Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2412206Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Jardins de Marias - Audiovisual

ARMAZEM DU FILM PRODUCOES CINEMATOGRAFICAS E EVENTOS LTDA
Solicitado
R$ 1,43 mi
Aprovado
R$ 1,43 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de capacitação e treinamento de pessoa
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
24

Localização e período

UF principal
GO
Município
Goiânia
Início
2025-01-02
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
Goiás Goiás

Resumo

O projeto Jardins de Marias reúne oficinas de educomunicação na EFAGO, Escola Família Agrícola de Goiás, voltada aos alunos e à comunidade rural, e a produção de um documentário sobre o processo regenarativo da escola. O programa de formação, destinado a 50 alunos, é composto por módulos que cobrem educomunicação, narrativas visuais, captação de áudio e vídeo com equipamentos acessíveis, edição de vídeo e áudio. O documentário,com duração de 45 min, registrará o processo de formação dos alunos no Ensino Médio Técnico em Agroecologia conjuntamente com a transformação da escola em sua jornada de busca por autonomia. Paralelamente, serão realizadas exibições com debates de obras relacionadas às temáticas trabalhadas. O projeto culmina com a mostra de trabalhos finais, e, paralelamente, com a finalização e exibição do documentário, promovendo a reflexão coletiva sobre os aprendizados e a expressão da cultura campesina local.

Sinopse

O documentário retratará a evolução da Escola Federal Agrícola de Goiás (EFAGO) em sua missão transformadora rumo à autossuficiência. Pelo olhar atento da comunidade envolvida no Ensino Médio Técnico em Agroecologia, o filme explora a metamorfose da escola na busca por autonomia alimentar, energética, hídrica e na gestão sustentável de resíduos. A narrativa visual documenta a transição da EFAGO para um ecossistema em sintonia com seu entorno natural e destaca o crescimento holístico dos aluno - social, intelectual, econômico e emocional - enquanto eles se aprofundam em sua conexão e identidade com o bioma local.

Objetivos

Objetivos Gerais: Promover uma formação educativa em audiovisual que capacite jovens da comunidade, oferecendo ferramentas para a expressão e documentação das práticas culturais, sociais e ambientais do contexto rural. Produzir um documentário de até 45 minutos, com a participação dos estudantes e da comunidade da EFAGO, registrando o desenvolvimento socioambiental da escola e sua região. O documentário resgatará as histórias dos fundadores, professores e alunos, e abordará o desenvolvimento social, alimentar, intelectual e sustentável, destacando a importância das tradições e da preservação do bioma local. Processo Formativo em Audiovisual: Objetivos Específicos: Fomentar o reconhecimento da identidade cultural da EFAGO e sua comunidade por meio de um programa educativo que integre o audiovisual como ferramenta de registro e valorização das práticas socioambientais locais;Proporcionar aos alunos o domínio de ferramentas audiovisuais que promovam o reconhecimento de suas identidades e memórias, documentando o processo regenerativo, histórico e ambiental da comunidade, preservando os saberes tradicionais;Estimular reflexões sobre questões socioambientais e culturais da vida rural e da educação no campo, utilizando a linguagem audiovisual como meio de preservação e promoção desses valores;Promover a inclusão digital e o uso consciente de tecnologias acessíveis para produção audiovisual, capacitando os participantes com conhecimentos práticos e teóricos.Conduzir um conjunto de oficinas com 8 encontros, divididos em 6 módulos de conteúdo (roteiro, direção, produção, filmagem, edição e finalização), abordando o contexto socioambiental da escola e da produção alimentar. A formação contará com 88 horas, sendo 24 teóricas e 64 práticas;Criar um cineclube na EFAGO, oferecendo um espaço de aprendizado, apreciação cultural e discussão teórica sobre o processo formativo, que servirá como referencial para o projeto;Realizar no mínimo 4 exibições gratuitas do documentário, promovendo diálogos e reflexões sobre os temas abordados no filme;Inscrever o documentário em pelo menos 4 festivais de cinema nacionais, ampliando o reconhecimento do projeto e incentivando o interesse pela produção audiovisual na região;Documentar as etapas do projeto em um site dedicado e nas redes sociais, proporcionando acesso ao conteúdo formativo e ao processo criativo do documentário, disseminando as experiências e o conhecimento adquiridos.

