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O projeto "Língua Terra: Reinventando Mundo" é um festival internacional que visa promover intercâmbio entre artistas lusófonos para fortalecer laços culturais e históricos. Conectando África, Europa e América Latina através da música, o projeto busca resgatar conexões ancestrais e multiplicar pontes culturais. A edição do Festival Língua Terra2025 será com curadoria direcionada para grupos como mulheres, negros, LGBTQIA+ e imigrantes. O festival inclui apresentações, shows colaborativos e workshops sobre intercâmbio artístico e circulação musical entre países da CPLP.
1. O FestivalO festival será realizado em São Paulo durante 3 dias, apresentando uma programação que inclui shows colaborativos e workshops. A abertura contará com uma apresentação sobre migrações e conexões lusófonas na música, seguida de um show inédito com a participação de artistas brasileiros e estrangeiros. Nos dias subsequentes, haverá dois shows por dia, resultantes de encontros entre artistas de diferentes países de língua portuguesa, e um workshop que abordará o intercâmbio artístico e a circulação musical. 2. ShowsSerão realizados 5 shows, incluindo uma apresentação de abertura e dois shows por dia nos dias dois e três do evento. Os shows são criados a partir de encontros entre artistas de diferentes países que fazem parte da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, promovendo a diversidade musical e cultural. 3. WorkshopO workshop terá a duração de dois dias e será focado em intercâmbio artístico e circulação musical. Ele incluirá mesas com convidados, voltadas a artistas, produtores e gestores culturais interessados na conexão entre Brasil e países de língua portuguesa. O objetivo é estimular a cocriação e a coprodução no mercado musical lusófono. Classificação indicativa: 12 anos
O objetivo geral do Festival Língua Terra é promover o intercâmbio cultural e artístico entre artistas de países de língua portuguesa, resgatando e fortalecendo as conexões históricas e culturais entre África, Europa e América Latina, utilizando a música como linguagem unificadora. Dessa forma, o projeto visa criar pontes entre esses territórios, dando visibilidade a artistas e grupos historicamente marginalizados, como mulheres, negros, LGBTQIA+ e imigrantes, promovendo uma diversidade cultural inclusiva e acessível. Objetivos específicos: 1 - Realizar o Festival Língua Terra com duração de 3 dias, composto por: 5 shows colaborativos com artistas de diferentes países lusófonos. 1 apresentação de abertura com um artista brasileiro e dois convidados internacionais. 1 workshop de dois dias sobre intercâmbio artístico e circulação musical, com mesas de convidados; 2 - Promover a divulgação de produções musicais de artistas de países de língua portuguesa entre Europa, África e Brasil, especialmente de mulheres, pessoas LGBTQIA+ e imigrantes; 3 - Fomentar o intercâmbio, a circulação artística e a produção coletiva entre artistas de países de língua portuguesa; 4 - Democratizar o acesso às produções culturais e artísticas de países de língua portuguesa aos cidadãos brasileiros, com pelo menos 30% dos ingressos destinados a pessoas de baixa renda e comunidades imigrantes.
O Festival Língua Terra aborda a música como expressão de múltiplos saberes, visões de mundo, sentidos de vida e práticas cotidianas que nos provocam a buscar raízes comuns, a criar a partir da diferença e a imaginar outros modos de ser, estar e habitar mundos. Assim, ao romper fronteiras físicas e simbólicas, busca abrir caminhos para novas possibilidades de produção de linguagem, comunicação e conhecimento. Ademais, ao visibilizar o trabalho de artistas de países de língua portuguesa, a 8ª língua mais falada no mundo, visa fomentar o intercâmbio, a circulação artística e a produção coletiva entre artistas, produtores e gestores culturais desses territórios. Tendo em vista a relevância da cidade de São Paulo para o fortalecimento dessas conexões transatlânticas lusófonas, a realização da edição brasileira do Festival na cidade pretende fomentar o encontro, a criação e o intercâmbio entre artistas e agentes culturais desses territórios que vivem ou transitam pela cidade, além de propiciar à população local o acesso à produção musical contemporânea de língua portuguesa em toda sua diversidade. Visa, ainda, dar visibilidade à produção cultural e artística de imigrantes desses países que residem e desenvolvem seus projetos na cidade de São Paulo.Além dos shows que comporão o Festival, a realização do workshop sobre intercâmbio artístico e circulação musical entre países de língua portuguesa tem como objetivo estimular a cocriação, a coprodução e o fortalecimento do mercado musical lusófono, especialmente entre artistas independentes e que representam a diversidade étnica, cultural, estética e sonora que compõem esses territórios.O projeto busca utilizar o Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei 8.313/91 (Lei de Incentivo à Cultura - LIC), para financiar suas atividades. Esse financiamento é essencial para garantir a realização de um evento que, como citado anteriormente, valoriza a diversidade cultural e o intercâmbio artístico entre países de língua portuguesa, promovendo o acesso e inclusão de artistas e públicos historicamente marginalizados.Ao promover artistas e grupos de países lusófonos com forte tradição afrodescendente e indígena, resgatando as expressões culturais desses povos e ampliando seu acesso a públicos de diferentes regiões, o projeto se enquadra no Inciso II ("A proteção das expressões culturais populares, indígenas e afro-brasileiras.") e, por fortalecer o intercâmbio cultural entre os países de língua portuguesa, evidenciando as influências históricas e culturais que moldaram a identidade nacional brasileira e contribuíram para a formação de uma cultura diversa e plural, se enquadra no Inciso IV ("A difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores da identidade nacional.").Além disso, o festival promoverá a participação de grupos marginalizados, garantindo o acesso a formas de expressão cultural de países lusófonos, com ênfase na representatividade de mulheres, negros, LGBTQIA+ e imigrantes (Inciso I: "Contribuir para o desenvolvimento cultural do País, possibilitando a todos os cidadãos os meios para o acesso às fontes da cultura nacional e regional, apoiando e divulgando a expressão cultural dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira."); ao conectar diferentes tradições musicais dos países de língua portuguesa, o projeto reforça a difusão de bens culturais de valor universal e fortalece as tradições culturais que influenciam a identidade brasileira (Inciso II: "Incentivar a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores da identidade nacional, regional e local.");e, o evento será gratuito e acessível ao público de baixa renda e de comunidades imigrantes, com pelo menos 30% dos ingressos destinados a essas populações, além de garantir a inclusão de pessoas com deficiência (Inciso V: "Facilitar o acesso às fontes da cultura, às classes sociais menos favorecidas.").A utilização da Lei de Incentivo à Cultura é justificada pela natureza inclusiva e educativa do projeto, que visa promover o intercâmbio cultural e proporcionar acesso universal à arte e à música de forma gratuita e acessível. O projeto, sem o incentivo fiscal, não teria os recursos financeiros necessários para custear as diversas ações planejadas, como a produção dos shows, o apoio aos artistas estrangeiros e locais, e as estratégias de inclusão social. Portanto, o financiamento através deste mecanismo será fundamental para concretizar um evento de grande impacto cultural e social.
Duração do projeto: 7 mesesClassificação etária: Faixa etária entre 12 e 60 anos, oriundos de todas as classes sociaisO projeto Festival Língua Terra acontecerá em 3 dias:• Sexta-feira: Abertura do festival e show de abertura, com artista estrangeiro de língua portuguesa convidando dois artistas brasileiros;• Sábado e Domingo: 2 shows por dia, criados a partir de encontros entre artistas dos distintos países que compõem a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa; 1 workshop sobre intercâmbio artístico e circulação musical, composto por 1 mesa de convidados por dia, destinado a artistas, produtores e gestores culturais interessados nesta conexão artístico-cultural entre Brasil e países de língua portuguesa.
Para garantir a inclusão e acessibilidade de todos os públicos, especialmente de pessoas com deficiência, o festival implementará as seguintes ações: 1. ACESSIBILIDADE DE CONTEUDO: Haverá intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras) disponíveis durante as rodas de conversa, apresentações culturais e cerimônias, garantindo que o público surdo tenha acesso ao conteúdo. Para pessoas com baixa visão ou cegas, serão disponibilizados materiais impressos em fontes ampliadas e formatos digitais acessíveis. Além disso, os materiais de divulgação do projeto, tanto impressos quanto digitais, serão desenvolvidos com linguagem acessível e clara, assegurando que as medidas de acessibilidade estejam visíveis e compreensíveis para o público. Todo material de divulgação publicado em redes sociais contarão com legenda, legenda descritiva e será acessível através de texto descritivo fazendo uso da #PraTodoMundoVer. Teremos guias treinados para auxiliar pessoas com deficiência visual ou mobilidade reduzida a se locomover pelo local do evento. Fornecer informações claras e visíveis sobre horários, localizações de banheiros, saídas e outras facilidades. 2. ACESSIBILIDADE FISICA Garantir que o local do evento seja acessível, com rampas, elevadores e banheiros adaptados. Reservar áreas com assentos acessíveis para pessoas em cadeiras de rodas e seus acompanhantes. Disponibilizar assentos confortáveis e de fácil acesso, com boa visibilidade do palco. Criar áreas de descanso espalhadas pelo local do evento, onde os idosos possam se sentar e relaxar. Garantir que a segurança do evento esteja preparada para auxiliar idosos, especialmente em situações de emergência. Os locais de realização dos eventos, serão escolhidos para realização da atividade pela sua ampla acessibilidade como rampas, piso tátil, áreas reservadas para cadeirantes, assegurando mobilidade para pessoas com deficiência física e facilidade de acesso. Os workshops serão adaptados para receber pessoas com deficiências motoras ou auditivas, com apoio de monitores especializados em acessibilidade, de modo que todos possam participar das atividades de forma inclusiva, reservando vagas para esse público.
