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O projeto visa a realização da exposição de arte itinerante Fiotim, criação do artista visual mineiro Jorge Fonseca, composta de galeria de arte, parque de esculturas interativas, performance do artista, saraus, oficinas de arte-educação e residência artística.
Caravana Fiotim no Coração do Brasil realizará 20 exposições, de forma gratuita, em praças públicas de 20 cidades, de 4 regiões e 11 Estados do Brasil mais Distrito Federal, utilizando um caminhão customizado como trailer-galeria. O projeto compreende 3 eixos: o primeiro é a exposição Fiotim, o parque de esculturas e a performance de Jorge K; o segundo é o Educativo Fiotim, que são as ações educativas, oficinas de arte e visitas guiadas e o “Puxadim” que são apresentações dos artistas locais; e o terceiro é o “Projeto Carona”, residência artística, de um mês cada, para 4 artistas selecionados por convocatória, com mentoria da curadoria. Serão, ainda, desenvolvidas parcerias com organizações da sociedade civil que tratam da temática socioambiental nas cidades por onde o projeto percorrer, para a realização de atividades de plantio de mudas de árvores regionais nas comunidades impactadas pela Caravana. Fiotim é uma exposição, performance, fábula e interação criada pelo artista visual mineiro Jorge Fonseca. Nela, um camelô visita um importante museu – o Inhotim – e, descobre, ali, uma oportunidade de mudar de vida. A partir de então, esse ‘arteiro viajante’ se lança na missão de fazer miniaturas de tudo o que viu. Mesmo dispondo de poucos recursos, produz, à sua maneira, uma série de souvenirs – imitações dos objetos expostos. Nem o rico e exuberante paisagismo do museu visitado escapa ao olhar desse personagem, que ganha um nome – Jorge K –, uma ‘biografia’, personalidade própria e um visual altamente cativante. Jorge Fonseca, dá, então, vida ao personagem Jorge K, transformando-o em uma performance e em uma atração a mais deste universo criado por Fonseca. O personagem Jorge K é retratado em um cordel distribuído para o público – “A Proeza do Mineirim” – no qual conta a sua história. As principais referências e inspirações utilizadas pelo artista na construção desse projeto foram os mascates (camelôs de outrora) e os ‘Gabinetes de Curiosidades’ (pequenos circos sobre rodas, que em tempos antigos percorriam cidades do interior, levando ao público uma exposição de raridades, novas descobertas, além de objetos considerados estranhos na época).
Objetivos Gerais: O objetivo do projeto Caravana Fiotim no Coração do Brasil é realizar a exposição de arte itinerante Fiotim, que engloba trailer-galeria, parque de esculturas interativas e performance do artista Jorge Fonseca, caracterizado como Jorge K, em praças públicas das regiões Norte, Nordeste, Centro-oeste e Sudeste, totalizando 20 cidades abrangidas ao longo de 05 meses, promovendo visitas mediadas, oficinas de arte-educação e saraus com artistas locais de forma gratuita, além de 04 residências artísticas de um mês para artistas selecionados por convocatória. Objetivos Específicos: Realizar o projeto da Exposição itinerante Fiotim, do artista Jorge Fonseca, em praças públicas de 20 cidades, de 4 regiões e 11 Estados do Brasil e Distrito Federal, de forma gratuita, abrangendo dentro da Exposição: 02 performances do artista Jorge Fonseca, caracterizado como Jorge K; Ação "Carona", caracterizada por 04 residências artísticas, de um mês cada, para artistas selecionados por convocatória, com mentoria da curadoria; Ação "Educativo Fiotim", que contempla visitas guiadas e oficinas de arte-educação durante todo o período de exibição de Fiotim em cada cidade; Ação "Puxadim", um sarau destinado à experimentação de diferentes linguagens artísticas, na qual, em cada cidade, ao menos dois artistas locais são convidados a se apresentar; e Promover o plantio de mudas de árvores regionais nas comunidades impactadas pela Caravana.