Justificativa

O projeto se inspira em bem-sucedidas experiências de formação audiovisual realizadas com comunidades tradicionais, como povos indígenas, quilombolas, e de territórios historicamente marginalizados, que demonstraram o poder do audiovisual como ferramenta de expressão e preservação cultural. Por meio deste modelo, o projeto visa não apenas educar e capacitar, por meio da formação, mas também criar um arquivo vivo, por meio do documentário, das tradições campesinas e dos conhecimentos locais, garantindo que sejam valorizados e transmitidos às futuras gerações. A Escola Família Agrícola de Goiás, fundada em 1994 por uma associação de pequenos produtores oriundos de assentamentos rurais, em parceria com a Comissão Pastoral da Terra e outros movimentos sociais, é uma escola que tem por objetivo implantar a pedagogia das escolas famílias agrícolas originárias da França no início do século XX, e que foram trazidas para o Brasil no final da década de 60 e anos 70. As Escolas Famílias Agrícolas têm o objetivo de educar os jovens do campo de maneira a dar-lhes o conhecimento necessário para prosperarem e também de auxiliar na aplicação nas propriedades rurais de suas famílias os conhecimentos e técnicas agrícolas da escola, cujos princípios são a produção agrícola familiar sustentável e a formação integral do aluno através da pedagogia da alternância e da agroecologia. A metodologia também resolve um problema fundamental dos custos logísticos de acesso à educação dos jovens moradores de áreas rurais, onde as distâncias físicas são um limitante para a viabilidade do transporte escolar para o Estado. A escola que já teve, em seu auge, cerca de 120 alunos e alunas, hoje tem um contingente de 26 alunos no Ensino Médio e enfrenta severas dificuldades para manter-se operando. Este projeto respondem diretamente aos objetivos da Lei nº 8.313/91: mediante oficinas criativas, o projeto oferece formação técnica em audiovisual, capacitando os jovens da EFAGO com habilidades práticas e teóricas. A formação amplia o acesso cultural e promove o exercício de direitos culturais para a juventude rural, muitas vezes excluída por barreiras geográficas e sociais; e mediante a produção do documentário visa registrar o processo de regeneração da escola e a rica cultura campesina da comunidade, abordando as práticas e tradições locais de forma autoral e artística, valorizando e divulgando a cultura local, ampliando o alcance do impacto social e cultural do projeto. Destaca-se que a estrutura de produção da proposta contempla esses dois produtos como distintos e complementares: 1.Formação audiovisual: com foco na capacitação de jovens em técnicas de produção audiovisual; 2. Documentário: que registrará o processo de regeneração da escola e o impacto da formação audiovisual na comunidade, com planejamento, público-alvo e objetivos específicos e autônomos, configurando-se como produções independentes, com rubricas, equipes e estratégias próprias. A formação audiovisual constitui o produto principal do projeto, voltada ao desenvolvimento de competências técnicas e criativas dos participantes, enquanto o documentário se configura como um produto documental, destinado a registrar o impacto e a evolução da primeira etapa de regeneração da escola, o que inclui, entre outras ações implementadas na comunidade, o processo formativo cultural aqui projetado. Deste modo, o projeto não apenas cumpre os requisitos legais para obtenção de incentivos fiscais, como também representa um investimento significativo no capital cultural, social e ambiental da região onde a escola se encontra, justificando plenamente o apoio institucional e financeiro solicitado. O projeto alinha-se com as diretrizes da Lei nº 8.313/91) e da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024, promovendo