Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2412516Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

O Menino e a Cerejeira - temporada paulista comemorativa

BORBOLINA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 32,7 mil
Aprovado
R$ 32,7 mil
Captado
R$ 30,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

91.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-15
Término

Resumo

Realização de temporada paulista comemorativa aos dez anos do espetáculo, levando aos palcos mais uma vez o espetáculo infantojuvenil O MENINO E A CEREJEIRA, em repertório da Borbolina Cia. Será uma Temporada de quatro apresentações - dois finais de semana, com ingressos a preços populares. Será realizada também uma palestra para professores e alunos em uma escola pública, além da doação de exemplares do livro original O menino e a cerejeira, de Daisaku Ikeda, à Biblioteca da escola participante.

Sinopse

Sinopse do ESPETÁCULO Com enredo lúdico e emocionante, o espetáculo O Menino e a Cerejeira comemora nove anos de trajetória de sucesso em 2025 com nova temporada. Em um cenário pós Segunda Guerra Mundial, os japoneses buscam alternativas para viver melhor. De um lado, um senhor já idoso cuida da única cerejeira sobrevivente aos bombardeios. Do outro, um garoto triste, Taiti, tenta superar a perda do pai na guerra. Assim, surge uma amizade mais forte do que qualquer conflito, que levará o menino a encontrar sua força e coragem para trazer a luz da esperança para todos da aldeia. O Menino e a Cerejeira utiliza elementos da cultura oriental para conversar diretamente com o público por meio da arte. O cenário é composto por taikôs (tambores do Japão), painéis e bonsai, que ajudam a compor o enredo de forma lúdica e vibrante. Com diálogos sinceros e uma trilha sonora original, a peça ensina a toda a família sobre esperança e amizade, deixando a promessa de um mundo mais justo e humano.

Objetivos

Objetivo Geral O presente projeto visa realizar curta temporada paulista inclusiva do espetáculo O menino e a cerejeira. Esta comemorará os 10 anos do espetáculo mais emblemático da Borbolina Cia, com acessibilidade total à população. Objetivo específico - Curta temporada paulista de 04 apresentações do espetáculo O menino e a cerejeira, em dois finais de semana, com ingressos a preços populares e gratuidade pra público de ongs e pessoas com deficiência. - Uma sessão totalmente acessível, com interpretação em Libras e audiodescrição.- 01 Palestra sobre a criação do espetáculo a partir da literatura, para professores e estudantes de uma escola pública, para incentivo à leitura - Doação de 30 livros O menino e a cerejeira, à Biblioteca da Escola pública participante.

