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PRONAC 2412179Autorizada a captação total dos recursosMecenato

FESTIVAL DE TRILHAS MUSICAIS RS

EDUARDO MACHADO DUARTE
Solicitado
R$ 161,5 mil
Aprovado
R$ 161,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-02-10
Término
2026-12-10
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O Festival de Trilhas Musicais de Porto Alegre é um evento pioneiro que destaca a importância das trilhas no cinema. Voltado tanto para o público quanto para profissionais da área audiovisual, o festival proporciona uma experiência imersiva que combina exibições de curtas-metragens, debates, workshops e pockets shows com trilhas sonoras originais. O principal objetivo é promover o entendimento e a valorização da música como um recurso narrativo essencial no cinema, criando um espaço de interação entre compositores, cineastas e a comunidade.

Objetivos

*Objetivo Geral Realizar o 1º Festival de Trilhas Musicais de Porto Alegre, destacando a trilha sonora como elemento fundamental na narrativa cinematográfica, além de capacitar e valorizar os profissionais de som e música. *Objetivos Específicos Formar público interessado em trilhas musicais como recurso narrativo. Promover uma mostra competitiva de trilhas sonoras originais de curtas-metragens produzidos no RS. Selecionar as 10 melhores trilhas para competição final. Facilitar a troca de experiências entre profissionais estabelecidos e novos talentos. Realizar 3 pockets shows com músicos gaúchos nos lançamentos e festa de encerramento. Oferecer oportunidades de networking entre profissionais do audiovisual e da música. Premiar uma produtora e um compositor para as trilhas vencedoras (1º, 2º e 3º lugares).

Justificativa

* A relevância das trilhas sonoras no cinema é frequentemente subestimada, apesar de serem um dos elementos mais cruciais para o sucesso narrativo audiovisual. As composições musicais em filmes, séries e outros formatos audiovisuais são capazes de intensificar emoções, guiar o enredo e agregar profundidade às imagens. No entanto, esse segmento ainda carece de visibilidade, especialmente no Rio Grande do Sul, onde o mercado de trilhas sonoras permanece subaproveitado. O Festival de Trilhas Musicais surge para consolidar a importância dessa área e fomentar um mercado que oferece um imenso potencial, mas que necessita de mais exposição e reconhecimento. A iniciativa tem um caráter pedagógico, promovendo a educação do público sobre o papel fundamental do som na construção de narrativas cinematográficas e proporcionando oportunidades de capacitação técnica para profissionais da música e do audiovisual. Além disso, o festival será um importante ponto de encontro e networking entre compositores, músicos, cineastas, produtoras e empresas locais. Ele incentivará a troca de experiências e a colaboração entre esses atores, criando novas conexões e fortalecendo a cadeia produtiva da cultura. Ao valorizar a trilha sonora como um componente essencial da produção audiovisual, o festival também contribuirá para a formação de novos talentos e ampliará as oportunidades de trabalho para compositores e músicos. A primeira edição do festival acontece em um momento crucial para o setor cultural do Rio Grande do Sul, que está em processo de retomada após os desafios impostos pelos recentes desastres naturais e pelas dificuldades trazidas pela pandemia. Para os profissionais da cultura, esse é um momento em que a visibilidade e a valorização são fundamentais para a recuperação e o fortalecimento de suas atividades. O festival será realizado em Porto Alegre, capital do estado e uma das cidades mais impactadas pelos desastres naturais recentes, reforçando a relevância e urgência desse evento para a comunidade local. O apoio e os recursos viabilizados por meio de um edital emergencial serão de suma importância para a execução imediata do projeto. Além disso, essa primeira edição será essencial para a construção de um portfólio sólido do evento, garantindo maior credibilidade e visibilidade para futuras captações de recursos, permitindo que o festival se consolide como uma referência no setor cultural. Adicionalmente, o evento terá um impacto positivo no desenvolvimento econômico e cultural da região. A realização do festival gerará visibilidade para profissionais locais, incentivará o turismo cultural e movimentará setores como a hotelaria, a gastronomia e o comércio. A presença de empresas e produtoras ampliará a rede de contatos, fomentando futuras parcerias e projetos audiovisuais no estado. Com isso, o Festival de Trilhas Musicais não só enriquece o cenário cultural, mas também se posiciona como uma plataforma para o crescimento e fortalecimento do mercado audiovisual no Rio Grande do Sul, elevando a relevância das trilhas sonoras e promovendo uma integração entre arte, educação e economia. O projeto se justifica por estar alinhado aos incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - Facilitar o acesso às fontes da cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover a regionalização da produção cultural e artística, valorizando recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais e seus criadores. Além disso, o projeto atende aos objetivos previstos no Art. 18, § 3º da mesma lei, com a produção de conteúdo audiovisual de curta-metragem (alínea f), difusão de acervos e conteúdos audiovisuais (alínea f), e ações de capacitação (alínea e).

Especificação técnica

REGULAMENTO CAPÍTULO I SOBRE O EVENTO O Primeiro Trilha Musical Fest de Porto Alegre é um evento que tem por objetivo formar público, fomentar o mercado do setor audiovisual e aproximar profissionais do segmento com a comunidade, além de proporcionar trabalho e visibilidade para uma gama enorme de profissionais em todas as frentes e etapas de produção de conteúdos audiovisuais e demais áreas relacionadas à produção do evento. As trilhas musicais serão escolhidas e avaliadas de acordo com os filmes que elas atuam. Serão avaliados alguns quesitos como estética, função narrativa, qualidade sonora, entre outros. O Trilha Musical Fest é idealizado e realizado pelo produtor Duca Duarte , Eduardo Machado Duarte. O Evento será realizado na cidade de Porto Alegre, dentro do prazo previsto pelo edital e respeitando o calendário e circuito de Festivais de cinema, a fim de que consiga contemplar o maior número de participantes e expectadores. Durante a realização do Festival, serão oferecidos ao público presente apresentações ao vivo da banda do Festival tocando trilhas musicais conhecidas do grande público, debates com os jurados onde cada um poderá falar sobre suas experiências, vivências e sua relação com o audiovisual a partir de seu trabalho relacionado à trilha sonora, exibição dos trabalhos (curtas-metragens) concorrentes. Toda programação do evento será publicada e amplamente divulgada com no mínimo 30 dias de antecedência, através das redes sociais do evento pela equipe de promoção e divulgação de todo material promocional do Festival. CAPÍTULO II DAS INSCRIÇÕES As inscrições do Trilha Musical Fest se darão através dos filmes curtas-metragens, que deverão ser realizadas única e exclusivamente através de um site do festival e, ou e-mail criado para tal função. O prazo de inscrição se dará 60 até dias antes da exibição do Festival. Serão aceitos filmes que atenderem aos seguintes critérios: a) filmes de curta-metragem de até 20 (vinte) minutos de duração, incluídos os créditos; b) filmes dos gêneros ficção, animação e documentário; c) filmes produzidos no Rio Grande do Sul; d) filmes que possuam cópia de exibição em formato digital; e) filmes finalizados num período de no máximo até ano antes do prazo final das inscrições; g) estar finalizado no momento da inscrição; h) para fins de exibição, o filme deverá obrigatoriamente possuir legendas em português. Para que a inscrição seja validada, o (a) responsável deverá preencher todos os itens obrigatórios na ficha de inscrição e disponibilizar link para visualização do filme completo, hospedado no Youtube ou Vimeo, informando senha, se houver. Não serão aceitos filmes hospedados em outras plataformas (googledrive, wetransfer, dropbox, etc). Não serão aceitas inscrições de filmes publicitários, institucionais ou videoclipes. Os trabalhos inscritos deverão obrigatoriamente estar finalizados e em formato MOV, PROress ou MP4, resolução Full HD ou superior, som 2.0 (stereo) e, ou 5.1. Os realizadores poderão inscrever quantos filmes desejarem, desde que cada filme seja enviado em ficha de inscrição própria. A inscrição só será efetivada mediante o recebimento de todos os itens constantes neste Regulamento. O não cumprimento de qualquer um dos procedimentos implica na automática invalidação da inscrição do participante. A organização do festival não se responsabiliza por instabilidades na rede e no site no último dia de inscrição, sendo que em hipótese alguma serão aceitos filmes inscritos fora do prazo final. CAPÍTULO III DA SELEÇÃO Para a Mostra Competitiva do Trilha Musical Fest serão selecionados dezoito (8) filmes, sendo que em cada noite serão exibidos seis (4) filmes. Por ocasião da seleção, outros 2 (dois) ou mais filmes, a critério da de curadoria, serão selecionados para a função de suplentes, para um cadastro reserva, caso algum dos filmes selecionados não preencha algum requisito necessário para participar do Festival. As produções serão selecionadas por Comissão de Seleção formada por pessoas de notório saber na área de cinema ligados à Trilha Musical. Não caberá qualquer recurso ou reclamação posterior quanto a eventuais não seleções. As decisões da Comissão são irrevogáveis. A lista das obras selecionadas será divulgada 30 dias antes da data de inauguração do Festival, em data a ser divulgada posteriormente nas redes sociais e site do Festival. Em até 10 dias após a divulgação dos filmes selecionados, os responsáveis deverão enviar: - Cópia de exibição do filme legendada em português, em formato MOV, PROress ou MP4, resolução Full HD ou superior, som 2.0 (stereo) e, ou 5.1. - 3 Fotos de divulgação do filme. - Cartaz - Termo de Autorização de Exibição (o modelo será enviado pela organização). Não sendo recebidos os documentos e materiais dentro do prazo, o filme poderá ser desclassificado e substituído por outro do cadastro reserva. CAPÍTULO VI DA INDICAÇÃO DE REPRESENTANTES Todos os filmes selecionados para a Mostra competitiva do Trilha Musical Fest assumem o compromisso de indicarem um (1) representante, no caso o compositor que assina a trilha sonora do respectivo filme, para representar a obra no festival. Caso o compositor da trilha musical não possa comparecer no evento, a produtora do filme indicará outro representante. Esse representante, caso não resida em Porto Alegre terá transporte terrestre pago pelo festival. Será paga também a hospedagem em quarto compartilhado para até três (3) pessoas e alimentação (café da manhã, almoço e janta) em Porto Alegre durante todo o período de realização do festival. A organização entrará em contato com os selecionados, através do e-mail ou telefone indicado na ficha de inscrição, indicando o prazo final para entrega da ficha assinada, contendo os dados do representante do filme e local de origem. O representante indicado assume o compromisso de comparecer às atividades do festival, especialmente as exibições dos filmes, debates e premiação. Após o envio da ficha preenchida e assinada não será realizada a troca das eventuais passagens, sendo que qualquer alteração (nos horários, na pessoa que virá representar o filme, ou qualquer outra) ficará a cargo do realizador responsável pelo filme. CAPÍTULO V DA PREMIAÇÃO O 'Troféu Narrativas Musicais' será entregue em cerimônia oficial na noite final do Trilha Musical Fest, na Casa de Cultura Mário Quintana, em Porto Alegre/RS (sujeito à adequação da agenda do local). Todos os filmes selecionados para a Mostra Competitiva competem entre si aos seguintes prêmios: Melhor Trilha Musical pelo Júri Técnico, Melhor Trilha Musical pelo Júri Popular, Troféu Destaque para quem, na visão do Júri Técnico e da curadoria do Festival, obteve relevante destaque com seu trabalho ligado à Trilha Musical no audiovisual do Estado no período vigente. O filme premiado na categoria Melhor Trilha Musical receberá premiação em dinheiro no valor de R$ 8.000,00 (oito mil reais), sendo a metade do valor para o compositor que assina a Trilha Musical e a outra metade para a Produtora responsável pelo filme premiado. Este prêmio será pago a partir do primeiro dia útil após a cerimônia de premiação diante de recebimento de Nota Fiscal, uma nota para cada parte do pagamento. O Filme Premiado na categoria Melhor Trilha Musical pelo Júri Popular, receberá premiação em dinheiro no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais), sendo a metade do valor para o compositor que assina a Trilha Musical e a outra metade para a Produtora responsável pelo filme premiado. Este prêmio será pago a partir do primeiro dia útil após a cerimônia de premiação diante de recebimento