a formação audiovisual e a educomunicação na EFAGO e sua comunidade. O projeto visa não apenas a capacitação técnica em audiovisual, mas também a valorização da cultura local, refletindo os seguintes preceitos da Lei nº 8.313/91, especialmente nos incisos I, II, V, VII do Art. 1º, e nos objetivos do Art. 3º, bem como segue as orientações da Instrução Normativa MINC nº 7, de 28 de agosto de 2023. Por meio de oficinas criativas e produção de um documentário, o projeto promovendo o acesso às fontes culturais e o exercício dos direitos culturais, muitas vezes limitados por barreiras sociais e geográficas, que evidenciam à promoção do "acesso à cultura e exercício de direitos Culturais (Art. 1º, I da Lei 8.313/91); O projeto encoraja a expressão da identidade local por meio da narrativa visual, enraizando o conteúdo criativo no contexto e na vivência dos participantes e na preservação da memória cultural, fortalecendo o senso de pertencimento. O projeto incentiva os participantes a explorar e documentar suas tradições, práticas sustentáveis e cotidianos, destacando as práticas da rica cultura campesina da região, assim promovendo e estimulando a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;(Art. 1º, II da Lei 8.313/91). Ao combinar educomunicação com produção audiovisual, o projeto estimula novas formas de criação e compreensão da linguagem e de suas potencialidades de expressão, expandindo as possibilidades criativas dos jovens envolvidos, alinhando-se com a inovação e criação artística (Art. 1º, V da Lei 8.313/91). A difusão artística e o compartilhamento do conhecimento são também aspectos do projeto (Art. 1º, VII da Lei 8.313/91), com a documentação do processo criativo e a realização de cineclubes, promovendo a interação e o diálogo cultural tanto dentro quanto fora da comunidade da EFAGO. Com a exibição e difusão do documentário, prioriza o produto cultural originário do País (Inciso IX do Art. 1º da Lei 8313/91). A fundamentação do projeto também encontra sólida base nos objetivos delineados no Artigo 3º da Lei 8.313/91. A iniciativa transcende a capacitação em técnicas audiovisuais, imergindo no território do desenvolvimento cultural sustentável e na valorização das múltiplas identidades da cultura brasileira. O projeto propõe o posicionamento central na narrativa audiovisual da comunidade, da história da EFAGO dentro do contexto histórico dos saberes tradicionais e empíricos das escolas rurais do Brasil, com o incentivo à formação artística e cultural (inciso I, item c, do Art. 3º da Lei 8.313/91). A metodologia e abordagem desenvolvidas no processo formativo reconhece e difunde as diferentes matrizes culturais presentes na zona rural, incluindo as suas tradições populares, incentivando a sua expressão autêntica por meio de um produto artístico (inciso II e III, item a, do Art. 3º da mesma lei). Além disso, as exibições comunitárias planejadas do documentário e as atividades do cineclube proposto ampliam significativamente o acesso aos bens culturais, democratizando a fruição cultural (inciso V do Art. 3º da Lei 8.313/91). A disponibilização do conteúdo gerado pelo projeto promove a expansão do repertório cultural da comunidade e além (inciso X do Art. 3º da Lei 8.313/91). Por fim, o projeto, ao integrar formação audiovisual e produção documental, apresenta significativo interesse público. A iniciativa contribui para a democratização do acesso à cultura, fomenta a produção audiovisual fora dos grandes centros e fortalece o papel das linguagens artísticas como agentes de mudança social, promovendo a inclusão social por meio da arte, educação e cultura, num ambiente propício ao florescimento artístico e cultural nas instâncias educativas envolvidas (incisos XII e XV do Art. 3º da Lei 8.313/91).

