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PRONAC 2412495Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Internacional de Capoeira - Aquilombar

GRUPO INTERNACIONAL OFICINA DA CAPOEIRA
Solicitado
R$ 710,7 mil
Aprovado
R$ 710,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Salvaguarda do patrimônio cultural imaterial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural imaterial
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-12-01
Término
2026-09-30
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O Festival Internacional de Capoeira - FIC "Aquilombar" é um evento cultural, com duração de 4 dias, com tradução em LIBRAS, que tem como foco a preservação e valorização do legado afro-brasileiro e da cultura popular. Com expectativa de atrair cerca de 2.000 participantes, o Festival contará com uma programação diversificada, com acesso gratuito, incluindo shows musicais em espaço público, palestras, rodas de conversa, oficinas artístico-culturais, campeonato de capoeira, apresentações artísticas e rodas de capoeira.

Sinopse

O projeto se propõe a realizar: - 08 oficinas artístico-culturais, - 02 rodas de conversa com a participação de mestres(as) e autoridades, - 02 apresentações artístico-culturais, - 04 rodas de capoeira em espaços públicos da cidade com a participação de mestres(as) da referencia da capoeira. - Premiações e homenagens a 10 mestres(as) dos saberes populares. - Feira de artes om afro empreendedores(as) - Apresentação de 03 shows musicais durante a feira A seguir detalhamento da proposta: Programação de 14 a 17 de agosto de 2024 Reunião com equipe de produção artísticaCompra, reserva, encomenda e confecção de materiais Confirmar parcerias com escolas públicas de periferiasConfirmação com atrações artístico-culturaisDivulgação do eventoMontagem dos cenários dos locais das ações promovidas Executar das atividades propostas (programação) Realizar registros fotográficos/audiovisual Roda de Conversas com a participação de mestres(as) e autoridades, (2 ações)Executar 2 painéis de conversaPlanejamento pedagógico dos bate-paposConfirmar convite com mestres(as), especialistas no tema. Comprar passagens (quando for o caso)Divulgação do evento Realizar registros fotográficos/audiovisual Ciclo Formativo (8 oficinas) Planejamento pedagógico Reunir com equipe de produçãoConfirmar convite com os/as ministrantesComprar passagens para ministrantes oficinas Divulgação do eventoAbrir inscrição em plataforma virtualExecutar oficinas Realizar registros fotográficos/audiovisual Premiação de 10 mestres(as) da capoeira Reunir com equipe de produçãoRealizar curadoria dos homenageadosContactar com homenageados(as), informando-os e convidando-os para a cerimôniaDivulgar cartazes com homenageados(as) Realizar premiação aos mestres(as) da capoeira: troféu + prêmio de R$1.000,00 cada homenageado(a).Realizar registros fotográficos/audiovisual Feira cultural (1 dia) Reunir com a equipe de produçãoContactar empreendedores negro(a)Contratar artistas e grupos Reservar praça com órgão responsáveisReservar/alugar equipamentos de infraestruturaDivulgar a feiraMontagem da feiraRealizar Feira Cultural (roda de capoeira)Promover apresentações musicais em praça públicaRealizar registros fotográficos/audiovisualProduzir/divulgar/impulsionar material gráfico

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar o Festival Internacional de Capoeira - FIC, com duração de 04 dias, mobilizando o cenário cultural a partir da promoção de 02 palestra, 03 shows musicais, 08 oficinas artístico culturais, 04 rodas de capoeira em espaços públicos de BH, 01 campeonato de capoeira com premiação masculino e feminino e 02 apresentações artísticas, com vista atender aproximadamente 2000 pessoas. Objetivos Específicos: Promover a divulgação, valorização, salvaguarda e difusão da capoeira, enquanto Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro; Divulgar as contribuições políticas, sociais, artísticas, filosóficas, estéticas, científicas e culturais negras para formação da sociedade brasileira; Estimular o ensino e prática da capoeira para diversas faixas etárias. Fomentar a pesquisa, registro e a preservação da memória da capoeira em Minas Gerais; Contribuir com a aplicação da lei 10.639/2003, que prevê o ensino, divulgação e difusão da cultura afro-brasileira e africana no ambiente escolar; Democratizar o acesso aos bens culturais brasileiros, de forma acessível, descentralizada e inclusiva; Fomentar e garantir a participação inclusiva de pessoas com deficiência durante as atividades promovidas pelo projeto FIC; Promover a ocupação de espaços públicos da cidade de forma criativa, acessível e democrática; Promover intercâmbio cultural, com alcance internacional e nacional, entre a comunidade da capoeira, pesquisadores(as), artistas locais, turistas culturais e demais interessados(as); Fomentar a formação e capacitação de capoeiristas, fazedores(as) de cultura, pesquisadores(as) e mobilizadores(as) culturais; Visibilizar e valorizar as narrativas e trajetórias de mestres(as); Promover conscientização sobre a preservação do meio ambiente; Premiar campeões do campeonato de capoeira Desenvolver ações voltadas para ampliação do debate antirracista na construção de uma educação crítica e reflexiva sobre as questões raciais e suas interseccionalidades no país; Mobilizar o cenário cultural local.

