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PRONAC 2412461Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

As Cosquinhas ou a Dança da Raiva – Circulação

AGENCIA BOTAO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 557,0 mil
Aprovado
R$ 557,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-05-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (9)
Rio Branco AcreMacapá AmapáSantana AmapáBelém ParáSoure ParáRio de Janeiro Rio de JaneiroBoa Vista RoraimaGurupi TocantinsPalmas Tocantins

Resumo

O presente projeto propõe a circulação do espetáculo "AS COSQUINHAS - OU A DANÇA DA RAIVA", de Andrea Bescond. O solo teatral é interpretado pela atriz Juliana Trimer e conta a história de Odette, uma dançarina que, em uma sessão de terapia, revisita um abuso que sofreu na infância e narra sua superação através da dança. Pretende-se a circulação do espetáculo.

Sinopse

Odette é uma bailarina que, durante uma sessão de terapia, mergulha nas próprias memórias e reconstrói com leveza momentos que fizeram parte de sua história, se aventurando numa delicada e contundente narrativa de como a dança lhe ajudou a ressignificar um abuso sexual sofrido na infância.

Objetivos

A partir de uma dramaturgia dinâmica e instigante, o espectador é conduzido pelas lembranças da protagonista desde os momentos imediatamente subsequentes ao episódio, ainda criança, até sua adolescência e vida adulta, já marcadas pela violência. A partir dos olhos de Odette, a plateia é convidada a conhecer, de maneira poética e potente, os detalhes de sua história e a acolher suas cicatrizes. O espetáculo, dirigido por Lisa Eiras, combina teatro e dança para construir em cena uma narrativa delicada, leve e com doses de humor sobre a potência transformadora da arte. O diferencial do projeto reside em seu caráter metalinguístico, que também busca propor um caminho de cura pela arte. Mais do que contar a história de Odette, o objetivo é dar voz às vítimas, oferecendo uma ferramenta de conscientização, denúncia, debate e, principalmente, acolhimento e cura. OBJETIVOS GERAIS · O principal objetivo do projeto é a circulação do espetáculo com o intuito de oferecer ao público um trabalho que busca discutir temas importantes que seguem sendo deixados de lado por conta de tabus, questões culturais mal resolvidas e, principalmente, desinformação. · Colaborar diretamente com a democratização de acesso à arte e cultura; · Realizar a circulação do espetáculo teatral cujo texto e autora são inéditos no país; · Realizar a circulação de um espetáculo que mistura as linguagens de dança e teatro; · Valorizar a arte como locomotiva para a transformação e instrumento fundamental para a prática da cidadania; OBJETIVOS ESPECÍFICOS ● Realizar 13 sessões da peça no Norte do país, todas com interpretação em libras e audiodescrição como recursos de acessibilidade; ● Realizar 08 rodas de conversa sobre o tema do abuso na infância;

Justificativa

Dentre as motivações que a levaram a escrever esse monólogo, a autora Andrea Bescond destaca em seu site o alarmante número de 75 mil estupros anuais que acontecem na França, afirmando que o trabalho lhe foi uma escolha imposta por sobrevivência; por vontade de dizer alto e claro o que muitos não querem ouvir. Segundo ela, essa é uma narrativa inspirada em uma história real, que infelizmente ainda é muito comum. A idealização desse projeto é fruto do mesmo desejo de gritar, que ganhou eco na intenção da atriz Juliana Trimer de trazer para perto esse debate. Precisamos jogar luz nos também alarmantes números de abusos que acontecem no Brasil. Segundo o Fórum de Segurança Pública, no Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2023, 6 crianças são abusadas a cada hora no país, sendo 51% delas crianças entre 1 e 5 anos. Desses, impressionantes 72,2% são casos que ocorreram dentro de casa. Há uma dificuldade latente em falar coletivamente sobre esse assunto, de forma que um espetáculo teatral se apresenta como uma potente ferramenta para fortalecer o debate sobre prevenção e, principalmente, sobre cura. Nas palavras da autora: "Odette leva-nos ao coração da dança, que lhe permite exprimir o que não pode dizer… Quando a vida silencia as palavras, nascem as palavras do corpo. A dança e a música têm um lugar primordial nesta criação, o que a torna totalmente original, única, o movimento traz toda uma poesia onde por vezes as palavras se perdem". Finalmente, afirmamos que as ações planejadas estão alinhadas e enquadradas nos termos da Lei 8.313/91, Art. 1º, nos incisos abaixo especificados: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; e E, através dos objetivos descritos no presente projeto, pretende-se alcançar aqueles descritos no art. 3º da mesma lei, nos incisos e alíneas abaixo especificados: Inciso II, alínea C: realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Inciso II, alínea E: realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; e Inciso IV, alínea A: distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

O principal veículo de comunicação será as redes sociais do espetáculo e contarão com campanhas de impulsionamento previstas para atingir públicos específicos como moradores do entorno dos teatros, mulheres e homens acima de 16 anos e amantes das artes. Pretende-se também contratação de espaços em sites com público alvo direcionado e spots de rádios locais. Além dessas ações, será contratada uma equipe de assessoria de imprensa, responsável em elaborar notas informativas, releases, contato com os principais jornais, veículos de TV, sites e revistas, e a produção de material impresso (banner com a ficha técnica e folhetos informativos, distribuídos para os participantes das rodas de conversa).

