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PRONAC 2412279Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Acervo Cultural e Histórico da Ação da Cidadania: organização, tratamento e catalogação

ACAO DA CIDADANIA CONTRA A FOME, A MISERIA E PELA VIDA
Solicitado
R$ 2,26 mi
Aprovado
R$ 2,26 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Acervos arquivísticos culturais do Patrimônio
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural material
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-01
Término

Resumo

Realização de ações voltadas à organização e preservação do Acervo Cultural e Histórico da Ação da Cidadania. O projeto prevê higienização, catalogação, digitalização e sistematização da documentação em banco de dados, que será disponibilizado gratuitamente ao público de forma virtual. Produto: Preservação de Acervo Cultural Patrimonial.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

PRESERVAÇÃO DE ACERVO CULTURAL PATRIMONIAL OBJETIVO GERAL Organização parcial do Acervo Cultural e Histórico de 30 anos de Memória, de forma que essa ação seja estruturante para acesso/pesquisa pública e para que a Instituição se utilize dela como fonte de informação confiável para variadas frentes de trabalho. A catalogação será fundamentada nos seus aspectos de salvaguarda e comunicação museológica. Ao final, ela será disponibilizada ao público gratuitamente através de sistema on-line. A continuidade da organização do acervo se dará nos anos seguintes. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Aquisição de Base de Dados e de mobiliário mínimo adequado; - Identificação, classificação e organização do acervo digital (ações estruturantes); - Digitalização do acervo fotográfico, estima-se 3.000 fotografias tamanho 10x15cm, digitalizadas neste projeto; - Organização e identificação dos recortes de jornais (clipping); - Catalogação na nova base de dados (sugerida no momento Sistemas do Futuro), estima-se 15.000 itens catalogados e inseridos durante a execução deste projeto; - Relatório Técnico do Acervo de Fitas Magnéticas (não serão tratadas ou digitalizadas) - Manutenção e atualização com novos documentos que forem recebidos e/ou recuperados durante identificação e organização e que não estejam listados. Em anexo: relatório com a situação do acervo.

Justificativa

Cerca de 60% da população brasileira tem atualmente algum nível de insegurança alimentar, sendo que 33 milhões de pessoas não têm o suficiente para comer. Depois de deixar o Mapa da Fome em 2014, com a implementação de uma série de políticas públicas de distribuição de renda e segurança alimentar, levou menos de um ano _ entre 2021 e 2022 _ para que o Brasil regredisse ao patamar que registrava em 1993, quando Herbert de Souza, o Betinho, criou a Ação da Cidadania. Na época, eram 32 milhões de famintos. O Brasil já saiu do Mapa da Fome uma vez e tem todas as condições de fazê-lo novamente. Mas a questão não pode ser tratada apenas como responsabilidade do poder público. A fome se interrelaciona com outros fatores e impacta as pessoas de maneira desigual: 60% dos lares comandados por mulheres convivem com a insegurança alimentar; o mesmo acontece com 65% dos domicílios chefiados por pessoas pretas e pardas; 20% das famílias do Nordeste e ¼ das famílias da região Norte convivem com a fome, assim como 60% dos lares em regiões rurais em todo o Brasil. A fome é, portanto, um problema de múltiplos fatores. Dirimi-la precisa partir da tomada de consciência de todos os cidadãos. A Ação da Cidadania também cuida da fome da alma, fome de cultura, fome de cidadania das pessoas. O trabalho, a mobilização e o espírito solidário da Instituição têm uma importância e relevância para o país inteiro, porém parte da população desconhece esse fazer. Através da organização e disponibilização de seu acervo, a Ação da Cidadania pretende continuar suas atividades, entre outras, de reconhecer a pluralidade cultural promovendo o acesso e o intercâmbio a todos os cidadãos em suas diversas manifestações em áreas culturais, artísticas e da indústria criativa. Os itens de seu acervo possuem importância histórico-cultural, registro de 30 anos de Brasil. Através deste projeto, eles estarão disponibilizados para pesquisa ampla e gratuita pela Internet, caminho sem barreiras geográficas e econômicas. == A utilização da Lei de Incentivo à Cultura para a organização e disseminação do acervo é fundamental para a viabilização dessas ações. Este projeto se enquadra na Lei no. 8.313 de 23/12/1991 em seu artigo 1º. nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Para o cumprimento dessas finalidades, este projeto atende aos objetivos dos seguintes incisos do artigo 3ª da mesma lei: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.

