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A proposta deseja realizar a montagem e temporada de estreia da peça SUIÇA da dramaturga australiana Joanna Murray-Smith, obra inédita no Brasil traduzida por Diego Teza. Com direção de Fernando Philbert a peça será estrelada por Angela Vieira e Vitor Thiré, com temporada de 32 apresentações, entre as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.
“Suíça” é um texto ficcional que fala de um encontro entre Patricia Highsmith (1921-1995), autora de mais de 20 romances e criadora da famosa personagem Tom Ripley e um jovem que trabalha no escritório que a representa. Patricia está reclusa em sua casa em Locarno, na Suíça quando recebe a visita do rapaz. Sua presença ali tem a missão de convencê-la a escrever mais um livro, o último, sobre a saga de “O talentoso Ripley”. Patricia se nega peremptoriamente pois já havia dada por encerrada essa história. A partir daí começa um embate entre os dois. Ela começa a se interessar pelo discurso do jovem de pouco mais de 20 anos que se mostra bastante convincente e ela concede de ouvi-lo. Ele é persistente, sagaz e não se intimida diante da autora consagrada. “Suíça” é instigante, forte, inteligente e premiada por momentos de humor e delicadezas. Aborda questões como protagonismo feminino e relações intergeracionais.
PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: SUIÇA O objetivo principal é montar o espetáculo SUIÇA para temporada de estreia em São Paulo com 16 apresentações e temporada no Rio de Janeiro com 16 apresentações, totalizando 32 exibições do espetáculo. Em relação ao Artigo 2 do Decreto 10.755 destacamos os incisos: II - Estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; VII - Desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura. OBJETIVOS ESPECÍFICOS PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS SUIÇA: - Apresentar uma dramaturgia inédita para o público brasileiro; - Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matizes de universalidade e formas de expressão destacando a criação artística teatral nacional; - Promover reflexões sobre o papel e o protagonismo feminino na sociedade contemporânea; - Refletir sobre relações intergeracionais; - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; - Fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural e, - Desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTRAPARTIDAS _ ENSAIOS ABERTOS COM BATE PAPO E PALESTRAS COM CONVIDADOS - Promover a democratização do acesso; - Contribuir para a formação do público; - Refletir junto com as plateias do espetáculo os temas abordados no espetáculo como protagonismo feminino e relações intergeracionais.
"Suíça" é um texto ficcional que fala de um encontro entre Patricia Highsmith (1921-1995), autora de mais de 20 romances e criadora da famosa personagem Tom Ripley e um jovem que trabalha no escritório que a representa. Patricia está reclusa em sua casa em Locarno, na Suíça quando recebe a visita do rapaz. Sua presença ali tem a missão de convencê-la a escrever mais um livro, o último, sobre a saga de "O talentoso Ripley". Patricia se nega peremptoriamente pois já havia dada por encerrada essa história. A partir daí começa um embate entre os dois. Ela começa a se interessar pelo discurso do jovem de pouco mais de 20 anos que se mostra bastante convincente e ela concede de ouvi-lo. Ele é persistente, sagaz e não se intimida diante da autora consagrada. "Suíça" é instigante, forte, inteligente e premiada por momentos de humor e delicadezas. Aborda questões como protagonismo feminino e relações intergeracionais. A proposta se enquadra nos seguintes Incisos do Artigo 1º da lei 8.313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País, ao reunir artistas e criadores brasileiros, um time de excelência para sua realização. Se enquadra ainda, nos seguintes Incisos e Alíneas do artigo 3º da Lei 8.313/91: Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: Alíneas: c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: Alíneas: a) Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Não se aplica.
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - SUIÇA Peça teatral com duração média de 70min. ENSAIOS ABERTOS COM ACESSIBILIDADE EM LIBRAS Um ensaio aberto em cada cidade, para público escolar e educadores. PALESTRAS TEMÁTICAS Palestras com convidados, após apresentações do espetáculo, sobre temas abordados no espetáculo. Diração média de 40min.