Especificação técnica

Espetáculo teatral - Solo Título: As Cosquinhas ou a Dança da Raiva Gênero: Drama/Adulto Duração prevista: 60 minutos Quantidade de Apresentações: 13

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO TEATRAL AS COSQUINHAS OU A DANÇA DA RAIVA ACESSIBILIDADE FÍSICA: Espaços acessíveis. As sessões do espetáculo serão realizadas em locais que possuam infraestrutura de acessibilidade física para o público, tais como rampas de acesso e/ou elevadores. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: N/A ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Serão realizadas 13 sessões com interpretação em libras e audiodescrição; ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: INTERPRETE DE LIBRAS; narrador de audiodescrição PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS – rodas de conversa ACESSIBILIDADE FÍSICA: As ações formativas do projeto (rodas de conversa) serão realizadas em locais que possuam infra estrutura de acessibilidade física para os participantes, tais como rampas de acesso e/ou elevadores. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: N/A ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: As 08 rodas de conversa contarão com interpretação em libras; ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: INTERPRETE DE LIBRAS

Democratização do acesso

O presente projeto prioriza a ampla democratização do acesso à cultura ao oferecer todas as sessões do espetáculo e as rodas de conversa de forma totalmente gratuita ao público. Esta iniciativa visa garantir que pessoas de diferentes contextos sociais e econômicos possam participar, independentemente de suas condições financeiras. Além disso, o formato das rodas de conversa, que abordam temas sensíveis como o abuso sexual infantil, o trauma e o papel da arte na transformação e elaboração dessas experiências, amplia a oportunidade de diálogo e reflexão coletiva. Essas atividades não apenas proporcionam acesso ao conteúdo artístico, mas também promovem um espaço seguro e inclusivo para o compartilhamento de experiências e orientações sobre um tema de grande relevância social. O projeto será realizado em espaços acessíveis e adaptados, visando atingir um público diverso e contemplando todas as faixas etárias. Essa abordagem contribui para a formação de plateias e o fortalecimento do debate social, levando a cultura e a informação a quem muitas vezes é privado de tais oportunidades. Com isso, garantimos que o projeto cumpre plenamente o objetivo de democratização de acesso, ampliando o impacto social e cultural da iniciativa.

Ficha técnica

Coordenador Geral: Bernardo Schlegel - PROPONENTE Gerenciamento Administrativo Financeiro (Atividade não remunerada) Bernardo Schlegel - PROPONENTE Ator e produtor, abriu a Agência Botão Cultural em 2012. Seus trabalhos mais recentes são: 'As Cosquinhas", de Andrea Bescon, com Juliana Trimer; “Coisa”, com Lisa Eiras e “O Baterista”, com Antonio Fragoso. Direção de Produção: Felipe Valle Diretor da Fomenta Soluções, é produtor, gestor e consultor cultural. Com experiência em mais de 60 projetos de teatro, destaca-se a idealização e a direção geral do projeto Eu Capitu (Dir. Miwa Yanagizawa). Direção Artística: Lisa Eiras Ganhou o Prêmio APTR em 2017 como Ofélia em "Hamlet" e foi indicada ao prêmio de melhor atriz no Festival do Rio pelo longa "Histórias Que Só Existem Quando Lembradas". Passou 10 anos na Armazém Cia de Teatro. Diretora de movimento e Preparadora Corporal: Camila Fersi Artista da cena, pesquisadora das dramaturgias contemporâneas e professora de dança. Graduada em Dança (2002); mestre em Artes (2009) e Doutora em Artes - UERJ (2023). Atriz e Idealizadora: Juliana Trimer Formada pela UNIRIO e pela escola de teatro Martins Pena. Premiada melhor atriz coadjuvante no festival internacional de teatro de Patos de Minas e indicada na mesma categoria em outros festivais nacionais de teatro por “S”, de Marcela Andrade. Cenógrafa e Figurinista: Marieta Spada Cenógrafa e Figurinista, foi indicada para o Prêmio APTR 2022, é co-criadora do canal Cenogravando e membro da diretoria da Associação Grafias da Cena. Iluminadora; Larissa Siqueira Cunha Lara Cunha é iluminadora há mais de 20 anos, já trabalhou nos principais teatros do país. Seus desenhos de luz mais recentes são Mariposas Amarillas (2024), dir Inêz Viana; O que vão dizer de nós (2024), dir. Miwa Yanagazawa e Luisa Friese; Ninguém Sabe Meu Nome (2022), dir. Inez Viana e Isabel Cavalcanti Trilha Sonora: Claudia Castelo Branco Pianista, compositora e cantora carioca, completou 20 anos de carreira. Assina a Trilha Sonora e Direção Musical dos espetáculos SAIA (2018) , Um Palco para Narcisa (2021), dirigidos por Joana Lebreiro; de Cidadela (em parceria com Renato Frazão), dirigido por Letícia Guimarães; e de As Cosquinhas ou a Dança da Raiva, dirigido por Lisa Eiras.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.