Estratégia de execução

ANEXOS DA PROPOSTA: - Relatório sobre o acervo - 3 Declarações e 1 Termo de Compromisso (reunidas no mesmo arquivo) - Orçamento de mobiliário - aquisição

Especificação técnica

SOFTWARE PARA GESTÃO DO ACERVO SISTEMAS DO FUTURO –IN ARTE ONLINE Software de informatização da gestão do patrimônio e documentação cultural. O In Arte on line é uma aplicação que pode ser acessada e utilizada a partir de qualquer browser e que está alojada em servidores na “cloud”, que facilitam os seus processos de atualização e manutenção. Um dos imperativos no desenvolvimento do produto é o total respeito pelas normas internacionais de inventário, gestão e documentação de patrimônio, com especial atenção para aquelas elaboradas pelo “The International Committee for Documentation of the International Council of Museums (ICOM-CIDOC)”. Outras normas são: - Normalización documental de museos (Ministério da Cultura Espanhol) - Spectrum: The UK Museum Documentation Standard (Museums Documentation Association) - Normas de classificação de patrimônio móvel e imóvel da UNESCO Esta versão permite também que sejam definidos perfis de utilizadores e formas de acesso diferenciados à base de dados para cada um deles, formas diferentes de visualização da aplicação, etc. Há também novas formas de impressão e impressão de documentos essenciais à gestão da instituição, como por exemplo, formulários de empréstimo, dossiês dos documentos, relatórios de higienização / conservação e restauro, etc.

Acessibilidade

PRESERVAÇÃO DE ACERVO CULTURAL Medidas de acessibilidade no aspecto arquitetônico: não se aplica, porque o Sistema será disponibilizado virtualmente. Itens de planilha: Não se aplica Medidas de acessibilidade para PcD visuais: O Sistema disponibilizará as informações de forma virtual, para acesso público. A base de dados indicada possui flexibilidade para utilização de acordo com as definições futuras dos gerenciadores. No caso de funcionalidades de acessibilidade dos sistemas operacionais, como aumento de tamanho de letra, alto contraste em tela, leitor sonoro automático etc, elas funcionarão normalmente quando as pessoas estiverem acessando a base de dados ou o In Web. Itens da planilha: Software de gerenciamento de dados Medidas de acessibilidade para PcD auditivos: Por se tratar de documentação textual e fotográfica, a pessoa surda ou com baixa audição não encontrará bloqueios durante suas pesquisas. De qualquer forma, haverá dados de contato com a instituição para atendimento a consulentes com deficiência ou não. Itens da planilha: Não se aplica Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: As páginas de pesquisa e resultado do sistema proposto são projetadas para minimizar qualquer risco de convulsão por estímulos visuais (cor de tela e contrastes), fácil de ser navegado e sem pressão de tempo para pesquisa. Usuários terão tempo suficiente para ler e interagir com o conteúdo. Itens da planilha: Software de gerenciamento de dados OBSERVAÇÃO: Os materiais de divulgação gerados pelo projeto irão dispor de informações sobre as medidas de acessibilidade.

Democratização do acesso

O resultado deste projeto, disponibilizará gratuitamente a Base de Dados do Acervo Histórico e Cultural da instituição a partir do 13º mês de atividades. Ao mesmo tempo irá preservar os documentos, que serão armazenados de forma segura, em materiais apropriados, evitando seu manuseio . Público-alvo: Pesquisadores e público interessado do Brasil e do exterior; a própria Instituição proponente. Público estimado: mínimo de 40 pessoas/mês do 13o ao 24o mês = 480 acessos. Em atendimento ao artigo 30º. da IN no. 11 de 2024, o projeto prevê: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); (pois o projeto apresenta 100% de gratuidade)

