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Mostrar à sociedade gaúcha o talento e a trajetória do poeta , compositore artista portoalegrense WILSON NEY, através de uma exposição museológica/musical. O projeto engloba exposição de material pessoal e obra, mesclado com shows musicais intimistas de artistas que cantarão Wilson Ney num espaço ambientado que reproduzirá as boates dos anos 1980, com luz e som especiais. O espetáculo contará a carreira do artista por 30 dias, sendo que a apresentação musical será uma vez na semana, totalizando quatro (04) apresentações. A a comunidade poderá consumir em um único evento a cultura musicial do RS e a preservação do acervo resgatado da invisibilização do sistema racista.
EXPOSIÇÃOA Exposição terá a classificação livre para todos os públicos, será gratuita e ficará em cartaz durante 30 dias no Museu de História Julio de Castilhos conforme os horários e dias de abertura do Museu. APRESENTAÇÕES MUSICAISEstão previstas 4 apresentações musicais com entrada gratuita e classificação livre. As apresentações contarão com 3 músicos escolhidos em parceria com o Wilson Ney e seus familiares. Preferencialmente os espetáculos ocorrerão nos finais de semana no horário do final de tarde com duração prevista de 1h. CATÁLOGOO catálogo da exposição será distribuído gratuitamente ao público visitante e terá um breve histórico da vida de Wilson Ney e sua Obra; texto do curador e de apresentação da exposição; ficha técnica; informações com fotos dos objetos expostos; depoimentos de amigos, familiares, parceiros e pesquisadores do compositor. VISITAS GUIADASEstão previstas no projeto 4 visitas guiadas à exposição e ao Museu de História Julio de Castilhos com professores e estudantes de escolas públicas de ensino médio prioritariamente. No orçamento consta rublica para dispinibilização de transporte, lanche e do guia. A cada visita pretende-se levar grupos de 30 a 50 pessoas.
Objetivo Geral Dar visibilidade ao artista Wilson Ney, compositor e poeta com mais de 50 anos de carreira, tendo suas composições gravadas por artistas de renome nacional, através de uma expografia associada à performances musicais de artistas locais que cantarão e declamarão suas músicas; Estimular o reconhecimento da sociedade portoalegrense para a memória de um importante músico e compositor da cidade; Gerar identificação e pertencimento no público joven e população negra por meio da difusão da obra e da vida de Wilson Ney; Valorizar e dar visibilidade à cultura popular local e seus artistas. Objetivos Específicos 1. Produzir uma exposição em Porto Alegre, que ficará em cartaz durante 30 dias; 2. Realizar 04 (quatro) pocket shows com artistas locais que cantarão e declamarão as canções e poesias de Wilson Ney; 3. Realizar visita guiada com grupos de estudantes à exposição . 4. Produzir e distribuir material gráfico referente à exposição e a vida e obra de Wilson Ney. 5. Produzir audiovisual doc. curto com depoimentos de parentes e amigos.
O artista Wilson Ney é nascido e criado na cidade de Porto Alegre. Cedo, com estímulo da família, adentrou ao mundo da música. Compôs mais de 500 músicas entre sambas enredo de escolas de samba, MPB e músicas românticas. Nunca conseguiu viver financeiramente da música, embora tenha passado a vida se apresentando em casas noturnas de shows e espetáculos de pequeno e médio porte. Sua trajetória registra eventos importantes para conhecimento do público que lhe admira e ainda àqueles que cantarolam suas canções e o desconhecem. Já foi gravado por dezenas de artistas de renome nacional, como Elza Soares, Neguinho da Beija-Flor, Leci Brandão, Roberto Ribeiro, Dominguinhos do Estácio, Elymar Santos, Reinaldo e Marquinhos Satã, além de grandes cantores gaúchos como Maria Helena Montier, Carlos Medina, Porto Alex, Paulão da Tinga e Roberto Costa. Contudo, Wilson Ney continua no anonimato. Registrar sua obra e dar conhecimento público às suas criações é um compromisso social com a cultura negra e com a memória da música popular. Por meio de uma exposição aberta ao grande público, associado a shows musicais e a uma publicação, será possível registrar e valorizar a obra e a trajetória de vida deste profícuo compositor. O artista é cantado, referenciado, homenageado e, no entanto, seu acervo e obra carecem de sistematização e publicização. A arte dele é desenvolvida na informalidade por pequenos grupos. A exposição revelará a valiosa contribuição cultural de Wilson Ney, incluindo passagens e vivências com outros artistas gaúchos e de renome nacional. Hoje estes episódios são revelados de forma fragmentada e oral entre pequenos grupos. As lembranças e situações que foram impedidas de serem cultuadas e respeitadas pela política estatal de apagamento. Por conta disso, muitas histórias se perderam, mas muitas estão na memória. Resgatá-las é um compromisso, uma ação afirmativa de valorização de bem cultural imaterial do povo negro, de forma a dar-lhe visibilidade positiva. O respeito vem através do conhecimento. A exposição é uma potente ferramenta de propagação do conhecimento. O mecanismo de mecenato da Lei Federal de Incentivo à Cultura pode contribuir para viabilizar o presente projeto dentro dos preceitos postos no Artigo 1º da Lei 8.313/1991 tais como o de contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. E, referente e de acordo ao Art. 3º da mesma lei, seguem os seguintes objetivos: Além da narrativa sobre a vida e obra de Wilson Ney, o projeto gira em torno de elementos ligados aos costumes e valores culturais da raça negra que se encontram guardados na memória de uma comunidade e pouco - ou nada - divulgados para a sociedade.
A proposta foi apresentada para realização do projeto da exposição e show musical no Museu de História Julio de Castilhos, ocorre que devido a enchente e temporais, o referido Museu sofreu inúmeras avarias e , com o destalhamento, não poderá abrigar a exposição porque entram em obras em janeiro de 2025, sem previsão de retomada das atividades. A produção, após negociação, fechou parceria com o Museu da Cominicação Hipólito José da Costa, instituição da Secretaria de Estado da Cultura do RS para realização do projeto. A equipe terá alguns membros substituidos em razão das indisponibilidades no momento para participar. Estuda-se a possibilidade de inclusão de um audiovisual de 7min, dentro do valor total, com depoimentos dos amigos e parceiros de Wilson Ney. Alguns valores relacionados a cachês foram alterados para garantir a melhora da proposta em relação aos direitos autorais e valorização de outros profissionais. Estuda-se também a possibilidade de ampliar o tempo da exposição, mantendo os 4 shows musicais. Toda e qualquer alteração será ajustada dentro do recurso destinado ao projeto.
EXPOSIÇÃOSerão expostos cerca de objetos entre fotografias, LPs, instrumentos musicais, indumentárias carnavalescas (Imperadores do Samba) e outros oitens pessoais do compositor Wilson Ney que totalizarão cerca de 30 a 50 itens. A exposição ficará em cartaz para visitação durante 30 dias no Museu de História Julio de Castilhos, em Porto Alegre. Classificação livre. CATÁLOGOTiragem de 500 exemplares do catálogo livreto no formato A4 (21 x 29,7 cm), com miolo em couché 115g, capa em couché 250g com laminação fosca e encadernação por colagem. Previsão de 16 a 28 páginas.
1. Ações educativas - Visitação de alunos da rede pública de ensino Medidas de acessibilidade para deficientes físicos, no aspecto arquitetônico- A exposição será em local que oferece acessibilidade, com elevador, rampa de acesso na entrada e banheiros adaptados; reprodução em audiovisual todo o projeto expográfico em monitores. Acessibilidade para PCD Visuais : audiodescrição da parte expositiva,em todo o projeto expográfico; Acessibilidade para PCD Auditivos: Monitor /interprete de libras. Acessibilidade para PCD Intelectuais: Monitores treinados para acompanhamento individual. 2. Catálogo Acessibilidade para PCD Visuais : Produto produzido também em audio book, através de QRCode. 3. Apresentação musical: Acessibilidade para PCD física: Durante todas as apresentações o local oferecerá acessibilidade, com elevador, rampa de acesso na entrada, banheiros adaptados e cadeiras especiais para obesos; Acessibilidade para PCD Auditivos: Monitor /interprete de libras. Acessibilidade para PCD Intelectuais: Monitores treinados para acompanhamento individual. 4. Artes visuais : Acessibilidade física : Durante todo o período da exposição será em local que oferece acessibilidade, com elevador, rampa de acesso na entrada e banheiros adaptados; reprodução em audiovisual todo o projeto expográfico em monitores. Acessibilidade para PCD Visuais : audiodescrição da parte expositiva,em todo o projeto expográfico, durante todo o período; Acessibilidade para PCD Auditivos: Monitor com linguagem de libras, durante todo o período da exposição. Acessibilidade para PCD Intelectuais: Monitores treinados para acompanhamento individual durante as visitas.
