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Este projeto visa adquirir recurso financeiro para realizar o Projeto Bloco Afro Yayá Muxima que se configira como um bloco afro carnavalesco composto majoritariamente por mulheres negras, estruturado com banda de solo com mulheres percussonistas que tocam samba reggae, carro de som tipo pranchão com banda show, ala de dança e ala de baianas. O Bloco Afro Yayá Muxima vai desfilar dois dias durante o carnaval de 2025 sob a temáticaa dança da labalaba nos ventos de Oyá.
Não se aplica.
Objetivo Geral: Encontrar apoio financeiro para a realização do Desfile do Bloco Afro Yayá Muxima durante o carnaval de Salvador no ano de 2025. O Bloco Afro tem como premissa a preservação da cultura afro brasileira bem como do patrimônio imaterial do samba reggae e ainda, o fortalecimento de signos que posicione as mulheres negras como protagonistas na construção da sociedade brasileira. Objetivos Específicos: Preservação do patrimônio imaterial musical do samba-reggae;Geração de trabalho e renda para oitenta mulheres negras;Confecção de figurinos;Impacto social a partir de narrativas que combatem toda e qualquer forma de preconceito;Difusão do trabalho artistico-musical e social da banda de mulheres Yayá Muxima;
O carnaval em Salvador - Bahia, é uma das maiores celebrações da cultura popular realizada em todo o mundo. Organizações de tradição afro brasileira se preparam durante meses para pensar repertório, figurino e toda cênica que envolve este espetáculo a céu aberto. O protagonismo de mulheres negras enquanto artistas, produtoras e gestoras tem se fortalecido graças ao empenho das comunidades bem como a políticas públicam que estimulam processos de formação, capacitação e pesquisa que potencializam esses talento e ao mesmo tempo funcionam como um enfrentamento ao machismo, racismo e demais formas de preconceito. O Bloco afro Yayá Muxima é liderado por mulheres negras, artistas e pesquisadoras que reunem-se para preservar a memória cultural artistica contida no samba reggae e nas coreografias de dança afro e dança de rua, além de atuar no campo da educação e transmissão de saberes ancestrais. Em 2025 sob o tema A DANÇA DE LABALABA NOS VENTOS DE OYÁ - o bloco pretende desenvolver um potente espetáculo a céu aberto contando com grande elenco feminino bem como da presença enquanto ouvintes de homens anti machistas. Este projeto merece ser apoiado porque abarca princípios e valores fundamentais para o fortalecimento do patromônio imaterial do samba-reggae. Apoiar esta iniciativa é possibilitar que mulheres percussionistas com mais de vinte anos de experiências possam finalmente ocupar as ruas possuindo uma estrutura viável para o alcance dos impasctos previstos;Apoiar o Bloco Yayá Muxima é apoiar a mulher negra brasileira, compreendendo que neste coletivo também estão representadas mulheres jovens, idosas, membros de comunidades tradicionais, LGBTQIA+, mulheres indígenas, mulheres com PCD, obesas, enfim, o Bloco se propõe a incluir uma grande gama de corpos ditintos de pessoas negras buscando sempre a exaltação dessa beleza e competência secularmente negados; Garantir a viabilidade da proposta para que esta encontre aporte financeiro poderá agregar impactos profundos tanto para quem vai assistir quanto para quem vai produzir e realizar o projeto; Apoiar esta proposta também representa a preocupação com a continuidade das tradições para futuras gerações uma vez que existe um grande contigente de mulheres jovens envolvidas no projeto e considerando que seu desfile alcança grande número de estudantes e crianças.
Não se aplica.
Acesso de Conteúdo: Intérprete de libras durante todo o percusso do desfileAcessibilidade física: Considerando que o rua é o espaço de realização do projeto, todos os corpos são bem vindos e necessários. O trajeto é itinerante e não impede a participação de pessoas que usam cadeiras de rodas, muletas ou qualquer acessório para locomação.
