Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2412427Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Álbum Viva Cuerda

AFONSO VILLASANTI PEREIRA
Solicitado
R$ 517,1 mil
Aprovado
R$ 517,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
Valinhos
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (5)
Rio Branco AcreCorumbá Mato Grosso do SulFoz do Iguaçu ParanáCampinas São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

O álbum Viva Cuerda é o encontro da Viola Brasileira com o Charango Boliviano. Os músicos virtuoses em seus instrumentos Afonso Villasanti (Viola Brasileira) e Alvaro Quisbert (Charango Boliviano) se encontram paraa gravação do álbum e a circulação de lançamento com shows em 5 cidades e oferecendo Oficinas sobre os instrumentos e repetório escolhido por eles.

Sinopse

A história dos cordofones na América está ligada diretamente com a colonização Europeia. Vários países se formaram e introduziram em suas culturas os cordofones europeus. No Brasil um dos instrumentos mais populares é a viola caipira da família das violas brasileiras. E na Bolívia um dos instrumentos mais conhecidos é o charango. Um encontro inédito da viola caipira com o charango boliviano é a nova proposta de Afonso Villasanti e Alvaro Quisbert. Celebrando as músicas brasileiras e bolivianas juntas e entrelaçadas nas cordas duplas do Brasil e da Bolívia. A princípio, será um trabalho de arranjos instrumentais inéditos, composições autorais e outras músicas que marcaram o cenário da música da América Latina no Brasil. Além das 8 músicas gravadas, executaremos 2 peças solo cada, totalizando 12 músicas, num show de aproximadamente 90 minutos, sendo 2 peças solo de viola caipira (uma tradicional e uma contemporânea ou autoral) e 2 peças solo de charango (uma tradicional e uma contemporânea ou autoral).

Objetivos

Objetivo Geral Realizar a gravação do álbum Viva Cuerda do Duo De La Fronteira e a circulação de lançamento com shows e oficinas em 5 cidades . Objetivos Específicos Gravação, Mixagem e finalização em estúdio Profissional do álbum Viva Cuerda do Duo De La Frontera. Realizar a circulação do show do álbum em 5 cidades: São Paulo, Campinas, Corumbá, Foz do Iguaçu e Rio Branco. Realizar Oficinas Concertos sobre as composições do álbum, aberta ao público em todas as cidades sede do espetáculo.

