Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto "Apaoká" pretende realizar 5 apresentações musicais e 7 ações formativas em cidades do interior de São Paulo. Os espetáculos e ações formativas, de cunho antirracista, visam na importância da cantora de samba de partido alto Clementina de Jesus e seu impacto na construção da identidade e ancestralidade negra feminina.
PRODUTO PRINCIPAL O projeto “Apaoká” visa a criação de um espetáculo musical que interliga teatro e poesia para cantar a obra e vida de Clementina de Jesus e seu impacto na construção da identidade e ancestralidade negra feminina. De cunho antirracista, a proposta pretende gerar e provocar sentimentos de representatividade, acolhimento e resistência para corpos negros femininos.A proposta, cujo público-alvo é a mulher negra, é a aberto a toda comunidade negra, bem como a toda pessoa de qualquer raça e com faixa etária a partir dos 12 anos. No seu escopo de ação, pretende-se realizar cinco apresentações de 90 minutos no interior de São Paulo. Todos os membros da equipe (5 atrizes, 2 percussionista, 1 cantora, 1 cavaquinhista, social sedia, assessora de imprensa, interprete de LIBRAS, designer gráfico, contadora, criadora de roteiro, criadora de poema, diretora de cena, assistente de produção, coordenadora de produção, produtora executiva, oficineira e uma advogada) serão majoritariamente mulheres, preferencialmente aquelas que integram grupos minoritários como mulheres com deficiências, negras, indígenas e trans. Os espaços contemplados serão escolas públicas, centros culturais e locais periféricos escolhidos em parceria com a prefeitura das cidades contempladas. O projeto terá uma duração de 12 meses e dará inicio mediante ao recebimento do aporte. PRODUTO SECUNDÁRIO FORMAÇÃO PARA PROFESSORES A oficina Batuca Afoxé pretende proporcionar uma prática percussiva sobre o jongo e os ritmos ijexá e congo de ouro para que professores da rede pública de ensino possam trabalhar os conceitos culturais, sociais e religiosos dessas vivências com seus alunos. A formação tem o intuito de corroborar a Lei nº 10.639, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de história e cultura afro-brasileira nas escolas, como fomento de conteúdos para se trabalhar em sua aula. OFICINAS PARA ALUNOS SINOPSE A oficina “Congo Angola” pretende proporcionar uma vivência prática e coletiva dos ritmos afro-brasileiros na percussão e estimular a valorização da cultura afro-brasileira para alunos da rede pública de ensino. O número máximo de alunos para cada o oficina serão 15 e a faixa etária a partir dos 11 anos.
OBJETIVO Criação de cinco espetáculos musicais com pequenas para cantar a obra e vida de Clementina de Jesus e seu impacto na representatividade, no aquilombamento e na resistência da comunidade negra, em específico da mulher negra. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Produzir cinco espetáculos antirracistas no interior de São Paulo 2. Beneficiar 800 pessoas através das apresentações musicais. 3. Direcionar o projeto a partir da faixa etária dos 12 anos. 4. Promover ações culturais em cidades do interior de SP. 5. Fortalecer e dar visibilidade à profissionais negras dessas cidades (equipe do projeto) CONTRAPARTIDA OBJETIVO Realizar duas formações para professores da pública de ensino e cinco oficinas para alunos da rede pública de ensino, visando trabalhar a importância da cultura afro-brasileira na construção política, social e cultural sob o prisma das produções artísticas femininas negras. OBJETIVO ESPECÍFICO 1. Desenvolver cinco ações formativas de cunho antirracistas em cinco escolas municipais e/ou estaduais da rede pública de ensino. 2. Realizar duas formações com professores de escolas da rede pública de ensino . 3. Beneficiar 80 professores e 175 alunos da rede pública de ensino. 4. Direcionar a faixa etária do público a partir dos 11 anos
