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O Mapeamento das Comunidades de Religiões de Matrizes será realizado na região metropólitana da ilha de São Luis do Maranhão que abrange os Municipios de São Luis, Paço do Lumiar, Raposa e São José de Ribamar no Estado do Maranhão, visando contruir e garantir ampla participação de seus/as representantes na elaboração das propostas e projetos de políticas públicas de ações afirmativas e reparatórias para no Estado. Este projeto pretende contribuir para a criação de uma rede das Comunidades Tradicionais de Matriz Africana na ilha de São Luís, por meio da elaboração da pesquisa e mapeamento do terreiro e a composição de um catálogo virtual com dados da pesquisa quantitativa e qualitativa que disponibilizado no site para acesso amplo aos dados das pesquisa. Neste sentido, o projeto mapeará os terreiros desses município de São Paulo para que seja possível sistematizar a quantidade, localização, organização, situação do território santo e os aspectos socioculturais. Busca-se, ainda, aprofundar o conhecimento sobre a localização geográfica, fundadores e lideranças, diversidade cultural (nações).
O trabalho será de Pesquisa de Campo, onde os protagonistas serão os próprios membros das Casas de Religiões de Matriz Africana convocados para compor a equipe de trabalho. Período de execução: 12 meses, pré produção e produção 2 meses. 5 meses para pesquisa de campo, 4 meses para verificação e edição do dados da pesquisa, criação alimentação do site e organização e produção do catálogo virtual. 1 mês para o Lançamento do Mapeamento ao público em geral entrega de relatórios.
Realizar uma pesquisa sobre as religiões de matrizes africanas na região metropolitana de São Luis composto pelo municipios ede São Luis, Paço do Lumiar, Raposa e São José de Ribamar . O objetivo é mapear os os terreiros nos municipios de São Luis, Paço do Lumiar, Raposa e São José de Ribamar no Estado do Maranhão Apresentar a pesquisa quantitativa e qualitativa e onde estão localizados, suas condições de documentação e infra-estrutura; Apresentar os aspectos sócio-culturais e demográficos. Fortalecer as ações que vão colaborar para reconhecimento e visibilidade desses espaços; Favorecer a diminuição do racismo religioso e preconceito contra as religiões afro-brasileiras e, principalmente, valorizar a cultura afro-brasileira. Lançar site com disponibilização dos dados da pesquisa e catálogo virtual com dados da Mapeamento.
O Mapeamento das Comunidades de Religiões de Matrizes da Ilha de São Luís do MAranhão possibilitará uma leitura com vários recortes deste universo ancestral dos povos de terreiro, com a salvagurda do bens culturais das comunidades de terreiros e processo de resistência e manutenção da identidade cultural e religioso do povo de santo, com a contra o apagar da memória coletiva, racismo religioso, processo de preservar e transcendência, bem como, propostas e efetivações de políticas públicas que atendam a esse segmento; O Mapeamento é de sumam importância, tendo em vista que mapas de localização e identificação destas Casas de Religiões de Matrizes Africana e Afro-brasileira, além de produzir material robusto com obtenção de dados, teremos base como construção de políticas sociais para educação antirracista, respeito aos saberes e fazeres dos povo de terreiro; resgate da história e da cultura africana e afro-brasileira. A relaização do Mapeamento das Casas de Religiões de Matrizes africanas, visando garantir ampla participação de seus/as representantes que poderá, sem dúdidas, ser base para a elaboração das propostas e projetos de políticas públicas de ações afirmativas e reparatórias, além de possibilitar a criação de rota de turismo religioso nas comunidades, roteiro afroreligioso. O Projeto Mapeamento das Comunidades de Religiões de Matrizes Africanas se insere no contexto patrimonial, artístico, cultural, social da grande ilha São Luís do Maranhão, explorando em todos eles o seu caráter multicultural ao oferecer visibilidade à saberes e fazeres culturais em suas variadas manifestações do povo de santo, chamando a atenção para produção cultural e social. Se enquadra assim no do Art. 1º da Lei 8313/91, ao contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; inciso II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; inciso III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto oportuniza a vibilidade dos saberes. Dessa forma, este projeto se enquadra em diversos parágrafos da citada lei, dentre os quais, contribuir o livre acesso a todos so site onde será disponibilizados o mapeamento. O projeto está coadunado aos objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91: inciso II; o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais. Considerando assim a necessidade de incluir e criar espaços de representação para a cultura negra. III _ d) preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais. Este projeto propõe repensar as estratégias de visibilidade e protagonismo da da cultura afromaranhense. Este projeto está acentuadamente inserido nos contextos cultural, ao passo que a cultural e social, pela busca de reconhecimento, pela preservação e pelo direito ao livre exercício às diferentes formas de organização religiosa, tanto por parte do Estado quanto por parte da sociedade, estes dois pilares que são essenciais para que o povo de terreiro possa conquistar seu lugar, ter a sua cultura valorizada e seus direitos dentro de uma política de ações afirmativas, e garantia de exercer sua liberdade de culto e cultura..
