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PRONAC 2412538Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

O Matuto nas Aldeias

RAPHA SANTACRUZ PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 219,7 mil
Aprovado
R$ 219,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Performance de Circo, Clown e Ilusionismo
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2025-03-03
Término
2025-08-31
Locais de realização (4)
Floresta PernambucoPesqueira PernambucoTacaratu PernambucoÁguas Belas Pernambuco

Resumo

O Matuto nas Aldeias é um projeto de circulação do espetáculo "O MATUTO", do mágico e artista circense Rapha Santacruz, que tem por objetivo realizar8 apresentações e 4 ações formativas (de intercâmbio/troca de saberes) em quatro (4) territórios indígenas de Pernambuco, localizados no Agreste e no Sertão do Estado: 1 - Pipipã (Floresta); 2 _ Pankararú (Tacaratu); 3 - Fulni-ô (Águas Belas) e 4 _ Xukurú (Pesqueira).

Sinopse

Um misto de mágico e palhaço, esse personagem parece saído de um folheto de cordel. Em uma linguagem típica do nordeste brasileiro, ele vai apresentando seu universo de encantamento, com os elementos que saem da sua mala de vaqueiro sertanejo. Forró, xaxado, coco, cavalo-marinho fazem parte da animada trilha sonora desse espetáculo onde a magia tem sotaque matuto. Diversão garantida para todas as idades. O mágico matuto é danado de bom! O matuto é um ser brincante e de alma andarilha, com seus passos leves, ele tece uma trama de alegria e carisma, deixando um rastro de encanto por onde passa. Com o coração aberto e a maleta cheia de magia, já percorreu de norte à sul do Brasil, fazendo de cada encontro uma festa, e não secontendo com as fronteiras de sua terra natal, atravessou o atlântico, e foi de Caruaru para o mundo. SOBRE O ESPETÁCULO O MATUTO é um espetáculo lúdico, com uma dramaturgia baseada na cultura popular nordestina, onde o intérprete apresenta alguns textos improvisados, mas na maioria das cenas prevalece a linguagem corporal, com o artista dançando, fazendo equilíbrio, malabares, jogos de palhaçaria e tocando pífano e pandeiro. A interatividade é outra marca da obra, que tem classificação indicativa livre, e tem sido muito bem recebida por crianças e adultos. Desde sua estreia em 2016, O MATUTO já realizou dezenas de apresentações em várias cidades brasileiras e fez até uma temporada em Portugal, no final de 2017, se apresentando em Elvas, Almada e Lisboa. O Matuto nas Aldeias é um desdobramento do espetáculo O Matuto , desta forma o espetáculo O MATUTO NAS ALDEIAS é mais do que um projeto de circulação, é um portal de conexão com os povos indígenas, é a ampliação dos conceitos de inclusão e diversidade, integrando culturas e reconhecendo o valor de todos os pernambucanos, sem exceção. Nosso projeto resgata a tradicional itinerância do Circo e pega a estrada com o sentimento de regressar à casa, por estar indo para as terras dos povos originários de Pernambuco, e também pelo xamanismo ser a raiz de todas as formas de mágica, inclusive do ilusionismo. Essa proposta visa também salvaguardar a diversidade das manifestações culturais, especialmente aquelas das comunidades indígenas, afro-brasileiras e de outros grupos identitários fundamentais para o tecido histórico do Brasil, como enfatiza o artigo 215 da Constituição Federal.

