de Misericórdia em Porto Alegre, elaboração de laudos de conservação para Fundação Iberê Camargo e Vera Chaves Barcelos e responsável por assessorar resgates de acervos inundados na Fundação Pão dos Pobres e Ói Nóis Aqui Traveiz.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul