| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 20346524000146 | KINROSS BRASIL MINERACAO S/A | 1900-01-01 | R$ 1,73 mi |
Paracontribuir com o desenvolvimento de uma cultura de valorização do patrimônio histórico e cultural de Paracatu-MG,serão realizadas ações formativas de educação patrimonial voltadas para dois públicos distintos: 1-gestores públicos, empresários, artistas, agentes culturais etc.; e 2- alunos e professores de 5º ano das escolas públicas do município e da APAE. Atividadesofertadas: 01 seminário de Economia da cultura componentes da cadeia da Economia da cutura, com duração de 4 dias, contando com 04 palestras, 05 mesas redondas, 02 workshops, 01 apresentação artística; e 04 oficinas formativas, oferecidas a 60 turmas. 50 formadas pelas escolas atendidas e 10 por selecionados a partir das dicussões do seminário:uma roda de conversa "A Cidade que Temos"; uma vivência pelo Núcleo Histórico de Paracatu; e um workshop "A Cidade que Queremos". O projeto de culminará com 01 exposição dos trabalhos realizados pelos participantes, resultantes dos workshops realizados.
Abaixo o resumo de cada ação que compõe o projeto: 1- Seminário de Economia da Cultura Com duração de 4 dias, será composto por 4 palestras, 5 mesas redondas, 2 oficinas, 1 apresentação artística abordando as discussões realizadas durante o seminário sobre casos de sucesso e reflexões sobre Economia da Cultura como estratégia sustentável de desenvolvimento humano, e 6 apresentações artísticas. Temas como Cultura e Humanidades; Bem-estar, Desenvolvimento e Métricas Culturais; Ancestralidade e Futuro; Inteligência Artificial e Mudanças Climáticas; Comunicação Cultural; Financiamento; Cultura; Gastronomia; Jornalismo e Comunicação; Geração de Trabalho e Renda; Estratégias Governamentais; Legislação e Políticas Públicas; e Meio Ambiente comporão o escopo do Seminário. 2- Oficina do Projeto CUTUCAR. Composta por 4 ações: 1. Roda de conversa: “A Cidade que Temos” - total de 60 Abordará temas de educação patrimonial – momentos em que, por meio de diálogos e trocas, serão abordados aspectos gerais do patrimônio histórico e específicos sobre o patrimônio histórico de Paracatu, e será feita a sensibilização das turmas para a vivência, que será a etapa seguinte. Carga horária: 1 hora e 30 minutos. 2. Vivência Cutucar: “Conhecer para pertencer” - total de 60 Os participantes, por meio de transporte fornecido pelo projeto e guiado por educador patrimonial, terão a vivência de conhecer e saber da história de espaços e práticas que são marcos na história do município (vide detalhamento no anexo “Projeto Pedagógico”). Carga horária: 4 horas. 3. Workshop - “A Cidade que Queremos” - total de 60 Nesta etapa os participantes serão conduzidos a uma avaliação da experiência vivenciada nos espaços culturais visitados e por meio de reflexões serão estimulados a produzirem de forma criativa e inventiva desenhos, poesias e outras criações culturais a partir dos aprendizados construídos ao longo do projeto com os detentores de tradições culturais e modos de fazer tradicionais. Carga horária: 2 horas. 4. Mostra Cutucar Esta ação ecoará para a cidade todo o aprendizado dos participantes no decorrer do projeto por meio da exposição das iniciativas culturais vivenciadas e por eles materializadas na etapa anterior. Duração: 15 dias
Objetivo geral: Contribuir para o fortalecimento da Economia Criativa, Economia da Cultura e a preservação do Patrimônio Cultural da cidade de Paracatu, ao promover a reflexão acerca da economia gerada pelas atividades artísticas, culturais e de toda a cadeia produtiva da cultura na cidade e desenvolver, junto a estudantes do 5º ano da rede pública de ensino fundamental de Paracatu o sentimento de pertença ao território. Objetivos específicos I-Realizar 01 Seminário de Economia da Cultura de Paracatu: As Histórias, os Artistas, o Trabalho, o Meio Ambiente e o Futuro, para promover a reflexão acerca da economia gerada pelas atividades artísticas, culturais e de toda a cadeia produtiva da cultura na cidade, integrado com o projeto CUTUCAR realizado com os alunos do 5º ano. II-Realizar 60 Oficinas de Educação Patrimonial que contarão com 04 ações formativas, sendo: 01 Roda de Conversa: "A cidade que temos"; 01 Vivência _ Cutucar: Conhecer para pertencer"; 01 Workshop: "A cidade que queremos", perfazendo 360 horas; e 01 Mostra dos trabalhos dos alunos resultante do projeto que ficará disponível por 15 dias, perfazendo uma carga horária total de 120 horas. Dessas 60 oficinas, 50 serão destinadas a atender às turmas do 5º ano e as outras 10 serão destinadas aos participantes e convidados escolhidos a partir do Seminário de Economia da Cultura. III-Promover um amplo conjunto de ações de educação patrimonial baseadas em diálogo, colaboração e protagonismo dos envolvidos, de acordo com as diretrizes da educação patrimonial estabelecidas pela Portaria no. 137, de 2016 do IPHAN, abrangendo crianças e adultos. IV-Oferecer aos participantes oportunidades de descobrir uma Paracatu multicultural e multiétnica iniciada no período colonial; identificar Paracatu como núcleo do qual nasceram os demais municípios do Noroeste Mineiro e alguns do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba; reconhecer a importância histórica, geográfica e cultural de sua cidade e se apropriar dessa história e desse patrimônio como seus, ressignificando essa memória cultural e desenvolvendo um sentimento de pertença e de responsabilidade para consigo e para com o próximo; a partir da valorização do patrimônio, protagonizar ações de sustentabilidade local, regional e nacional; valorizar a riqueza cultural da região; V-Trabalhar conhecimentos relacionados ao patrimônio histórico de forma integrada, desenvolvendo uma educação patrimonial em campo, capaz de construir articulações entre educação (posto que serão oferecidos subsídios ao aprendizado da história local, exigida pelo sistema regular de ensino), cultura, turismo, educação, meio ambiente, saúde, desenvolvimento urbano, como partes integrantes da Economia da Cultura. VI-Sensibilizar, estabelecer parceria e promover a formação em processo, no campo da educação patrimonial, de gestores e equipes das escolas, ao realizar junto a eles encontros de apresentação e avaliação do projeto e ao envolvê-los na concepção e na realização de todas as atividades oferecidas aos estudantes da rede pública de ensino, assim como de toda a comunidade ligada ao setor artístico e cultural. VII-Sensibilizar as famílias dos alunos para leva-los à percepção do patrimônio cultural como uma construção viva e dinâmica do município, ao incentivar a visita à exposição dos trabalhos dos alunos e, ainda, ao incentivar que os estudantes relatem aos familiares as experiências e levem a eles as reflexões construídas; assim como envolver todos os agentes culturais da cidade nas reflexões acerca do patrimônio e seu valor identitário e econômico. VIII-Desenvolver e avaliar as atividades de forma participativa e colaborativa, realizando uma sondagem de conhecimentos prévios, impressões e dúvidas, bem como motivações e expectativas dos estudantes e dos agentes culturais; rodas de conversa com os alunos e com os agentes culturais, nas quais a formação e a avaliação das atividades se deem a partir de trocas. IX-Realizar, com os participantes, visitas de educação patrimonial, promovidas num circuito de espaços e práticas que são marcos na história da cidade. Dessa forma, promover uma educação patrimonial calcada em situações vivenciais de aprendizagem, na perspectiva das metodologias ativas, e incentivar o protagonismo na valorização e preservação do patrimônio. X-Possibilitar que os participantes, crianças, artistas, artesãos, mestres de saberes populares, também sejam protagonistas na construção de conhecimentos sobre o patrimônio, ao desenvolver atividades em que eles produzam materiais que serão expostos no evento de culminância, que sintetizem os conhecimentos que construíram ao longo das atividades.
O projeto CUTUCAR - Cultura e Turismo no Caminho Real: Educação Patrimonial e Inclusão social necessita do uso do mecanismo de incentivo a projetos culturais porque suas ações visam preservar o patrimônio material e imaterial de Paracatu, assegurando seu reconhecimento e apropriação pela população, que deve percebê-los como sua própria história e como frutos do trabalho dos seus antepassados, que construíram a cidade que hoje temos. O recurso à Lei de Incentivo se justifica pelo projeto se enquadrar no inciso I do art. 1° da Lei 8313/91, que diz que os projetos culturais devem "contribuir para facilitar a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". A proposta converge no sentido de assegurar a participação da comunidade, o reconhecimento e a apropriação, pela população, dos bens culturais existentes na cidade que fixam memórias sociais locais e reavivam identidades. Para isso, a oficina é composta de diferentes momentos: rodas de conversa vivências no Quilombo de São Domingos, no núcleo histórico da cidade e na Academia de Letras. Se enquadra também no inciso II, que diz ser importante "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais", e no inciso III que propõe "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores", ao apresentar aos participantes algumas tradições locais como a caretagem e os modos tradicionais de fazer, mantidos no Quilombo de São Domingos, como a fabricação artesanal rapadura e quitandas típicas. Contempla ainda inciso IV, que estabelece a necessidade de "proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional", ao inserir a valorização da cultura negra por meio da visita ao Quilombo e à Igreja do Rosário dos Pretos; combinada à visita à Academia de Letras do Noroeste de Minas, estabelecendo contato com a cultura letrada e a valorização da literatura regional. Nos incisos V, que ressalta a necessidade de salvaguardar "modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira", e VI, que busca "preservar os bens materiais e imateriais", o projeto se enquadra ao sensibilizar os participantes a valorizar a história e a cultura locais, a se perceberem como partes constituintes dela, e a se tornarem guardiões do patrimônio material e imaterial da cidade, a serem multiplicadores dos conhecimentos e sentimentos a que tiveram acesso. O inciso VIII, que visa "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal", é contemplado porque o projeto estimula a releitura e a apropriação criativa tanto do patrimônio material quanto do imaterial. As atividades têm o objetivo de sensibilizar os públicos quanto à importância do patrimônio material e imaterial de Paracatu. O material tem valor universal que deve ser difundido, pois trata-se de uma das cidades onde ele é composto por uma arquitetura predominantemente colonial e imperial, mas mantendo exemplares ecléticos, art déco e modernistas, todos protegidos, por meio dos quais conta a história da cidade inserida na história do Brasil e do mundo, testemunha do intercâmbio de saberes e fazeres de determinadas épocas. Com relação ao patrimônio imaterial, encontramos em Paracatu manifestações artísticas e religiosas correlatas a outras presentes em diversas cidades históricas do Brasil, mas também algumas específicas, tributárias da mescla de povos e culturas que para cá se dirigiram durante o período minerador e que, por sua singularidade e tradição, possuem valor universal. Contempla também o inciso IX, por "priorizar o produto cultural originário do País", ao abordar, nas atividades, aspectos como a adaptação dos estilos arquitetônicos europeus, marcada em Paracatu por modelos de janelas muito trabalhadas, diferentes dos modelos das outras cidades coloniais brasileiras, testemunha do espírito criativo dos artistas locais; as manifestações culturais típicas e a culinária tradicional da cidade, com modos de fazer diferenciados e com ingredientes muito focados na produção local. O projeto CUTUCAR busca também alcançar os seguintes objetivos presentes no Art. 3° da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313 de 1991): - "I _ incentivo à formação artística e cultural", tangenciado mediante o que dispõe o item c, que prevê cursos de "formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura", pois, em todas as etapas previstas, como as rodas de conversa e as vivências culturais e interativas a locais importantes para o patrimônio cultural e turístico da cidade, o projeto busca a difusão do conhecimento da história e da cultura locais. Apenas tangencia esse objetivo por não ser um curso propriamente, mas cumprindo a função de formação e aperfeiçoamento do cidadão. - "II _ Fomento à produção cultural e artística", no item "c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore", pois, durante o Seminário de Economia da Cultura serão realizados espetáculos de artes cênicas e música, e, ao final da execução do projeto, como uma medida de ampliação de acesso serão expostos os trabalhos realizados pelos alunos e demais participantes, inspirados no patrimônio material e imaterial da cidade. - Ao realizar as visitas a comunidades tradicionais, pretende-se alcançar também o objetivo "III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico", com relação ao item "d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais", pois será estimulada a valorização, o reconhecimento e a identificação das pessoas e grupos sociais com as tradições populares locais que compõem as tradições nacionais e discutidas as melhores formas de manter esse patrimônio. - O Objetivo "IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais" será alcançado, pois a partir da execução do projeto, todo o trade, artistas, artesãos, mestres de diversos ofícios e os professores poderão explorar experiências e vivências para realizar "b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos" e buscar o reconhecimento social para os fazedores de cultura e para o papel da cultura para a economia local. - Finalmente, o projeto considera que, reunir empresários, poder público em geral, lideranças de diversos setores, para discutir economia da cultura é importante para a valorização do setor e para a reflexão sobre o papel da cultura na economia em geral, levando à valorização monetária e simbólica daqueilo que constitue o âmago de nossa identidade. - Destacamos, por fim, que o projeto ora apresentado articula uma série de processos dialógicos e participativos na construção de uma compreensão do papel da cultura e do patrimônio para a vida social e econômica da cidade e para a apropriação pelos participantes dessa cultura e desse patrimônio como seus, a fim de que possam se posicionar como sujeitos corresponsáveis pela valorização e pela preservação do patrimônio cultural da cidade de Paracatu.
Não é o caso.
Produto: Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual O projeto pedagógico da Oficina de Educação Patrimonial, contendo todas as ações encontra-se dentre os documentos anexados ao Salic.
As medidas de acessibilidade serao compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, considerando que algumas ações serão feitas em espaços tombados. Produto: Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os espaços nos quais serão realizadas as ações do Seminário e das oficinas deverão ser dotados de uma estrutura física que consiste rampas, espaços para obesos e cadeirantes, banheiros adequados para pessoas com deficiência. Já nos espaços tombados, a acessibilidade se dará conforme a possibilidade dos espaços. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: o Seminário e as oficinas contarão com atendimento a pessoas com deficiência visual, observando que um espaço é a escola que o aluno já frequenta e os outros locais que serão visitados, por serem patrimônio histórico e cultural será disponibilizado monitor para acompanhamento. As atividades serão todas faladas, e com auto apresentação suprindo a necessidade dos deficientes visuais. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: o Seminário e as oficinas contarão com atendimento a pessoas com esta deficiência, disponibilizando intérprete de libras, sempre que necessário. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Disponibilização de monitor para acompanhamento, quando houver necessidade. RUBRICAS INSERIDAS PARA ACESSIBILIDADE: Intérprete de Libras e monitor Em geral as escolas possuem profissionais formados na linguagem de libras e monitores para o acompanhamento de pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações, e havendo qualquer aluno com uma das deficiências acima, a própria escola disponibilizará o profissional necessário. No entanto as rubricas previstas são para o caso de ter que suprir esta necessidade e para o Seminário. Importante ressaltar ainda que o projeto destinará 01 oficina para a APAE o que garante também a Acessibilidade das ações.
