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PRONAC 2412142ArquivadoMecenato

TERRITÓRIOS REVISTOS: Economia Criativa em Teia Urbana!

22.903.748 MARCOS ELIEZER VIANA DE MORAES
Solicitado
R$ 199,4 mil
Aprovado
R$ 199,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-01-01
Término
2025-06-30
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto "Territórios Revistos: Economia Criativa em Teia Urbana" trata da realização de uma exposição fotográfica de artes visuais em formato inédito, como um "percurso urbano em inagens". O conteúdo tem o propósito de mapear, registrar e divulgar um expressivo conjunto de 50 obras de arte públicas existentes em Porto Alegre, de autoria do escultor Vinicius Vieira, mediante trabalho do fotógrafo Kin Viana. Para isso o projeto está organizado de modo a estruturar distintas ações em rede, que através de pesquisa, desenvolvimento de mapa virtual, produção de maquetes e registros em imagens, concretizará dois produtos: (1) Exposição fotográfica descentralizada em 10 locais de visibilidade pública escolhidos pela curadoria do projeto (produto principal) e (2) Oficinas de artes visuais (produto secundário).

Sinopse

O projeto “Territórios Revistos: Economia Criativa em Teia Urbana” trata da realização de uma exposição fotográfica de artes visuais em formato inédito, como um “percurso urbano em imagens”. O conteúdo tem o propósito de mapear, registrar e divulgar expressivo conjunto de 50 obras de arte públicas existentes em Porto Alegre, de autoria do escultor Vinicius Vieira, mediante imagens do fotógrafo Kin Viana. Para isso o projeto está organizado de modo a estruturar distintas ações em rede, que através de pesquisa, desenvolvimento de mapa virtual, produção de maquetes e registros em imagens, concretizará dois produtos: (1) Exposição fotográfica descentralizada em 10 locais de visibilidade pública escolhidos pela curadoria do projeto (produto principal) e (2) Oficinas de artes visuais (produto secundário).

Objetivos

Objetivo geral: Exposição fotográfica descentralizada de artes visuais, distribuída em 10 locais escolhidos pela curadoria do projeto, visibilizando, através de imagens, um expressivo conjunto de 50 obras de arte públicas existentes em Porto Alegre, de autoria do escultor Vinicius Vieira. Objetivos específicos: Realização de 2 oficinas de artes visuais com medidas de acessibilidade e contrapartida social.