Estratégia de execução

O projeto insere-se no preconizado pelo Artigo 32, da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024, § 3º, Excluem-se da obrigatoriedade os projetos que contenham ações formativas ou programas educativos gratuitos.

Especificação técnica

Plano Pedagógico Objetivo: O projeto visa proporcionar uma imersão educacional e prática em produção audiovisual, focando em técnicas de filmagem, edição e crítica cinematográfica através de dispositivos móveis e plataformas acessíveis. Este plano pedagógico é desenvolvido para integrar teoria e prática, pela apreensão dos conhecimentos de audiovisual aplicados à criação de um documentário, estimulando o pensamento crítico e a expressão criativa dos alunos da EFAGO, enquanto explora temáticas pertinentes às suas realidades. Estrutura e Conteúdo do Curso: Meses 1-3: Introdução ao Cinema no Celular (48 horas) Teoria e Prática Cinematográfica: Fundamentos do Cinema (4 horas teóricas): Estudo dos princípios básicos do cinema, abordando a evolução da linguagem cinematográfica e seu papel na cultura contemporânea. Desenvolvimento de Roteiro (8 horas): Técnicas de criação e estruturação de roteiros, com ênfase na narrativa visual adaptada para o meio digital e recursos limitados. Técnicas de Filmagem (8 horas): Princípios de captação de imagem utilizando celulares, incluindo composição, angulação e iluminação. Captação de Áudio (8 horas): Métodos de gravação de áudio com dispositivos móveis, abrangendo técnicas para maximizar a qualidade do som. Introdução à Edição (6 horas): Uso de software gratuito de edição para cortar, montar e finalizar cenas, com práticas de correção de cor e ajustes de áudio. Acompanhamento e Reflexão Crítica (12 horas): Análise e feedback dos trabalhos realizados, promovendo a reflexão sobre os processos e produtos audiovisuais criados, focando na melhoria contínua e no desenvolvimento das habilidades individuais dos alunos. Meses 4-5: Oficinas de Cineclube (34 horas) Curadoria e Planejamento de Sessões (10 horas): Seleção de filmes e documentários que dialoguem com as temáticas abordadas nas oficinas, preparando os alunos para a análise crítica. Condução de Diálogos e Debates (12 horas): Estruturação de discussões pós-exibição para explorar temas, técnicas e mensagens dos filmes visualizados, incentivando a articulação verbal e a argumentação crítica dos alunos. Produção de Análises Críticas (12 horas): Orientação na elaboração de análises críticas, onde os alunos expressam suas percepções e críticas em relação aos materiais assistidos, estimulando a capacidade de análise e reflexão. Meses 6-8: Montagem de Curtas Metragens resultado do processo formativo (34 horas) Planejamento e Pré-produção (10 horas): Detalhamento do processo de pré-produção dos curtas, incluindo revisões finais de roteiro, storyboard e organização logística. Produção (12 horas): Acompanhamento das filmagens, fornecendo suporte técnico e prático, garantindo que os conceitos aprendidos sejam aplicados no campo. Edição e Pós-produção (12 horas): Instrução detalhada na edição final, incluindo montagem, sonorização e inserção de efeitos, finalizando com uma sessão de revisão crítica para ajustes finais. Mês 9: Exibição Final (4 horas)Organização e Realização do Evento (2 horas): Preparativos para o evento de exibição, incluindo a promoção e a logística do dia. Evento de Exibição (2 horas): Apresentação dos projetos finais, proporcionando uma plataforma para os alunos exibirem seus trabalhos, recebendo reconhecimento da comunidade e feedback externo. com dispositivos móveis, abrangendo técnicas para maximizar a qualidade do som. Introdução à Edição (6 horas): Uso de software gratuito de edição para cortar, montar e finalizar cenas, com práticas de correção de cor e ajustes de áudio. Acompanhamento e Reflexão Crítica (12 horas): Análise e feedback dos trabalhos realizados, promovendo a reflexão sobre os processos e produtos audiovisuais criados, focando na melhoria contínua e no desenvolvimento das habilidades individuais dos alunos. Meses 4-5: Oficinas de Cineclube (34 horas) Curadoria e Planejamento de Sessões (10 horas): Seleção de filmes e documentários que dialoguem com as temáticas abordadas nas oficinas, preparando os alunos para a análise crítica. Condução de Diálogos e Debates (12 horas): Estruturação de discussões pós-exibição para explorar temas, técnicas e mensagens dos filmes visualizados, incentivando a articulação verbal e a argumentação crítica dos alunos. Produção de Análises Críticas (12 horas): Orientação na elaboração de análises críticas, onde os alunos expressam suas percepções e críticas em relação aos materiais assistidos, estimulando a capacidade de análise e reflexão. Meses 6-8: Montagem dos Curtas/Documentários (34 horas)Planejamento e Pré-produção (10 horas): Detalhamento do processo de pré-produção dos curtas, incluindo revisões finais de roteiro, storyboard e organização logística. Produção (12 horas): Acompanhamento das filmagens, fornecendo suporte técnico e prático, garantindo que os conceitos aprendidos sejam aplicados no campo. Edição e Pós-produção (12 horas): Instrução detalhada na edição final, incluindo montagem, sonorização e inserção de efeitos, finalizando com uma sessão de revisão crítica para ajustes finais. Mês 9: Exibição Final (4 horas)Organização e Realização do Evento (2 horas): Preparativos para o evento de exibição, incluindo a promoção e a logística do dia. Evento de Exibição (2 horas): Apresentação dos projetos finais, proporcionando uma plataforma para os alunos exibirem seus trabalhos, recebendo reconhecimento da comunidade e feedback externo.