A Caravana Fiotim no Coração do Brasil foi criada pelo artista visual autodidata Jorge Fonseca. Se caracteriza por ser uma exposição de arte itinerante e, também, um museu em movimento, que percorrerá 20 cidades do país, instalando-se em praças públicas, distribuídas pelas regiões Norte, Nordeste, Centro-oeste e Sudeste, possibilitando que milhares de pessoas usufruam a arte, em espaço público, na intenção de democratizar o acesso à arte e a cultura. Desde sua criação, em 2014, Fiotim realizou diversas apresentações e contemplou milhares de espectadores. Em 2016, a Caravana Fiotim percorreu 8 mil km pelo Brasil, seguindo o curso do rio São Francisco desde sua nascente até a foz, apresentando-se em várias cidades ribeirinhas desde o sertão de Minas Gerais até o litoral de Alagoas. Esta empreitada foi feita de forma altruística, com recursos do próprio artista. Em 2017, conquistou o 1º lugar no Prêmio Funarte Conexão Circulação Artes Visuais e foi indicado ao Prêmio PIPA, sendo vencedor do Prêmio PIPA Online. A proposta agora é expandir a Caravana Fiotim para novas cidades, seguindo novo itinerário e contando com estrutura otimizada para a realização do projeto. Planeja-se a visita a 20 cidades, com 2 apresentações em cada uma delas, alcançando 4 regiões do Brasil. Fiotim é uma exposição de arte composta por uma grande instalação artística localizada dentro de um trailer que se desdobra para o espaço externo. Plena de elementos lúdicos, mescla a estética de circo e parque de diversões por meio de múltiplas linguagens. Trata-se de um ambiente artístico imersivo, multissensorial, envolvente e convidativo, inspirado nos gabinetes de curiosidades, precursores dos museus. No interior do trailer, encontra-se a galeria de arte, composta por 40 miniaturas que reinterpretam, como uma paródia, obras de arte do Museu Inhotim. Na parte externa, um parque de esculturas com brinquedos-esculturas interativas, conhecidos como "Objetos Estéticos Relacionais". Estão previstas também performances do artista Jorge Fonseca, que incorpora o personagem Jorge K, interagindo com bonecos manipulados por bonequeiros locais e conta com projeção de vídeos, luzes, som e efeitos cenográficos, em uma experiência visual sensorial e envolvente. Conta também com a distribuição do cordel "A Proeza do Mineirin", cuja história é a do próprio personagem Jorge K, criando assim mais uma camada de interação com o público. Visando abranger ainda mais a cultura popular das regiões do Brasil que passará, a Caravana Fiotim, além da exposição itinerante e as performances do artista, contará também com duas iniciativas envolvendo artistas locais, sendo estas o "Projeto Puxadim", que objetiva valorizar e destacar a cultura local convidando artistas para se apresentar no Fiotim, enriquecendo ainda mais as trocas e a experiência artística proposta e o "Projeto Carona" residência artística em movimento, na qual jovens artistas serão selecionados por meio de convocatória para acompanhar a Caravana e desenvolver seus trabalhos, com direito a mentoria curatorial, remuneração e custos de viagem custeados pelo projeto. Pensando no aspecto educacional da proposta, também haverá o "Projeto Educativo Fiotim", com o intuito de promover, por meio de artistas-oficineiros locais, oficinas de arte para estudantes da rede pública e comunidades locais. Para acompanhar as visitas guiadas e orientar o público, serão contratados e treinados monitores/educadores das próprias localidades, dando ênfase aos profissionais com menor representação nas artes, como pessoas negras, mulheres e LGBTQIAPN+. Está prevista também a ação de plantio de mudas de árvores regionais nas comunidades impactadas pela Caravana, por meio de parcerias com organizações da sociedade civil que tratam da temática socioambiental nas cidades por onde o projeto irá percorrer. A missão da Caravana vai muito além do entretenimento e democratização da arte e cultura; visa promover acessibilidade e oportunidade de criação e geração de renda para as comunidades por onde passa. O objetivo de inclusão social e econômica é um dos pilares do projeto. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8.313/91): I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
A Caravana Fiotim no Coração do Brasil realizará 20 exposições, de forma gratuita, em praças públicas de 20 cidades, de 4 regiões e 11 Estados do Brasil e Distrito Federal. Se compõe do trailer-galeria - ambiente expositivo composto por 40 miniaturas que reinterpretam obras de arte de Inhotim -, um caminhão baú customizado, que transportará os equipamentos para montagem de toda a estrutura externa de Fiotim - o Parque de Esculturas, com brinquedos-esculturas interativas, conhecidos como "Objetos Estéticos Relacionais”, e os equipamentos e materiais necessários para as oficinas e apresentações; uma van para rebocar o trailer e outra para transportar a equipe: artista, fotógrafo, artista residente, membros da produção e curadoria. Serão 9 mil km, percorridos em 5 meses, divididos em 2 períodos, com intervalo de 15 dias, para a manutenção da exposição, dos veículos e reposição de materiais de divulgação. Estima-se um público direto e indireto de 150 mil pessoas, sendo 40 mil pessoas de forma presencial, entre crianças, jovens, adultos e idosos de todas as classes sociais, etnias e gêneros e acreditamos que uma boa parte desse público nunca esteve em exposição de arte e/ou que visitou um museu. Espera-se uma abrangência ainda maior indiretamente, por meio das redes sociais e do site do Fiotim. O projeto prevê como equipe para a fase de pré produção: Coordenação geral Coordenação artística Coordenador de produção Curadoria Assistente de curadoria Produtor executivo Assistente de produção O projeto prevê como equipe técnica para fase de produção: Coordenação geral Coordenação artística Curadoria Assistente de curadoria Produtor executivo Assistente de produção Designer gráfico Produtor (a) local - revezamento por estado ou região Fotógrafo/ cinegrafista - recrutado por região Artista residente - selecionado por estado Artistas/oficineiros - revezamento por estado ou região Manipuladores de bonecos - revezamento por estado ou região Mediadores/ monitores - revezamento por estado ou região Técnico de som / assistente de espetáculo - revezamento por estado ou região Técnico de luz/ assistente de espetáculo - revezamento por estado ou região Montadores - recrutado por cidade Vigilantes - recrutado por cidade Motorista caminhão - revezamento conforme a transportadora Motorista caminhonete - revezamento conforme a transportadora O projeto prevê como despesas de deslocamento / passagens: Teresina x BH - Jorge Fonseca (artista)BH x Fortaleza -Jorge Fonseca (artista)Rio x Brasília x Rio - Fernanda Terra (curadora) aberturaRio x São Luiz x Rio - Fernanda Terra (curadora) acompanhamentoRio x João Pessoa x Rio - Fernanda Terra (curadora) acompanhamentoRio x Ouro Preto x Rio - Fernanda Terra (curadora) encerramentoRio x Fortaleza x Rio - Produção acompanhamentoRio x Maceió x Rio - Produção acompanhamentoRio x Ouro Preto x Rio - Produção encerramento Plano de divulgação: Pelas características do projeto, será dada especial atenção à divulgação por meio de anúncios por rádios, divulgando assim que todas as ações do Fiotim incentivam o envolvimento ativo do público, em espaços públicos raramente ocupados por projetos como esse. Será realizado um trabalho