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O projeto "Bembé do Mercado _ Salvaguarda e Proteção" visa garantir a realização das celebrações culturais desse bem imaterial registrado pelo IPAC e pelo IPHAN em 2024. Seus objetivos específicos incluem promover a preservação e valorização do patrimônio afro-brasileiro, viabilizar infraestrutura adequada, fomentar a participação comunitária e ampliar o acesso público às manifestações culturais. Com produtos como celebrações públicas, apresentações culturais, seminário, oficinas e exposições, busca-se engajar a comunidade e turistas, enriquecendo a experiência cultural e fortalecendo laços identitários. A realização da Feira Empreendendê demonstra também o compromisso com a economia criativa e solidária local.
As celebrações do Bembé do Mercado tem ao longo dos anos se constituindo um conjunto de atividades que podem ser consideradas como um festival cultural em torno da salvaguarda e proteção do bem reconhecido sob a tutela de seus detentores. Para além da manutenção das celebrações religiosas, o valor cultural de manutenção e atualização dos ritos e celebrações se constituem num conjunto articulado de ações que atravessam gerações em seus modos de ser e fazerem. Neste ano, ao longo de 8 dias, esperas-se executar uma rica programação com diversas atividades de promoção, salvaguarda, educação patrimonial, acessibilidade aos bens culturais da nação. Todas as atividades são de classificação livre. Celebrações públicas: 13/05 - Abertura oficial: Espera-se a reunião de todos os detentores membros de terreiros e comunidades tradicionais de matrizes africanas do território em uma grande celebração pública no largo do mercado, além 15/05 - Homenagem ao fundador João de Obá: Segundo os historiadores, João de Obá, filho do Orixá Xangô, é o fundador do Bembé do Mercado, tendo liderado com seus filhos de santo, em 1889, a resistência contra os escravistas que desejavam a manutenção da escravidão; por ser filho de Xangô, essa homenagem ocorre sempre às quartas-feira, quando se arria o Amalá de Xangô, seu alimento votivo. 16/05 - Xirê: Homenageia-se na quinta-feira, os Orixás Oxum, Oxossi e Logun Edé numa grande roda chamada Xirê, em que os adeptos das religiões de matrizes africanas celebram a fartura, a prosperidade, a alegria, a beleza da vida; 18/05 - Xirê Principal: Homenageia-se no sábado, os Orixás Oxum e Iemanjá, patronas do Bembé do Mercado, é a noite mais esperada e festiva, toda a comunidade aguarda a chegada dos balaios com os presentes para as deusas das águas doce e salgada; o presente é preparado em um dos principais terreiros da cidade, com o auxílio de dezenas de iniciados, devidamente escolhidos para prepararem as oferendas conforme os ritos e preceitos próprios de cada um deles; 19/05 - Entrega dos presentes às águas: No domingo amanhece com uma alvorada de fogos anunciando o grande dia da entrega dos presentes que mais tarde, conforme o horário das marés, será entregue na praia de Itapema, pelos pescadores, ogãs e ekedes, os balaios com os presentes das deusas Oxum e Iemanjá; Encerram-se as celebrações agradecendo a ancestralidade os bons êxitos da festa com um almoço coletivo e as tradicionais rodas de samba do recôncavo. Apresentações culturais: Espera-se a contratação de apresentações culturais de âmbito nacional (4), estadual (4) e local (15), distribuídas dentro da programação, conforme abaixo: 13/05 - 13/05 - Abertura oficial: 1 apresentação estadual e 3 apresentações locais; 15/05 - Homenagem ao fundador João de Obá: 1 apresentação nacional; 1 apresentação estadual e 3 apresentações locais; 16/05 - Xirê: 1 apresentação nacional; 1 apresentação estadual e 3 apresentações locais; 17/05 - Apresentações Culturais: 1 apresentação nacional; 1 apresentação estadual e 2 apresentações locais; 18/05 - Xirê Principal: 1 apresentação nacional; 1 apresentação estadual e 2 apresentações locais; 19/05 - Entrega dos presentes às águas: 2 apresentações locais; 14 à 19/05 - 13º Seminário Cultura e Negritude - Cecult/UFRB: Cultura e Negritude é um Programa Interdisciplinar de Pesquisa e Extensão vinculado ao CECULT-UFRB. Tem por objetivos: Integrar pesquisadores/as, agentes culturais, comunidades identitárias (negras de matrizes africanas, quilombolas, ribeirinhas) em torno de ações de fomento e promoção da equidade racial pela via da educação. 14, 15 e 16/05 - Oficinas de Educação Patrimonial: Serão ofertadas oficinas de educação patrimonial com foco nas expressões culturais da dança afro, música percussiva, culinária e gastronomia afro, artesanato afro, grafite: ao todo serão 3 sessões de aulas teóricas e práticas com duração de 4 horas-aula cada durante 3 dias da programação nas dependências dos terreiros liderados pelos detentores do Bembé do Mercado, cada oficina será ministrada por um grupo de detentores que dominam a linguagem artística ofertada. Cada oficina terá inscrição de 20 vagas, totalizando 300 participantes; 13 à 19/05 - Exposição fotográfica: Serão selecionadas, impressas e expostas, 60 fotografias do acervo fotográfico cedido à Associação Beneficente Bembé do Mercado por fotógrafos profissionais e amadores, registradas durante celebrações do Bembé do Mercado ao longo dos anos. 16 e 17/05 - Exibição de Minidocumentários e Roda de Conversa: Serão exibidos 2 minidocumentários realizados por detentores do Bembé do Mercado a partir de projetos executados via Lei Paulo Gustavo, sendo: Mãe Lídia de Oxaguiã e Mestre Felipe. 16 à 18/05 - 2ª Feira Empreendendê de Economia Criativa e Solidária dos Terreiros de Santo Amaro: Realização de uma feira de comercialização de produtos e serviços da economia criativa e solidária dos povos tradicionais de terreiro com a participação de 40 empreendedores da economia criativa e solidária.
