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Realizar uma série de oficinas e workshops com mulheres de formação em diversas áreas da Economia Criativa para que essas mulheres possam contribuir com a o desenvolvimento de suas rendas familiares e serem autônomas em seus contextos familiares. Assim, promover a aceleração pessoal e profissional de 100 mulheres mães, profissionais da Economia Criativa, maiores de 18 anos, das comunidades do Rio de Janeiro. Em todo o processo das oficinas a metodologia a ser utilizada será a JORNADA TRANSFORMADORA DONA DE SI, com atividades de formação direcionadas às áreas de Economia Criativa.
Fundado em 2018, pela atriz, escritora e empresária Suzana Pires, o Instituto Dona de Si é um alavancador de talentos femininos, com o objetivo de aumentar o número de líderes mulheres em todos os setores da economia brasileira, partindo de micro empreendedoras individuais, informais até empreendedoras estabelecidas; entendendo que cada mulher precisa construir novas ações e crenças de auto-estima, auto-confiança e auto-valor. Em tres anos, o INSTITUTO já acelerou mais de mil mulheres e impactou mais de 500 mil mulheres desde a coluna DONA de Si, eventos corporativos, palestras, workshops, concursos de roteiro e mentorias de formação . Facebook: instituto dona de si Instagram: @institutodonadesi
Objetivo Geral: Transformar a vida de 100 mulheres da comunidades do Rio de Janeiro, através das oficinas de Economia Criativa será possível fomentar o incentivo ao desenvolvimento pessoal, profissional e cultural das participantes. Objetivo Específico: Ampliar o repertório das participantes do Programa, descobrindo e lapidando seus talentos femininos e seus potenciais para que possam empreender e sertem donas de suas próprias histórias e ampliar suas possibilidades de rendas financeiras para si e suas famílias. A aceleração será feita através da formação JORNADA TRANSFORMADORA DONA DE SI, com formação on-line e encontros presenciais com suporte e integração da família no processo (parceiros/parceiras e filhos). As oficinas são dos seguimentos de: artesanato, costura, folclore, gastronomia, produção cultural, escrita de livros, moda, modelista, acessórios, audiovisual, criação de música e artes cênicas, englobando assim a cadeia produtiva da Economia Criativa. Será registrado em vídeográfico (Making off das atividades e evolução das mulheres durante o processo) com as atividades/ações de parte das oficinas, através de gravações dos encontros presenciais, das mentorias nas plataformas digitais, alinhavados pelos depoimentos das mulheres da jornada, a equipe do Instituto captará a curva de evolução das aceleradas durante o processo de realização do Projeto. Alavancar diretamente 100 mulheres, maiores de 18 anos e suas famílias, disseminar através de redes divulgação e acolhimento mais de 2 mil. Acolher, e divulgar esses talentos, aumentando percentualmente a produtividade e a inclusão produtiva de mão de obra feminina no mercado da Economia Critaiva. Realizar mentorias dos negócios ligados à Economia Criativa a serem criados. Trabalhar temas tranversais nas oficinas e mentorias com foco em saúde, segurança, relacionamento, autoestima, conhecimento e beleza e o desenvolvimento profissional organização e planejamento, desempenho pessoal, assessoramento, posicionamento de mercado, empatia e marketing digital.