cuidadoso em jornais diários, portais na internet, revistas semanais, programas jornalísticos de rádios e TVs (abertas e a cabo) e pautas específicas para veículos ligados à cobertura de cotidiano, arte e cultura. Também estão previstas ações impulsionadas em redes sociais, com postagens periódicas ao longo do período, no Instagram e Facebook do projeto, que já possui aproximadamente 7 mil seguidores (https://www.instagram.com/museufiotim/ e https://www.facebook.com/museufiotim). O site de Fiotim vai ancorar o processo de divulgação. Por se tratar de uma ação tão relevante para o projeto, o plano de divulgação prevê a contratação de Assessoria de Imprensa, editor de vídeo para impulsionamento nas redes sociais e diversas mídias pagas nas cidades que serão contempladas (anúncios em sites e jornais, impulsionamento de posts, spots em rádio e outdoors). Serão ainda encomendadas camisas para todos os profissionais que trabalharão diretamente com o público, de forma a identificar os profissionais da equipe e ressaltar o nome do projeto. Por fim, serão produzidos para distribuição gratuita catálogos, folders, filipetas, banners e folders em braille, conforme citado anteriormente. Com esse plano de divulgação, o projeto deverá ter o alcance de público previsto em cada cidade. Proposta museográfica da exposição A exposição da Caravana Fiotim ocorrerá em dois espaços diferentes: o primeiro dentro do seu trailer-galeria, composto por 40 miniaturas que reinterpretam - como uma paródia - obras de arte do Museu Inhotim. O segundo local, em espaço aberto, conta com um parque de esculturas com brinquedos-esculturas interativas, conhecidos como "Objetos Estéticos Relacionais”. Por se tratar de uma exposição itinerante e interativa, que percorrerá as praças públicas de diversos locais do Brasil, é necessário um projeto museográfico adaptado a cada cidade devido às especificidades locais. Portanto é imprescindível que a museografia possua um caráter flexível, para possibilitar a adaptação da exposição aos diferentes espaços e contextos de cada cidade. A presente proposta apresenta, então, como projeto museográfico anexado: um croqui de montagem, que poderá sofrer algumas alterações de acordo com o local, imagem do interior do trailer-galeria, imagem dos espaços ocupados pela Exposição Caravana Fiotim (contendo trailer-galeria, espaço para a performance do Jorge K e o parque de esculturas), bem como listagem dos objetos estéticos relacionais que serão expostos e a relação de equipamentos necessários para a montagem da estrutura.
1- Catálogo Capa Dura (quantidade: 2000) Revestimento: 33,7x48,3cm, 4x0 cores, Tinta Escala em Couche Matt 150g. Miolo: 200 pgs, 21x29,7cm, 4 cores, Tinta Escala em Off-set Alta Alvura 150g. Guardas: 4 folhas, 21x29,7cm, 4x0 cores, Tinta Escala em Off-set Alta Alvura 180g. Base: 21x29,7cm, sem impressão em Paraná 1340g 80x100. Laminação Fosca, Lados laminação 1(Revestimento), Costurado, Colado(Miolo), Capa Dura Cartonada (Revestimento) 2- Folders - 15X15cm fechado - 3 dobras paralelas (quantidade: 10000) Miolo: 15x60cm, 4x4 cores, Tinta Escala em Off-set Alta Alvura 180g. 3 - Cordel - c/ 32 págs + capa - 16X11cm (quantidade: 5000) Capa: 11x32cm, 1x1 cor, Tinta Preta em Kraft Natural 80g. Miolo: 32 pgs, 16x11cm, 1 cor, Tinta Preta em Jornal LD 56g. 4 - Filipeta refilada (quantidade: 10000) Miolo: 29,7x10,5cm, 4x4 cores, Tinta Escala em Off-set Alta Alvura 90g. 5 - Cartazes - Refilado (quantidade: 500) Miolo: 42x29,7cm, 4x0 cores, Tinta Escala em Off-set Alta Alvura 90g. 6 - Folder em Braille (quantidade: 500) Transcrição e impressão de folder em tinta fonte ampliada e braille Papel offset 180g/m², impressão 1x1 cores P/B, Formato A4.