Justificativa

Por compreender a importância da capoeira na sociedade enquanto legado histórico, político, filosófico, artístico-cultural e social afro-brasileiro, que desde 1996, ininterruptamente, vemos promovendo o Festival Internacional de Capoeira - FIC, mobilizando um amplo e contínuo diálogo entre os diversos setores da sociedade mineira em prol da valorização e salvaguarda dos bens culturais imateriais brasileiros. O projeto fundamenta-se na responsabilidade social de mobilizar, divulgar e preservar a herança negro africana no Brasil através de suas manifestações culturais. Esta iniciativa tem como finalidade fomentar o fortalecimento da identidade nacional, ampliar diálogos intergeracionais acerca de saberes, fazeres e tecnologias afro-brasileiras e atuar no enfrentamento ao racismo, a partir da desmistificação de estereótipos que marginalizam historicamente a cultura afro-diaspórica. A capoeira é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO desde 2014, em virtude da sua importante contribuição cultural, histórica, simbólica, educacional e identitária para a sociedade. É atualmente uma das maiores divulgadoras da língua portuguesa no mundo, está presente em mais de 150 países, nos cinco continentes, além de ser representante internacional da pluriversalidade e riqueza das expressões culturais afro-brasileiras. O Festival Internacional de Capoeira - FIC visa contribuir diretamente para o fortalecimento, manutenção e preservação da memória da capoeira no território nacional. O evento potencializa espaços de formação, debates, intercâmbios culturais e articulações entre capoeiristas, fazedores(as) de cultura, artistas, pesquisadores(as) e demais interessados(as) pela capoeira, residentes em Minas Gerais, nos demais estados brasileiros e no exterior. Por meio de ações artístico-culturais, palestras, apresentações artísticas, formações, campeonatos de capoeira e shows realizados em espaços públicos da capital mineira, a iniciativa pretende contribuir com a democratização e descentralização do Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro. O festival tem como propósito garantir a todos(as) o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, além de apoiar e incentivar a valorização e a difusão das manifestações culturais, fazendo valer o Art. 215, da Constituição Federal Brasileira. Além disso, por compreender a importância do incentivo ao acesso e fortalecimento identitário voltados para novas gerações, o Festival pretende promover ações formativas agregando o público infanto-juvenil, a partir de parcerias e divulgação do evento em escolas públicas de bairros periféricos de Belo Horizonte, potencializando o diálogo transdisciplinar sobre o ensino da história e cultura africana e afro-diaspórica junto à estes espaços de educação-formal. O Festival Internacional de Capoeira pretende contribuir de forma direta e indiretamente com mobilização do cenário cultural local, a partir da articulação com grupos, coletivos e fazedores(as) de cultura que se beneficiarão desta iniciativa, o projeto inova ao promover shows com grupos/bandas musicais locais para se apresentarem no palco em espaços públicos, dessa forma, divulgando o evento proposto para o grande público espectador e mobilizando o cenário cultural da cidade. Um evento dessa natureza convida a sociedade a repensar criticamente sobre o papel da capoeira, bem como, toda herança cultural afro-descendente, enquanto tecnologia ancestral dialógica no resgate epistêmico dos povos africanos. Portanto, é imprescindível a realização de eventos como estes que corroboram com o fomento de ações de reparação da equidade racial, possibilitando a reelaboração da educação patrimonial, positivando e valorizando as contribuições e expressões negras para a cultura brasileira.

Estratégia de execução

Não se aplica

Especificação técnica

Roda de Conversas com Mestres(as) Griôs Rodas de Capoeira Oficinas/Seminarios com mestres(as) da cultura popular Apresentações artistico-culturais Premiação 10 mestres(as) Feira Cultural Apresentações musicais

Acessibilidade

O Festival Internacional de Capoeira FIC será realizado em conformidade com as políticas de acessibilidade brasileiras, previstas na Lei Nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000 - que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. O festival promoverá toda sua programação em consonância com o cumprimento de medidas de acessibilidade atitudinal, arquitetônica e comunicacional voltadas para melhor atender pessoas com deficiências - PCDs. As atividades do festival priorizarão espaços devidamente adaptados e acessíveis para PDCs, a exemplo de rampas, sinalização e banheiros adaptados. Como medidas comunicacionais estão previstas também neste projeto a inclusão de acessibilidade em LIBRAS e materiais audiovisuais com legendas, visando ampliar a participação da comunidade surda durante a realização do evento. Serão desenvolvidas também articulações estratégicas com organizações de apoio à pessoas com deficiência visando efetivar uma ampla participação e engajamento do público no projeto. Além disso, a equipe do projeto contará também com componentes com deficiência, contribuindo com a potencialização de um espaço profissional diverso, plural e que respeite as múltiplas diferenças. Por meio do plano de comunicação do projeto, dinamizado através do ambiente virtual, será promovida uma divulgação do Festival de forma dialógica, acessível e inclusiva, para pessoas com deficiência fazendo em cumprimento da Lei Nº 12.527, de 18 de Novembro de 2011 - Lei de Acesso à Informação (Art. 8º (...)§ 3º, VIII). Serão utilizados recursos como: legendas descritivas para deficientes visuais, vídeos legendados para pessoas surdas. Estes conjuntos de ações supracitadas ambicionam democratizar o acesso das ações propostas pelo FIC para os diferentes públicos, de forma acessível, diversa, inclusiva e solidária à escuta e participação de pessoas com deficiência. Arquitetônica: Priorização de escolha de espaços que contenham rampas de acesso, corrimão e banheiros adaptados. Durante os shows musicais será reservado área para pessoas com deficiência. Atitudinal: Contratação de pessoas com deficiências PCD e consultoria em acessibilidade cultural para equipe do projeto. Contratação de profissionais para auxiliar no atendimento de pessoas com deficiência. Mediação cultural com instituições de apoio e atendimento a pessoas com deficiência. Comunicacional: Contratação de equipe de tradução em Libras, produção de vídeos legendados na divulgação do evento. Contratação de profissional especializado voltado para o acolhimento da comunidade PCD nas atividades formativas do projeto.

Democratização do acesso

O projeto pretende desenvolver suas ações de forma democrática, descentralizada e inclusiva. Com vista a promover o acesso aos bens culturais afro-brasileiros acessível e inclusiva para os diferentes públicos. Com o objetivo de ampliar a participação dos diversos setores da sociedade, durante a realização do evento, o festival dedicará a realização de suas atividades artístico-culturais em parcerias com grupos, coletivos e instituições locais, escolas, espaços e equipamentos públicos da cidade de Belo Horizonte MG. Serão realizadas oficinas artístico-culturais, rodas de capoeira, apresentações artísticas, palestras, campeonato de capoeira, shows musicais, oferecidas de forma gratuita para públicos de diferentes faixas etárias. Além disso, com propósito de ampliar a participação de pessoas com deficiência em toda programação do evento, serão realizadas também ações em cumprimento medidas de acessibilidade arquitetônica, atitudinal e comunicacional durante o festival visando ampliar o acesso de pessoas com deficiências de forma inclusiva nas ações do Festival.

Ficha técnica

Raimundo Ferreira de Sousa - 62 anos - Coordenador geral Conhecido como Mestre Ray, mineiro, mestre de capoeira, produtor/gestor cultural e bacharel em Direito. O Mestre é fundador do Grupo Oficina da Capoeira, Realizador do FIC- Festaival Internacional de capoeira desde 1996, idealizador do Bloco da Capoeira em Bh, idealizador do CRC centro de referencia da capoeira/museu, promoveu a capoeira em 40 países, promovendo e divulgando as manifestações culturais afro-brasileiras. O mestre Ray foi premiado como Mestre da Cultura Popular pelo MINC e também nas cidades de Belo Horizonte, Sete Lagoas e Itabira MG. Premiado Mestre da cultura popular de Belo Horizonte/ 2021-2024. Fernanda Conceição Santos - 36 anos - Produtora Agente/produtora Cultural, MBA Gestão de projetos e mestranda de capoeira. Apresentou a capoeira em 10 estados brasileiros e 9 países. Participa da Equipe de Produção do FIC - Festival Internacional de Capoeira desde 2006. Inaira Meneses Mendonça - 32 anos - produtora/Curadora Curadora, produtora executiva no Coletivo, apresentou-se em festivais nacionais e internacionais, co-idealizadora e produtora da websérie “Voz sem Medo”. Empreendedora da Bolero Comunicação, onde atua prestando serviços de comunicação. Anderson Conceição Santos - 31 - Produtor Gestor/produtor cultural e artista negro. Atua na promoção de ações voltadas para difusão da cultura afro-brasileira, por meio da arte, educação e cultura há mais de 10 anos. Formação para as relações etnicorraciais na educação. Amazonita Ágata - 29 anos Produtora Mulher negra, designer, gestora cultural, produtora executiva, artística. Trabalhou como Produtora Local - BH + Feliz (PBH), Assistente de Mobilização - Instituto, Odeon Circuito Municipal de Cultura, Assistente de produção do grupo de rap "Noroeste Side", Produtora Executiva do artista “Dino da Oeste". Magno Coelho - 38 anos Comunicação e marketing Atua no Marketing há mais de 10 anos /Sócio da empresa SOMA MARKETING/ Atuante na área de eventos esportivos como STU 2023 - Rio (Skate Total Urbe - Evento mundial de Skate), como produtor de ativações de Marketing, atendendo empresas como Monster Energy, Banco Votorantim, Bic, Oi Fibra entre outros demais patrocinadores.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.