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PRONAC 2412489Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Exposição Diáspora África –Brasil: Cartografias e Fotografias

RAFAEL SANZIO ARAUJO DOS ANJOS
Solicitado
R$ 688,0 mil
Aprovado
R$ 688,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Pesquisas
Ano
24

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2024-11-14
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

As Exposições itinerantes Diásporas África-Brasil: Cartografias & Fotografias, estão planejadas para quatro mostras nas capitais Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. Têm como objetivo principal retirar a África e o "Brasil Africano" do lugar insignificante que ocupam no pensamento social dominante, no ensino e nas ações de ordenamento territorial no país. Pretendemos contribuir com novas leituras da formação do território e da cultura do povo brasileiro nesta primeira metade do século XXI, valorizando as referências africanas resistentes e sobreviventes. Junto a essas exposições, serão realizadas quatro Oficinas Educacionais do Projeto GEOAFRO, "O Brasil Africano: Referências para Educação Antirracista & Práticas Assertivas". As mesmas visando contribuir efetivamente, no processo de implementação da Lei 10.639 (2003), trazendo à luz possibilidades de instrumentação.

Sinopse

1. Título do Projeto: Realizar quatro exposições Itinerantes Diásporas África-Brasil: Cartografias & Fotografias em Brasília, São Paulo, Salvador e Rio de Janeiro 2. Formato da Exposição: Quatro mostras nas capitais: Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador.Painéis interativos com mapas, fotografias e textos explicativos.Animações e projeções de mapas e imagens de satélite.Espaços para debates e oficinas educativas.3. Produtos: 26 mapas abordando temas como os Jango, Terreiros Religiosos, Portos Clandestinos e Irmandades Negras.35 fotografias retratando a cultura e a história da diáspora africana.Animações de 6 mapas e 30 imagens de satélite de cidades de diáspora no Brasil.Publicar um catálogo decorrente as instalações em cada capital que será realizada a exposição 4. Metodologia: Parcerias com escolas para visitas guiadas.Ações educativas, oficinas e palestras.Debates sobre a influência da diáspora africana na cultura brasileira. 5. Público-Alvo: Estudantes, professores, pesquisadores, comunidade local e público em geral. Classificação Livre 6. Recursos Necessários: Painéis de exibição (tamanho padrão: 2x3 metros).Projetores e equipamentos de som para apresentações.Materiais para oficinas educativas.Plataformas para divulgação e interação nas redes sociais.7. Avaliação: Enquetes de feedback dos visitantes.Relatórios de participação e engajamento.Análise do impacto da exposição na compreensão e apreciação da diáspora africana.