de Nota Fiscal, uma nota para cada parte do pagamento. CAPÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS A inscrição de filmes neste Festival implica na concessão de autorização aos realizadores do Festival para a utilização dos títulos, de trechos dos filmes (até 2 minutos), materiais de divulgação e citação dos realizadores das obras em ações de divulgação do mesmo e das obras selecionadas, em quaisquer veículos (internet, tv, e-mail, redes sociais), inclusive após a realização do Festival. No ato da inscrição, o responsável pela mesma declara que é detentor de todos os direitos cabíveis, autorizando sua participação e exibição no Festival. Os produtores responsáveis pelos filmes selecionados que possuírem trilha sonora declaram, no ato da inscrição, que autorizam a exibição das obras, dispensando toda e qualquer cobrança de direitos autorais de execução das músicas e/ou trilhas sonoras, guardados os direitos autorais que cabem segundo as leis em vigor no país. Eventuais custos junto ao ECAD serão de inteira responsabilidade da organização do Festival. Todos os elementos ou qualquer tipo de material utilizado no filme inscrito, incluindo a trilha sonora e imagens de arquivo, não deverão violar qualquer direito de uso de imagem ou de propriedade intelectual de terceiros, concordando assim, o responsável pela inscrição, em assumir exclusiva responsabilidade legal por eventual reclamação, ação judicial ou litígio, seja direta ou indiretamente, decorrente da exibição ou uso dos trabalhos. As datas e horários das exibições das sessões dos filmes selecionados serão decididos a partir de critérios definidos única e exclusivamente pelos realizadores do evento. A inscrição de filmes neste Festival importa na automática aceitação de todos os termos do presente Regulamento. A qualquer tempo, se constatado o não atendimento a qualquer requisito deste Regulamento, bem como a prestação de informações falsas, a inscrição será sumariamente cancelada. Em caso de filme já selecionado este será desclassificado. Se constatado plágio o concorrente será sumariamente desclassificado, não cabendo qualquer tipo de recurso. Além disso, os concorrentes responsabilizam-se plena e exclusivamente, inclusive em direito de regresso, por eventuais reclamações ou ações judiciais de plágio. Os casos omissos por esse Regulamento serão resolvidos pelos realizadores do Festival.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICA: A estrutura que será locada, conta com vagas reservadas no auditório e no estacionamento; indicações claras para motoristas e pedestres, além de funcionários treinados para receber visitantes e oferecer orientações. Os banheiros são adaptados. Na sala de exibição existem rampas e o espaço é projetado para ser totalmente acessível, permitindo a passagem de cadeirantes. Além disso, disponibilizamos poltronas especiais com espaço adicional para acomodar pessoas com qualquer tipo de limitação física, garantindo que todos possam desfrutar das sessões confortavelmente. Os assentos também são destinados a pessoas obesas. CASA DE CULTURA MARIO QUINTANA, possui projeto completo de acessibilidade ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: os filmes são exibidos com legenda descritiva obrigatoriamente e sempre é solicitado aos realizadores que enviem cópias com outros recursos de acessibilidade quando possuem. Durante todas as noites existe a presença de intérpretes de libras, inclusive nos debates. ACESSIBILIDADE PARA AS OFICINAS: sempre que há necessidade do público inscrito previamente para as oficinas, o evento disponibiliza intérpretes de libras para as oficinas. Quanto ao espaço, também acontecem na casa de cultura, igualmente prezando pela acessibilidade física. Também teremos monitores inclusivos e abafadores para TEA e outras sindormes

Democratização do acesso

*Em complemento, o proponente oferecerá as seguintes medidas de ampliação de acesso: - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;

Ficha técnica

Duca Duarte – Diretor geral Músico, compositor, arranjador, produtor musical, técnico de som e licenciado em música pela Faculdade Metodista - IPA ,de Porto Alegre/RS. Com experiência de mais de 20 anos nos palcos, empresta seu conhecimento à produção e direção musical de filmes, vídeos institucionais e campanhas publicitárias. Composição musical, criação de Identidades Sonoras para marcas, produtos e pessoas além do serviço de Técnico de Som Direto e Microfonista, são atividades desempenhadas no Art Music Studio RS, estúdio que é sócio proprietário. Como músico instrumentista é contrabaixista do grupo Comparsa Elétrica. Atuando em escolas e projetos sociais desenvolveu atividades com jovens e adolescentes em oficinas musicais. Da sua experiência nos palcos e bastidores do show business, transformou-se em produtor e diretor de palco estando à frente de espetáculos como O Grande Encontro - A Música dos Gaúchos, Projeto Desgarrados ( gravação do DVD e shows), em estúdio atua na produção de CDs, jingles, dublagens e áudios publicitários. A partir de parcerias com produtoras, ingressou no segmento do audiovisual, onde há 15 anos vem atuando. Assinando aproximadamente 60 projetos entre curta e longa metragens desde a captação do áudio, a criação de trilhas e canções originais e desenho de som. Rita Zart - Jurada Rita Zart cantora, compositora e diretora musical de Porto Alegre. Recentemente recebeu o prêmio de Melhor Produtora de Trilhas Sonoras para Cinema no Prêmio Profissionais da Música 2023 e o Kikito de Melhor Trilha Sonora de Longas Metragens Gaúchos no 51º Festival de Cinema de Gramado. Dirigiu e compôs trilhas sonoras de longas e curtas metragens que estrearam em festivais como Berlim, Veneza, San Sebastián, Rio de Janeiro e Gramado. Entre as produções estão os filmes Tinta Bruta, 7 Prisioneiros, Cidade;Campo, Continente, A Cidade dos Piratas, Raia 4, Ese Fin de Semana, Céu Aberto e Hamlet. Em 2019 lançou seu primeiro EP autoral "O Que Range". Atualmente, enquanto trabalha em trilhas sonoras de filmes que devem lançar em breve, Rita também compõe seu próximo álbum. Roger Lerina - Apresentador Jornalista e crítico de cinema. Formado na primeira turma (2019/2020) do Curso de Pós-Graduação Práticas Curatoriais do Departamento de Artes Visuais do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Integrante da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine). Foi vice-presidente da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul (ACCIRS) entre 2008 e 2010 e presidente da entidade de 2010 a 2012. Editou de 1999 a 2017 a coluna Contracapa (artes, cultura e entretenimento), publicada no Segundo Caderno do jornal Zero Hora. Neste período, também atuou como repórter cultural do caderno de variedades de ZH. Apresentou o “Programa do Roger” na TVCOM entre 2011 e 2015. Em janeiro de 2007, ganhou o Prêmio Joaquim Felizardo, na categoria Jornal, concedido pela Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre. É editor do site Roger Lerina (matinaljornalismo.com.br/rogerlerina), uma plataforma dedicada a notícias, artigos e vídeos sobre cinema, artes cênicas, música, artes visuais e eventos culturais. É curador do evento Noite dos Museus em Porto Alegre desde 2019. Integra a comissão de seleção das atrações musicais da Virada Sustentável em Porto Alegre desde 2018. É curador da Mostra de Longas-Metragens do Festival Internacional de Cinema da Fronteira desde 2018. Cocurador do projeto Adaptação: Entre a Literatura e o Cinema, realizado no Instituto