Objetivo geral Garantir a realização das celebrações culturais do bem imaterial registrado pelo IPAC e pelo IPHAN em 2024, intitulado "Bembé do Mercado _ Salvaguarda e Proteção". Objetivos específicos 1. Promover a preservação e valorização do patrimônio cultural imaterial do "Bembé do Mercado" através da realização anual de sua celebração, visando fortalecer a identidade e a memória cultural da comunidade afro-brasileira;2. Viabilizar a infraestrutura necessária para a realização das celebrações do "Bembé do Mercado", incluindo palcos, equipamentos de som e iluminação, estruturas de apoio e segurança, garantindo a qualidade e a segurança dos eventos culturais;3. Fomentar a participação da comunidade local, artistas e grupos culturais na organização e execução das celebrações do "Bembé do Mercado", incentivando a inclusão e a diversidade cultural, conforme preconizado pela Lei Rouanet;4. Estimular a fruição e o acesso público às manifestações culturais do "Bembé do Mercado", por meio de atividades gratuitas e acessíveis à população, promovendo a democratização do acesso à cultura e o fortalecimento do turismo cultural na região;
O presente projeto, no que tange o cumprimento dos requisitos da Lei nº 8.313/1991, Artigo 1, enquadra-se nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; E principalmente o inciso: VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Além disso, alcançará os objetivos do Art. 3º da referida lei, conforme está previsto: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Considerado o único candomblé de rua do mundo, o Bembé do Mercado celebra a resistência e o legado ancestral de seus fundadores pós abolição da escravatura instituída pela Lei Áurea desde 13 de maio de 1888. Nos moldes das antigas senzalas, um barracão é montado no centro do mercado municipal de Santo Amaro, onde em dias normais funciona a feira livre da cidade. Ali, acontece uma manifestação cultural e religiosa a céu aberto, integrando e agregando outros patrimônios culturais correlatos como, o Samba-de-roda do Recôncavo, a Roda de Capoeira, o Ofício das Baiana de Acarajé, o Maculelê, o Nêgo Fugido, a Puxada de Rede, a Marujada, as Caretas de Acupe, entre outros. Corruptela da palavra candomblé, o Bembé do Mercado tem grande significado para a afirmação da cidadania negra no Brasil. Eliminados quaisquer traços de subserviência agradecida à princesa pela Abolição, emerge a evidência histórica da luta popular contra o cativeiro e da força da cultura afro-brasileira como propulsora da resistência do povo negro no Brasil. Após a abolição da escravatura, começava uma nova luta para o povo negro de Santo Amaro, no Recôncavo Baiano. Os ex-senhores de escravos, inconformados com a lei da abolição, proclamavam que nada havia mudado e pressionavam suas lideranças parlamentares para que a lei de libertação dos escravos fosse revogada. Assim, a polícia da cidade foi mobilizada para tolher os movimentos da população negra, com o intuito de reter essa força de trabalho, em regime de cativeiro. Não houve resistência negra para fazer valer a liberdade. O movimento social pela abolição foi reativado para tirar da cadeia os que foram encarcerados a pedido dos ex-senhores, e para assegurar o direito de ir e vir de todos os "treze de maio", como eram pejorativamente chamados os libertos pela lei da abolição da escravatura. Após um ano de luta contra a repressão e a discriminação, os negros de Santo Amaro resolveram festejar em praça pública o primeiro aniversário da Lei da Abolição. Os barões ameaçaram e a polícia proibiu o aglomerado de negros. E, mesmo diante de tantas dificuldades, no dia 13 de maio de 1889, milhares de libertos afluíram ao Mercado de Santo Amaro. Amparados pela força dos seus Orixás, e sob a liderança de João de Obá, os negros "bateram o Candomblé" no centro da cidade e no sábado seguinte jogaram um presente ao mar em agradecimento aos Orixás, Oxum e Iemanjá. E mais, lançaram uma praga sobre a cidade, onde todos aqueles que impedissem a realização do Bembé do Mercado sofreria um castigo exemplar. Caracterização dos interesses recíprocos: Com relação aos aspectos culturais, o Bembé do Mercado, enquanto instrumento de consolidação das comemorações do fim da Escravidão no Brasil através do maior Candomblé de rua do mundo, representa a identidade de um povo