I - Democratização de AcessoConsiderando que o projeto é totalmente gratuito, consideram-se atendidos os seguintes itens do Art. 29. da IN 11/2024:II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; Como parte do projeto será voltado para alunos da rede pública de ensino de 27 escolas, tanto da zona urbana como rural e ainda para 01 instituição filantrópica, a APAE, a democratização do acesso está garantida pelo projeto. II - Ampliação de acessoComo medida de ampliação de acesso o projeto prevê a seguinte medida em conformidade com o Art. 30 da IN 11/2024: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; - Ex: Mostra Cutucar, na qual ficarão expostos os trabalhos artísticos produzidos pelos alunos. As ações previstas se destinam a dois públicos diferentes, porém igualmente importantes para a preservação do patrimônio cultural de Paracatu. Um formado por agentes culturais, gestores, membros das redes de economia criativa e da cultura, e formadores de opinião que participarão do Seminário. O outro por alunos, professores e área pedagógica das escolas públicas, além de pessoas com diferentes graus de deficiência e condição social atendidos pela APAE. Essa capilaridade do projeto promove a democratização de acesso à cultura, às artes e ao patrimônio material e imaterial dos territórios aos quais os dois públicos pertencem. Promove a formação de vínculos, estimulando o exercício da cidadania de forma plena, criativa e autônoma. Nenhum dos produtos será comercializado.
A Associação de Guias de Turismo do Noroeste de Minas – Guiastur, anteriormente nomeada Associação de Condutores de Turismo de Paracatu - ACONTUP, será responsável por toda a gestão do processo decisório, de atividade técnico-financeira. Todos os membros da equipe têm histórico de atuação no campo da educação patrimonial e promoção da cultura. Segue, na sequência, versão resumida dos currículos dos profissionais a serem envolvidos no desenvolvimento da proposta: Guiastur (proponente) Função: Coordenação Geral/Instrutor/Monitor São 12 anos de trabalhos na cultura, a instituição se renovou mantendo todo seu legado de trabalho e competência, e envolvimento com a população local por meio de projetos de Educação Patrimonial, eventos como Semana do Turismo 2012, Projeto Descubra o Patrimônio Paracatuense 2010 à 2013, Laboratório de Turismo Colaborativo - Colabtur 2016, Colabtur Rural 2017, Colabtur Cicloturismo 2018, Cursos de Condutores de Turismo 2009 à 2013, Espeleologia 2012 e 2013, Espeleoguia 2013 à 2014, Turismo de Intercâmbio Cultural CPBV VI COMAR 2013, Palestras e Oficinas. Este legado foi construído com a prática de criar, colaborar, compartilhar e de ativar multivalores, consolidados no fortalecimento da cadeia da cultura de Paracatu. Mantêm representatividade nos seguintes organismos da sociedade civil organizada: PEP - Conselho do Parque Estadual de Paracatu desde 2016, ADESP – Agência de Desenvolvimento Sustentável de Paracatu desde 2014 e COMTURISMO – Conselho Municipal de Turismo de Paracatu desde 2012. Helen Ulhôa Pimentel Função: Coordenação Pedagógica, Consultoria, Mediadora e Debatedora Currículo: Graduação em História: Universidade de Brasília, Mestrado e Doutorado, ambos em História também pela UnB, com bolsa sanduiche da CAPES na Universidade de Coimbra. Professora de ensino superior aposentada pela Universidade Estadual de Montes Claros, com experiência na graduação e pós graduação stricto sensu. Autora do Livro Casamento e sexualidade: a construção das diferenças e diversos artigos publicados em livros e revistas especializadas. Participação em diversos eventos na área de História, como organizadora, palestrante, membro de mesa redonda e apresentadora de