Com o intuito de implementar medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto e que sejam tecnicamente possíveis, a Caravana Fiotim contará com consultoria em acessibilidade para que todas as suas ações e propostas sejam desfrutadas pelo público mais amplo possível. Portanto, já estão mapeadas ações voltadas para a acessibilidade. A primeira é a acessibilidade atitudinal, com capacitação de uma equipe diversificada para trabalhar com o público na ação educativa, bem como fomentar a participação de pessoas com deficiência nas atividades do projeto. Será realizado treinamento específico aos monitores contratados por meio de material didático previamente produzido para que estejam aptos a conduzir a visita para diferentes públicos, sejam eles com limitações físicas ou intelectuais. Na acessibilidade arquitetônica, o projeto preocupa-se com recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios, tais como banheiros e áreas de circulação. O trailer-galeria Fiotim possui rampa de acesso para cadeirantes e o Parque de Esculturas, na parte externa, será instalado de forma a garantir a circulação de cadeiras de rodas e pessoas com mobilidade reduzida. Pensando ainda no público constituído por pessoas cegas e de baixa visão, será disponibilizado conteúdo com audiodescrição das obras de arte expostas e dos cenários e recursos visuais presentes em toda a ambiência. Será produzida, ainda, para o atendimento de pessoas surdas ou com deficiência auditiva, uma versão em Braille do folder para distribuição e, sempre que possível, serão contratados monitores com domínio da linguagem de sinais e intérpretes de Libras para atuar durante as performances do artista. A intenção é alcançar todas as camadas da sociedade, incluindo crianças, jovens, adultos e idosos de diferentes etnias, raças e gêneros e promover a acessibilidade à arte, de forma a impactar positivamente as localidades por onde passa, levando arte diretamente para as comunidades que têm pouco ou nenhum acesso à exposições e aos museus. As ações de acessibilidade previstas estão fundamentadas, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, e do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018.
A democratização do acesso à arte é um dos principais objetivos do presente projeto. A Caravana Fiotim pretende percorrer 20 cidades em 11 Estados, alcançando 4 regiões do Brasil, sendo algumas delas carentes de investimento em cultura e projetos culturais. Desta forma, além de fomentar a inclusão social e a diversidade, visa promover acessibilidade e oportunidade de criação e geração de renda para as comunidades por onde passa. O objetivo de inclusão social e econômica é um dos pilares do projeto, que será totalmente gratuito para o público. A Caravana Fiotim também busca gerar oportunidades para os artistas locais com a geração de renda, incentivando o desenvolvimento da economia criativa por meio das residências artísticas, com mentoria curatorial e remuneração e da contratação de artistas-oficineiros e monitores/educadores locais, dando ênfase aos profissionais, com menor representação nas artes, como pessoas negras, mulheres e LGBTQIAPN+. Visando um alcance ainda maior de público, todo material gráfico produzido no âmbito do projeto será distribuído gratuitamente. As medidas de ampliação de acesso adotadas no projeto, conforme Art. 28 da IN 11/2024, serão: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas
MUSEO - Empresa proponente - Coordenação Geral Criada em 2006, produziu dezenas de exposições com debates, oficinas e visitas mediadas, dentre elas: “Corpo popular” do carnavalesco Leandro Vieira no Paço Imperial e na Central do Brasil, RJ, em trem transformado em galeria (2023/24); “Rios em Movimento” no Museu da Vida, RJ, (2019) com tema sustentabilidade e acessibilidade; “Labirinto de amor” do artista Jorge Fonseca na Caixa Cultural DF/RJ/SP (2018/19); “Arena Conta...teatro e resistência no Brasil – 1965-1970”, exposição itinerante, SESC Nacional, circulou por 5 anos pelo país (de 2015 a 2020); “Desobediência Tecnológica” do artista cubano Ernesto Oroza na Caixa Cultural Recife (2015); “Augusto Boal”, no CCBB RJ (2015) e itinerância por 