PRODUTO PRINCIPAL – ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS SUIÇA Acessibilidade Física – Realização em equipamento cultural adequado para receber público cadeirante ou com mobilidade reduzida. Não há item correspondente na planilha, pois pretendemos realizar o espetáculo em equipamentos públicos ou sem cobrança de locação. Acessibilidade de Conteúdo – Interpretação em Libras – 04 sessões inclusivas em cada cidade – Item correspondente – Intérprete de Libras. Acessibilidade de Conteúdo – Áudio descrição – 04 sessões inclusivas em cada cidade – Itens correspondentes – Roteiro de Áudio descrição, Narradores de áudio descrição, Técnica de som (equipamentos de transmissão) e contratação e profissionais monitores para acolhimento do público cego ou com baixa visão. PRODUTO CONTRAPARTIDA - Ensaios abertos seguidos por debates para público escolar e professores da rede pública de educação (02 ações, uma em SP e outra no RJ). Acessibilidade Física – Realização em equipamento cultural adequado para receber público cadeirante ou com mobilidade reduzida. Item correspondente – Locação de Teatro. Acessibilidade de Conteúdo – Interpretação em Libras – Item correspondente – Intérprete de Libras para ensaios abertos. - Palestras com convidados – 04 palestras em cada cidade. Acessibilidade Física – Realização em equipamento cultural adequado para receber público cadeirante ou com mobilidade reduzida. Item correspondente – Locação de Teatro contemplado na execução do produto principal. Acessibilidade de Conteúdo – Interpretação em Libras – Item correspondente – Intérprete de Libras para palestras.
O projeto adotará, em atendimento ao Art. 56 da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1, DE 20 DE MARÇO DE 2017, as seguintes medidas de democratização: - Respeitará as cotas de distribuição gratuita, sendo ela: de até 10% para público do patrocinador (funcionários e parceiros a critério do patrocinador); mínimo de 20% para os beneficiários| público social através de projeto de formação de plateia (estudantes, professores, população de baixa renda, beneficiários de ONG´s ou projetos sociais, entre outros) e até 10% para divulgação (ingressos distribuídos em sorteios, promoções, imprensa, jurados de prêmios de teatro, críticos, entre outros convidados da produção, do elenco e da equipe), de acordo com o Inciso II – doar, além do previsto na alínea “a” do inciso I do artigo 53, no mínimo 20% (vinte porcento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, estudantes e professores de gestão cultural e arte das universidades públicas e privadas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; VI - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão; A cota de divulgação será utilizada para promoções com jornais, sites, rádios e / tv´s que possam divulgar o espetáculo através dos seus meios de comunicação. Como forma de distribuição gratuita de ingressos adotaremos o critério de: I - Doação dos ingressos ou produtos para instituições ou associações que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população e com menor poder aquisitivo. Formação de Plateia: 20% do total dos ingressos da temporada para formação de plateia.
