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O 1º Festival Cultural Tereza de Benguela tem como objetivo promover um encontro cultural protagonizado por mulheres capoeiristas, envolvendo palestras formativas, oficinas práticas de capoeira e percussão, e um concurso voltado para alunas de projetos sociais. O evento busca fortalecer o empoderamento feminino e a representatividade na capoeira, além de valorizar a contribuição das mulheres nesse campo cultural. As atividades serão realizadas de forma gratuita no IFMT campus Sorriso, com estimativa de participação de 500 pessoas.
O 1º Festival Cultural Tereza de Benguela é um evento cultural que visa promover a inclusão e o empoderamento feminino dentro da capoeira, celebrando o legado de Tereza de Benguela, uma líder quilombola do século XVIII que simboliza a resistência e a luta pela liberdade. O festival oferece uma programação rica em atividades culturais, educacionais e esportivas, voltadas principalmente para mulheres, crianças e adolescentes de projetos sociais. A seguir, estão descritos os principais produtos do projeto: 1. Seminário: História e Contribuições das Mulheres na Capoeira - Resumo: O seminário abordará a trajetória das mulheres na capoeira, suas contribuições e os desafios que ainda enfrentam. Serão discutidos temas como a liderança feminina, a igualdade de gênero e o empoderamento dentro e fora das rodas de capoeira. O objetivo é incentivar o protagonismo feminino em um espaço historicamente dominado por homens. - Classificação indicativa: Livre 2. Oficinas Práticas de Capoeira, Percussão e Samba de Roda - Resumo: As oficinas oferecerão aulas práticas de capoeira, percussão (pandeiro) e samba de roda, voltadas para crianças, adolescentes e mulheres de projetos sociais. As atividades terão como foco o desenvolvimento técnico, a valorização da cultura afro-brasileira e a promoção da inclusão e igualdade de gênero. Cada oficina será ministrada por especialistas que incentivam a participação ativa das mulheres. - Classificação indicativa: A partir de 10 anos 3. Roda Aberta - Resumo: Antes do concurso principal, será realizado uma roda aberta de capoeira, samba de roda e maculelê, permitindo que a comunidade local interaja com as participantes e oficineiras. A roda é uma oportunidade para que o público tenha acesso a uma experiência cultural enriquecedora e possa conhecer mais sobre a capoeira. - Classificação indicativa: Livre 4. Concurso de Capoeira - Resumo: O concurso é o ponto alto do festival, voltado para alunas de projetos sociais e dividido em 5 categorias, considerando a faixa etária e o tempo de prática das participantes. Na primeira etapa, as capoeiristas enviarão um vídeo contando suas trajetórias e incentivando outras mulheres. Na segunda etapa, elas se apresentarão ao vivo, realizando movimentos de capoeira avaliados por uma banca composta por mestres e mestras de capoeira. - Classificação indicativa: A partir de 10 anos 5. Transmissão ao Vivo - Resumo: As principais palestras, oficinas e o concurso de capoeira serão transmitidos ao vivo pela internet, ampliando o acesso a públicos de outras regiões que não possam estar fisicamente presentes no evento. O conteúdo ficará disponível posteriormente em plataformas digitais. - Classificação indicativa: Livre 6. Documentário Digital - Resumo: Um documentário será produzido com o registro audiovisual do festival, incluindo palestras, oficinas e apresentações culturais. O material será disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais, servindo como acervo para educadores, pesquisadores e o público em geral interessado em capoeira e cultura afro-brasileira. - Classificação indicativa: Livre