Objetivos

Cada objetivo contribui com disseminar o conhecimento, promover a inclusão e estimular a apreciação da diversidade cultural e histórica da diáspora africana no Brasil. Ø Realizar quatro Programa das Exposições Geográficas Itinerantes: Diásporas África-Brasil: Cartografias & Fotografias é auxiliar na retirada da África e do "Brasil Africano" do lugar insignificante, valorizando devidamente as referências africanas resistentes e sobreviventes. Ø Promover a valorização e a compreensão da diáspora africana e a relação entre África e Brasil através da cartografia e da fotografia. Ø Oferecer acesso gratuito à exposição para um amplo público, visando democratizar o acesso à cultura e à arte. Ø Realizar parcerias com escolas públicas e privadas para enriquecer a experiência educativa dos estudantes e professores na visitação a exposição. Ø Desenvolver um programa educativo abrangente, que inclui atividades educativas, oficinas, palestras e visitas guiadas, que atendam aos interesses e necessidades do público em geral. Ø Incentivar a reflexão e o debate sobre questões relacionadas à diáspora africana e sua influência na cultura e na sociedade brasileira por meio de fotografias e mapas temáticos. Ø Ampliar a visibilidade da exposição por meio de divulgação eficaz em diversos canais de comunicação, visando atrair um grande público e promover o diálogo intercultural. Metas - Desdobramentos: Ø Alcançar um público diversificado, de 5000 visitantes incluindo estudantes, professores, pesquisadores, comunidade local e público em geral. Ø Propor 16 mapas sobre Jango, Terreiros Religiosos, Portos Clandestinos, Irmandades Negras etc., que são manifestações concretas no território dos quatro séculos do processo de diáspora africana no Brasil. (Referência no projeto expográfico em anexo) Ø Tornar real a projeção com animação envolvendo 6 fotografias, 6 mapas e 6 textos da pesquisa das Diásporas do Brasil africano. (Referência no projeto expográfico em anexo) Ø Conseguir colocar em painel gigante 5 mapas de população do censo 2022 IBGE (população preta, parda, indígena, branca, população potencialmente discriminada) (Referência no www.portalgeoafro.com ) Ø Apresentar 4 mapas em painel gigante do cadastro de quilombos atualizado https://www.portalprojetogeoafro.com/espacacialidade_dos_quilombos_no_brasil/ Ø Realizar animação de 6 mapas de 20 de novembro do Brasil Ø Realizar animação de 4 mapas do SINAPIR https://www.portalprojetogeoafro.com/metadados_parceria_pesquisa/ Ø Apresentar em animação 30 imagens de satélite de Cidades de Diáspora do Brasil Ø Apresentar em animação 1 mapa de Diáspora Mundial (Referência no www.portalgeoafro.com ) Ø Construir um grande painel do grupo étnico tradicional de África Bantu do século XIX de 8x2 metros em papel adesivo. (Referência no www.portalgeoafro.com ) Ø Apresentar um mapa no chão da Primeira Diáspora. (Referência no www.portalgeoafro.com ) Ø Organizar 13 projetores apresentando os diferentes dados de pesquisa e fotografias sobre o Brasil Africano de autoria do Professor Rafael Sânzio Araújo dos Anjos. (Referência no www.portalgeoafro.com ) Ø Apresentar 16 plotagens adesivas em formato A0 sobre fotografias e mapas que explicam a materialização no território do processo de Diáspora do Brasil. Ø Estabelecer parcerias com pelo menos 3 escolas públicas e privadas em cada cidade onde a exposição será realizada. Ø Promover a participação ativa do público, através de dois debates e reflexões sobre a diáspora africana e sua influência na cultura brasileira realizados em cada cidade que será realizada a exposição. Realizar uma ampla cobertura nas redes sociais, atraindo a atenção de 2000 pessoas interessadas na exposição. Ø Realizar enquete de feedback e avaliações por parte dos visitantes, demonstrando o impacto positivo da exposição em sua compreensão e apreciação da diáspora africana. Ø Desenvolver quatro oficinas educativas com o tema "O Brasil Africano: Referências para Educação Antirracista & Práticas Assertivas" para professores da rede pública e privadas que participarem da exposição. Resultados Esperados: Ø Realização de um programa de exposições itinerantes com 26 mapas e 35 fotografias explicando a dimensões históricas e cultural do Brasil Ø Aumento do conhecimento e da sensibilização sobre as dimensões históricas e contemporâneas da diáspora africana e sua conexão com o Brasil; Ø Fortalecimento da relação entre a exposição e as instituições de ensino, promovendo a educação artístico-cultural e apreensão de conteúdo étnico-raciais com as ferramentas eficazes dos mapas e das fotografias; Ø Maior engajamento da comunidade local com questões de geografia, cartografia, história e cultura africanas; Ø Estímulo ao diálogo intercultural e à reflexão crítica sobre temas relevantes para a sociedade brasileira; Ø Promoção da diversidade e inclusão através de uma programação educativa, informativa e acessível a todos os públicos;

Justificativa

Resgate Histórico e Cultural: A exposição "Diásporas África-Brasil: Cartografias & Fotografias" tem como objetivo resgatar e celebrar a relação histórica e cultural entre a África e o Brasil, destacando a influência da diáspora africana na formação da identidade brasileira. Essa contextualização histórica é de extrema relevância para a compreensão e valorização da diversidade étnica e cultural do país. Educação e Conscientização, por meio de cartografias e fotografias, o projeto busca educar e conscientizar o público sobre a diáspora africana, promovendo reflexões sobre a herança cultural, as trajetórias migratórias e a importância das relações interculturais entre os dois continentes. Promoção da Igualdade e Respeito à Diversidade ao abordar temas como a diáspora africana, o projeto contribui para a promoção da igualdade racial, o respeito à diversidade étnica e cultural e o combate à discriminação, estimulando a valorização da herança africana na construção da identidade brasileira. Inclusão Social e Acesso à Cultura: A realização da exposição em diferentes cidades, com ingressos gratuitos e estratégias de acessibilidade, visa promover a inclusão social, ampliando o acesso da população a manifestações artísticas e culturais significativas, gerando impacto positivo na democratização da cultura e no fortalecimento da cidadania. Troca de Conhecimentos e InterCulturalidade a exposição proporciona um espaço de encontro e troca de experiências entre diferentes culturas, fomentando o diálogo intercultural e a ampliação do repertório cultural dos visitantes, construindo pontes de entendimento e apreciação da diversidade. Valorização do Patrimônio Cultural e Artístico ao celebrar a arte, a cartografia e a fotografia, o projeto destaca o patrimônio cultural e artístico da diáspora africana, reconhecendo e valorizando suas contribuições para a cultura brasileira e global. Em suma, a realização do projeto "Diásporas África-Brasil: Cartografia s& Fotografias" é relevante por seu potencial de promover o diálogo cultural, a inclusão social, a valorização da diversidade e a consolidação de vínculos históricos e afetivos entre a África e o Brasil, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa, igualitária e enriquecedora em termos culturais.