Dramaturgia: Joanna Murray-SmithTradução: Diego TezaDireção: Fernando PhilbertElenco: Angela Vieira e Vitor ThiréAssistência de direção e Direção de Movimento: Monique OttatiTrilha Original: Marcelo NevesCenário: Natália LanaFigurino: Karen BrusttolinDesigner de Luz: Vilmar Olos Fotografia Artística: Jorge BispoDesigner/identidade visual: Miguel PaivaProdução Executiva: André Roman/Teatro de JardimDireção de Produção: Selene Marinho/ SM Arte Cultura CURRÍCULOS EQUIPE PRINCIPAL Diego Teza – Tradução. Diego Teza é tradutor e pesquisador de dramaturgia contemporânea moderna de língua inglesa. Pós-Graduado em Tradução pela Universidade Estácio em 2015. Seu trabalho de curadoria de peças gerou êxito em várias produções teatrais recentes, incluindo várias indicações à prêmios da área: Alguns dos trabalhos já produzidos: 2015- “O Camareiro” - de Ronald Harwood. Direção Ulysses Cruz, com Kiko Mascarenhas e Tarcísio Meira. 2015- “A Outra Casa” - de Sharr White. Direção Manoel Prazeres, com Helena Varvaki. 2016- “O Jornal – The Rolling Stone” – de Chris Urch. Direção Lázaro Ramos e Kiko Mascarenhas, com Dan Ferreira e Heloisa Jorge. 2019 – “Meninas e Meninos” – de Dennis Kelly. Direção Kiko Mascarenhas, com Maria Eduarda de Carvalho. 2019 - “Todas as Coisas Maravilhosas” – de Duncan MacMillan. Direção de Fernando Philbert. Com Kiko Mascarenhas. 2019 – “As Crianças” - de Lucy Kirkwood. Direção Rodrigo Portella. Com Analu Prestes, Mario Borges e Stella Freitas. 2021- “Cascavel” - de Catrina McHugh. Direção: Sérgio Ferrara. Com Carol Cezar e Fernanda Heras. 2021 – “Medea” – de Euripides, versão de Mike Bartlett. Direção: Zé Henrique de Paula. Com Fani Feldmann. INDICAÇÕES A PRÊMIOS: 2018- Prêmio Cenym – Melhor tradução peças: “O Camareiro, A Outra Casa, e O Jornal”. 2019-Prêmio Cesgranrio – Indicado Categoria Especial, pela tradução de Meninas e Meninos, Todas As Coisas Maravilhosas e As Crianças. 2019- Prêmio Botequim Cultural- Indicado Categoria Especial – Pela pesquisa e curadoria de novos textos contemporâneos e pelas traduções de “Meninas e Meninos, Todas As Coisas Maravilhosas, As Crianças”. Fernando Philbert – Direção Artística. Philbert é natural de Porto Alegre, inicia carreira profissional no Rio de Janeiro no fim dos anos noventa. Em 2002 como assisitente de direção cria uma parceria com Aderbal Freire Filho, também foi diretor assistente e codiretor de Domingos Oliveira, Gilberto Gawronki, Lázaro Ramos, Márcio Meirelles. Como Diretor fez espetáculos com Marcos Caruso o qual ganhou todos os prêmios de melhor ator em 2016. Dirigiu ainda, Louise Cardoso, Pedro Paulo Rangel, Kiko Mascarenhas, Thelmo Fernandes, Rodrigo França, Otávilo Miller, Letícia Isnard, Ernani Moraes, Drica Moraes, Gustavo Gasparani, Lucas Drumond, Debora Evelyn, Suely Franco, Nathália Dil, Fernanda Nobre, Daniely Vinitis, Vanessa Gerbeli, Juliana Knust, Aline Borges, Leonardo Brício, Kadu Garcia entre outros em mais de trinta espetáculos. Angela Vieira – Atriz e Idealizadora. Em 78, Ângela Vieira deixa o Corpo de Baile do Municipal do Rio de Janeiro e investe na carreira de atriz. Estreia na Globo, no Planeta dos Homens, dirigido por Paulo Araújo. Fica seis anos na linha de shows da emissora. Em 87, na Manchete, estréia em Corpo Santo, de José Louzeiro, com essa trama ganha o APCA. Com 40 anos de carreira Ângela acumula 13 novelas e 3 mini séries, entre elas “Terra Nostra”, “Coração de Estudante”, “Por Amor”, “Senhora do Destino”, “Cobras e Lagartos”, entre outras. E 20 peças de teatro entre elas “O Peru de Feudeau”, com direção de José Renato, “Um beijo, um abraço, um aperto de mão”, com texto e direção de Naum Alves de Souza e “Cartas de Amor”, de A. R. Gurney com direção de Flavio Marinho. Participou de vários espetáculos de rua, ligados à Arquidiocese do Rio de Janeiro, com direção de Ginaldo de Souza e Aderbal Freire-Filho.Em cinema fez “Viva Zapata” de Luiz Carlos Lacerda, “Angel” de Sergio Rezende e “Segurança Nacional”, de Beto Carminati. Vitor Thiré – Ator. Ator, improvisador, cantor e bailarino, começou profissionalmente aos 14 anos na série da HBO ‘Filhos do Carnaval’, dirigida por Cao Hamburger. O também comediante é dono de uma carreira que passa pelo cinema brasilero com o filme “Desenrola”, de Rosane Svartman e depois com a continuação em programa de TV com duas temporadas de “Desenrola Aí” (Multishow); com o filme "Intervenção", dirigido por Caio Cobra e com o longa "Cedo Demais" dirigido por José Lavigne. Além de ter participado de mais de vinte peças de teatro (entre alguns musicais), sua última foi "O Alienista", da obra de Machado de Assis. Mas com o espetáculo ‘Vou Deixar de Ser Feliz Por Medo de Ficar Triste?' ganhou o prêmio Botequim Cultural de melhor ator coadjuvante em 2019. Formado no Teatro ‘O Tablado’, o ator já viajou em turnês com espetáculos de formação de plateia através do projeto "Teatro Jovem" , de Tadeu Aguiar; também ficou em cartaz no eixo Rio-SP e em turnês nacionais com espetáculos de Stand Up Comedy, além de atuar em obras da TV Globo como: "Malhação" (2013/2014), dirigida por Vinicius Coimbra e Dennis Carvalho; a novela "Amor Eterno Amor" (2012), direção de Rogério Gomes; a série "As Brasileiras" (2013), com direção de Daniel Filho; o programa "Não se Apega Não"/Fantástico (2015); "Liberdade Liberdade" (2016), na pele do cego Ventura, dirigida por Vinicius Coimbra; "Flhos da Pátria" (2017), de Bruno Mazzeo, com direção de Maurício Farias; a série "Sob Pressão" (2018) dirigida por Andrucha Waddington; a minissérie "Se Eu Fechar Os Olhos Agora" (2019), baseado na obra de Edney Silvestre, escrita por Ricardo Linhares e dirigida por Carlos Manga Jr; a série "As Five - 3ª Temporada", com direção de Fabrício Mamberti (2024); a novela ganhadora do Emmy, Rose D'Or e Seoul International Awards "Órfãos da Terra", de Thelma Guedes e Duca Rachid (2019), dirigida por Gustavo Fernandez; está nas duas temporadas da série "Aruanas" da GloboPlay, escrita por Estela Renner e Marcos Nisti, dirigida por Carlos Manga Jr (1a temp) e por Lipe Binder (2a temp); e compôs o elenco de "Vai Na Fé", sucesso de Rosane Svartman e com direção de Paulo Silvestrini. Marcelo Alonso Neves – Trilha sonora Original. Composição de trilha sonora Diretor musical e arranjador, Há trinta anos que se dedica à composição, direção musical e arranjos para espetáculos Vencedor dos prêmios FITA-Festival Internacional de Teatro 2023 por “Diário de Um Louco” CESGRANRIO 2016 por “Amargo Fruto – A Vida de Billie Holiday Shell 2011 por “As Conchambranças de Quaderna”. Indicado aos prêmios: APTR2021/2022 por “Cuidado Com as Velhinhas Carentes e Solitárias” Cesgranrio 2018 por “Dançando no Escuro” Shell 2018 por “Dançando no Escuro” APTR 2018 por “Dançando no Escuro” Botequim Cultural 2018 por “Dançando no Escuro” CESGRANRIO 2015 POR Contra O Vento. QUESTÃO DE CRÍTICA 2013 por “Nem Mesmo Todo Oceano”. QUESTÃO DE CRÍTICA 2012 por “Os Mamutes”. APTR 2012 por “Palácio do Fim”. NATÁLIA LANA – CENOGRAFIA. Cenógrafa com mais de 25 anos de intensa atuação no mercado teatral, criou cenários para diversos MUSICAIS como: "A Cor Púrpura" e "Bibi uma Vida em Musical", com direção de Tadeu Aguiar,"70 e 60 Doc. Musical " espetáculos de Frederico Reder e Marcos Nauer, "Conserto para Dois" com direção de Jarbas Homem de Melo e "Bob Esponja - O Musical" e " Funny Girl" com direção de Gustavo Barchilon, " Elvis" com direção de Miguel Falabela e "Tom" com direção de João Fonseca". Com trabalhos constantes com renomados diretores da atualidade, recebeu os prêmios Brasil Musical, Botequim Cultural, É Sobre Musicais, Destaque Impresa Digital, CENYM e CBTI, além de 17 indicações nos últimos quatro anos. Participa do trio criativo junto com o diretor Fernando Philbert e o iluminador Vilmar Olos, intitulado CENA COLETIVA, tendo realizado 21 espetáculos em conjunto, além das mais de cento e vinte cenografias criadas para teatro. Na área de SHOWS, criou o cenário para a turnê “Carbono” do cantor e compositor Lenine, para o DVD "Hello Mundo" de Ludmilla, para o DVD do Nego do Borel, entre