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O "Estação do Choro - o Festival" tem o objetivo de realizar uma programação multilinguagens sobre o choro em Brasília, unindo tradição e inovação em apresentações com músicos locais e convidados de outras regiões do Brasil. O projeto inclui shows, gravações audiovisuais, exposições fotográficas e ações educativas, como oficinas de instrumentos e rodas ao ar livre. Além de preservar a memória do choro, ele democratiza o acesso à cultura com contrapartidas sociais e busca ampliar seu impacto por meio de apoio financeiro.
a) Realização do projeto em formato de festival trazendo programação artística durante 08 meses de duração na cidade de Brasília, contando com 8 (oito) apresentações musicais com previsão de programação paga a preços populares em espaço fechado (teatro, casa cultural, casa de shows e/ou local similar); b) Realização de programação paralela com oficinas formativas para qualificação em torno da cultura do Choro, com adesão gratuita, em espaço a ser definido; c) Realização de programação paralela com atividades de rodas de Choro, com adesão gratuita, em espaço a ser definido; d) Realização e criação de conteúdo midiático com os participantes do festival para fins de documentação, preservação e difusão da cultura do Choro em plataformas de streaming e redes sociais.
Objetivo Geral: Promover a valorização e a inovação do choro em Brasília por meio de um festival com programação anual, conectando músicos locais com solistas de outras regiões do Brasil, através de apresentações, registros audiovisuais e ações educativas que visam preservar e difundir a cultura instrumental. Objetivos Específicos: -Realizar 8 shows especiais com solistas convidados de diversas partes do Brasil-Gravar um EP e produzir vídeos com registros dos solistas convidados para o canal do projeto no YouTube-Montar uma exposição fotográfica com imagens capturadas ao longo dos anos do projeto, valorizando a história e a memória do Choro em Brasília-Implementar oficinas de instrumentos e fotografia para o público em geral e para crianças, promovendo o acesso à cultura e a formação artística-Difundir e criar público priorizando a linguagem musical do Choro-Ampliar a divulgação do projeto nas redes sociais e em mídias tradicionais, aumentando o alcance do público-Realizar programação paralela de atividades formativas com oficinas-Realizar rodas de choro gratuitas -Realização e criação de conteúdo midiático audiovisual com participantes do projeto-Fortalecer e promover acervo e preservação de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil através da cultura do Choro-Valorizar a memória e tradição de movimentos e expressões ligadas a formação artística e cultural brasileira-Ofertar e trazer programação que contemple público geral, principalmente crianças e jovens Ainda como objetivos do projeto, destacamos através dos incisos do artigo 01 da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, os seguintes objetivos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País.
Canções que se comunicam de várias formas, bocas e sons. Trilhas que contam histórias sem dizer uma só palavra. A música comunica, constrói, transforma e inspira… se multiplica. Que sons podem criar tanto, sem falar nada? Que vozes são essas que não podem ser caladas? Manifestação cultural originária do nosso povo, do nosso território, que grita, fala e ainda faz a arte brasileira manter-se levantada. É nesse contexto que o projeto "Estação do Choro - o Festival" exerce e mantém a história do Choro viva e pujante em Brasília. Com mais de 5 anos de atividades culturais e difusão de um dos gêneros musicais que traduzem a pluralidade artística brasileira, o projeto traz uma nova perspectiva ao oferecer uma abordagem inovadora ao choro, ao mesmo tempo em que preserva sua memória e história. Com presença marcada nas programações culturais de Brasília, a valorização e promoção em torno do gênero artístico e cultural, Choro, o projeto ganhou força se tornando referência ao unir tradição e modernidade a uma cultura que já é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Ao falar de cultura brasileira e Choro, o destaque da iniciativa passa por outros campos de fomento e difusão ao atuar na promoção de músicos tanto brasilienses, quanto de outras localidades, abrindo espaços formais de apresentação e criando registros autorais. Com tantas manifestações artísticas presentes na formação do nosso povo, algumas iniciativas e culturas acabaram ganhando pouco espaço nos espaços comuns onde a arte pode ser expressada, razão pela qual projetos como o "Estação do Choro - o Festival" ganham ainda mais potência em nossos territórios. Hoje, conseguimos trazer e contribuir para a manutenção e criação desses espaços que tanto procuramos, fazendo esse projeto ser um importante meio para que artistas atuantes no Choro possam superar desafios de espaços para apresentações, apoio e remuneração, ampliando consideravelmente o alcance desses projetos artísticos. Para a manutenção, continuidade e expansão dos impactos que já são realizados em Brasília e no Brasil, é muito importante ter e contar com parceiros que valorizem a cultura e a arte como ferramentas de transformação social e econômica, razão pela qual o projeto busca no Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) novas maneiras de garantir e preservar o patrimônio cultural do país. Através de fomentos como esse, o "Estação do Choro" pode potencializar seu impacto, tanto no fortalecimento da cena cultural de Brasília quanto na promoção de intercâmbios com outros artistas do Brasil, ampliando sua visibilidade e abrangência. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Os deslocamentos exatos só poderão ser definidos após o processo de curadoria do projeto (etapa de pré-produção), por esse motivo não foi preenchido a aba de "deslocamentos".
