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Pré produção, Produção, Temporadaem São Paulo e Circulação do monólogo "O Hetero", de autoria de Zé Wendell e direção de Alice Steinbruck, que propõe uma jornada íntima e quixotesca de um brasileiro nordestino, Fulano de Tal, em busca de sua identidade e aceitação pessoal. Nascido em uma pequena cidade do interior, "Cacimba de Dentro", quase invisível ao Google Maps, Fulano narra sua trajetória até a "Hollywood brasileira", o Rio de Janeiro, em uma busca ilusória de se encaixar nos padrões normativos da sociedade, inspirada pela influência da televisão e da cultura midiática.A estreia será realizada na cidade de São Paulo, com uma temporada de apresentações, seguida por uma circulação por cidades-chave do Brasil: Campinas, Belo Horizonte, Cuiabá, Brasília, Goiânia e Campo Grande.A obra valoriza o folclore nordestino, como o repente e o cordel, e faz uma crítica bem-humorada à influência da mídia e da televisão nas aspirações populares.
A peça "O Hetero" explora a trajetória de Fulano de Tal, um nordestino nascido no coração do Brasil profundo, numa cidadezinha chamada Cacimba de Dentro, que fica "na divisa do nada com coisa nenhuma", e que mal aparece no mapa. Ali, entre a simplicidade do sertão e as complexidades dos estigmas culturais, Fulano cresce e desenvolve uma paixão pela arte, com o sonho audacioso de se tornar um grande artista. Desde cedo, ele se inspira nas histórias do folclore local, recitando cordéis e improvisando repentes. Alimentado pelos ícones da televisão brasileira, ele decide deixar seu lar e embarcar num pau de arara rumo ao Rio de Janeiro, a "Hollywood brasileira", onde acredita que o sucesso o espera. Contudo, o caminho é repleto de desafios: ele enfrenta preconceitos, enfrenta a dureza da cidade grande e sente o peso das expectativas culturais e sociais de um nordestino que busca espaço no eixo artístico do país. Ao longo de sua jornada no Rio, Fulano experimenta momentos cômicos e dramáticos, vivendo uma espécie de "road movie existencial". Em meio a encontros e desencontros, ele alcança o estrelato, mas logo percebe que a vida artística não resolve o vazio interno que sente. Entre as pressões para se encaixar em padrões e o desejo de permanecer fiel às suas raízes, Fulano enfrenta um dilema universal: ser ou não ser quem ele realmente é. A narrativa de "O Hetero" conduz o público a refletir sobre identidade e pertencimento, em uma trama repleta de humor, poesia e crítica social. Fulano, ao revisitar suas origens e confrontar seus estereótipos, descobre que o verdadeiro sucesso está em abraçar suas raízes e aceitar-se plenamente, encontrando a si mesmo na autenticidade de sua própria história.
Objetivos Gerais: O projeto de temporada e circulação do monólogo "O Hetero" visa promover a diversidade cultural brasileira, explorando a trajetória de Fulano de Tal, um nordestino e artista em busca de autoaceitação. A peça combina elementos de ficção e autobiografia, abordando questões de identidade e pertencimento, com ênfase na valorização das raízes culturais regionais. O espetáculo circulará por diferentes cidades brasileiras, fomentando o diálogo sobre a pluralidade cultural e incentivando a reflexão sobre estereótipos e preconceitos enfrentados por pessoas de diversas origens. Objetivos Específicos e Enquadramento na Lei Rouanet: 1. Fomentar a cultura nordestina e brasileira: Levar ao público elementos do folclore nordestino, como o repente e a literatura de cordel, valorizando a rica herança cultural do interior do Brasil. **Enquadramento: Inciso II, Art. 3º da Lei Rouanet** Este objetivo se enquadra na promoção e valorização de manifestações culturais regionais e populares, que buscam a preservação do patrimônio cultural imaterial, especialmente da cultura nordestina. 2. Promover a diversidade artística e cultural: Utilizar o teatro como ferramenta para discutir questões de identidade, pertencimento, preconceitos e autoaceitação, de maneira leve e bem-humorada, conectando diferentes públicos. Enquadramento: Inciso IV, Art. 3º da Lei Rouanet Relaciona-se à promoção da diversidade artística e cultural, estimulando a reflexão sobre questões sociais e de identidade por meio da arte cênica, contribuindo para a democratização do acesso à cultura. 3. Oferecer acesso cultural a diversas regiões: A circulação da peça pretende atingir tanto grandes centros urbanos quanto cidades de menor porte, promovendo o acesso à cultura em localidades onde o teatro é menos acessível. Enquadramento: Inciso I, Art. 3º da Lei Rouanet Relaciona-se ao incentivo à democratização do acesso aos bens culturais, com a proposta de levar o espetáculo a diferentes regiões do Brasil, alcançando públicos variados, incluindo áreas com pouca oferta de atividades culturais. 4. Fortalecer a produção cultural brasileira: Estimular a cadeia produtiva teatral por meio da contratação de profissionais locais nas cidades visitadas e fomentar a economia criativa. Enquadramento: Inciso V, Art. 3º da Lei Rouanet Este objetivo está alinhado com o fomento à economia criativa e ao fortalecimento da cadeia produtiva cultural, gerando empregos diretos e indiretos nas cidades em que o espetáculo será apresentado.
