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PRONAC 2412198Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Mulheres na videoarte brasileira - 50 anos de história

PHI PROJETOS CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 517,2 mil
Aprovado
R$ 517,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Em qualquer reflexão histórica sobre a videoarte brasileira, em seu quase meio século de existência, é incontornável considerar a atuação das mulheres, seja no despertar das práticas, na consolidação do vídeo ou no volume de obras produzidas. Não é incomum, entretanto, que poucas linhas sejam dedicadas à análise das obras e à presença das artistas na formulação estética da videoarte. Este projeto apresenta uma mostra que celebra 50 anos de videoarte brasileira, destacando a produção experimental de mulheres e pessoas dissidentes. Serão exibidas cerca de 50 videoartes, acompanhadas de debates com artistas, pesquisadores e colecionadores. Um website com textos e registros audiovisuais documentará essa pesquisa.

Sinopse

PALESTRAS As palestras abordarão o protagonismo das mulheres na videoarte brasileira, reunindo artistas, pesquisadoras e curadoras para discutir questões sobre trajetória histórica, experimentação visual, e o uso do vídeo como resistência cultural. Além disso, serão explorados temas relacionados ao colecionismo de videoarte, o papel das artistas mulheres em instituições de arte, e as lacunas na preservação de suas obras. Os encontros terão duração de 1h a 2h. WEBSITE O website celebra a trajetória de mulheres pioneiras na videoarte brasileira, destacando obras experimentais que desafiam narrativas canônicas e revelam o ponto de vista feminino na sociedade. O conteúdo abrange uma galeria com perfis das artistas, textos críticos sobre o desenvolvimento da videoarte no Brasil, e uma linha do tempo que contextualiza suas contribuições históricas. Complementam a experiência os videoregistros das programações de debates e encontros.

Objetivos

Objetivo Geral Com quase meio século de existência, a videoarte brasileira é marcada por um profundo experimentalismo e uma produção significativa de obras. Embora já consolidada dentro do sistema das artes, permanece um campo aberto a diversos debates. São disputas que vão desde a defesa da própria linguagem por mais espaços de exibição até discussões que exigem revisões sobre os protagonismos na construção de sua história. Não é incomum, mesmo em exposições atuais, depararmo-nos com menos artistas mulheres do que homens e, no campo historiográfico, encontrarmos poucas linhas dedicadas à análise das obras e à presença das artistas na formulação estética da videoarte. Quando tais análises existem, geralmente são voltadas ao que foi realizado nos grandes centros urbanos do Sudeste, desconsiderando uma rica produção realizada por artistas nos mais diversos territórios nacionais ao longo desses cinquenta anos. É nesse sentido que este projeto busca afirmar a presença de artistas mulheres e de pessoas dissidentes, frequentemente ‘esquecidas’ pela história oficial, na produção da videoarte brasileira. Na mostra, serão exibidas cerca de 50 videoartes, acompanhadas por sessões de debates com artistas, pesquisadoras, representantes de instituições e colecionadoras. Um website será desenvolvido com textos, registros audiovisuais e informações complementares, servindo como um registro duradouro desta pesquisa. O projeto conta com curadoria de Khadyg Fares e pesquisa de Márcia Beatriz Granero, Lucila Meirelles e Simone Michelin. Toda a programação será gratuita. Para além disso, o projeto objetiva: - contribuir para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Objetivos específicos 1. Realização de uma mostra com 50 obras de videoarte durante o período de 10 dias. Serão realizadas 15 sessões de videoarte com duração aproximada de 75 minutos cada. Público estimado por sessão: 100 pessoas. Público total: 1.500 pessoas.2. Realização de 10 bate-papos, com artistas e profissionais brasileiras. Previsão de público: 100 pessoas por bate-papo, totalizando 1.000 pessoas.3. Desenvolvimento de website com registros, textos e informações adicionais da pesquisa realizada. Previsão de público: 3.000 pessoas.

Justificativa

A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parcerias na iniciativa privada. Dessa forma, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, uma vez que oferece uma programação consistente e gratuita. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, através da seleção de artistas e profissionais culturais brasileiros para comporem a equipe do projeto. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, uma vez que trata-se de um projeto de cunho artístico e cultural, que o projeto dá visibilidade a uma produção artística pouco conhecida, mas muito relevante na história da arte brasileira. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, através de uma programação gratuita que contempla uma mostra de videoarte com 50 obras de videoartistas mulheres, uma série de debates e um website com pesquisas, registros e informações adicionais. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, uma vez que se trata de um projeto histórico e inédito. IX - priorizar o produto cultural originário do País, uma vez que é um projeto criado por brasileiras, com curadoria brasileira e artistas brasileiras. Ademais, o projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8.313/91): IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante realização de uma programação de exibição de videoartes e debates totalmente gratuita, e de um espaço virtual com a pesquisa e registros.

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

Em atendimento ao Art. 27 da Instrução Normativa nº 11 de 30/01/2024, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, as seguintes ações serão adotadas para acessibilidade: PRODUTO: MOSTRA DE FILMES ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: o local de realização terá estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: realização de audiodescrição de algumas das obras de videoarte ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: realização de transcrição/ closed captions de algumas das obras de videoarte ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário. PRODUTO: BATE-PAPOS/ DEBATES ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: o local de realização terá estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Linguagem simples. PRODUTO: WEBSITE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: espaço virtual. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: website programado com acessibilidade de leitura de texto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras para os textos do website. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Linguagem simples.