Justificativa

O menino e a cerejeira é um espetáculo consagrado, com sucesso de público e crítica, que em 2026 comemora 10 anos de existência. Ao longo de nove anos, desde a estreia em 2016, já realizou seis temporadas paulistas, duas grandes circulações pelo Estado de São Paulo e apresentações pontuais por divesas cidades paulistas, em quase 200 apresentações e um público de 70 mil pessoas. Reconhecido por sua qualidade artística, está no repertório da Cia, que sempre prezou por levar arte e cultura a todas as camadas da população, tendo realizado nos últimos dois anos projetos contemplados em Editais Culturais que proporcionaram levar o espetáculo com gratuidade de ingressos - e o livro que deu origem à peça - para públicos além capital paulista. Citam-se o projeto O menino e a cerejeira - #voamenino, contemplado no Edital Proac de Circulação de espetáculos para público infantojuvenil, que levou a peça para 5 cidades em dez apresentações e alcançou cerca de 3 mil pessoas em 2023. E o projeto Circula Repertório, Borbolina Cia na carreira, em 2024, contemplado no Edital de Difusão Cultutral da Lei Paulo Gustavo estadual e que realizou 30 apresentações por dez cidades, sendo 15 espetáculos de O menino e a cerejeira e 15 de Sonho de Artista, alcançando um público total de quase 9 mil pessoas. Ambos contaram também com projeto-escola e doação dos livros originais. Assim, o presente projeto possibilita ao retorno do espetáculo à capital e a continuidade do trabalho da Borbolina Cia, seus artistas e técnicos. E enquadra-se nos seguintes incisos do Art 1 da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Por meio de temporada inclusiva com ingressos a preços populares e gratuidade para professores e estudantes de escolas públicas, ongs e pessoas com deficiência. Por meio de ampla divulgação espontânea e paga e forte assessoria de imprensa que alcance todas as camadas da população e incentive a fruição deste bem cultural. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Ampliar o alcance do espetáculo para outros públicos, levando este espetáculo de sucesso há nove anos para uma nova geração de crianças; A Borbolina é uma Cia teatral estável que realiza principalmente projetos voltados à infância e juventude há dez anos. Com seis trabalhos no currículo, sendo quatro voltados para infância e juventude, em essência o grupo busca retratar sentimentos e aprendizados, potencializando a inteligência intrínseca das pessoas no trato de situações cotidianas, além de estimular a empatia e esperança diante da vida. Assim, o presente o projeto irá apoiar e valorizar o trabalho da Cia por meio da possibilidade de difusão de um de seus espetáculos mais potentes que agora alcança uma nova geração de espectadores mirins. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; O projeto visa a continuidade e sobrevivência do trabalho e contribuições artísticas da Borbolina Cia. VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Acreditamos que um espetáculo reconhecido pelo público e crítica é um patrimônio imaterial. Levá-lo a novos públicos é possibilitar essa preservação. VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; O livro O menino e a cerejeira é de autoria de Daisaku Ikeda, escritor japonês, pacifista, poeta, filósofo, fotógrafo e humanista. Nele são retratados valores universais, como coragem e esperança para ultrapassar as circunstâncias difíceis da vida. O pano de fundo é o pós guerra japonês, onde um menino que perdeu o pai na guerra luta por fazer uma cerejeira florescer. Ensinado por um senhor sábio que cuida da árvore, ele aprende a ter esperança e força para seguir adiante. Sua ação e o florescimento da cerejeira iluiminam a vida de todos da aldeia. "Depois do inverno, sempre vem a primavera.", aprende o menino. Ou seja, depois das dificuldades, coisas boas voltam a acontecer. E a cerejeira, árvore que representa o japão, mostra que podemos aprender muito contemplando e respeitando a natureza, essa sabedoria ancestral que deve sempre ser relembrada. A montagem trás elementos da cultura oriental, como taikôs (tambor japonês), painéis e bonsai, mostrando que o teatro pode ser universal, ou seja, usar de elementos e se inspirar em autores estrangeiros para falar da humanidade que nos iguala. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Pelos motivos acima expostos, e o reconhecimento artístico e cultural do espetáculo, acreditamos que tenha um valor universal e por isso todos têm a ganhar com a expansão de seu alcance nesta nova tempporada. A doação de livros e o fomento à leitura a partir da peça é outro ponto que forma e informa leitores. IX - priorizar o produto cultural originário do País. A Borbolina Cia é um grupo teatral brasileiro com sede em São Paulo, que vem se destacando no cenário cultural por sua trajetória na criação de espetáculos para infância e juventude. Em 2024 venceu o importante PRÊMIO APCA pelo espetáculo Sinta o cheiro do mar, como melhor monólogo para crianças. Em relação ao Art. 3º: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Espetáculos de Artes Cênicas.III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Serão realizadas sessões com gratuidade de ingressos para público de ongs. V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999).

Estratégia de execução

Segue abaixo o site e o instagram da Borbolina Cia. https://www.borbolinacompanhia.com.br/ https://www.instagram.com/borbolinacia/

Especificação técnica

Espetáculo O menino e a cerejeira: - 4 espetáculos com 50 minutos de duração cada.

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS O MENINO E A CEREJEIRA ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: O teatro escolhido terá rampas de acesso e/ou elevadores, banheiros adaptados, locais adaptados na sala de espetáculo para cadeirantes. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS CEGAS E COM BAIXA VISÃO: Será realizada uma sessão com audiodescrição. Será realizada visita sensorial ao cenário, figurinos e adereços do espetáculo sempre que houver PCDs visuais. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS SURDAS: Uma sessão terá interpretação em Libras Todas as PCDs terão gratuidade no ingresso. CONTRAPARTIDA: PALESTRA EM UMA ESCOLA. ACESSIBILIDADE FÍSICA: As escolas públicas já garantem a acessibilidade aos seus alunos e professores, que são o público-alvo destas palestras.

Democratização do acesso

- Ingressos a preços populares, além de gratuidade à ONGs e PCDs. Pessoas idosas, estudantes e professores de escolas particulares pagarão meia-entrada. Haverá incentivo e planejamento para ida de estudantes e professores das escolas públicas do entorno do teatro, estes com ingressos gratuitos. E sobre os itens abaixo, propomos: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuiçãogratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte porcento) II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados,para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no incisoII, caput do art. 27; Pessoas de ongs e professores e estudantes de escolas públicas terão gratuidade no ingresso, mediante comprovação. - Livros distribuídos gratuitamente à escola pública participante do projeto.