Objetivo Geral: Promover um encontro cultural inclusivo, protagonizado por mulheres, que fortaleça a participação feminina na capoeira por meio de aulas práticas, palestras formativas e um concurso voltados para alunas de projetos sociais. O evento visa valorizar e incentivar o protagonismo das mulheres no universo da capoeira, promovendo a troca de saberes e a ampliação das redes de apoio e liderança feminina na cultura afro-brasileira. Objetivos Específicos: 1. Valorizar a história e a contribuição das mulheres na capoeira: - Realizar palestras formativas que resgatem a trajetória histórica de mulheres capoeiristas, com destaque para a importância da liderança feminina no contexto da capoeira e da cultura afro-brasileira. - Promover rodas de conversa com mestres e mestras de capoeira, além de convidar especialistas da área cultural para discutir o papel da mulher nas lutas por resistência e igualdade dentro e fora das rodas de capoeira. 2. Fomentar a prática de capoeira entre meninas e mulheres: - Oferecer aulas práticas de capoeira, pandeiro, maculelê e samba de roda, abertas a crianças e adolescentes de projetos sociais do estado de Mato Grosso, com foco em fomentar o interesse e a prática contínua entre o público feminino. - Incentivar a participação das mulheres em espaços historicamente ocupados por homens, fortalecendo sua confiança e habilidades na prática da capoeira. 3. Promover a integração entre capoeiristas de diferentes regiões: - Reunir praticantes de capoeira de diversas partes do estado e do país, criando uma rede de colaboração e troca de experiências entre mulheres capoeiristas. - Facilitar a integração de diferentes grupos e estilos de capoeira, proporcionando um espaço de convivência e aprendizado coletivo. 4. Organizar um concurso que valorize a formação de novas lideranças femininas: - Realizar um concurso, voltado para alunas de projetos sociais, onde a participação feminina seja incentivada e valorizada. - Fortalecer a representatividade feminina nos campeonatos de capoeira, promovendo a visibilidade de novas atletas e futuras lideranças. 5. Oferecer oportunidades de desenvolvimento cultural e social para crianças e adolescentes: - Garantir que todas as atividades sejam gratuitas e acessíveis, proporcionando às crianças e adolescentes de projetos sociais a oportunidade de participar de formações culturais e esportivas de alta qualidade. - Promover o desenvolvimento de habilidades culturais, físicas e sociais, além de incentivar valores como disciplina, respeito e coletividade.
O 1º Festival Cultural Tereza de Benguela necessita do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para viabilizar sua execução, considerando sua relevância cultural e o potencial de transformação social. O projeto visa corrigir a histórica marginalização das mulheres na capoeira, promovendo a inclusão e igualdade de gênero por meio de concursos, oficinas e palestras formativas. Além de valorizar a capoeira como Patrimônio Imaterial, o Festival é uma plataforma de empoderamento feminino, proporcionando um espaço seguro e inclusivo para mulheres capoeiristas, muitas delas oriundas de projetos sociais. O projeto se enquadra nos incisos II e III do Art. 1º da Lei 8313/91, que tratam da promoção e difusão de bens culturais e do incentivo à democratização do acesso à cultura. Além disso, ele visa alcançar objetivos do Art. 3º, como: - Incentivar a produção e difusão de bens culturais regionais e nacionais (inciso II); - Proteger e valorizar o patrimônio cultural brasileiro (inciso V), contribuindo para a preservação e difusão da capoeira; - Ampliar o acesso da população aos bens culturais (inciso VI), garantindo que crianças e adolescentes de comunidades vulneráveis participem das atividades de forma gratuita. Assim, o financiamento por meio da Lei de Incentivo à Cultura é crucial para assegurar o acesso gratuito e a ampla participação, além de permitir a criação de um espaço que fortalece a representatividade e o protagonismo das mulheres na capoeira e na sociedade. O 1º Festival Cultural Tereza de Benguela foi concebido a partir da necessidade urgente de promover a inclusão e a igualdade de gênero dentro da capoeira, uma prática cultural rica e multifacetada que, historicamente, tem marginalizado a participação das mulheres. Embora a capoeira seja uma das manifestações culturais mais significativas do Brasil, reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial, as mulheres ainda enfrentam barreiras substanciais para participar plenamente dessa arte, seja nos espaços de liderança, seja na visibilidade enquanto praticantes. A escolha de Tereza de Benguela como inspiração para o nome do projeto não é meramente simbólica. Tereza foi uma mulher negra escravizada que, no século XVIII, liderou o Quilombo de Quariterê, no estado de Mato Grosso, resistindo ao sistema colonial