O projeto "Apaoká" tem ciência da importância da Lei de Incentivo à Cultura porque a realização do projeto necessita de recursos para que possa desenvolver e ampliar suas ações artísticas e de arte educação em cidades do interior de SP, com o intuito de construir novas narrativas e estruturas sociais mais igualitária. De antemão, é necessário informar que a proposta cultural está de acordo com o Art.1º da Lei 8.313/91 nos seguintes pontos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. A proposta também se enquadra nos seguintes incisos do Art.3º da referida Lei: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) V - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; RELEVÂNCIA "Quem falou que eu ando só? Tenho em mim mais de muitas, Sou uma mas não sou só." (POVOADA- SUED NUNES) O projeto tem por base a experiência da própria proponente em relação à falta que teve, durante sua infância, adolescência e parte da vida adulta, de representatividade de mulheres negras que contam e cantam a cultura e beleza afro-brasileiras como protagonistas da história, gerando, assim, a construção da subjetividade e da identidade, tão importantes para a sensação de pertencimento e representação. A invisibilidade e a falta de representatividade negra feminina nos mais diversos espaços fazem com que a necessidade de espetáculos antirracistas traga a sensação de pertencimento aos lugares, de construção de identidade e de criticidade sobre um país que se justifica por uma "democratização racial", mas que, na prática, exerce o apagamento de corpos negros de sua história e cultura. O apagamento, o silenciamento e a invisibilidade da produção negra, principalmente da mulher negra, trazem a sensação de que não existimos, afinal, se destrói um povo apagando sua história. Nesse quesito o projeto visa a valorização da cultura negra sob o prisma de produções de mulheres negras, tendo como fio condutor a obra e vida de Clementina de Jesus como ícone do papel de construção da mulher negra dentro da história e cultura brasileira. O rememorar da artista, no projeto, ultrapassa o campo de apenas uma homenagem para sua obra, adentrando a discussão em torno da construção de identidade negra e do rompimento das estruturas sociais e culturais de uma sociedade eurocêntrica. Clementina de Jesus irrompe com seus jongos, cantos de trabalhos e pontos de macumba numa indústria fonográfica que buscava pela desafricanização e numa mídia padronizada por corpos brancos e em suma maioria jovens. Portanto, o projeto pretende gerar percepções e reflexões sobre identidade, resistência e ancestralidade por meio da vida e obra de Clementina de Jesus com o objetivo de trazer à tona o rememorar da cultura afro-brasileira ligada à perspectiva de corpos pretos, em especial da mulher preta, visíveis, artísticos e potentes. Assim, com esse olhar antirracista, a proposta provoca e instiga esse corpo feminino negro a aquilombar-se.
AÇÕES EDUCATIVA – PLANOS DE AULA (CONTRAPARTIDA) FORMAÇÃO PARA PROFESSORES (DUAS FORMAÇÕES) SINOPSE A oficina Batuca Afoxé pretende proporcionar uma prática percussiva sobre o jongo e os ritmos ijexá e congo de ouro para que professores possam trabalhar os conceitos culturais, sociais e religiosos dessas vivências com seus alunos. A formação tem o intuito de corroborar a Lei nº 10.639, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de história e cultura afro-brasileira nas escolas, como fomento de conteúdos para se trabalhar em sua aula. DESCRIÇÃO A partir de uma oficina de percussão, o projeto objetiva dialogar sobre a relevância do jongo, samba e ijexá para a manutenção social, religiosa, afetiva e cultural da comunidade negra. O objetivo é gerar reflexões ao público sobre a importância desses gêneros na construção de identidade e resistência contra as opressões sofridas diante de uma política eugenista que buscou (e ainda busca) o extermínio da cultura negra. Todos os integrantes do grupo serão negros, pois a proponente acredita que a representatividade é uma das ferramentas para promover o pertencimento, a auto-estima, a identidade e a valorização da cultura afro-brasileira, provocando a representatividade e a luta pela igualdade racial no ambiente escolar. OBJETIVO A formação tem o objetivo de realizar uma oficina de prática de percussão para trabalhar a relevância do jongo, ijexá e samba na construção cultural da comunidade negra, produzindo conteúdos sobre a história e cultura afro-brasileira para professores trabalharem em sala de aula. OBJETIVOS ESPECIFÍCOS 1. Estimular o pensamento antirracista. 