A taxa de empreendedorismo inicial no Brasil (segundo a CEM-2/2016) se divide em 53% de homens e de 49% de mulheres, mas o empreendedorismo estabelecido feminino cai para 42% com o tempo. As mulheres são as que mais vão a falência nos 3 primeiros anos de negócio. Porém, as mulheres estudam mais que os homens, as empresas gestadas por mulheres apresentam até 20% a mais de lucro. Então, o que acontece? Numa pesquisa feita diretamente com um público feminino e com uma relação estreita com as minhas leitoras da coluna DONA DE SI cheguei a seguinte resposta. O que quebra esse fluxo dos negócios femininos são os fatores sutis jamais computados e pesquisados : a sobrecarga, a falta de apoio dentro do mercado de trabalho de uma cultura machista e a solidão. Diante dessa descoberta, Suzana decidiu desenvolver uma formação feminina voltada para a mulher serempreendedora de Si mesma, através da Jornada Transformadora Dona de Si, criando uma formação on- line, com encontros presenciais, e uma rede de acolhimento para essas mulheres, que tem talento mas ainda não desenvolveram seu valor no mundo. Diante desses dados o Projeto em tela se justifica, uma vez que dentro desse contexto o projeto têm como objetivo alavancar, e transformar, a vida de 50 mulheres, contempladas pelas oficinas e mentorias a serem realizadas. Possibilitar que as Mulheres sejam protagonistas da própria vida é a mola principal do Projeto e demostrar na prática a evolução, objetiva dessas vidas femininas gerando empreendedorismo estabelecido nos negócios, criações e artes dessas mulheres. Neste sentido nosso projeto atende cumpre o que determina a Art. 1º da Lei 8313/91 Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País." "Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;"
O Programa realizará: Duração das atividades 16 semanas no Rio de Janeiro. 1- PESQUISA e LEVANTAMENTO LOCAL – (MAPEAMENTO DE NECESSIDADES)+ INCRICOES + DIVULGAÇÃO SELECIONADAS - + PALESTRA 1 semanas 1,2,3 e 4 (4 semanas) 2 - MAPEAMENTO DE NECESSIDADES E DESEJOS (2 SEMANAS) 3 - DIVULGAÇÃO E INSCRIÇÕES (2 SEMANAS) 4 - JORNADA ON LINE e ACOMPANHAMENTO PRESENCIAL-(8 SEMANAS) 5 - RESULTADO e MÉTRICAS (Apresentação projetos : presencial - PALESTRA 2 6 - OFICINAS E MENTORIAS (4 MESES) COM AS FACILITADORAS DAS OFICINAS COM FOCO EM ALAVANCAR TALENTOS, E AUMENTAR A INCLUSÃO NO MERCADO DOS SEGUINTES SEGMENTOS DESSE SETOR: ARTESANATO, CULTURA, FOLCLORE, GASTRONOMIA, PRODUÇÃO CULTURAL , ESCRITA DE LIVROS, MODA , MODELISTA ACESSÓRIOS, CALCADOS, AUDIOVISUAL, CRIAÇÃO DE MÚSICA OUTRAS ARTES CÊNICAS. 7 - ENCERRAMENTO E CERTIFICAÇÃO - Presencial 3 - Feira e apresentação de serviços e produtos - 1 semana 8 - ABORDAGEM DOS TEMAS CORRELATOS COM FOCO EM SAÚDE, SEGURANÇA, RELACIONAMENTO, AUTOESTIMA, CONHECIMENTO E BELEZA E O DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO, DESEMPENHO PESSOAL, ASSESSORAMENTO, POSICIONAMENTO DE MERCADO, EMPATIA E MARKETING DIGITAL.
Da Acessibilidade: Art. 18. As propostas culturais apresentadas ao mecanismo de incentivo a projetos culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146/2015. a) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS FÍSICAS: Como é no ambiente parceiro em comunidades do Rio de Janeiro que ocorrerão as oficinas, o espaço físico já é acessível seguindo às normas e condutas exigentes. E no Online é dispensada a medida. b) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS VISUAIS O projeto contempla acessibilidade para as pessoascom deficiência visual, no que diz respeito a suas Oficinas terão recursos de audiodescrição. b.1) Audiodescrição: narração adicional roteirizada, em língua portuguesa, integrada ao som original contendodescrições das ações, linguagem corporal, estados emocionais, ambientação, figurinos, caracterização de personagens, bem como a identificação e/ou localização dos sons. c) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS AUDITIVAS: O projeto contempla acessibilidade, através de intérprete de libras. No Produto principal: Workshops/Cursos para 100 Mulheres online e presencial: haverá acessibilidade destinada ao público: Acessibilidade para DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem, intérprete de libras. c.1) Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. c.2) Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos (LSE), consiste na conversão do texto oral para o texto escrito de uma língua para outra, dentro de uma mesma língua ou de uma língua de sinais para uma língua escrita, levando-se em conta, na composição das legendas, a redução textual decorrente das restrições de tempo, espaço na tela, número de caracteres, conveniência de supressão ou acréscimo de informações, segmentação, alinhamento, fonte e local de cada legenda na tela e velocidade de leitura. Devem ser explicitadas informações deefeitos sonoros, música, sons do ambiente, silêncios significativos e aspectos paralinguísticos do discurso perceptíveis pela entonação ou pela emissão de sons não verbais – como choro ou riso –, bem como adicionada a identificação dos falantes. OBS1: Todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto deve conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto.