O projeto "O Hetero" atende a importantes demandas culturais e sociais, refletindo as contradições da sociedade brasileira contemporânea. Ao abordar questões de identidade, preconceito e estereótipos enfrentados por pessoas de diferentes origens, especialmente do interior do Brasil, o espetáculo oferece uma visão sensível e humorística sobre as complexidades da vida de Fulano de Tal, um nordestino em busca de aceitação pessoal. A peça incorpora a cultura popular brasileira, integrando elementos do folclore nordestino, como o repente e a literatura de cordel, bem como influências midiáticas, o que torna sua narrativa acessível e familiar para diferentes públicos. Demandas Atendidas:1. Democratização do Acesso à Cultura: O projeto propõe uma circulação ampla, atingindo regiões urbanas e interioranas, onde o acesso ao teatro é limitado. Essa iniciativa promove a inclusão cultural, levando um espetáculo de alta qualidade a comunidades que tradicionalmente possuem menor acesso às produções artísticas. 2. Valorização do Patrimônio Cultural Imaterial: A obra valoriza a cultura popular brasileira, com destaque para as tradições nordestinas. Isso fortalece a identidade cultural regional, preservando e difundindo as expressões artísticas que fazem parte do patrimônio imaterial do Brasil. 3. Debate Sobre Questões Sociais e Identitárias: "O Hetero" gera uma reflexão sobre a construção da identidade pessoal e cultural no Brasil, discutindo temas como o preconceito, os estigmas sociais e a busca por aceitação em um contexto de diversidade e desigualdade. Critérios da Lei Rouanet _ Artigo 18:O projeto "O Hetero" enquadra-se no Art. 18 da Lei Rouanet, pois promove a preservação e valorização do patrimônio cultural imaterial, ao resgatar e divulgar elementos fundamentais da cultura nordestina, como o repente e o cordel. Além disso, o espetáculo utiliza a linguagem teatral para fomentar o desenvolvimento da consciência crítica sobre questões sociais e identitárias, alinhando-se às finalidades da lei, que inclui a promoção da diversidade cultural e o incentivo à inclusão cultural. Enquadramento no Artigo 1º: O projeto atende aos princípios estabelecidos no **Art. 1º** da Lei Rouanet, que visa fomentar e democratizar a produção cultural no Brasil, garantindo o acesso de diferentes públicos a bens culturais de qualidade. Ao circular por regiões de difícil acesso, "O Hetero" contribui diretamente para a ampliação do acesso à cultura, respeitando a diversidade artística e o pluralismo de expressões culturais do país. Assim, o projeto "O Hetero" se justifica plenamente dentro dos critérios da Lei Rouanet, tanto no que diz respeito ao Art. 18, por promover a preservação cultural, quanto ao Art. 1º, por garantir a democratização e o acesso à cultura em todo o território nacional.
Conforme art. 24 da Instrução Normativa n° 1, de 1 de julho de 2013, o proponente será remunerado com recursos decorrentes de renúncia fiscal, pois prestará serviços ao projeto como Diretora Geral, estando discriminado no orçamento analítico previsto no art. 12 desta Instrução Normativa, com custo limitado a 10% do total aprovado, até o teto de R$ 100.000,00 (cem mil reais).