2. Discorrer sobre a importância do samba, jongo e ijexá para a comunidade negra. 3. Promover a importância da representatividade negra para a construção de identidade. 4. Divulgar a cultura afro-brasileira; 5. Realizar uma a prática coletiva com esses ritmos junto a instrumentos de percussão; 6. Promover a transformação social através da música e da arte educação. JUSTIFICATIVA Falar sobre a cultura afro-brasileira é de extrema importância, pois ela perpassa a política, a economia e a sociedade. A musicalidade do povo negro sempre esteve ligada à resistência de sua cultura. O samba, por exemplo, não foi apenas diversão e muito gingado, cantar ou falar sobre samba é relembrar que ele foi perseguido e marginalizado, já tendo sido caso de prisão para quem estivesse com um violão ou um pandeiro nas mãos. Discorrer sobre a música preta é falar sobre aquilombamento e resistência da comunidade negra para celebrar sua religião, sua comida, seu afeto e sua cultura. E é com essa visão da importância dos ritmos afro-brasileiros como veículo de sobrevivência social e cultural que a oficina, sob uma perspectiva antirracista, busca rememorar as vozes que não deixaram o samba morrer e que fizeram dele sua manifestação de empoderamento e resistência. PÚBLICO Professores da rede pública de ensino. DURAÇÃO 2 h NÚMERO DE VAGAS: MÁXIMO DE 35. RECURSOS NECESSÁRIOS - Tambores de mão. - Agogô. - Xequerê. - Pandeiro. - Caixa de som amplificada. - Sala ampla e arejada. - Cadeiras. CONTEÚDO - Aquecimento. - Apresentação das partes dos instrumentos. - Exploração livre das possibilidades sonoras dos instrumentos. - Levadas básicas de samba, ijexà, congo de ouro. - Contextualização desses ritmos para a comunidade negra. - Construção de uma atividade para se trabalhar em sala aula por meio das vivências da oficina. - Roda de conversa. OFICINA CONGO ANGOLA ( 5 OFICINAS PARA ALUNOS DA REDE PÚBLICA) SINOPSE A oficina “Congo Angola” pretende proporcionar uma vivência prática e coletiva dos ritmos afro-brasileiros na percussão e estimular a valorização da cultura afro-brasileira. DESCRIÇÃO Nessa oficina, a partir de algumas canções do espetáculo “Apaoká”, desenvolveremos exercícios que proporcionam a exploração, escuta e prática das participantes e atividades que incentivem a explorar alguns instrumentos de percussão (agogô, surdo, palmas, congo e atabaque); aprender algumas levadas básicas nesses instrumentos; vivenciar uma vivência artística em grupo; conhecer os ritmos afro-brasileiros; estimular a criatividade e desenvolver a coordenação entre o tocar e o cantar. Além da parte prática, a oficina traz uma reflexão sobre a importância da cultura afro-brasileira, tanto para os setores cultural, social e religioso, quanto para o incentivo da produção feminina como instrumentistas e percussionistas, tornando-se um meio de visibilidade, potência e referência para outras mulheres. METODOLOGIA A metodologia utilizada será uma aula prática e lúdica trabalhada em grupo seguida de uma roda de conversa sobre a produção feminina como instrumentistas e os impactos raciais e sociais que a invisibilização dessas mulheres nos espaços artísticos gera. CONTEÚDOS - Exercícios de alongamento e aquecimento. - Orientação quanto à postura do corpo e mãos. - Apresentação das partes dos instrumentos. - Exploração livre das possibilidades sonoras dos instrumentos. - Execução dos sons de atabaque: aberto, grave, tapa e notas fantasmas. - Levadas básicas de samba, ijexà, congo de ouro. - Coordenação motora: cantar acompanhado de atabaque e demais instrumentos. - Roda de conversa. RECURSOS NECESSÁRIOS - Tambores de mão. - Agogô. - Xequerê. - Pandeiro. - Caixa de som amplificada. - Sala ampla e arejada. - Cadeiras. DURAÇÃO Duração de 2 horas. PÚBLICO/ FAIXA ETÁRIA Para escolas municipais e/ou estaduais com faixa etária a partir dos 11 anos. QUANTIDADE DE PARTICIPANTES POR OFICINA Quantidade máxima de 15 alunos.