A Associação Cultural Pé no Chão (ACPC), realizadora deste projeto, é uma organização sem fins lucrativos de caráter privado, de Utilidade Pública, certificada pelo Município de São Luís, foi instituída no ano de 2015. O objetivo da instituição é promover a qualidade e dignidade da vida através da promoção de ações sociais e culturais, que têm como base a produção, o fortalecimento, a preservação e a divulgação de atividades nestas áreas de atuação, contribuindo para a construção e manutenção de uma sociedade mais justa, solidária e auto sustentável. Executamos o Mapeamento Inventário de Referências Culturais em nove comunidades quilombolas (Cariongo, Vila Fé em Deus, em Santa Rita; Carro Quebrado, Queluz e Pedrinha, em Anajatuba, Canta Galo, Outeiro dos Nogueiras, Jaibara dos Nogueiras e Pedrinhas Clube de Mães, em Itapecuru-Mirim, com a realização de pesquisa para a salvaguarda do patrimônio cultural dessas localidades, com execução do planejamento e execução do inventário; capacitação agentes de cultura em cada uma das localidades, com coleta, sistematização e analise dados e relatório técnico e áudio visual; organização e execução de três oficinas para as comunidades e elaboração do texto para edição de catálogo e por fim a apresentação do trabalho na IV Mostra Cultural Quilombola realizado em novembro de 2019. Contemplado pela lei de Incentivo da Secretaria de Estado da Cultura, o projeto Beco Cultural aconteceu nos messes de dezembro/2021, janeiro e fevereiro de 2022, na praça Nauro Machado e contou com apresentações multiculturais de jovens talentos, com recital de poesias, teatro, dança de rua, show musical, Tambor de Crioula, Bumba meu boi, e blocos tradicionais. O evento conta com apresentações de artistas maranhenses, artista convidado e sempre uma exposição de afro empreendedores com foco na economia criativa. A Associação Cultural Pé no Chão tornou-se uma instituição de Utilidade Pública, recebemos o título em novembro/2021 do Município de São de Luís do Maranhão. Em janeiro de 2023 apresentamos o I Festival Ayó de Música Negra do Maranhão, que aconteceu no Convento das Mercês, com o patrocínio da Petrobras, pelo Edital Petrobras Cultural. Dentre outros trabalhos voltados a cultura e arte afrobrasileira e africana
Mapeamento: Pesquisa e banco de dados Site: disponibilização dos dados da pesquisa e download gratuito dos arquivos da pesquisa Catálogo virtual: Material contendo os Dados compilados do mapeamento e download gratuito. Plano de distribuição dos produtos produzidos: IPHAN - Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional-Ma, Secretarias de Educação e Cultura Municipais e Estaduais, Bibliotécas Públicas, Comunidades de Religiões e Matrizes Africanas, Quilombolas; e Movimento Negro em geral. Relatório final contendo todas as informações acerca dos terreiros da grande ilha de São Luíso, e um site que abrigará todas as informações da pesquisa, um documento imprescindível para toda a sociedade, o poder público estadual, a comunidade dos povos de terreiro, universidades, pesquisadores para que, a partir deste documento seja possível criar, e aprovar leis específicas voltadas especialmente aos povos de terreiros, elaborar políticas públicas sociais e culturais para abrigar este importante segmento da sociedade, serão alguns importantes frutos colhidos a partir do resultado final deste projeto.
Visibilidade do número de pessoas idosas e/ou deficientes, que cuidam ou necessitam desses espaços sagrados. Através de dados concretos, teremos como buscar acessibilidade nas políticas publica social, bem como: Garantir o acesso à rede de serviços de saúde e de assistência social locais, Garantir à pessoa idosa e deficiente a proteção à vida e à saúde, mediante efetivação de políticas sociais públicas que permitam um envelhecimento saudável e em condições de dignidade. Assegurar à pessoa idosa e/ou deficiente a oportunidade; e facilidades, para preservação de sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral, intelectual, espiritual e social, em condições a liberdade, o respeito e a dignidade, como pessoa humana e sujeito de direitos civis, políticos, individuais e sociais, garantidos na Constituição e nas leis.