Estratégia de execução

Com uma meta de atrair 5.000 visitantes, serão apresentados mapas, fotografias e animações que ilustram as complexas relações entre África e Brasil, estimulando o diálogo intercultural e a apreciação da diversidade. As parcerias com instituições de ensino e a realização de debates e atividades educativas visam fortalecer a conexão entre a exposição e o público, contribuindo para um entendimento mais profundo das questões étnico-raciais no Brasil. O projeto promete ser um marco na promoção da cultura africana e seu impacto na identidade brasileira, reforçando a importância do reconhecimento e da valorização das referências africanas em nossa história e sociedade. As referências de pesquisa para desenvolvimento da Exposição Diásporas África-Brasil: Cartografias & Fotografias, utiliza como base o projeto GeoAfro Utiliza, como instrumento básico de trabalho, os recursos das imagens cartográficas e fotográficas, em suportes analógicos e digitais, pela sua possibilidade de ser eficiente na transmissão de conteúdos historiográficos, contemporâneos e do futuro próximo. Assim a exposição Diáspora África –Brasil: Cartografias e Fotografias traz um conjunto de fotografias preto e branco, algumas peças em grande formato (média 4 m x 2.5 m); mapas dinâmicos com animações gráficas automatizadas das representações cartográficas dos deslocamentos seculares África-América-Brasil; documentos cartográficos dos antigos quilombos no Brasil e registros fotográficos; mapas e fotos das matrizes africanas contemporâneas sobreviventes e resistentes no território nacional e referências da distribuição espacial da população de matriz africana (dados do Censo 2022 e simulações para o Censo 2030), algumas manifestações de territorialidades como o Samba, o Marabaixo, o Tambor de Crioula, a Capoeira, as Igrejas do Rosário dos Pretos, os Patrimônios oficiais afro-brasileiros dentre outras e referências espaciais das novas diáspora afro brasileiros, a espacialidade dos Maracatus, dentre outras, textos, na forma de citações e legendas fazem parte da exposição