PRODUTO PRINCIPAL (ESPETÁCULOS) SURGIMENTO DO NOME APAOKÁ Para a proponente, o espetáculo carrega em si a importância do feminino do princípio ao fim, portanto, o título escolhido resultou de uma profunda pesquisa que buscou enfatizar tanto a identidade e como a ancestralidade. Para isso, foi necessária uma conexão entre a língua africana e a portuguesa, uma vez que elas simbolizam a junção de dois lugares que constituem o corpo-voz da proponente – nascido no Brasil, mas que, também, carrega as raízes da África ancestral –, mais o significante o feminino. Numa conversa com sua amiga[1], mulher negra e pesquisadora, conheceu a palavra “apaoká”, conhecida, no Brasil, como a árvore da jaca, que, nas práticas religiosas de matriz africana, só pode ser manuseada pelas mulheres. A lenda de Apaoká conta que haviam três irmãs Iyá Mi (Mepere, Bokolo e Bambá), que fizeram o pacto de nunca gerarem um filho, porém Bambá conheceu Oriso Okó e com ele teve seu filho Odé Erinlé. Após quebrar o pacto com suas irmãs, Bambá foi morar em uma árvore chamada “apaoká” (mogno de Guiné). Do culto a três anciãs, apenas o culto à Iyá Apaoká atravessou o Atlântico, do iorubá ao português, seu significado é: “em cada pé”, ou seja, em cada árvore. As Iyá Mi são feiticeiras, portadoras da vida e da morte, do bem e do mal, são as mães ancestrais, donas do ventre, consideradas um poderoso símbolo da ancestralidade feminina. Ao dedicar este nome ao projeto, a proponente pede licença à grande mãe ancestral para transmitir a potência feminina de “apaoká” para todas as mulheres, principalmente as mulheres negras. Assim, intenta falar sobre o poder de criar e recriar a si mesmas e ao mundo que as mulheres guardam. Diante de uma sociedade que apaga nossa existência, nos reconectarmos com a nossa ancestralidade feminina é um ato de (r)existir. [1] Emmanuélly Maria de Souza Fernandes realiza pesquisa na área de agroecologia, ciências biológicas e geotecnologia. É mestre em agroecologia e desenvolvimento rural pela Universidade Federal de São Carlos, UFSCAR, Brasil. Título: Serviços ecossistêmicos de um agroecossistema gerido por uma comunidade de matriz africana: o exemplo Ylê Axé de Yansã, Ano de Obtenção: 2022. DESENVOLVIMENTO DO PRODUTO PRINCIPAL Apesar de ser em sua essência uma apresentação musical, o show contará com algumas cenas gravadas por atrizes que serão projetadas durante a execução das apresentações. Serão 5 atrizes gravadas que irão encenar sobre a resistência feminina e a importância da representatividade em nossas vidas como forma de empoderamento. O número de 5 profissionais foi devido a escolha de refletir que somos muitas e diversas. Além das intervenções projetadas durante os espetáculos, a cantora irá dialogar com o público através de alguns poemas que contarão um pouco sobre a importância de Clementina de Jesus na história da música e na afrobetização da própria cantora. Esses elementos teatro e poemas, mesmo que intervindo em momentos pontuais, serão importantes para toda a sensibilização que o projeto pretende que o público vivencie. Assim, como as profissionais em cena, o público também se sentirá pertencente e representado. CRIAÇÃO DO POEMAS: terão as temáticas de ancestralidade, pertencimento, representatividade e construção de