Serão realizadas visitas guiadas para professores e estudantes do ensino médio à exposição. A exposição, espetáculo músical e demais produtos previstos neste projeto serão totalmente gratuitos e livre para todos os públicos.O catálogo e demais registros da exposição serão disponibilizados de forma gratuita na internet pelas redes sociais da Dynamo Produções e/ou de seus parceiros.
Coordenação e Produção executivaNereidy Rosa AlvesResponsável pelo planejamento geral e gerenciamento da equipe. Sserá a responsável por alinhar as ações com a instituição envolvida (museu) e com os detentores dos direitos autorais (Wilson Ney e familiares).Graduada em Direito e pós-graduada em Administração Organizacional pela UNISINOS (1987). Assessora jurídica na FASC/PMPA por 30 anos. Atuou como conselheira da OAB/RS nas Comissões de Direitos Humanos, Ética, Fiscalização do Exercício Profissional e Mulher; presta consultoria à ONG's nas áreas jurídica e administrativa; produtora cultural atuou na elaboração e coordenação executiva dos projetos “O Povo Negro no Sul" em parceria com a Associação Riograndense de Imprensa e "Juntos Para Transformar" com o Grupo Carrefour Brasil. Curadora da exposição “Nós e a Moda no POA Fashion Black/POA_RS". Publicou artigo no Livro Trajetória da Advocacia Negra OAB/RS, 2020. Educadora social em curso pré-vestibular social em Porto Alegre; produtora da Revista Floresta Aurora e revista Tição. Membro do Colegiado Setorial de Memória e Patrimônio do RS (2022/2024). Organizadora do livro "Floresta Aurora – 150 anos de história" Ed.Libretos. Porto Alegre, 2022. Mestranda no PPG em Museologia e Patrimônio da UFRGS. MuseólogaAline Escandil de SouzaSerá responsável por assinar a curadoria e dar respaldo às questões expográficas e museológicas de tratamento dos objetos, bem como orientar a pesquisa.Museóloga formada pela UFRGS; mestranda no PPGMusPa UFRGS. Tem experiência na área de Gestão de projetos culturais, Exposição em museus, Educação para o Patrimônio e em museus e Gestão de projetos arquitetônicos. É Conselheira Presidente Corem 3 Região Museológica (Gestão 2023 - 2024). Experiências em gestão pública no cargo de Presidência do Conselho Regional de Museologia; em salvamento de acervos das enchentes de maio 2024 no RS; em rotinas administrativas e financeiras, coparticipação na elaboração de projetos arquitetônicos e cronogramas analíticos-financeiros de execução de obras. Pesquisa para a curadoria da Exposição O Tropeiro na História de Chapecó, 2017. Realizou serviço técnico na área de planejamento e elaboração de prova para concurso público para cargo de museólogo, pela Fundação para o desenvolvimentos de Recursos Humanos do RS. Bolsista de extensão (2013-2014) no Museu Comunitário Lomba do Pinheiro e Museu das Ilhas, ambos em Porto Alegre.Assistente de montagemAna Letícia de Alencastro VignolAtuará como assistente de montagem e da concepção expográfica e no trabalho de pesquisa, dando apoio às atividades e ações.Bacharel em Arquivologia pela UFRGS, especialista em História do Brasil pela Faculdade Portoalegrense de Educação, Ciências e Letras e licenciada em História pela mesma Faculdade, mestranda do PPG em Museologia e Patrimônio da UFRGS. Integra os projetos de extensão: Profª Drª Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva: Organização do Acervo Pessoal e Profissional. Coord.: Profª Draª Giane Vargas (UFRGS); e Projeto de Pesquisa História dos Museus e da Museologia a partir da atuação de seus agentes. Coord.: Profª Drª Ana Carolina Gelmini Faria (UFRGS). Autora do Livro Memórias do Museu de Comunicação Hipólito José da Costa. Porto Alegre: Ed. Movimento, 2012. Experiência na docência no Bacharelado em Arquivologia; organização de Arquivos Escolares, Museus e em Educação Patrimonial. Designer gráficoRaquel AraújoSerá responsável pela coordenação, desenvolvimento das artes da exposição: catálogo e materiais gráficos.Formada em Design Visual pela UFRGS e Gestão Cultural pelo Instituto Federal de Ciência e Tecnologia, possui exeperiência na criação de identidades visuais de marcas e de campanhas publicitárias e animações. Trabalhou para marcas como Renner, Camicado, Grendene Kids e