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PRONAC 2412539Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Vestir o Pai

TEATRO EM CONSERVA PRODUCOES ARTISTICAS E CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 865,2 mil
Aprovado
R$ 865,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
SAO PAULO
Início
2025-03-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (3)
Belo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto visa a montagem e circulação da peça teatral "Vestir o pai", de Mario Vianna por diferentes regiões do Brasil. "Vestir o Pai" é uma comédia que traz a assinatura de um dos autores nacionais que despontaram na transição dos anos 90 para o século XXI: Mário Viana. Sua obra, além de explorar os conflitos familiares, brinca com os limites da moral nos revelando as nuances e facetas do ser humano. Em "Vestir o Pai", que teve sua primeira montagem dirigida por Paulo Autran, Viana afina seu humor com um tema delicadoprovocando o público até o limite do patético

Sinopse

Uma situação inicial dramática, quase angustiante, é transformada numa comédia divertida e inteligente. Diante da morte iminente do pai em coma, a família decide levá-lo para casa. Mulher e filhos cuidam do paciente terminal. A mesquinhez, a visão estreita do mundo que os personagens têm, as mágoas do passado, as traições, a ganância, os absurdos diante dos preparativos do enterro... Tudo isto vem à tona enquanto se escolhe a roupa com a qual o pai será enterrado. A quase viúva sonha com a libertação e o prenúncio de uma nova vida de prazeres e os filhos tentam, a todo custo, antecipar a partilha dos bens. Uma história que expõe o ridículo dos conflitos e frustrações afetivas de uma família. “Vestir o Pai” é uma comédia que traz a assinatura de um dos autores nacionais que despontaram na transição dos anos 90 para o século XXI: Mário Viana. Sua obra, além de explorar os conflitos familiares, brinca com os limites da moral nos revelando as nuances e facetas do ser humano. Em “Vestir o Pai”, que teve sua primeira montagem dirigida por Paulo Autran, Viana afina seu humor com um tema delicado provocando o público até o limite do patético. A peça retrata, com humor, o lado “gentinha” que se esconde em cada um de nós, investiga as esgarçadas relações familiares e a trágica dissolução de seus valores. O universo da classe média e as situações inusitadas propostas pelo texto completam a receita que induz a plateia a rir da morte sem o menor constrangimento. A peça conta com um excelente elenco formado por Jussara Freire, Arlete Heringer e Cláudio Gabriel, atores de renome no teatro, no cinema e na televisão. “Vestir o Pai” recebeu os prêmios: Plínio Marcos, da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo (2001) e o prêmio Carlos de Carvalho, da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre (2001). A classificação etária é de 12 anos, e esperamos ter na plateia familias que venham assistir a esta montagem leve e divertida.

Objetivos

Objetivo Geral: Promover e difundir a produção cultural e artística nacional, através da montagem e circulação de Vestir o Pai, uma peça teatral de Mário Vianna, um autor brasileiro. Objetivo específico: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Montagem do espetáculo e em seguida circulação por 05 (cinco) estados brasileiros; Realizar a temporada durante um mês na cidade do Rio de Janeiro (RJ), com 12 apresentações; Realizar a temporada durante um mês na cidade de São Paulo (SP), com 12 apresentações; Realizar 03 (três) apresentações em cada uma das seguintes cidades: Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE) e Brasilia (DF). CONTRA PARTIDA SOCIAL: Realizar 04 (quatro) ensaios abertos gratuitos no Rio de Janeiro e em São Paulo, e 01 (um) ensaio aberto nas demais cidades, destinados a jovens de escolas da Rede Pública.