identidade. Os poemas serão de autoria da proponente. Os poemas serão criados na pré-produção junto com a criação do roteiro e das intervenções das falas das atrizes. OS poemas serão CRIAÇÃO DO ROTEIRO: criação do roteiro envolto das temáticas ancestrais e empoderamento feminino. Para essas intervenções teatrais serão contratadas cinco atrizes que serão gravadas e projetadas em cena durante as apresentações. CRIAÇÃO DO CENÁRIO: o cenário contará com alguns adereços como velas eletrônicas, flores, bacias e instrumentos. DIREÇÃO ARTÍSTICA: o espetáculo contará por quatro sob uma direção artística que fará a preparação em cena das musicistas e os adereços no palco. PRODUÇÃO O espetáculo será formado por quatro musicistas que estarão em cena: 1- Uma cantora que interpretará as canções e recitará os poemas. Os poemas são de autoria da mesma, que contará sobre ancestralidade, vivências, empoderamento feminino alinhados com a importância da representação da artista Clementina de Jesus em sua vida. 2- duas percussionistas 3- Uma cavaquinhista 4- Coro será feito pela cavaquista e uma percussionista No palco além das musicistas, serão projetadas a imagem de cinco atrizes que farão intervenções teatrais durante o espetáculo. Essas atrizes não estarão em cena de forma presencial, mas por gravação, e, por seguinte, serão projetadas no dia da apresentação. Os espetáculos contarão com interpretes de LIBRAS em todos os dias das apresentações. DURAÇÃO DE ESPETÁCULO: 90 minutos EXPECTATIVA DE PÚBLICO: 1.500 pessoas. FAIXA ETÁRIA: a partir dos 12 anos QUANTIDADE DE APRESENTAÇÕES: 5 REPERTÓRIO 1.BENGUELE (PIXINGUINHA)2.CANTO I (CLEMENTINA DE JESUS)3.CANTO V / CANTO II ( CLMENTINA DE JESUS )4.ESCRAVOS DE JÓ/CAXANGÁ (DOMÍNIO PÚBLICO/ MILTON NASCIMENTO)5.CAXINGUELE DAS CRIANÇAS (CLEMENTINA DE JESUS)6.FUI PEDIR AS ALMAS SANTAS (CLEMENTINA DE JESUS)7.ATRACA ATRACA/ BEIRA MAR/ BAE CANELA (CLEMENTINA DE JESUS)8.MARINHEIRO SÓ (CAETANO VELOSO)9.CANGOMA (DOMÍNIO PÚBLICO)10.INCELEÇÃO (CLEMENTINA DE JESUS)11.SEI LÁ, MANGUEIRA (XANGÔ DA MANGUEIRA)12.YAIÔ (PIXINGUINHA)13.CANTO XII (CLEMENTINA DE JESUS)14.PONTO DE MACUMBA XANGÔ (CLEMENTINA DE JESUS)15.EMBALA EU (CLEMENTINA DE JESUS)16.RAINHA NEGRA (ALDIR BLANC)
ESPETÁCULO 1. Apresentações musicais contarão com uma intérprete de Libras 2. 90% da equipe será composta por mulheres, preferencialmente com deficiências, negras, indígenas e trans. 3. Execução do projeto em locais que possuam rampas, banheiros adaptados, rotas acessíveis e espaços de manobras para cadeirantes 4. Todo material de divulgação do projeto terá legenda e audiodescrição CONTRAPARTIDA Para garantir a acessibilidade nas oficinas e formação, implementaremos as seguintes ações: 1. Na ficha de inscrição haverá um campo em que os participantes poderão apontar se possuem alguma deficiência ou não. Em caso afirmativo, poderá apontar qual o tipo da necessidade para que possamos adaptar, dentro das possibilidades do projeto, as ações. 2. As oficinas contarão com intérpretes de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) que ficarão à disposição caso seja solicitado na inscrição como necessidade de algum dos participantes. 3. Os vídeos apresentados durante a oficina terão legenda. 4. Todo material de divulgação contará com audiodescrição.
