Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2412566Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

Sou uma, sou muitas: meu nome é Frida!

COTIARA PRODUTORA LTDA
Solicitado
R$ 998,8 mil
Aprovado
R$ 998,8 mil
Captado
R$ 7,7 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-04-01
Término
2025-12-01
Locais de realização (3)
Belo Horizonte Minas GeraisBelém ParáSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto tem como produto principal a criação e circulação da peça "Sou uma, sou muitas: meu nome é Frida!", sobre a artista Frida Kahlo. Como produtos secundários: a produção e distribuição de um catálogo sobre o projeto, a oficina "Natureza Viva: Retratos Inspirados Por Frida" voltada para professores e professoras, além das contrapartidas sociais.

Sinopse

Sinopse do espetáculo Na abertura de sua primeira exposição individual no México - a última de sua curta e intensa vida -, a pintora mexicana Frida Kahlo convida o público a mergulhar em algumas de suas obras e a conhecer momentos de sua infância e juventude. Elementos biográficos e inventados se misturam na narrativa, costurados pela projeção de pinturas da artista e pela presença das Catrinas, caveiras típicas da festa dos mortos no México. As cenas mostram a relação de Frida com os pais e com a irmã mais nova, a doença que a deixou acamada aos seis anos de idade, a invenção de uma amiga imaginária para lidar com a solidão, o terrível acidente de trânsito sofrido aos 18 anos e a descoberta da pintura e da criatividade como forças de vida. Sinopse do catálogo sobre o projeto O catálogo será um documento de reflexão e memória do projeto, dividido em três capítulos: o processo de criação do espetáculo, o espetáculo e a turnê. Por meio de textos e imagens, a obra visa registrar a experiência efêmera do projeto, contribuindo para a memória e para a pesquisa do teatro infantojuvenil no Brasil. Sinopse da oficina "Natureza Viva: Retratos Inspirados por Frida" Depois de sentir a morte de perto, Frida Kahlo encontrou na pintura e nos autorretratos um impulso de vida e uma forma única de revelar a si mesma. A partir de um bate-papo sobre a artista, da apreciação de algumas de suas obras e de jogos de sensibilização e imaginação, a oficina convida os participantes a criarem seus autorretratos, por meio da caracterização e da fotografia. Espelhos, figurinos e acessórios diversos são oferecidos aos participantes, para que cada um possa se caracterizar e, em seguida, ter seu retrato registrado por meio da fotografia. Duração: 2h30 Vagas por sessão: 20 Público-alvo: professoras(es) da rede pública de ensino. Orientação: Jordania Miranda e Lilia Nemes Fotógrafo: Bruno Gomes Currículos Jordania Miranda Atriz, educadora e produtora cultural de origem indígena. Atuou nos espetáculos teatrais: "Os filhos de Iauaretê, a onça-rei", dirigido por Thaís Medeiros, "Contra AI – 5 Mulheres em Luta", dirigido por Nathalia Bonilha; "Despertar da Primavera", dirigido por Paulo Oseas; "”Roda Viva (O Musical)", dirigido por Marcelo Braga de Carvalho; "O Beijo da Mulher Aranha (Musical)", com direção de André Latorre; "Essa Louca, Louca Gente", direção de Paulo Oseas; "As Histórias do Sr. Keuner", direção Daniel Gonzalez; "Sorrisos" e "Deu a louca em Sampa", da Cia. Arteiros de Teatro; "Profundis 129" e "Cicatriz", dirigido por Liza Caetano; ""Se Non Es Vero.. Es Bene Trovato, direção de Dudu Oliveira; escreveu, dirigiu, produziu e atuou em "As Coisas Acontecem". No cinema, atuou no longa-metragem "O Labirinto da Solidão", semifinalista no Prêmio Cinema Lab 2020 na Colômbia, e no curta-metragem "MATCH", selecionado em mais de 20 festivais nacionais e internacionais. Em 2022 entrou para a Cia. Pé do Ouvido e em 2023 foi responsável pelo agenciamento e produção executiva das ações do grupo. Em 2024, continua participando das ações de produção e criação do grupo. Lilia Nemes Atriz formada pelo INDAC Escola de Atores, mestre em Artes Cênicas pela UNESP, com pesquisa na área de comicidade e palhaçaria, e roteirista. Como atriz de teatro, atuou nas peças "Os filhos de Iauaretê, a onça-rei", de Kaká Werá, dirigida por Thaís Medeiros (2021); "Burundanga", de Luís Alberto de Abreu, dirigida por Paulo Olyva (2017); "Ano Novo, Vida Nova", de Vera Karam, com direção Alexandra da Mata (2011); "As Três Irmãs", de Anton Tchekhov, com direção de Pedro Garrafa (2010); "A Mancha Roxa", de Plínio Marcos, com direção de Alexandra da Mata (2007 e 2008), e "Morte e Vida Severina", de João Cabral de Mello Neto, com direção de Kiko Marques (2006). Desde 2013 lidera a Cia. Pé do Ouvido, que tem realizado diversas contações de história, oficinas, mediações de leitura e intervenções artísticas em Sescs, unidades do SESI, bibliotecas, espaços culturais e em programas como o Viagem Literária, Biblioteca Viva e Recreio nas Férias. Como escritora, fez diversos roteiros para podcasts e vídeos das editoras Moderna, MacMillan e Companhia das Letrinhas. Em seu trabalho na Cia. Pé do Ouvido, realiza adaptações de textos para a contação de histórias e, neste projeto, faz sua primeira incursão pela dramaturgia. Bruno Gomes Produtor visual, criador da TB Filmes, com mais 4 anos de experiência em criação de conteúdo audiovisual para o setor publicitário, musical (videoclipes), moda e eventos. Dentre suas principais realizações, destacam-se: a captação e pós-produção do curta-metragem “O Espelho XXI”, da Gargarejo Cia. (PROAC 2022); produção do documentário “Sons de Pandeiro”, do Coletivo SPandeiro (Edital de apoio a projetos de cultura de múltiplas linguagens 2a edição para cidade de São Paulo de 2023); a criação da animação de abertura para Web Série Afro’N’Talks para a Associação de Afro empreendedores Odaba (Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas realizado pela Lei ALdir Blanc no 14.017/20); fotografia para Cia. Pé do Ouvido na oficina “Natureza Viva”.