Objetivos

Objetivo geral: Promover a inclusão e a diversidade cultural, facilitando o acesso à arte e fortalecendo a valorização das culturas indígenas em territórios de Pernambuco, por meio da circulação de um espetáculo de mágica e cultura popular pernambucana, além de ações formativas e intercâmbios culturais com as comunidades locais. Objetivo específico: * Realizar 08 (oito) apresentações do espetáculo "O MATUTO" em 4 territórios indígenas de Pernambuco, proporcionando acesso à arte para comunidades que possuem pouca ou nenhuma oportunidade de fruição cultural; * Ministrar 04 (quatro) oficinas de iniciação à arte mágica para crianças e seus familiares de cada comunidade indígena contemplada por este projeto; * Estabelecer 04 (quatro) parcerias com lideranças indígenas locais para a produção e execução do projeto * Promover a interiorização e a democratização do acesso à cultura, fazendo a circulação no Interior do Estado, com todas as ações gratuitas * Promover intercâmbio cultural através das vivencias artísticas onde o ilusionista Rapha Santacruz compartilha tecnicas do ilusionismo e em câmbio aprende sobre os saberes dos povos originários.

Justificativa

A arte tem comprovado sua potência de cura e sua excelência como agente de transformação, reafirmando seu lugar de direito humano básico. Mas as dimensões continentais e a cada vez maior desigualdade social do Brasil, são desafios imensos para quem se propõe a fazer chegar todas as formas de manifestação cultural nos mais distantes e distintos municípios brasileiros. E se a difusão já é uma tarefa desafiadora nos ambientes urbanos, nas comunidades tradicionais, situadas em áreas rurais e distantes de localidades urbanizadas e com estrutura captadora de eventos culturais, as dificuldades de acesso são ainda maiores. Ao mesmo tempo, sabemos também que as investidas contra os povos originários, contra suas terras; e o processo de aculturação, acabaram interferindo na rotina destes povos, trazendo mudanças significativas, e até a perda da identidade e o extermínio "cultural" e literal de muitos. Por valorizar e reconhecer a importância dos povos indígenas, inclusive na constituição da nossa identidade cultural, decidimos enfrentar os desafios de logística e estrutura para chegar nessas comunidades e nos colocarmos nesse lugar tão rico de troca de saberes, com o cuidado de não estabelecer nenhum tipo de relação de apropriação intelectual/cultural. Assim surgiu o projeto O MATUTO NAS ALDEIAS, com a pioneira iniciativa de realizar a circulação de um espetáculo circense exclusivamente em territórios indígenas. Para isso, escolhemos oferecer apresentações de um espetáculo que tem a mágica como protagonista, mas dialoga com a palhaçaria, equilíbrio, malabares, dança, música; e tem sua dramaturgia baseada 7 de 12 nas manifestações da cultura popular nordestina. O MATUTO tem classificação indicativa livre, e tem sido muito bem recebido por público de todas as idades, pela espontaneidade e comicidade do personagem, que toca ao vivo instrumentos como pife e pandeiro; e também pelo caráter interativo da obra. Realizar essas apresentações em aldeias indígenas, é dar oportunidade de fruição a comunidades que praticamente não tem acesso à arte, e raramente são lembradas nos projetos e circuitos culturais. Além disso, todas as ações do projeto estão em consonância com o Art. 1º da Lei 8313/91, incisos I ao IV, que dispões: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Assim como está enquadrado com ao art. 3º, II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. O projeto ainda está fundamentado no artigo 3ª do Decreto nº 11.453, de 23 de março de 2023 ao atuar nas seguintes dimensões: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais;