comunicações. Participação em diversas atividades culturais da cidade, como a criação do Arquivo Público; participação na organização dos documentos do século XVIII desse arquivo e da criação de um acervo de História Oral no mesmo Arquivo; membro do Conselho Municipal do Patrimônio Histórico e artístico de Paracatu por três períodos; Conselho Municipal de Turismo; diretora de Patrimônio da Agência de Desenvolvimento Sustentável de Paracatu; participação na organização do Festival do Patrimônio Cultural e Festival Gastronômico de Paracatu; Presidente por dois anos da Associação de Condutores de Turismo de Paracatu, hoje denominada Guias Tur; Presidente da Academia de Letras do Noroeste de Minas desde 2017. Trabalhos com projetos culturais na GUIAS TUR (antiga ACONTUP), na Academia de Letras do Noroeste de Minas e na Agência de Desenvolvimento Sustentável de Paracatu, incluindo a produção de cartilhas e revistas e a organização de eventos. Ruth Brochado FerreiraFunção: Arte Educadora Com 63 anos, natural e residente de Paracatu/MG, tem uma vasta experiência na arte de representar. Ruth iniciou sua carreira como atriz há mais de 25 anos, já protagonizou as peças de teatro “A Moratória” e “Amargas Lembranças”, participou como figurante no filme “A terceira margem do rio ”, dirigido pelo consagrado cineasta Nelson Pereira dos Santos. Escreveu, dirigiu e atuou em várias peças teatrais educativas, como “Guerra ao piolho”, “O fumo ou a saúde - a escolha é sua” e “Tecuida gestante”; e, ao lado de Suzana Damasceno, escreveu e atuou na peça que marcou o início de muitas, “Reconciliação”. No teatro religioso, teve destacada atuação na peça “Amargas Lembranças”, de autoria do pastor Samuel Ferreira, interpretando Salomé, aquela que, atendendo aos caprichos da mãe, pediu a cabeça de João Batista numa bandeja. Destacou-se também interpretando personagens de peças infantis de Maria Clara Machado, como “Tribobó City”, “Pluft, a fantasminha”, “A bruxinha que era boa”. Na área escolar, atuou como professora de Educação Básica, Infantil e de Adultos, foi vice-diretora e diretora escolar por mais de onze anos da escola Delano Brochado. Trabalhou também no Colégio Soma como professora de Artes por quatro anos, quando montou dirigiu várias peças teatrais e obteve uma das maiores bilheteria do teatro no período. Atuou também ainda como professora na APAE. Por amor à cultura, foi presidente da Associação dos Amigos da Cultura. Christiane Pereira dos Santos Função: Coordenação de Produção, Curadora, Produção Executiva, Debatedora e Mediadora Currículo: Fluxonomia 4D – Economia Criativa e Colaborativa especializada em novas economias e futurismo pela ESPM em parceria com IBQP Curitiba-PR. Extensão em Segmentação do Turismo (UFSC). Vendas e Consultoria empresarial – Programa Jovem Vendedor (UNIALGAR). Gestão em Agronegócios (UNIUBE). Consultora e Produtora Cultura e em turismo com atuação na Fazendinha JK em Luziânia-GO anos 2018 à atualidade e Projeto Mais Cultura nas Escolas do Governo Federal em 2013 na Escola Municipal Coraci Meireles em Paracatu-MG. Co-fundadora, Gestora e Guia de Turismo na ACONTUP – Associação de Condutores de Turismo de Paracatu - MG (2010 – 2011, 2013 à atualidade) – Atual GUIASTUR. Instrutora e Coordenadora do Curso de Condutores de Turismo pela ACONTUP (GUIASTUR) nos anos 2011 a 2016. Instrutora de oficinas, palestras e cursos de Economia Criativa e Colaborativa, Turismo, Bullying, Espeleoguiamento, Educação Patrimonial Cultural e Ambiental em Instituições como: CPBV VI COMAR, SESC-Paracatu, ACONTUP, UNIMONTES, IFTM, FINOM (2011 a 2016). Co-criadora e coordenadora no Projeto Descubra Patrimônio Paracatuense (2010 a 2012). Diretora de Turismo do Município de Paracatu (2012). Consultora de Negócios na Casa do Artesão de Paracatu (2010). Consultora de Negócios Jr. no Grupo Algar (2007 a 2008). Kátia Bizinotto Macedo dos Reis (KÁTIA BIZINOTTO) Função: Assessoria Jurídica, Consultoria, Oficineira e Gestão de Projeto Advogada, produtora, e consultora. Como produtora coordenou diversos projetos e eventos durante sua trajetória, tais como: Encontro de Artes Cênicas do Cerrado (2 edições), Festival de Cenas Curtas de Uberlândia (9 edições); RETAGUARDA EM CENA, entre outros eventos e projetos. Foi dirigente por quase uma década (1999 a 2009-2017 a 2019) a ATU - Associação de Teatro de Uberlândia por uma década, tendo idealizado e coordenado a Mostra Nacional de Teatro SESC-ATU (06 edições); o FATU – Festival da ATU - de fomento ao Teatro (03 edições), além de ter participado como membro da Comissão de Seleção em diversos eventos culturais e editais. Como advogada, em 2014 graduou-se no Curso de Direito da UNIUB, tornando-se advogada e pesquisadora no campo dos Direitos Culturais. No mesmo ano fundou Comissão de Cultura da 13ª Subseção da OAB, da qual está como presidente, tendo publicado artigos e deenvolvido trabalhos técnicos nesta área. Fez parte do Comitê para o Plano Estadual de Cultura de Minas Gerais e idealizou 2017 o Seminário de Direitos Culturais, realizado por meio da OAB e Universidade Federal de Uberlândia duas edições (2017 e 2019), tendo atuado na organização, comitê científico e mesas. Participou como palestrante em 2018, 2020 e 2021, do Encontro Internacional de Direitos Culturais. Desde 2019 é conselheira, pela cadeira da OAB, do COMPHAC - Conselho de Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural de Uberlândia. Rubem Silveira Dos Reis Função: Curador, debatedor e mediador Idealizou e produziu a "Semana da Cultura Popular" em 12 edições (2001 a 2024); Idealizou e produziu o "CD Cantigas do Cerrado", com o músico Pena Branca (2003); Idealizou e produziu do I e II "Encontro de Artes Cênicas do Cerrado- EACC" (2007 e 2009) em parceria com a Universidade Federal de Uberlândia; Coordenou e produziu os filmes "Asas ao Redor de Mim", de Marcial Rezende e Murilo Azevedo (2008) Idealizou e produziu o "Seminário de Economia da Cultura" em parceria com a Universidade Federal de Uberlândia em 5 edições (2009- 2024); Ministrou Palestra sobre Economia da Cultura e Gestão Cultural no Festival de 40 Anos do Grupo Cuatrotablas - Perú-Lima (2011 ) Ministrou palestra sobre Economia da Cultura na Fundação Cultural de Araguari-MG (2011); Membro do Consec - Conselho Estadual de Política Cultural do Estado de Minas Gerais, representando a área de Teatro (2012-2016); Coordenou a produção do filme "BRAVO", Roteiro: Katia Lou e Direção: Nara Sbreebow (2013); Ministrou Palestras sobre Economia da Cultura na Jornada de Produção e Gestão Cultural do Grupontapé (2014 e 2017); Ministrou Palestras sobre Economia da Cultura na Jornada de Produção e Gestão Cultural do Grupontapé (2014 e 2017); Eleito duas vezes Vice-Presidente do Consec MG (2015-2016); Palestrante Oficial do Fórum Técnico da ALMG : Plano Estadual de Cultura de MG (2015 e 2016); Coordenou o Comitê de Representação do Fórum Técnico da ALMG: Plano Estadual de Cultura de MG (2016); Recebeu a Medalha Grande Otelo da Câmara de Vereadores de Uberlândia ( 2005) ; Recebeu a Medalha Calmon Barreto do Governo do Estado de MG (2016); Idealizou e realizou a primeira edição da Premiação em Economia da Cultura “Território Criativo” (2023). Consultor em Desenvolvimento de Projetos Culturais e de Incentivos Fiscais (2002 a 2024). Outras funções serão preenchidas após o projeto ser captado e liberado para execução.
Periodo para captação de recursos encerrado.