Objetivos

Objetivos gerais Realizar a criação de uma peça teatral infantojuvenil inspirada na vida e na obra da artista mexicana Frida Kahlo, seguida de uma turnê de apresentações do espetáculo para estudantes e professoras(es) da rede pública de ensino e público espontâneo, em duas cidades brasileiras. Objetivos específicos 1. Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS para público infantojuvenil, inspirado pela vida e obra de Frida Kahlo: produção da peça, compreendendo a elaboração de dramaturgia original, a criação das atuações, da encenação, do cenário, do figurino, da trilha sonora original, da iluminação e de projeções; realização de turnê com 12 apresentações gratuitas do espetáculo, sendo 6 em Belo Horizonte (MG) e 6 em Belém (PA); em cada cidade, haverá 4 apresentações gratuitas para grupos de estudantes e professoras (es) de Ensino Fundamental da rede pública de ensino e 2 apresentações para público espontâneo, nas quais o ingresso será 1 quilo de alimento não perecível, a ser doado a projetos e programas sociais locais; realização de 12 sessões da peça com tradução para Libras e em 6 sessões também com audiodescrição; espera-se atingir cerca de 300 espectadores por sessão, totalizando um público aproximado de 3.600 pessoas na turnê. 2. Produto OFICINA NATUREZA VIVA: RETRATOS INSPIRADOS POR FRIDA: o projeto prevê a realização de 4 sessões gratuitas da oficina Natureza Viva, sendo 2 em Belo Horizonte e 2 em Belém, para professoras(es) da rede pública de ensino. A oficina, que tem 3h de duração, parte da apreciação da vida e da obra de Frida para inspirar cada participante a criar uma personagem e a retratá-la por meio da fotografia, fazendo uma espécie de autorretrato. A condução da oficina é realizada por duas atrizes do elenco e por um fotógrafo. Cada sessão da oficina contempla até 20 pessoas, totalizando um público de 80 participantes da oficina ao final do projeto. 3. Produto CATÁLOGO SOBRE O PROJETO: produção de um catálogo de cerca de 50 páginas com tiragem de 200 exemplares, contendo imagens e textos a respeito do espetáculo e da turnê. Distribuição gratuita de 180 exemplares para bibliotecas, escolas e universidades públicas das cidades de Belo Horizonte, Belém e São Paulo. Destinação de 20 exemplares para o patrocinador. Produção de uma versão online do catálogo em áudio-livro. 4. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: ao final do processo de criação do espetáculo, o projeto prevê a realização de 1 ensaio aberto da peça para estudantes de artes cênicas, seguido de conversa com os presentes, em equipamento público de região periférica da cidade de São Paulo. Estima-se que o ensaio aberto tenha público de 200 pessoas. Durante a temporada do espetáculo, o elenco e a diretora realizarão bate-papos de até 30 minutos com o público após as apresentações, respondendo perguntas e compartilhando um pouco do processo de criação da peça. Também como contrapartida social, o projeto prevê a contratação de transporte para levar estudantes e professoras(es) de escolas públicas ao teatro, bem como a distribuição de kit lanche para esses espectadores.