Netflix. Diretor musicalMarcos FariasResponsável pela curadoria das apresentações musicais, planejamento e organizações dos eventos.Bacharelado em Composição e Regência pela Faculdade de Música Palestrina Porto Alegre-RS (1985)2020 Prêmio Açorianos Melhor Cd “Brasil Quilombo” da cantora Glau Barros (Arranjos) 2008-2016 Acompanha o cantor Tonho Crocco na Banda "Partenon 80" (arranjos, mixagens e masterizações - Produtor fonográfico) 2006-2008 Duas temporadas em Monte Carlo contratado pela Société des Bains de MerIntegra a banda “Partenon 70“ com o cantor Tonho Crocco (Ultramen)Representou o Brasil na Alemanha integrando a banda de apoio do Grupo “Da Guedes”; vocalista, instrumentista e arranjador do grupo “Saltimboc"Criou os arranjos de metais do CD ”Suingante” e os teclados do CD “Afro Sul Realista” do músico Luis Vagner em São Paulo e Rio de Janeiro. Acompanhou Elza Soares, o cantor Dominguinho do Estácio e o músico Giba-Giba. Produziu CDs de samba de grupos, como: Pagode do Dorinho, Louca Sedução, Toque de Mel, Sambastral, Grupo Gana. Produtor musicalHilton Jorge MachadoFará a organização dos músicos e ensaios e apoio na execução das apresentações musicais.Pós-graduado em História Africana e Afro-Brasileira (FAPA), 2010 e Licenciado em História (FAPA). Desenvolve atividades como educador popular há mais de 30 anos na área da música em escolas e comunidades carentes.Trabalhou em atividades extra-curriculares combinando música e história, no Campo da Tuca-Galpão de reciclagem e na Esc. Mun. Neuza Brizola, projeto descentralização da cultura-SMC/POA e coordenou três regiões para implantação de oficinas culturais pelo mesmo projeto; Assessor das oficinas culturais na Fundação Educacional Social e Comunitária, FESC; Palestrante no Seminário Comunidade e Cidadania, FESC; Oficineiro da oficina de Expressão Sonora nas Vilas Maria da Conceição e Lupicínio Rodrigues; Oficineiro da Afro Som na Esc. Mun. Loureiro da Silva e na Esc. Mun. José Loureiro da Silva, realização SMC; Docente na Esc. Mun. Papa João XXIII, oficina O Negro X Música = Movimento; Oficineiro no Col. Mun. Emílio Meyer e do Centro de Desenvolvimento da Expressão, Vila Lupicínio Rodrigues; Oficineiro na Festa da Primavera oficinas com sucatas; Palestrante nas atividades criativas, treinamento introdutório para funcionários do Instituto Central de Menores-FEBEM; Oficineiro do Projeto Pé-no-chão, nas Vilas Pinto e Maria da Conceição, pelo Conselho Estadual de Desenvolvimento Cultural.Integra o grupo "Coisapreta" pelo qual lançou os CDs "quandofaladenois" (2023) e a coletânea "Música negra contemporânea" (2019). Realizou apresentações no Parque Farroupilha e na Praça XV de novembro, em Porto Alegre; na II Mostra de Música Popular Latino-Americana, em Pelotas-RS; nos I e II Festivais da Canção do Litoral, em Osório-RS; no Projeto Verão Cultural, em Tramandaí-RS e Imbé-RS, entre outras. Técnico som e imagemPaulo NascimentoResponsável pela produção técnica de som e imagem dos eventos musicais.Graduado pelo Instituto de Artes da UFRGS (Bacharelado em Música Popular 2018) e pelo Instituto Verdi em Violão (1991). Possui curso de formação em violão clássico pela Academia de Música Miranda (1987). Foi premiado como melhor arranjador no 3º festival de música de Porto Alegre (2000) e 1º colocado como compositor no mesmo festival. Realizou as oficinas musicais "especialidade em instrumentos de cordas" em Canela-RS (1993); lecionou teoria musical e prática instrumental no Centro de Artes Recitatus; lecionou teoria musical e prática instrumental no IPDAE em Porto Alegre; teoria musical e musicalização na escola In Concert-Porto Alegre; prof. de música na Academia de Música Miranda.ContadorAlexandre BritoGraduado em 1999 pela Faculdade Portoalegrense de Ciências Contábeis e Administrativas. Pós graduado em Perícia Judicial e Extrajudicial FADERGS (2019). ABRH – Assoc. Bras. de Recurso Humanos AMLRSF – Assoc. dos Moradores Romeu Samarani ASSOJAF - Assoc. do Oficiais de Justiça do RS Chaves, Rudnicki & Pinto Advogados Associados Clínica Dalle Laste Conster Construções, Fundação da Brigada Militar, Tia Iara Turismo.Músicos: a definir
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.