3 outros locais; “AFRICA - Mère de tous les peoples” (2011), de Walter Firmo, na ONU, em Genebra, celebrando o Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes. Daniela Camargo - Empresa Proponente. Coordenação de produção. Mestre em Preservação e Gestão do Patrimônio Cultural das Ciências e da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, Museóloga pela UNIRIO e Pós-graduada em Gestão do Patrimônio Histórico e Cultural pela UFMG. Estudou fotografia no Brasil e na Itália. Trabalhou com produção de televisão e nas áreas de publicidade e cinema durante 10 anos. Especialista em conservação fotográfica, integrou durante 9 anos a equipe de colaboradores do Centro de Conservação e Preservação Fotográfica da FUNARTE, RJ, tendo atuado como fotógrafa conservadora. Nos últimos anos foi responsável pelo setor de projetos do mesmo Centro. Participou da diretoria da Associação Brasileira de Conservadores-Restauradores de Bens Culturais – ABRACOR durante duas gestões, de 2004 a 2008. Foi membro da diretoria do Conselho Regional de Museologia no triênio 2014-2016. Mariana Santana - Empresa Proponente. Produção executiva. Mestre em Museologia e Patrimônio pelo Programa de Pós-graduação em Museologia e Patrimônio UNIRIO/MAST. Museóloga pela UNIRIO, com especialização em Gestão do Patrimônio Histórico e Cultural pela UFMG. No Centro de Conservação e Preservação Fotográfica da FUNARTE, trabalhou no suporte administrativo da instituição e na assessoria a execução de projetos. Foi conservadora na Coordenação de Preservação de Acervos (COPAC) no Arquivo Nacional, realizando preparo de documentos gráficos para microfilmagem e controle de qualidade no processo de restauração de obras em suporte de papel. Na ABRACOR – Associação Brasileira de Conservadores e Restauradores de Bens Culturais fez parte da comissão executiva do XII e do XIII Congressos e membro da diretoria durante o biênio 2006-2008. Foi conselheira no Conselho Regional de Museologia de 2014 a 2022. Eliane Alves - Empresa Proponente. Assessoria admnistrativa.Graduada em Administração de Empresas pela Faculdade de Ciências Contábeis e Administrativas Moraes Júnior-Mackenzie, Pós-Graduada em Finanças pelo IBMEC em 1990 e Pós-Graduada em Gestão do Patrimônio Histórico e Cultural pela UFMG em 2011.Responsável pelos processos administrativos-financeiros da empresa Museo e pelo gerenciamento da área operacional nos projetos de longa duração junto às instituições contratantes.Desenvolveu projetos e empreendimentos na área cultural destacadamente como sócia proprietária de loja de artesanato e design brasileiro, responsável pela formação de canais de distribuição para os produtos e pela qualificação destes núcleos produtores. Atuou como executiva de Administração e Finanças nas áreas de saúde, seguros e bancária. JORGE FONSECA - Coordenação Artística Artista autodidata, foi marceneiro, maquinista de trem, designer de moda e móveis, diretor de criação e produção de grupos de artesãos, coordenador de projetos sociais, arte-educador e professor da UFJF. Com exposições no Brasil e no exterior, possui diversos prêmios: 53° Salão Paranaense, 1996; Projeto Macunaíma /Funarte, 1998; Rumos Visuais/Itaú Cultural, 2001; Salão Nacional de Arte de Goiás, 2002; Fundação Pollock-Krasner/Nova York, 2009; Prêmio Funarte Conexão Circulação Artes Visuais, 2016; Prêmio PIPA OnLine, 2017. Suas obras estão nos mais diversos acervos de museus do país, tais como o MAM-RJ, Museu Afro-Brasil, MAC de Niterói, Curitiba e Goiás, além de coleções particulares. FERNANDA TERRA - Curadora. Mestre em Museologia e Patrimônio, pós-graduada em História da Arte. Como curadora realizou os seguintes trabalhos: “ALFREDO ANTONELLI – A PAISAGEM E O TEMPO” (2022), Parque das Ruínas, RJ; “O RIO DOS NAVEGANTES” (2020), Museu de Arte do Rio, RJ; “JORGE FONSECA: LABIRINTO DE AMOR” (2018/2019), Caixa Cultural DF/RJ/SP; “A MÁQUINA DO MUNDO (2016)”, de Sergio Manon, Z42 Arte, RJ; “DESOBEDIÊNCIA TECNOLÓGICA” (2015), de Ernesto Oroza, Caixa Cultural Recife; “MESTRES DA GRAVURA – COLEÇÃO FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL” (2014), no Palácio das Artes/ BH e Museu de Arte da Bahia.
PROJETO ARQUIVADO.