Art. 30. Além das medidas descritas nos artigos anteriores, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de democratização de acesso às atividades, aos produtos, serviços e bens culturais: III – desenvolver atividades em locais remotos ou próximos a populações urbanas periféricas: Quanto a Formação e Mentorias, todas as mulheres terão acesso gratuitamente. V – disponibilizar na internet a íntegra dos registros audiovisuais existentes dos espetáculos, exposições, atividades de ensino e outros eventos de caráter presencial: A formação e mentorias terá registro videográfico. VI – permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão: será divulgado em todos os canais públicos que possível. VII – realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras - O projeto terão as suas atividades gratuitamente e a contrapartatida social destinada conforme a Lei.
Direção Geral: SUZANA PIRES : Atriz, autora, empreendedora e presidente do Instituto Dona de Si. Formada em filosofia pela PUC/RJ, em SHOWRUNNER DRAMA SERIES em Los Angeles e empreendedorismo no SEBRAE. Autora de novelas, e mentora de outras artistas internacionais pelo WOMEN OF THE WORD FESTIVAL, em Londres. Direção Cande SallesRoteiro: Thalita Rebouças Direção fotografia: Julia Equi BEATRIZ AZEREDO: DIRETORA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL/CONSULTORIA TÉCNICA - Economista e professora da UFRJ , trabalhou na TV GLOBO na criação da área de responsabilidade social da empresa Foi diretora do IPEA e do BNDES, e em entre outros projetos no terceiro setor trabalhou na Fundação Kellog. CLARA SORIA: DIRETORA / DESIGNER Artista visual e filmmaker, trabalha com concepção criativa, fotografia, captação e finalização. Diretora do curta metragem Leona, assistente de direção de 5 curtas para AREZZO. Desenvolveu conteúdo para Converse, Motorola, AREZZO , Santa Lola, revistas como VOGUE e Bazzar. ESPIRAL SOLUÇÕES SOCIOCULTURAIS: COORDENAÇÃO CULTURAL - Assessora de diversos projetos culturais no que diz respeito a gestão, logística e prestação de contas. E neste projeto estará responsável pela produção/coordenação do Produto cultural (possui vasta experiência em Produção cultural e Gestão de Projetos, sendo a responsável pela gestão de patrocínios do Museu do Botafogo e do Museus do Flamengo. Realiza workshops em elaboração de projetos culturais; a gestão técnica e a produção geral do projeto cultural Pequenos Grandes Escritores da empresa Oficina de Livros - e do Projeto Céu na Terra 20 Anos de Folias Via ISS. Produziu o show do Dadi Carvalho e do seu filho André no SESC-SP - Projeto Pais e Filhos; Ministrou workshop na empresa LAMSA - Instituto INVEPAR; Atuou no SESC RJ com seus workshops em elaboração de projetos e de mediação de conflitos; Produz o shows por demanda; E atualmente é a produtora do Show Conversa de Violões do Paulão 7 Cordas e Ramon Araújo. Ministra cursos no SESC-RJ e em outros espaços. em 2018 foi selecionada como empreendedora de Música para participar do MICBR2018. Em 2019 foi palestrante pelo Sebrae Nacional no Rio2C; Empresa consultora em Economia Criativa do Sebrae RJ e palestrante no Rio Innovation week por dois anos consecutivos.
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Perfil agência incompatível com tipo de pessoa, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. *Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.*