ESPECIFICAÇÕES DO PRODUTO PRINCIPAL: 01 - Festival 8 apresentações musicalGênero musical principal: Choro 01 exposição fotográficaTemática: Cultura do Choro ESPECIFICAÇÕES DE PRODUTOS SECUNDÁRIOS: 02 - Contrapartida Social 12 oficinasTemática principal: ChoroDuração média: 120 minutos por oficinaAdesão gratuita mediante disponibilidade de vagasClassificação etária: LivreVagas por oficina: 30 As oficinas utilizarão materiais de powerpoints e apresentação, datashow, pendrive e computador
Acessibilidade para pessoas com deficiência: - Tradução em LIBRAS;- Closed Caption (legendas) nos capítulos publicados;- Intérprete de LIBRAS; Acessibilidade física: - Prioridade de escolha para locais que tenham infraestrutura acessível de locomoção com rampas, banheiros adaptados e corrimãos.
Democratização de acesso (IN 11/24 Art. 29) O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos. II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; - Os vídeos produzidos pelo projeto serão distribuídos de forma gratuita na página do YouTube do projeto, assegurando a democratização do acesso através dos limites e formas de distribuição do artigo 29 da IN 11/2024. - Serão reservadas cotas de pelo menos 10% de ingressos de todas atividades para pessoas em situação de vulnerabilidade social e/ou econômica, pessoas negras, indígenas, mulheres e público LGBTQIAPN+ Ampliação de Acesso (IN 11/24 Art. 30) Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso. Desta forma, o projeto prevê: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento). - Será disponibilizado através de licenciamento gratuito para uso, excluso uso comercial, os produtos audiovisuais criados através deste projeto para escolas e instituições de caráter educacional e cultural vinculadas ao poder público; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. - Realização de atividades de oficinas de contrapartida; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
Marina Oliveira, jornalista formada na UnB, é produtora musical do projeto “Estação do Choro” e consultora em direitos humanos. Estreou no mercado editorial aos 43 anos com o livro de crônicas "Debaixo dos Ipês" pela Editora Chiado, fruto do seu luto inesperado pela morte repentina de seu marido em 2015. Seguiram-se os romances de ficção "Jogo de Cartas" e "Baile de Máscaras" publicados em formato de ebook pela Amazon, além do audiolivro infantil com trilha sonora original: “A Lua Curiosa e o Planalto Central”, publicado também em formato de livro, em 2024, pelo selo infantil da Editora Ipê das Letras. Em 2023, foi uma das vencedoras da primeira edição do "Prêmio Carolina Maria de Jesus de Literatura Produzida por Mulheres" do Ministério da Cultura com o manuscrito do romance “Espelho do Tempo” publicado em 2024 pela Editora Letramento. Como jornalista recebeu vários prêmios, o mais recente deles por sua contribuição na série “Elas por Elas” do Portal Metrópoles, sobre feminicídio no DF, que ganhou o “Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde”, promovido pela Fundação Gabo, em 2020, na categoria Cobertura Diária. Em 2003, venceu a primeira edição do “Prêmio Tim Lopes de Jornalismo Investigativo” da Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI), tendo sido finalista, em 2004, do Prêmio Ayrton Senna com a reportagem sobre abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. Realizou oficinas baseadas em sua obra infantil “A Lua Curiosa e o Planalto Central”, na Feira do Livro de Brasília, em 2022, bem como na “Banca da Conceição” em julho e agosto de 2021. Para mediadores de leitura realizou oficina no SESC