Ficha técnica

A Borbolina Produções Artísticas realizará a produção da temporada do espetáculo O menino e a cerejeira, sendo responsável pela execução geral do projeto, gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira. Ficha Técnica - O menino e a cerejeira Dramaturgia e direção de Stella Tobar para a obra de Daisaku Ikeda - Maria Stela Tobar Mariucci - direção artística e de produção e palestrante no projeto. Elenco: Alle Paixão, Cleber Tolini, Giuliano Caratori, João Bourbonnais - Alexandra Cerqueira Paixão - atriz - Cleber Tolini - atriz - Giuliano de Castro Caratori - ator, iluminador e produtor executivo - João Baptista Bourbonnais - ator Diretor musical e Trilha Original: Sérvulo Augusto - Sérvulo Augusto Vieira Gonçalves - diretor musical no projeto Música Hajime: Yuzo Akahori Cenário e Figurino: Paula de Paoli Adereços: Clau Carmo Iluminação: Giuliano Caratori Visagismo: Gil Prando Preparação tambor japonês: Gustavo Nogueira Cenotecnia: Wagner Almeida e José Valdir Fotos: Eduardo Petrini e Gui Assano Arte e comunicação gráfica: Lauren Kurotsu Assessoria de Imprensa e Comunicação: Gleice Carvalho Assistente de Comunicação: Flavio Petins Divulgação Mídias Socias: Borbolina Cia Operação de Luz: Fernando Maffia Operação de som: a definir Administração: Stella Tobar Assistente de Produção: Clarissa TobarContra-regra: a definir Contabilidade: Rampinelli Calero Assessoria Contábil Produção Geral: Borbolina Produções Artísticas/ Borbolina Companhia Currículos DAISAKU IKEDA_ Filósofo, escritor e pacifista, falecido em 2023 aos 95 anos, dedicou-se desde a juventude a escrever e defender a educação e cultura como premissas para um mundo de coexistência harmônica. Sua obra fala de valores fundamentais para a paz, fortalecendo o coração das pessoas com encorajamento para a vida. Líder da Soka Gakkai Internacional (SGI), com 12 milhões de associados pelo mundo, inclusive no Brasil, Ikeda tem livros traduzidos para vários idiomas, a maioria resultado de encontros com pensadores contemporâneos. Para o público infantil, a proposta é dialogar por meio da arte – e sem ser didático – no sentido de inspirar e fortalecer a visão de um mundo mais humano e justo, a partir das ações individuais e coletivas. O real protagonismo, no exato local em que cada um se encontra. O menino e a Cerejeira é um exemplo. STELLA TOBAR_ Em 2025 completa 30 anos de carreita. Bacharel em Artes Cênicas na UNICAMP desde 1995, é atriz, diretora, dramaturga, professora de teatro e produtora cultural. Dentre vários espetáculos, citam-se: Dramaturgia e direção de Minhas queridas, a partir de cartas de Clarice Lispector, O menino e a cerejeira, da obra de Daisaku Ikeda e Sonho de Artista, com a co-direção de João Bourbonnais, onde também atua; Direção de Dois idiotas sentados cada qual no seu barril, de Ruth Rocha, dramaturgia Dario Uzam. Atriz e Produtora em Nos países de nomes impronunciáveis, de Paula Autran, direção Magali Biff. Atriz em A ilusão cômica e A bilha quebrada, direção de Marcio Aurélio, na Cia Razões Inversas; O reizinho mandão, de Ruth Rocha, direção Roberto Lage; A menina que descobriu a noite, texto e direção Pamela Duncan; Impressões, texto e direção Lena Roque; diversos espetáculos na Mostra Cemitério de Automóveis, texto e direção de Mario Bortolotto. Integrou a Cia Os fofos encenam por 13 anos, onde atuou em diversos espetáculos sob direção de Fernando Neves e Newton Moreno, como A mulher do trem (Indicação de Melhor atriz no Festivale) e Assombrações do Recife Velho, além de ser da equipe de produção em diversos espetáculos. Em cinema atuou nos longas Soluções e Soluções, de Eduardo Felistoque e Nereu Cerdeira e Uma noite em Sampa, de Ugo Giorgetti. Em TV, atuou na novela Essas mulheres, Record, onde recebeu Nota 10 de Patricia Kogut. Atuou na Webserie Família Buscafé, no canal Youtube Brasil Seikyo TV. Destacam-se