e a universalização dos nossos saberes e da nossa herança. Em termos sociais, o Bembé do Mercado, enquanto festival de arte e religiosidade, desencadeia grandes significados para afirmação da cidadania negra no Brasil. Economicamente, o Bembé do Mercado promove o desenvolvimento econômico devido a sua repercussão nacional que atraem turistas de todo o país com o intuito de conhecer as celebrações da Abolição da Escravatura através do maior Candomblé de rua do mundo, movimentando a economia local e promovendo o turismo étnico e cultural fazendo lotar as pousadas de toda cidade e região, movimenta o comércio local com o expressivo aumento de visitantes consumidores, ativa a economia dos terreiros que podem ofertar novas experiências culturais e gastronômicas aos interessados. Produz e gera conhecimento por meio de rodas de conversas, mesas e painéis de debates, exposições fotográficas e apresentações culturais locais e de expressão estadual e nacional. Relação entre a proposta apresentada e os objetivos do programa/ação federal: Em 2012 o Bembé do Mercado foi registrado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC/BA), como bem Imaterial da Bahia através do Decreto n0 14.129/2012, e em 13 de junho de 2019, foi reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), comemorando em 2024, 135 anos de história. O festejo configura-se como um atrativo turístico pela sua importância histórica, econômica, cultural e religiosa, por conta deste, o evento acabou transformando-se em um importante atrativo dentro da cadeia econômica da cultura criativa como referência de turismo étnico, nesse âmbito, pleiteia-se estimular, preservar e manter viva essa tradição, apresentando para os munícipes, visitantes e turistas, toda a relação da preservação dos cultos africanos revivendo essa tradição secular através da programação contida no projeto.
Não se aplica.
Produto 1: Celebrações públicas Serão 9 dias de celebrações públicas no largo do Mercado Municipal de Santo Amaro, com acesso gratuito para aproximadamente 15 mil pessoas, entre público local, visitantes e turistas; Produto 2: Apresentações culturais (artistas, bandas, grupos, afoxés, etc) Serão 4 apresentações nacionais, 4 apresentações estaduais e 15 apresentações locais que se apresentarão no palco a ser montado ao lado do barracão que é instalado no largo do Mercado Municipal, com acesso gratuito para um público estimado em 15 mil moradores, visitantes e turistas que prestigiam a celebração do Bembé do Mercado todos os anos. Produto 3: 13º Seminário Cultura e Negritude Serão 4 dias de atividades educativas de extensão e pesquisa, apresentação de artigos e discussões com a comunidade local, visando organizar agenda afirmativa de eventos formativos no CECULT-UFRB, articulando os eixos de formação política, identitária, de justiça cognitiva e antirracista; realizar eventos de promoção da formação cultural interdisciplinar a partir de uma abordagem epistemológica afrocentrada e ensuleada; Integrar os projetos de pesquisa, extensão e ensino que se voltam para as questões das identidades etnicorraciais negras, a negritude, a diáspora, a ancestralidade, as políticas de promoção da equidade e a formação. Produto 4: Oficinas de Educação Patrimonial Oficinas de Dança Afro: Descubra os ritmos vibrantes do Bembé do Mercado enquanto aprende os movimentos tradicionais da dança afro. Explore a história e os significados culturais por trás dos passos nesta jornada de quatro horas cheia de energia e conexão com a tradição. Oficinas de Música Percussiva: Entre no ritmo pulsante das batidas do Bembé do Mercado nesta oficina de música percussiva. Explore os tambores e instrumentos tradicionais enquanto aprende sobre os diferentes estilos e técnicas. Uma experiência imersiva de quatro horas para mergulhar na sonoridade única da cultura afro-brasileira. Oficinas de Culinária Afro: Delicie-se com os sabores autênticos da culinária afro-brasileira nesta oficina de quatro horas. Aprenda a preparar pratos tradicionais do Bembé do Mercado enquanto descobre os ingredientes e técnicas que tornam essa gastronomia tão especial. Uma experiência sensorial imperdível para todos os amantes da boa comida e da cultura. Oficinas de Artesanato Afro: Deixe sua criatividade fluir nesta oficina de artesanato afro, inspirada no Bembé do Mercado. Aprenda técnicas tradicionais de trabalhos manuais enquanto cria peças únicas que refletem a riqueza cultural e os padrões vibrantes da arte afro-brasileira. Quatro horas de imersão na expressão artística e na tradição. Oficina de Grafite: Liberte sua expressão artística nesta oficina de grafite inspirada na cultura do Bembé do Mercado. Aprenda técnicas de spray e explore os elementos visuais que definem essa forma de arte urbana, enquanto mergulha na história e nos símbolos da cultura afro-brasileira. Quatro horas para transformar ideias em cores vibrantes nas paredes da cidade. Produto 5: Exposição fotográfica 135 do Bembé do Mercado Seleção, impressão e exposição de 60 fotografias de fotógrafos profissionais e amadores com registros de anos anteriores ao Bembé do Mercado. Produto 6: Exibição de Minidocumentários e Roda de Conversa Exibição dos minidocumentários produzidos por detentores do Bembé do Mercado com recursos da Lei Paulo Gustavo sobre a vida e legado de Mãe Lídia de Oxaguiã e Mestre Felipe da Capoeira Angola. Produto 7: 2ª Feira Empreendendê de Economia Criativa e Solidária dos Terreiros de Santo Amaro Realização de uma feira de economia criativa e solidária com a participação de 40 empreendedores da economia criativa e solidária dos terreiros de Santo Amaro durante 3 dias.
Para execução do presente projeto, estão previstos a contração de fornecedores e prestadores de serviços para as seguintes ações: 1. Intérpretes da Lingua Brasileira de Sinais durante as falas institucionais de apresentação das atividades artísticas e culturais 2. A instalação de banheiros com acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida; 3. A utilização de textos alternativos nos posts de divulgação no feed das mídias sociais do projeto; 4. Inclusão de legendas nos textos promocionais e de divulgação; 5. Espaço reservado para cadeirantes, próximo ao palco das atrações culturais;
Todas as ações do projeto terão acesso gratuito, mediante inscrição prévia, as mesas e rodas de conversas, serão transmitidas on-line pelo canal YouTube da Associação Beneficente Bembé do Mercado.
José Raimundo Lima Chaves - Pai Pote (Coordenador Geral) É historiador, especialista em Política e Gestão Cultural (UFRB), sacerdote do culto Iorubá da Nação Ketu, fundador e lider espiritual do Ilê Axé Ojú Onirê, organização cultural e religiosa responsável pela solicitação e mobilização para o reconhecimento do Bembé do Mercado como patrimônio cultural imaterial da Bahia e do Brasil, fundador e presidente da Associação Beneficente Bembé do Mercado, responsável pela sua dinamização e organização junto aos detentores há mais de 35 anos, possui extensa experiência na gestão de projetos sociais e culturais, tendo sido coordenador do Ponto de Cultura Aláfia entre 2008 e 2016, membro do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Santo Amaro entre 2016 e 2018, é o responsável pela celebração religiosa da Lavage de Madeleine em Paris desde a sua fundação. Antonioni Afonso (Produtor Executivo/Proponente) É filósofo e administrador com ênfase na Gestão Organizações do Terceiro Setor, especialista em Direitos Humanos (UFBA) e Contemporaneidade, especialista em Política e Gestão Cultural (UFRB), mestre em Desenvolvimento e Gestão Social também pela UFBA, é pesquisador e professor da área de patrimônio cultural, responsável pelas disciplinas: Marcos Regulatórios do Patrimônio Cultural e Fomento e Financiamento do Patrimônio Cultural Brasileiro na pós-graduação lato sensu em Gestão Social e Políticas Públicas do Patrimônio Cultural Brasileiro pela UAB/UFBA. É educador, consultor, gestor e fazedor de cultura, coordenou o projeto de salvaguarda do Bembé do Mercado via Lei Aldir Blanc/IPAC/BA, tendo desenvolvido a Tecnologia Social: Portal Bembé do Mercado (www.bembedomercado.org.br), foi coordenador técnico do Ponto de Cultura Aláfia II entre 2008 e 2016, coordenou a Escola de Música e Tecnologias Pracatum, atualmente exerce o cargo de Coordenador de Comercialização do Programa do Artesanato da Bahia em parceria com a Coordenação de Fomento ao Artesanato/SETRE e a Associação Fábrica Cultural, bem como está à frente de Diretoria Técnica da Ayó Educação e Cultura, liderando projetos de educação patrimonial, gestão e elaboração de projetos, captação de recursos e mobilização cultural.
PROJETO ARQUIVADO.