Democratização do acesso

Em atendimento aos Artigos 29, 30 e 31 da Instrução Normativa nº 11 de 30/01/2024, todos os produtos da exposição serão para distribuição gratuita. Em complemento, iremos adotar as seguintes medidas de ampliação do acesso, conforme estipulado no Art. 30. : IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos V - realizar, gratuitamente, uma mostra de videoarte, 10 bate-papos e um website com pesquisas e registros audiovisuais desses encontros.

Ficha técnica

Julia Borges Araña - dirigente da Phi - direção geral Julia Borges Araña é curadora, pesquisadora e produtora especializada em projetos de arte contemporânea, novas mídias e cultura pós-internet, diretora da produtora cultural Phi Projetos e do Instituto URBE. Produziu projetos culturais de amplitude internacional incluindo: Smart Lights - Luzes Inteligentes (Farol Santander São Paulo, 2024 e Porto Alegre, 2023), Movimentos Convexos (CCBB São Paulo, 2023), Banksy (Shopping Village Mall e Shopping Eldorado, 2023), Frida Kahlo (Shopping Eldorado, 2023), Tina Turner (Museu da Imagem e do Som, 2023), Joan Jonas – Cinco Décadas (Pinacoteca, 2020), Björk Digital (CCBB Brasília, CCBB RJ, CCBB Belo Horizonte, 2019/ 2020), Chantal Akerman - Tempo Expandido (Oi Futuro/ 2018-2019), URBE – Mostra de Arte Pública (2016 e 2018), Perfume de Sonho, exposição individual de Sebastião Salgado (Instituto Tomie Ohtake/ 2016), Eija‐Liisa Ahtila ‐ Sobre assuntos desconhecidos, natureza dos milagres e possibilidades da percepção, exposição com curadoria de Catherine de Zegher (Oi Futuro Flamengo/ 2015). De 2013 a 2019 foi responsável na América Latina pela The Wrong Digital Art Biennale. De 2004 a 2012 trabalhou na equipe de produção e curadoria do Itaú Cultural e do Museu da Imagem e do Som‐SP. Possui MBA em Bens Culturais: Cultura, Economia e Gestão, pela Fundação Getúlio Vargas e é graduada em Comunicação Social - Cinema pela FAAP. Khadyg Fares - Curadoria Khadyg Fares é pesquisadora, educadora e curadora com foco nos estudos dissidentes, nas teorias da imagem e do vídeo. Possui graduação e mestrado em História da Arte pela Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP Integrou os Núcleos de Exposições e Programação e de Museologia e Acervo do Museu da Diversidade Sexual (2023/2024), o Núcleo de Pesquisa e Curadoria da Pinacoteca de São Paulo (2018/2020) e o Núcleo de Pesquisa do Arquivo Histórico Wanda Svevo da Fundação Bienal de São Paulo (2016/2017). Foi coordenadora do Colóquio de Cinema e Arte na América Latina – COCAAL e integrante do Grupo de Estudos MAAR-UNIFESP (Mídias, Afetos, Artes e Resistências). SIMONE MICHELIN - pesquisa e programação Bento Gonçalves, RS. Vive e trabalha em São Paulo, SP. Michelin pertence à segunda geração da Videoarte Brasileira e ao grupo pioneiro de pesquisa em Arte e Tecnologia no Brasil, pós revolução digital. Professora e pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, 1991-2015 e EAV Parque Lage, 1994 a 2011. Expõe no Brasil e exterior desde o final dos anos 1970; tem seus textos publicados em livros e revistas especializadas. Recebeu prêmios tais como 2020 CIFO Grants&Comissions Award da Cisneros-Fontanals Art Foundation, o 6º Prêmio Sérgio Motta de Arte e Tecnologia. Suas obras foram apresentadas em instituições como Tate Modern, ZKM Center of Media Art, Instituto Tomir Othake, MAR Museu de Arte do Rio, entre outros. Lucila Meirelles - pesquisa e programação LUCILA MEIRELLES videoartista, performer, diretora de vídeo e TV, mestre em Artes Visuais. Participou da videoarte dos anos 70. Seus vídeos ganharam prêmios nacionais e internacionais. Ganhou a Bolsa Vitae, Bolsa de Artes Antorchas, e Bolsa do Programa Transmídia.Realizou 8 curadorias de videoarte. Márcia Beatriz Granero - pesquisa e programação Márcia Beatriz Granero é videoartista e pesquisadora independente, idealizadora do programa VideoArtePapo que conduziu de 2020 a 2023 no Museu da Imagem e do Som de São Paulo. Seu trabalho autoral é focado na identidade artística Jaque Jolene, que já participou de inúmeras exposições individuais e coletivas no Brasil e no mundo. Realizou curadorias de exposições e mostras como: NÚCLEO de Videoarte JTG (São Paulo 2021), Vídeo, substantivo Feminino (Pinacoteca de São Bernardo SP 2022), Videoarte acervo MIS (São Paulo SP 2022), Videoarte Clube (São Paulo SP 2022/23), Mostra Basileña Pioneiras da Videoarte (17º Festival Proyector Madrid Espanha 2024).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.