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Produzir o documentário "Vidas Deslocadas" que aborda histórias de personagens que já deixaram ou estão prestes a abandonar sua rotina devido às intempéries do clima e transformações ambientais.
O documentário “Vidas Deslocadas" traz histórias de personagens que já deixaram ou estão prestes a abandonar sua rotina devido às intempéries do clima e transformações ambientais. Elas vivem em regiões do planeta que foram afetadas pelas alterações climáticas ou desastres ambientais e, como consequência, precisaram ou estão em vias de abandonarem suas casas. Atualmente, 21 milhões de pessoas se deslocam todos os anos em decorrência de causas ambientais. Com foco nas Américas e a ajuda de especialistas, vamos retratar a origem do problema climático, que ações deveriam ser feitas para reduzir os impactos destas mudanças que têm sido acentuadas devido à ação dos humanos - e o que pode ser feito (e quem pode fazer algo) para auxiliar a vida dos afetados pelo clima.
Geral Expor o problema dos refugiados climáticos e a necessidade de se criar políticas voltadas a esta categoria de deslocados _ ainda não existente formalmente. Alertar para a urgência da mudança de comportamento de governos, iniciativa privada e população, por meio da adoção de atitudes sustentáveis, para que as novas gerações consigam viver com oportunidades e menos desigualdade. Específico Produzir um documentário com duração de 65 minutos.
Os deslocados climáticos são uma questão muito atual e relevante. Segundo estimativa do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, apresentada em 2008, aproximadamente 250 milhões de pessoas serão levadas a se deslocar no curso deste século em razão da transformação do clima, das condições meteorológicas extremas, da diminuição das reservas de água e da degradação das terras agrícolas. Tais deslocamentos ocorrerão em capitais e no interior dos Estados brasileiros. O Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC) define mudança do clima como sendo "qualquer alteração do clima ao longo do tempo, seja em razão de variabilidade natural ou como resultado da atividade humana" e reconhece que "a mudança climática impõe riscos para os sistemas humanos e naturais e que a mudança do clima tem o potencial de impor pressões adicionais nos vários aspectos da segurança humana, incluindo a migração" (RUPPEL, Oliver. Intergovernmental Panel on Climate Change Calls for More Attention on Human Mobility). É notória a responsabilidade dos humanos no aquecimento global, que traz consequências graves para a vida na Terra. A temperatura maior do planeta em relação aos níveis pré-industriais afeta a biodiversidade e a nossa vida. Mares mais elevados, calor excessivo em determinados locais, falta de água e improdutividade alimentar são alguns dos atuais desafios da humanidade. Sintomas de um planeta alterado por nós e que forçam uma multidão de pessoas para fora de suas casas. Para a literatura, os refugiados climáticos são aqueles que foram obrigados a abandonar temporária ou definitivamente a zona onde tradicionalmente vivem devido ao visível declínio do ambiente (por razões naturais ou humanas), perturbando a sua existência e/ou a qualidade de vida de tal maneira que a subsistência desses indivíduos se torna inviável. Mas para governos, eles simplesmente não existem. O motivo? Não há um reconhecimento no âmbito internacional do status de refugiado ou deslocado climático, um problema reconhecido até pela Organização das Nações Unidas (ONU), que articula acordos para tentar saná-lo. Entretanto, 21,5 milhões de pessoas (em média) foram forçadas a cada ano, desde 2008, a deslocar-se por causa de intempéries _ inundações, tempestades, incêndios florestais, temperaturas extremas. Uma pesquisa da ACNUR, agência da ONU para refugiados, revelou em 2015 que 380 mil refugiados e pessoas internamente deslocadas foram expostas a 150 desastres em 16 países durante 2013 e 2014, confirmando sua vulnerabilidade a desastres associados a riscos naturais. Milhares de outras pessoas fogem de suas casas no contexto de situações de risco mais lentas, tais como secas ou erosão costeira ligada ao aumento do nível do mar. Existe um alto consenso entre os cientistas de que a mudança climática, em combinação com outros fatores, aumentará o deslocamento de pessoas no futuro dentro dos países e através das fronteiras, criando "hotspots" onde dezenas de milhões chegam a favelas já populosas. Mais de 140 milhões de pessoas em três regiões que representam 55% da população do mundo em desenvolvimento devem migrar dentro de seus países de origem até 2050, segundo o Banco Mundial. Na África Subsaariana, espera-se que 86 milhões de pessoas se desloquem internamente; no sul da Ásia, cerca de 40 milhões; e na América Latina, 17 milhões. O contingente de cerca de 140 milhões pode ser reduzido se transformações forem feitas. Se o desenvolvimento econômico se tornar mais inclusivo, por exemplo, com melhor educação e infraestrutura, a migração interna entre essas três regiões poderá ficar entre 65 milhões e 105 milhões, de acordo com o relatório. Se uma ação forte for tomada nas emissões de gases do efeito estufa, entre 30 milhões e 70 milhões poderão migrar. As histórias narradas pelo documentário "Vidas Deslocadas" alertam que se os governos e as sociedades no mundo não passarem a adotar atitudes sustentáveis de forma massiva, seremos uma ameaça para a própria humanidade. A solicitação de apoio junto ao Ministério da Cultura, através da Lei Federal, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura. Sobre o atendimento ao Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Sobre o atendimento ao Artigo 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, filmes e outras formas de reprodução fonovideográfica de caráter cultural;
Anexamos o Argumento e a Proposta de produção no campo de documentos da proposta.
Acessibilidade física: Os locais a serem selecionados para a exibição atenderão as obrigações de acessibilidade arquitetônica, banheiros acessíveis, e rampa de acesso e locais reservadas à cadeirantes.Acessibilidade para PcD visual: audiodescriçãoAcessibilidade para PcD auditiva: legendasAcessibilidade para PcD intelectual: Não se aplica.
Para atendimento ao Artigo 30 da IN 11/2024, optamos pelo Inciso IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional. Direção, roteiro e produção executiva - Leonardo MenezesLeonardo Menezes é curador de exposições, diretor artístico, diretor audiovisual, roteirista, pós-doutor em Comunicação pela UFRJ e sócio da Outra Onda Conteúdo e da Guaraná Conteúdo. Bolsista do programa Chevening Clore Fellowship (2023-2024) do Reino Unido. Diretor do documentário longa-metragem “Luana Muniz – Filha da Lua” (2017), Prêmio Melhor Longa-metragem Nacional no Rio Festival de Gênero e Sexualidade no Cinema 2017, Melhor Filme no Festival Mix Brasil 2018, Melhor Documentário no DIGO Festival Internacional de Cinema de Gênero e Diversidade Sexual de Goiás, e Impact Docs Awards nos EUA. Diretor do documentário longa-metragem “Lorna Washington - Sobrevivendo a Supostas Perdas” (2016), Menção Honrosa Rio Festival de Gênero e Sexualidade no Cinema 2016; e Impact Docs Awards. Foi premiado com o Promax 2009 (EUA), Caracol de Plata 2009 (México) e dois Prix Jeunesse Iberoamericano 2005. Direção, roteiro e direção de produção - Eduardo CarvalhoEduardo Carvalho é curador de exposições e gestor cultural, é jornalista com experiência em redações brasileiras. Desenvolve projetos nacionais e internacionais que usam a cultura, tecnologia e design para engajar a audiência sobre os impactos da mudança climática na sociedade. Foi curador-assistente e editor artístico do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, onde concebeu diversas mostras e experiências. Mestre em Gestão da Economia Criativa, foi bolsista do programa Chevening Clore Fellowship, no Reino Unido, focado no desenvolvimento de lideranças em economia criativa, artes e cultura. Foi finalista do Prêmio Jabuti em 2018. Concebeu por dois anos o Brazil Climate Action Hub, pavilhão da sociedade civil na Conferência da ONU sobre clima (Reino Unido e Egito). É um dos criadores da coleção Educação Climática com a Turma do Pererê, da Editora Inteligência Educacional, focada em compartilhar informações sobre a mudança climática para o Ensino Fundamental e que possui ilustrações de Ziraldo. Direção de Fotografia - Bruno KellyBruno Kelly é fotógrafo, formado em jornalismo pela UNIVAP (Universidade do Vale do Paraíba). Se mudou para Manaus em 2009, onde desenvolve trabalhos ligados a temas socioambientalistas. O profissional colabora para veiculos de imprensa do Brasil e do exterior e para ONGS que atuam em prol da floresta Amazônica e de suas populações tradicionais. Entre os reconhecimentos estão o prêmio HSBC/Jornalista e Cia de Sustentabilidade de 2012, com reportagem sobre o guaraná da Amazônia, o prêmio Sebrae de Jornalismo em 2014, com reportagem sobre o manejo do Pirarucu e mais recente, em 2024, foi menção honrosa no prêmio POY ( Pictures of the Year) Internacional de fotojornalismo, com ensaio sobre a seca dos rios do Amazonas (2023). Em 2021 lançou o livro, Arapaima, que retrata o manejo comunitário do Pirarucu, realizado pelas populações ribeirinhas do Amazonas. Montagem - Luísa BredaLuísa Breda é montadora de documentários e editora de programas, campanhas publicitárias, peças promocionais e projetos de web para canais como Globoplay, Universal Channel e TVBrasil. Montadora do filme “Luana Muniz - Filha da Lua”, vencedor do Prêmio de Melhor Filme pela Escolha do Público no Mix Brasil 2017, Melhor Longa no Festival de Gênero e Sexualidade do Rio no Cinema 2017 e Melhor Longa para Documentário no DIGO 2018. E “Lorna Washington - Sobrevivendo a Supostas Perdas”, Prêmio Menção Honrosa no Festival de Gênero e Sexualidade do Rio no Cinema 2016, Impact DOC Awards 2017 e selecionado para representar o Brasil como melhor DOC no Festival Internacional de Viña Del Mar 2017. Ambos os projetos estão no acervo do Canal Brasil. Diogo Nunes - Assistente de Produção e Pós-ProduçãoDiogo Nunes é Assistente de Produção e Pós-Produção. Recente experiência na GLOBO, como Assistente de Produção e Pós-Produção dos produtos: Geladeiras em Ação, do canal GNT; Projetos Parabólicas, da TV Globo; e Aumenta que é Rock, do Globoplay. Já atuou como Diretor e Assistente de Direção no Canal Shoptime, em programas gravados e ao vivo. Trabalhou por 09 anos na TV BANDEIRANTES RJ, onde foi Produtor e Diretor de TV de conteúdo artístico. Participou de grandes eventos, como Carnaval no Sambódromo do Rio, Jogos Pan-Americanos, coberturas jornalísticas, Fashion Rio e Réveillon de Copacabana. Foi produtor e repórter do programa de TV Band Mulher Rio.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.