Justificativa

Em julho de 2024 completaram-se 70 anos da morte de Frida Kahlo (1907-1954), personalidade de grande importância artística, cultural e política no mundo. Desde então, multiplicaram-se ao longo do tempo filmes, peças teatrais, exposições, livros e diversas obras artísticas inspiradas pela vida e obra da artista mexicana. O legado de Frida continua vivo e parece inesgotável na sua capacidade de inspirar outros artistas e fascinar o público. Grande parte de sua obra é formada por autorretratos, em que a artista recria a si mesma e simboliza suas experiências e sentimentos, entre eles a dor física e emocional, as questões de gênero, o amor, a fertilidade, a maternidade e a transitoriedade da vida. Frida colocava sua vida nas telas e também impregnava o seu corpo, o seu estar no mundo, de um sentido artístico, que se manifestava na sua maneira de se vestir, de arrumar os cabelos e de se apresentar em público. A artista tornou-se um ícone do feminismo, pelo seu comportamento transgressor e por ter abordado em sua pintura temas considerados tabus, como o aborto e o feminicídio. Frida é, até hoje, uma importante fonte de inspiração para o empoderamento de meninas e mulheres. Um dos aspectos impressionantes de sua obra é a maneira como ela expôs a própria vulnerabilidade, a força, a dor, a solidão, a esperança, a vontade de viver e também o desejo de morrer. Hoje em dia, com a ampla penetração das mídias e das redes sociais na vida das crianças e jovens, cria-se desde cedo a ideia de que é preciso ser - ou no mínimo aparentar - beleza, sucesso, felicidade, prosperidade, dentro de padrões muito restritos - e sempre mais cruéis para as meninas e mulheres. Frida conviveu com a dor e com a deficiência a vida inteira. Por meio dessa linguagem poderosa que é a arte, ela teve a coragem de abrir o próprio corpo, expondo suas emoções e a profundidade de seu mundo interior. Ela dizia que emparedar o próprio sofrimento é arriscar-se a ser devorada por dentro. A expressão artística permitiu que ela "quebrasse as paredes", produzindo imagens que também "abrem janelas" em quem as aprecia, até hoje. Em meio a tantas criações inspiradas pela fascinante vida e obra da artista mexicana, este projeto pretende proporcionar às crianças e adolescentes, por meio do teatro, um encontro lúdico e poético com algumas obras de Frida, a serem exibidas durante a peça. O texto - escrito em versão preliminar, a ser reelaborada no processo de ensaio - traz questões sensíveis às crianças e jovens, como as relações familiares, o bullying, a deficiência, a solidão, o medo da morte, a importância da brincadeira e da imaginação. Ao trabalhar com Frida Kahlo, as dramaturgas pesquisaram, na infância da artista, memórias, acontecimentos e vivências que dialogam com sua produção adulta, estabelecendo atravessamentos poéticos e narrativos entre pintura e ação cênica. O espetáculo trata de um período da vida de Frida que não é tão conhecido - a infância -, mas que traz questões importantes para a apreciação de sua obra. Assim como as pinturas de Frida misturam realidade e imaginação, a peça transita entre elementos biográficos e a fabulação da menina Frida, colocando em cena a mãe, o pai e a irmã mais nova de Frida, assim como as Catrinas - representações mexicanas da morte -, Bonito - papagaio de estimação -, e uma amiga imaginária. A criação do texto original e do espetáculo demandam tempo e dedicação da empresa proponente e de uma equipe artística formada por 10 pessoas, além de recursos para a criação de cenário, projeções, figurino, iluminação e gravação de trilha sonora original. Produzir um espetáculo teatral deste porte e exibi-lo em uma turnê com ingressos gratuitos e recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência só é viável por meio de incentivo do Estado, que tem como uma de suas atribuições salvaguardar os direitos culturais da população brasileira. A importância artística de Frida Kahlo, a relevância sociocultural dos temas levantados pelo espetáculo, a experiência da equipe e as políticas de democratização e acessibilidade previstas pelo projeto justificam o aporte de recursos públicos para sua realização. O projeto enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91: "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais"; "III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores"; "V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira"; "VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações"; "VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória"; "IX - priorizar o produto cultural originário do País." Com a realização desta proposta, serão alcançados os seguintes objetivos, previstos no artigo 3º da Lei 8313/91: "II - fomento à produção cultural e artística, mediante: [...] c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore". [...] IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos."

