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Realizar gratuitamente apresentações do musical ELA DISSE-ME ASSIM por cidades que foram extremamente atingidas pela enchente que afetou o RS e encontram-se em estado de calamidade pública decretada plo Goverdo do Estado do Rio Grande do Sul. São elas: Canoas, Santa Maria e Rio Grande. Após as apresentações acontecerão bate-papos/palestras cujo tema será a vida e obra das cantoras homenageadas pelo musical, Zilah Machado e Lourdes Rodrigues e também do compositor gaúcho Lupicínio Rodrigues.
MUSICAL ELA DISSE-ME ASSIM O musical faz uma homenagem a duas grandes cantoras pretas gaúchas que fizeram sucesso nos palcos, bares e programas de rádio nos anos 50, 60, 70 e 80 em Porto Alegre, Lourdes Rodrigues e Zilah Machado. Duas damas da música do RS e principais interpretes das canções do genial compositor gaúcho Lupicínio Rodrigues, de quem eram amigas e apadrinhadas. Convergentes, diferentes, únicas, donas de vozes límpidas e potentes, marcaram a história da música popular em nosso Estado. Lourdes e Zilah, negras, não se furtaram de abordar o tema doloroso do racismo e machismo em canções e em entrevistas de sinceridade pungentes. Lupicínio é o compositor que, morando em Porto Alegre, conquistou o mundo. Histórias pessoais, poesia universal, sucessos imortais. O objetivo do musical é homenagear essas duas mulheres que foram pouco reconhecidas em vida, mas que merecem estar nos holofotes por suas trajetórias e por tudo que fizeram pela música do RS. Ela Disse-me Assim, fará um recorte de repertório e sonoridades, uma pesquisa na obra de Lupicínio Rodrigues e trará à tona canções pouco exploradas, um repertório diferenciado, longe dos grandes sucessos do gênio. Os arranjos trabalhados por Arthur de Faria, propõe uma espécie de Lupicínio de câmara, ressaltando a grandeza e originalidade da sua obra musical, muitas vezes menos valorizadas que suas letras. Para dar voz a estas mulheres, ícones da nossa história, o projeto conta um elenco de artistas pretas, como as grandes cantoras e atrizes da cena cultural da cidade, Denizeli Cardoso, Glau Barros, Paola Kirst, Loma Pereira e Andréa Cavalheiro. Mulheres pretas, divas dos nossos palcos serão acompanhadas por jovens músicos pretos, Vini Reis na viola, Rhuan de Moura na percussão, José Milton no trombone e Handyer de Borba no piano.
OBJETIVO GERAL - Realizar 4 apresentações do musical "Ela Disse-me Assim" nas cidades de Canoas, Santa Maria e Rio Grande . Todas as apresentações serão gratuitas e oferecerão serviço de Interprete de Libras. OBJETIVOS ESPECÍFICOS -Realizar 1 apresentação do musical "Ela Disse-me Assim" na cidade de Santa Maria ; -Realizar 1 apresentação do musical "Ela Disse-me Assim" na cidade de Rio Grande; -Realizar 1 apresentação do musical "Ela Disse-me Assim" na cidade de Canoas; -Realizar 1 bate-papo/palestra em Santa Maria; -Realizar 1 bate/papo palestra em Rio Grande;
O projeto aqui apresentado na Lei Rouanet-Emergencial RS, visa a realização, produção e circulação do musical Ela Disse-me Assim, nos municípios de Canoas, Santa Maria e Rio Grande, cidades que foram brutalmente assoladas pela enchente de maio de 2024 que atingiu o RS e encontram-se ainda hoje em estado de calamidade pública decretado pelo Governo do Estado do RS. Entendemos que as apresentações gratuitas do musical, além de vir ao encontro da fruição e circulação da arte e cultura, também vai elevar a estima das comunidades envolvidas tão castigadas pelas dificuldades que passaram e ainda estão por refletir nas vidas das pessoas. O "Ela Disse-me Assim", atende de forma plena diversos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, bem como vários objetivos do Art. 3° da referida Lei, justificando a solicitação do uso da Lei Rouanet- Emergencial RS, pois um projeto de tamanho porte carece de patrocínio para sua realização. Lei 8313 de 1991 - Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: PRODUTO FESTIVAIS ARTES CÊNICAS: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O musical percorrerá 4 cidades do RS em estado de calamidade pública, Canoas, Santa Maria e Rio Grande . O musical faz uma homenagem a trajetórias de duas grandes cantoras pretas gaúchas que fizeram sucesso nos palcos, bares e programas de rádio nos anos 50, 60, 70 e 80 em Porto Alegre, Lourdes Rodrigues e Zilah Machado. Duas damas da música do RS e principais interpretes das canções do genial compositor gaúcho Lupicínio Rodrigues, de quem eram amigas e apadrinhadas. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Ela Disse-me Assim, pretende contribuir na preservação da história e memória através de uma pesquisa realizada sobre um acervo documental, entrevistas, material de imprensa e discos com suas trajetórias, suas poéticas artísticas, histórias de vida e músicas, será retratada a dramaturgia deste musical. Um espetáculo que traduz o lugar de exaltação que Lourdes Rodrigues e Ziláh Machado merecem. Uma homenagem que deixa, como legado aos jovens, o conhecimento e reconhecimento da produção de saberes artísticos dessas cantoras gaúchas. Ela Disse-me Assim, dará vista a uma importante época dos programas de rádio, da boêmia e da noite porto alegrense de décadas atrás, cenário das vidas das nossas protagonistas e de seu compositor preferido. Ela Disse-me Assim, descortina através de suas canções e dramaturgia parte da história da música no RS e traz à tona a genialidade do maior compositor gaúcho de todos os tempos, Lupicínio Rodrigues. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Ela Disse-me Assim, é um musical atemporal e contemporâneo, por sua representatividade, em canções pouco conhecidas do compositor, mostrando paixão, luta, amor, sofrimento e dando o merecido destaque para a memória de quem fez a história musical da Porto Alegre das décadas passadas e da qual, não devemos esquecer. Por isso, entendemos que contar e valorizar a trajetória dessas duas damas da música do RS e trazer a luz a genialidade do compositor gaúcho Lupicínio Rodrigues é o grande legado do projeto. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Para dar voz a estas mulheres, ícones da nossa história, o projeto apresenta um elenco de representativo de artistas, são as grandes cantoras e atrizes da cena cultural de Porto Alegre, Loma Pereira, Denizeli Cardoso, Glau Barros, Paola Kirst e Andréa Cavalheiro. Mulheres pretas, divas dos nossos palcos serão acompanhadas por jovens músicos pretos, Vini Reis na viola, Rhuan de Moura na percussão, José Milton Vieira no trombone e Handyer de Borba no piano. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Todas as apresentações serão gratuítas. b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Ela Disse-me Assim, dá vista a uma importante época dos programas de rádio, da boêmia e da noite porto alegrense de décadas atrás. Um mergulho na cartografia da cidade para compor a pesquisa sonora e histórica, junto à trajetória dessas cantoras, mulheres pretas, trazendo fatos à luz e desenhando um recorte de repertório e sonoridades, mapeando a cena da música na noite na capital do sul do país, por décadas.
A circulação do musical "Ela Disse-Me Assim" por 3 cidades do RS que ainda encontram-se em estado de calamidade pública decreta, visa além da fruição visando a fruição, a valorização, o reconhecimento, a promoção e a preservação da diversidade cultural gaúcha, contribuindo para o resgate e memória de duas grandes cantoras do RS dando o devido destaque que merecem, trazendo conhecimento e reconhecimento da produção artística dessas nossas mulheres pretas, gaúchas, divas da música, trazendo à tona toda a genialidade do compositor gaúcho Lupicínio Rodrigues através de sua obra.Além dos shows, o projeto oferecerá bate-papo/palestras gratuitas com Arthur de Faria, que é músico e fez seu doutorado em Literatura Brasileira sobre Lupicínio (que resultou no livro "Lupicínio Uma Biografia Musical" sobre a vida e obra do compositor.Os bate-papos/ palestras serão realizadas após as apresentações a fim de difundir conhecimento sobre o genial compositor. Além dos objetivos norteadores da realização desta circulação, com a presença de grandes artistas do nosso estado, configura-se também como dimensão econômica, a produção de um musical, expressão artística pouco explorada no sul do país, que sempre traz consigo um valor especial de identidade, com apelo de público. Com cerca de 12 artistas envolvidos, profissionais da cultura, fornecedores e prestadores de serviços, o musical movimentará, o mercado cultural e os setores economicamenteligados a ele, gerando empregos diretos/indiretos, contribuindo para a geração de emprego póscatástrofe ambiental que assolou o RS e deixou muitos profissionais da cultura em situação difícil. O valor de realização deste, escoa na economia também de forma democrática, uma vez que garante ingressos gratítos a população à fim de proporcionar o acesso à cultura com espetáculo de qualidade a todos. As atividades vão oferecer áudiodescrição e interpretes de libras.