PLANO DE DEMOCRATIZAÇÃO DO PRODUTO PRINCIPAL E DA CONTRAPARTIDA 1- Social: todas as ações culturais realizadas pelo projeto serão gratuitas, portanto, todos os espetáculos e oficinas serão gratuitos, com o intuito de beneficiar todas as classes sociais. 2- Educação: o projeto contará com cinco oficinas de percussão gratuitas com foco no ritmo congo de ouro, direcionadas aos alunos de escolas municipais e/ estaduais e duas formações para professores da rede de ensino apresentando conteúdos didáticos sobre o ritmo e história e a prática de ritmos afro brasileiros (jongo, congo de ouro, samba de roda) em sala de aula. 3- Ambiental: os materiais utilizados para a divulgação da programação do espetáculo e de oficinas serão digitalizados, pois o projeto leva em consideração todos os impactos ambientais na sociedade e a importância de preservação e conscientização sobre o meio ambiente. Para as oficinas e formação será estimulado práticas sustentáveis, adotaremos medidas como separação correta do lixo e incentivo ao uso de canecas pessoais
VÂNIA LIMA DRT: 33.879/SP Vânia Lima é mãe, atriz, arte educadora, produtora, escritora e pedagoga. Estudou interpretação e direção teatral no Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos em Tatuí (CDMCC), é formada pela Escola Livre de Teatro de Santo André (ELT) e possui licenciatura em Teatro pelo Centro Universitário Ítalo Brasileiro. É integrante da Cia. do Mofo em São Paulo. Foi preparadora de elenco do filme 'Cães Famintos', do cineasta Beto Oliveira. Foi debatedora dos espetáculos da Mostra Estudantil da cidade de Piracicaba nos anos de 2015 e 2016. Iniciou uma aprofundada pesquisa sobre o tema violência sexual infantil e, a partir desta pesquisa, passou a integrar, no ano de 2016, o projeto “Eu tenho voz” na cidade de São Paulo, com a Cia. Narrar, em parceria com o Instituto Paulista de Magistrados (IPAM), apresentando o espetáculo “Marcas da Infância”, que tem a missão de alertar e empoderar crianças e adolescentes diante de situações de abuso sexual. Ministrou palestras para professoras e professores da educação infantil e ensino fundamental sobre como abordar de maneira lúdica esta temática, com o objetivo da prevenção. É idealizadora da Cia. Efêmera de Teatro, em parceria com Daniela Cavagis. A Cia. Efêmera tem como fonte de inspiração e pesquisa a maternidade e seus desafios. Dessa pesquisa nasceu o espetáculo “Desaparecidas” e o projeto “Invisíveis”, ambos contemplados pelo Proac Estadual. Função no projeto: direção artística, criação de roteiro e cenário. LARISSA PEDROSA MISAEL Cantora, Arte Educadora e Poetisa. Formada pela Universidade Federal de São Carlos. Iniciou seus estudos no violão erudito no "Conservatório Cacilda Becker", sendo integrante da Camerata de Violões da Instituição. Estudou canto coral no "Projeto Guri" e atuou em diversos corais em sua cidade. Na UFSCar participou da Orquestra Experimental e do coral Madrigal. Em 2013 fez uma participação como backing vocal na música Alegre-te ó senhor, composição de Juliana M. Colli. No ano de 2017 foi finalista do festival FEMA com o grupo Velha Palhoça e em 2018, seu duo Caiapó, conquistou o 3º lugar no festival Zé Carreiro. Como poetisa teve poemas classificados para o e-book coletivo " Mosaicos do Sarau Brasil" e para o livro "Antologia Poética". Atuou como professora de musicalização na rede municipal de ensino da cidade de São Carlos -SP, em escolas particulares de música como professora de violão e canto; oficineira de jongo no Centro Afro Odette de Santos; professora de violão iniciante pelo CEMAC, Bibliotecas das redes de ensino, centro culturais e em empresas. Compôs as faixas Remo, rema e Inia Geofeerensis para o “Projeto de extensão Mulheres Marajoaras em Cena- MMEC- sem fins lucrativos da professora Sandra Maria Job pela Universidade Federal do Pará, campus Marajó-Breves e a música de abertura do projeto Voz não se dá, se escuta, Cirandeiras. Na área de produção teve participação como produtora local do projeto Desaparecidas contemplado no Edital PROAC nº 02/2021 na cidade de São Carlos e recentemente o projeto Voz não se dá, se escuta teve aprovação na Lei Municipal Paulo Gustavo. Atualmente trabalha com oficinas de violão e voz pela prefeitura de São Carlos -SP e produz os projetos: “Apaoká”; “Projeto Samborê”; “Voz não