e criando uma comunidade livre e próspera. Sua trajetória reflete a luta por liberdade, autonomia e empoderamento feminino, elementos centrais que também permeiam a proposta deste projeto. A liderança de Tereza de Benguela inspira a necessidade de criação de espaços onde as mulheres, especialmente as mulheres negras, possam ocupar posições de protagonismo, como ocorre neste festival de capoeira. Tal relação é particularmente relevante para as mulheres mato-grossenses, que encontram em Tereza um símbolo de força e resistência contra a opressão. A capoeira, ao longo de sua história, também enfrentou repressão, sendo marginalizada e associada à criminalidade, especialmente no final do século XIX. Somente mais tarde, com políticas de reconhecimento cultural e patrimonialização, como o registro pelo IPHAN em 2008, essa prática passou a ser protegida e incentivada. No entanto, a inclusão das mulheres nesse espaço ainda é uma questão pendente. Muitas mulheres capoeiristas enfrentam preconceito e discriminação, tendo seu papel relegado a posições secundárias nas rodas de capoeira, seja pela menor participação em eventos, seja pela falta de reconhecimento enquanto mestres e líderes. Portanto, o 1º Festival Cultural Tereza de Benguela busca corrigir essa distorção histórica, oferecendo um espaço inclusivo onde as mulheres possam treinar, competir e compartilhar conhecimentos em igualdade de condições com seus pares masculinos. O evento cria oportunidades para que mulheres pratiquem capoeira de forma segura, sem medo de discriminação ou violência, rompendo com as narrativas tradicionais que as subjugam. Além disso, por meio de palestras formativas e rodas de conversa, o festival oferecerá momentos de reflexão e conscientização sobre o papel fundamental das mulheres na capoeira, subvertendo a lógica sexista que ainda persiste. A relevância cultural e artística do projeto se expressa não apenas na sua contribuição para a preservação e valorização da capoeira como patrimônio imaterial, mas também no seu potencial de transformação social. Ao protagonizar um evento de grande porte, como uma competição de capoeira organizada e coordenada por mulheres, o projeto contribui para a mudança das relações de gênero dentro desse campo cultural. As mulheres capoeiristas, muitas delas oriundas de projetos sociais, terão a oportunidade de se desenvolverem enquanto atletas, líderes e promotoras da cultura afro-brasileira.
Gostaríamos de destacar que, embora o 1º Festival Cultural Tereza de Benguela tenha como objetivo central o protagonismo feminino em todas as etapas, a participação de homens será amplamente bem-vinda e incentivada. Acreditamos que a capoeira, enquanto manifestação cultural, deve ser um espaço inclusivo e plural, onde todos, independentemente de gênero, possam colaborar e aprender juntos. No âmbito dos projetos sociais envolvidos, todos os alunos, sejam eles meninas ou meninos, serão incentivados a participar das atividades do festival. Somente o concurso é que será destinado exclusivamente às meninas. Isso reforça nosso compromisso com a promoção de igualdade de oportunidades, garantindo que o evento seja uma plataforma de troca e integração para todos. Além disso, a organização contará com o apoio de Wanderson Wagner de Campos (Mestre Sapo), renomado no universo da capoeira, com vasta experiência na organização de eventos culturais e competições. O envolvimento de Mestre Sapo trará uma expertise valiosa à realização do festival, assegurando o alto nível de organização e o sucesso do evento. O apoio de Mestre Sapo será fundamental para a organização e sucesso do 1º Festival Cultural Tereza de Benguela. Sua vasta experiência em eventos culturais e competições de capoeira será aproveitada em diversas frentes: 1. Apoio na Coordenação Técnica: Mestre Sapo auxiliará na parte técnica do festival, garantindo que todas as atividades, como as oficinas, rodas de capoeira e o concurso, sejam realizadas com alto nível de profissionalismo e qualidade. Ele oferecerá suporte na elaboração do regulamento das competições e das dinâmicas de cada atividade. 2. Curadoria e Avaliação: Como uma figura renomada na capoeira, Mestre Sapo participará ativamente como curador do evento, auxiliando na seleção das oficineiras e demais participantes. Ele também será um dos membros da banca avaliadora no concurso de capoeira, garantindo critérios justos e alinhados à tradição da capoeira. 