Ling. Participa desde 2005 como apresentador e crítico de cinema do Mesa de Cinema, projeto da jornalista Rejane Martins que une cinema e gastronomia. Foi programador das três salas do Cine Grand Café, no Shopping Nova Olaria, em Porto Alegre, entre novembro de 2021 e julho de 2022. Atua como repórter e crítico de cinema no Canal Brasil. Paulinho Goulart – Maestro da banda Acordeonista, produtor musical e arranjador. Natural de Uruguaiana/RS - Brasil. Bacharelando em Composição na UFRGS (Universidade Federal do Rio grande do Sul). Integrante dos grupos “Instrumental Picumã“ e "Comparsa Elétrica". Ambos os trabalhos reconhecidos com o Prêmio Açorianos de Música. Em 2019 recebeu o "Prêmio Vitor Mateus Teixeira" oferecido pela Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, em reconhecimento de seu trabalho como Produtor Musical. Como músico e produtor trabalhou alguns dos principais nomes do sul e do Brasil, tais como, Mário Barbará, Pirisca Grecco, Esteban, Humberto Gessinger, Arismar do Espirito Santo, Samuca do Acordeom, Shana Müller, Cristiano Quevedo, Érlon Péricles, Juliano Trindade "Bonitinho" e João Triska, entre outros. É socio-diretor do Art Music Studio em Porto Alegre, onde realiza trabalhos de produção, gravação, mixagem e aulas de música. Participa do movimento dos festivais nativistas, tendo sido premiado como instrumentista e arranjador em edições da Califórnia da Canção Nativa, Coxilha Nativista, Musicanto Sul-americano, entre outros. Apresentou-se em vários estados brasileiros, além de outros paises como Argentina, Uruguai, Paraguai, Espanha, Portugal, França e China. Léo Henkin - Jurado Diretor musical e compositor de trilhas sonoras, o porto-alegrense começou sua trajetória artística na década de 80, como guitarrista profissional na Banda “Saracura”, depois, passou a integrar o grupo de rock gaúcho “Os Eles”, gravando e coproduzindo dois discos, sendo o primeiro independente e o segundo pela gravadora Polygram. Em 1987, começa a atuar na publicidade na produtora “Versus, produzindo trilhas e jingles, ganhadoras de prêmios nacionais para marcas como Olympikus, Lojas Renner, Coca-Cola, Pepsi, Panvel, Zaffari e inúmeros outros. Em meados de 1988, o cinema a televisão, começaram a fazer parte da sua rotina profissional, exercendo a direção musical, produção artística criando trilhas e arranjos, no ano seguinte recebeu o “Kikito” de Melhor Trilha Sonora Nacional no Festival de Cinema de Gramado, com o filme “Essa não é a sua Vida”, de Jorge Furtado. Em 1994, formou a banda PAPAS DA LÍNGUA, onde atuou como compositor, guitarrista, arranjador e produtor, realizando milhares de shows dentro e fora do país. Gravou e coproduziu seis CDs e três DVDs: Papas da Língua”, “Xá-la-lá” , “ Baby Bum”, “ Um dia de Sol” ; ‘Acústico Ao Vivo Papas da Língua” , “ Disco Rock” ; “Bloco na Rua” ; “Papas da Língua 20 anos” e “Papas da Língua 25 anos” . Suas canções fizeram parte de filmes e telenovelas nacionais e também internacionais. Produziu discos de artistas variados, como Neil Lisboa, Sombrero Luminoso, Nacional Kid, Direto de Fábrica, Nikitta, Luíza Caspary, e duas faixas do CD do compositor e cantor Cláudio Levitan. Tornou-se compositor nacionalmente reconhecido, com músicas gravadas por Pedro Mariano, Netinho, Rosana, “Asa de Águia”, Patrícia Coelho, Big Alambique, Paulo Ricardo e outros. Os anos 90, marcaram sua intensa atividade no cinema, atuando na composição de trilhas sonoras para vários curta metragens, como “Esta não é a sua vida” (Jorge Furtado) e “Três Minutos” (Ana Luíza Azevedo), ganhadores de prêmios de melhor trilha sonora. Sua estreia em longas veio com “Houve uma vez dois verões” (Jorge Furtado) em 2002. E em 2009, recebeu