Estratégia de execução

Na turnê de apresentações do espetáculo e realização das oficinas, viajam 11 pessoas: a diretora da peça, as cinco atrizes do elenco (das quais duas orientam as oficinas), três técnicos, uma produtora executiva e um produtor audiovisual (que é também o fotógrafo das oficinas).

Especificação técnica

Espetáculo teatral infantojuvenil12 apresentações, 60 minutos de palco por sessão, cachê de R$ 800,00 por artista. Catálogo sobre o projeto Tiragem de 200 exemplares, aproximadamente 50 páginas com texto e imagens coloridas, capa mole, papel couchê fosco com gramatura 150g/m2. Oficina Natureza Viva: Retratos Inspirados por Frida Objetivos gerais Contribuir para o conhecimento e democratização das obras da artista mexicana Frida Kahlo (1907-1954).Exercitar a apreciação de imagens artísticas.Realizar uma vivência lúdica e artística inspirada pelo trabalho de Frida. Objetivos específicos Discutir como vida e obra se entrelaçam nas pinturas de Frida.Apreciar alguns autorretratos feitos pela artista. Estimular os participantes a criarem uma personagem, com base em seus desejos, história de vida e imaginação, e registrá-la por meio da fotografia, como uma espécie de autorretrato. Metodologia A oficina tem início com uma conversa sobre a vida e a obra de Frida Kahlo, entremeada pela apreciação de alguns de seus autorretratos. Na sequência, são realizados jogos teatrais para ativar a presença, a expressão corporal e a imaginação das (os) participantes. Os jogos estimulam a pesquisa de formas diferentes de caminhar, de olhar e de se comportar corporalmente, visando abrir o repertório das(os) participantes para a criação de suas personagens. Em seguida, um exercício de escrita, estimulado por perguntas, aprofunda a construção da personagem, que ganha um contorno ainda mais definido com a escolha de figurinos, objetos e acessórios. Por fim, as(os) participantes entram no estúdio fotográfico e montam uma cena de suas personagens para a câmera. Justificativa Frida Kahlo é uma das artistas mais importantes do mundo, pela contribuição que deu à pintura, à arte, ao feminismo, à política e aos costumes. A oficina, voltada a professoras(es) de escolas públicas, contribui para democratizar o conhecimento dessa trajetória, que pode, posteriormente, ser trabalhada com os estudantes em sala de aula. Num país como o Brasil, em que o machismo e a violência contra a mulher são muito presentes, o contato com a trajetória de Frida Kahlo pode ser bastante empoderador para meninas e mulheres; para os meninos e homens, em contrapartida, a apreciação das obras de Frida pode estimular a reflexão e um deslocamento mais compassivo em relação ao universo feminino. Ao entremear vida e obra de uma maneira tão radical e expressiva, Frida evidencia uma das funções essenciais da arte: dar forma aos sentimentos e experiências humanas, possibilitando o alívio do sofrimento, o prazer estético, a alegria de criar e a troca entre as pessoas. Frida dizia que aprisionar o próprio sofrimento é como ser emparedada por dentro. Daí a necessidade que a artista tinha de pintar, tão cara à ela quanto sua própria vida. Esse recurso potente e libertador da arte deve estar acessível a todas as pessoas, artistas profissionais ou não, como uma das formas de partilharmos - de maneira pacífica e bela - da nossa humanidade. Orientação: Jordania Miranda e Lilia Nemes Fotógrafo: Bruno Gomes Carga horária: 2h30 Público-alvo: professoras(es) da rede pública de ensino. Nº de vagas: 20 por sessão.