3. Mentoria e Formação: Mestre Sapo desempenhará um papel fundamental na formação das alunas e alunos de projetos sociais, oferecendo mentoria aos capoeiristas mais jovens e compartilhando sua experiência e conhecimentos sobre a capoeira, suas raízes culturais e sua importância como ferramenta de inclusão. 4. Logística e Organização Geral: Além das atividades diretamente relacionadas à capoeira, Mestre Sapo prestará suporte à equipe organizadora no planejamento e execução logística do festival, utilizando sua experiência na gestão de eventos culturais de grande porte para garantir que todas as etapas sejam conduzidas de forma eficaz. Sua participação agregará não apenas experiência, mas também prestígio ao evento, garantindo que o festival seja uma referência em termos de qualidade técnica, inclusão e valorização da capoeira. Nosso objetivo é ser inclusivos e promover a participação de todas as pessoas, somando esforços para fortalecer e valorizar a capoeira como um patrimônio cultural vivo, que acolhe e empodera a todos que dela participam.
1. Seminário: História e Contribuições das Mulheres na Capoeira - Duração: 2 horas - Formato: Seminário presencial e transmissão ao vivo - Materiais Necessários: Equipamento de som, projetor, microfone, cadeiras para 100 participantes, intérprete de Libras. - Projeto Pedagógico: O seminário terá enfoque pedagógico, abordando o papel histórico das mulheres na capoeira, estratégias de inclusão, e promoção da igualdade de gênero. Haverá momentos de interação e rodas de conversa para que os participantes possam compartilhar experiências e reflexões. 2. Oficinas Práticas de Capoeira, Percussão e Samba de Roda - Duração: 2 horas por oficina - Formato: Oficinas presenciais, com capacidade para até 50 participantes por oficina - Materiais Necessários: Instrumentos de percussão (pandeiros, atabaques), espaço amplo para atividades de capoeira, equipamento de som, tapetes ou tatames para exercícios físicos, intérprete de Libras. - Projeto Pedagógico: As oficinas serão estruturadas para atender diferentes níveis de habilidade, oferecendo instruções práticas e exercícios colaborativos. As oficineiras promoverão o aprendizado de técnicas, fortalecimento da autoestima das mulheres participantes e a conscientização sobre a cultura afro-brasileira. 3. Roda de Capoeira Aberta - Duração: 2 horas - Formato: Roda de capoeira aberta ao público, em espaço ao ar livre - Materiais Necessários: Instrumentos tradicionais de capoeira (berimbau, pandeiro, atabaque), sistema de som básico para ambientação, intérprete de Libras, sinalização de acessibilidade e segurança. - Local: Área pública de fácil acesso, preferencialmente ao ar livre e com espaço suficiente para acomodar os participantes e o público, garantindo acessibilidade física para pessoas com deficiência. - Projeto Pedagógico: A Roda de Capoeira Aberta será uma atividade inclusiva e interativa, destinada à integração entre os participantes do festival e a comunidade local. A roda proporcionará um ambiente de troca de saberes entre capoeiristas de diferentes níveis e idades, enfatizando os valores de respeito, coletividade e cooperação. Esta ação celebra a capoeira como uma manifestação cultural viva e aberta à participação de todos, promovendo a valorização da cultura afro-brasileira e o empoderamento das mulheres. Assim, a Roda de Capoeira Aberta servirá como um momento de convivência e aprendizado coletivo, fortalecendo os laços entre os participantes e a comunidade, e ampliando o alcance do festival como uma prática cultural acessível e inclusiva. 4. Concurso de Capoeira - Duração: 2 dias, com 6 horas por dia - Formato: Competição presencial com 5 categorias (faixa etária e tempo de prática) e transmissão ao vivo - Materiais Necessários: Palco estruturado, sistema de som, instrumentos de percussão, cadeiras para o público, intérprete de Libras, bancadas para juízes, filmagem para transmissão ao vivo. - Projeto Pedagógico: O concurso terá um caráter educativo, promovendo a troca de experiências entre as participantes e oferecendo visibilidade às mulheres na capoeira. A etapa inicial envolverá a produção de vídeos, o que estimula as participantes a refletirem sobre suas trajetórias e empoderamento. 5. Transmissão ao Vivo - Duração: Tempo integral das atividades principais do evento (palestras, oficinas e concurso) - Formato: Transmissão ao vivo em plataformas como YouTube e redes sociais - Materiais Necessários: Câmeras profissionais, equipe de filmagem, equipamento de transmissão, mesa de corte, intérprete de Libras. - Projeto Pedagógico: A transmissão visa ampliar o alcance do evento, permitindo que pessoas de outras regiões e com diferentes limitações físicas possam participar virtualmente. O conteúdo será mantido acessível após o evento, como material educativo. 6. Documentário Digital - Duração: 15 minutos - Formato: Documentário audiovisual em alta definição, com depoimentos, imagens das oficinas, palestras e do concurso - Materiais Necessários: Equipamento de filmagem e edição, depoimentos gravados de participantes, captação de imagens e áudio de alta qualidade, legendagem descritiva, audiodescrição. - Projeto Pedagógico: O documentário terá um enfoque pedagógico e cultural, registrando os momentos mais importantes do festival e criando um material de referência sobre a inclusão e a participação feminina na capoeira. Será disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais para uso por educadores e pesquisadores. 7. Camisetas Personalizadas - Quantidade: 300 unidades - Formato: Camisetas com estampas personalizadas com o tema do festival - Materiais Necessários: Algodão de alta qualidade, impressão em serigrafia. - Projeto Pedagógico: As camisetas serão distribuídas para as participantes de projetos sociais como forma de identificação e valorização da participação no evento. O design estará alinhado com a identidade visual do festival, refletindo os temas de empoderamento feminino e cultura afro-brasileira. - Paginação: Tamanho padrão de camiseta (variando entre P, M, G, GG)
O 1º Festival Cultural Tereza de Benguela tem um compromisso com a inclusão e a acessibilidade, garantindo que todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas ou sensoriais, possam participar e se beneficiar das atividades oferecidas. A acessibilidade será implementada de duas maneiras principais: Acessibilidade Física e Acessibilidade de Conteúdo. Acessibilidade Física: Para assegurar que pessoas com mobilidade reduzida ou deficiência física possam se locomover com facilidade e segurança no espaço do evento, serão implementadas as seguintes medidas: - Rampas de Acesso: Todos os locais de entrada, saída e áreas de circulação contarão com rampas acessíveis e adequadas às normas técnicas de acessibilidade. - Banheiros Adaptados: Serão disponibilizados banheiros adaptados para pessoas com deficiência física, garantindo comodidade e segurança. - Guias Táteis: Em áreas de maior circulação, serão instaladas guias táteis para facilitar a orientação de pessoas com deficiência visual. - Sinalização Adequada: Todas as áreas do evento terão sinalização clara e acessível para orientar as pessoas com deficiência, incluindo placas com informações em Braille. Acessibilidade de Conteúdo: Para que todas as pessoas possam compreender e participar ativamente das atividades do festival, serão adotadas as seguintes medidas de acessibilidade de conteúdo: - Intérprete de Libras: Todas as palestras, oficinas e atividades culturais contarão com a presença de um intérprete de Libras, garantindo a plena compreensão para pessoas surdas. - Audiodescrição: Será disponibilizada a audiodescrição para eventos culturais, como as apresentações de capoeira e rodas de samba, permitindo que pessoas com deficiência visual acompanhem as atividades de forma completa. - Legendas Descritivas: Em materiais audiovisuais utilizados durante o evento, serão oferecidas legendas descritivas para facilitar a compreensão de pessoas com deficiência auditiva. - Material em Braille: Materiais informativos, como panfletos e cartazes, serão produzidos em formato Braille para garantir o acesso à informação por parte de pessoas com deficiência visual. - Visita Sensorial: Será oferecida uma visita sensorial para pessoas com deficiência visual, proporcionando uma experiência tátil e auditiva das práticas culturais abordadas durante o evento.