Ela Disse-me Assim tem 1h10min de duração. No repertório são 19 músicas que permeiam os textos que falam da vida das cantoras Lourdes Rodrigues e Zilah Machado. Após o espetáculo o diretor musical, músico e jornalista participa de bate papo/palestra com o público. "LUPICÍNIO, ZILAH E LOURDES" duração - 40min Capacidade: em torno de 200 pessoas por teatro Bate Papo/Palestra com ARTHUR DE FARIA Local: Santa Maria e Rio Grande Ainda para retratar de forma precisa a história da música de Porto Alegre e RS da época, o músico, compositor e escritor, Arthur de Faria fará bate papos gratuitos após a apresentação , contando em detalhes os costumes, bares, músicas que permeavam as vidas de Lourdes Rodrigues, Zilah Machado e Lupicínio Rodrigues na época. Arthur de Faria, fez seu doutorado em Literatura Brasileira sobre Lupi (que resultou no livro "Lupicínio - Uma Biografia Musical"). O bate papo/Palestra "LUPICÍNIO, ZILAH E LOURDES" Arthur de Faria é doutor em Lupi. Na verdade, fez seu doutorado em Literatura Brasileira (na área de canção brasileira) pela UFRGS, sobre Lupicínio Rodrigues. Sua tese se transformou no livro “Lupicínio – Uma Biografia Musical”, lançado em 2023. Também tem, há anos, trabalhado a obra de Lupicínio em shows e discos, já que é músico e arranjador, além de pesquisador. Nesses bate papos/Palestra após o espetáculo, ele dá uma ampla visão do contexto histórico e social de Lupicínio, sua relação com a cidade de Porto Alegre, com o Brasil dos anos 1920 aos 1970, com a história da música brasileira nesse período. Além disso, foca em duas grandes cantoras gaúchas muito ligadas a Lupi, que são temas de capítulos em seu livro “Porto Alegre – Uma Biografia Musical, Volume I”, de 2022: Zilah Machado, afilhada de Lupi e que gravou um de seus discos exclusivamente sobre a obra de seu vizinho no bairro da Ilhota. E Lourdes Rodrigues, comadre de Lupicínio, que passou a vida cantando sua obra, desde que ele a chamou para dividir um programa de rádio quando a moça tinha apenas 13 anos. Três grandes artistas pretas/o, que tiveram suas carreiras numa cidade onde o samba custou a entrar, e que tiveram muito claro em suas vidas qual era o preço de morar fora do eixo Rio-São Paulo fazendo a música que faziam.
MUSICAL ACESSIBILIDADE FÍSICA - Todos os teatros onde serão realizadas as apresentações serão prioritariamente, determinados de acordo com a oferta de facilitadores para pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO - As apresentações terão serviço de interprete de libras para PCD auditivos, áudio descrição para PCD visuais e monitores treinados para PCD intelectuais. BATE PAPO/PALESTRA ACESSIBILIDADE FÍSICA - os teatros onde serão realizados os bate-papos/palestras serão prioritariamente, determinados de acordo com a oferta de facilitadores para pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO - Os bate-papos/palestras terão serviço de interprete de libras para PCD auditivos, áudio descrição para PCD visuais e monitores treinados para PCD intelectuais.