Disponibilizar os dados do mapeamento para as Secretarias nos três níveis de Governo, e/ou Órgãos responsáveis pela Política de Promoção da Igualdade Racial e de Ações Afirmativas e representante de associações de povos de terreiros, pesquisadores, estudantes e toda sociedade em geral. Os resultados serão amplamente divulgados, com Catálogo virtual e relatórios – com escrita em linguagem de fácil entendimento, com acervo fotográfica e audiovisual – Exposição e disponibilização ao publico de todo acervo bibliográfico. Os resultados do mapeamento serão disponibilizados na rede internacional de computadores através do site e do catálogo virtual disponível para download gratuito no site do projeto, contribuindo para elaboradas políticas públicas, e garantidas as condições para que todos possam obter os benefícios das políticas públicas já existentes, bem como para que seja garantida a sua preservação e proteção como patrimônio cultural imaterial.
A proponente e realizadora é a Associação Cultural Pé no Chão Andréa Luísa Frazão Silva: Presidente da Associação Cultural Pé no Chão, Cantora, compositora, mulher do axé, Doutoranda em Artes pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" – Unesp, Mestra do programa de Profissional em Artes (PROF-ARTES) pela Universidade Federal do Maranhão (UDESCUFMA), especialista em Gênero e Diversidade na Escola (CEGEDe-UFMA), graduada em Pedagogia pela Uninter, graduada em Educação Artística com habilitação em Artes Plásticas pela UFMA, estudos desenvolvidos na área de concentração: Ensino da arte, Artes visuais afrodescendentes, Arte contemporânea, Relações étnico raciais, povos de terreiros, Música afrobrasileira Imagem, Visualidades, Identidade. Desenvolve pesquisas e estudos voltados as temáticas: História e Cultura Afro-brasileira; Artes visuais Afro-brasileira e afrodescendente, Arte e Educação. Maria Aparecida Sousa de Macedo: Vice-presidente da Associação Cultural Pé no Chão, jornalista por formação pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Produtora Cultural e escritora, assessora de imprensa da Prefeitura Municipal de Parnarama/Ma, assessora de imprensa da Procuradoria Geral do Município de São Luís, idealização e produção do vídeo documentário do projeto ‘Saberes e crenças da arte de partejar’ – com o patrocínio do Programa BNB/BNDES de Cultura, editora da revista ‘Enfoque Fazendário’ – da Ass. Serv Fazenda/ASFEM, editora da revista ‘Informe Federal’ – da Associação dos Policiais Federais/MA, Produção e Assessoria de Imprensa para os Projetos ‘Mar de Letras’ (patrocinado pelo Programa BNB de Cultura) e ‘Campo das Letras’ (patrocinado pelo Programa de Cultura dos Correios) da Associação São Sebastião/Viana/Ma, Pesquisa e autoria do livro ‘Saberes e crenças da arte de partejar’ – com o patrocínio do Programa BNB de Cultura e FAPEMA, Coordenação editorial do livro ‘Construção da Política de Segurança Alimentar e Nutricional de São Luís’, lançado pela Prefeitura de São Luís, através da SEMSA, assessora de Imprensa da Secretaria Municipal de Segurança Alimentar, repórter da revista de turismo ‘Almanaque JP’ do Jornal Pequeno, jornalista da Assessoria de Comunicação da Corregedoria Geral da Justiça, assessora de Comunicação da Corregedoria Geral da Justiça (CGJ), chefe de redação do jornal O Debate. Silvia Regina Costa Diniz: Tesoureira da Associação Cultural Pé no Chão: sócia fundadora e idealizadora, eleita tesoureira para a gestão agosto2023/agosto/2027, Produtora Cultural, graduada em História pela Universidade Estadual do Maranhão, empresária, proprietária da livraria e sebo paço Prosa, instrutora do Programa Nacional de Inclusão de Jovens (ProJovem) Aline Rachel Frazão Silva: Diretora Administrativa da Associação Cultural Pé no Chão: sócia fundadora, eleita diretora administrativa para a gestão agosto2023/agosto2027, Produtora Cultural e cantora, especialista em Psicopedagogia Clínica e Institucional, graduada em Pedagogia Licenciatura, graduanda em História pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Cantora, professora da Educação Infantil e ensino fundamental, anos iniciais na rede Municipal de São Luis/Maranhão. Wilka Sales de Barros: Diretora Cultural da Associação Cultural Pé no Chão: sócia colaborativa, eleita diretora cultural para a gestão agosto2023/agosto2027, Mestra em Artes pelo programa de pós-graduação ICA/UFPA), graduada em Educação Artística com habilitação em Artes Plásticas (UFMA), Professora, e Arte-educadora, Artista visual, estudo sobre processos autopoiéticos utilizando o método guiado pela prática com temáticas que apresentam poéticas do corpo, memória, morte e lugar.
PROJETO ARQUIVADO.