O 1º Festival Cultural Tereza de Benguela é comprometido com a democratização do acesso às atividades culturais, garantindo que a comunidade possa participar de maneira ampla e inclusiva. O evento será totalmente gratuito, visando beneficiar especialmente crianças, adolescentes e mulheres de projetos sociais, além de outros públicos interessados. A seguir estão as principais estratégias de distribuição e comercialização dos produtos do evento, além de medidas complementares para ampliação do acesso. Distribuição e Comercialização dos Produtos: 1. Acesso Gratuito às Atividades: - Todas as palestras, oficinas e apresentações culturais serão oferecidas de forma gratuita ao público, sem cobrança de ingressos ou taxas de participação. 2. Camisetas do Festival: - As camisetas personalizadas, produzidas como parte da identidade visual do festival, serão distribuídas gratuitamente para as participantes de projetos sociais. Parte das camisetas será disponibilizada para comercialização a preços acessíveis, com o objetivo de apoiar financeiramente edições futuras do festival. 3. Materiais Informativos e Educativos: -Materiais como folders, cartilhas e programas impressos sobre o evento, a história da capoeira e a trajetória de Tereza de Benguela serão distribuídos gratuitamente ao público presente. Além disso, versões em formato digital serão disponibilizadas em plataformas online. Medidas de Ampliação de Acesso: 1. Transmissão ao Vivo pela Internet: - Para ampliar o alcance do festival e permitir a participação de pessoas que não possam comparecer fisicamente, as palestras e apresentações culturais serão transmitidas ao vivo por plataformas de streaming, como YouTube e redes sociais. Isso permitirá que o conteúdo chegue a um público mais amplo, incluindo pessoas de outras regiões do país. 2. Roda Aberta: - Antes do concurso principal, será realizada uma Roda Aberta de Capoeiradas com samba de roda e maculele, permitindo que a comunidade local tenha acesso antecipado ao evento e interaja com as participantes e oficineiras. A Roda será uma oportunidade de formação cultural para o público em geral. 3. Oficinas Paralelas: - Durante o festival, serão oferecidas oficinas paralelas sobre temas relacionados à cultura afro-brasileira e capoeira, como percussão, dança e rodas de conversa sobre o empoderamento feminino. Essas atividades também serão gratuitas e abertas ao público, incentivando a participação de um maior número de pessoas, além das inscritas no evento principal. 4. Conteúdo Digital: - Além da transmissão ao vivo, os registros em vídeo e fotos do festival serão disponibilizados gratuitamente em plataformas online após o evento, no formato de documentário, criando um acervo digital acessível para educadores, pesquisadores e o público em geral que deseje aprender mais sobre a capoeira e as temáticas abordadas.
1. Seminário: História e Contribuições das Mulheres na Capoeira (Será Ministrada pela Proponente Luciana Monteiro de Campos, de maneira voluntária) - Duração: 2 horas - Formato: Seminário presencial e transmissão ao vivo - Materiais Necessários: Equipamento de som, projetor, microfone, cadeiras para 100 participantes, intérprete de Libras. - Projeto Pedagógico: O seminário terá enfoque pedagógico, abordando o papel histórico das mulheres na capoeira, estratégias de inclusão, e promoção da igualdade de gênero. Haverá momentos de interação e rodas de conversa para que os participantes possam compartilhar experiências e reflexões. 2. Roda de Capoeira Aberta (Será realizada pela Proponente Luciana Monteiro de Campos com o apoio da equipe, de maneira voluntária) - Duração: 2 horas - Formato: Roda de capoeira aberta ao público, em espaço ao ar livre - Materiais Necessários: Instrumentos tradicionais de capoeira (berimbau, pandeiro, atabaque), sistema de som básico para ambientação, intérprete de Libras, sinalização de acessibilidade e segurança. - Local: Área pública de fácil acesso, preferencialmente ao ar livre e com espaço suficiente para acomodar os participantes e o público, garantindo acessibilidade física para pessoas com deficiência. - Projeto Pedagógico: A Roda de Capoeira Aberta será uma atividade inclusiva e interativa, destinada à integração entre os participantes do festival e a comunidade local. A roda proporcionará um ambiente de troca de saberes entre capoeiristas de diferentes níveis e idades, enfatizando os valores de respeito, coletividade e cooperação. Esta ação celebra a capoeira como uma manifestação cultural viva e aberta à participação de todos, promovendo a valorização da cultura afro-brasileira e o empoderamento das mulheres. Assim, a Roda de Capoeira Aberta servirá como um momento de convivência e aprendizado coletivo, fortalecendo os laços entre os participantes e a comunidade, e ampliando o alcance do festival como uma prática cultural acessível e inclusiva. Portfólio Resumido da Equipe Luciana Monteiro de Campos (Contramestra Luciana) Coordenadora Geral Possui graduação em Geografia pelo Centro Universitário de Sete Lagoas UNIFEMM (2005) e mestrado em Educação pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP, 2019). Atuou como professora do Ensino Fundamental II e Ensino Médio - SEE/MG - E.E.Cônego Luis Vieira da Silva, na cidade de Ouro Branco-MG, entre 2006 a 2019. Atuou como Vice-Diretora da referida escola entre os anos de 2011-2015. Atuou como professora da EJA no SESI/Ouro Branco entre os anos de 2016 a 2019. Atualmente lotada no Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Mato Grosso - IFMT, no Campus Sorriso, ministra aulas de Geografia para o Ensino Médio Técnico e leciona as disciplinas de Metodologia Científica, Geografia Física, Energia e Meio Ambiente para os cursos do Ensino Superior e as disciplinas de Didática no Ensino Superior e Metodologia Científica para os cursos de Pós-Graduação da instituição. Possui título de Contramestra de Capoeira e atua como coordenadora dos Projetos de Extensão: Cultura Afro uma Alternativa a Formação Cidadã e Capoeira: Patrimônio Imaterial da Humanidade - Noções Básicas para Monitoria de Oficinas Culturais. Aprovou o Projeto I Batizado & Troca de Cordas Capoeira Nagô Kids, no Nº 003/2021/SEMEC/SORRISO-MT. Aprovou Projeto junto edital do Programa Nacional do Patrimônio Imaterial (PNPI) 2023, em nome do IFMT como coordenadora técnica. Reconhecida com o título de Contramestra de Capoeira, ministra aulas na CUFA/Sorriso e atua como produtora cultural da Associação de Cultura Afro Brasileira de Ouro Branco desde 2009. É PCD, CID10:H54.4. Wanderson Wagner de Campos (Mestre Sapo) – Auxiliar Técnico Wanderson Wagner de Campos nascido em 13 de julho de 1981, praticante de capoeira desde os 11 anos de idade iniciou sua jornada na capoeira