Acessibilidade

As ações do projeto acontecerão na Escola Federal Agrícola de Goiás (EFAGO) e para garantir que todas as atividades sejam plenamente acessíveis, serão adotadas as seguintes medidas de acessibilidade física e de conteúdo: ACESSIBILIDADE FÍSICA: As instalações utilizadas durante o projeto, incluindo áreas de ensino, locais de exibição do cineclube serão equipadas com: Rampas de acesso para garantir a mobilidade de pessoas com dificuldades de locomoção ou usuárias de cadeiras de rodas.Banheiros Adaptados para ambos os gêneros, atendendo às necessidades de pessoas com deficiência física. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Visando garantir a inclusão e o acesso ao conhecimento e às produções culturais geradas pelo projeto, as seguintes medidas serão adotadas: Site do Projeto Acessível com softwares leitores de tela, permitindo que usuários com deficiência visual acessem as informações e o conteúdo formativo disponibilizados online. O design do site permitirá o ajuste de tamanho dos elementos visuais para atender às necessidades de usuários com baixa visão. Produção Audiovisual (Documentário): Legendagem Descritiva: Todos os vídeos produzidos e exibidos, incluindo o documentário colaborativo, contarão com legendas descritivas para pessoas com deficiência auditiva. Audiodescrição: Será implementada a audiodescrição nas produções audiovisuais, enriquecendo a experiência de usuários com deficiência visual ao detalhar elementos visuais importantes.Janela de LIBRAS: Inclusão de intérprete de Língua Brasileira de Sinais em uma janela sobreposta nos vídeos, assegurando o acesso para pessoas surdas ou com deficiência auditiva. O projeto também se compromete a oferecer suporte individualizado para alunos que necessitem de atenção especial, incluindo a presença de assistentes educacionais, se necessário.

Democratização do acesso

O projeto cumpre com as diretrizes legais para a democratização do acesso à cultura, sendo uma iniciativa que oferece 50 vagas para jovens da comunidade da Escola Familiar Agrícola de Goiás (EFAGO). As atividades formativas propostas, centradas na educomunicação e na produção audiovisual com ênfase em sustentabilidade e cultura local, serão integralmente gratuitas. Ademais, os participantes serão contemplados com uma bolsa-auxílio, visando incentivar a participação ativa e minimizar eventuais barreiras financeiras. As exibições públicas do documentário resultante, bem como as sessões do cineclube ocorrerão de forma aberta e gratuita dentro do ambiente escolar e também em espaços comunitários, garantindo amplo acesso à comunidade em diferentes períodos. Em alinhamento com o Art. 30, da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024, o projeto adotará ainda as seguintes medidas de ampliação do acesso: Em atendimento ao inciso I, 20% dos produtos culturais gerados, como cópias do documentário e materiais didáticos, serão doados a instituições com caráter social ou educativo, contribuindo para a difusão do conhecimento e da cultura local. Em atendimento ao inciso III, todo conteúdo audiovisual produzido, incluindo o documentário e registros das atividades formativas, será disponibilizado na internet, com recursos de acessibilidade como LIBRAS e audiodescrição, democratizando o acesso ao conhecimento e à cultura produzida. De acordo com o previsto no inciso V, o projeto possibilitará a realização de atividades paralelas no cineclube, como palestras, enriquecendo a experiência cultural da comunidade e proporcionando aprendizados adicionais de forma gratuita. E, por fim, em atendimento ao inciso X, a concessão de bolsas-auxílio aos participantes constitui uma medida de apoio à formação e inserção cultural de públicos prioritários e vulneráveis, facilitando seu engajamento e desenvolvimento no âmbito cultural.