Acessibilidade

O projeto prevê a contratação de uma assessoria em acessibilidade com o intuito de: - Orientar as equipes de produção e comunicação do projeto quanto às melhores maneiras de garantir que as atividades sejam divulgadas e aproveitadas pelas pessoas com deficiência.- Promover parcerias que facilitem a formação de grupos de crianças e adolescentes com deficiências para assistirem às sessões do espetáculo.- Dialogar com as escolas parceiras para conhecer os perfis dos estudantes com deficiências e suas principais necessidades.- Coordenar a realização das medidas de acessibilidade. Serão adotadas as seguintes medidas de acessibilidade: - Audiodescrição e tradução para Libras dos vídeos de divulgação do projeto e do espetáculo.- Apresentação da peça em teatros que possuam: rampas de acesso até a sala de espetáculo e demais áreas de circulação pública, assentos reservados para cadeiras de rodas, vagas de estacionamento reservadas e banheiros adaptados para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida; piso tátil para PCDs visuais.- Empréstimo de abafadores de ouvido para as crianças e jovens com TEA assistirem ao espetáculo. - Serviço de audiodescrição em 6 sessões do espetáculo.- Tradução para Libras das 12 sessões do espetáculo. - Acessibilidade arquitetônica nas 4 oficinas realizadas. - Produção de uma versão online do catálogo em áudio-livro.

Democratização do acesso

No presente projeto serão adotadas as seguintes medidas de democratização de acesso: - Gratuidade e troca de ingressos por alimentos em benefício de ação social: do total de 12 sessões do espetáculo promovidas pelo projeto, 8 serão gratuitas para grupos de estudantes e professoras(es) de escolas públicas e 4 terão como ingresso 1 quilo de alimento não perecível; os alimentos arrecadados serão doados para as escolas parceiras do projeto e/ou para projetos sociais locais. Essas medidas superam as exigências mínimas de democratização previstas nos incisos I e II do artigo 28 da IN nº 01/2023, quais sejam: "I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3o do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27". - Realização oficina, ensaio aberto e bate-papo após o espetáculo: o projeto prevê a realização de 1 ensaio aberto do espetáculo para estudantes de artes cênicas de instituição pública localizada na periferia da cidade de São Paulo, seguido de uma conversa, 4 sessões gratuitas da oficina "Natureza Viva: Retratos Inspirados por Frida" e 12 bate-papos de até 30 minutos após as apresentações da peça, atendendo ao inciso VI da IN nº 01/2023: "realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas”. - Também em consonância com os incisos I e II do artigo 28 da IN nº 01/2023, todas as 4 sessões da oficina "Natureza Viva: Retratos Inspirados por Frida" previstas pelo projeto serão gratuitas e voltadas para professoras(es) da rede pública de ensino, com o intuito de contribuir para a formação continuada desses profissionais, que multiplicam seus saberes e experiências junto a crianças, jovens e adultos. As(os) participantes receberão uma ajuda de custo para seu deslocamento até o local da oficina, além de certificado de participação. - O projeto custeará a locação de ônibus para transportar os grupos de estudantes e professoras(es) ao teatro, em veículo acessível para pessoas cadeirantes e com mobilidade reduzida. Essa medida atende ao inciso III do artigo 28 da IN nº 01/2023: "III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos". O projeto prevê também o fornecimento de um kit-lanche para as crianças e professoras(es).