como praticante com seus colegas na rua e posteriormente começou a frequentar a academia iniciando no Grupo FICAG na cidade Ouro Branco. Atualmente, conhecido na capoeira como Mestre Sapo é aluno do renomado Mestre Pequinês sendo integrante do Grupo Internacional Capoeira Nagô desde 2014 e formado Mestre pelo grupo em 2024. O Mestre Sapo ministra aulas de capoeira desde 1997 e já realizou diversos eventos de capoeira e cultura afro. Tornou- se gestor cultura em 2001 fundando a Associação de Cultura Afro-brasileira - ACAFRO e desde então vem fomentando e auxiliando na preservação e evolução da capoeira e de suas ramificações artísticas culturais do segmento de matriz africana. No Estado do Mato Grosso aprovou o projeto já desenvolveu alguns projetos: 1- Capoeiragem Online via PROMIC pelo Departamento de Cultura da cidade Sorriso - MT, em 2020. 2- Aprovou também o projeto Reconhecimento ao Mestre Jarbas via o EDITAL DE SELEÇÃO PÚBLICA Nº 04/2020/SECEL/MT “CONEXÃO MESTRES DA CULTURA” Marília Beatriz de Figueiredo Leite, em 2020. 3- Aprovou o projeto Festival de Capoeira Pé na Lua 1ª edição via o edital SELEÇÃO PÚBLICA Nº 06/2020/SECEL/MT CIRCUITO DE MOSTRAS E FESTIVAIS, em 2020. 4- Aprovou o Festa na Aldeia via Promic pelo Departamento de Cultura de Sorriso, em 2021 e 2022. 5- Aprovou o projeto Festival de Capoeira Pé na Lua 2ª edição via EDITAL Nº 03/2022/SECEL - VIVER CULTURA, em 2022. 6- Aprovou a SEMANA DA CONCIÊNCIA NEGRA na cidade Ouro Branco - MG via edital do FUMCOB, em 2022. 7- Atualmente é Coordenador de oficinas de capoeira na cidade Sorriso - M Lorrainy Luisa Noeli Campos (Professora Xodó) – Auxiliar Técnico Profissional de Educação Física, com pós-graduação em Personal Trainer, é, acima de tudo, uma professora de capoeira dedicada e apaixonada. Desde os 12 anos de idade, ela mantém uma relação íntima com a capoeira, uma arte que se tornou a essência de sua vida. Sua trajetória inclui três anos de experiência no projeto Bola de Meia, Bola de Gude, e, em seguida, sua missão foi levada ao Colégio CEM, onde continua a compartilhar os conhecimentos e valores da capoeira com seus alunos. Atualmente, suas aulas de capoeira reverberam nos corredores do Colégio CEM e no projeto Crescer no CP4, localizado no terceiro batalhão. Além disso, ela participa do inspirador Projeto Xas Crianças, onde contribui para o crescimento e desenvolvimento das futuras gerações. Sua jornada na capoeira abrange participações em inúmeros eventos, campeonatos e torneios, evidenciando seu compromisso com a excelência. Como coordenadora do evento Ginga Camaradinha, ela busca unir entusiastas da capoeira em celebrações memoráveis. Sua influência na comunidade capoeirista transcende fronteiras. Foi produtora dos eventos Atravessando Fronteiras Internacional Aruandê nos anos de 2017, 2019 e 2023, demonstrando seu compromisso em promover a riqueza cultural da capoeira globalmente. Por sua atuação como tri-campeã mato-grossense de capoeira e produtora, foi agraciada com o Prêmio Berimbau de Ouro 2023, na cidade de Salvador, Bahia, considerado o "Oscar" da capoeira. Sua trajetória na capoeira é marcada por paixão, dedicação e constante evolução, e agora, ela convida outros a fazerem parte dessa jornada, explorando juntos o fascinante mundo da capoeira e seus benefícios transformadores. Com união, a superação e as conquistas continuarão a ser alcançadas. Rayane Luiza da Silva Oliveira (Graduada Branca) - Auxiliar Administrativo Rayane Oliveira, com 23 anos, é acadêmica de Educação Física e graduada Branca pelo Grupo Ama Capoeira. Praticante de capoeira desde os 5 anos de idade, ao longo de sua trajetória, conquistou diversos títulos, incluindo o de campeã absoluta em Paris, França. Atualmente, atua na área de marketing digital e colabora com projetos sociais em Cuiabá, promovendo a inclusão e o desenvolvimento por meio dessa arte.
PROJETO ARQUIVADO.