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DO ESPETÁCULO O espetáculo tem duração de 1h, será realizado pelo mágico, ator, professor e palestrante Rapha Santacruz. A produção do espetáculo utiliza recursos simples, com características e elementos regionais. O figurino é uma mistura de mágico e palhaço, com trajes de matuto. Especificação técnica das oficinas Cada oficina terá duração de 2h, para público de até 20 pessoas, os materiais e recursos utilizados utilizados serão de Para melhor organização, vamos firmar parceria com uma liderança indígena, que assumirá a produção local do projeto e também vai selecionar uma pessoa em cada território para facilitar a vivência de música e dança, que faz parte da ação formativa de intercâmbio que programamos. Complementando a ação formativa, o ilusionista Rapha Santacruz- com vasta experiência pedagógica-vai ministrar a oficina de iniciação à mágica para pais e filhos fazerem junto e com objetos fáceis de serem encontrados nas comunidades indígenas. Essa ação e todo o projeto foi pensado como uma via de mão dupla, onde artista e público são considerados e tratados igualmente como protagonistas. O MATUTO NAS ALDEIAS é mais do que um projeto de circulação, é um portal de conexão com os povos indígenas, é a ampliação dos conceitos de inclusão e diversidade, integrando culturas e reconhecendo o valor de todos os pernambucanos, sem exceção. Nosso projeto resgata a tradicional itinerância do Circo e pega a estrada com o sentimento de regressar à casa, por estar indo para as terras dos povos originários de Pernambuco, e também pelo xamanismo ser a raiz de todas as formas de mágica, inclusive do ilusionismo.

Acessibilidade

Por se tratar de um proposta que será executado em territórios indígenas, as medidas de acessibilidade serão inseridas em consonância com o modo de vida da população, visto que nenhum tipo de intervenção será imposta ou proposto para que sejam preservados sua autonomia, assim seus valores e sua cultura. Dessa forma as medidas de acessibilidade física serão adotadas se necessário e com a devida aprovação do representante do rerritório e da produção local que será realizada por pessoa indígena com experiências e vivênicias nos territórios contemplados. No que diz respeito a acessibilidade comunicacional, toda comunicação virtual através das redes sociais será contemplada com ações que envolvem acessibilidade comunicacional, com tradução em libras, através de janelas de libras, legendas, audiodescrição e linguagem simples.

Democratização do acesso

Como forma de atender as medidas de democratização de acesso, todas as atividades do projeto serão realizadas nos territórios indígenas indicados nesta proposta, sem que a haja a necessidade de deslocamentos das pessoas. Todas as ações serão ofertadas gratuitamente e o povo indígena é público prioritário desta proposta. O público prioritário da proposta serão pessoas das comunidades indígenas indicadas nessa projeto,mas na possibilidade de participação de outros públicos, oriundos de regiões nas proximidades das aldeias, poderão participar pessoas jovens que desenvolvem atividades culturais ou integrantes de grupos culturais, prioritariamente provenientes de escolas públicas e ensino médio e superior pessoas negras, população Lgbtqiapn+, mulheres, pessoas com deficiência, beneficiários do bolsa família e inscritos no CADUNICO, assim como todo e qualquer público dos marcadores identitários e grupos vulneráveis.