Ficha técnica

O proponente será remunerado nas rubricas de direção do documentário, roteiro e gestão administrativa, incluída em custos administrativos. Direção do Projeto Jardins de Marias: Andrea Álvares, com 30 anos de atuação profissional, 27 dos quais em empresas de bens de consumo, incluindo Natura, Pepsico e P&G. Nos últimos 7 anos, ocupou a posição de Vice- Presidente Global de Marca, Inovação e Sustentabilidade da Natura e liderou os negócios da empresa fora da América Latina. Antes disso, foi Diretora Geral de Snacks e Presidente da Operação de Bebidas da Pepsico no Brasil. Andrea atuou em diversos Conselhos ao longo dos últimos 10 anos, incluindo World Business Council for Sustainable Development, Instituto Ethos, AmCham, GEF – Global Environmental Facility, Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável, Conselho Emérito Capitalismo Consciente, Rede de Mulheres Líderes pela Sustentabilidade do Ministério do Meio Ambiente e foi membro fundadora do Grupo Mulheres do Brasil. Além disso, Andrea recebeu inúmeros reconhecimentos como liderança sustentável pela Plataforma Liderança Sustentável em 2012, 10 Melhores Executivas pelo jornal Valor Econômico em 2013 e 2014, Forbes Most Influential Women in Brazil em 2016, Profissional do Ano Prêmio Atualidade Cosmética em 2019. Em 2022, foi considerada uma das ‘25 Badass Women Shaping Climate Change’ da publicação GreenBiz e entrou para o Hall da Fama de Global Marketers da World Federation of Advertisers (WFA) e da ABRAMARK no Brasil. Em 2023, recebeu o prêmio de Administradora Emérita pelo Conselho Regional de Administração de São Paulo. Atualmente, é Presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Ethos, membro do Conselho de Administração do Cradle to Cradle Innovation Institute e da empresa canadense Globescan. Andréa também atua como membro do Sounding Panel da Shell Brasil, do Sustainability Advisory Council da La Prairie na Suiça e é membro do Conselho Consultivo do Pacto pela Promoção de Equidade Racial. Formada em Administração de Empresas pela EAESP-FGV, Andréa é também sócia da Casa do Saber e fundadora da Camomila, uma empresa voltada para o desenvolvimento de sistemas regenerativos em diferentes setores e indústrias. Direção do documentário e Roteiro: Armazem du Film (proponente) - Viviane Louise - Dentro do audiovisual, a diretora goiana Viviane Louise Soares, sócia da Produtora Armazém Du Film, participou de ações como Coordenadora do Departamento de Audiovisual da Universidade Estadual de Goiás (UEG); Júri de Seleção do Concurso de longa-metragem do Ministério da Cultura e na Seleção de projetos Audiovisuais do Fundo de Cultura do Estado de Goiás. Também esteve na produção do Festival Internacional de Cinema Ambiental de Goiás (Fica), e na produção da Mostra Audiovisual Presénce et Passé du Cinema Bresilien, Ano do Brasil na França, como também na Mostra Presente e Passado do Cinema Frances no ano da França no Brasil. Ao longo dos últimos anos, a profissional produziu e assinou Roteiro e Direção dos filmes: Anjo Alecrim (2005); Café com Pão, Manteiga Não (2007); O Vento da Liberdade (2011); A Dama do Cerrado e o Exército de São Francisco (2015 Produziu e dirigiu com Caio Plessmann o documentário Araguaia- O Rio das Araras Vermelhas (2018);Dirigiu o curta metragem de ficção Ópera Secreta (2022).Tem realizado projetos de videoarte com a artista dinamarquesa Mai Britt, no Brasil e na Dinamarca. Assina também assistência de direção do longa-metragem Kalunga (2006), de Pedro Nabuco, Sylvestre Campe, e Luis Elias, e foi Assistente de Direção do longa metragem O Colar de Coralina (2017), de Reginaldo Gontijo. Trabalhou como diretora de fotografia no filme Segundo Encontro, de Veronique Ballot (2018) . Coordenação Geral: Natália Duarte. Formada em Artes Cênicas (2009), com extensão em Produção Cultural e pós-graduação em Gestão Cultural e Indústrias Criativas. Possui experiência de