Para garantir a ampla distribuição, comercialização e acesso à sua programação o Festival implementará diversas medidas de democratização, visando ampliar o alcance das atividades oferecidas, buscando beneficiar o maior número possível de pessoas, especialmente aquelas historicamente excluidas. - Para facilitar a participação do público, especialmente das classes sociais menos favorecidas, os ingressos para as apresentações presenciais terão preços populares. Além disso, haverá a oferta de meia-entrada para estudantes, professores, idosos e pessoas de baixa renda; - Será oferecido um número de ingressos gratuitos para pessoas com deficiência, membros de comunidades periféricas, indígenas, quilombolas e outros grupos historicamente marginalizados, assegurando a participação desses públicos sem barreiras financeiras; - Materiais como programas de festival, catálogos digitais e materiais educativos serão distribuídos gratuitamente ao público participante, tanto de forma física (em eventos) quanto digital (no site do festival e nas redes sociais). - Para garantir o acesso de pessoas que não possam participar presencialmente, as principais atividades do festival serão transmitidas pela internet por meio de plataformas digitais, como YouTube e redes sociais. Essas transmissões serão gratuitas e abertas a todos, ampliando o alcance do festival a nível nacional e internacional.
1. Mônica Cosas - Direção Artística Fundadora e diretora da Akassá Produções Artísticas, trabalha desde 1997 com produção cultural em suas mais diversas possibilidades. No campo da música, tem uma larga experiência que vai desde a produção de gravação, lançamento e divulgação de álbuns até gestão de festivais internacionais. Em outros campos, também acumulou experiência em produções teatrais, seminários e exposições de arte, além de projetos culturais que reúnem várias modalidades simultaneamente. Criou e produz o Festival Conexão desde 2007, promovendo a música brasileira e latino-americana no mundo e o festival Língua Terra. Agencia artistas de diversas nacionalidades nos mercados brasileiro, africano e europeu e como consultora e curadora de eventos internacionais como: Mozambique Music Meeting (Moçambique), Africadelic (Angola, Amsterdã), Festival Músicas do Mundo (Portugal), International Afro Music Festival (Alemanha), AME Atlantic Music e Kriol Jazz (Cabo Verde), entre outros. 2. Valéria Graziano / Entremundos Agência Cultural - Produção Executiva Possui experiências como gestora pública, gestora cultural, consultora, professora e pesquisadora nas áreas de Cultura, Comunicação e Relações Internacionais. Idealizadora da Entremundos Agência Cultural, é responsável pelo empresariamento artístico da cantora Assucena desde 2021 e possui projetos culturais aprovados por editais de instituições como CCBB e BNDES. Foi Coordenadora-Geral na Diretoria de Relações Internacionais do Ministério da Cultura (2009-2014). Foi também consultora do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e Assistente de Informação Pública do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR). Atualmente, é professora convidada dos seguintes cursos de pós-graduação do Centro Universitário Belas Artes: Relações Internacionais; Internacionalização, Arte e Cultura; e Produção Cultural e Curadoria de Conteúdo. Foi professora na Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), onde lecionou nos cursos de Graduação em Relações Internacionais (2015-2022) e em Comunicação Social - Jornalismo (2017-2018). Doutoranda em Ciências Sociais pela Universidad de Salamanca (USAL). Mestra em Estudos Culturais pela Universidade de São Paulo (USP). Mestra em Desenvolvimento, Sociedade e Cooperação Internacional pela Universidade de Brasília (UNB). É membro da Cátedra Unesco sobre Diversidade Cultural da Universidad Nacional de Avellaneda (UNDAV/ Argentina). 3. Ldson Galter - Diretor Musical Marcos Franja é um contrabaixista, compositor, arranjador e educador com ampla experiência em diversas formações e segmentos musicais, atuando em concertos, shows e gravações. Formado em “Composição e Arranjo em Música Popular” pela Universidade Federal da Bahia, ele se apresentou em festivais no Brasil e em países como Portugal, Inglaterra, França e Alemanha. Desde 2010, destaca-se pelo trabalho com Tiganá Santana, além de colaborações com artistas renomados como João Donato, Hermeto Pascoal, Gilberto Gil e Elba Ramalho. Como side-man, participou de gravações e palcos com diversos artistas, incluindo Gal Costa, Adriana Calcanhoto e Alcione. Além de atuar como professor particular e em workshops, faz parte de projetos como o Letieres Leite Quinteto e o “Sons da África”, promovendo intercâmbio cultural entre artistas brasileiros e africanos. Desde 2001, integra diversas formações do Mou Brasil Grupo e colabora em projetos como o “Chico Oliveira Quinteto” e o espetáculo “Uma Noite Pra João”, em homenagem a João Gilberto. 4. Piky Candeias - Assessora de Imprensa Já divulgou projetos de empresas como Deck, Polysom, Disney, Sony Music, Natura, Mix FM e TV, Trama, Universal Music, Warner, Dueto, Skol Music, Angorá Music, Musickeria e Laboratório Fantasma. Também fez divulgação para shows internacionais e festivais como Café Tacvba, Bad Brains, Didier Lockwood, Jovanotti, Nublu Jazz Festival, Alemanha Groove, Matanza Fest, El Grande Conserto (Casa de Francisca), RecBeat, o projeto Elis 70 Anos. Entre os artistas que assessorou estão Pitty, Elza Soares, Fernanda Takai, Karol Conká, Emicida, Jota Quest, Pato Fu, Maria Rita, Ira!, Nando Reis, Paulo Miklos, Alceu Valença, Nação Zumbi, Blitz, Otto, Roberto Menescal, João Donato & Donatinho, Zélia Duncan, Arlindo Cruz, Paula Lima, Mundo Livre SA. 5. André Magalhães - Diretor Técnico e engenheiro de som André Magalhães é músico, baterista, percussionista, produtor musical e cultural, além de pesquisador de cultura tradicional e engenheiro de áudio especializado em gravações externas e acústicas. Ele foi proprietário do Estúdio Zabumba em São Paulo por 15 anos, onde participou de centenas de produções musicais, incluindo música indígena, MPB e orquestras eruditas. Como coordenador e diretor de palco, trabalhou em eventos nacionais e internacionais, como o Mercado Cultural Bahia e a Semana da Canção Brasileira, recebendo artistas renomados como Elza Soares e Gilberto Gil. Integrante do grupo "A Barca", André também foi produtor do projeto "Turista Aprendiz", que registrou manifestações populares e recebeu o prêmio Rodrigo Melo Franco (IPHAN) por suas contribuições ao patrimônio cultural brasileiro. Ele produziu parte da trilha sonora para o encerramento das Olimpíadas de 2016 com o Barbatuques e, como engenheiro de áudio, participou de turnês no Brasil e no exterior. Recentemente, lançou o disco autoral "Para Ti" e produziu álbuns como "Gbô" de Mestre Sapopemba e "Äjô" do grupo Foli Griô Oquestra, indicado ao Grammy. Além disso, criou dois projetos especiais em vinil, "Lendas do Cariri" e "Tertulia Visceral", que destacam encontros entre mestres da música brasileira. 6. Programador Visual - Eva Uviedo Eva Uviedo é artista gráfica e ilustradora. Desenha para revistas, discos e livros variados [Queria ter Ficado Mais, Lote 42, coleção Como Viver em SP sem carro, Editora Neotropica]; e em diversos suportes como porcelanas, telas, paredes e madeira. A parceria com com a escritora Clara Averbuck vem de longe: em 2008 lançaram em coautoria, o livro Nossa Senhora da Pequena Morte, pela Editora do Bispo; participaram da Mostra Sesc de Artes, com o projeto Poesia de Elevador; e a reedição especial de todos os livros da escritora tem suas ilustrações. Eva ainda assina as ilustrações e projeto gráfico do livro Toureando o Diabo.
PROJETO ARQUIVADO.