ainda as produções e atuações em Semente (solo autoral online), direção de Eucir de Sousa e um especial Cem anos de Clarice Lispector - a vastidão do amor, produzido para o Festival ConectArte, da Funarte /SP. E o recente Sinta o cheiro do mar (2024), sua dramaturgia, direção e atuação, contemplado em segundo lugar no Edital Proac - montagem inédita para público infantojuvenil. JOÃO BOURBONNAIS_ Ator e Mestre em Direção Teatral pela ECA-USP. Estreou em O NATAL DO FERREIRO de Oscar von Pfuhl, recebendo Menção Honrosa de Ator no 2º FextinSantos. Atuou em vários espetáculos teatrais e inúmeros musicais, onde se destacam, OS SALTIMBANCOS e HAIR, como assistente de direção de Silney Siqueira. O CÉU TEM QUE ESPERAR, SEIS PERSONAGENS À PROCURA DE UM AUTOR de Pirandello e A TEMPESTADE de Shakespeare todos com Paulo Autran e este último com a Armazém Cia. De Teatro, sob a direção de Paulo de Moraes; A ESTRELA DO LAR de Mauro Rasi com Marieta Severo e REBELDADES dirigido por Marília Pêra. Indicado ao prêmio APETESP por sua atuação em MARIA BORRALHEIRA de Vladimir Capella, espetáculo ganhador de 33 prêmios MAMBEMBE, APETESP E APCA. SÉRVULO AUGUSTO _ Músico, diretor musical, compositor de trilhas originais para teatro e cinema. Trabalha profissionalmente há 50 anos. Como diretor musical e compositor de trilha original citam-se: A lenda do vale da lua, de João das Neves, direção Mário Masetti, Prêmio SNT Melhor espetáculo infantil; Sonho de uma noite de verão, de William Shakespeare, direção Roberto Lage, Prêmio Mambembe Melhor Espetáculo; Fogo paulista, de Sérvulo Augusto, José Rubens Chachá, Jean e Paulo Garfunkel, direção Mário Masetti; Feliz ano velho, de Marcelo Rubens Paiva e Alcides Nogueira, direção Paulo Betti; Abre as urnas, coração, de Luiz Fernando Veríssimo, Luiz Carlos Fusco e Augusto Francisco, direção Roberto Lage; UBU, de Alfred Jarry, direção Cacá Rosset; Sherazade, de José Rubens Siqueira, direção Francisco Medeiros, Prêmio APETESP Melhor trilha original e Melhor espetáculo infantil; Tarsila, de Maria Adelaide Amaral, direção Sérgio Ferrara; Um Merlin, de Luis Alberto de Abreu, direção Roberto Lage e Uma Shirley qualquer, direção Miguel Falabella, com Suzana Vieira. GIULIANO CARATORI_ Ator e iluminador há 24 anos. Como ator e iluminador, destacam-se: Dois idiotas sentados cada qual no seu barril e O menino e a cerejeira, direção Stella Tobar, sendo um dos destaques de Melhor Iluminação de 2016 pelo crítico Dib Carneiro Neto. Operou e montou a iluminação em: A Saga da Bruxa Morgana O Enigma do Tempo, texto e direção Claudia Borioni; A Última Sessão, de Odilon Wagner; O Comediante, com Ary Fontoura e direção de José Wilker; A Casa dos Budas Ditosos, com Fernanda Torres, direção Domingos de Oliveira; Imortais, de Newton Moreno, direção Inês Viana e Forever Young, direção Jarbas Homem de Melo. ALLE PAIXÃO_ É atriz, bailarina e arte-educadora. Pós-Graduação em Dança e Consciência Corporal, pela FMU/SP. Bacharelado e Licenciatura em Artes Cênicas pela FPA - Faculdade Paulista de Artes/ 2004. Em TV, participou das séries da Rede Globo Amor em quatro atos e Som e Fúria. Em Cinema, atuou em Crô, longa sob direção de Bruno Barreto. CLEBER TOLINI _ é formado na FUNDARTE - Fundação das Artes de São Caetano do Sul. Em teatro, citam-se: Comida dos Astros, direção Graziela Moretto; Atrás do Pano – A Comédia, direção Marcelo Romagnoli; A Saga da Bruxa Morgana e a Família Real , com Rosi Campos, direção Cristiane Tricerri. Ator e produtor no espetáculo O subnormal – uma história de baixa visão, no qual conta sua trajetória na operação de um tumor que o deixou com visão subnormal. Recentemente, atuou na novela Todas as Flores (Globopay) no núcleo de pessoas com deficiência visual.

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$30.000,00 em 16/03/2026.

2026-07-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo