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Este projeto trata da publicação de um livro de literatura infantil intitulado "Isso (não) é coisa de menina", com linguagem adequada ao público infantil, que dá luz ao tema equidade de gênero, mostrando onde nascem os preconceitos e discutindo sobre a necessidade de vencê-los. O livro se destina a crianças, pais e educadores que querem discutir o tema de gênero, contribuindo na promoção de cultura da paz, da tolerância e da prevenção da violência contra meninas e mulheres, a ser usado em escolas para trabalhar a temática de forma transversal, através da literatura. A obra conta a história de uma menina que adora jogar futebol, mas na mudança de escola, não encontra aceitação de outras crianças e nem o apoio necessário no próprio ambiente escolar para continuar praticando o esporte em função do preconceito. A narrativa passa a enfatizar os grandes feitos de mulheres nordestinas que mudaram destinos se transformando em personagens históricas importantes e reconhecidas nos dias de hoje.
“Isso (não) é coisa de menina”, é uma obra de literatura infantil, com linguagem adequada a este público, que dá luz ao tema equidade de gênero, mostrando onde nascem os preconceitos relacionados ao gênero e discutindo sobre a possibilidade de vencê-los, através do conhecimento e inspiração em histórias transformadoras de várias personagens históricas femininas e nordestinas. A obra conta a história de uma menina chamada Ana Lis, que adora jogar futebol e é destaque neste esporte, ensinando inclusive seu primo Pedrinho vários dribles e técnicas. Contudo, na mudança de escola, ela não encontra aceitação de outras crianças e nem no próprio ambiente escolar para continuar praticando o esporte. Todos dizem que "isso não é coisa de menina". Triste e sem entender bem a situação, ela e seu primo Pedrinho conversam entre si sobre Ana Lis não querer mais jogar futebol e sobre aquilo que a escola espera ser o comportamento de meninos e meninas. Em um diálogo trazendo situações escolares, eles falam sobre como tudo isso traz problemas, impedindo meninas de fazerem o que gostam ou de meninos demonstrarem suas emoções. Surge então a tia Soraya, que é professora e, após escutar a conversa entre eles, começa a contar a Ana Lis e a Pedrinho sobre os feitos históricos de várias mulheres potiguares e nordestinas que foram atrás de seus sonhos e realizaram coisas que não eram consideradas “de menina”. Com isso, transformaram realidades e suas próprias vidas, tornando-se personagens históricos importantes. A narrativa passa a enfatizar os grandes feitos de mulheres que mudaram destinos como Nísia Floresta, Maria Quitéria, Celina Guimarães Vianna, Luiza Soriano, Clara Camarão, Auta de Souza, Isabel Gondim, finalizando então com a jogadora Marta. O livro se destina a crianças, pais e educadores que querem discutir o tema de gênero, contribuindo na promoção de cultura da paz, da tolerância e da prevenção da violência contra meninas e mulheres a ser usado pelas famílias e em escolas para trabalhar a temática de forma transversal, através da literatura.
Objetivo geral O objetivo geral do projeto é publicar e imprimir uma tiragem de 2000 exemplares de uma obra literária infantil e com ela contribuir para a formação de uma nova geração de crianças e adolescentes, educada para promoção de uma sociedade de paz, ajudando na diminuição da desigualdade de gênero nas famílias e nas escolas, atuando para o letramento sobre equidade de gênero e contribuindo assim com a prevenção do bullying contra meninas ainda na infância. Objetivos Específicos *Doar a escolas públicas municipais e estaduais o Livro "Isso (não) é coisa de menina", com história sobre equidade de gênero e prevenção do bullying contra meninas impactando 2000 pessoas entre pais, educadores, crianças e adolescentes acima de 10 anos.*Realizar um circuito literário gratuito em 20 escolas públicas, sendo 10 municipais e 10 estaduais a serem designadas pelas secretarias da prefeitura e do governo do estado*Contribuir para a prevenção do bullying e outras formas de violência contra meninas na escola*Realizar atividades de arte-educação através da contação de história sobre equidade de gênero em 20 escolas para pelo menos 1600 crianças e adolescentes de escolas públicas municipais e estaduais.*Conscientizar sobre a importância da equidade de gênero, impacftando pelo menos 400 educadores*Favorecer o desenvolvimento de futuros adultos com maiores habilidades emocionais, que estabelecerão relacionamentos mais saudáveis no âmbito familiar, de trabalho, político e social
A justificativa inicial é sobretudo, social. Os dados sobre a desigualdade de gênero no Brasil reforçam a necessidade de projetos de arte e cultura que construam novas gerações com valores importantes para uma sociedade mais justa e igualitária. Alguns dados de realidade são importantes de serem destacados: *Meninas sofrem mais bullying: O bullying contra meninas ainda na infância é um problema sério que pode ter consequências negativas para a vida adulta (https://www.childfundbrasil.org.br/blog/bullying-infantil/) *Salários Menores: O fato de meninas crescerem em condições adversas as deixa mais vulneráveis e menos empregáveis. As mulheres ganham cerca de 20% menos do que os homens no Brasil e a diferença salarial entre os gêneros segue neste patamar elevado mesmo quando se compara trabalhadores do mesmo perfil de escolaridade e idade e na mesma categoria de ocupação. (IDados/IBGE) Seguida à necessidade social, este projeto justifica-se na arte como transformadora de realidades. O sociólogo francês Pierre Bourdieu em seu livro "A Regra do Jogo" afirmou: "A arte é uma luta simbólica, um campo de forças e de lutas pelo poder de impor uma visão do mundo." Bourdieu destaca como a arte pode ser um instrumento poderoso para a transformação social, moldando percepções e influenciando a realidade. Neste sentido, a obra em questão se propõe a ser instrumento transformador colocando o tema de forma a levar crianças e adolescentes à compreensão cognitiva e afetiva dos temas que priorizem aumentar a capacidade de desenvolver a equidade de gênero. Fazer isso a partir da infância traz inúmeras consequências positivas: desde a possibilidade de meninas sentirem-se em pé de igualdade com seus pares homens, até o aumento de adultos conscientes sobre a importância de construírem juntos uma sociedade melhor. Esta obra também alinha-se com diversos objetivos previstos no Art. 1º da Lei nº 8.313 de 23 /12/91. I. Livre Acesso às Fontes da Cultura e Pleno Exercício dos Direitos Culturais: A obra em questão contribui significativamente para a democratização do acesso à cultura, ao trazer à tona questões pertinentes a luta por direitos em um formato acessível, trazendo mulheres que protagonizaram a história do país. Ao ser publicada com apoio da Lei de Incentivo à Cultura, a obra poderá alcançar um público mais amplo, promovendo o livre acesso às fontes culturais e garantindo que mais pessoas tenham a oportunidade de usufruir e refletir sobre temáticas importantes para a sociedade contemporânea. A obra atua como um veículo de educação cultural, oferecendo uma experiência que vai além do entretenimento e provoca discussões sobre direitos humanos. II. Regionalização da Produção Cultural e Artística Brasileira: Este é um dos pilares da Lei de Incentivo à Cultura, e a obra se encaixa perfeitamente nesse contexto. A história não só reflete dores de meninas que são vulneráveis ao bullying em escolas pela falta de uma cultura de equidade, mas também carrega elementos culturais específicos que podem valorizar e destacar a riqueza das narrativas locais nordestinas. A produção e divulgação de obras que emergem de diferentes regiões do Brasil enriquecem o cenário cultural nacional, proporcionando um mosaico diversificado de vozes e perspectivas. A valorização dos conteúdos locais nordestinos é fundamental para preservar e celebrar a identidade cultural brasileira em toda a sua pluralidade. III. Apoio, Valorização e Difusão das Manifestações Culturais e Seus Criadores: O apoio à publicação deste livro representa um reconhecimento e valorização dos criadores culturais nordestinos que falam de suas riquezas e conteúdos históricos e que trabalham para trazer à tona narrativas relevantes. A obra possui o potencial de inspirar outros escritores, demonstrando que histórias focadas na valorização de personagens históricos do nordeste, têm espaço significativo na literatura brasileira. Difundir essa obra significa também valorizar os esforços e a criatividade nordestina, fortalecendo a comunidade cultural e incentivando a criação de mais conteúdos transformadores. IV. Proteção das Expressões Culturais dos Grupos Formadores da Sociedade Brasileira: A história dos personagens também aborda as expressões culturais dos grupos que compõem a sociedade brasileira. Ao dar voz a uma personagem infantil feminina que já sente os efeitos da sociedade patriarcal e consegue compreender suas bases pela voz uma mulher que fala de outras mulheres importantes, a obra dá luz às lutas reais de muitas meninas e mulheres brasileiras. Proteger e promover essas expressões culturais é essencial para garantir que grupos sociais tenham sua história e suas lutas reconhecidas e respeitadas, ao representar artisticamente as complexidades e as diversidades das experiências femininas no Brasil e em especial no nordeste. V. Salvaguarda da Sobrevivência e Florescimento dos Modos de Criar, Fazer e Viver da Sociedade Brasileira: Esta é uma obra que incorpora elementos culturais autênticos e relevantes. A publicação garante a sobrevivência dessas tradições, ao mesmo tempo em que promove o florescimento de novas formas de expressão cultural. A narrativa, ao conectar-se com aspectos culturais e sociais do Brasil e do nordeste, oferece uma plataforma para que essas tradições sejam conhecidas, apreciadas e preservadas para as futuras gerações. VIII. Produção e Difusão de Bens Culturais de Valor Universal: A obra possui uma mensagem de valor universal que ressoa com temas como a busca pela liberdade, igualdade e justiça. Essas são questões que transcendem fronteiras e culturas, tornando a obra relevante não só para o público brasileiro, mas também para leitores ao redor do mundo. Este livro é um exemplo claro de como uma narrativa local pode ter um impacto global, enriquecendo a cultura e memória coletivas. IX. Prioridade ao Produto Cultural Originário do País: A prioridade ao produto cultural originário do Brasil é fundamental para o fortalecimento da identidade nacional. Esta é uma obra que nasce do contexto do nordeste brasileiro, refletindo a realidade, os desafios e as esperanças das meninas no país. Ao priorizar a publicação dessa obra, estamos reconhecendo e valorizando a produção cultural nacional, incentivando a criação de mais conteúdos que expressem as vivências e as perspectivas brasileiras. A publicação desta obra pela Lei de Incentivo à Cultura cumpre os objetivos do Art 3o da Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991. Incentivo à Formação Artística e Cultural: A obra estimula a participação de uma escritora local e ao ser desenvolvida direcionada a instituições de educação pública e promove a inclusão social de crianças e adolescentes, incentivando-os a explorar a arte e a cultura como meios de expressão e transformação. A narrativa pode ser utilizada em atividades educacionais, oficinas de leitura e discussões em sala de aula, proporcionando um ambiente enriquecedor para o desenvolvimento artístico e cultural dos alunos. Fomento à Produção Cultural e Artística: Esta é uma obra que se encaixa perfeitamente na categoria de ciências humanas, letras e artes. A edição desta obra contribui para o fortalecimento da produção literária brasileira e em particular a nordestina, valorizando as narrativas que abordam personagens históricos. Ao fomentar a produção cultural e artística, a Lei de Incentivo à Cultura garante que obras como esta tenham a visibilidade e o apoio necessários para alcançar um público mais amplo, enriquecendo o cenário cultural do país. Estímulo ao Conhecimento dos Bens e Valores Culturais: A distribuição gratuita e pública desta obra em escolas, bibliotecas e eventos culturais é fundamental para estimular o conhecimento dos bens e valores culturais. Essa ação permite que um número maior de pessoas tenha acesso à obra, garantindo que ela chegue a diferentes públicos, cumprindo seu papel de democratizar o acesso à cultura e fortalecer a consciência cultural.
O livro já está escrito, faltando apenas ser ilustrado, editado e impresso.
2000 Livros - Capa + 50 PáginasCapa: 245x300mm, 4x0 cores, Tinta Escala em Cartão Triplex 350g. Saída em CTP.Miolo: 50 pgs, 245x300mm, 4x0 cores em Couchè 240 g. Saída em CTP.Lombada:6mm, Dobrado(Miolo,Miolo), Corte/Vinco, Dobra(Capa), Colado(a)(Miolo), Laminação Brilho,Nro de Lados 1(Capa).
Incluir medidas de acessibilidade para "Isso (não) é coisa de menina" é essencial para garantir que todos possam desfrutar da obra. Aqui estão algumas medidas a serem implementadas:1. Livro em Audiobook: Produzir uma versão em audiobook do livro, narrada de forma envolvente, para beneficiar tanto pessoas com deficiência visual quanto aquelas que preferem ouvir a leitura.Implementar essas medidas não só torna o conteúdo acessível, mas também promove a inclusão e a diversidade, garantindo que o livro atinja o maior número de pessoas2. Libras no circuito literário em escolas públicas: Todas as atividades sobre o livro terão tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Isso permitirá que pessoas com deficiência auditiva possam ser incluídas e tenham acesso à obra e às atividades de arte-educação a serem desenvolvidas.
As medidas de “ampliação de acesso” serão adotada no projeto, conforme artigo 28 da IN nº 01/2023:I - doar 100% (cem por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, para o acervo de bibliotecas de escolas públicas IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais das palestras proferidas sobre o livro, além do audiobook em plataformas de streaming;V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, ou seja, o circuito literário em escolas públicas;VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil, com a palestra às escolas, além da leitura de partes do livro;
Sâmela Soraya Gomes de Oliveira, proponente do projeto, é a autora da obra em questão que se pretende publicar e será a palestrante nos eventos de pré e pós lançamento da obra, bem como a narradora do audiobookSâmela é Psicóloga (UFRN), Especialista em Psicologia (UFRN) com Mestrado em psicologia cognitiva (UFPE), e MBA executivo ( Fundação Dom Cabral), escritora, palestrante e mãe de 4 filhos.Ocupou funções relacionadas à educação por mais de 20 anos, como a Reitoria por 10 anos da maior universidade privada norte-nordeste na época, (Universidade Potiguar), com mais de 40.000 (quarente mil) alunos e posteriormente Presidente das Instituições de Ensino Superior da Laureate Brasil, tendo sido a primeira mulher a ocupar este tipo de cargo na empresa no Brasil.Foi Diretora Regional do SESC RN - Fecomercio, desenvolvendo projetos significativos nas áreas de educação e cultura no estado do RN.Hoje Empresária nas áreas de saúde e educação, Mentora, líder da Fecomercio com Elas (braço feminino da federação do comércio) e do Conexão Mulheres Criativas, projeto voltado às mulheres que impactou mais de 2000 mulheres em 2023-2024(https://www.linkedin.com/in/samela-gomes/) Sâmela publicou seu primeiro livro pela Editora IdearteGomes, Sâmela. De professora a presidente: os 08 mantras que mudaram a minha vida. / Sâmela Gomes -- 1. edição -- Natal, RN: Editora Idearte, 2023.ISBN 978-65-995861-5-6
PROJETO ARQUIVADO.