Todas as apresentações e bate-papos e palestras serão gratuitas. Serão contatadas instituições beneficientes, ONGs e Associações de PcD física, visual e auditiva para convite e distribuição de ingressos, mesmo que esses sejam gratuitos. Em atendimento ap Art. 30 o projeto prevê as seguintes medidas de ampliação do acesso: I - Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); V - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; (ESPECIFICAR AS AÇÕES PARALELAS)
O proponente fará a Coordenação de Produção e a Administração Financeira do projeto. Principais Participantes: DIREÇÃO ARTÍSTICA E CENOGRÁFIA Luciano Alabarse é cenógrafo e diretor de teatro e de espetáculos musicais brasileiro.Trabalhou de 1970 até a década de 1990 com texto de escritores brasileiros, como Nelson Rodrigues, Marcílio Moraes e Naum Alves de Souza, dando ênfase a escritores gaúchos como Carlos Carvalho, Caio Fernando Abreu, Lya Luft e João Gilberto Noll. A partir de então, dedicou-se mais a escritores clássicos, como Thomas Bernhard, Samuel Beckett, William Shakespeare, Sófocles e Eurípides. Diretor de grandes eventos artísticos, Luciano esteve à frente do Porto Alegre em Cena por 20 anos e desenvolveu projetos de diferentes áreas das artes de palco durante toda a sua carreira, dirigindo inúmeros shows, projetos especiais e musicais. Sua mais recente obra, é a direção de "O Inverno do Nosso Descontentamento", uma adaptação de "Ricardo III", da Cia. Teatro ao Quadrado. DIREÇÃO ARTÍSTICA Arthur de Faria é músico, arranjador, compositor, produtor de discos, pesquisador, jornalista, radialista e mestre em literatura brasileira pela UFRGS. Começou sua carreira com o premiadíssimo (no Rio Grande do Sul) Bando Barato pra Cachorro, na virada dos anos 1980 pros 90. De 1995 a 2019 liderou o Arthur de Faria & Seu Conjunto, septeto/octeto com cinco discos lançados (um deles também no Uruguay e Argentina) e centenas de shows em seis países. Escreveu música de filmes e espetáculos de teatro - como Insolação, de Daniela Thomas e Felipe Hirsch, estreado no Festival de Veneza a A Mulher do Pai, de Cristiane Oliveira, três vezes premiado no Festival do Rio. COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO ARTÍSTICA Letícia Vieira é Diretora da Primeira Fila Produções, atua desde 1993 no mercado de produção cultural, tendo produzido inúmeros shows e espetáculos de teatro locais e nacionais, eventos e projetos especiais. Desempenhou funções de logística, produção e direção em diferentes áreas da cultura. Iniciou seu histórico profissional como produtora com o grupo teatral Cia das Índias, dirigido por Zé Adão Barbosa, realizando mais de 20 espetáculos teatrais, entre eles, O Sortilégio da Mariposa, de Federico Garcia Lorca; Todo Amor que Houver nessa Vida, de Arnaldo Jabor; Passagem das Horas, de Fernando Pessoa; O Inspetor Geral, de Nicolai Gogol; A Arca de Noé, de Vinícius de Moraes; O Rei da Vela, de Oswald de Andrade; Ele me Paga, de Stalimir Vieira, entre outros. Com outros diretores, trabalhou em espetáculos como Do Outro Lado da Cerca, de Hermes Mancilha, direção de Fernando Ochôa; Crucial Dois Um, de Paulo Scott, direção Gilson Vargas; Praga de Unicórnio, de Ana Maria Machado, direção de Sílvia Medeiros; Tapete Mágico, direção de Hermes Bernardi Jr; Os Amantes da Rua da Praia, direção de Ubiratan Vieira, entre outros. Na produção de eventos e espaços culturais, trabalhou na Feira do Livro de Porto Alegre, Porto Alegre em Cena - Festival Internacional de Teatro, na programação e produção do Theatro São Pedro, no FUMPROARTE - Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cultural/ SMC, Mostra Cinema e Direitos Humanos, etc. Na área de produção de espetáculos musicais, produziu, entre outros, shows de Ângela Maria, Kid Abelha, Maria Rita, RAPPA, Paralamas do Sucesso, Ivete Sangalo, Kleiton e Kledir, Nenhum de Nós e Roger Waters. CANTORA GLAU BARROS - Glau Barros desenvolve uma intensa e permanente carreira profissional desde 