Apresentamos as seguintes medidas de democratização do acesso:Doação de 100 fantasias (batas);Realização de dois ensaios abertos para o carnaval sem cobrança de ingresso;
Víviam Caroline de Jesus Queirós (mulher negra de periferia, bissexual) Víviam Caroline é Mestra em Cultura e Sociedade pela Universidade Federal da Bahia. Formou-se em jornalismo em 2006 e realizou pós graduação em Produção Cultural em 2008, ambas na Unijorge. Arte educadora, atua como diretora do Instituto Professora Hamilta de Educação e Cultura desde os 15 anos. Iniciou seu diálogo com tambores aos 16 anos quando foi convidada pelo Mestre Neguinho do Samba a mergulhar no universo do samba-reggae. Sua ligação com o ritmo a transformou em uma das maiores referências na gestão de projetos para mulheres, sendo a banda e projeto Social Didá resultado de seu investimento intelectual e dedicação que duraram de vinte e oitoanos. Em 2022, dessa vez a convite de Carlinhos Brown participa da criação da banda Timbalada e logo em seguida cria seu nom projeto musical, a Yayá Muxima como parte de suas ações no Instituto Professora Hamilta. Víviam também atua como consultora de grupos internacionais como Batalá Nova Iorque, Viver Brasil Dance Los Angeles e Sons dos Santos Inglaterra. Nildes Sena ( Mulher negra retinta, LGBTQIA+, candomblecista) Ivanildes Teixeira de Sena é Mestra em Crítica Cultural pela UNEB onde desenvolveu a pesquisa no Ventre da Capoeira, marcas de gente, jeito de corpo: um estudo das relações de gênero na cosmovisão da capoeira angola.Especializada em Arteterapia Junguiana, graduada em Educação artística com habilitação em artes plásticas pela UCSAL. Sócio-educadora. Discípula do Mestre João Pequeno de Pastinha. Performer, artista visual, atriz e animadora. Pesquisadora em direitos humanos com recorte em cultura e mitologia cosmo-africana, iorubá, relações étnico raciais, gênero e sexualidades.No campo da pesquisa estética de matriz africana e produção de adereços e figurinos, destaca-se em sua carreira:Consultora estética e produção de figurinos da banda show do Grupo Cultural Bagunçaço.Confecção de adereços e figurinos de blocos afros e roupas de matriz africana para o bloco afro Kambalaguanze;Confecção de adereço e fugurino para o Afoxé Ginga do Negro. Confecção de adereços para o Bloco Afro Didá;Consultoria estética e produção do figurino e adereços do bloco e banda Yayá Muxima. Meire Jane Ribeiro Soares, (Mulher negra retinta, LGBTQIA+) Meire Jane Ribeiro Soares é percussionista nata. Meire Brêu como é conhecida artisticamente tem o ritmo na veia evem fazendo história nos grupos percussivos da Bahia. Meire nasceu no Engenho Velho de Brotas e se criou no Maciel Pelourinho, dois grandes pólos musicais da Bahia.Meire tocou na Banda Mirim Olodum, foi aluna do Mestre Prego e primeira maestrina da Banda Meninos do Pelô,mas, é ao lado do Mestre Neguinho do Samba que ela constroi uma sólida carreira, participando de espetáculos ao lado de nomes como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Daniela Mercury, Emílio Santiago e muitos mais. Na Banda Didá Meire Brêu viajou pelo mundo, ampliando seus horizontes e se tornando inspiração para outras mulheres.Atualmente, Meire Brêu é percussionista na banda Yayá Muxima e na banda Timbalaides, essa última criada por Carlinhos Brown.Como formadora na área de percussão acumula as seguintes experiências:Banda Meninos do Pelô (Regência e formação)Brasil Percussion Camp ( Formadora)Tambores do Mundo (Formadora)Yayá Muxima (Regência e Formação)
PROJETO ARQUIVADO.