o prêmio de melhor trilha sonora no festival de cinema de Paulínia, em São Paulo, pela criação e direção musical no filme “Antes que o mundo Acabe”, de Ana Luíza Azevedo. Em 2017 realizou a curadoria e produção artística da série musical “Ao vivo no Soma”, para o canal Music Box Brasil, no mesmo período, que dirigiu o espetáculo musical “Voando Alto, dentro do projeto Unimúsica, da Universidade Federal do rio Grande do Sul. Em 2021 participou do projeto “Anos 10”, produzindo a canção “Venha Comigo”, do duo “50 Tons de Pretas”. Entre seus trabalhos estão os longas “O Homem que copiava”, “Saneamento Básico”, Angélica Fonseca - ProdutoraProdutora Cultural e Especialista em Gestão de projetos Perfil ProfissionalProdutora cultural com 12 anos de experiência na gestão de projetos culturais, sociais e esportivos, com foco em estratégias de captação de recursos para ONGs e projetos sustentáveis. Especialista em Impacto Social e Investimento Social Privado, Angélica Fonseca tem uma sólida trajetória na elaboração, coordenação e execução de projetos culturais de destaque no Rio Grande do Sul. Sua formação acadêmica inclui uma graduação em Administração de Empresas e especializações em Gestão de Projetos e Gestão de Organizações do Terceiro Setor. Experiência Relevante Gestão e Captação de RecursosAngélica tem uma ampla experiência na estruturação de estratégias de captação de recursos, tanto para organizações não governamentais quanto para projetos culturais e sociais, atuando de forma a garantir a viabilidade e sustentabilidade das iniciativas. Seu trabalho envolve: Desenvolvimento de parcerias estratégicas com empresas privadas e públicas, viabilizando o financiamento de projetos culturais e sociais.Elaboração de projetos para editais de fomento e leis de incentivo, como a Lei Rouanet e o Pró-Cultura RS.Consultoria em impacto social para empresas privadas, auxiliando na definição de estratégias de investimento social que geram valor para a comunidade e para a marca.Principais Projetos CulturaisAngélica atuou como produtora em diversas iniciativas culturais de grande impacto, consolidando sua experiência e reputação no setor. Entre os projetos com maior número de edições estão: Festival Santa Cruz de Cinema (7 edições): Um dos mais importantes festivais de cinema do interior do Rio Grande do Sul, que promove a exibição de produções audiovisuais nacionais e internacionais, com destaque para produções independentes e debates com cineastas.Procissão das Criaturas (10 edições): Um evento cultural que mistura teatro, música e manifestações artísticas de rua, envolvendo a comunidade local em uma celebração única das tradições e mitologias populares gaúchas.O Grande Encontro – Música dos Gaúchos (10 edições): Um projeto que reúne importantes músicos da tradição gaúcha, com o objetivo de preservar e promover a música regional, oferecendo visibilidade para artistas locais.Divas do Samba (2 edições): Um projeto voltado para a celebração e valorização do samba, destacando a participação e a importância das mulheres neste gênero musical tradicional.Consultoria de Impacto Social e Investimento PrivadoAtuando como consultora para empresas privadas, Angélica desenvolve e implementa estratégias de impacto social e investimento social privado, auxiliando organizações a se posicionarem como agentes transformadores nas comunidades em que atuam. Seu trabalho inclui a criação de projetos que geram resultados sustentáveis e de longo prazo, tanto para as empresas quanto para a sociedade. Formação Acadêmica Graduação: Administração de EmpresasEspecializações:Gestão de ProjetosGestão de Organizações do Terceiro Setor

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.