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I Festival de Música Luso-Brasileira em Fortaleza promove a integração cultural entre Brasil e Portugal por meio de apresentações de música clássica instrumental e atividades formativas. Com 7 dias de programação, o evento reforça os laços culturais entre os países lusófonos.
Plano de Execução (Cronograma para os 7 dias do festival) Dias 1 a 7: 10h - 13h: Abertura com concertos.Intervalo 14h30 - 17h30: Palestras e painéis temáticos sobre música clássica e o intercâmbio luso-brasileiro.Apresentações de artistas portugueses e brasileiros em conjunto, explorando repertórios tradicionais e contemporâneos.
Objetivos Gerais:Promover o intercâmbio cultural entre Brasil e Portugal por meio da música clássica instrumental, fortalecendo laços culturais e promovendo a acessibilidade e a democratização da música clássica. Oferecer apresentações de música clássica instrumental de artistas portugueses e brasileiros. Promover a troca de conhecimentos musicais entre músicos dos dois países por meio de oficinas e painéis. Contribuir para a valorização da música clássica no Brasil e democratizar seu acesso. Ampliar a acessibilidade e promover um evento inclusivo para toda a comunidade.
O "I Festival de Música Luso-Brasileira" busca celebrar e fortalecer os laços culturais entre Brasil e Portugal, com Fortaleza como palco ideal para promover este encontro musical. Com a música clássica instrumental como linguagem comum, o festival oferece ao público a oportunidade de vivenciar o intercâmbio entre dois países de raízes culturais profundas e tradições musicais distintas. Apesar de falarem o mesmo idioma, Brasil e Portugal mantêm uma distância cultural que este festival busca diminuir. Ao trazer ao Brasil músicos portugueses e promover encontros com artistas locais, o evento oferece ao público o contato com repertórios e estilos ainda pouco explorados no Brasil, contribuindo para uma valorização recíproca entre os países. A música clássica instrumental, rica em valores históricos e educativos, também se revela um elemento transformador de realidades, capaz de alcançar pessoas de todas as idades e promover o desenvolvimento cultural e pessoal. Além das apresentações musicais, o festival incluirá oficinas, painéis e outras atividades formativas para músicos, estudantes e público geral, fomentando a educação musical e ampliando o acesso ao aprendizado. O "I Festival de Música Luso-Brasileira" pretende ir além de uma celebração cultural; é uma oportunidade para renovar o diálogo entre as nações lusófonas e criar novas pontes entre elas, expandindo a visibilidade da produção musical luso-brasileira e trazendo novos valores e conhecimentos para Fortaleza e o público local.
Intérpretes de Libras para todas as atividades, incluindo apresentações e oficinas.Espaços com infraestrutura para pessoas com mobilidade reduzida e assentos prioritários.
Transmissão ao vivo online para pessoas de outras regiões e com dificuldades de deslocamento.
Carolinne Melo dos Santos - Proponente Carolinne possui uma trajetória marcante como palestrante, mediadora e conteudista em eventos e projetos relacionados à gastronomia, hotelaria e cultura indígena. Em 21 de agosto de 2024, atuou como palestrante no evento “Hotelaria em Foco: A Arte dos Doces, Inspiração e Criatividade”, promovido pelo curso de hotelaria do IFCE-Campus Fortaleza. Anteriormente, em 25 de abril de 2024, foi palestrante na roda de conversa intitulada “Redescobrimento a partir da história não contada do Brasil”, no 4º Encontro de Pesquisa em Gastronomia do Brasil (ENPEGASTRO), em Fortaleza-CE. Em 22 de maio de 2024, exerceu parcialmente a função de conteudista no Projeto UNICESUMAR ILUMINA, para o curso técnico de Doçaria, publicado na modalidade EAD. Além de palestras e atividades de conteúdo, Carolinne também se destaca pela atuação como mediadora, tendo participado em 11 de novembro de 2022 do evento “Hotelaria em Foco Gastronomia: Check-in em Novos Sabores”, promovido pelo curso de Tecnologia em Hotelaria do IFCE em Fortaleza. Em agosto de 2022, facilitou a oficina “Culinária Tradicional Indígena” no evento CITS na Comunidade, promovido pelo Centro de Formação e Inclusão Social Nossa Senhora de Fátima em Fortaleza. No contexto da pós-graduação em Gastronomia da UFC, participou do Seminário Temático I em 9 de abril de 2024, abordando o tema “Cultura Alimentar e os Povos Indígenas do Ceará”. Em 2019, participou ativamente da curadoria e produção da exposição fotográfica “A Cara Negra e Indígena do IFCE”, contribuindo tanto na seleção de fotografias quanto na organização da exposição. Nesse mesmo ano, participou do Ceará Organic Food Festival – Festival Internacional de Gastronomia Orgânica, onde apresentou, junto a outros autores, o trabalho intitulado “O Mocororó e os Povos Indígenas do Mar Ceará - Considerações sobre uma Bebida”, que foi aprovado para comunicação oral curta. Entre outras participações importantes, destaca-se sua presença no 1° Simpósio on-line Direito Humano & Socioambiental em 2020, bem como no Projeto de Extensão Estudo/Diagnóstico para atualização do inventário da oferta turística do município de Itapipoca/CE, realizado pelo IFCE em 2018 e 2019, totalizando 194 horas dedicadas à atividade. Carolinne tem uma produção acadêmica rica, com artigos publicados em revistas científicas, como a Revista Conexão UEPG em 2019, a Presença Geográfica em 2021, e em uma obra da CRC Press, em 