Especificação técnica

Produtos das quatro exposições Ø Alcançar um público diversificado, de 5000 visitantes incluindo estudantes, professores, pesquisadores, comunidade local e público em geral. Ø Realizar 16 mapas sobre Jango, Terreiros Religiosos, Portos Clandestinos, Irmandades Negras etc., que são manifestações concretas no território dos quatro séculos do processo de diáspora africana no Brasil. (Referência no projeto expográfico em anexo) Ø Tornar real a projeção com animação envolvendo 6 fotografias, 6 mapas e 6 textos da pesquisa das Diásporas do Brasil africano. (Referência no projeto expográfico em anexo) Ø Construir um painel gigante com 5 mapas de população do censo 2022 IBGE (população preta, parda, indígena, branca, população potencialmente discriminada) (Referência no www.portalgeoafro.com ) Ø Apresentar 4 mapas em painel gigante do cadastro de quilombos atualizado https://www.portalprojetogeoafro.com/espacacialidade_dos_quilombos_no_brasil/ Ø Realizar animação de 6 mapas de 20 de novembro do Brasil Ø Realizar animação de 4 mapas do SINAPIR https://www.portalprojetogeoafro.com/metadados_parceria_pesquisa/ Ø Apresentar em animação 30 imagens de satélite de Cidades de Diáspora do Brasil Ø Apresentar em animação 1 mapa de Diáspora Mundial (Referência no www.portalgeoafro.com ) Ø Construir um grande painel do grupo étnico tradicional de África Bantu do século XIX de 8x2 metros em papel adesivo. (Referência no www.portalgeoafro.com ) Ø Apresentar um mapa no chão da Primeira Diáspora. (Referência no www.portalgeoafro.com ) Ø Organizar 13 projetores apresentando os diferentes dados de pesquisa e fotografias sobre o Brasil Africano de autoria do Professor Rafael Sânzio Araújo dos Anjos. (Referência no www.portalgeoafro.com ) Ø Apresentar 16 plotagens adesivas em formato A0 sobre fotografias e mapas que explicam a materialização no território do processo de Diáspora do Brasil. Para as oficinas educativa Realizar quatro oficinas educativas "O Brasil Africano: Referências para Educação Antirracista & Práticas Assertivas". As mesmas visando contribuir efetivamente, no processo de implementação da Lei 10.639 (2003), trazendo à luz possibilidades de instrumentação. Serão doados a seguintes referencias bibliograficas para os participantes O Brasil Africano Algumas Referências Séculos XVI, XVII, XVIII, XIX, XX e XXI (SUPORTES ANALÓGICO E DIGITAL) O Brasil e o continente africano, particularmente as extensões territoriais abaixo do deserto de Saara, mantêm relações desde o início da formação do Estado brasileiro. CARTÕES TEMÁTICOS – MATERIAL DIDÁTICO: Coleção Fotográfica “O Brasil & a África” O Brasil é o mais importante país contemporâneo com registros das referências do continente africano “fora” da África. As referências estão gravadas, principalmente, nos seus territórios (urbano, rural, religioso, agrícola, comercial, cultural, tradicional, dentre outras dimensões possíveis de territorialização) e, sobretudo na sua população e na língua que falamos.. LIVRO ÁFRICABRASIL – ATLAS GEOGRÁFICO O desenvolvimento dos grandes regiões econômicas coloniais estruturados na força de trabalho e na tecnologia de referência africana, ao longo dos séculos XVI-XIX, revelam a dimensão econômica e a extensão territorial da “presença ampla” africana na formação do Brasil. Assim por meio da leitura e fotografia se realizará uma oficina arte-educativa aproveitando os produtos expograficos e material de apoio para enriquecer o aprendizado do particpante. Oficina Temática: A estrutura da Oficina apresenta três módulos básico: Módulo I – Nivelamento da turma sobre conceitos geográficos e cartográficos (Estratégia: exercícios de apreensão e fixação da cultura de espaço); Módulo II – Trabalho com os três eixos temáticos do Brasil Africano: Referências para Educação (Estratégia: exercício para uso didático dos temas: Diáspora África-América-Brasil, Brasil Colonial-Imperial e as matrizes africanas, população e territórios afrobrasileiros contemporâneos) e o Módulo III – Atividades referente aos contextos geográficos dos território de matriz africana existente na cidade e região sede da exposição, principalmente as comunidades quilombolas (Estratégia: apresentação de atividade de grupo com mapas e fotografias). Os materiais didáticos de apoio prático e instrumental serão os mapas da publicação “O Brasil Africano – Algumas Referências dos Séculos XVI – XXI: Cartografia para Educação, especificada a seguir. Editora: Mapas & Consultoria Ltda. Dimensões: A0 (84,1X118,9 CM) UNIDADES: 03 produtos cartográficos ISBN: 978-85-87763-167 Descrição: O Brasil e o continente africano, particularmente as extensões territoriais abaixo do deserto de Saara, mantêm relações desde o início da formação do Estado Brasileiro. Foram quatro séculos de deslocamentos de seres humanos com as suas matrizes identitárias e culturais, assim como, mercadorias tropicais, para dinamizar o novo sistema econômico em desenvolvimento. O Brasil foi fundamental na expansão e consolidação do capitalismo; o mais escravocrata da América; o detentor de maior número de quilombos e, que atualmente, detém o maior contingente populacional de referência africana fora da África. Estes e outros temas são tratados no conjunto dos três mapas temáticos educacionais articuladas (Formato A0) elaborados para auxiliar na «visibilidade espacial» da diáspora África – Brasil no passado e no presente. Esta é uma publicação cartográfica fundamental para o (a)educador (a) trabalhar com mais propriedade essas referências estruturais da formação do nosso país, da sua população e da sociedade complexa e preconceituosa que ainda se mantém. Acompanha DVD com a animação dos 3 mapas temáticos. Informações LINK: https://www.portalprojetogeoafro.com/lojinha01/ E os registros da Coleção de Fotografias: O Brasil e a África com especificações a seguir. Descrição: O Brasil é o mais importante país contemporâneo com registros das referências do continente africano “fora” da África. As referências estão gravadas, principalmente, nos seus territórios (urbano, rural, religioso, agrícola, comercial, cultural, tradicional, dentre outras dimensões possíveis de territorialização) e, sobretudo na sua população e na língua que falamos. É este “Brasil Africano” que tem sido a principal vítima da discriminação e preconceito instaurado secularmente sobretudo pela manutenção das práticas do regime escravista e da ideologia racista na sociedade dominante. Existe aí um atraso na mentalidade coletiva e das elites seculares, um equívoco nacional, isto porque o Brasil o país não precisa mais assumir a indiferença e a exclusão como estratégias para manutenção do poder histórico e conservador. Construir com recursos da fotografia um panorama contemporâneo com registros de referências do continente africano e do território afrobrasileiro, são indicações básicas para contribuir nos estímulos à outras “leituras e interpretações” da formação do território e do povo do Brasil LINK: https://www.portalprojetogeoafro.com/lojinha02/ Estes matérias didáticos de apoio são fundamentais para uma assimilação mais efetiva dos conteúdos e instrumentalizar o (a ) participante para atuar imediatamente nas suas práticas educacionais. Por isso, as suas aquisições são relevantes.