1990. É cantora, atriz e figurinista. Em 18 de junho de 2019 Glau Barros lançou, no Theatro São Pedro, o CD Brasil Quilombo, com direção musical do músico e compositor Gelson Oliveira e produção musical e arranjos de Marco Farias, onde interpreta sambas de compositoras e compositores gaúchos, além de releituras de consagradas canções do gênero. Sucesso de público e crítica, Brasil Quilombo foi considerado pelo jornalista Juarez Fonseca "o melhor cd de samba lançado no RS nos últimos tempos". (FONSECA, Juarez. Glau Barros faz história no samba gaúcho com primeiro disco. GaúchaZH, Porto Alegre. Idealizou, produziu e estrelou cerca de 20 shows musicais, tais como: Ta-hí Carmen Miranda, CarnaGlau, Damas do Samba, Brasil Quilombo, entre outros. Atuou em 14 peças teatrais, com destaque para Esse Pitéu é uma parada, Transegun, Hamlet Sincrético, Antígona BR, Ori Oresteia. Na TV atuou no vídeo Ninguém Nasce Racista – Continue Criança, realizado para o programa Criança Esperança com o com narração de Lázaro Ramos. O vídeo viralizou na internet, abordando o tema Racismo de forma sensível e contundente. Participou das séries para TV Formigas (ainda inédita) e Via Pública (Veiculada na Prime Box Brasil). No cinema, estrelou os curtas-metragens Antes Que Chova e Vitória, além do longa Anita. CANTORA DENIZELI CARDOSO - Denizeli Cardoso é atriz, cantora e produtora. Iniciou a vida artística em 1991, no espetáculo “Macário o Afortunado” de Camilo de Lélis; em 1993, musical “Clara Guerreira”, de Maurício Guzinski; em 1999, com Camilo de Lélis - “Os Crimes da Rua do Arvoredo”; em 2004, “Pai Contra Mãe”, direção de Paulo Brody; neste mesmo ano dirige e produz o musical infantil “Tomou Conta da Historia” de autoria de Jorge Foques. De 2008 a 2013, atuou na comédia “Como agarrar um marido antes dos 40” e “Night Club, o musical” de Claudio Benevenga. No cinema, “Netto e o Domador de Cavalos, de Tabajara Ruas e Netto Perde a Sua Alma de Beto Souza e Tabajara Ruas e “Clô, Dias e Noites”, de Beto Souza. Em 2013, participou do musical “Godspell, a esperança” dirigido por Zé Adão Barbosa. De 2013 a 2016 atuou e co-produziu o show-comédia Só Love de e com Jottagá Souza Gomes. De 2017 até hoje, atua no do espetáculo “Nas Sombras do Coração*”; direção de Camilo de Lélis. Em 2019 estreia no show-cênico Coração de Búfalo, direção de Bob Bahlis. *Vencedora do prêmio Açorianos de melhor atriz -Teatro 2017. Já cantou nas seguintes bandas: Banda M16 (1994 a 1997); Jorge Luis Foques; Happer Piá; Harlem´s Club Blues Band; Banda SoulNegra Blackmusic (2000 2008) e o trabalho acústico com os músicos André Leotte e Jow du Sax; também participou de shows de artistas como, Thaide & Dj Hum; Funkalister convida Cantoras (2016, 2017); Ultramen show especial dia internacional da mulher (2018); em 2016 e 2019 cantou no projeto Évora, da AATSP e, também, em 2019. cantou no projeto Mistura Fina, da Primeira Fila Produções CANTORA ANDRÉA CAVALHEIRO - Cantora da The Hard Working Band, indicada 2 vezes ao prêmio açorianos de música de Porto Alegre. Em 2016 atuou como atriz no Musical Cartola, produção de SP, que viajou por 7 estados do Brasil. Integrante do elenco do musical Reencontros de Natal do Natal Luz de 2016 a 2019. Dá aulas de Canto e técnica vocal, gravações de jingles, e discos fazendo backing vocal. A 23 anos no mercado da música. CANTORA PAOLA KIRST - Criada na vila junção, no extremo sul do Brasil (cidade do Rio Grande) e morando em Porto Alegre há cinco anos, Paola Kirst atua como cantora, compositora e performer com formação em Artes Visuais. Interessada no experimentalismo, usa as melodias cantadas, as palavras das canções e o corpo na performance e na dança como instrumentos de expressão poética. CANTORA LOMA PEREIRA- Loma é uma cantora gaúcha com larga trajetória profissional. No Rio Grande do Sul conquistou notoriedade pela acentuada inclinação em participar de projetos culturais com foco na musicalidade de raízes regionais.
PROJETO ARQUIVADO.