Justificativa

Um encontro inédito da viola caipira com o charango boliviano é a nova proposta de Afonso Villasanti e Alvaro Quisbert. Celebrando as músicas brasileiras e bolivianas juntas e entrelaçadas nas cordas duplas do Brasil e da Bolívia. A princípio, será um trabalho de arranjos instrumentais inéditos, composições autorais e outras músicas que marcaram o cenário da música da América Latina no Brasil. Além das 8 músicas gravadas, executaremos 2 peças solo cada, totalizando 12 músicas, num show de aproximadamente 90 minutos, sendo 2 peças solo de viola caipira (uma tradicional e uma contemporânea ou autoral) e 2 peças solo de charango (uma tradicional e uma contemporânea ou autoral). Como surgiu a viola caipira A viola caipira é um instrumento de origem de Portugal. É oriunda da viola portuguesa _ que veio dos instrumentos árabes, como o alaúde _, e já fazia sucesso no Velho Mundo antes de os povos lusos aportarem por aqui. Estima-se que essa "velhinha" tenha entre 700 e 800 anos, mas certeza mesmo é de que teve papel importante na catequização dos povos indígenas no Brasil, no século XV. Atravessando fronteiras nas caravelas, a viola chegou por aqui na época da colonização e foi utilizada pelos Jesuítas para acompanhamento nas canções religiosas. E a viola rodou muito esse Brasilzão afora, viu? Depois dos colonizadores, passou pelas mãos dos bandeirantes e, posteriormente, dos tropeiros. As letras cantavam aventuras e, claro, a saudade da terra natal, dos amores e entes queridos que aguardavam por eles. Mas foi no final do século XIX é que começou a se configurar o que hoje conhecemos como música caipira. Diferenças entre viola e viola caipira Instrumento capaz de musicalizar diversos ritmos, a viola caipira é um os elementos que diferencia a música caipira da música sertaneja, por exemplo. Nesse caso, o primeiro ritmo é, necessariamente, o resultado de regionalismos, rituais e folclores manifestados de forma histórica pelas comunidades que os conceberam. Outra diferença é que a música sertaneja, sobretudo a dos dias de hoje, é mais "paramentada" com guitarras e baixos elétricos, teclados, e outras cositas más que embalam aquelas super produções. A viola caipira mais tradicional tem dez cordas agrupadas aos pares, seguindo o padrão Mi, Si, Sol, Mi, Si. As cordas são de aço, o que pode exigir um esforço a mais de quem está fazendo a transição de um violão de cordas de nylon para a cabocla. Contudo, a viola caipira é apenas um dos nove tipos de viola brasileira. Os outros oito tipos se diferem principalmente em virtude da região do país em que foram desenvolvidos. São eles: viola angrense; viola branca; viola de Queluz; machete; viola de cocho; viola de cabaça; de buriti; viola dinâmica. O Charango Boliviano O charango[1] (ou quirquincho, do quíchua kirkinchu, tatu) é um pequeno instrumento de cordas, de origem sul-americana, mais propriamente andina, que pertence à família do alaúde e que tem aproximadamente 66 cm de comprimento. Tradicionalmente era feito com a carapaça das costas de um tatu, se bem que, hodiernamente, já costuma ser feito de madeira, dispondo, ainda, de um braço de madeira, traçado por 5 cordas duplas.[2] Os conquistadores espanhois trouxeram a vihuela, um ancestral do violão clássico. Existem muitas histórias de como o charango passou a ser construído com uma diminuta caixa de casca de tatu. Uma das histórias diz que os músicos nativos apreciavam o som da viola de mão, mas não tinham a tecnologia necessária para dar à madeira aquele formato, e passaram, então, a utilizar da carapaça do tatu para fabricar os seus próprios instrumentos. Há outra história que conta que os espanhóis proibiram os nativos de praticar a música ancestral, e que o charango seria, então, uma tentativa de fazer um instrumento que pudesse ser facilmente escondido sob as vestes. A história da origem do charango foi muito estudada nos últimos anos em simpósios e congressos internacionais e, graças a isso, sabemos hoje que este instrumento nasceu em Potosí (Bolívia) em 1547. Alguns antecedentes que comprovam esta origem encontram-se em portadas feitas de pedra, como na Igreja de San Lorenzo na cidade de Potosí ou no templo de Jesus de Machaca, na mesma cidade onde existem gravuras com este instrumento e documentos em que é citado. Construção Originalmente feito com a carapaça seca das costas de um tatu e madeira para o topo da caixa acústica, braço etc, atualmente feitos de madeira, com a parte traseira da caixa acústica imitando o formato da casca de um tatu. Diferente da maior parte dos uds, o corpo e o braço são tipicamente feitos de um só bloco de madeira, esculpidos no formato. As dez cordas do charango requerem um grande cravelhal (parte para afinar e prender as cordas), muitas vezes aproximando-se do tamanho da própria caixa acústica. Apesar das enormes diferenças, tem o tamanho aproximado de um pequeno ukulele. O tamanho, na verdade, é o que define o instrumento, que possui variações, mas o charango propriamente dito tem, de maneira geral, 66 cm, com uma escala de aproximadamente 37 cm. A construção típica é de uma única peça no corpo e braço, cravelhas e cravelhas de guitarra clássica, tampo de abeto e uma certa ornamentação. Tamanho e formato da boca da caixa são altamente variáveis e podem ser de duplas crescentes, buraco redondo, oval ou mesmo múltiplos buracos de arranjo variado. Sobre o Duo De La Frontera Afonso Villasanti é violeiro, cantor, compositor, arranjador e educador. Iniciou seus estudos na música aos 8 anos de idade nas aulas de musicalização da Escola Comunitária de Campinas, tocando flauta doce, e aos 9 anos se introduziu ao violão clássico, tendo seu pai como primeiro professor. É bacharel em Música Popular pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e estudou na BIMM _ British and Irish Institute of Modern Music. Alvaro Quisbert ❖ Formación académica. ● Diplomado en Formación Docente para la Educación Superior Universidad Católica de Bolivia (UCB), 2020. ● Bacharelado em MÚSICA Práticas Interpretativas: Criação Musical) Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), 2019. ● Egresado de Charango e investigación Escuela Nacional de Folklore Mauro Núñez Cáceres, 2012. (actual IFA Mauro Núñez) Onde nosso projeto atua conforme a Lei: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Essa parceria com o MINC através da Lei Rouanet e com empresas patrocinadoras, será essencial para a gravação dessa parceria inédita em disco. E também a circulação por cidades importantes e ligadas aos ritmos Latino Americanos com sotaque Andino.

Estratégia de execução

Metas e Resultados Esperados Quantitativas Atingir com apresentações e oficinas um público entre 300 pessoas em média por cidade sede. Qualitativas Valorização da Viola Brasileira enquanto instrumento tradicional, mas que pode alcançar outras linguagens. Inclusive a Música Popular Brasileira. E do Charango Boliviano com instrumento de Concerto e também novas linguagens.

Especificação técnica

Álbum com composições autorais e novos arranjos para musicas de outros musicos dos 2 paise. Serão 12 musicas. As oficinas são voltadas a todo público interessado, gratuitamente. Duração de 1:30 com os 2 musicos falando sobre o álbum e seus instrumentos.