Ficha técnica

Fernanda Raquel - direção Artista e pesquisadora das artes cênicas. É formada pela Escola de Arte Dramática (USP), tem bacharelado em Ciências Sociais (UNICAMP), mestrado e doutorado em Comunicação e Semiótica (PUC-SP). Professora nos cursos de Bacharelado em Artes Cênicas e Licenciatura em Arte-Teatro, e docente do Programa de Pós- Graduação em Artes da UNESP, sendo co-líder do Grupo de Poéticas Atorais, ao lado de Lúcia Romano. Seus últimos trabalhos foram a direção dos espetáculos “E se fôssemos baleias?”, do Coletivo A Digna (PROAC 2023), com temporada de estreia no Sesc Pinheiros, e “O amor e seus fins” de Cristiane Wersom (PROAC 2022). Idealizou e atuou na peça “Mulheres que contam mulheres”, do grupo As Meninas do Conto (2022); atuou e produziu as peças “Insones” (2018) e “Nós, os outros ilesos” (2017). Faz parte do grupo As Meninas do Conto, com o qual ganhou APCA de melhor atriz de teatro infantil em 2012. Erika Danielle de Moura Teixeira (Erika Moura) - Elenco e Preparação corporal Atriz, dançarina, diretora e dramaturga formada pela Escola de Arte Dramática da USP. Fundadora do Grupo Xingó. Integrou, durante 20 anos, a Cia. Nova Dança 4. Fez parte do Grupo Tabefe de Teatro. Realizou assistência de direção, direção de movimento e treinamento corporal para várias montagens na Escola de Arte Dramática/USP (2000 - 2015). Fez direção geral do espetáculo "HADAL", do Coletivo Nebulosas. Coordena o espaço de pesquisa TEKOHA de dança-teatro na Zona Leste. Jordania Souza Miranda Ferreira (Jordania Miranda) - Elenco e orientação da oficina Natureza Viva Atriz, educadora e produtora cultural de origem indígena. Atuou nos espetáculos teatrais: "Os filhos de Iauaretê, a onça-rei", dirigido por Thaís Medeiros, "Contra AI – 5 Mulheres em Luta", dirigido por Nathalia Bonilha, entre outros; escreveu, dirigiu, produziu e atuou em "As Coisas Acontecem". Em 2022 entrou para a Cia. Pé do Ouvido, com a qual realiza produção cultural, contações de história, oficinas e ações artísticas para o público infantojuvenil. Helena Castro de Paula Santos (Helena Castro) - Elenco e Preparação musical Musicista, compositora, diretora musical, atriz, professora e arte-educadora. Integra os grupos artísticos TríaDe FORRÁ, As Meninas do Conto e Cia Encontro em Cena. Fez a trilha sonora e a direção musical dos podcasts "Escuta Lá - Musistórias", "Mulheres que Contam Mulheres", "Vou te Contar", "Rádio Teatro As Meninas do Conto" e "Tapetes Voadores". Atuou como musicista e atriz nos espetáculos "Pedro Palerma e outras histórias", "Mil mulheres e uma noite", “HomoShoppiens”, “Joana e o Príncipe Silencioso”, entre outros, e "Bruxas, bruxas e mais bruxas", pelo qual recebeu o prêmio APCA de melhor atriz de teatro infantojuvenil. Lilia Nemes Bastos (Lilia Nemes) - Dramaturgia, Elenco, Orientação da oficina Natureza Viva, Elaboração de projeto, Idealização e coordenação artística do projeto Atriz formada pelo INDAC Escola de Atores e mestre em Artes Cênicas pela UNESP. Desde 2013 coordena a Cia. Pé do Ouvido, com a qual realiza contações de história, oficinas, mediações de leitura, espetáculos e intervenções artísticas. Marina Tranjan - Dramaturgia e Elenco Atriz, dramaturga e arte-educadora graduada em Artes Cênicas pela Escola de Comunicações e Artes da USP, e pós-graduada em Caminhada como Método para a Arte e Educação pelo instituto A Casa Tombada. Realizou as dramaturgias das peças “Sobre Concreto Sonho” (Lei de Fomento ao Teatro de SP), “Aporia”, “Anecdoche”, “Cantos de um naufrágio esquecido”, “Vila Itororó-Atacama, memórias e utopias” (Prêmio Zé Renato de Fomento ao Teatro) e "Todos os Meus" (vencedora do concurso de dramaturgia do grupo Folias - 2010). Integrou a Companhia Auto-Retrato de 2002 a 2012, participando como atriz, diretora e dramaturga (ao lado do cineasta Caetano Gotardo) do espetáculo O Ruído Branco da Palavra Noite; como diretora, da peça Seis da Tarde; e como atriz dos espetáculos Retornarse, Ausência e Origem