Ficha técnica

AÇÃO DA CIDADANIA Proponente e responsável pela gestão do processo decisório, incluindo decisões administrativo-financeiras. Não será remunerado pelo projeto. Portfólio atualizado anexo. Daniel Souza – Função: Presidente do Conselho da Ação da Cidadania. Ele, juntamente com o Conselho e com a Diretoria, é responsável por todos os processos decisórios. Não é remunerado pelo projeto Designer, formado na ESDI - Escola Superior de Desenho Industrial, trabalhou com cenografia, programação visual, vídeo clipe e computação gráfica com o designer Luiz Stein. Trabalhou na Cia Aérea de Dança como cenógrafo, produtor programador visual e dançarino. Trabalhou ainda na Companhia Ensaio Aberto como designer, produtor e ator. Em 1998, idealizou o CD Brasil São Outros 500 com a participação de 40 grandes artistas brasileiros. Nesse ano entra na Ação da Cidadania Contra a Fome, a Miséria e Pela Vida, onde, passa a ser um dos coordenadores. De 1998 até 2003 realiza com a equipe da Ação da Cidadania, todos os eventos e campanhas aumentando as parcerias, as arrecadações, os projetos e a abrangência geográfica de entidade. Em 2011 volta à Ação da Cidadania como Presidente do Conselho, onde permanece até hoje. Eneide Maia de Castro – Função: Diretora Administrativa Financeira da Ação da Cidadania. Ela será a Gestora Administrativo-Financeira. Não é remunerada pelo projeto. Economista, doutoranda em Engenharia de produção, COPPE - UFRJ, mestre em Engenharia de Produção pela COPPE/UFRJ e MBA executivo na COPPEAD-UFRJ. Mais de 20 anos de experiência na área de Gestão e inovação de processo com foco em: projetos de produção cultural, planejamento e controle de custos de produção, e de toda cadeia produtiva | desenho e implementação de processos e sistemas gestão de fornecedores | negociação contratual Formação Acadêmica Economista, doutoranda em Engenharia de produção, COPPE - UFRJ, mestre em Engenharia de Produção pela COPPE/UFRJ e MBA executivo na COPPEAD-UFRJ. Expomus – Função: Coordenação Museológica e de Pesquisa Criada em 1981, a Expomus – Exposições, Museus, Projetos Culturais é filiada ao Comitê Brasileiro do ICOM (Conselho Internacional de Museus) e ao Conselho Regional de Museologia de São Paulo. Desenvolvimento de exposições, criação e revitalização de museus e espaços culturais, programas educativos, gestão de acervos, projetos socioculturais, capacitação de equipes, projetos editoriais, programas de memória institucional e consultorias específicas representam projetos desenvolvidos, marcados por ineditismo, qualidade, ética e transparência. O TRIUNFO DA COR. O PÓS-IMPRESSIONISMO: OBRAS –PRIMAS -DO MUSÉE D’ORSAY E DO MUSÉE DE L’ORANGERIE Centro Cultural Banco do Brasil - SP e RJ - 2016 PICASSO E A MODERNIDADE ESPANHOLA: OBRAS DA COLEÇÃO - MUSEU NACIONAL CENTRO DE ARTES REINA SOFIA Centro Cultural Banco do Brasil – SP e RJ- 2015 Responsabilidade técnica: Maria Ignez Mantovani Franco - Formada em Comunicação Social pela FAAP, especialista em Museologia pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo, Doutora em Museologia pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, de Lisboa, Portugal; Diretora da EXPOMUS – Exposições, Museus, Projetos Culturais, por ela criada em 1981; presidente do ICOM Brasil de 2012 a 2018, e sua representante junto ao Conselho Consultivo do Patrimônio Museológico do IBRAM – Instituto Brasileiro de Museus. Eneida Labaki – Função: Coordenação de Documentação Graduada em História pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), especialista em Organização de Arquivos pelo IEB-USP e em Gestão Cultural Contemporânea pelo Instituto Singularidades e Itaú Cultural e MBA em MBA Bens Culturais: Economia, Gestão e Cultura pela FGV. Responsável por definir as diretrizes do projeto e acompanhamento das atividades (diariamente via e-mail e telefone, e semanalmente em reuniões presenciais com o coordenador e analistas), de maneira a assegurar elevado padrão de qualidade, e garantir as entregas previstas nesta proposta. Alessandra Labate Rosso – Função: Coordenação Técnica Formada pela FAAP – Fundação Armando Álvares Penteado, em Comunicação Visual (1986) e em Desenho Industrial (1987), fez curso de Especialização em Museologia na Universitá Internazionale Dell´Arte em Florença, Itália (1989). Trabalhou no Museu de Arte Contemporânea da USP entre 1984 e 1987 e desde 1988 presta serviços à Expomus –. Durante estes 35 anos atuou na área técnica em controles de acervos em diversos projetos de exposições nacionais e internacionais, projetos de gestão de coleções e projetos complementares na implantação de novos museus ou revitalização de museus existentes e em projetos de reservas técnicas. É membro do ICOM – International Council of Musemus, Membro do Board do ICAMT – Comitê de Arquitetura e Técnicas Museográficas do ICOM (2013/2016) e (2017/2019) e (2020-2022) atuando agora (2023-2025) como Tesoureira do ICAMT. É membro do ICOM Working Group on Collections in Storage e membro da Registrarte – Associação Italiana de Registrar em Obras de Arte. Desde o seu início em setembro de 2014, assume também a diretoria técnica da CLÉ – Reserva Contemporânea participando efetivamente da operação técnica e na interface com clientes da área de Museus e Coleções Particulares. Beatriz Isshiki de Rezende – Função: Assistente Bacharel em Artes Plásticas pela Faculdade Santa Marcelina (2005-2008), título de Master I em Mediação da Cultura e do Patrimônio pela Université d'Avignon, França (2011-2012) e MBA em Gestão de Museus pela Faculdade Candido Mendes (2019-2021). Desde 2012, presta serviços à Expomus como assistente técnica no núcleo de Coleções, atuando na área de gestão de coleções particulares e institucionais com atividades relacionadas à catalogação, gestão de informações das obras em base de dados informatizada, conservação, courrier e logística. Anteriormente, trabalhou no Centro Cultural São Paulo com o acervo da Coleção de Arte da Cidade, quando atuou diretamente nas atividades relacionadas à reserva técnica e junto ao controle do acervo (atividades de manuseio, acondicionamento, conservação, montagem fina, acompanhamento em exposição).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2028-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro