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Produzir a montagem do espetáculo "E Se Fosse Uma Garota?" com a premiada Cia. Faz e Conta de teatro narrativo, realizando uma temporada com 20 apresentações em São Paulo e 5 no Rio e Janeiro. 4 ensaios em São Paulo serão abertos para instituições convidadas. Ana Luísa oferecerá oficinas gratuitas sobre literatura oral e escrita para artistas, educadoras(es) e interessasadas(os) no tema: 1 on-line e 2 presenciais (1 em São Paulo e 1 no Rio e Janeiro).
Espetáculo "E Se Fosse Uma Garota?" Inspirado num conto de fadas tradicional, esta história traz as mulheres ocupando o lugar dos homens na trama como na adaptação feita por Ana Luísa Lacombe em parceria com Penélope Martins no livro "Fadas, Bruxas e Aventureiras". Uma lavadeira recebe míseras três moedas pela morte de seu marido, soldado, lutando nos campos de batalha em nome do rei. Sai pensando no que fazer quando, em seu caminho, encontra seis diferentes mulheres, cada uma com uma habilidade, que se juntam para viver aventuras. Chegam à capital do reino, onde o povo passa fome e "aquele rei" vive de luxo e desperdício. Pois essas mulheres, usando seus saberes, vão devolver a autoestima ao povo que irá recuperar sua dignidade e seus direitos. Oficina "Da Boca para a escrita da Escrita para a Boca" Nesta oficina trago reflexões a partir de experiências de oralidade e escrita com 2 livros meus: A Árvore de Tamoromu (mito do povo Wapichana) e Fadas, Bruxas e Aventureiras, escrito em parceria com Penélope Martins e que deu origem ao espetáculo deste projeto. A escrita quando é registro de uma oralidade bastante experimentada traz isso na sua forma? A escrita quando composta de reflexões sobre a forma escrita e possíveis caminhos literários, sem passar pela boca, revela este outro processo? O que aconteceu com o texto escrito depois que ele foi para a boca? Caminhos pessoais que propiciam boas conversas sobre percursos criativos dentro da arte da palavra, sobre recontos e adaptações Esta oficina já foi ministrada online no Portal das Histórias e presencialmente no "Encontra Conto" em Santa Bárbara D'oeste 1 encontro com 2 horas de duração
E Se Fosse Uma Garota? Este projeto dá continuidade ao trabalho da Cia Faz e Conta que, nos seus 21 anos de existência, ganhou muitos prêmios, dentre eles: 6 prêmios APCA 4 como Melhor Atriz, 1 de Melhor Espetáculo de Contação de Histórias e 1 Menção honrosa pelo espao cultural que criou com outros 4 grupos de teatro de São Paulo. Esta será a oitava produção da Cia Faz e Conta e traz a temática do empoderamento feminino e da importância de se pensar coletivamente para o bem comum. Uma história que já comprovou sua força e interessa a gente de todas as idades. Ampliar o alcance desta história é semear um espírito de coletividade alegre, que acolhe cada pessoa com suas diferenças e potências. Buscar nesta revisão de velhos contos, ampliações dos olhares sobre o feminino de agora. A oficina traz reflexões sobre a palavra oral e escrita, o diálogo entre elas, a partir da experiência da artista como narradora e ecritora. Quais os limites para se mexer num conto tradicional, há limites? Em tempos de muita censura e obscurantismo, conversar sobre os contos, seus símbolos e nosso olhar atualizado sobre eles abre portas para escalrecimentos e ampliações para novos pontos de vista. Montagem e temporada do espetáculo "E Se Fosse Uma Garota?" Um espetáculo solo de teatro narrativo envolvendo uma equipe de aproximadamente 17 pessoas Tempo para execução - 7 meses 4 ensaios abertos em São Paulo 20 apresentações em São Paulo / Em 4 sessões haverá intérprete de Libras 5 apresentações no Rio de Janeiro / Em 2 sessões haverá intérprete de Libras Contrapartida 2 oficinas gratuitas "Da Boca para o Livro do Livro para a Boca" - 1 presencial no teatro onde será realizada a temporada (ou numa biblioteca pública) e 1 online gravada através do Portal das Histórias (com intérprete de Libras) para educadoras e educadores e quem mais se interessar. Total de público: 2.810 (aproximadamente) Estimando 90 espectadores por sessão e ensaios abertos, 50 em cada oficina presencial e 100 na oficina online OBS: O curso online ficará disponível gratuitamente ao longo de 7 meses. Estimamos para a contabilização do público um total de 100 pessoas, porém este número pode se ampliar enormemente com a divulgação que será feita ao longo do projeto.
Esse projeto nasce de uma longa pesquisa sobre os contos de fadas de várias culturas que a atriz, contadora de histórias e escritora Ana Luísa Lacombe vem fazendo há alguns anos. A artista percebeu em suas leituras que a maioria das personagens dos contos que saem pelo mundo e vivem aventuras são homens. As mulheres, além de serem minoria nos contos, nas tramas de aventura aparecem menos ainda. Estão restritas ao ambiente doméstico e a percursos mais internos do que externos. Foi então que surgiu a pergunta: e se fosse uma garota? A leitura dos contos passou a ser a partir deste ponto de vista, pensando o que aconteceria se uma mulher ocupasse o papel central. Junto com a escritora Penélope Martins, Ana Luisa escreveu o livro "Fadas, Bruxas e Aventureiras" publicado pela Editora Chauá e ilustrado por Vicente Mendonça que reúne três contos de fadas onde as mulheres protagonizam as histórias substituindo os rapazes. Do livro, da escrita, Ana Luísa passou para a boca dois desses contos, criou algumas canções e assim surgiu a performance de narração artística "E Se Fosse Uma Garota?" que circulou pelo interior de São Paulo no projeto Mergulho Literário do SESI e pelo Rio de Janeiro através do SESC Pulsar com apresentações para crianças e pré-adolescentes entre 9 e 13 anos. A recepção foi maravilhosa. O público, de ouvidos e olhos abertos, se entusiasmou com as apresentações participando e interagindo com a contadora de histórias. Esta experiência revelou o material potente que havia naquelas histórias que traziam temas relevantes para o momento presente, o protagonismo feminino em contos de fantasia antigos, cheios de simbologias profundas e peripécias inusitadas, revisitados através de um olhar atualizado. No circuito do Rio de Janeiro houve apresentações para um público bem diverso, de crianças a idosos, passando por jovens e adultos de várias idades e a recepção foi sempre acolhedora, com direito a torcida no final. Surgiu a ideia de transformar a narração em espetáculo teatral, percurso já experimentado pela artista algumas vezes como em "Lendas da Natureza"; "As Três Penas do Rabo do Grifo"; "A Cartomante" e "1001 e Uma Noites - Budur e Camaralzaman. Espetáculos que foram concebidos a partir de uma performance narrativa. Agora a proposta é levar o conto "As Seis Companheiras", que faz parte desta apresentação, para o palco. Um espetáculo de teatro narrativo, especialidade da Cia Faz e Conta, fundada em 2003, e ganhadora de vários prêmios ao longo de sua trajetória (6 APCA, 2 Femsa Coca-cola, dentre outros). A proposta do conto se estende à ficha técnica com uma equipe só de mulheres. A direção ficará a cargo de Simoni Boer artista da Cia Faz e Conta desde o início de sua fundação tendo dirigido e trabalhado em 2 dos 7 espetáculos produzidos: no roteiro e direção de "Lendas da Natureza", o espetáculo mais premiado da companhia e no texto de "O Conto do Reino Distante" (indicado para o Prêmio de Melhor Texto pela Cooperativa Paulista de Teatro). Este espetáculo teve duas montagens, recebeu prêmios, além de uma versão em Cineteatro de 2022 disponível no canal do YouTube de Ana Luísa Lacombe. Para a Direção Musical a maestrina Ester Freire foi convidada, uma nova integrante da Cia Faz e Conta, que irá reger, a musicista convidada e Ana Luísa na criação e execução da partitura musical do espetáculo. A história traz a parceria e amizade entre seis mulheres, com diferentes habilidades que, juntas, lutam pelos seus direitos e ajudam o povo de um pequeno reino a recuperar sua dignidade, toda história cheia de humor e muita aventura. Propomos a temporada no Espaço Sobrevento, do grupo parceiro de nossa Cia Faz e Conta, onde filmamos o cineteatro "O Conto do Reino Distante". A proposta é envolver as escolas do entorno do espaço como tem feito o Grupo Sobrevento ao longo de sua existência no bairro do Brás. Considerando o número de lugares do Espaço Sobrevento (90 lugares), o público estimado nas 20 apresentações é de 1800 pessoas. Teremos 4 ensaios abertos voltados para estudantes de teatro e de narração artística com conversa após a apresentação atendendo a 360 estudantes e artistas interessados. Além do público do espetáculo, o projeto oferece como contrapartida a oficina "Da Boca para o Livro do Livro para a Boca" para professores(as) da rede pública e privada, artistas e contadores de histórias e demais interessados. São 2 oficinas: uma presencial no teatro, aberta ao público em geral (50 pessoas), e uma on-line gratuita através do Portal das Histórias (aprox. 100 pessoas). No Rio e Janeiro a proposta é apresentar-se num espaço que tenha dimensões e características semelhantes ao Espaço Sobrevento. Sendo assim nas 5 apresentações teríamos 450 pessoas e a oficina presencial para 50 pessoas. O projeto atende um total de 2.810 pessoas, empregando em torno de 20 pessoas.
Espetáculo "E Se Fosse Uma Garota?" Espetáculo de teatro narrativo com a atriz Ana Luísa Lacombe e uma musicista. A apresentação contará com música ao vivo que se somará à trilha gravada, com um desenho de luz, uma ambientação cengráfica e figurinos. A encenação se apoia na palavra e na música, na performance das artistas. Para tanto necessita de uma sonorização de qualidade. É dirigido a todo público e terá uma duração enter 50 e 60 minutos. Com ingressos gratuitos A oficina Da Boca para o Livro do Livro para a Boca" A oficina presencial tem 2 horas de duração (1 em São Paulo e 1 no Rio de Janeiro) abrirá vagas gratuitas para 50 pessoas Oferece certificado A oficina online tem 1 hora de duração tem intérprete de Libras Oferece certificado inscrições gratuitas por 7 meses Ficará disponível no www.portaldashistorias.com.br
A acessibilidade de conteúdo será feita através de 4 sessões em São Paulo e 2 sessões no Rio de Janeiro que contarão com intérpretes de Libras e também na oficina online gratuita haverá intérprete de Libras. Haverá um QR CODE no marcador de livros que é distribuído ao público que dá acesso ao programa da peça escrito e em áudio, bem como um áudio descrevendo o espaço cênico e a aparência e figurinos das artistas que estarão em cena. Caso haja alguma pessoa interessada numa visita sensorial estaremos disponíveis para isso, fazendo esta pessoa ou grupo entrar antes no espaço de apresentação, percorrendo o palco, apresentando o cenário e as artistas sensorialmente. Quanto à acessibilidade física, esta será uma preocupação na escolha dos espaços. O Espaço Sobrevento, em São Paulo, tem acessibilidade (rampas, banheiro adaptado e lugar para cadeirantes). No Rio de Janeiro buscaremos espaços que tenham esta possibilidade.
As apresentações e as oficinas serão gratuitas Nos espetáculos a retirada de ingressos se dará 1 hora antes do início de cada apresentação. Nas oficinas haverá inscrições gratuitas através de formulário online. A oficina online é uma forma de ampliar o acesso ao conteúdo para além das cidades onde as apresentações e oficinas se realizam e é também uma oportunidade para ampliar o acesso ao Portal das Histórias, espaço do coletivo de artistas do qual Ana Luisa Lacombe faz parte, e que oferece minicursos, entrevistas com artistas da palavra que são referência e uma bibloiteca digital gratuita e temática.
Idealização, texto, músicas, atuação e figurino - Ana Luísa Lacombe Direção e supervisão de texto - Simoni Boer Direção musical - Ester Freire Musicista - a definir Desenho de Luz - Violeta Chagas Cenário - a definir Preparação corporal - a definir Produção - Fátima Rocha Realização Faz e Conta Ana Luísa Lacombe (No projeto: Idealizadora, atriz, dramaturga, figurinista, minstrante da oficina) Atriz, contadora de histórias, figurinista, escritora, graduada em Licenciatura em Artes Visuais, com Pós-graduação Lato Sensu em Narração Artística em Contexto Urbano e Literatura Brasileira. Atriz desde 1981, a partir de 2002 pesquisa e atua na arte de narrar histórias associando-a ao teatro. Em 2003 fundou a Cia Faz e Conta com a qual ganhou vários prêmios: “Fábulas de Esopo”, “Lendas da Natureza – Mitos indígenas brasileiros”, “O Conto do Reino Distante”, “As Três Penas do Rabo do Grifo”, “A Cartomante” e “1001 Noites – Budur e Camaralzaman, dentre eles: Cinco Prêmios APCA, um Prêmio Femsa e um Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem de Melhor Atriz. Em 2022 Cia Faz e Conta fez seu primeiro filme o Cineteatro “O Conto do Reino Distante”. Foi curadora do projeto “Sipurim – Hora da História” do Centro da Cultura Judaica. Professora de 2008 a 2022 do Curso de Formação de Contadores de Histórias da Biblioteca Hans Christian Andersen e na pós graduação “A Arte de Contar Histórias” da Facon n’A Casa Tombada e de licenciatura em música da Faculdade Cantareira. Criadora da série de cursos on-line “Mergulho na História” onde desvela simbologias e reflexões provocadas por contos tradicionais. Autora de “Quanta História Numa - Relato das Experiências de Uma Contadora de Histórias” “A Árvore de Tamoromu” ganhador do Prêmio de Melhor Reconto pela FNLIJ, "Mergulho na História - BarbAzul" e Fadas, Bruxas e Aventureiras", dentre outras publicações. Simoni Boer (Diretora Cênica) Atriz, diretora, dramaturga e professora de teatro formada pela Universidade Estadual de Campinas/Unicamp, em 1990. Atuou com a direção de Gianni Ratto, Marco Antonio Rodrigues, Eduardo Tolentino de Araújo, Neyde Veneziano, Jandira Martini e Dagoberto Feliz, entre outros. É especialista em Arte Integrativa (2006) e Mestre em Comunicação Contemporânea pela Universidade Anhembi Morumbi (2013). Foi professora de Interpretação na Universidade Anhembi Morumbi, entre 2000 e 2019. Desde 2010 é professora de Interpretação na Escola Superior de Artes Célia Helena, onde também foi coordenadora-adjunta de graduação (2020/2023) e orienta trabalho finais de pós-graduação. Já realizou mais de 70 espetáculos com grupos jovens e alunos de teatro. É dramaturga para teatro infantil e jovem. Seu texto A Ilha de Ouro, foi premiado com o Prêmio Nacional de Dramaturgia Tatiana Belink e o Prêmio Femsa-Coca-Cola de melhor texto infantil de de 2001, tendo cumprido temporadas em 2002 e em 2017. O Conto dos Cinco Cantos estreou em 2015, com a Cia.Tranquila. Outros dois textos: Lendas da Natureza, de 2006 e O Conto do Reino Distante, de 2008, fazem parte dorepertório fixo da Cia. Faz e Conta. Ester Freire (Diretora Musical) Mestranda em Ciência da Educação pela Universidade Autônoma de Asunción (Paraguai). Bacharel em composição e regência, com licenciatura plena em música pela Faculdade Carlos Gomes-SP. Integra o quadro de professores do Conservatório de Tatuí (SP). Parceira do Grupo de teatro Esparrama, com o qual criou o espetáculo 2POR4, em que também assina a direção musical. Em 2017, a convite da Editora do Brasil, lançou o livro “2POR4 – Um encontro musical com palhaços”. Como experiência internacional, em dezembro de 2017, realizou um trabalho de música brasileira com os coros da École de Musique de Rouen” (França). Em 2012, trabalhou na preparação e montagem do Coro de colaboradores da Empresa Natura, no Evento Celebração Natura 2012 – Riviera Maya (México). Ministrou Seminário de Regência Coral na cidade de Assunção (Paraguai), a convite da Instituição Ateneu Paraguayo 2007. Atua em diversas parcerias com outras áreas de conhecimento. Atividades realizadas: regente do Coro da Empresa Nextel -SP, regente do Coro da Igreja Luterana da Lapa, professora de Canto Coral no Programa Escola da Família (FDE/UNESCO). Foi preparadora vocal e assinou a direção musical do espetáculo “Descalabro” , com o grupo “Trupe Pau a Pique” (2008). Fátima Rocha (produtora) Graduada em Artes Plásticas/Comunicação Visual pela FAAP - Fundação Armando Álvares Penteado e Pós Graduada em Arteterapia pela Escola Alquimy Art de São Paulo, em parceria com a Universidade Potiguar/RN, é Produtora de diversos grupos e artistas do cenário cultural da cidade de São Paulo desde 2004: Grupo Audi Coelum, Collegium Musicum de São Paulo, Grupo Lira D ́Orfeo, Duo Rosemeire Moreira e Said Tuma,Coral Vozes Paulistanas e Cia Faz e Conta de Ana Luísa Lacombe.Produtora Executiva da cantora Fortuna, de 2011 a 2016, realizou projetos em parceria com o SESC e com a Rádio e TV Cultura de São Paulo, entre os quais se destacam a gravação do CD e do DVD Tic Tic Tati - Poemas de Tatiana Belinky musicados por Hélio Ziskind, pelo Selo SESC - SP, CD Novos Mares - MCD/ Selo SESC - SP, DVD e Especial Novos Mares - TV Cultura e Produção de conteúdo para o Programa Todos os Cantos da Rádio Cultura.De 2006 a 2009 foi a responsável pela elaboração, coordenação e prestação de contas, de projetos realizados pela CBT - Confederação Brasileira de Tênis - em parceria com o Ministério do Esporte e integrou a equipe de organização de eventos esportivos da entidade, entre eles os Jogos Panamericanos 2007, Copa Davis 2007 Brasil x Áustria e Olimpíadas de Pequim 2008.É produtora da Cia Faz e Conta, de Ana Luísa Lacombe, desde 2016. Na área administrativa atua como síndica profissional desde 2016, elabora e administra projetos para Leis de Incentivo e Editais. Faz parte do coletivo Portal das Histórias que possue uma plataforma de conteúdo sobre a arte da palavra oral e escrita. Violeta Chagas (iluminadora) Iluminadora Cênica, inicia sua trajetória como aluna e logo depois como assistente de Alexandre Zullu (Artista da Cia Faz e Conta). Com passagens em montagens de diversos espetáculos teatrais, circenses e de dança em renomadas companhias tais como:Cia Faz e Conta, Coletivo Um café da manhã, Cia pé no mundo, e em show de Renato Brás, Eduardo Gudin, Socorro Lira, Raices de América e Tarancón. Sempre aprimorando seus conhecimentos em cursos com César Pivetti , Fotografia como Arte no MIS, e no Centro de Estudos Universo da Cor; além de imersões artísticas com Yumma Mudra e Tiffany Gyatso e técnicas em Maxiaudio e Lightingbits .Formada em Artes Cênicas por SENAC CCAA 2001 e Cursando Artes visuais desde outubro de 2023. Cia Faz e Conta Histórico A Cia Faz e Conta, criada em 2003, é fruto da experiência profissional de mais de 40 anos da atriz Ana Luísa Lacombe como produtora, atriz, figurinista e aderecista nas dezenas de espetáculos nos quais participou. A intenção de Ana Luísa ao criar esta companhia é a de aliar recursos teatrais, musicais e objetos à narrativa do contador de histórias. A ideia é valorizar a palavra e sua musicalidade para que a história seja apresentada. Nesses 21 anos a Cia Faz e Conta montou os seguintes espetáculos: "Fábulas de Esopo" (para todo público) - Prêmio APCA Melhor atriz 2003, três Indicações para o Prêmio Coca-cola Femsa (Melhor Espetáculo, Melhor Texto e Melhor Atriz). "Lendas da Natureza" (para todo público) - Prêmio APCA de Melhor Atriz 2006 e Prêmio Femsa Coca-cola Melhor Atriz 2006, Festival Nacional de Teatro de Americana (Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Atriz), Indicações para o Prêmio Femsa Coca-cola (Melhor Espetáculo). “O Conto do Reino Distante” (para todo público) - Prêmio APCA de Melhor Atriz 2008, Ganhador do Edital de Montagem inédita realizado pela Secretaria de Estado da Cultura, Prêmio APCA Melhor Atriz 2008, Finalista dos Prêmios Femsa Coca-Cola de Melhor texto e Melhor Atriz , Indicado para o Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro como Melhor Texto. “Canções do Faz e Conta” (para todo público)Criado para lançar o CD de mesmo nome que foi ganhador do edital da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo de Gravação do primeiro CD 2012. "As Três Penas do Rabo do Grifo" (para todo público)Prêmio APCA de Melhor Espetáculo de Contação de Histórias / Ganhador do PROAC de Montagem Inédita de 2014 (Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo) . Temporada no Sérgio Cardoso e Participação na Mostra 2014 (Secretaria de Cultura do Município - Departamento de Expansão Cultural) / indicado para 3 categorias no Prêmio FEMSA: Melhor atriz / Melhor texto adaptado / Categoria Especial para Betinho Sodré pela percussão e sonoplastia. “A Cartomante”(adulto)Estreou em 2016 no Teatro Viga Espaço Cênico em São Paulo. “1001 Noites – Budur e Camaralzaman” (adulto)Estreou em 2020 no Teatro de Arena Eugenio Kusnet em São Paulo. “Cineatro O Conto do Reino Distante” (audiovisual) Produzido em 2022 Além dos espetáculos teatrais, a Cia Faz e Conta apresenta-se em narrações de histórias. Em seu repertório em torno de 150 histórias que são organizadas em diferentes apresentações e já circularam várias cidades do Brasil e do exterior em Festivais, Simpósios, eventos culturais e teatros
PROJETO ARQUIVADO.