Acessibilidade

Acessibilidade A acessibilidade em eventos culturais é importante porque garante que todas as pessoas possam ter acesso à cultura e às artes, independentemente de suas limitações físicas ou sensoriais. Além disso, é um direito previsto em lei é uma questão de inclusão social e respeito à diversidade. Para isso faremos sempre parcerias com locais pensados e estruturados com essa finalidade. Principais Pontos da Lei de Acessibilidade no Brasil A Lei Nº 10.098, conhecida como Lei da Acessibilidade, estabelece a obrigatoriedade de acessibilidade para pessoas com deficiência.Objetivo principal é assegurar qualidade de vida, promover autonomia e segurança, além de eliminar barreiras.A Constituição Federal de 1988 garante direitos sociais e individuais para pessoas com deficiência.A Lei nº 10.436 reconhece a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como língua oficial do Brasil.Diretrizes e normas para acessibilidade são aplicadas em edificações, transporte, comunicação e outros serviços.O Decreto Nº 5.296 complementa a Lei Nº 10.098 com normas técnicas da ABNT e outras especificações.O Decreto Nº 6.949 alinha a legislação brasileira com a Convenção Internacional sobre o Direito das Pessoas com Deficiência.A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI) de 2015 é uma legislação abrangente que assegura direitos fundamentais e acesso à informação.Legislação sobre acessibilidade no Brasil teve um avanço significativo após a Constituição de 1988 e outras leis como a Lei de Cotas de 1991.As leis são fundamentais para garantir a inclusão e o exercício dos direitos das pessoas com deficiência, além de promover igualdade de acesso à informação e comunicação.Faremos a contratação e adequação dos locais, de profissionais de audiodescrição e Libras e outros que se fizerem necessários.

Democratização do acesso

Democratização do Acesso Só faria sentido realizar esse projeto com uma entrada gratuita para todo o público. Devemos atrair escolas, projetos sociais que tenham atuação com com idosos e adolescentes. Entre outros grupos como deficientes visuais, autistas etc. E a possibilidade de pessoas de baixa renda terem acesso ao evento. As oficinas também serão realizadas gratuitamente para todo o público.