Justificativa

Quando sugerimos temas polêmicos à sociedade, no caso de "Vestir o Pai" - a degeneração de valores éticos e morais da família -, nos aproximamos mais da função original da arte que é a de ser um entretenimento provocador. Dessa forma, o teatro cumpre a importante função social de recriar o mundo à sua volta. Levar uma história sobre a família brasileira ao palco é garantia de identificação imediata com a plateia. Ao perceber nos personagens características muito comuns a qualquer um de nós, que ficam camufladas diante de situações difíceis, como o confronto com a morte, aproxima o público do universo da obra. O texto seduz e diverte quando trata de forma muito prática o ritual que é a preparação para o que é inevitável. Como, por exemplo, escolher a roupa que o moribundo usará no seu enterro, o figurino da viúva, a partilha dos bens, a "lista dos convidados", bem como as revelações inusitadas que ficaram anos escondidas e que revertem o andamento da trama. "Vestir o Pai" fala dos conflitos de uma família brasileira, mas revela sentimentos universais. O espetáculo, além de ter um excelente texto, conta com uma equipe de profissionais qualificados e sintonizados com o humor. No elenco, Jussara Freire que faz a "quase viúva"; Claudio Gabriel e Arlete Heringer completam a família criada por Mário Viana. A iluminação é de Ricardo Fujji, cenário e figurinos de Eduardo Albini e a direção fica por conta de Luiz Antônio Rocha, considerado por Flávio Marinho um dos reinventores do gênero besteirol. Com "Vestir o pai", Luiz Rocha dá continuidade ao trabalho de pesquisa sobre o riso que teve início com os sucessos de público e crítica: "Uma Loira na Lua", "Eu Te Darei o Céu" e "Brimas". O projeto, atende a Lei 8313/91 em seus artigos 1º e 3º oferecendo ao público uma produção de qualidade técnica e artística, garantindo o interesse do público de diferentes faixas etárias. Atende aos seguinte itens da Lei: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Produto: TEATRO Passagem aérea - serão necessarias passagens aéreas para o deslocamento do diretor que reside em São Paulo, bem como dos demais elementos que residem no Rio de Janeiro. Esta informação detalhada esta na tela "deslocamentos". LOCAL DE ENSAIO DA MONTAGEM: RJ - Rio de Janeiro LOCAIS DE REALIZAÇAO RJ - Rio de Janeiro SP - São Paulo MG - Belo Horizonte O presente projeto é uma produção independente, pois o proponente não detem a posse ou a propriedade de espaços cênicos ou salas de apresentação onde o projeto será encenado. Há no orçamento o item aluguel de teatro, caso haja a necessidade de se cumprir com essa despesa.

Especificação técnica

Produto principal: Espetáculo teatral Duração: 60 minutos Classificação etária: 12 anos Contrapartida social: Serão oferecidos estágio de produção, iluminação, som e palco durante os ensaios e as apresentações; Os ensaios serão abertos a alunos e professores de escolass públicas de cada cidade.

Acessibilidade

O Projeto oferecerá as seguintes medidas de acessibilidade, em atendimento a IN nº 11/2024, separadas por produto: Produto 1: Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade Física: O projeto será realizado em diversos espaços e iremos priorizar aqueles que possibilitem a circulação de pessoas com deficiência física, como o uso de cadeira de rodas com banheiros adaptados ao uso de deficientes físicos, conforme disposto no art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Item orçamentário: Não se aplica Acessibilidade para deficientes visuais: O projeto prevê lugares destinados exclusivamente a pessoas com deficiência visual. Item orçamentário: Não se aplica Acessibilidade para deficientes auditivos: O projeto prevê Tradução em Libras e legendas automáticas em conteúdos digitais. Item orçamentário: Intérprete de Libras Acessibilidade para autistas: O projeto prevê facilitadores para atender a pessoas autistas. Item orçamentário – Assistente Produto 2: Contrapartida social Acessibilidade Física: O projeto será realizado em diversos espaços e iremos priorizar aqueles que possibilitem a circulação de pessoas com deficiência física, como o uso de cadeira de rodas com banheiros adaptados ao uso de deficientes físicos, conforme disposto no art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Item orçamentário: Não se aplica Acessibilidade para deficientes visuais: O projeto prevê vagas destinadas exclusivamente a pessoas com deficiência visual. Item orçamentário: Não se aplica Acessibilidade para deficientes auditivos: O projeto prevê Tradução em Libras e legendas automáticas em conteúdos digitais. Item orçamentário: Intérprete de Libras Acessibilidade para autistas: O projeto prevê facilitadores para atender a pessoas autistas. Item orçamentário – Professor auxiliar

Democratização do acesso

Serão distribuídos os produtos culturais resultantes do projeto, respeitando os limites do artigo 29 da IN 11/2024, a saber: - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;- 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo;- 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; - 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta;- meia-entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados;- meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados;- meia-entrada para estudantes, jovens de baixa renda portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressoscomercializados; Além das ações previstas acima, ainda serão previstas as seguintes ações previstas no art. 29 da Instrução Normativa: - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos.