Destino (Lei de Fomento ao Teatro de SP). Camila Lordy Costa (Camila Lordy) - trilha sonora original Pianista, compositora, educadora e mestre em História da Cultura Social pela UNESP. Compôs a trilha original para o telefilme “A Musa Impassível”, compôs e executou trilha para os espetáculos de teatro “As roupas do rei”, “Luna Cara" e "Apolo 11”, da companhia La Leche. Em 2021, lançou o projeto “Som Protagonista, contos e lendas do mundo”, um livro com histórias, ilustrações e partituras (Edital Aldir Blanc e prêmio Respirarte da FUNARTE). Ozenir Ancelmo - Figurino Bacharel em Artes Plásticas pela Faculdade Santa Cecília e mestre em Artes pela Unicamp. Docente do curso superior de Moda da FAAP. Criou figurinos para: espetáculo de dança Dois Sopros, da coreógrafa Juliana Moraes; peça teatral Verniz Náutico para Tufos de Cabelos, de Victor Nóvoa, Les Poupées, de Marta Soares, e O amor e seus fins, de Cristiane Wersom (Proac 2021). Fez figurinos para os shows de Marcello Sommer, Arnaldo Antunes, Isabela Telles (Palavra Cantada), grupo Gigi e a Fábrica Mágica e para o programa Rebobina do DJ Zé Pedro. Paulina Loretta Olguín Ahumada (Loretta) - cenografia Arquiteta, artista multidisciplinar e produtora cultural chilena, reside no Brasil desde 2022. Atuou como assistente de pesquisa da curadora e pesquisadora Paula Monroy na exposição “Um Nove Quatro”, foi assistente de expografia de Nathalia Duran na exposição “Jogos de Corpo”, de Jonathas de Andrade, e produziu a exposição “O fio é minha tinta, o tear, meu pincel”, de Marina Lafer. Fez assistência de direção de arte para o espetáculo de dança de rua “Fantasias Brasileiras”, da Cia. Pérfida Iguana, além de cenografia e figurinos para as Liquid Nights/Knights of Liquid, da empresa Team Liquid Brasil. Matheus Brant de Carvalho (Matheus Brant) - iluminação Designer de luz, fotógrafo e artista visual. É membro do grupo Comitê Escondido, e colabora frequentemente com: Coletivo Legítima Defesa, O Bonde, Coletivo Labirinto. Desenhou luzes para Cia Livre, Coletivo A Digna, Núcleo Bartolomeu de Depoimentos e em direções de Claudia Schapira, Luiz Fernando Marques Lubi, Eugênio Lima, Roberta Estrela D’Alva, Cibele Forjaz, Jé Oliveira, Wallyson Motta, e Fernanda Raquel. Fez a direção de imagem, desenho de luz e direção de fotografia do filme-espetáculo “Desfazenda - Me Enterrem Fora Desse Lugar” (Prêmio APCA de melhor peça virtual - 2021) e iluminação do espetáculo Zebra Sem Nome (Prêmio APCA de Melhor Iluminação de Teatro para as Infâncias). Ana Elisa Rodrigues de Carvalho Mello (Ana Elisa Mello) - Proponente e gestora de produção (Cotiara Produtora) Atriz, bailarina, professora e produtora cultural. Formada pela Escola de Arte Dramática (EAD/ECA/USP), fez parte do grupo Teatro de Narradores, Mais Companhia e SETESET. Na produção, foi coordenadora de ações do grupo Teatro de Narradores, sendo responsável pela produção de projetos de Fomento ao Teatro e PROAC Circulação e foi assistente na Benjamin Produções, com atuação na Virada Cultural. Samya Enes de Oliveira (Samya Enes) - gestora de produção (Cotiara Produtora) Multiartista, roteirista e produtora cultural. Formada em Dança pela Universidade Anhembi Morumbi, em Teatro pelo Teatro Escola Célia Helena e em roteiro pela Roteiraria. Na produção atua desde 2000, produzindo diversos espetáculos em parcerias com instituições como Centro Cultural Banco do Brasil e Sesc/SP. Atuou também na produção de eventos musicais e esportivos e de criação editorial em moda. Bruno Gomes da Silva (Bruno Gomes) - Fotografia, Produção Audiovisual e fotos da Oficina Natureza Viva (TB Filmes) Fez captação de imagens e pós-produção do curta-metragem “O Espelho XXI”, da Gargarejo Cia. (ProAC 2022); produção do documentário “Sons de Pandeiro”, do Coletivo SPandeiro (Edital de Apoio a Projetos de Cultura de Múltiplas Linguagens 2023) e criou animação de abertura para websérie Afro’N’Talks (Lei ALdir Blanc).

Providência

PROJETO ENVIADO PARA ARQUIVAMENTO.