2023, abordando a importância do mocororó, bebida tradicional indígena, na resistência cultural dos povos cearenses. Trabalhos apresentados em congressos e resumos expandidos incluem temas como a identidade cultural dos povos indígenas do Ceará e a relevância sociocultural de práticas tradicionais de alimentação. A trajetória acadêmica e prática de Carolinne reflete seu comprometimento em disseminar o conhecimento sobre as culturas tradicionais e indígenas do Ceará, promovendo a valorização de saberes e práticas alimentares regionais. Vasken Fermanian - Músico Iniciou seus estudos no Centro de Formação de Instrumentistas do SESI (Fortaleza-Brasil), tendo como seu orientador, seu avô, maestro Vasquen Fermanian. Frequentou masterclasses com Sergei Kravchenko (Rússia), Frederico Stephan(Brasil), Benjamin Sung (EUA), Zófia Wóycicka (Portugal) e Antoinette Lohmann (Amsterdão). Participou de diversos festivais de música, tais como: Festival Internacional de Campos do Jordão (São Paulo), Festival de Londrina (Curitiba), Festival Virtuosi (Recife) e Festival Internacional Eleazar de Carvalho (Fortaleza). Gravou também para os meios de comunicação; RTP (Portugal), SIC (Portugal), TV Diário (Brasil), TV Jangadeiro (Brasil), TV O Povo(Brasil) e TV Cultura (Brasil). Vem colaborando com diversas orquestras e ensembles, a exemplo da Orquestra Gulbenkian (Portugal), Orquestra de Câmara Portuguesa (Portugal), Orquestra do Algarve (Portugal), Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras (Portugal), Orquestra de Câmara da Almada(Portugal), João Roiz Ensemble (Portugal) , Orquestra Jovem Mundial (Alemanha), Orquestra Sinfónica do Youtube (Austrália), Orquestra Sinfónica de Trás-os-Montes e Alto Douro (Portugal), Concerto Ibérico (Portugal), Orquestra Sinfónica do Algarve (Portugal), Orquestra Sinfónica da ESART (Portugal), Orquestra Sinfónica da Universidade de Extremadura (Espanha) e Orquestra JFutura (Itália). Em 2018, concluiu o Mestrado em Ensino da Música na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco – Portugal, sob a orientação da professora Luísa Tender. No ano de 2019, concluiu o Mestrado em Performance no Violino, sob a orientação dos professores Augusto Trindade e Luísa Correa. Atualmente exerce o cargo de violinista tutti na Orquestra do Algarve e é doutorando em Música e Musicologia na Universidade de Évora. João Pedro Delgado - Viola de Arco Nasceu no Porto, em 1978. É Doutorado em Música e Musicologia - especialidade de Interpretação (Performance - viola de arco) pela Universidade de Évora, título que obteve com classificação máxima - distinção e louvor. É também Mestre em Música - Performance, Viola de Arco - pela Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, cuja defesa de dissertação obteve igualmente com classificação máxima. Em 2023 obteve Título de Especialista em Formação Musical e Educação Coral, conferido por um consórcio ESML/ESMAE/ESART. Foi dedicatário ou co-dedicatário de obras para viola solo, viola e electrónica ou música de câmara por parte de compositores como Sérgio Azevedo, António Pinho Vargas, João Pedro Oliveira, Eduardo Patriarca, César Viana, Luís Tinoco, Sara Carvalho, Fernando Lapa, Jaime Reis, Pedro Amaral, Carlos Marecos, Tiago Derriça, Cândido Lima, Alexandre Delgado, Anne Vitorino de Almeida, César Viana, Pedro Faria Gomes, Edward Luiz d´Abreu, Vasco Mendonça, Ana Seara, Hugo Vasco Reis, Carlos Azevedo, Nuno Corte-Real, Paulo Bastos, Sofia Sousa Rocha, Carlos Guedes ou Christopher Bochmann, entre outros. Tem tido oportunidade de tocar em concerto solista ou de música de câmara com músicos diversos, tais como António Rosado, Dejan Ivanovic, Carlos Alves, Morgan Szimansky, Filipe Quaresma, João Aboim, Miguel Carvalhinho, Carlos Canhoto, Fausto Neves, Natalia Riabova, José Corvelo, Marina Pacheco, Carisa Marcelino, Catherine Strynckx, entre outros. Foi director artístico da associação Belgais - Centro para o Estudo das Artes. Foi autor de programas na Antena 2 da Radiodifusão Portuguesa. Colaborou com orquestras tais como Orquestra Gulbenkian, Orquestra do Norte ou Orquestra Metropolitana de Lisboa, entre outras, dirigido por maestros tais como Michael Zilm, Alex Klein, César Viana, Miguel Graça Moura, Ferreira Lobo, Pedro Neves, Jan Wierzba, Ian Mikirtumov ou Christopher Bochmann. Com diversos agrupamentos de câmara ou a solo, apresentou-se já nas principais salas de espectáculo portuguesas, bem como no México, China, Irlanda, Andorra, Inglaterra, Itália, Alemanha, Espanha, França, República Checa, Luxemburgo, Grécia, Cuba, entre outros países. Participou na gravação de vários discos (Viola Solo, João Roiz Ensemble, Síntese - Grupo de Música Contemporânea, Quarteto São Roque, Viola Solo e Electrónica, etc.) e vários concertos seus foram transmitidos em rádios e televisões do país e estrangeiro. É membro do João Roiz Ensemble, com o qual assume profissionalmente preenchidas temporadas de música de câmara. Foi membro fundador do Síntese - Grupo de Música Contemporânea. Apresenta-se com muita frequência em recitais de viola de arco e piano nas mais importantes salas nacionais, sendo actualmente um dos mais intensos dinamizadores portugueses da viola de arco enquanto instrumento solista. Tem realizado diversas publicações de edições críticas de obras históricas, bem como de obras próprias, através da AVA - Musical Editions. É Prof. Adjunto Convidado na Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco.
PROJETO ARQUIVADO.