outros. Autora de A EVOLUÇÃO DO ESPAÇO CÊNICO e MANUAL BÁSICO DE CENOGRAFIA TEATRAL, livro este que é referência no ensino da cenografia, lecionou durante dois anos na UFRJ e ministra diversas oficinas livres, além de ter criado, junto com a cenógrafa Marieta Spada, o canal no YouTube CENOGRAVANDO, com conteúdos diversos na área da cenografia. PREMIAÇÕES: PRÊMIO CBTIJ DE TEATRO PARA CRIANÇAS na categoria melhor cenário 2017 pelo espetáculo "Makuru- Um Musical de Ninar" de José Mauro Brant. PRÊMIO BRASIL MUSICAL na categoria melhor cenário 2018 pelo espetáculo " Bibi - Uma Vida em Musical" de Tadeu Aguiar. PRÊMIO BOTEQUIM CULTURAL, PRÊMIO BRASIL MUSICAL e destaque na temporada É SOBRE MUSICAIS na categoria melhor cenário 2019 pelo espetáculo " A Cor Púrpura " de Tadeu Aguiar. PRÊMIO CENYM na categoria melhor cenário pelo espetáculo 2022 "Ponto a Ponto" com direção de Gustavo Barchilon. DESTAQUE IMPRENSA DIGITAL na categoria melhor cenário 2023 por "Bob Esponja, O Musical" com direção de Gustavo Barchilon. Karen Brustollin – Figurinista. Karen Brusttolin se dedica às carreiras de figurinista, comunicadora e consultora de moda e estilo há mais de 15 anos. Como consultora de moda assinou vários editoriais e capas de revistas nacionais. Na TV Globo foi consultora de moda do programa "É de Casa", e responsável pelos figurinos dos programas “O País do Cinema“, com apresentação da atriz Andreia Horta no Canal Brasil, “Iupi” com apresentação da atriz Débora Secco para o canal Gloob -tvGlobo. Como figurinista teatral assinou mais de 30 peças, sendo premiada com o Prêmio Shell de Teatro em São Paulo pelo espetáculo "O Grande Sucesso". Recentemente assinou o figurino da remontagem da peça “"O mistério de Irmã Vap"“, com Luis Miranda e Matheus Solano, com indicação aos Prêmios Shell, Prêmio Bibi Ferreira e Aplauso Brasil, com o espetáculo “Iolanta a princesa de vidro” foi indicada ao prêmio de melhor figurino pelo Cbtij e com o espetáculo Gaslight uma relação tóxica dirigida por Jô Soares recebeu a indução de melhor figurino pelo Prêmio Shell de teatro de São São Paulo. No áudio visual assinou o longa metragem “ninguém entra, ninguém sai” direção Hsu Chien, o documentário musical “Revendo amor” direção Alam Raffo, Curta metragem “De Fino Gosto” direção Marco Bravo, os clipes “Galante Love Club”- Maurício Oliveira - direçao André Aquino, “Caçadora” - Lucy Alves - direção Felipe Sassi, entre outros… Na área de consultoria de moda e estilo, um de seus trabalhos mais requisitados é o projeto "Encontros", batizado com este nome por definir muito bem o formato de suas palestras, pois, leva de forma customizada até às participantes sua experiência dentro e fora do provador, ajudando cada vez mais suas clientes a terem uma identidade visual além dos espelhos. Karen idealizou também o projeto "Encontre seu melhor figurino", oficinas com base no conceito de moda como uma expressão cultural, focado na criação de soluções sustentáveis para a moda e sua utilização de forma consciente. Seja em seu trabalho como figurinista, comunicadora ou consultora de moda, Karen busca uma relação sinergética com cada projeto conduzindo a criação pautada na descoberta da identidade e potencialização da personalidade existente em cada pessoa ou personagem. Vilmar Olos – Designer de Luz. Natural de Jaraguá do Sul - SC, atua na área de Iluminação cênica há 25 anos. Iniciou seus trabalhos no Centro Cultural SCAR (Jaraguá do Sul - SC), onde foi responsável técnico no período de 1999 / 2003. Lighting Designer, 3D Designer e professor nos cursos 3D Capture Visualisation. Criou mais de 150 projetos de iluminação nas mais diversas áreas. Em 2012, criou a Arte&Luz Lighting Studio na cidade do Rio de Janeiro com o objetivo de oferecer