da 504 Sul, em 2021, sobre o potencial do audiolivro na produção do encantamento pela leitura. Atua desde 2021 como consultora em saúde mental de adolescentes e jovens do Fundo das Nações Unidas para Infância (UNICEF). No projeto executará as funções de coordenação geral, apresentação, assessoria de imprensa e Co curadoria na exposição e nos shows. Gabriel Carneiro é historiador social com especialização em música e no choro, integrante do “Choro pra Cinco” e do “Estação do Choro”, projeto do qual é um dos idealizadores, atua como pandeirista. Professor da Escola Nacional de Choro Raphael Rabello. Possui Mestrado em Música e em História pela Universidade de Brasília (UnB) com teses sobre Avena de Castro e o Cangaço. Formado em Bandolim pela Escola de Música de Brasília (BEM), tem no violão tenor, seu segundo instrumento, além de anos de atuação como zabumbeiro em diversos trios de forró. Professor do Centro de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (EAPE) onde ministra curso sobre “A música brasileira e a história do século XX”. Atuará como músico, no pandeiro, bem como na Co curadoria dos shows e da exposição fotográfica, além de ser oficineiro tanto de percussão quanto de música e história brasileira, com foco no gênero Choro. Vinícius Vianna é violonista, professor de violão e compositor. Vinícius Vianna, 36 anos, iniciou seus estudos musicais aos 10 anos. Estudou violão popular na Escola de Música de Brasília (EMB) e na Escola de Choro Raphael Rabello. A formação no violão erudito aconteceu na Universidade de Brasília (UnB), sob a orientação do professor Eustáquio Grilo. Conviveu e tocou, na adolescência, com diversos chorões de Brasília como Carlos Poyares, Alencar 7 cordas, Carlinhos 7 cordas, entre outros. Foi um período de grande aquisição de repertório e da linguagem do choro. Nessas experiências aprendeu a linguagem de acompanhamento do violão de 7 cordas. Realizou apresentações em diversas cidades brasileiras: Ribeirão Preto, Domingos Martins, Indaiatuba, Manaus, Ouro Preto, Santos, São Paulo e Foz do Iguaçu, além de apresentações em outros países como Alemanha, Argentina, Estados Unidos, Portugal e Paraguai. O jovem, que possui algumas premiações e discos gravados, segue desenvolvendo um trabalho de violão solo com suas composições em paralelo ao trabalho de acompanhador que desenvolve principalmente com os estilos de samba e choro. Produz e desenvolve diversos projetos na cidade como o “Estação do Choro”, coletivo do qual é fundador e integrante desde 2019, no qual também atua como diretor musical e violonista, além do duo “Dois Violões”, entre outros. Atualmente é professor de violão erudito da EMB, na qual atua desde 2017. Exercerá função de direção musical, músico (violão de 7 cordas) e oficineiro apresentando as possibilidades do 7 cordas no gênero Choro, atuando ainda na co curadoria dos shows e da exposição fotográfica. Juliana Caribé é muitas mulheres em uma só com caminhos múltiplos pela arte e fotografia. Atua como fotógrafa oficial do “Estação do Choro” desde 2019, desenvolvendo uma linguagem própria e esteticamente muito atraente para os registros realizados ao longo desses anos. Formada em Cinema e Mídias Digitais pelo IESB, em Brasília, com curso técnico superior em fotografia pela mesma instituição. Fotografou grandes nomes da música nacional em sua carreira, iniciada em 2010, tais como Lenine, Ellen Oléria, Trio Virgulino e Ana Cañas, entre outros artistas. Exercerá função de fotógrafa nos shows e de curadora principal e responsável pela concepção e montagem da exposição fotográfica.
PROJETO ARQUIVADO.