Acessibilidade

Acessibilidade Física: Os espaços onde será realizada a exposição garante um acesso fácil e seguro para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Constando com rampas, corrimãos, elevadores e sinalização tátil para orientação de pessoas com deficiência visual. Instalações Sanitárias Adequadas: · Disponibilidade de banheiros acessíveis em todos os espaços da exposição, devidamente sinalizados e adaptados às necessidades de diferentes tipos de deficiência. Comunicação Acessível: Disponibilização de descrição de obra em Braille, impressão em fonte ampliada e contraste adequado para pessoas com deficiência visual. Legendagem em vídeos e intérpretes de Libras em atividades e debates para garantir o acesso a pessoas surdas ou com deficiência auditiva. Informações Claras e Acessíveis: · Disponibilização de informações sobre a exposição, programação e atividades em formatos acessíveis, como texto simples e linguagem fácil de entender para atender a diferentes públicos

Democratização do acesso

A Exposição Geográfica Itinerante "Diáspora África-Brasil: Cartografia & Fotografia" será realizada em quatro cidades estratégicas: Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. Com o intuito de democratizar o acesso à cultura e à educação, a entrada para a exposição será gratuita, garantindo que um grande número de pessoas possa participar e apreciar o evento. Para ampliar ainda mais o alcance, serão estabelecidas parcerias com escolas públicas e privadas, desenvolvendo um programa educativo abrangente. Essa iniciativa permitirá promover e aumentar a participação de professores e estudantes, enriquecendo a experiência educativa proporcionada pela exposição. A programação da exposição será inclusiva e diversificada, incluindo atividades educativas, oficinas, palestras e visitas guiadas. Essas atividades serão cuidadosamente planejadas para atender aos interesses e necessidades de um público amplo e variado, proporcionando uma experiência enriquecedora e educativa para todos os visitantes, incluindo lideranças comunitárias, representantes de entidades representativas e a comunidade em geral. Para garantir a ampla divulgação da exposição, utilizaremos diversos canais de comunicação, como redes sociais, mídias locais e plataformas digitais. Essa estratégia de comunicação visa alcançar o maior número possível de pessoas, assegurando que a informação sobre a exposição seja amplamente disseminada. Essas ações contribuirão para o sucesso e visibilidade da Exposição Itinerante "Diáspora África-Brasil: Cartografia & Fotografia", fortalecendo seu impacto cultural e educativo.