e aperfeiçoar serviços na área de iluminação cênica. Em 2020, juntamente com Luiz Paulo Nenen e Oz Perrenoud, fundou o Capture Brasil Study Group, onde formaram mais de 200 alunos nas 11 edições do Curso Completo do Capture. Indicações: Indicado ao prêmio CBTIJ 2015 , na categoria melhor iluminação com o espetáculo QUERO SER ZIRALDO; Indicado ao Prêmio de melhor Iluminação no Festival Nacional de Duque de Caxias - RJ 2016, com o espetáculo MARIANA E A BENZEDEIRA DA ILHA; "THEATRE PROJECT" - Projeto referência para o CAPTURE VISUALISATION - 2021 (Suécia) - Project: Vilmar Olos, Vangelis Manolis, Osvaldo Perrenoud; Indicado ao Prêmio APTR 2022, na categoria melhor Iluminação, pelo espetáculo: "CUIDADO COM AS VELINHAS CARENTES E SOLITÁRIAS!; Indicado 22° Prêmio Anual Prêmio CENYM de Teatro Nacional (2023), na categoria "Melhor Iluminação ou Uso da Luz", com o espetáculo "ORFÃOS”; Indicado 22° Prêmio Anual Prêmio CENYM de Teatro Nacional (2023), na categoria "Melhor Qualidade Técnica de Produção", com o espetáculo: " ORFÃOS"; Destaque do É Sobre Musicais , com o espetáculo "GRANDES ENCONTROS DA MPB", (2020) na categoria Melhor Desenho de Luz - Projeto de Luz em Parceria com o Iluminador Cesar Pivetti. Atualmente realiza trabalhos como Iluminador, Design de projetos de Iluminação em 3D, Professor nos cursos 3D do Capture Brasil Study Group e Arte&Luz LIghting Studio. André Roman/ Teatro de Jardim – Produção Executiva. Contemplado no Edital Ondas da Cultura da FUNARJ RJ 2020 na linha Artes Cênicas produziu o espetáculo “BOY" em formato digital e produziu sua estreia em formato presencial na Casa Fluida em São Paulo através do Edital PROAC LGBT 2021 com estreia em 2022. Fundador do Teatro de Jardim, realizou a administração da temporada de estreia de Gabri{ELAS} no SESC Avenida Paulista em janeiro de 2024. Produção executiva de "O Dilema do Médico" de Bernard Shaw na temporada MASP e temporada de estreia de "Escombros" de Dennis Kelly no SESC Pompeia, ambos com direção de Clara Carvalho em 2023. Ainda em 2023 assinou a produção executiva do V Ciclo de Leituras da Cia Ludens – Teatro Irlandês, deficiência e protagonismo na Escola Superior de Artes Célia Helena e a direção de produção do espetáculo Luvas e anéis, também da Cia Ludens com temporada no SESC Santana. Em 2022 assinou a direção de produção do espetáculo "A Tropa" de Gustavo Pinheiro com direção de Cesar Augusto e atuação de Otávio Augusto e grande elenco. Foi proponente e diretor de produção de "Olhos da Pele", de Regina Miranda em circularidades com a obra de Hélio Oiticica, contemplado no Edital FUNARJ Dança 2022, vencedor do Prêmio APTR nas categorias melhor Direção de Movimento para Regina Miranda e Jovem Talento para Lucas Popeta. Selene Marinho/ SM Arte e Cultura – Direção de Produção. Atua na elaboração, gestão e produção de projetos culturais há mais de 30 anos. Esteve na Direção e Coordenação de Produção de inúmeros trabalhos, dentre eles 'Hora Amarela' de Adam Rapp com direção de Monique Gardenberg, 'A Paixão segundo Adelia Prado' de Adélia Prado, ‘Uísque com Água’ de Charles Bukowsky, ‘Estranhos.com’ de Laura Eason, 'A Catástrofe do Sucesso' de Tennessee Williams e 'A Profissão da Sra. Warren' com direção de Marco Antônio Pâmio, e ‘O Dilema do Médico’ de Bernard Shaw, ‘Condomínio Visniec’ de Matéi Visniec e ‘Escombros’ de Dennis Kelly com direção de Clara Carvalho, 'Meu Quintal é Maior do que o Mundo' de Manoel de Barros com Cassia Kis e direção de Ulysses Cruz, 'Terremotos’ de Mike Bartlett direção de Marco Antônio Pâmio, ‘Diabinho e outras Peças Curtas’ de Caryl Churchill e ‘Play Beckett’ de Samuel Beckett com direção de Mika Lins, 'A Milionária' e ‘Macbeth em Cordel’ com direção de Thiago Ledier.
PROJETO ARQUIVADO.