mais de 16 anos em coordenação de programas e projetos culturais, incluindo ações com intersecção em áreas como sustentabilidade e educação. Integrou o CPT Sesc por 03 anos como artista pesquisadora .Coordenou o Cultura Livre SP e foi assessora na Secretaria de Cultura, Economia e Indústrias Criativas do Estado de SP de 2012 a 2017, onde gerenciou importantes programas culturais e parcerias institucionais. Coordenou a Virada Cultural Paulista em 26 cidades por 03 anos. Realizou curadorias de programação de música, circo, teatro, etc e analisou dezenas de editais públicos ao longo dos anos, sendo os mais recentes editais do Proac e da Lei Paulo Gustavo, em 2023. Participou da Comissão de Avaliação das leis de incentivo Proac ICMS (2014-2017) e do Promac SP (2021-2024). Desde 2017, atua na gestão de projetos diversos, e, desde 2019, na Virada Sustentável, festival de arte, cultura e sustentabilidade, que acontece há 14 anos em diversas cidades do país. É responsável pela coordenação geral da Virada nacional, sendo a responsável pelas coordenações locais, liderança de equipes, programação e gestão de centenas de atividades, além das parcerias com instituições, redes e movimentos da sociedade civil, poder público e agências da ONU. Coordenação Pedagógica: ABC Filmes - Affonso Beato. Diretor de Ensino Atualmente é Diretor de Ensino da ABC Cursos de Cinema. Membro da AMPAS – Academy of Motion Picture Arts and Sciences (Oscars). Sócio da ASC – American Society of Cinematographers. Conselheiro da ABC – Associação Brasileira de Cinematografia, da qual foi Fundador e Presidente. Nos últimos 15 anos, vem também lecionando Cinematografia no Art Center College of Design in Pasadena, CA, onde é Professor Adjunto, reconhecido por Honoris Causa. Em 2018, foi considerado pela Revista Variety como um dos 10 melhores Instrutores de Cinema dos EUA. Foi Diretor de Assuntos Culturais da extinta EMBRAFILME. Primeiro Presidente da extinta Fundação do Cinema Brasileiro. Como Diretor de Fotografia, trabalhou com Diretores aclamados e premiados internacionalmente como: Pedro Almodóvar – TUDO SOBRE MINHA MÃE, Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, Stephen Frears – A RAINHA , Mike Newell, AMOR EM TEMPO DE CÓLERA , Walter Salles Jr. – ÁGUA NEGRA, Carlos Diegues – DEUS É BRASILEIRO e Glauber Rocha – O DRAGÃO DA MALDADE CONTRA O SANTO GUERREIRO, entre outros 53 longas-metragens. Formador: Pedro Dannerman - Instrutor. Após me formar em Direito e viver o dia a dia de um advogado, resolvi seguir por outro caminho. Queria registrar o meu olhar sobre as coisas, pessoas e sons ao meu redor. Em 2014, ingressei na Filmakademie Baden-Württemberg (Academia de Cinema) na Alemanha, onde estudei Direção com foco em documentário por 3 anos e meio. Assino a direção de 8 curtas-metragens que vão da ficção ao documentário, passando pela animação e que correram por diversos festivais mundo afora. Atualmente coordeno uma oficina de Cinema com adolescentes da URS Paulo Freire, um abrigo da Prefeitura. Também leciono no Curo FAZENDO SEU PRIMEIRO FILME, na ABC CURSOS DE CINEMA e projetos parceiros na LATC- Latin American Training Center Coordenação Administrativa: Adriana Abib. Tenho sólida experiência profissional de mais de 30 anos como executiva, consultora e empreendedora, com atuação nas áreas de projetos, governança, varejo, gestão educacional e serviços. Fui responsável pela elaboração, implantação e gestão de empreendimentos de pequeno, médio e grande porte na América Latina, estabelecendo parcerias com entidades públicas e privadas. Liderei trabalhos de consultoria em diferentes estados do Brasil, que me proporcionaram uma visão sistêmica das organizações e me permitiram desenvolver competências como planejamento estratégico, liderança e gestão de equipes, foco em resultados, inovação, negociação, resolução de conflitos e resiliência.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.