Justificativa

Percebe-se que o tempo, as ações naturais e as ações humanas são capazes de criar lugares e, a partir deles, também suas ruínas e memórias. Talvez tão material quanto intangível, os territórios existentes nas cidades do nosso século tendem a contínuas reconstituições, em função do acúmulo gerado por nossos rastros e movimentos no ambiente urbano, bem como por nossas iniciativas de difusão dos pensamentos concretizadas a partir de ações intencionais, dessa maneira estimulando que sejam desencadeadas novas ordenações. A própria enchente de 2024 no Rio Grande do Sul está inserida no referido contexto. O projeto "Territórios Revistos: Economia Criativa em Teia Urbana" tem a intenção de fazer algo diferente - uma exposição fotográfica de artes visuais em caráter inovador, como um "percurso urbano" de fotografias junto aos foyers e entradas de edifícios públicos e privados que já contam com obras e monumentos entregues pelo artista Vinicius Vieira, demonstrando aos transeuntes que aquela escultura se insere em um contexto de cidade _ de TEIA URBANA, como uma rede coesa e em harmonia com o ambiente urbano. O conteúdo do projeto tem então o propósito de mapear, registrar e divulgar um expressivo conjunto de 50 obras de arte públicas existentes em Porto Alegre, de autoria do escultor Vinicius Vieira, mediante imagens do fotógrafo Kin Viana. Este mapeamento de artes já existentes e visíveis ao público, ao integrar-se em rede visível e ampliada a todos, assumirá caráter multiplicador também, pois a população tomará conhecimento que cada obra está conectada e em sintonia com as demais obras de visibilidade pública do artista na cidade. Vinicius Vieira é um dos escultores brasileiros em atuação com o maior número de intervenções artísticas permanentes e visíveis ao público. Os 50 trabalhos referidos do artista possuem visibilidade pública, e foram concebidos especificamente para cada lugar na cidade de Porto Alegre, composto por inserções técnicas, estéticas e poéticas que serão objeto de registro do presente projeto. Sendo criados a partir de pesquisa contínua sobre aspectos de arquitetura, de urbanismo, de economia, de história e de antropologia - incluindo colaborações das vizinhanças e das comunidades locais como referências. Vinicius Vieira é um artista que cria e produz arte para espaços abertos, instituições públicas e empresas privadas. É autor de intervenções artísticas permanentes em diversos municípios. Na Capital se destacam a Pegada Africana na Praça da Alfândega - no Centro Histórico, o Monumento ao Cinquentenário da UNIMED, a escultura em frente ao novo prédio da Fecomércio/RS, o painel Jardim de Células e a escultura DNA da Universidade - ambas fruto de concurso nacionais de artes vencidos pelo artista junto à Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre _ UFCSPA, entre dezenas de outras obras públicas. Ganham destaque ainda as produções do artista para fachadas de edificações em Porto Alegre, que resultou em diversas esculturas e painéis também de visibilidade pública, com trabalhos nas avenidas Goethe, Independência, Cel. Marcos, Nilo Peçanha, Praia de Belas e Wenceslau Escobar. A exposição fotográfica com imagens do profissional Kin Viana será descentralizada, e se dará em 10 locais de visibilidade pública escolhidos pela curadoria do projeto. Caberá à curadora Sabrina Stephanou a escolha e seleção dos 10 lugares mais expressivos para instalação de fotografias impressas, emolduradas e instaladas em diversos locais (foyers, acessos, halls, etc) que já possuem esculturas e monumentos de visibilidade pública de Vinicius Vieira. As oficinas de artes visuais serão realizadas na sede da Associação dos Escultores do Estado do Rio Grande do Sul _ AEERGS. O projeto contempla ainda a participação de experientes profissionais da cultura, de modo a garantir a diversidade de gênero, bem como a inclusão de pessoas LGBTQIAP+, pessoas negras e pessoas com deficiência. Conforme mencionado, o projeto "Territórios Revistos: Economia Criativa em Teia Urbana" se apresenta de forma inédita, pois busca revelar novas conexões em tecido urbano existente, agregando informações até então fragmentadas, trazendo ao público uma lógica de conectividades em processo contínuo de aproximações, fazendo referência a uma teia formada por contribuições distintas, mas que juntas formam composição harmônica ao se observar na macroescala, como uma cidade em busca de equilíbrios, demonstrando o quanto as ações desenvolvidas coletivamente são capazes de qualificar os processos de criação e inserção no mercado de trabalho. Sabe-se que o artista, para concretizar essas 50 intervenções, criadas em diferentes tempos recentes da cidade, incluiu dezenas de profissionais e colaboradores ao longo dos anos. Assim, parte expressiva destes profissionais estarão também incluídos no presente projeto, se somando e contribuindo para sua plena realização. Importante acrescentar que, antigamente, muitos dos bairros que receberam esculturas e painéis do artista Vinicius Vieira, foram também regiões ocupadas por famílias negras. Nas últimas décadas, entretanto, várias dessas localidades passaram por longos processos de desterritorialização, assim como ocorreu em outras capitais brasileiras durante as continuadas transformações urbanas. No caso de Porto Alegre, em especial na obra do artista Vinicius Vieira, foram várias intervenções nesse contexto, realizadas em sua maioria nas áreas centrais da cidade, no atual bairro Rio Branco (antiga Colônia Africana), no Bom fim, na Cidade Baixa, etc. Entre os trabalhos do artista ganha destaque o Monumento Pegada Africana (ver capa do anexo Portfólio), realizado no ano de 2011, na Praça da Alfândega, no Centro Histórico de Porto Alegre. A Praça, conhecida em seus primórdios como Largo da Quitanda, era o local das quitandeiras - mulheres negras trabalhadoras. Neste contexto, o projeto busca mapear, registrar e divulgar as obras de arte públicas que envolvem as duas séries contínuas de Vinicius Vieira, em recorte dos últimos 20 anos de trabalho ininterrupto do artista, intituladas Cidade Tecida e Cidade Viva. O projeto "Territórios Revistos: Economia Criativa em Teia Urbana" reúne e organiza as informações do processo criativo para demonstrar que as 50 intervenções artísticas foram pensadas especificamente para cada lugar, mas não estão dissociadas _ e sim conectadas como um arranjo colaborativo, nitidamente concebidas e confeccionadas a partir de pesquisa artística que inclui aspectos de arquitetura, de urbanismo, de história e de antropologia, priorizando informações das unidades de vizinhança e das comunidades locais como referências de criação, com o propósito de agir material, simbólica e economicamente no espaço, incluindo soluções técnicas, estéticas e poéticas. Cabe também destacar que esta proposta enquadra-se no Art. 1º do PRONAC por: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E atende ao seguinte objetivo do Art. 3: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Estratégia de execução