se dá, se escuta” em parceira com Renata de Oliveira e o “Corpo Canta” em parceira com Vânia Lima. Função no projeto: elaboradora, coordenadora do projeto e musicista. DNIZE DE CASTRO Registros profissionais: 16.386/PR – Direção Teatral e 16.624/PR – Direção de Produção.Formação acadêmica: 1999 – Artes Cênicas –Bacharelado em Direção Teatral – FAP(Faculdade de Artes do Paraná), em Curitiba/PR e 1994 – Licenciatura em Ciências Sociais – UEL (Universidade Estadual de Londrina), em Londrina/PR. Prêmios recebidos: 2021 – por trajetória – Produção: uma história de 26 anos. Concedido pelo Governo do Estado de São Paulo através da Secretaria de Cultura e Economia Criativa de São Paulo por meio do edital ProAC LAB – Lei Aldir Blanc e 2021 – por trajetória em São Carlos-SP. Concedido pela Prefeitura Municipal de São Carlos através da Secretaria Municipal de Esportes e Cultura por meio de chamada pública. Últimos projetos realizados com leis de incentivo e editais: 2021 – 1.“Eu Canto Minha África – Coral de Vozes Infanto-Juvenis”: veiculação de 5 videoclipes pelo canal do youtube; 2.Projeto“Conheça São Carlos” do maestro João Cordiano com participação da Orquestra Sinfônica Paulista São Carlos, 3.“Nossos Talentos Locais” do Maestro João Cordiano com participação da Orquestra Sinfônica Paulista São Carlos, 4.Projeto “Cor da Pele” da cantora Nara Dom: veiculação de videoclipe, 5.Projeto “Ritmos e Tambores” do músico e produtor musical Felipe Côrtes: veiculação de 4 vídeos-aulas, 6.Projeto “Tributo ao Queen” com a Banda Doce Veneno, fundada em 1976 e 7.Crime no Cabaré. Projeto aprovado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Curitiba-PR, para montagem de espetáculo de teatro de bonecos e formas animadas. Função no projeto: produção e coordenação produtiva MANU DE SOUZA Manu se encanta e se recria coitidianamente nas Artes e na Cultura Popular. Atua na Cia Viagens Musicais (desde 2017) como batuqueira, cantora e brincante, desenvolvendo e participando de espetáculos e processos educativos que valorizam o afeto por meio da arte, e como agente cultural é integrante fundadora da Associação Cultural Rochedo de Ouro ( desde 2002), que promove a valorização da cultura do maracatu de baque virado. De formação cíclica e transdisciplinar, possui Mestrado em Educação (PPGE- UFSCar), Graduação em Arquitetura e Urbanismo (EESC-USP), e formação técnica em piano (conservartório H. Villa Lobos), além de participar de cursos e oficinas com Mestres e Mestras que mantém as tradições artísticas de nossa Cultura Viva. Tem sua praxis na educação musical intergeracional em São Carlos -SP, mediando cursos de formação para professores e vivências de música e dança com idosos, adultos, jovens e crianças. Trabalha como Educadora Musical realizando vivências que integram música e corporalidade como linguagens expressivas, na Universidade Aberta da Terceira Idade- FESC (desde 2005), e como Tutora Virtual no curso de educação à distância de Licenciatura em Educação Musical pela UAB- UFSCar (2008-2016). Função no projeto: percussionista e coro LUCIA HELENA Cavaquinista e cantora. Iniciou na música como integrante, solista e auxiliar deregência do coral infantil “Coralito Militão”, de uma escola de ensino fundamentalde São Carlos –SP. Cursou violão com professor particular por 03 anos e aindacriança iniciou no cavaquinho nas saudosas rodas de samba nas festas em família.Bióloga, Licenciada e Bacharel, Mestre e Doutora em Ecologia e Recursos Naturaise Ciências pela Universidade Federal de São Carlos, atua como docente no EnsinoSuperior há 22 anos. Nos anos 90 à convite, ingressou no grupo de samba “Um Toka Mais” de São Carlos, participando de grandes eventos até meados dos anos 2000.Em 2011 funda com a família o grupo “Samba di Família” para resgatar asmemórias das rodas de samba da infância, com participações marcantes emeventos, dentre eles CEMAC em 2019. Em 2023, à convite do músico Penhaparticipa do Projeto Vozes, interpretando o pouti pourri “Memórias do Café Nice”e “Ronda”, disponível no Youtube. Em 2024 passa a integrar o grupo “Samba deBatom”, da cidade de Araraquara/SP, composto somente por mulheres, eatualmente compõe também o grupo Samborê em parceria com a cantora Larissa Pedrosa e o percussionista Daniel Antonio. Função no projeto: cavaquinista e coro
PROJETO ARQUIVADO.