Ficha técnica

MÁRIO VIANNA – Autor - Um dos autores que despontam na transição dos anos 1990 para a primeira década de 2000. Firma-se como comediógrafo, autor de obras que variam do escracho escatológico ao conflito familiar. As primeiras incursões no teatro acontecem em 1986, em uma oficina de dramaturgia oferecida pelo Centro de Pesquisa Teatral do Sesc - CPT, de Antunes Filho, onde tem aulas, ao lado de Antônio Araújo e Hugo Possolo, com o dramaturgo Luís Alberto de Abreu, comediógrafo que se torna referência também para muitos outros autores. Em 1999, inicia sua constante parceria com o grupo Parlapatões, Patifes & Paspalhões: Hugo Possolo dirige Mistérios Gulosos, sobre aldeões da Idade Média que tentam emagrecer, uma vez que os anjos conseguem conduzir só almas leves para o Paraíso, segundo alguns exploradores da fé. No ano seguinte, Um Chope, Dois Pastel e uma Porção de Bobagem entre outros. Mário Viana também atua no campo da formação, ministrando aulas e palestras sobre a comédia, suas formas e procedimentos. LUIZ ANTONIO ROCHA – Encenador - Produtor, autor e diretor teatral é um dos mais conceituados diretores de casting do mercado, segundo a revista Veja. Indicado ao prêmio Shell de 2019 na categoria inovação por “ Paulo Freire, o Andarilho da Utopia”. Sendo considerado por Flávio Marinho no seu livro “Quem tem medo de besteirol” como um dos reinventores do gênero. Produziu, dirigiu, criou os cenários e figurinos do espetáculo A História do Homem que ouve Mozart e da Moça do Lado que escuta o Homem, de Francis Ivanovich que participou das mostras oficiais dos Festivais de Curitiba e Porto Alegre de 2011. Dirigiu e escreveu Frida Kahlo, a Deusa Tehuana; Brimas, de Beth Zalcman e Simone Kalil, indicado ao prêmio Shell de melhor texto em 2015/2016, Zilda Arns, a dona dos Lírios em 2018. Seus espetáculos além de ficarem muito tempo em cartaz, possuem uma marca autoral com grande sensibilidade que valoriza a força do ator e da palavra. Seus trabalhos mais recentes são: O Profeta, uma releitura filosófica da obra de Khalil Gibran e Helena Blavatsky, a Voz do Silêncio, sucesso de público e critica, em cartaz desde 2023, lotando salas de teatro pelo Brasil. ARLETE HERINGER – Atriz - atriz profissional desde 1987, tem no currículo espetáculos como “O Mercador de Veneza” ; "Édipo-rei” ; "A aurora da minha vida”; Rasto atrás” e "Ambulâncias na Contramão". Em telenovelas, atuou em Laços de Família, Mulheres Apaixonadas, América, Malhação e Salve Jorge. No cinema, participou de "Mulheres do Brasil" e "Hamartia - Ventos do destino". JUSSARA FREIRE - Atriz - é uma atriz e apresentadora brasileira, célebre por seus trabalhos na televisão, cinema e teatro, ela é vencedora de vários prêmios, incluindo dois Prêmios APCA, um Prêmio Qualidade Brasil, e um Troféu Imprensa. Iniciou sua carreira nos anos 70 ganhando destaque em novelas como Os Inocentes, Éramos Seis e O Direito de Nascer, consolidando-se como um dos grandes nomes da teledramaturgia brasileira, até se estabelecer como uma atriz de prestígio graças ao seu desempenho na novela Pantanal (1990), pelo qual alcançou o reconhecimento da crítica e do público e foi premiada como melhor atriz no Troféu Imprensa e no Prêmio APCA. Outros trabalhos notáveis incluem as novelas Amazônia (1991), Coração de Estudante (2002), Cabocla (2004) e Belíssima (2005). CLAUDIO GABRIEL - é um ator brasileiro. Em 1991 iniciou sua carreira no teatro, em grupos amadores do Rio de Janeiro. Em seguida, cursou a Escola de Teatro Martins Pena, tornando-se profissional em 1992. Em 30 anos dedicados ao ofício da atuação, Claudio coleciona trabalhos humorísticos e, inclusive, ministra aulas para formar novos humoristas. “A comicidade requer uma atuação não convencional, digamos assim. É preciso acessar canais que fogem à razão. O que é racional dá lugar ao intuitivo, ao imprevisto, ao improviso. Tudo isso associado às técnicas do humor, claro”, explica o ator, que admite não ser uma tarefa fácil arrancar o riso. E quando pensa no futuro, o ator não é de grandes ambições. “Quero ter condições de sair da cidade grande, viver no campo”, almeja ele.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.