Ficha técnica

Coordenador de Pesquisa de Mapas e Fotografias e Curador Prof. Dr. Rafael Sanzio Araújo dos Anjos Geógrafo, formado pelo IG-UFBa. (1982), mestre em Planejamento Urbano pela FAU-UnB (1990), Doutor em Informações Espaciais pela Escola Politécnica da USP (1995) e Pós-Doutoramento em Cartografia Étnica junto ao AfricaMuseum em Tervuren – Bélgica (2007-2008). Foi o primeiro Professor Titular afrobrasileiro da Universidade de Brasília (UnB) (2015). Esteve como Diretor do Centro de Cartografia Aplicada e Informação Geográfica (CIGA) da UnB no período de 2000 – 2022. Em 2015 recebeu a honraria Chevalier de L´Ordre de la Couronne de sua Majestade o Rei Philippe da Bélgica pelas suas pesquisas da Diáspora África-Brasil. Esteve como Professor Visitante Titular junto ao Programa de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos (PÓS-AFRO) - Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH) - Universidade Federal da Bahia (UFBA) (2022-2024). É Professor e Pesquisador Sênior do Programa de Pós-Graduação (PPGGEA) da UnB. É Pesquisador Colaborador do Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO) da UFBA e Autor-Gestor do Projeto Geografia Afrobrasileira: Cartografia, Educação & Ordenamento do Território (Projeto GEOAFRO - Site: https://www.portalprojetogeoafro.com ). Autor de vários livros, capítulos e artigos, outros dados de pesquisa, ensino e extensão podem ser acessados no link: https://www.portalprojetogeoafro.com/prof-dr-rafael/. Em 2023 tem publicado na Unesco General History of Africa: Africa and Its Diaspora no Volume 10 – África e suas Diásporas o Capítulo: O Brasil Africano e as Invisibilidades Geográficas. É Guardião do Parque Pedra de Xangô em Salvador – Bahia – Brasil. Consultor Técnico 1: Prof. Dr. Milton Guran – UFF Publica, em 1979, o livro Encontro na Bahia, sobre a primeira reunião da União Nacional dos Estudantes - UNE depois do fechamento da entidade pela ditadura militar em 1968. Já radicado em Brasília, funda no ano seguinte a Agência Ágil de Fotojornalismo. Entre 1980 e 1983, é presidente da União dos Fotógrafos de Brasília e secretário da Federação Nacional dos Jornalistas - Fenaj. A partir de meados dos anos 80 passa a se dedicar ao estudo da antropologia visual; especializando-se na questão indígena, torna-se fotógrafo do Museu do Índio, no Rio de Janeiro, entre 1986 e 1989. Obteve o grau de mestre em comunicação social pela Universidade de Brasília - UnB, em 1992 e o de doutor em antropologia pela École des Hautes Études en Sciences Sociales de Marselha (França) em 1996. Recebe a Bolsa Vitae de fotografia em 1990. Consultor Técnico 2: Profa. Dra. Joana Flores – UFBA Doutora junto ao Programa de Pós-Graduação em Crítica Cultural da Universidade do Estado da Bahia - UNEB; Mestra em Museologia pelo Programa de Pós Graduação em Museologia da UFBA (2015) e Graduada em Museologia pela mesma Universidade (1996). Autora do livro: Mulheres Negras e Museus de Salvador: diálogo em branco e preto? (2017) Atualmente é Museóloga da UFRB. Membra do grupo de Pesquisa Clubes Sociais Negros do Brasil/Uruguai. Pesquisadora Histórica: Profa. Dra. Valéria Nely Carvalho Possui graduação em História pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília (1983), mestrado em História pela Universidade de Brasília (1991), doutorado em História pela Ecole Pratique des Hautes Etudes (Paris, 2006), e pós-doutorado em Antropologia pela Universidade de São Paulo (2010). Tem experiência na área de história e antropologia, com ênfase em história do Brasil e da América Latina. Atua principalmente nos seguintes temas: história indígena, história do indigenismo e política missionária no Brasil e na América do Sul; história das populações afro-brasileiras; em fronteiras, relações étnico-raciais e processos identitários no Brasil. Realizou pesquisas de fontes primárias em vários arquivos, centros de documentação e bibliotecas no Brasil e na Europa. Atualmente integra equipe do Museu da Educação do Distrito Federal e do projeto Geocarte/GeoAfro, junto ao Centro de Cartografia Aplicada e Informação Geógrafa-Cartógrafo 1: Dra. Roberta Porfírio Pesquisadora Associada ao Centro de Cartografia Aplicada e Informação Geográfica da UnB (CIGA - UnB). Possui graduação em Geografia pela Universidade de Brasília - UnB - Brasil (2006). Tem experiência na área de Geografia, com ênfase em Cartografia Temática, atuando principalmente nos seguintes temas: território, origem dos municípios, história - Triângulo Mineiro, Araxá - Minas Gerais e cartografia. Exerceu atividade de monitoria em Cartografia nos períodos de 1º/2001, 2º/2001 e 1º/2002, em Climatologia Geral no período de 2º/2002 e em Geografia Geral no período de 1º/2004. Estagiou no Centro de Cartografia Aplicada e Informação Geográfica - CIGA (Departamento de Geografia - Universidade de Brasília - UnB), na área de Cartografia Temática, especialmente no Projeto Mapeamento dos Sítios e Monumentos Negros Urbanos no Brasil e no Mapeamento da Estrutura Espacial das Metrópoles Brasileiras.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.