A estratégia de acessibilidade para o projeto "O Hétero" visa garantir que todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais ou socioeconômicas, possam usufruir da experiência teatral de maneira plena e inclusiva. 1. Acessibilidade Física - Transporte Gratuito e Adaptado: Será oferecido transporte gratuito para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, além de idosos. Esse transporte será adaptado com rampas de acesso e espaços reservados para cadeiras de rodas, garantindo que todos possam chegar com segurança e conforto ao teatro. - Infraestrutura Acessível no Teatro: Todos os teatros utilizados na turnê serão equipados com infraestrutura adequada, incluindo rampas de acesso, corrimões, elevadores, e banheiros adaptados. Haverá ainda assentos reservados para pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes, garantindo que todos tenham lugares apropriados para assistir ao espetáculo. 2. Acessibilidade Comunicacional - Libras (Língua Brasileira de Sinais): Durante todas as apresentações, haverá intérpretes de Libras para atender ao público com deficiência auditiva. Esses intérpretes serão posicionados de forma visível e participarão do espetáculo ao vivo, garantindo uma tradução simultânea da narrativa e das interações entre os personagens. 3. Acessibilidade Social e Econômica - Distribuição Gratuita de Ingressos: A estratégia de democratização de ingressos prevê a distribuição de 20% dos ingressos de forma gratuita, priorizando pessoas em situação de vulnerabilidade social, inclusive aquelas com deficiência. Isso garante que todos, independentemente de sua condição econômica, possam participar do evento. - Meia-entrada Ampliada: Além de atender à legislação, o projeto ampliará a oferta de meia-entrada para todos os ingressos comercializados, permitindo que mais pessoas, incluindo pessoas com deficiência e idosos, tenham acesso ao espetáculo a preços reduzidos.
A estratégia de democratização do acesso ao projeto "O Hetero" vai além das exigências legais, garantindo não apenas a distribuição de ingressos gratuitos e a ampliação do direito à meia-entrada, mas também promovendo a inclusão através de transporte gratuito e acessibilidade. Com essa abordagem, o projeto reforça seu compromisso com a democratização cultural, tornando o teatro mais acessível para um público diversificado e consolidando sua relevância no contexto das políticas de fomento no Brasil. 1. Distribuição Gratuita de Ingressos e Ensaios Abertos - Cumprimento do Inciso I: Serão doados 10% do total de ingressos para distribuição gratuita, com caráter social. Estes serão destinados a populações vulneráveis, incluindo estudantes de escolas públicas, projetos sociais e comunidades de baixa renda. - Ensaios Abertos Gratuitos: Em cada localidade de apresentação, serão realizados ensaios abertos gratuitos para a população, especialmente voltados para quem não conseguir ingressos gratuitos ou com meia-entrada. Esses ensaios vão permitir que ainda mais pessoas tenham a oportunidade de vivenciar o espetáculo e se aproximar do universo teatral. - Público-alvo: O foco será a inclusão de pessoas de comunidades carentes, grupos socialmente desfavorecidos, além de colaboradores de patrocinadores e influenciadores sociais que possam promover o espetáculo. 2. Ampliação da Meia-Entrada - Cumprimento do Inciso II: Além da obrigatoriedade de garantir meia-entrada para estudantes, idosos, professores e outras categorias elegíveis, o projeto expandirá a oferta para qualquer pessoa que não tenha sido contemplada pela gratuidade, permitindo que mais indivíduos possam comprar ingressos a preços reduzidos. - Estratégia de Preços Populares: Serão oferecidos 15 mil ingressos a preços populares, com valor de R$ 42 para a entrada inteira e R$ 21 para a meia-entrada. Esta ação cumpre a Lei de Democratização do Acesso e garante que pessoas de diferentes perfis socioeconômicos possam assistir ao espetáculo. 3. Transporte Gratuito e Acessibilidade - Cumprimento do Inciso III: O transporte gratuito será oferecido para parte do público, especialmente para aqueles beneficiados pela distribuição de ingressos gratuitos e de preço popular, garantindo que pessoas de regiões de difícil acesso ou em situação de vulnerabilidade possam comparecer ao espetáculo. - Impacto: Essa iniciativa visa assegurar que o transporte não seja um obstáculo ao acesso ao espetáculo, promovendo a inclusão de diversas regiões e garantindo que todos possam participar.
IDEALIZAÇÃO - DRAMATURGIA - José Wendell de Araújo Soares INTERPRETAÇÃO: Zé Wendell DIREÇÃO: Alice Steinbruck REALIZAÇÃO E ELABORAÇÃO DE PROJETO: Steinbruck Art Solutions DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Alice Steinbruck / Andrea Menezes / Zé Wendell PRODUÇÃO EXECUTIVA: Andrea Menezes DIREÇÃO DE MOVIMENTO: Carla Stank DIREÇÃO MUSICAL: Marcelo Alonso Nves DIREÇÃO DE FIGURINO: Ticiana Passos DIREÇÃO DE CENÁRIO: Mina Quental ILUMINAÇÃO: Ana Luzia de Simoni COORDENAÇÃO DE LOGÍSTICA: Joanna Marins PRODUÇÃO DE APOIOS: Andrea Menezes DESIGN GRÁFICO: André Senna PRODUÇÃO DE MÍDIA: Life Planet ASSESSORIA DE IMPRENSA: Aproach Comunicação ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA: Marcelo Kassar TÉCNICO DE SOM: Matheus Castro e Equipe TÉCNICO DE ILUMINAÇÃO: Orlando Scheider e equipe DIREÇÃO ADMINISTRATIVA: Marcelo Kassar DIREÇÃO DE RELAÇÕES PÚBLICAS: Aproach Comunicação CURRÍCULOS: IDEALIZAÇÃO E INTERPRETAÇÃO: Natural de Cacimba de Dentro, Paraíba, Zé Wendell é ator, bacharel em Interpretação pelocurso de Artes Cênicas da UNIRIO – RJ, dramaturgo, produtor e ativista da causa LGBT.Entusiasta e pesquisador das artes cênicas, é também um dos integrantes da Cia de TeatroOmondé, tendo participado de todas as montagens da companhia: Último Ensaio – InezViana; Auto de João da Cruz – Ariano Suassuna; A Mentira – Nelson Rodrigues; OsInadequados - Omondé; Infância, tiros e plumas - Jô Bilac; Nem Mesmo Todo o Oceano -Alcione Araújo; Os Mamutes - Jô Bilac e As Conchambranças de Quaderna - ArianoSuassuna. Em 2019 escreveu, produziu e atuou em seu primeiro monólogo, “O Hétero”, umaautoficção com direção de Alice Steinbruck. Em 2021 esse mesmo projeto deu origem aoderivado “Cabra Macho”, uma cena curta de autoria de Zé Wendell, para o Cena Agora –Encruzilhada Nordeste do Itaú Cultural/SP.Entre outros trabalhos no Teatro, atuou no espetáculo Marido Ideal, de Oscar Wilde, comdireção de Gilberto Gawronski/ 2016; Navalha na Carne de Plínio Marcos com direção deRubens Camelo/ 2016; Arresolvido de Érida Castelo Branco e direção de André Paes Leme/2013; Um de nós de Marcos Galinha e direção de Joana Lebreiro/ 2014; Woyzeck de Büchnere direção de Marcela Andrade/ Supervisão de Moacir Chaves.Como professor de teatro, trabalhou para a prefeitura de Itaguaí, entre 2010 e 2012, no projeto“Teatro na periferia/ Cras Brisamar”; na época da graduação foi aluno bolsista do projeto“Teatro na prisão”, projeto de extensão da Unirio/ 2008. No teatro paraibano integrou a CiaSatyricon – Pb; A Cia de Teatro Heureka – Pb e o Balé do Teatro de Campina Grande – Pb.Na Tv participou de diversos produtos da Rede Globo S/A, sendo os últimos: Terra e Paixão;Vai na Fé e a 3a temporada da série Cine Hollyúdi. Ainda na Tv, foi o João Grillo, do Autoda Compadecida de Ariano Suassuna, para o programa “Teatro no Ato” do canal ARTE 1,com direção de João Falcão.Para o streaming atuou na quinta temporada da série Impuros, do Star plus Brasil e TodaFamília Tem, na Amazon prime. Na publicidade seu último trabalho foi para a PrudentialSeguros, também já gravou diversos comerciais para empresas de telefonia, cervejarias, entreoutros. No cinema participou do filme “O mensageiro” de Lúcia Murat e “O Porteiro” dePaulo Fontenelle. Como reconhecimento, de sua atuação, recebeu em 2021 o certificado demelhor performance da revista “Teatro Hoje” pelo espetáculo “Auto de João da Cruz”; em2020 o certificado web de melhor ator da Cidade de Campina Grande pelo Portal GlêbsonRodrigues e o prêmio de melhor ator