Ficha técnica

1. Raphael Henrique Santa Cruz Teixeira - Função no projeto: Coordenador geral e artista principal. Currículo: Rapha Santa Cruz, é mágico, artista, palestrante, professor e atua profissionalmente há mais de vinte anos, fazendo apresentações em teatros, festivais, lugares abertos, empresas, eventos sociais e culturais, além de ministrar oficinas, aulas articulares e palestras. Ele trouxe inovação para o cenário da arte mágica, desenvolvendo uma linguagem artística própria ao mesclar técnicas do ilusionismo música, dança e teatro. Além de atuar no cenário artístico, o agente atua ainda como produtor artístico dos seus projetos, sendo responsável pela autoria de seus espetáculos. Realizou duas temporadas em Portugal, com apresentações, performances e oficinas de mágica. Em 2016, com os espetáculos, HARU e RODA. E, em 2017, com ABRACASABRA e O MATUTO. Ganhou prêmios relevantes do mercado, como o FISM Latino América. Foi mentor do Rafa Vitti para novela: Além da Ilusão (Rede Globo), também foi selecionado para participar de laboratórios e projetos, além de ser convidado a ministrar oficinas e palestras pelo Brasil afora: marcos que fizeram dele um artista reconhecido. Além dos espetáculos, ele desenvolve um projeto voltado para a área de saúde, oferecendo formação para estudantes e profissionais do ramo. É professor de mágica e dramaturgia circense e é idealizador do Festival Internacional de Mágica-FIM. Uma longa história cheia de originalidade que faz dele, sem dúvida, um dos principais mágicos brasileiros da atualidade. No projeto o Matuto é responsável pela idealização, produção artística e artista principal do projeto. 2. Beatriz Aparecida da Silva - Função no projeto: Produtora local. Currículo: Bia Pankararu, 31 anos, tem formação como técnica em enfermagem e atuou na saúde indígena no território Pankararu, sertão de Pernambuco, de 2014 a 2022. Mulher indígena, bissexual, ativista pelos direitos humanos, produtora cultural e administradora das páginas Povo Pankararu no Facebook e Instagram. Coordenou durante seis anos o Projeto Zabumbeiros, que resgatava e fortalecia a cultura do pífano na aldeia Pankararu e na cidade de Tacaratu, tendo formado os atuais tocadores dos festejos tradicionais Pankararu. Produziu eventos como Pernambuco Nação Cultural e Sertão Itaparica Mundo, junto à Sambada Comunicação e Cultura e demais órgãos ligados a cultura e entretenimento no Estado de Pernambuco. Atualmente segue ligada aos movimentos sociais buscando o fortalecimento cultural, histórico e artístico de Pankararu. Hoje atua ativamente em produções audiovisuais, sendo roteirista, produtora e protagonista de “Rama Pankararu”, longa-metragem premiado no Cine PE 2022 e Festival de Cinema de Triunfo 2023. Atualmente está como liderança local da Aldeia Agreste, território indígena Pankararu e exercendo o mandato de conselheira local de saúde indígena. Secretária do CSIP, (Conselho de Saúde Indígena Pankararu) de 2021 a 2023. Articuladora na comissão de artistas e produtores locais para fundação do Conselho de Cultura no município de Tacaratu. 3. Gabriela de Araujo Pinto – Função no projeto: Produtora executiva. Currículo: Formada em Gestão de Marketing, construiu uma carreira sólida nas áreas de Comunicação, Trade Marketing e Comercial no universo organizacional. Ao longo dos anos, aplicou sua expertise em estratégias de mercado, comunicação e relacionamento com clientes para impulsionar marcas e negócios. Atualmente, atua na gestão da Rapha Santacruz Produções Artísticas e colabora em projetos para Cláudio Rabeca Produções e para a banda Academia da Berlinda, trazendo sua abordagem estratégica para o desenvolvimento de projetos criativos e culturais. 4. Suany Dantas dos Santos. – Função no projeto: Coordenadora do projeto. Currículo: Especialista em gerenciamento de projetos pela Faculdade Ateneu, pós-graduanda em gestão integrada de projetos e processos pela UNIFAFIRE, graduada em ciências sociais pela Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE. Coordenadora de projetos do Hospital de Câncer de Pernambuco – HCP, gestora social e cultural da Girassol Consultoria em Projetos. Dedica-se a estudos nas áreas: políticas culturais, gestão cultural e terceiro setor (Organizações da sociedade civil – OSC). Tem experiências nas áreas de elaboração e gerenciamento de projetos, facilitadora em oficinas e cursos de formação, além de consultoria e gerência para o desenvolvimento das organizações da sociedade civil, desenvolvimento e implantação de treinamentos para o setor público e privado. 5.Lenine Oliveira Batista Junior. Residência: Recife/PE – Função do projeto: Assistente de produção executivo. Currículo: Profissional com mais de 15 anos de experiência em gestão de negócios, metodologias ágeis e design thinking, focado em desenvolvimento estratégico, otimização de processos e implementação de melhorias eficazes. Também é produtor executivo em projetos culturais e sociais, com foco em planejamento estratégico e marketing cultural, além de cursos e treinamentos voltados para o crescimento sustentável. Especialista em gestão integrada de projetos e processos, marketing e comunicação.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.