Ficha técnica

Afonso Villasanti Cantor, Violeiro e Diretor Artistico Musical Na prática, este trabalho inclui: Recrutar equipa de trabalho, como, por exemplo, produtores e coordenadoresSupervisionar a equipa de trabalhoGerir a equipa de trabalhoDefinir a estratégia artísticaPlanear etapas do projetoEscolher reportório / peças / vídeosDefinir estética de disco, cartazes, entre outrosDefinir a imagem dos artistas e figurinos (teatro e cinema)Como podemos perceber, o diretor artístico está envolvido em todos os detalhes. Por isso, ele tem uma grande responsabilidade. É importante que saibas que, se quiseres seguir esta profissão, tens de assumir os sucessos, mas também os fracassos, sempre que for o caso. Formação: Bacharelado em música popular - Unicamp (Campinas SP) (2015/2021); Songwriting (Composição) - British Institute of Modern Music (Dublin - Irlanda) (2018); Curso técnico em Guitarra elétrica/Violão - Conservatório Carlos Gomes (2007/2011). Composição e Gravação do álbum “Música Metropolitana” (instrumental) (2016); Gravação de uma peça de Villa Lobos no Windmill Lane Recording Studios (Dublin, Irlanda) (2018); Participação no Festival “VIII Encontro de violas de arame” (Alentejo, Portugal) (2018); Gravação do clipe "Trenzinho do Caipira" no Windmill Lane Recording Studios (Dublin, Irlanda) 2018; Apresentação no BallyJamesDuff Ireland (2018); Apresentação no Pub "Three Spirits" (Dublin, Irlanda) 2018; Apresentação/Entrevista na Rádio Nigeriana Root Kulture (Dublin, Irlanda) (2018); Apresentação/Entrevista na Rádio Brazilian Coffee Time (Dublin, Irlanda) (2018); Folia de Reis na Casa Maloka (Madrid, Espanha) (2018); Participação do SongBook “Partituras Brasileiras OnLine - brazilian international songbook online, da Funarte, organizado pelo Roberto Corrêa (2018); Eventos particulares (Amsterdã, Londres e Dublin) (2018); Participação no Festival “Cordas” (Ilhas dos Açores, Portugal) (2019); Gravação da Música "Serenata Vazia" com fadistas José Barros e Ana Valadas (Sintra, Portugal) (2019); Especialização em Ritmos Tradicionais Caipiras com pesquisas in loco e coleta de materiais (cidades do interior do Brasil); Composição, arranjos, gravação e lançamento do álbum “Primeiro (Im)pulso”, ou “First (Im)pulse” (viola instrumental) (2020), “Violeiro de Cervantes” (viola instrumental) (2022) e atualmente trabalhando em seu primeiro álbum de canções (2024) e num álbum Instrumental com o charanguista Boliviano Álvaro Quisbert. Julio José Junior – Produtor Executiva (Profissional responsável pela gerência e supervisão da produção do projeto; Elaborar a estratégia do projeto, desde o financiamento até a realização; Desenvolver o cronograma e o orçamento da produção; Contratar a equipe adequada; Garantir que o orçamento do projeto seja cumprido; Prestador de contas do projeto). Desde 1995 atuando no 3o Setor com a Gestão de Organizações Não Governamentais, realização e Coordenação de Projetos, Eventos e Atividades nas áreas Cultural e Ambiental. Fez Ciências Sociais na PUC-SP, , Escola de Políticas Públicas da USP e participou do Programa FORMATOS 500 do SENAC sendo um dos premiados pela participação. Domina ferramentas como Marketing Social, Planejamento Estratégico, Elaboração de Projetos e Captação de Recursos. Educador e Arte Educador, Violeiro e Produtor Artístico e Cultural. Captou mais de 6 milhões para essas organizações sociais melhorando suas condições de trabalho e qualidade de vida. É ativista cultural e ambiental, compositor e pesquisador autodidata da cultura popular brasileira. Atualmente coordena o Projeto e a Produtora Violas Brasileiras com o objetivo de levar apresentações das Violas Brasileiras para eventos e através de editais para os Centros Culturais espalhados pelo país. Viviane da Silva Lopes - Diretor de Produção Profissional que acompanha todas as necessidades em infra- estrutura, contatando fornecedores e prestadores de serviço e combinando horários de chegada, montagem e desmontagem de palco, som e luz, garantindo o devido cumprimento de prazos e do acordado em objeto do termo de fomento. Atua ainda junto às equipes de apoio, a saber, segurança, brigada, limpeza e ambulância, combinando e verificando horários e assinando chegada e saída de cada equipe. Atua também no período de 15 dias na pós-produção, acompanhando a desmontagem e o retorno dos materiais aos fornecedores e prestadores de serviço. É responsável por todo Check-List do evento para que saia de acordo com o projeto. "Vivi Lopes" - Atriz, cantora e artista plástica autodidata. Psicóloga formada há 30 anos, intercalando sua atuação no terceiro setor e privado, trabalhou sempre com psicodrama e ações que pudessem inserir a arte como facilitadora da transformação e aprendizagem utilizando a linguagem da música, dança e teatro. Dirigiu e produziu espetáculos teatrais para e com pessoas idosas, produziu eventos culturais no terceiro setor para captação de recursos e atualmente com sua empresa Artes e Toques realiza parcerias com a Viola Brasileiras Produções se especializando no atendimento aos artistas sertanejos, música raiz, cultura regional, cantadeiros e cantadoras. Recentemente esteve envolvida no Projeto Violas Brasileiras, atuando na produção da I Mostra de Violas Brasileiras em Rogerio Cajueiro - Engenheiro de Som Responsável por coordenar a parte técnica da gravação do álbum e show. Cursou Engenharia de Som e Produção Musical na University of California (U.C.L.A.). Trabalhou por 12 anos nos Estados Unidos como engenheiro de som, músico e produtor nosestúdios Entourage, Castle Oaks, Westlake, Mothership (Steve Vai’s) e Conway Recording.Também foi engenheiro de som do teatro Wadsworth em Beverly Hills e da Church at BeverlyHills.Atuou como engenheiro de F.O.H em várias tournées internacionais e domésticas com artistasvariados.Desde 2016 é responsável pelo registro do audio do Festival de Musica Contemporânea Brasileira(F.M.C.B) em Campinas – SP. Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti, Guinga, Monica Salmaso eOrquestra Sinfônica Municipal de Campinas são algumas das atrações já registradas.Hoje segue à frente de seu próprio estúdio, www.cajueiroaudio.com, que está em funcionamentodesde 2008, trabalhando com o melhor da música brasileira e internacional.Algumas referências de seu trabalho:– em Estúdio: George Benson, Eddie Kramer, Steve Vai, Ivan Lins, Glenn Hughes, Yellowjackets,Robben Ford, Dori Caymmi, Leila Pinheiro, Rickey Woodard, Blake Aron, Ivan Vilela, VicenteBarreto, Zeca Baleiro, Don Grusin, Oscar Castro Neves, Andrae Crouch, Frank Gambale, DasFossem, Mojacar Flamenco, Mandy Moore, Tin Rooster, Airto Moreira & Flora Purim, GeorgeDuke, Ernie Watts, Peter Erskine, Andy & Dick Williams, Eric Sardinas, The Outlawz, Kurupt, BigSyke, entre outros

Providência

PROJETO ARQUIVADO.