coadjuvante na Mostra Estudantil do CCBB/RJ/2011.ra de Sangue 2010 - The Reapers DIREÇÃO GERAL: ALICE STEINBRUCK - Alice Steinbruck é uma diretora, produtora e atriz brasileira com uma trajetória marcante no cenário artístico do Rio de Janeiro. Seu primeiro trabalho como diretora foi aos 23 anos, à frente da prestigiada Orquestra Petrobras Sinfônica, na peça "Pierrot Lunaire", de Shoenberg. Formada em Artes Cênicas pela UNIRIO, com habilitação em Direção Teatral, Alice também possui formação técnica em interpretação pela Casa de Artes de Laranjeiras (CAL). Ao longo de sua carreira, Alice se destacou em diversas funções no teatro, combinando sua experiência em atuação, direção e produção. Ela dirigiu e escreveu peças como "Torpedos" (2009) e "Desejo" (2012), e protagonizou produções como "Timon de Atenas" (2014-2015) e "O Como e o Porquê" (2016), onde também atuou como produtora e tradutora. Além de sua atuação no palco, Alice fundou em 2016 a Casa de Baco, um espaço cultural dedicado ao jazz e ao teatro, que se tornou referência para artistas independentes no Rio de Janeiro. Sua vasta experiência abrange todas as áreas da produção teatral, consolidando-a como uma figura de grande relevância no teatro brasileiro. DIREÇÃO DE CENOGRAFIA : Mina Quental é uma talentosa arquiteta e cenógrafa reconhecida por suas contribuições em espetáculos impactantes, incluindo "O Pequeno Príncipe Preto", uma obra que celebra a cultura afro-brasileira e a diversidade. Colaborou com diretores renomados como Rodrigo França, no espetáculo "O Pequeno Príncipe Preto", que explora temas de empatia e coletividade, e tem no currículo parcerias com artistas como Inês Viana e Alice Steinbruck. Sua expertise em cenografia se destaca por integrar conceitos visuais que complementam e enriquecem a narrativa de cada projeto em que participa, reforçando temas culturais e sociais de forma marcante. DIREÇÃO DE FIGURINO: Ticiana Passos é uma talentosa figurinista, atriz e designer gaúcha radicada no Rio de Janeiro. Com uma sólida formação em artes cênicas e design, ela possui uma trajetória diversificada que une a atuação e a criação de figurinos para teatro e produções audiovisuais. Ticiana já trabalhou ao lado de renomados nomes do teatro brasileiro, como Ernesto Piccolo, e se destaca por seu olhar criativo e detalhista, que dá vida e autenticidade aos personagens por meio de seus figurinos. Sua habilidade em integrar estética e narrativa faz dela uma profissional de destaque no cenário artístico nacional. DIREÇÃO MUSICAL: Marcelo Alonso Neves é músico e diretor musical da companhia Omonde, no Rio de Janeiro. Com uma trajetória rica no cenário musical brasileiro, Marcelo é reconhecido por suas contribuições que transitam entre o teatro e a música, sempre com uma sensibilidade voltada à expressão cultural brasileira. Como diretor musical, ele se destaca por sua capacidade de criar trilhas sonoras envolventes e de trazer elementos autênticos às produções teatrais, potencializando a narrativa e a ambientação de cada espetáculo. ILUMINAÇÃO: Ana Luzia de Simoni é uma renomada iluminadora brasileira, filha do consagrado Aurelio de Simoni. Com uma carreira dedicada à criação de atmosferas únicas nos palcos, ela já foi premiada com o Prêmio Shell por seu trabalho inovador e sensível em iluminação cênica. Ana Luzia é reconhecida por seu talento em destacar as nuances das produções teatrais, contribuindo de forma singular para o cenário das artes cênicas no Brasil.
Periodo para captação de recursos encerrado.