Sobre o conceito norteador: A diversidade de manifestações artísticas no ambiente urbano muito contribui para consolidar a apropriação dos espaços públicos pelos cidadãos, principalmente quando se tratam das artes visuais instaladas em caráter permanente, que ficam como legado. Sabe-se que elementos visuais no cenário urbano das cidades têm o potencial de registrar, guardar a memória e, por conseqüência, fortalecer lugares de existência, contribuindo ativamente na construção da identidade de uma cidade. Em relação ao projeto “Territórios Revistos: Economia Criativa em Teia Urbana”, ao propor uma exposição fotográfica descentralizada em 10 distintos lugares, busca-se que o conceito de “arte ao (e para) o público” se multiplique com ainda mais força, pelo fato de que os trabalhos de artes visuais já existem e já estão presentes no imaginário de muitas pessoas em cada bairro. Assim, nessa interface harmônica e indissociável entre artes visuais e cidade, o trabalho torna-se público por sua própria existência, catalisado em forma de manifestação cultural a cada instalação fortalecida pelo potencial da fotografia de qualidade, desse modo cumprindo papel de reforço dos já consagrados simbolismos e pertencimentos nos locais que passam por inserções nas diferentes escalas. Sobre a pesquisa da obra do artista Vinicius Vieira: As duas séries do artista Vinicius Vieira, objetos de fundamentação conceitual do presente projeto são intituladas Cidade Tecida e Cidade Viva. Elas se dividem apenas enquanto nomenclaturas, pois estão conexas em meio ao contexto de interação na cidade e do próprio processo criativo do artista. A série Cidade Tecida tem como imagem a composição de módulos triangulares [escalenos] presentes em cada escultura. Na investida artística, o rigor da matéria-prima linear e os enquadramentos que a recortam contrastam com as paisagens fluidas e movimentadas do ambiente urbano. Assim as distintas instâncias coligadas dos trabalhos vão fomentando crescentes disparidades entre o ponto de vista do observador e o espaço aberto. Em meio a ruas mais animadas, calçadas acessíveis e jardins mais ativos, na série em questão a matéria ganha rebatimentos e fricções, assim criando coordenadas entre os lugares de atuação. Dos observadores dessas tensões nas ruas esperam-se questionamentos acerca da reconstrução dos referidos lugares em processo, por se tratar de sinuoso percurso de marcos visuais em silenciosa formação, contudo perceptível pelo caráter público. A série Cidade Viva está inserida no citado contexto, entretanto visa também trazer a fluidez das composições à superfície, se utilizando de curvaturas que procuram remeter aos movimentos da natureza. Embora nitidamente diferente do ambiente telúrico, e deixando claro tratar-se de intervenção humana em cada lugar, já se percebe que as esculturas ganham mais força quando situadas ao lado de espécies vegetais existentes. E juntas lembram, vez que outra, um gesto de pausa na cidade, contribuindo para criar novos lugares de reflexão em cenários em regra tão céleres e movimentados. Imersas em suas próprias simplicidades, e em busca de sintonia com o entorno imediato, tais registros visuais não intentam guiar os transeuntes/observadores para leituras de objeto, mas apenas para que se criem novas referências, que em conjunto com outros estímulos irão lembrar que estamos em um determinado lugar, de unidade de vizinhança e de memórias associadas, sem a pretensão de transformações para além de sua diminuta influência no espaço que o circunda. Considerações complementares: O projeto “Territórios Revistos: Economia Criativa em Teia Urbana” traz, em suma, esse recorte de 50 obras de arte de visibilidade pública (sendo que destes, 10 lugares serão objetos de exposição fotográfica descentralizada), expressando uma referência de produção continuada, com energias, vontades e esforços destinados a ampliar o acesso das pessoas às artes visuais, de modo que cada intervenção reapareça conectada a todo processo anterior vivenciado até então. Mesmo assim, o trabalho - objeto aqui de registro e exposição, não se trata de uma proposição para observarmos o todo somente como um conjunto de conseqüências interligadas, mas sobremaneira para o fato de interpretar como cada intervenção, em cada lugar, aponta para novas reflexões críticas do território, desta forma tornando-se multiplicadoras, em harmonia com os demais trabalhos de acesso público, assim criando as condições para estimular novas outras intervenções no cenário das artes visuais no Rio Grande do Sul. Neste contexto o projeto “Territórios Revistos: Economia Criativa em Teia Urbana” busca estimular a cadeia produtiva das artes visuais nos espaços públicos, potencializando e demonstrando a importância dos esforços coletivos e em rede para se obter êxito nas realizações e práticas na cultura, assim mostrando sua importância às próximas gerações, promovendo distintos apelos sensoriais, através de ações e metas objetivas no projeto, incluindo atividades coletivas e criando produtos que visam registrar a importância dos arranjos colaborativos para potencializar a economia criativa no setor de artes visuais.

Especificação técnica

Exposição fotográfica descentralizada de artes visuais (produto principal): - Exposição de fotos em 10 locais com visibilidade pública, acessível à toda população. Em atendimento ao Art. 30 que complementa as ações democratização de acesso, o projeto adotará a seguinte medida: - IX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela CNIC; As ações em atendimento à contrapartida social previstas na Sessão III – Art. 32 da IN 11 de 2024 serão organizadas da seguinte forma conforme indica o Inciso 2º itens I e II: Oficinas de artes visuais (produto secundário): 1 – DADOS DAS OFICINAS: - 2 oficinas de artes visuais realizadas na sede da Associação dos Escultores do Estado do Rio Grande do Sul - AEERGS. - Ministrantes: Integrante da AEERGS - Vagas: 40 pessoas (20 vagas por oficina) - Duração: 120min (cada) - Público-alvo (adultos): Estudantes de escola pública e professores/educadores. (1) Estudantes, artistas visuais, ativistas do movimento negro e lideranças comunitárias, (2) Pessoas com deficiência, (3) Idosos e (4) Jovens adultos de comunidades em situação de vulnerabilidade social. 2 - CONTEÚDO TÉCNICO: Oficinas de "releituras", mediante técnicas de pintura sobre tela no âmbito das artes visuais. 3 - METODOLOGIA: 3.1 - METODOLOGIA DE INSCRIÇÃO PARA OFICINAS O processo de divulgação para participação nas oficinas se dará mediante inscrições abertas e gratuitas. As chamadas serão divulgadas pela produção executiva do projeto e na mídia local, conforme midias oriundas das rubricas percentuais destinadas à assessoria de imprensa do projeto. 3.2 - CONCEITO DA AVALIAÇÃO PROCESSUAL DAS OFICINAS As oficinas se darão em formato de avaliação processual contínua, de forma a estimular que os participantes reflitam sobre suas produções, através de instrumentos que propiciem a avaliação de aprendizagem durante o processo criativo, assim promovendo trocas efetivas. A avaliação processual e contínua durante o processo de aprendizagem é dividida em 3 eixos: produção, apreciação e contextualização. De modo a explorar as descobertas e dificuldades durante a realização, tornando visível as alterações de concepção, as investigações que surgem, evidenciando dessa forma a qualidade do inacabado, contrapondo-se a ideias de “perfeição”, tão recorrentes quando se trata de arte. Nesta perspectiva, com os instrumentos fundamentais para avaliação em formato de processo propostos pela AEERGS, oportuniza-se assim aos participantes maior reflexão sobre o progresso, tendo em vista que dessa maneira estão garantidos os registros que o participante deixa durante seu percurso.

Acessibilidade

Exposição fotográfica descentralizada de artes visuais (Produto principal): Entre as 50 obras públicas do artista Vinicius Vieira em Porto Alegre, a curadoria do projeto selecionará 10 locais, desde que cada um destes espaços atenda integralmente aos seguintes pressupostos quanto às medidas de acessibilidade: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Acesso universal e piso adequado em cada local da exposição descentralizada, permitindo inclusão das pessoas com dificuldade de locomoção e cadeirantes. DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica, estando as obras (fotos) expostas e disponíveis visualmente a todos os públicos. DEFICIENTES VISUAIS: instalação de etiquetas em BRAILE com descritivo das fotos. DEFICIENTES INTELECTUAIS: não se aplica, estando a escultura espoxta e disponível visualmente a todos os públicos. Oficinas (produto secundário): ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais escolhidos para realização das atividades serão de fácil acesso por meio de rampas para pessoas com dificuldade de locomoção ou cadeirantes. DEFICIENTES AUDITIVOS: As atividades contarão com a presença de tradutor para LIBRAS para atender aos deficientes auditivos ou com baixa audição. DEFICIENTES VISUAIS: As atividades contarão com equipe para tradução simultânea (sempre que necessário) para atendimento a pessoas com baixa visão ou cegos. DEFICIENTES INTELECTUAIS: A equipe do projeto estará apta a acolher direcionar questões relativas a necessidades especiais do público com neurodiversidades e/ou deficiência intelectual. Obs.: Os custos das ações previstas para o atendimento destes itens estão incluídos na planilha orçamentária

Democratização do acesso

Exposição fotográfica descentralizada de artes visuais (produto principal): - Produto principal exposto em 10 locais com acesso público (foyer, acesso, saguão, etc) permanentemente acessível à toda população durante o período expositivo. Em atendimento ao Art. 30 que complementa as ações democratização de acesso, o projeto adotará a seguinte medida: - IX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela CNIC; As ações em atendimento à contrapartida social previstas na Sessão III – Art. 32 da IN 11 de 2024 serão organizadas da seguinte forma conforme indica o Inciso 2º itens I e II: Oficinas de artes visuais (produto secundário): - 2 oficinas de artes visuais realizadas na sede da Associação dos Escultores do Estado do Rio Grande do Sul - AEERGS. - Ministrantes: Integrante da AEERGS - Vagas: 40 pessoas (20 vagas por oficina) - Duração: 120min (cada) - Público-alvo: Estudantes de escola pública e professores/educadores. (1) Estudantes, artistas visuais, ativistas do movimento negro e lideranças comunitárias, (2) Pessoas com deficiência, (3) Idosos e (4) Jovens de comunidades em situação de vulnerabilidade social.

Ficha técnica

1- Proponente e Fotógrafo: KIN VIANA - Marcos Eliezer Viana de Moraes Kin Viana é Artista visual, Fotógrafo, Produtor Cultural e Curador independente. Diretor da empresa Kin Viana Produções (CNPJ 22.903.748/0001-37 – Marcos Eliezer Viana de Moraes). É profissional com ampla experiência na realização de ações culturais de artes visuais e patrimônio cultural na cidade de Porto Alegre, já tendo realizado montagem, organização e expografia de mais de 40 exposições na Capital. Como artista, participou de diversas mostras e eventos, com destaque para sua exposição individual realizada na Sala Negra da Galeria Espaço IAB em 2013. Integrou o Conselho Deliberativo da Associação dos Escultores do Estado do Rio Grande do Sul - AEERGS em diferentes gestões. Entre suas experiências se destacam ainda os trabalhos profissionais nas mostras realizadas no Instituto de Arquitetos do Brasil - IAB RS (entre 2014 e 2019), bem como as ações da AEERGS (entre 2020 e 2023). Mantém atelier próprio na cidade de Porto Alegre, e atualmente tem como foco de seu trabalho a produção de fotografias que retratam obras de arte públicas, bem como administração, montagem e organização de eventos diversos, com ênfase na prestação de serviços para os setores de Artes Visuais e de Memória e Patrimônio. 2 - Projeto expográfico e Coordenação geral: VINICIUS VIEIRA Vinicius Vieira (Porto Alegre, 1981). Escultor, Arquiteto e Urbanista. Graduado pela UFRGS. Proprietário da empresa cultural Vinicius Vieira de Souza - ME. O artista cria e produz arte para espaços abertos, edifícios, instituições públicas e privadas. Trabalha com aço inox, aço corten, bronze, alumínio, concreto, granito, basalto e mármore. É autor de mais de 70 obras de arte permanentes de visibilidade pública em diferentes cidades do Rio Grande do Sul. Entre seus trabalhos se destacam o Monumento Pegada Africana na Praça da Alfândega, no Centro Histórico de Porto Alegre (UNESCO / Monumenta-IPAHN / PMPA), o Monumento ao Cinquentenário da UNIMED na Casa da Memória - Unimed Federação-RS, a obra no acesso principal da Fecomércio/RS, bem como o painel Jardim de Células e a escultura DNA da Universidade - ambas fruto de concursos nacionais de artes vencidos pelo artista junto à Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre - UFCSPA. Em 2024 Vinicius Vieira inaugurou o Monumento Diversidade em 200 Anos, instalado na Praça Tiradentes, no Centro de São Leopoldo - uma obra de arte escolhida em concurso público nacional realizado pelo Município em 2023, que selecionou monumento em referência aos 200 anos de São Leopoldo e ao Bicentenário da Imigração Alemã no Brasil. Ganham destaque ainda as criações do artista para jardins de edificações em Porto Alegre, que resultaram em dezenas de esculturas de visibilidade pública, com trabalhos nas avenidas João Pessoa, Goethe, Independência, Cel. Marcos, Nilo Peçanha, Praia de Belas, Wenceslau Escobar, entre outras. O artista já participou de mais de 100 exposições ao longo de sua trajetória. Possui ainda obras nos acervos do MARGS, do MAC, da Pinacoteca Aldo Locatelli, da Galeria do IAB RS e de diversos colecionadores brasileiros. Em 2023 foi vencedor do Prêmio Açorianos de Artes Plásticas, com o trabalho Territórios Revistos em Ação de Difusão e Inovação. 3 - Curadoria: SABRINA STEPHANOU Sabrina Stephanou. Diretora da Stephanou S/S LTDA é Produtora cultural e Curadora Independente do setor de Artes Visuais. Bacharel em Turismo, com ênfase em Planejamento Público e Eventos pela PUC/RS (2002), e pós-graduada em Patrimônio Cultural em Centros Urbanos pela UFRGS (2005). A empresa Stephanou Stephanou S/S já soma diversos projetos contemplados por Leis de Incentivo à Cultura, tanto federal quanto estadual, bem como editais de fomento nas áreas de artes visuais, música, teatro e literatura, atuando na formatação, gestão e produção executiva dos projetos, além da produção de conteúdo cultural para mídias sociais, sites, edição de vídeos, captação de apoiadores e patrocínios, e prestação de contas. Atualmente é curadora do Coletivo Terragrita e produtora cultural da Associação dos Escultores do Estado do Rio Grande do Sul - AEERGS. 4 - Produção Executiva: ADRIANA XAPLIN Adriana Xaplin. Produtora Cultural, Artista Visual e Curadora independente. Proprietária da empresa Dalila Adriana da Costa Lopes (Xaplin Cultural), especialista na produção cultural para o setor de escultura/artes visuais. Trabalha na gestão e execução de obras de arte públicas. Foi Presidente da Associação dos Escultores do Estado do Rio Grande do Sul - AEERGS (gestão 2020-24). Entre suas obras a céu aberto se destaca o Monumento “Incentivo ao Esporte Olímpico, localizado no Parque Alim Pedro no IAPI, realizado através do EDITAL PRÊMIO ARTE MONUMENTO BRASIL 2016 – FUNARTE/MinC. É co-autora da obra de arte pública Tambor, situada na Praça Brigadeiro Sampaio, no Centro Histórico, realizada em projeto do CRAB / Monumenta-IPHAN / SMC-PMPA-UNESCO. Entre suas principais exposições estão a mostra Linha Tênue, realizada no Campus central da UFRGS em 2005, a exposição Espécie Humana no Jardim Botânico em 2008, além da exposição contemplada no EDITAL CULTURA NA COPA 2014 FUNARTE/MinC “Liga da Canela Preta na Porto Alegre de 1910” durante a Copa do Mundo FIFA-2014, o projeto selecionado em edital do Ministério da Cultura, realizado no Museu Júlio de Castilhos em Porto Alegre. Dirigiu a Galeria Espaço IAB do Instituto de Arquitetos do Brasil - IAB RS (2009-21). Já coordenou o Colegiado de Artes Visuais do Rio Grande do Sul (2015-17) e participou de diversos júris e comissões, como o Fundo de Apoio à Cultura – FAC (2017-18) e a Comissão de Avaliação e Seleção do Fumproarte/PMPA (2009-11). Em 2020 venceu o concurso artístico público para escolha da “Escultura Símbolo” da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural–RS escultura vencedora, sob o título “Nascentes”. 5 - Museóloga: JEANICE DIAS RAMOS Jeanice Dias Ramos. Mulher Negra. Graduação em Museologia (UFRGS/2011), Jornalismo (PUCRS/1976) e Biblioteconomia (UFRGS/1998). Especialização em Projetos Sociais e Culturais (UFRGS/2008) e Gestão de Políticas Públicas na Perspectiva de Gênero e Promoção da Igualdade Racial (PUCRS/2013). É Museóloga do Museu de Percurso do Negro em Porto Alegre. Integrou a diretoria de diversas organizações ao longo de sua trajetória, como a entidade Angola Janga e o Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore – IGTF. Também foi presidente do Conselho Regional de Museologia 3ª Região - COREM na gestão 2015-16. Atualmente integra a diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul. 6 - Ministrante das oficinas e apoio de espaço institucional: ASSOCIAÇÃO DOS ESCULTORES DO RS - AEERGS A Associação dos Escultores do Estado do Rio Grande do Sul - AEERGS é uma entidade cultural fundada em 1982, com núcleos ativos em diferentes cidades gaúchas, contando atualmente com amplo quadro de associados, incluindo artistas, curadores, historiadores, arquitetos, museólogos, ativistas do movimento social e do direito à memória. Entre as principais realizações da entidade se pode destacar a organização de mais de 100 exposições coletivas desde o início dos anos 1980 até os dias atuais, além de mais de 30 seminários, bem como vários cursos e oficinas que propiciaram a formação de muitos novos artistas e demais fazedores de cultura a partir dos espaços de trabalho em formato de ateliê coletivo mantidos pela AEERGS ao longo desses mais de 40 anos. Atualmente a entidade é Ponto de Cultura e Ponto de Memória reconhecido pelo Governo Federal. A AEERGS, ao longo dessas 4 décadas de existência, constituiu e fortaleceu seus núcleos regionais. O endereço de seu escritório administrativo se localiza na Rua 24 de Outubro, 1340, em Porto Alegre, e a sede para atividades culturais abertas ao público na Rua Camerino, 34, bairro Petrópolis, também em Porto Alegre, em local historicamente conhecido como Casa da Estrela.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.